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“Libertários são fanaticamente contra a poluição” - é o que afirma um crítico do libertarianismo
Sim: são os intervencionistas, ainda que involuntariamente, os grandes defensores da poluição

Recentemente, Paul Krugman descarregou sua bile, em mais uma de suas típicas diatribes, sugerindo que a oposição dos libertários — na prática, ele se referia ao Partido Libertário americano — a regulamentações ambientais era uma receita para o desastre.

E então entrou em cena o economista Tyler Cowen para dizer que a realidade é oposta: segundo Cowen, o problema com essa postura anti-regulação ambiental dos libertários é que ela não é suficientemente pró-poluição.  Cowen explica:

[A posição de Krugman] é o exato contrário da crítica correta.  O principal problema com o libertarianismo clássico é que tal filosofia não permite nenhuma poluição — ou, no mínimo, não permite uma poluição mínima. 

Na teoria libertária, a poluição é uma forma de agressão violenta, a qual deveria ser banida, como o próprio Murray Rothbard insistiu várias vezes. 

O problema é explicar o que, na prática, irá acontecer tão logo todos aqueles poderosos grupos de interesse começarem a adquirir influência sobre o governo?  Historicamente, sob o estado mais enxuto que exista no século XIX, eram as grandes empresas que queriam se ver livres destes imprevisíveis métodos de controle feitos em nível local, os quais eram resolvidos por meio de litígios.  Consequentemente, elas passaram a favorecer a adoção de um aparato regulatório mais sistemático, em nível nacional.

É quase certo que a posição da plataforma do Partido Libertário americano, queiram seus membros admitir ou não, foi baseada neste longo ensaio escrito por Rothbard sobre poluição e soluções legais.  Escreveu Rothbard:

Todos devem poder fazer o que quiserem, exceto cometer um ato explícito de agressão contra a pessoa ou a propriedade de outrem.  Apenas este ato deve ser ilegal, e deve ser passível de ser levado a juízo apenas perante os tribunais que aplicam o direito da responsabilidade civil, com a vítima ou seus herdeiros e procuradores conduzindo a ação contra o suposto agressor.  

Portanto, nenhum decreto ou ato administrativo que crie ações ilegais deve ser aceito.

E, uma vez que qualquer processo em nome da "sociedade" ou do "estado" é inadmissível, o direito penal deveria ser reduzido a um direito da responsabilidade civil reformado, que incorporasse as punições.

O autor de um delito ou criminoso deve ser objetivamente responsável por sua agressão, sem que se admita uma evasão de responsabilidade fundamentada em teorias de "negligência" ou de "razoabilidade."  No entanto, a responsabilidade tem de ser provada com base na causalidade objetiva da ação do réu contra o reclamante, e ela tem de ser comprovada pelo reclamente para além de qualquer dúvida razoável.

Isso pode parecer insípido e extremamente técnico quando visto fora de contexto, mas quem ler o ensaio completo de Rothbard rapidamente entenderá, e de maneira clara, que Rothbard considera a poluição uma "agressão" em vários casos, de modo que proprietários serão submetidos a um alto padrão de exigência no que diz respeito à poluição do ar e da água das propriedades adjacentes.  Ou seja, uma usina termelétrica, que funciona à base da queima de carvão e que despeja componentes químicos nocivos no ar da vizinhança, seria considerada uma agressora nesta interpretação de Rothbard, e seria corretamente processada por danos, por suas vítimas, em uma variedade de circunstâncias.

Neste regime jurídico defendido por Rothbard, poluidores certamente sofreriam sanções judiciais muito maiores do que sob o atual regime regulatório.

Já Tyler Cowen, por sua vez, parece ter concluído que o nível "ótimo" de poluição é muito maior do que aquele que um sistema jurídico rothbardiano toleraria.  Em outras palavras, os rothbardianos são extremamente intolerantes para com a poluição.

O problema com a "eficiência" e o "custo social"

Cowen — e vários outros — chegam a essa conclusão ao adotar uma ideia errada sobre "eficiência" e sobre o "ótimo social".  Segundo essa ideia, o estado deveria determinar qual é o nível de poluição "correto", e em seguida deveria impor uma legislação estipulando um teto para a quantidade de poluição permitida.

Como Cowen corretamente observa, empresas grandes e poderosas gostam dessa abordagem porque, de um lado, ela gera previsibilidade, e, de outro, seus altos custos, embora ruins para essas empresas, impedem o surgimento de concorrentes menores e menos capitalizados.  Adicionalmente, a previsibilidade diminui as chances de haver longos, custosos e inesperados processos judiciais no futuro. 

Consequentemente, a regulamentação ambiental feita pelo estado entrega exatamente aquilo que empresas grandes e já estabelecidas querem: altos custos à entrada no mercado de novos concorrentes, e limitação de custos futuros imprevisíveis.

E como as regulações limitam os custos futuros?  Rothbard fornece um exemplo:

Suponha, por exemplo, que A construa um edifício que, após ser vendido a B, imediatamente desabe.  A deve ser imputável por provocar danos à pessoa e à propriedade de B e a responsabilidade deve ser apurada em juízo, de modo que o tribunal poderá então aplicar as medidas apropriadas de restituição e de punição.  

Mas se o legislativo impôs normas e inspeções sobre edifícios em nome da "segurança", construtores inocentes (isto é, aqueles cujos edifícios não desabaram) sujeitam-se a regras desnecessárias e frequentemente custosas, sem que o governo precise comprovar crimes ou danos.  Eles não cometeram nenhum delito ou crime, mas estão sujeitos, de antemão, a regras — com frequência apenas remotamente relacionadas a segurança — impostas por órgãos estatais tirânicos.  

Contudo, um construtor que atenda às normas de segurança e às inspeções administrativas, mas vê um edifício seu desabar, é, com frequência, inocentado pelos tribunais.  Afinal, ele obedeceu a todas as regras de segurança do governo e, com isso, recebeu o imprimatur adiantado das autoridades.

Similarmente, no caso de alguém que polui o ar, o poluidor pode legalmente jogar veneno no ar até o limite permitido por lei.  Com efeito, em alguns casos, a responsabilidade civil será explicitamente limitada por lei, sendo essa uma pré-condição para que novas regulamentações sejam implantadas.

Quanto a isso, Rothbard também elabora um segundo ponto.  Ele mostra que as regulamentações giram ao redor dos custos, mesmo para aquelas pessoas que jamais construíram um prédio que desabou ou cujas obras jamais prejudicaram ninguém.  Em outras palavras, regulamentações impõem custos a todos, inclusive a empreendedores capazes de criar e desenvolver técnicas de construção inovadoras e seguras, mas que conflitariam com os já estabelecidos códigos de construção.  Sendo assim, as próprias regulamentações impedem o surgimento de técnicas que poderiam diminuir acidentes, estragos e poluições.

Em um sistema jurídico genuinamente libertário, os custos do ar poluído ou de prédios que desabam são arcados exclusivamente por aqueles que incorreram nessa prática nociva, e não por inocentes, como ocorre atualmente.  E esses custos podem ser imensos.

Compreensivelmente, uma empresa pode preferir um sistema no qual os custos são maiores, porém previsíveis, a um sistema em que os custos são potencialmente menores (se os processos forem evitados), porém muito menos previsíveis.

No entanto, o fato de que algumas empresas prefeririam este sistema não é uma justificativa para impor este arranjo a todos.

Não obstante, vários economistas e juristas afirmam que um estado regulatório é preferível a este sistema jurídico libertário porque um estado regulatório presumivelmente iria permitir "algum nível ótimo de poluição", mesmo para casos em que as vítimas individuais podem provar que foram prejudicadas.  Ou seja, sob um sistema jurídico libertário, um pequeno número de pessoas prejudicadas poderia fechar uma fábrica poluidora, sendo que, por outro lado, "a sociedade em geral" supostamente se beneficiaria mais com aquela fábrica sendo mantida em funcionamento.

O fechamento desta fábrica não seria "ótimo" do ponto de vista da sociedade, dizem estes economistas e juristas.  Consequentemente, é necessário haver um estado regulatório que estimule e proteja empresas que praticam determinadas atividades econômicas — como a geração de energia por vias térmicas — que frequentemente geram poluição.

A suposição é que, para alcançar o nível "socialmente ótimo" ou "eficiente" de energia e tráfego, é necessário criar um sistema jurídico que possa fazer uma sintonia fina da quantidade de poluição permitida, e que consiga equilibrar as necessidades de um pequeno número de pessoas prejudicadas — por exemplo, aquelas que adquiriram câncer em decorrência da poluição — com as necessidades das outras pessoas que se beneficiam da existência daquela indústria.

O problema é que, em nível de sociedade, é impossível fazer o tipo de cálculo que permita "equilibrar" as necessidades de um grupo em relação às de outro grupo.  E, se isso é impossível, então também é impossível determinar qual é a quantidade "correta" de poluição para toda a sociedade.  No máximo, é possível apenas determinar os danos causados pela poluição em termos de vítimas específicas em locais e tempos específicos.

E o motivo por que não é possível calcular o equilíbrio correto é que o conceito de "custo social" não apenas não pode ser calculado, como também nem sequer existe.  Como observa Rothbard em seu ensaio "O Mito da Eficiência":

Há uma grava falácia no próprio conceito de "custo social", ou de qualquer custo impingido a mais de uma pessoa.  Para começar, se os objetivos são antagônicos, e o produto de um indivíduo ocorre em prejuízo de outro indivíduo, os custos e os benefícios não podem ser simplesmente somados para esses dois indivíduos. 

Mas, em segundo lugar, e mais importante, custos são subjetivos para cada indivíduo, não podendo, portanto, ser nem mensurados quantitativamente e nem, a posteriori, adicionados, subtraídos ou comparados entre indivíduos. Porém, dado que os custos são subjetivos, não-somáveis, e não-comparáveis, então, obviamente, qualquer conceito de custo social, inclusive de custos de transação, se torna sem sentido. 

E, em terceiro, para cada indivíduo, os custos não são objetivos ou observáveis para qualquer observador externo.  Para um determinado indivíduo, o custo é subjetivo e efêmero; ele aparece apenas ex ante, no exato momento anterior ao indivíduo tomar uma decisão.  Para um indivíduo, o custo de qualquer escolha equivale à sua estimativa subjetiva de todas as outras opções das quais ele abriu mão para fazer essa sua escolha final.  Cada indivíduo tenta, a cada escolha, alcançar seu objetivo principal; para isso, ele sacrifica e abre mão de outros objetivos, menos importantes em seu ranking de valoração subjetiva, que poderiam também ser satisfeitos com os recursos disponíveis.

A posição pró-regulação, por outro lado, afirma que é possível determinar um sistema que, em nível nacional (ou global), determine o nível aceitável de poluição, e então o impinja sobre todas as pessoas, em todos os lugares.  Aqueles que sofrem com a poluição despejada por uma fábrica vizinha terão simplesmente de "lidar com aquilo", pois os reguladores governamentais determinaram que os custos impostos àquelas vítimas específicas são menores que os benefícios para toda a sociedade, não sendo portanto suficientes para gerar punições aos poluidores

Sim, há um ponto a partir do qual é possível dizer que os níveis de poluição se tornaram altos demais, mas tal nível é determinado tendo em mente a questão do "ótimo social" geral.  Ou seja, mesmo que algumas pessoas sofram danos significativos, podemos concluir que o custo social é pequeno em relação ao ganho social total, de modo que não seria sensato — ou seria "ineficiente" — permitir que um pequeno número de prejudicados processo o poluidor e o expulsasse do mercado.

Os libertários, por sua vez, querem fornecer uma solução jurídica que solucione os altos custos impostos a um pequeno número de vítimas específicas, mesmo quando o suposto custo da poluição é "socialmente válido". 

Para alguns economistas, isso pode parecer "ineficiente", mas Tyler Cowen está certo quando diz que a posição dos economistas pró-livre mercado e pró-propriedade privada é bem menos tolerante à poluição do que a de intervencionistas como Krugman.

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Leia também:

A posição libertária em relação a empresas que causam mortes e desastres ambientais


8 votos

autor

Ryan McMaken
é o editor do Mises Institute americano.


  • Capital Imoral  26/09/2016 15:16
    Eu sou socialista e afirmo, os libertários e o capitalismo é o maior causador de pobreza e poluição no mundo.

    A destruição do mundo nasceu com o capitalismo, principalmente na revolução industrial, estou mentindo?
    De lá para cá, as coisas só pioraram, quando a china aderiu ao capitalismo a poluição quase que triplicou no mundo inteiro e a escravidão também.

    Veja que esta conversa, não se trata sobre liberdade que é defendido pelo socialismo, mas sobre a busca pelo lucro, que o neoliberal esconde atrás da liberdade.
    Um homem te mataria pelo lucro, não tenha dúvidas disso.

    Nada como começar o dia, compartilhando um video do Pirula, onde ele mostra e prova como o capitalismo está matando o nosso mundo:


    Por isso devemos ter um grande estado mundial para obrigar todas empresas a serem verdes, ou até mesmo proibir o consumo de itens industrializados.
  • Renan Merlin  26/09/2016 16:50
    Parei quando ele postou o video do Pirrola "AMEAÇANS, AMEAÇANS MESMO".
  • Renan Merlin  26/09/2016 16:57
    Existem dois tipos de esquerdistas. Os idiota úteis(MARXISTAS) e os maus intencionados(KEYNESIANOS) que são a maioria dos esquerdistas que defendem expansão monetária e redução de imposto sobre consumo como mecanismo de crescimento econômico e colocam a culpa nos libertarios e liberais pela poluição.
    Há muito tempo eu vi video em inglês mostrando que o fim do padrão ouro e o maior causador de destruição do meio ambiente.
  • Murdoch  26/09/2016 19:12
    Vídeo do Pirula é sacanagem.
    Quem é que leva a sério esse cara?
    Acho que só os socialistas.
  • Daniel Silva  30/09/2016 12:31
    Culpar o capitalismo pela destruição do planeta é simplesmente a mais pura hipocrisia. Como se em uma economia planifica a poluição fosse extinguida.
  • Antonio Palloci  26/09/2016 15:23
    Eu sei que não tem haver com o brilhante artigo do Ryan McMaken mas monetarismo e um assunto que me agrada muito e portanto poderiam me tirar algumas duvidas dos nobres colegas.

    1)CURRENCY BOARD
    Suponhamos que o Brasil viesse a lastrear o real ao dolar em 1 real=1 dolar. Mas em outras moedas? Euro, Peso Argentino, Yene e Libra continuariam flutuando diariamente?

    2)INFLAÇÃO
    Se inflação e expansão da base monetaria(IMPRIMIR DINHEIRO) como acontece na Venezuela e ditaduras africanas, por que EUA, UE, JAPÃO e CHINA também expandem a base monetaria e não causa inflação?

    3)SISTEMA CAMBIAL DA CHINA
    Eu pesquisei mas cada site vi uma coisa diferente, a China adota Cambio Flutuante? Currency Board atrelado ao dolar? Padrão Ouro?

    4)BRETTON WOODS
    Se não fosse o acordo Bretton Woods o dolar continuaria a ser moeda mundial? E Antes da segunda guerra mundial qual era a moeda usada no comercio exterior? E no seculo XIX em qual moeda era o comercio exterior?
  • Leandro  26/09/2016 17:16
    1) Esse valor cambial de 1 para 1 não seria realista e traria enormes problemas. Eis a maneira certa de se adotar um Currency Board:

    Os três tipos de regimes cambiais existentes - e qual seria o mais adequado para o Brasil

    E sim, todas as outras moedas obviamente continuariam flutuando diariamente. Quando fixo envolve apenas duas moedas. Só é possível uma moeda ter câmbio fixo com outra moeda. Se o real passa a ter câmbio fixo com o dólar, então, por definição, ele passa a flutuar em relação às outras moedas estritamente como o dólar flutua em relação a elas.

    2) Inflação de preços não é gerada pela expansão da base monetária, mas sim pela expansão da oferta monetária. São duas coisas completamente distintas. Nos países citados não houve inflação de preços simplesmente porque a expansão da base monetária não se converteu em expansão da oferta monetária. O dinheiro está empoçado no sistema bancário. Artigo sobre isso:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2213

    3) Nenhum dos três. Ela adota câmbio atrelado ao dólar via Banco Central. A China opera com um câmbio semi-fixo desde 1995: ora o renminbi se valoriza em relação ao dólar, ora se mantém fixo. Veja o gráfico.

    Foi só em 2014 que eles deram um cavalo-de-pau na política cambial e, pela primeira vez desde 1995, desvalorizaram o renminbi em relação ao dólar. Não coincidentemente, a economia desacelerou fortemente desde então.

    4) O dólar se tornou a moeda mundial por causa de Bretton Woods. Antes de Bretton Woods, era assim:

    www.mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=678
  • Renan Merlin  26/09/2016 19:26
    Leandro por que invés de lastrear uma moeda nacional ao dolar não faz igual o Equador ou Panama e adotar logo o dolar como moeda e aproveita e fechar o BACEM, Casa da Moeda e portanto reduz custo com impressão de cedulas e moedas? Ate pra não acontecer o que ouve na argentina em que na canetada o governo abandonou o lastro fazendo as pessoas perderem dolares?
  • Leandro  26/09/2016 23:06
    Isso foi defendido neste artigo:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1294
  • Diogo  26/09/2016 15:35
    Este artigo nos lembra o caso do rompimento da barragem em Mariana. E como diante de tantas tecnologia de geração de energia ainda se fala em construção de hidrelétricas.
  • Renan Merlin  26/09/2016 16:21
    E Que ninguém gosta de falar, a produção de energia elétrica mais viavel que existe em todos os sentidos inclusive ambiental e nuclear. O Problema que acidentes geram uma destruição infernal. EUA e a Europa e quase toda energia nuclear.
  • Murdoch  26/09/2016 19:04
    Energia nuclear nos EUA representa uma porcentagem de 10% na produção de energia elétrica. Os combustíveis fósseis representa 35%, enquanto usinas hidrelétricas representam 20% na produção de energia elétrica.
    Na Europa, os combustíveis fósseis representam a maior fatia do mercado de energia elétrica, tanto que a Europa depende da Rússia para a produção da energia, importando gás e petróleo. A França que é a maior da Europa em produção de energia nuclear com 75% da produção de energia.
    Os 10 países mais dependentes de energia nuclear
    O Brasil tem potencial para ampliar muito mais a capacidade das usinas hidrelétricas, mas sinceramente, eu não prefiro essa produção. Não é por motivos "ambientais", mas por motivos lógicos de diversificação já que a hidráulica representa a maior fatia no mercado de energia brasileiro, a melhor maneira seria aumentar a capacidade das usinas nucleares que estão em 3% da produção de energia. Tanto as hidrelétricas quanto as nucleares são investimentos caros para a implementação, assim como a produção é de energia limpa, mas o que conta aqui é a diversificação que ainda não temos. Basta ver os apagões que acontecem no Brasil, aqui onde moro não tem um mês que não caia a luz.
    Até mesmo ecologistas defenderam a implantação da energia nuclear, e apenas isso daria um cala boca nos ambientalistas. Seria um argumentos a menos para os socialistas dizerem que a hidrelétrica matou animais e os índios.
    A energia nuclear não precisa de um espaço grandioso para ser implementada, outra vantagem da energia nuclear em relação à geração hidrelétrica é o fato de que a energia nuclear é imune à alterações climáticas futuras que porventura possam trazer alterações no regime de chuvas.
    Corre risco de contaminação, apenas se houver acidentes como o Chernobyl(como sempre socialista fazendo M, cometendo erros banais na usina e deu no que deu) e o lixo atômico não tiver um tratamento correto para descarregar no destino(qualquer ilhazinha inabitada serve no Brasil).
    Fukushima nem deve ser considerado, porque o motivo foi o terremoto que permitiu o vazamento nuclear das usinas.
    Chernobyl como disse, os culpados são os socialistas que fizeram cagadas em cima de cagadas, e foi de longe o maior desastre ambiental.
    Desastres Ambientais
    Como o Brasil sofre de terremoto, é mais uma condição de implementação de usinas nucleares.
  • Murdoch  26/09/2016 23:32
    "Como o Brasil sofre de terremoto, é mais uma condição de implementação de usinas nucleares. "
    Não sofre
  • Rafael Isaacs  26/09/2016 15:42
    Alguem poderia comentar sobre o PLS 204? O que acham a respeito?
  • Republica de Curitiba  26/09/2016 17:43
    Mas e como calcular um custo que ainda não se sabe que existe?

    Ex: Vamos supor que, hoje, descobrimos que a folha de hortelã causa câncer. Quem trabalha com esse insumo deve ser impingido a custear os tratamentos em relação a esse problema?

    O que os Austríacos dizem sobre situações que não foram observadas em contratos sociais, e que podem determinar ou não a decisão de firmação de um contrato - informação assimétrica?
  • Libertário  26/09/2016 18:11
    "Vamos supor que, hoje, descobrimos que a folha de hortelã causa câncer."

    Vamos supor que, hoje, descobrimos que arroz, feijão e leite -- todos eles, assim como o hortelã, produtos autorizados pelo governo -- causam câncer.

    "Quem trabalha com esse insumo deve ser impingido a custear os tratamentos em relação a esse problema?"

    Hoje, quem trabalha com esse insumo foi totalmente liberado pelo governo. Logo, a questão certa é: qual punição deve ser imposta aos burocratas?

    Perceba a falha do seu raciocínio: você está pegando um arranjo estatal, criando um defeito nele, e então impingindo este defeito a uma suposta ausência de regulação. Faz sentido?

    "O que os Austríacos dizem sobre situações que não foram observadas em contratos sociais, e que podem determinar ou não a decisão de firmação de um contrato - informação assimétrica?"

    Austríacos não têm nada a dizer sobre isso, pois a Escola Austríaca fala exclusivamente sobre economia e faz uma abordagem sem juízo de valor. A EA é uma ciência positiva, ou seja, ela se limita a explicar as coisas. Ela não é normativa, ou seja, ela não diz como as coisas deveriam ser.

    Quem faz este último é a filosofia libertária. Portanto, a sua pergunta tem de ser direcionada aos libertários, e não aos economistas das Escola Austríaca.

    Dito isso, eu, como libertário, respondo: sua pergunta é genérica e imprecisa demais. Em todo caso:

    "Falhas de mercado" e informações assimétricas
  • Republica de Curitiba  27/09/2016 21:22
    Libertário,

    Obrigado pela atenção, mas não entendi o "arranjo estatal" que estou pegando.
    Simplesmente questionei o quê seria coeso ser feito em uma sociedade libertária, em uma situação que o contrato firmado não abrangesse problemas que possam ferir as propriedades (no caso em analogia, vida) do indivíduo contratante e assinado devido a falta de conhecimento do mesmo, fosse assinado.

    No arranjo governamental, este se utiliza da coerção para definir o que deve ser feito.
    Como seria sem uma entidade que se utiliza da coerção?

    Me parece um problema, mas sim, posso estar com algum problema de raciocínio que não estou enxergando.
    Ou então, pode ser que não exista a resposta - mas talvez alguém com mais conhecimento possa dar luz as ideias.
  • Gervasio  26/09/2016 18:47
    Uma dúvida sobre esse tema. Num cenário hipotético, um engenheiro juntou um dinheiro e resolveu construir um prédio. Após a conclusão, vendeu os 50 apartamentos para diversas pessoas. O prédio possuia uma falha de projeto e caiu após algum tempo, desturindo inclusive construções próximas, e o engenheiro não possuia seguro.
    Do ponto de vista libertário, o engenheiro deveria cobrir os gastos das pessoas? Provavelmente ele não teria $$ suficiente para pagar.
    O que deveria acontecer nesse caso? O engenheiro ficaria com uma dívida eterna com essas pessoas? Iria preso? Todos os bens seriam leiloados, mas ainda sim não cobririam nem uma ínfima parte da dívida.

    Obrigado aos que responderem.
  • Gustavo  26/09/2016 19:02
    "Do ponto de vista libertário, o engenheiro deveria cobrir os gastos das pessoas?"

    Ele não apenas tem ressarcir as perdas como também tem de compensar todos os custos gerados pelas perdas.

    "Provavelmente ele não teria $$ suficiente para pagar. O que deveria acontecer nesse caso?"

    Vender seus ativos, os de seus sócios e de todos os que avalizaram os empréstimos que ele fez para construir o prédio.

    "O engenheiro ficaria com uma dívida eterna com essas pessoas?"

    Se, após todas as medidas acima, ele ainda assim não conseguisse quitar tudo, então ele teria de trabalhar até juntar todo o dinheiro necessário.

    A menos, é claro, que as vítimas topassem algum acordo menos punitivo. Aí tudo bem. Mas, do ponto de vista puramente libertários, todas as medidas acima são válidas.
  • F. Shade  27/09/2016 17:06
    "Se, após todas as medidas acima, ele ainda assim não conseguisse quitar tudo, então ele teria de trabalhar até juntar todo o dinheiro necessário."

    Supondo que ele vá fazer isso de boa fé, talvez estivesse tudo ok, mas se ele arriscou a estrutura do prédio com materiais de segunda mão para lucrar mais, e que portanto não tivesse nenhuma intenção de trabalhar para pagar os envolvidos, como ficaria?
  • Cauan Muller  26/09/2016 19:25
    Essa determinação de externalidade negativa e agressão era o ponto que me fazia ainda um liberal (estado mínimo e taus), mas agora... É, acho que agora sou libertário (anarquista).



  • Guilherme Menezes  26/09/2016 19:31
    Sobre o conceito de custo social e comentário de Rothbard:

    Tudo bem, custos são subjetivos (custo de oportunidade), porém em uma economia monetária existe uma aproximação (imperfeita) desses custos, que é o custo monetário. Não estaria Rothbard sendo rigoroso demais ao negar o custo monetário agregado como fonte de aproximação dos custos incorridos pela sociedade?

    Obrigado.
  • Vagner  26/09/2016 20:09
    A seção de comentários desse site tornou-se cancerígena.
  • Guilherme Menezes  26/09/2016 20:58
    Discordo, essa é uma dos melhores espaços de discussão na internet. Sim existem trolls como o Capital Imoral e derivados, porém mesmo estes são mais elaborados/ engraçados e em pouco número comparado ao resto da internet.
  • Renan Merlin  26/09/2016 22:57
    Concordo, os comentários são melhores ou iguais aos artigos. O Nobre colega que reclama da sessão de comentarios do IMB e porque nunca viu a sessão de comentarios do G1, Youtube, Uol e etc... Da vontade de vomitar
  • Pobre Paulista  27/09/2016 03:09
    Calma, eventualmente o colega quis dizer que a seção de comentários cresce rapidamente e sem controle.
  • Antônio Palocci  27/09/2016 13:32
    Concordo. A sessão de comentários do IMB é a melhor do Brasil. Até as nossas sátiras são melhores.

    O problema é que vejo uma quantidade decrescente de comentários desde que o novo layout surgiu.

    É erro meu ou vocês também suspeitam disso?
  • Murdoch  27/09/2016 14:42
    O que acontece é a esquerda divulgando nosso canal para os leitores esquerdistas vir aqui e fazer militância. É uma divulgação proposital para diminuir a qualidade dos comentários e assim fazemos os jogos que eles querem.
    O IMB é o lugar para as pessoas buscarem conhecimento, fomentar os leitores a pensarem no que foram ensinadas e verão que foi tudo irracional.
    Exemplo: Cheguei aqui fuçando na internet em busca de conhecimento sobre as crises de 1929 e 2008, e o primeiro site a carregar foi o IMB, quando entrei aqui parece que novas portas se abriram para conhecimento que nunca tive. Ainda leio muitos artigos daqui e cada vez mais estou acrescentando conhecimento, até mesmo já estou debatendo na internet sobre tudo que se escreve aqui.
    Infelizmente, com essa atenção indesejada virá pessoas indesejáveis que tentarão bagunçar os comentários para fazer o jogo deles, cabe a nós não jogarmos os jogos deles, igual ao Capital Imoral.
  • F. Shade  27/09/2016 16:37
    Talvez no século XIX fizesse algum sentido em falar em ação de indivíduo contra empresa, a época em que Rothbard escreveu suas ideias, mas no século XX/XXI, onde o poder corporativo se desenvolveu até se tornar paralelo, é enganoso afirmar que os interesses de um ou mais civis podem se contrapor aos danos de grandes grupos.

    Talvez podemos dizer que os escritos de Rothbard a esse respeito são antiquados desde que Lewis F. Powell Jr. saiu do quadro diretivo de uma empresa de tabaco e entrou no sistema judiciário americano agindo como conselheiro para o órgão de lobby da indústria de cigarros, e com uma mentalidade de ativismo "pró-liberdade de empreendimento", conseguiu evitar por décadas que as empresas admitissem que seus produtos tem alto potencial danoso à saúde e se responsabilizassem por isso.

    As ações de Powell em prol do enriquecimento livre transformou empresas em"entes jurídicos" capazes de influenciar as leis de forma que os interesses de uma empresa passassem a ter o peso do interesse civil, como se o interesse de enriquecer tivesse o mesmo peso ou legitimidade do interesse de bem-viver e portanto devesse ter a mesma liberdade, como se a atividade comercial pudesse ser comparada à própria vida e a falência de uma companhia pudesse ser comparada à morte.

    Os ideais que se suportam no discurso de que a defesa da propriedade privada é tudo o que se precisa para o bom funcionamento das liberdades civis carecem de explicações teóricas sobre como seria possível garantir essa proteção, uma vez que o estado, sendo máximo ou mínimo, fica sujeito ao poder privado e inevitavelmente é distorcido, sobrando a esfera civil como prejudicada.

    A dúvida é, se a ideologia algumas vezes se baseia na ideia de que os seres humanos agem para o próprio interesse, como seria possível evitar que o corpo judiciário e as corporações não negociassem entre si, em causa própria, tornando-se o novo mecanismo de cerceamento de liberdade civil? Algumas vezes li que bastaria concorrência entre tribunais, mas não sei como isso poderia evitar o auto-interesse e garantir a independência das diferentes cortes. Em nenhum dos cenários (de mais ou menos estado) a corrupção (ou seria apenas auto-interesse) poderia ser evitada.

    Então, quanto ao tema realmente da poluição, fica um tanto descreditado pela experiência histórica que haveria alguma forma de contê-la com qualquer uma das "opções" discutidas aqui, envolvam elas regulações estatais ou não. Nenhum dos lados que a produzem (ou permitem) tem interesse específico em barrá-la, e os que tem interesse não possuem poder para fazê-lo.
  • Bruno Rocha  27/09/2016 23:00
    A dúvida é, se a ideologia algumas vezes se baseia na ideia de que os seres humanos agem para o próprio interesse, como seria possível evitar que o corpo judiciário e as corporações não negociassem entre si, em causa própria, tornando-se o novo mecanismo de cerceamento de liberdade civil? Algumas vezes li que bastaria concorrência entre tribunais, mas não sei como isso poderia evitar o auto-interesse e garantir a independência das diferentes cortes. Em nenhum dos cenários (de mais ou menos estado) a corrupção (ou seria apenas auto-interesse) poderia ser evitada.

    Sei não...mas acho que esse "novo mecanismo de cerceamento de liberdade civil" já está em prática e a todo vapor. Quanto maior for o Estado, maior será o cerceamento. Quanto menos poderes possuírem, menos irão interferir na vida do indivíduo.
  • Trader Carioca  28/09/2016 14:44
    Prezado F. Shade,

    Vamos partir da situação atual e do seu exemplo da indústria do cigarro. O Estado é o único provedor de justiça. Portanto, quando Powell capturou o sistema judicial em favor da indústria, ficou difícil para algum civil processar pois havia uma distorção nos julgamentos. Ainda que os civis se unissem em uma associação grande, capaz de representá-los com grande poder de "combate", cairiam nos mesmos tribunais comprados e portanto não escapariam do viés.

    Agora vamos imaginar uma situação na qual existe um tribunal ou mais tribunais comprados num mercado de concorrência entre tribunais. O comentarista F. Shade argumenta que não tem certeza se este arranjo é adequado para garantir a imparcialidade. Mas não imagina que uma organização civil antitabaco, unindo pessoas com o mesmo interesse, pode construir um tribunal específico para defendê-las. Alguém que fosse abrir processo direcionaria para este tribunal, na certeza de que será melhor representado. Do cabo-de-guerra entre a indústria que quer levar os casos para seu tribunal comprado, e dos fumantes que querem levar para o novo tribunal, certamente surgiriam alternativas para resolver o conflito. E ainda que a indústria capture o "tribunal antitabaco", a livre concorrência permitiria o surgimento de outro tribunal antitabaco, que através do marketing mostraria que o primeiro se corrompeu e não mais representa os interesses dos fumantes e ex-fumantes.

    E por mais que a indústria seguisse comprando tribunais, em algum momento surgiria algum tribunal dirigido por pessoas gravemente vitimadas, com interesses maiores do que o dinheiro e seriam incorruptíveis. Ou apareceria um outro arranjo distinto. Dizer quais são as soluções teríamos é difícil, talvez impossível. É impossível dizer como será nosso dia-a-dia daqui a 10 anos, por exemplo. Não temos como prever que soluções serão dadas para os conflitos, mas imaginar que os indivíduos estão desprotegidos contra a indústria é subestimar a capacidade do livre mercado de dar soluções.
  • Consciente  28/09/2016 19:47
    Os interesses privados do livre mercado vão capturar o estado sempre, tenha ele o tamanho que for. Grandes grupos vão seguir sua trajetória de "sucesso" através de consolidações e aquisições, se tornando cada vez mais megacorporações mono ou oligopolistas, ditando as regras. Temos ai, a título de exemplo de livre mercado, o Uber, que através de concorrência desleal leva prejuízo a setores regulados como os taxistas e escraviza motoristas, impondo jornadas de trabalho de até 12 horas. Esse papo furado de que o mercado regula tudo é para iludir os tolos e facilitar a vida das megacorporações. Me parece que os "libertários" são os cães de guarda ideológicos delas.
  • Corregedor  28/09/2016 20:55
    "Os interesses privados do livre mercado vão capturar o estado sempre, tenha ele o tamanho que for."

    Belíssima contradição. Livre mercado, por definição, significa um mercado cuja entrada é livre. Não há impeditivos burocráticos, regulatórios e tarifários para os novos entrantes e, principalmente, não há privilégios estatais para os já estabelecidos.

    Empresas capturarem o estado para impor barreiras à entrada de novos concorrentes e para garantirem privilégios a si próprias é o exato oposto de livre mercado. Isso é mercantilismo, protecionismo, cartorialismo e compadrio.

    Seu começo já foi triunfal.

    "Grandes grupos vão seguir sua trajetória de "sucesso" através de consolidações e aquisições, se tornando cada vez mais megacorporações mono ou oligopolistas, ditando as regras."

    Se a entrada no mercado é livre, não há como existir oligopólios e monopólios.

    Não é à toa que quem cria cartéis, oligopólios, monopólios e reservas de mercado, garantindo grandes concentrações financeiras, é e sempre foi exatamente o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), seja por meio de subsídios a empresas favoritas, seja por meio do protecionismo via obstrução de importações, seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam.

    Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios da atualidade se dão em setores altamente regulados pelo governo (setor bancário, aéreo, telefônico, elétrico, televisivo, TV a cabo, internet, postos de gasolina etc.).

    Artigos para você sair desse auto-engano:

    Brasil versus Romênia - até quando nosso mercado de internet continuará fechado pelo governo?

    A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

    Grandes empresas odeiam o livre mercado

    Romaria de grandes empresários a Brasília - capitalismo de estado explicitado

    E você ainda diz que é o estado quem vai impedir a concentração do mercado, aquela concentração que ele próprio cria e protege?

    Por outro lado, não há e nem nunca houve monopólios no livre mercado. Empiria pura. Pode conferir aqui:

    Monopólio e livre mercado - uma antítese

    O mito do monopólio natural

    "Temos ai, a título de exemplo de livre mercado, o Uber, que através de concorrência desleal leva prejuízo a setores regulados como os taxistas e escraviza motoristas, impondo jornadas de trabalho de até 12 horas."

    Sensacional!

    Primeiro você reclama das corporações que utilizam o estado para conseguir uma reserva de mercado e, com isso, manter oligopólios e monopólios. Aí, logo em seguida, derrama lágrimas porque uma corporação que utiliza o estado para conseguir uma reserva de mercado (os taxistas) está sendo quebrada pelo livre mercado!

    Fazia tempo que eu não via alguém se auto-refutar de maneira tão pirotécnica quanto você.

    "Esse papo furado de que o mercado regula tudo é para iludir os tolos e facilitar a vida das megacorporações."

    Tipo, o megacartel dos taxistas desafiados pela Uber e pela Lyft? As grandes redes hoteleiras, que agora estão sofrendo com o AirBnB, que permite que qualquer dona de casa concorra com grandes corporações globais do setor hoteleiro? Os grandes bancos, que agora sofrem a concorrência das FinTechs e de sites como o "Descola Aí" e o "Banca Club"? As grandes redes varejistas, agora desafiadas pelo OpenBazaar?

    É...

    "Me parece que os "libertários" são os cães de guarda ideológicos delas."

    Já a realidade mostra que são idiotas inconscientes como você os verdadeiros defensores dos monopólios e oligopólios concedidos pelo estado, via regulamentações, às grandes empresas.
  • anônimo  27/09/2016 18:47
    Já viram essas cidades privadas em Honduras?

    https://www.youtube.com/watch?v=cvoX1Y93K3E
  • Andre  29/09/2016 00:46
    https://www.youtube.com/watch?v=cvoX1Y93K3E

    Este link vai melhor



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