clube   |   doar   |   idiomas
A verdadeira catástrofe é acreditar que a desigualdade de renda é uma catástrofe
Quando a desigualdade aumenta, a diferença de padrão de vida entre ricos e pobres diminui

O economista Robert Shiller prevê, em um recente artigo para o The New York Times, que a desigualdade econômica "pode se tornar um pesadelo nas próximas décadas".

Mais: ele acredita que aquela mesma evolução econômica que gera um padrão de vida continuamente mais alto para todos "poderá nos levar a um mundo em que ter um emprego básico com um salário decente será impossível de encontrar".   Shiller cita a proliferação da automação e dos robôs para sustentar esse seu argumento.

Ambas as projeções de Shiller servem como um lembrete de por que devemos encarar as reflexões de economistas da mesma maneira como encaramos as projeções de cartomantes.

Empiricamente, menor desigualdade está relacionada com maior pobreza

Para entender por que Shiller está promovendo apenas desinformação e alarmismo em detrimento da razão e da lógica, apenas pense em Henry Ford, no falecido Steve Jobs e no empreendedor da informática Michael Dell.  Cada um destes se tornou extraordinariamente rico não por prejudicar os pobres e a classe média, mas sim por saber transformar luxos que até então eram usufruídos apenas pelos ricos (o automóvel, um smartphone — que, na prática, é um supercomputador —, e o computador portátil) em bens corriqueiros acessíveis a todos.

E, graças à globalização, os inventos desses empreendedores não ficaram restringidos às suas fronteiras, mas se espalharam por todo o mundo.  Para o cidadão comum, pouco importa se o empreendedor é americano, chinês, indiano ou alemão: no final, graças à globalização e ao livre comércio, ele terá acesso a este invento.  E não ficará mais pobre por causa disso.  Ao contrário.

Ao popularizarem seus inventos, esses três empreendedores se tornaram extremamente ricos.  Bem mais ricos que o resto de nós, meros mortais.  Houve um aumento da desigualdade. 

Logo, a desigualdade não apenas não é uma catástrofe, como, na verdade, seu aumento pode representar uma redução na diferença de estilo de vida entre pobres e ricos.  Quando a desigualdade está aumentando, a diferença de padrão de vida entre ricos e pobres está diminuindo.  Por definição.

E é assim porque, como a história sobre a riqueza no mundo deixa bastante claro, em uma economia de mercado, indivíduos se tornam ricos majoritariamente à medida que suas inovações melhoram o padrão de vida de todas as classes sociais.  Eles só podem enriquecer — aumentando a desigualdade de renda — se conseguirem satisfazer as necessidades daquela maioria que não é rica.

Supondo um mundo definido pela falta de um "salário decente", como teme Shiller, não haveria nenhuma chance de empreendedores sequer enriquecerem, pois não haveria mais consumidores com renda para adquirir suas inovações.  Logo, e por definição, neste "pesadelo" previsto por Shiller, de falta de emprego e de salário decente para as massas, a desigualdade irá diminuir, simplesmente porque não haverá nenhum mercado consumidor para adquirir as inovações criadas por empreendedores.

Portanto, qualquer pessoa que diga, ao mesmo tempo, que a desigualdade irá aumentar e que a renda das pessoas irá cair, tem problemas de lógica.  Por definição.

E os dados empíricos comprovam isso: maior a igualdade de renda em uma economia não tem nenhuma relação com mais riqueza.  O indicador de medição da desigualdade mais utilizado no mundo é o Coeficiente de Gini. Quando mais próximo de 1, mais desigual é um país. Quanto mais próximo de zero, mais justa e igualitária é uma sociedade.  Segundo dados do Banco Mundial, pode-se concluir que:

O Afeganistão (27,8) é mais justo e igualitário que a Bulgária (28,2), Alemanha (28,3) e a Áustria (29,2);

A Etiópia (29,6) e o Paquistão (30) são mais justos e igualitários que a maioria dos países desenvolvidos, como Austrália (35,2), Coréia do Sul (31,6) e Luxemburgo (30,8) e Canadá (32,6);

Tadjiquistão (30,8), Iraque (30,9), Timor Leste (31,9), Bangladesh (32,1) e Nepal (32,8) são mais igualitários que Bélgica (33), Suíça (33,7), Polônia (34), França (35,2), Reino Unido (36) e Portugal (38,5);

Burundi (33,3), Indonésia (34), Togo (34,4), Níger (34,6), Índia (33,4) são mais igualitários que Irlanda (34,3) Espanha (34,7), Itália (36), Israel (39,2);

E todos os citados anteriormente mais Quirguistão (36,2), Mongólia (36,5), Tanzânia (37,6), Cambodja (37,9), Libéria (38,2), Senegal (39,2), Djibouti (40) são mais justos e igualitários que Estados Unidos (40,8), Cingapura (42,5) e Hong Kong (43,4).

Para simplificar, podemos dizer que os EUA são mais desiguais que o Senegal; o Canadá é mais desigual que Bangladesh; a Nova Zelândia é mais desigual que o Timor Leste; a Austrália é mais desigual que o Cazaquistão; o Japão é mais desigual que o Nepal e a Etiópia.  Já o Afeganistão é uma das nações mais igualitárias do mundo.

Como era de se esperar, há uma completa falta de relação entre desenvolvimento e igualdade de renda.  Mais: desigualdade e pobreza não são sinônimos.

Diferenças na propriedade de ativos não significam igual diferença no padrão de vida.  Como dito neste artigo, a riqueza de Bill Gates deve ser 100.000 vezes maior do que a minha.  Mas será que ele ingere 100.000 vezes mais calorias, proteínas, carboidratos e gordura saturada do que eu?  Será que as refeições dele são 100.000 vezes mais saborosas que as minhas?  Será que seus filhos são 100.000 vezes mais cultos que os meus?  Será que ele pode viajar para a Europa ou para a Ásia 100.000 vezes mais rápido ou mais seguro?  Será que ele pode viver 100.000 vezes mais do que eu?

A preocupação não tem de ser com a pobreza relativa, mas sim com a pobreza absoluta. E esta está sendo devidamente aniquilada pelo capitalismo.

Automação e robótica

O que nos leva à questão da automação e dos robôs.  Ao contrário do que prevê Shiller, a intensificação do uso de robôs e da automação não significa uma vida de desemprego e baixos salários.  Muito pelo contrário. 

Houve uma época em que praticamente todos os seres humanos tinham de trabalhar no campo — querendo ou não — apenas para sobreviver. A tecnologia acabou com a necessidade de utilizar seres humanos para fazer trabalhos agrícolas pesados, e os liberou para ir buscar outras vocações fora do campo.  Foi assim que começou nosso processo de enriquecimento e de melhora no padrão de vida.

O automóvel, o computador, a luz elétrica, a internet e a mecanização da agricultura tornaram várias formas de emprego totalmente obsoletas.  Não obstante, isso não apenas não empurrou a humanidade para a pobreza endêmica e para a "fila do pão", como ainda gerou a criação de maneiras totalmente novas de se ganhar a vida.  A robotização promete uma multiplicação de tudo isso.

Os temores de economistas, políticos e trabalhadores de que os robôs e a automação irão destruir os empregos não apenas são exagerados, como ainda revelam um desconhecimento da história.  A crescente automatização é propícia à criação de novos empregos.  Uma abundante criação de empregos sempre foi, em todo lugar e em qualquer período da história, o resultado de avanços tecnológicos que tautologicamente levaram à destruição de trabalhos obsoletos.

Uma automação agressiva liberta o ser humano do fardo de ter de fazer trabalhos pesados — até então essenciais — e o libera para se aventurar em novos empreendimentos.  Isso é propício à criação de novos empregos.

Sempre tenha isso em mente: tudo o que é poupado no processo de produção se transforma em mais capital disponível para novas ideias.  Se passamos a utilizar menos mão-de-obra e menos recursos em um determinado processo produtivo, essa mão-de-obra liberada e esses recursos poupados estarão livres para ser utilizados em outros processos de produção, em novas ideias e em novos empreendimentos. 

Quais as consequências disso?  É simples: para que empreendedores possam fazer grandes tentativas empreendedoriais, eles têm antes de ter capital e mão-de-obra disponível para fazê-lo.  A robótica gera eficiências que aumentam os lucros, e isso permitirá um enorme surto de investimentos, os quais nos brindarão com todos os tipos de novas empresas e de avanços tecnológicos que criarão novos tipos de empregos hoje inimagináveis.  E maiores salários.

Por isso, robôs, automação e outros inventos que poupam mão-de-obra sinalizam para um futuro com uma força de trabalho mais bem empregada, mais voltada para aquilo que gosta, e mais bem paga, sendo capaz de adquirir um volume crescente de bens e serviços a preços menores.

A massificação da automação permitirá que descubramos novas aptidões e novos trabalhos, os quais, no futuro, nos deixarão atônitos ao percebermos o tanto de energia que gastamos com trabalhos monótonos e repetitivos no passado.  Os "destruidores de emprego" do passado — como o automóvel (que destruiu empregos no setor de carroças), o computador (que destruiu empregos no setor de máquinas de escrever), a luz elétrica (que destruiu empregos no setor de vela) — parecerão ínfimos em comparação.

A desigualdade futura será maior? Ainda bem!

A desigualdade de renda futura, portanto, será muito maior do que é hoje, e será o resultado de empreendedores satisfazendo as necessidades e desejos dos indivíduos a preços espantosamente baixos.  Quanto mais essa desigualdade aumentar no futuro, mais garantidos serão os sinais de que as necessidades e desejos de todos os trabalhadores serão satisfeitos. 

Falando mais simplesmente, as pessoas de mais baixa renda no futuro terão um padrão de vida e um acesso a todos os tipos de bens e serviços que fará com que o padrão de vida do 1% mais rico atual pareça austero em comparação.  Se você duvida, apenas compare o padrão de vida do cidadão comum hoje com o padrão de vida dos reis e aristocratas do século XIX.

Implícito em todo esse argumento anti-progresso está a crença de que a natureza do trabalho é estática.  Mas a realidade é que o tipo de trabalho que fazemos hoje não prevê o tipo de trabalho que teremos no futuro, assim como o tipo de trabalho de 150 anos atrás (quando mais da metade do mundo estava no campo) não previu o tipo de trabalho que fazemos hoje.  Nenhum economista pode prever os tipos de empregos que os inovadores e empreendedores que operam com o sistema de lucros e prejuízos irão criar nas décadas e séculos à frente.

Mas o que é realmente garantido é que, se conseguirmos blindar a economia desse tipo de previsão artificial e falsa feita por economistas como Shiller, a natureza dos empregos e do trabalho evoluirá belamente graças à automação cada vez mais avançada, a qual nos libertará de trabalhos maçantes e exaustivos, e nos permitirá concentrarmo-nos naquilo que realmente gostamos de fazer, e que potencializará nossa produtividade de uma maneira tal que fará com que nossos empregos de hoje pareçam prosaicos em comparação.

O curioso sobre esses ataques à desigualdade de renda é que jamais foi explicado por que seria deletério para a economia indivíduos buscarem carreiras que, caso bem-sucedidos, os tornarão muito mais desiguais em relação a seus pares.  Levando ao extremo, se um grupo de cientistas descobrir a cura definitiva para o câncer, e enriquecer enormemente por causa dessa descoberta, os críticos da desigualdade terão de exigir que essa descoberta seja revogada, pois levou a um aumento da desigualdade.

Nessa mesma linha, Henry Ford morreu muito rico, Steve Jobs morreu valendo bilhões, e Michael Dell vale dezenas de bilhões.  Como exatamente o fato de eles serem muito ricos prejudicou você?  Alguém realmente diria que o mundo estaria melhor caso estes três fossem meros preguiçosos sem ambição?  A desigualdade, sem dúvida, seria menor.

Conclusão

O fato é que todos nós, ainda que não tenhamos coragem para falar isso abertamente, queremos viver em um mundo repleto de empreendedores visionários e inovadores, que enriqueçam bastante em decorrências de seus inventos que aumentam substantivamente nosso padrão de vida.  Quanto mais eles enriquecerem e mais financeiramente desiguais forem em relação a nós, maior será o nosso padrão de vida e menor será a diferença de estilo de vida entre eles e nós.

Caso contrário, sempre podemos nos mudar para o Afeganistão, país com a menor desigualdade de renda do mundo.

____________________________________________________

Leia também:

Em vez de culpar a desigualdade, pense em criar mais riqueza

Como a expansão monetária orquestrada pelo governo piora artificialmente a desigualdade de riqueza

O luxo de alguns e a desigualdade de riqueza e de renda

Cinco medidas do governo que aumentam a concentração de renda


13 votos


  • Renan Merlin  23/09/2016 15:53
    Deixa eu tirar uma duvida. Suponhamos que um governo seja superavitário todos os anos a ponto de não precisar emitir titulos publicos. Eles ainda continuaria sendo emitidos? Titulos publicos além de financiar deficits eles tem outras utilidades? Como controlar a inflação ou atrair capital estrangeiro?
  • Trader  23/09/2016 16:43
    Não e não.
  • Andre  23/09/2016 16:49
    São dados antigos, de 2005, mas demonstram que alguns governos de países como Chile, Hong Kong e Líbia mantinha níveis extraordinariamente baixos de dívida:

    https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=7&ved=0ahUKEwiRpvKO-KXPAhWBgpAKHUrUANgQFghPMAY&url=http%3A%2F%2Frevistas.ufpr.br%2Fret%2Farticle%2Fdownload%2F29519%2F19214&usg=AFQjCNFpwLACdoUbUmYMpffOa1XjOPMJog&bvm=bv.133700528,d.Y2I&cad=rja

    Se o governo não emite títulos ou os emite pouco, o mercado de capitais do país se desenvolverá, se tiver ambiente de negócios adequado.
  • Willian Capriata  24/09/2016 02:56
    Renan Merlin 23/09/2016 15:53
    Deixa eu tirar uma duvida. Suponhamos que um governo seja superavitário todos os anos a ponto de não precisar emitir titulos publicos. Eles ainda continuaria sendo emitidos? Titulos publicos além de financiar deficits eles tem outras utilidades? Como controlar a inflação ou atrair capital estrangeiro?

    Primeiramente Boa noite Renan! Um dos principais motivo da emissão de TPF é exatamente o fato de financiar a dívida do governo, porém, caso o governo fosse superavitário o suficiente não seria necessário. Porém, cabe lembrarmos que, uma das principais políticas monetárias existentes que se chama "Open Market" se baseia na emissão de Títulos públicos federais para controle de inflação! Esse tipo de política é feita diretamente com os bancos, portanto serve para retirar ou injetar dinheiro na economia, fazendo com que aqueça ou não o mercado. Por que os bancos compram esses T.P.F? porque vale a pena! pense da seguinte maneira: quando você está no mercado e descobre uma promoção de um litro de leite por R$0,50, apesar de você não estar precisando de comprar leite, você acaba comprando pelo fato de estar valendo a pena. É o mesmo caso dos bancos, o governo consegue vender esses TPF quando quer pelo simples fato de estar valendo a pena compra-los! Quando o governo vende seus TPF ele retira dinheiro da economia, e consequentemente controla a inflação!
  • Capital Imoral  23/09/2016 15:56
    Vocês capitalistas não sabem o mal que faz a desigualdade social. Um garoto pobre que vive na favela e ve crianças ostentando bens materiais fica traumatizada gerando depressão na vida adulta. Um adolescente vira criminoso depois vocês pedem porte de arma e pena de morte sendo que a desigualdade e o que causa a criminalidade.
    Por que na suecia não há criminalidade mesmo com leis penais brandas? Por que não há desigualdade.
  • Maverique  23/09/2016 17:01
    Acredito que o pessoal faz ironia com esse tipo de comentário. Desde que o mesmo não passa de um mantra que vem se repetindo indefinidamente até virar clichê. Mas é engraçado pela visão simplista!
  • felipe H  23/09/2016 17:01
    Agora vai la descobrir porque há pouca desigualdade na suécia.
    Porque ele abraçaram o capitalismo de livre mercado.
  • thiago  24/09/2016 11:14
    se o governo não interferir no mercado será fácil ele encontra um emprego.
    mas o governo estraga a economia aumento de salários arbitrário altos impostos.assim fica difícil contratá alguém com pouca ou nenhuma experiência.
  • Breno  25/09/2016 17:21
    Primeiro de tudo, tenho que enfatizar, O brasil não é a Suécia. Segundo, o que você está dizendo é uma generalização. Crime não é resultado direto de pobreza, mas sim do caráter do indivíduo. Se a criança que viu os garotos mais ricos com seus brinquedos escolhe roubar e cometer crimes ao invés de trabalhar para conseguir o que ela quer, o problema não está em na sociedade, mas no indivíduo em si sem caráter.
  • Hugo  26/09/2016 13:25
    A desigualdade diminui com educação. Veja a quantidade de pessoas formadas na Suecia, quantidade de mestres e doutores.
    População com maior nível de educação diminui a criminalidade. Mais pessoas tem conhecimento para iniciarem suas proprios negocios gerando emprego e renda
  • Sheridan  18/11/2016 14:07
    Minha família nunca foi rica, e qdo era jovem convivia diariamente com pessoas que usavam roupas de marca, que tinham computadores qdo eu não podia ter. Minhas roupas nunca foram de marca e só fui ter um computador em 2005, depois que ja estava na faculdade.
    Sabe o que fiz, aos meus 15 anos, vendo que minha família estava tendo dificuldades financeiras? Roubei? Comecei a traficar? Virei revoltado pelos outros terem coisas q eu não podia ter?
    Não, comecei a trabalhar, para que eu pudesse melhores minhas condições financeiras, para aliviar a carga para minha família. E isso foi uma decisão minha.
    O fato de outros terem mais condições do que eu nunca foi motivo de revolta e sim inspiração. Se eles conseguiam, quer dizer que eu também poderia, bastaria me esforçar e buscar isso.

    @Hugo ,
    Primeiro, educação se tem em casa, na escola tu adquire conhecimento. Não jogue para as escolas a responsabilidade por educar os jovens.
    Segundo, a ausência de estudo não torna uma pessoa nem mais e nem menos honesta. Honestidade é questão de caráter. Se a pessoa não tem caráter, a única diferença que o estudo vai fazer é proporcionar que ela pratique outro tipos de crimes.
    Se isso não fosse verdade, não teríamos tantos políticos com diploma sendo presos ultimamente.
  • deluca  27/09/2016 13:33
    Este cidadão ai de cima fica testando todas as teorias exemplificadas na cartilha esquerdista pregada no Brasil, para depois tentar propor seu ponto de vista, não alimentem quem só busca informação para depois usa-la contra pessoas humildes e inocentes (como dizia Raul - Inocente, puro e besta), apesar de que seus argumentos serem rasos, a inteligencia de quem busca um messias populista também é.
  • Anônimo  27/09/2016 21:14
    Ué, a 30 era mais pobre do que era hoje. Mas tive educação. Trabalhei e me esforcei.
    E conheço gente que era pobre e enriqueceu trabalhando muito!
    Qual o problema?
    O seu eu sei: inveja!!!
  • mauricio barbosa  23/09/2016 16:23
    "Vícios privados e benefícios públicos" de Bernard Mandeville continua mais atual do que nunca,portanto viva a desigualdade de renda...
  • Capitalista Keynes  23/09/2016 16:50
    Eu me importo com a pobreza e não a desigualdade....se tu tens boas condições de viver dignamente, não interessa quem tem 10 Ferraris ou Iates em Mônaco.....o problema é a pobreza ,miséria.
  • Guilherme  23/09/2016 17:20
    Agora que eu sei que desigualdade causa violência, posso ter certeza que todos menos o homem mais rico do mundo estão condenados à barbárie total. Obrigado por mais essa lição Capital Imoral!
  • Andre  23/09/2016 18:25
    Quadrado redondo, crente socialista, funça liberal e agora mais este, capitalista Keynes, das duas uma, ou não sabe o que é capitalismo ou não consegue ver como Keynes e suas lições destroem o primeiro.
  • Giovanni  23/09/2016 16:57
    Compreendo totalmente a perspectiva do texto, porém, o texto demonstra ser idealizador, que funciona na teoria, mas que há uma série de implicações na prática que, se não consideradas, podem causar sérios danos à sociedade. É neste sentido que Shiller faz a sua afirmação.

    Digo isso pois o seu texto funcionaria muito bem, porém, se, e somente se, todas as pessoas possuíssem um nível de educação, comportamental, e de escolaridade muito acima da média atual, o que de fato não ocorre em 90% dos casos, como como no Brasil.

    Um mundo automatizado, com uma economia baseada predominantemente em capital intelectual, só funciona se as pessoas estiverem aptas para tal, caso contrário, pode causar sérios problemas sociais.

    Mas, afinal, fica a pergunta: como garantir uma maior capacidade intelectual no mundo atual, em que o analfabetismo ainda é fator recorrente, ou até mesmo, ao verificar que 88,1% dos alunos brasileiros que participaram do PISA não sabem interpretar um gráfico.

    É a partir dessa realidade que Shiller se preocupa, pois onde as pessoas com limitação intelectual, educacional, escolaridade, etc irão trabalhar, num mundo em que ter um emprego básico com um salário decente será impossível de encontrar?

    Ou seja, sob o ponto de vista teórico a reflexão apontada no texto é sobre um mundo ideal, que já vem ocorrendo parcialmente em países com níveis de educação muito acima da média. Agora, para 90% dos lugares, a questão é: caso esse movimento ocorra muito rápido, o que fazer com as pessoas que não possuem capacidade de trabalhar nesse "novo mundo"?

    Neste contexto, a mudança radical na relação homem-trabalho passa a ser excludente e totalmente equivocada. Por isso, não é tão simples como parece. Não é só uma opinião reducionista que define o que é certo ou errado, mas sim uma série de fatores que contribuem para um resultado maior que devem ser incluídos, considerando os mais e os menos favorecidos, bem como seus níveis de preparação para uma mudança, com suas capacidades e defeitos, para que não ocorra futuros problemas sociais.
  • Improtta  23/09/2016 17:18
    "Compreendo totalmente a perspectiva do texto, porém, o texto demonstra ser idealizador, que funciona na teoria, mas que há uma série de implicações na prática"

    Como pode ser "idealizador" um texto que meramente relata o que aconteceu na história do mundo?!

    Relatar como a crescente mecanização liberou mão-de-obra de trabalhos arcaicos e exaustivos, dando a ela liberdade de ir fazer coisas mais agradáveis e mais de acordo com o desejo de humanidade, é algo "idealizador, que só funciona na teoria"?

    Antigamente, toda a população trabalhava no cabo da enxada e em atividades rurais. Hoje, tudo isso foi mecanizado. Pela sua lógica, era para todo mundo estar desempregado.

    "Digo isso pois o seu texto funcionaria muito bem, porém, se, e somente se, todas as pessoas possuíssem um nível de educação, comportamental, e de escolaridade muito acima da média atual, o que de fato não ocorre em 90% dos casos, como como no Brasil."

    Em 1500, ninguém tinha educação formal. Em 1800, uma ínfima minoria detinha algum parco conhecimento. Em 1900, igualmente ínfima minoria detinha algum conhecimento.

    Aliás, francamente, ainda hoje o nível de escolaridade do brasileiro ainda é parco. Melhorou, mas ainda é muito ruim.

    E aí, o que houve? Segundo sua lógica, todo o progresso que tivemos de 1500 até hoje deveria ter deixado 100% da população sem emprego, pois somos um bando de trogloditas incultos que não sabe fazer nada a não ser pegar numa enxada. No entanto, isso nunca nem sequer chegou perto de acontecer.

    "Um mundo automatizado, com uma economia baseada predominantemente em capital intelectual, só funciona se as pessoas estiverem aptas para tal, caso contrário, pode causar sérios problemas sociais."

    Errado. Em um mundo automatizado, os cidadãos possuem uma miríade de opções de trabalho: eles podem ser instrutores de ioga, artistas, cineastas, chefs, contadores, financistas e, principalmente, empreendedores do ramo de tecnologia. Nada disso é substituído por automatização. Tão rica e com tamanha liberdade de comércio é a economia, que todos têm opções.

    Já em sociedades arcaicas e avessas à modernidade, as pessoas passam suas vidas lutando para apenas sobreviver em trabalhos extenuantes e emburrecedores, sendo obrigadas a desempenhar várias atividades que não são do seu domínio.

    Se você afirma que não haveria empregos, então você não entendeu nada do texto. O que significa que você está criticando algo que sequer entendeu.

    "Mas, afinal, fica a pergunta: como garantir uma maior capacidade intelectual no mundo atual, em que o analfabetismo ainda é fator recorrente, ou até mesmo, ao verificar que 88,1% dos alunos brasileiros que participaram do PISA não sabem interpretar um gráfico."

    E tais números eram ainda piores nos séculos XVIII, XIX e XX. E, ainda assim, aqui estamos nós, com uma qualidade de vida totalmente fictícia para as pessoas daquela época. O mundo se modernizou, nós brasileiros continuamos intelectualmente despreparados (segundo você próprio), e, ainda assim, não vivenciamos um desemprego em massa. Aliás, o desemprego que temos se deve exclusivamente às trapalhadas econômicas do governo, e não à modernidade.

    Escolha melhor seus vilões.
  • Lopes  23/09/2016 17:49
    Muito bem colocado.
    Além disso, primeiramente esse processo não ocorre da noite para o dia, como querem fazer parecer. As demandas de mercado vão surgindo e incentivando empreendedores de todos os ramos cabíveis. Um dos avanços será na área do ensino. Ora, Se o mercado está exigindo a qualificação em determinadas áreas, empreendedores irão ofertar ensino das diversas formas possíveis.
    Foi justamente o progresso capitalista que tornou as pessoas mais cultas.
    Portanto, não se deve dizer que "pessoas desqualificadas ficarão desempregadas". Pelo contrário. Ficarão mais ricas por conta da maior oferta de bens e serviços e da maior produtividade. Ao mesmo tempo, qualquer qualificação desejada por esse indivíduo ficará mais fácil de obter através justamente do sistema capitalista.
    Isso só poderá ser dificultado pelos verdadeiros porcos: burocratas impondo altas cargas tributárias e regulamentações nefastas sobre o sistema como um todo.
  • Giovanni  24/09/2016 19:33
    Você tem problemas de interpretação, pois, primeiro não sou contra ou a favor. sou muito maior do que isso, ao contrário de você que tende a enxergar somente o lado que lhe convém. Vejo a automação como algo inevitável e louvável, entretanto, dizer que não há implicações é uma ignorância tremenda.

    O seu problema com interpretação - ou vício em querer chegar enxergar somente o que lhe convém - fica evidenciado quando cita como exemplos funções de trabalhos ligados ao setor de serviços que pouquíssimas pessoas possuem aptidão para exercê-las atualmente. Ou seja, antes de virar a chave é preciso preparar as (bilhóes de) pessoas para tal. Senão, vai dar merda, sim.

    Abraços.
  • Giovanni  24/09/2016 19:46
    Ah sim, a culpa é diretamente do governo. Mas quem votou nesse governo? Qual o nível de escolaridade que vota mais neste governo que afundou o país?

    A sua afirmação de que o desemprego é fruto do governo é uma piada visto que o governo só está lá porque alguém (pessoas de baixo nível intelectual) o colocou no poder.

    Além disso, sou pesquisador na área de gestão de empresas e a maioria dos estudos mostram que a maioria das empresas quebra por problemas internos de gestão. Porém, o que você , leigo, lê, é que os gestores dizem, ou seja, que a culpa está sempre no ambiente externo (imposto, clientes, fornecedores, governo), independentemente da época. Agora, vá conhecer o "nível" de tecnologia e inovação, bem como de controle de gestão das MPEs brasileiras (99% das empresas no Brasil e do MUNDO são MPEs, sabia?)

    Se a automatização ocorrer na velocidade dos seus sonhos, todos os seus conhecidos que trabalham no comércio atualmente ficarão desempregados, pois só existirá meia dúzias de empresas virtuais comercializando todos os produtos para o mundo inteiro, e provavelmente não serão brasileiras. Ou seja, mesmo que você tenha um cursinho enganador na área de TI, pode ser que não seja suficiente para trabalhar, afinal o chinesinho, bem como o americano, o alemão, o japonês, neste momento, estarão aptos a suprir todo o mercado mundial.

    E você, assim como seus conhecidos desempregados do comércio, mesmo sabendo que o tênis Nike ficou mais barato, não vão ter dinheiro para comprá-lo, afinal, estão desempregados.
  • Marcos  25/09/2016 12:59
    "Ah sim, a culpa é diretamente do governo. Mas quem votou nesse governo? Qual o nível de escolaridade que vota mais neste governo que afundou o país? A sua afirmação de que o desemprego é fruto do governo é uma piada visto que o governo só está lá porque alguém (pessoas de baixo nível intelectual) o colocou no poder."

    Oi?

    Tipo assim, você tem noção de que está em um site anarcocapitalista, que despreza o estado, que defende o sim, e que tem pavor do conceito de democracia?

    Não? Então seja bem-vindo.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2359
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2358
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2341
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2123
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2104

    "Se a automatização ocorrer na velocidade dos seus sonhos, todos os seus conhecidos que trabalham no comércio atualmente ficarão desempregados,"

    Obrigado por sua genuína preocupação, mas deixe que eu me preocupe com meus conhecidos.

    "E você, assim como seus conhecidos desempregados do comércio, mesmo sabendo que o tênis Nike ficou mais barato, não vão ter dinheiro para comprá-lo, afinal, estão desempregados".

    Obrigado por sua caritativa preocupação, mas deixe que eu me preocupe comigo mesmo e com meus conhecidos.
  • Governo fede  28/09/2016 20:31
    Tava escrevendo um baita texto, cansei... em resumo é o seguinte: tem 1 amigo q revende tralhas chinesas há anos. Dá pra comprar mais barato que dele? Sim! Seja direto da fábrica da china ou mesmo num concorrente aqui da cidade, mesmo assim meu amigo tá lá firme e forte então os empregos não vão sumir. E não vão sumir pq nós não somos robôs, os robôs até podem fazer melhor, mais rápido, mais barato e o caralho, ainda assim vai ter gente trabalhando e ganhando sua vida.
    Vc compra sempre as coisas pelo menor preço possível?? Duvido! A gente paga mais caro sem nem pensar por motivos tão humanos e banais como: disponibilidade imediata, comodidade, atendimento, vendedora gostosa que joga charminho, etc.
  • Singularidade Man  28/09/2016 19:37
    Que gente chata, pelamor!

    TRABALHO nunca faltou, jamais irá faltar!!!!! O que não falta é coisa a ser feita na vida... valhamedeus! Olha só o teu próprio rabisteco e tu já verás um zilhão de coisas que gostarias de fazer ao longo da vida, o que te limita são os recursos para fazê-las! Mas o trabalho a ser feito está lá, infinito e te aguardando começar!
  • Dianari Roriz   23/09/2016 17:19
    E a mesma lógica serve para o dono da padaria da esquina, que criou alguns bolos e doces em sua cozinha, cujo sabor e aparência são inigualáveis....

    Conclusão: tô gastando todo dia lá e em consequência o cara tá ganhando meu dinheiro, assim como de outros como eu....
  • Who cares  23/09/2016 17:34
    Na verdade existe uma relação direta entre maiores PIB per capita e menores graus de desigualde.
    O texto apenas pega os pontos fora da curva para utilizar de uma falacia que seria todo comportamento sendo aquele.
    Segue comprovação.
    https://4.bp.blogspot.com/-hp2RzLOwX1c/V3Z10ZflXGI/AAAAAAAAK_8/OlH52vZ4_qoHW-KByFPCQJKey1xLTq6PwCLcB/s640/EGYPT-GDP-PPP.JPG
  • I do  23/09/2016 19:00
    Com o detalhezinho bobo de que os pobres dos EUA -- um dos países com mais alta concentração de renda -- têm um padrão de vida muito melhor que os pobres de todos os países europeus de baixa concentração de renda.

    Esse seu gráfico confuso está claramente manipulado: a dispersão do pontos é muito maior do que aquela linha laranja -- sem qualquer base -- tenta manipular. Tire aquela linha laranja e você não verá qualquer padrão. Aliás, Ucrânia, Armênia, Azerbaijão e Albânia estão entre as menores desigualdades de renda do mundo. E aí?

    No fim, isso é apenas desculpa para se aumentar impostos e dar mais dinheiro para políticos.

    Aliás, o curioso é que o Brasil, mesmo com sua altíssima carga tributária, segue sendo um dos países mais desiguais do mundo (e querem ainda mais impostos), mas não é nem de longe o mais pobre. O pobre brasileiro, por pior que seja sua condição de vida, está melhor que o pobre indiano, sendo a Índia uma das nações mais igualitárias do mundo.

    O que prova que você está interessado em empobrecer os ricos, e não em enriquecer os pobres.

    Sempre que vejo uma pessoa parolando sobre desigualdade, faço a seguinte pergunta: será que ela está genuinamente preocupada com os pobres ou está apenas indignada com os ricos?

    Eis uma maneira de descobrir a diferença: sempre que alguém reclama sobre a desigualdade de renda, pergunto a ela se ela aceitaria que os ricos ficassem ainda mais ricos se isso, no entanto, significasse condições de vida melhores para os mais pobres.

    Se a resposta for "não", então ela está admitindo que está importunada apenas com o que os ricos têm, e não com o que os pobres não têm. Já se a resposta for "sim", então a tal desigualdade de renda é irrelevante.

    Portanto, pergunto para você: você aceitaria que os ricos ficassem ainda mais ricos se isso, no entanto, significasse condições de vida melhores para os mais pobres?

    Será que a sua resposta será "Who cares"?
  • Murdoch  23/09/2016 22:19
    I do,

    "Portanto, pergunto para você: você aceitaria que os ricos ficassem ainda mais ricos se isso, no entanto, significasse condições de vida melhores para os mais pobres?"

    Eu já cheguei a seguinte conclusão: Como você disse, eles se sentem importunados apenas com o que os ricos têm e não com que os pobres não têm.
    E sabe o motivo?
    Porque eles queriam ser os ricos, e como não tem capacidade par atingir tal objetivo, a melhor forma de punir os que venceram profissionalmente é propagando a tal da "desigualdade" para taxar os que adquiriram riquezas.

    A hipocrisia da esquerda é uma característica natural impregnada na ideologia deles.

    Como você pode observar aqui:
  • saoPaulo  24/09/2016 19:30
    kkkkk, muito bom o vídeo. Excelente ver o cérebro dos esquerdistas bugando!
  • saoPaulo  24/09/2016 20:02
    Santo deus, cada vez mais estou convencido de que Economia é a Astrologia da atualidade.
    Em seus primórdios, astrólogos aconselhavam reis sobre variados temas, desde quando seriam as temporadas de seca e cheia, a quando entrarem em guerras.
    Hoje em dia os economistas tomaram o lugar dos astrólogos, opinando sobre política monetária, salário mínimo, e até automação...
    Espero estar vivo para acompanhar a retirada destes embusteiros de seus status de intelectuais e a percepção de que o mainstream econômico atual não passa de astrologia, de médicos tratando doenças com sanguessugas...
    É muito triste ver o nível deste economista. Até Friedman -- que cometeu a canalhice de inventar o imposto de renda retido na fonte, mas depois deu uma melhorada no fim da vida -- sabia que produtividade era a força motriz do progresso e que empregos eram um meio, não um fim em si.
    Espero poder acompanhar a transição da Economia Mainstream para algo mais próximo da Escola Austríaca.
  • Andre Cavalcante  26/09/2016 14:39
    Pior não é perceber que a Economia se tornou a Astrologia moderna. Pior mesmo é perceber que os Astrólogos antigos acertavam mais do que os economistas modernos...
  • Francinaldo  26/09/2016 10:23
    Excelente esse vídeo!! Irei no Fórum!! Grato!!!
  • Ex-bolhista  23/09/2016 17:50
    O BoB tá dominado por estatistas enrustidos.

    Uma pena.
  • Bruno Feliciano  23/09/2016 17:57
    Uma frase resume muito bem isso:

    ''Desigualdade não é o problema,problema é a condição em que o pobre vive''.

    O fato de um ter mais e outro ter menos,não é um problema,já que naturalmente pessoas são diferentes e todas as suas características são subjetivas.
    Existe um gordo e um magro,um feio e um bonito,um alto e um baixo,forte e outro fraco e etc.As diferenças são naturais e a desvantagem nessas diferenças também.O problema é que essa ''desigualdade'' e ''desvantagem'' naturais são impossíveis de serem solucionadas,não existe nenhuma engenharia social para corrigir isso.O máximo são incentivos de mercado,nos setores da medicina que ajudam a amenizar tais desvantagens,mas nunca a desvantagem em certos aspectos deixará de existir.

    Eu não vejo problema em ser um pobre Australiano,Suíço,Singapurense e etc.Lá os pobres tem condições de ter moradia,comida e até automóvel.
    Problema é pobreza como a nossa,que é gerada justamente pelo estado.

    Essa fantasia de tornar as pessoas iguais só é advogada por pessoas imaturas que vivem no mundo da Xuxa,eu tenho 20 anos e deis dos 5 eu já sabia era algo impossível.
    Infelizmente a vida é injusta com pessoas que nascem deficientes ou com algum problema físico ou estético.Mas nunca que um planejador central vai resolver isso,infelizmente é algo natural e tenho certeza que ninguém advoga pra existência dessa injustiça.
    O pior é quando as pessoas querem resolver esses tipos de injustiças e desigualdades com o estado,oque agrava ainda mais o problema e ainda acaba com a LIBERDADE.

    Grande Abraço!
  • JOSE F F OLIVEIRA  23/09/2016 19:24
    Alargou e Discerniu numa lógica dinâmica: a "DESIGUALDADE SOCIAL", que é favorável a PROSPERIDADE e O CONFORTO para a Humanidade.Exemplo do "WhatSapp" uma Corporação de 56[cinquenta e seis] funcionários, a UTILIDADE DO SERVIÇO é realizado em 80 Países e de Graça, abrangendo ao paupérrimo-mini-micro-empreendedor ao MAGNATA em regiões inóspito, contraindo para os seus IDEALIZADORES DA CORPORAÇÃO RIOS DE DOLARES. Agora eu digo " VIVA A DESIGUALDADE " . Só uma PLATAFORMA [MISES] QUE NOS ENERGIZAMOS e TEMOS CERTEZA DE UM NOVO HORIZONTES AZUL. Parabéns a todos.
  • Viking  23/09/2016 19:30
    OFF:
    não existe mais aquela separação dos artigos por temas específicos, que ficava no rodapé do site?
  • Rafael  23/09/2016 21:58
    www.mises.org.br/subjects.aspx

    Não tinha achado, mas fiz a mesma pergunta em outro artigo e me deram esse link, que é o mesmo que tinha no site anterior. Acho que ainda não finalizaram o site
  • anônimo  24/09/2016 08:20
    Por favor voltem com a versão a antiga. Esta nova versão deixa muito a desejar se comparada com a anterior. Antes o eu acessava o site do IMB diversas vezes ao dia para me manter atualizado; agora, manter-me atualizado custa muito tempo e ler os comentários -- agora mal enquadrados na tela -- tem sido uma tarefa nao tao prazerosa como outrora foi.


    Tenho certeza que o número de acessos ao site diminuirá em decorrência da nova versão. Peço de coraçao que considerem meu pedido, pois o trabalho do IMB tem uma importância incomensurável no cenário atual, vocês realmente mudam a vida de muitas pessoas com a difusão dos ideais da liberdade. Manter a versão atual é limitar o potencial de difusão dessas ideias.
  • anônimo  23/09/2016 19:48
    A pedra no sapato de todos os liberais é o governo Lula, pois a FAO e a ONU reconheceram que seu governo tirou 36 milhões de brasileiro da fome e da miséria. Como vocês lidam com isso?
  • Leandro  23/09/2016 20:43
    A gente não lida; a gente explica:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2190
  • Bruno Feliciano  23/09/2016 20:59
    Engraçado vocês progressistas e petistas entram em uma contradição fenomenal.É como um espiral de um tornado.

    -Vocês argumentam que o PT tirou milhoes de pessoas da miséria e da pobreza(sabemos o métodos para argumentar isso),
    Ao mesmo tempo,vocês são contra a maioridade penal alegando que a educação é que resolve.Junto a isso,argumentam que a pobreza e a desigualdade é a causa do aumento da violência.

    Da pra se decidir?Se o PT tirou as pessoas da pobreza,porque a violência aumentou então?(seguindo a sua linha).
    Uai é matemático,se a pobreza causa violência e a violência aumentou,logo a pobreza aumentou.

    Me explica como os beneficiários do bolsa família estão registrados como empregado?Para maquiar o desemprego.

    O minimo que é se pode exigir em um debate é coerência e nem isso da pra cobrar de vocês.
    Nessa altura do campeonato,defender o PT já virou CANALHICE!
    Continua assim meu amigo,está fazendo um grande favor a nós,morrendo pela boca!A cada argumento é um tiro no pé!
    Não adianta discutir com vocês não,já desisti!

    Explica isso ai para quem ta sofrendo com a crise que o SEU PARTIDO causou.
  • Joaquim Saad  24/09/2016 01:47
    "Nessa altura do campeonato,defender o PT já virou CANALHICE!"

    Você se refere àquele primeiro título brasileiro do Flamengo ?!
  • Bruno Feliciano  25/09/2016 15:02
    Desculpe,não entendi.

    Rs,não entendo absolutamente nada de futebol
  • Joaquim Saad  25/09/2016 16:17
    Também não entendo, apenas pesquisei no Google quem venceu o brasileiro de 1980, ano em que já procedia a frase que trascrevi do teu comentário... ; )
  • Sheridan  18/11/2016 14:27
    Caaaraaaa, tu leste meus pensamentos.
    Já faz um tempo que falo sobre essa contradição absurda.

    Se probreza e falta de ensino levam a criminalidade e o PT tirou milhões da pobreza e reduziu significativamente o analfabetismo, a criminalidade não deveria ter reduzido absurdamente?


  • Tiago  23/09/2016 20:48
    Boa tarde.

    Existe no site a possibilidade de criação de tópicos para debate?
    Caso negativo, fica a sugestão. Acredito que seria uma boa ferramenta para compartilhar conhecimento e dúvidas.

    Outra coisa... alguém poderia me indicar algum material (livro ou artigo) que fale sobre a questão do trabalho em um mercado desregulamentado? Ainda tenho alguma resistência e não consigo confiar muito que um mercado mais livre seja benéfico para o trabalhador.

  • Pedro Lopes  23/09/2016 21:54
    Pois não:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2211

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2042

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2078

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1421

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=339

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=339

    E lembre-se: a base de todo esse aparato esdrúxulo é o salário mínimo, inexistente em países como: Suíça, Dinamarca e Suécia.
  • Ezequiel   23/09/2016 20:59
    Bem construido o raciocínio, porém nada disso será possível sem educação para gerar acesso a todos estes serviços. A desigualdade tecnológica vai sim gerar desemprego e o trabalhador atual não consegue acompanhar esse desempenho. Além disso não se pode perder de vista as alterações demográficas e a questão das ideologias política e religiosa. Enfim, não é só a economia.
  • Dias  23/09/2016 22:05
    Comentário já feito pelo leitor Giovanni e já respondido pelo leitor Improtta. Ali em cima.

    Este seu raciocínio, em suma, mostra desconhecimento da própria história do mundo.
  • Mais Mises...  29/09/2016 03:28
    Só corrigindo, amigo, esqueça o termo 'educação'. Isso nós temos em casa. O que você se refere, e que também nenhuma das nossas brilhantes mentes estatais sabe, é que o correto é dizer 'instrução' ou 'formação acadêmica'. Bom... Mas normal né? Num país em que pesquisas confirmam que a imensa maioria dos professores acha que sua missão é formar cidadãos (ensinar ou transmitir conteúdo é apontado apenas como terceiro objetivo!). E ainda tem gente que acredita que é 'só destinar 10% do PIB pra educação' ou que 'o que falta é gestão'. rsrsrs
  • rand0m78923  23/09/2016 21:01
    Eu tava debatendo com um cara à respeito de capitalismo. O cara me citou uma tal de "crise das tulipas" na Holanda.
    Alguém poderia me explicar o que causou a bolha?
  • Dutch  23/09/2016 22:04
    Aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=267

    P.S.: se isso é tudo que ele tem contra o capitalismo, orra, então tá ótimo.
  • rand0m78923  23/09/2016 22:30
    Obrigado. Ajudou muito.
    E não. Não é apenas isso...
    Vou citar um argumento dele para você ver o "naipe" dele:

    "Educação é algo extremamente CARO! Só os manuais chegam a custar mais de 100€.! A maioria das escolas privadas nem sequer têm o lucro como objectivo, apenas doutrinaçao. Centenas de milhares de € para formar um aluno desde o básico até à universidade. Sabias que mais de 1 bilião de pessoas mal têm dinheiro para pagar comida ou uma casa?
    Escolas de 1$? Então os pobres ficam com a merda enquanto as elites ficam com a educação de jeito? #BestIdeaEver!!!
    Os pais não devem ter o direito de decidir o que os filhos aprendem na escolas, senão vira doutrinaçao.

    Pra vc ver o que eu tive que responder xD
  • Visitante  24/09/2016 13:14
    Admiro muito este site que traz vários artigos esclarecedores. Mas na teoria tudo é perfeito, será que o verdadeiro motivo de se combater a acumulação de riqueza (tirando a mera inveja) não seria pelo fato de conhecermos a velha cobiça e ganância que degenera o homem com excesso de poder? O Estado Democrático não mínimo, para fazer frente ao poderio econômico, não seria o mal mínimo preventivo desta desconfiança da "singularidade" da acumulação dos recursos financeiro-econômicos?. Sou mais da escola dos realistas "mineiros"que conhecem, por experiência e história, a natureza imperfeita do ser humano. Pagamos "caro" por ter um Estado como se paga para ter um "seguro" contra esta imprevisível acumulação extrena do Capitalismo. Numa situação singular destas, que juiz ou soldado terá imparcialidade se o Estado mínimo é um ESTADO IMPOTENTE?
  • Inquilino  24/09/2016 14:32
    "será que o verdadeiro motivo de se combater a acumulação de riqueza (tirando a mera inveja) não seria pelo fato de conhecermos a velha cobiça e ganância que degenera o homem com excesso de poder?"

    Deixe-me ver se entendi. Você está dizendo que para combater "a velha cobiça e ganância" temos de dar poderes a políticos e burocratas (que são os seres mais gananciosos e cobiçosos do planeta), os quais irão tomar o dinheiro dos outros e redistribuir este dinheiro entre si? É isso mesmo?

    Faz muito sentido.

    "O Estado Democrático não mínimo, para fazer frente ao poderio econômico, não seria o mal mínimo preventivo desta desconfiança da "singularidade" da acumulação dos recursos financeiro-econômicos?"

    A empiria lhe refuta.

    Quem cria cartéis, oligopólios, monopólios e reservas de mercado, garantindo grandes concentrações financeiras, é e sempre foi exatamente o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), seja por meio de subsídios a empresas favoritas, seja por meio do protecionismo via obstrução de importações, seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam.

    Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios da atualidade se dão em setores altamente regulados pelo governo (setor bancário, aéreo, telefônico, elétrico, televisivo, TV a cabo, internet, postos de gasolina etc.).

    Artigos para você sair desse auto-engano:

    Brasil versus Romênia - até quando nosso mercado de internet continuará fechado pelo governo?

    A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

    Grandes empresas odeiam o livre mercado

    Romaria de grandes empresários a Brasília - capitalismo de estado explicitado

    E você ainda diz que é o estado quem vai impedir a concentração do mercado, aquela concentração que ele próprio cria e protege?

    Por outro lado, não há e nem nunca houve monopólios no livre mercado. Empiria pura. Pode conferir aqui:

    Monopólio e livre mercado - uma antítese

    O mito do monopólio natural
  • Stéfany Marques  24/09/2016 13:39
    Concordo que a desigualdade econômica possa ser benéfica socialmente. Porém ainda há pessoas que nem 0,50 centavos tem para sobreviver e mesmo com as políticas assistencialistas do governo não os permitem colocar em condições de consumidores para que possam consumir os serviços ofertados e muitas vezes trabalha não da forma que gosta e sim porque precisa sobreviver.
    Levando em conta que as máquinas tomaram boa parte do trabalho humano, um meio de adaptação seria o "trabalho intelectual". No entanto contamos com um governo que não oferece ensino público gratuito e outras estratégias para que possam lançar os menos favorecidos ao mercado de trabalho. Como então poderia ser resolvida essa questão, preservando a desigualdade econômica mas que possam colocar todos em condições de consumo? Isso seria contraditório ou estaria eu errada?
  • Márcia  24/09/2016 14:33
    "Concordo que a desigualdade econômica possa ser benéfica socialmente. Porém ainda há pessoas que nem 0,50 centavos tem para sobreviver"

    Então a sua preocupação é com a pobreza absoluta e não com a pobreza relativa.

    "e mesmo com as políticas assistencialistas do governo não os permitem colocar em condições de consumidores para que possam consumir os serviços ofertados e muitas vezes trabalha não da forma que gosta e sim porque precisa sobreviver."

    Essa frase contradiz a primeira. Primeiro você disse que a pessoa não tem nem 1 centavo (0,50 centavo é menos que 1 centavo), e agora diz que ela trabalha naquilo que não gosta.

    A pessoa trabalha e não tem nem 1 centavo? Caramba....

    Qualquer catador de papel e malabarista de semáforo consegue tranquilamente uns 10 reais por dia.

    "Levando em conta que as máquinas tomaram boa parte do trabalho humano"

    Desde o século XVIII isso acontece. E novas e mais agradáveis formas de trabalho foram descobertas. E é isso o que continuará acontecendo.

    Ou você tem a arrogância da achar que não há mais empregos a serem descobertos e que tudo o que poderia ser inventado já o foi?

    "um meio de adaptação seria o "trabalho intelectual""

    Não necessariamente. Há hoje vários trabalhos que não podem ser substituídos por máquinas e nem dependem de "trabalho intelectual". Esportes, por exemplo. Professor de ioga. Chef de cozinha. Operador de máquina.

    "No entanto contamos com um governo que não oferece ensino público gratuito e outras estratégias para que possam lançar os menos favorecidos ao mercado de trabalho."

    Ué, não sei de onde você está teclando, mas, aqui no Brasil, o que não falta é ensino público "gratuito". Do maternal à pós-graduação. E toda a grade curricular é controlada pelo governo. É uma bosta? É. Assim como tudo que o governo faz.

    E as pessoas ainda querem mais governo?

    "Como então poderia ser resolvida essa questão, preservando a desigualdade econômica mas que possam colocar todos em condições de consumo?"

    Explicado no próprio artigo. Quanto maior a oferta de bens e serviços, menores serão os preços deles. Isso está acontecendo desde a década de 1970 nos países ricos. Os preços das coisas só caem. No Brasil isso também poderia acontecer, mas o nosso governo não deixa.

    Se a sua preocupação é com a pobreza absoluta, então você tem de defender medidas que aumentem a quantidade de bens e serviços oferecidos, de modo que os preços deles caiam a ponto de permitir que qualquer um tenha acesso a eles.
  • Pedro Henrique Lopes  24/09/2016 16:17
    Além disso, se ele está preocupado com pobreza absoluta, deveria defender o acúmulo de capital por empresários para que os mesmos possam gerar tantos empregos que a população não mais compita por emprego e sim o empregador pela mão de obra, elevando os salários e diminuindo o desemprego.
  • Iniciante da economia  24/09/2016 19:56
    Olá amigos, sou um estudante do ensino fundamental e eu tenho interesse em economia, tenho um irmão mais velho que acompanha o site e sempre me disse que esse era o melhor site para aprender sobre meu interesse. Portanto, gostaria de aprender mais sobre as questões abaixo:
    Obs: Gostaria de respostas curtas para maximizar meu aprendizado de forma que eu não acumule muito conteúdo de primeira. Eu tenho um conhecimento prático e limitado sobre a economia, justamente pelos ensinamentos do meu irmão.
    Vamos começar.

    Questão 1) O que é inflação de demanda?

    Questão 2) O que é demanda agregada?

    Questão 3) Inflação é sempre decorrente de expansão de crédito?

    Questão 4) O que é base monetária?

    Questão 5) O que define a taxa de juros em um livre mercado?

    Questão 6) Como é definido a taxa de juros atualmente no Brasil?

    Questão 7) Aumento na taxa de juros é pelo "risco país"?

    Questão 8) Como é determinado o câmbio?

    Questão 9) Qual o melhor sistema de câmbio?

    Questão 10) Li recentemente em um site que temos 19 montadoras no Brasil, não seria livre mercado(pelo menos no setor automotivo)? (Sei que temos monopólio de fabricante de peças) Cade acusa Fiat, Ford e VW de monopólio em fabricação de peças

    Questão 11) Temos candidatos a presidente que tem como um slogan sob a sua campanha "Abaixar os juros" por um decreto? Isso seria uma decisão ruim ou boa? Não há uma contradição pela questão 7? Dilma dizia que abaixaria os juros e acabou não ocorrendo, pelo contrário, ela aumentou? Por que seria diferente com esse candidato?

    Questão 12) Por que abolir o CVM? Qualquer empresa poderia entrar na bolsa sem burocracia estatal, de modo que impulsionaremos nossa economia com as empresas estrangeiras que abririam capital na nossa bolsa? Seria uma medida que o micro-empresário poderia rivalizar com os mega-empresários?

    Questão 13) Por que abolir a infraero?

    Questão 14) Por que abolir ANVISA?

    Questão 15) Qual o potencial do Brasil?

    Questão 16) Nióbio ajudaria no nosso desenvolvimento?

    Questão 17) Exportação x Importação? Qual o melhor? Por que balança comercial é importante para economistas?
    Importação é produtos do estrangeiro que vieram ao Brasil para serem vendidos, mas até onde sei até chegar a loja esses produtos ainda não foram vendidos? Por que os ataques histéricos com essa balança se nem ao menos sabem se o produto foi vendido(até mesmo pelo preço pela taxa de importação)?

    Questão 18) Na China existe o trabalho escravo? Encontrei essa matéria de chineses apanhando por mau desempenho no trabalho

    Questão 19) Por que a China vai explodir economicamente? Todos dizem que vai ser a maior economia do mundo até 2050, vocês acreditam?

    Questão 20) Pelo que obtive do meu irmão, a Índia está fazendo algumas reformas liberais, apesar de tímidas estão ajudando a economia a crescer? Índia não poderia passar a China com essas reformas?

    Questão 21) Acumulação de capital x consumismo(explique seus conceitos e qual o mais importante em uma economia)?

    Questão 22) O que gera recessão?

    Questão 23) O que torna um país rico?

    Questão 24) Existe algum limite de crescimento que um país possa se ter? Exemplo do Japão que é do território do MS(Mato Grosso do Sul) pudesse dobrar a sua economia?

    Questão 25) Por que a Irlanda cresceu 26% em um ano? Milagre econômico ou livre mercado?

    Questão 26) Por que os países de livre mercado são taxados de paraísos fiscais? Hong Kong, Cingapura, Panamá, Ilhas Cayman, Suíça, Luxemburgo e outros? Austrália e Nova Zelândia entrariam nesse conceito?

    Questão 27) Por que o Brasil cresceu apenas 4% na média na década passada?

    Questão 28) O renminbi poderá passar o dólar como a moeda de troca internacional?

    Questão 29) Existe zona de livre comércio em Xangai?

    Questão 30) Por que a China tem esse "poderoso" PIB? Como ela conseguiu o tal "milagre"?

    Questão 31) Por que o estado mínimo não é necessário?

    Questão 32) Forças Armadas estatal x Forças Armadas privada(Qual o melhor e por que)?

    Questão 33) Por que a Africa é pobre?

    Questão 34) Somália é anarcocapitalista?

    Questão 35) Milton Friedman é importante nas matérias econômicas(o que podemos aprender com ele?)?

    Questão 36) Mises foi o mais importante economista do século 20?

    Questão 37) Keynes x Mises e Keynes x Milton Friedman(maiores diferenças entre eles)?

    Questão 38) Keynes é comunista, socialista ou capitalista interventor?

    Questão 39) O que causou a Grande Depressão?

    Questão 40) Explique o conceito de ciclos econômicos?

    Questão 41) Qual a contribuição da Escola Austríaca(EA) nas ciências econômicas?

    Questão 42) Qual a posição da EA na colonização de planetas? Ouvi dizer que podemos praticar atividades econômicas nesses planetas com agricultura e mineração(depois da terraformação)?

    Questão 43) Meio ambiente x livre mercado(Qual o papel do livre mercado na conservação do meio ambiente)?

    Questão 44) Amazônia poderia se internacionalizada por não protegemos nosso patrimônio? Não é agressão internacional para com o nosso país? Estão atrás da preservação ou das riquezas que nós temos no território?

    Questão 45) Zona franca de Manaus funciona(qual o papel dela na economia brasileira)?

    Questão 46) Empregos se tornam obsoletos enquanto outros surgem, qual a visão dos leitores e dos autores sobre a mineração espacial, internet das coisas e viagem espacial?

    Questão 47) Pobreza diminuindo com a expansão do capitalismo, até quando a pobreza absoluta poderá ser erradicada?

    Questão 48) De acordo com a revista Veja, se toda a água do planeta fosse representada por 200 litros, 195 litros seria de água salgada. 5 litros seria de água doce, mas a maior parte da água doce está nas geleiras ou em depósitos subterrâneos de difícil acesso, a humanidade tem a sua disposição para consumo apenas o equivalente a 20 mililitros de água. Qual o papel da iniciativa privada nessa questão abordada? Existe o processo de dessalinização em alguns países, mas em mãos do estado. Pelo que eu pude estudar tem inventores que poderiam mudar radicalmente a forma dessa dessalinização tornando a água abundante. Por que o estado não deixa os empresários disponibilizarem essa água para a população?

    Questão 49) Os que defendem o controle populacional tem como uma das formas de culparem o capitalismo por tal descontrole. Ma em um país capitalista essa questão é exatamente ao contrário. Por que esses mesmo defensores não defendem o capitalismo, já que se provou um "controle" populacional?

    Questão 50) Culpam o capitalismo pela fome do mundo, mas em países capitalistas uma das doenças que mais matam é a obesidade. Não é uma contradição? São hipócritas ou aparentemente sem limites de burrice para denegrir o sistema capitalista?

    Questão 51) Já leram o Livro Negro do Capitalismo? É realmente culpa do capitalismo ou ações governamentais que são os verdadeiros culpados? Se é culpa do capitalismo, como um dono de um restaurante em Ohio possa ser culpado pelas mortes no Iraque?

    Abraços e em breve farei mais algumas perguntas.
  • Eu mesmo  26/09/2016 14:29
    Você é do ensino fundamental mesmo, pois, possui perguntas bem embasadas. Quase todas questões expostas possuem respostas nos artigos contidos aqui, pesquise que você encontra jovem e parabéns pela mentalidade.
  • Iniciante da economia  26/09/2016 16:18
    É como eu disse, meu irmão me ensina muitas coisas.
    Gostaria de respostas curtas para compreender um determinado assunto sem delongas.
    Mas obrigado pela resposta.
  • anônimo  26/09/2016 17:49
    Questão 10)
    Pode ter 50 montadores e isso não caracteriza como livre mercado. Livre mercado é ausência de intervenções por parte do governo e o setor de montadoras é fortemente protegido, portanto não há livre mercado.

    Questão 17)
    Não há melhor, comercio é feito por indivíduos, é bom para quem faz, seja quem vende ou compra. A balança comercial só importa para quem aprendeu a enxergar de maneira coletiva, mas individualmente não tem importância nenhuma.

    Questão 23)
    Acumulo de capital (máquinas e instrumentos) que tornarão a produção de um país maior. Por exemplo, compare um pescador que pesca com a mão e outro que pesca usando rede e barco, essa é a diferença de país pobre e um país rico.
  • Piero  25/09/2016 02:53
    Desigualdade de Renda é diferente de Desigualdade Social.
    O texto encerra a ideia de que Desigualdade de Renda não significa Pobreza, comprovando tal conclusão mediante a exposição de situações históricas que afirmam esta ideia. Ok.
    Entretanto esse raciocínio não me parece equivalente para o caso da Desigualdade Social, já que esta estaria mais associada ao alcance (de fato) de melhores condições de vida e não necessariamente ao aumento de renda.
    Ou valeria a afirmação similar: "Mais desigualdade social não implica em Pobreza"?
  • Marcos  25/09/2016 13:11
    "Desigualdade de Renda é diferente de Desigualdade Social."

    Correto.

    "O texto encerra a ideia de que Desigualdade de Renda não significa Pobreza, comprovando tal conclusão mediante a exposição de situações históricas que afirmam esta ideia. Ok."

    Esse não é o mote do texto. No entanto, o que é dito é que igualdade de renda não significa riqueza, e que aumento da desigualdade não apenas não significa aumento da pobreza, como também, em uma economia de mercado, pode significa aumento da riqueza para todos, especialmente para o mais pobres.

    "Entretanto esse raciocínio não me parece equivalente para o caso da Desigualdade Social, já que esta estaria mais associada ao alcance (de fato) de melhores condições de vida e não necessariamente ao aumento de renda."

    Frase destituída de lógica ou sentido.

    "Ou valeria a afirmação similar: "Mais desigualdade social não implica em Pobreza"?"

    Teoria e empiria comprovam que não.
  • Piero  25/09/2016 21:22
    Não consegui expressar claramente a minha dúvida. Sendo assim repito a frase corrigindo-a:

    "Entretanto esse raciocínio não me parece equivalente para o caso da Desigualdade Social, já que A DIMINUIÇÃO Desta estaria mais associada ao alcance (de fato) de melhores condições de vida e não necessariamente ao aumento de renda."

    Sendo assim, valeria afirmar que MENOR DESIGUALDADE SOCIAL RESULTA EM MENOR POBREZA. Ao contrário do que se infere do texto: MENOR DESIGUALDADE DE RENDA NÃO IMPLICA EM MENOR POBREZA.

  • Malta  25/09/2016 21:56
    Piorou. Ficou mais sem sentido ainda.

    "Entretanto esse raciocínio não me parece equivalente para o caso da Desigualdade Social, já que A DIMINUIÇÃO Desta estaria mais associada ao alcance (de fato) de melhores condições de vida e não necessariamente ao aumento de renda."

    Como assim, criatura? Por que diabos a diminuição da desigualdade social está necessariamente associada a melhores condições de vida? Se você tomar dinheiro dos ricos e empobrecê-los, a desigualdade social cairá. Mas como isso melhorou as condições de vida dos mais pobres? Cadê a produção para saciar as necessidades dos mais pobres? Cadê a maior oferta de bens e serviços?

    Pior ainda: você diz que as condições de vida melhoraram e, em seguida, diz que não houve nenhum aumento da renda! Que milagre é esse, cidadão? Que arranjo é esse em que ricos empobrecem, pobres não têm aumento da renda, e ainda assim as condições de vida de todos melhoram?

    É cada coitado que desaba por aqui. Lá se vai mais um eleitor. É o pior é que o cara jura que realmente falou algo lógico e irrefutável.
  • Piero  25/09/2016 23:30
    Enviei um comentário inteligente (talvez nem tanto) e educado, conforme recomenda o site. Entretanto recebi um retorno hostil. Não entendi o porquê, mas tudo bem. Não tenho pretensão nenhuma de argumentar algo irrefutável, apenas estava discutindo uma ideia para tentar melhor compreender um assunto que não domino.
  • Mais Mises...  29/09/2016 03:37
    Amigão, seu comentário foi educado. Inteligente, desculpe-me a franqueza, mas não foi. Denotou que sua leitura do texto não lhe abriu a visão sobre a dúvida que lhe permanece.
  • Andre Cavalcante  27/09/2016 18:10
    Piero,

    Favor comece do básico: define Desigualdade Social.
    Depois discutimos suas premissas e conclusões

    Abraços

  • Andre  25/09/2016 18:21
    Off Topic

    Leandro, por favor, nesta entrevista com Lawrence Pih:

    https://www.youtube.com/watch?v=S3yqdzFqTvE

    A partir dos 27:00 ele comenta sobre a economia mundial, pela análise dele o excesso de liquidez no mundo causará uma crise inflacionária mundial e provavelmente resultará em uma subida de juros nos EUA parecida com o que fez o Paul Volker nos 80's
    Faz sentido o que ele diz? Esse dinheiro não vazou completamente para a economia real, e os EUA aguentam pagar juros altos por um estoque de dívida tão alto?
  • Um Cão  25/09/2016 19:22
    Muito bom artigo.

    As fontes dos artigos originais são postadas em algum lugar? Eu gostaria de ter os artigos em inglês para indicar a alguns estrangeiros que conheço...

    Em relação ao layout, ficou legal, más ainda prefiro o antigo.
  • kiko  27/09/2016 20:58
    desigualdade alta não significa alto padrão de vida como autor do texto diz vou citar um exemplo:
    na coreia do norte a desigualdade é alta porem eles não são ricos-ao contrario são um dos paises mais pobres do mundo.
    quero destacar aqui que para a desigualdade pode ser boa ou ruim tudo vai depender contra quem estamos comparando
  • Madruga  27/09/2016 21:57
    "desigualdade alta não significa alto padrão de vida como autor do texto diz"

    O autor diz que uma grande desigualdade, quando resultante de uma economia de mercado, aumenta o padrão de vida dos mais pobres. Aprenda a ler.

    "vou citar um exemplo"

    Vamos ver qual será o seu exemplo de uma grande desigualdade resultante de uma economia de mercado que não gerou um maior padrão de vida para os mais pobres.

    "na coreia do norte"

    Puta merda.

    "a desigualdade é alta porem eles não são ricos-ao contrario são um dos paises mais pobres do mundo."

    Oi?!

    A Coreia do Norte é uma das sociedade mais igualitárias do mundo. Lá, todo mundo tem a mesma renda e o mesmo padrão (miserável) de vida.

    Aliás, quem fala isso (que lá é todo mundo igual) é a própria esquerda (com resultados hilários).

    Em Cuba, também, todo mundo é igual. Uma maravilha.

    Já os EUA tem uma das maiores desigualdades do mundo. E daí?

    Volte quando souber de algo.
  • kiko  28/09/2016 07:05
    madruga quando eu disse que a coreia do norte era exemplo de economia de mercado??

    eu sei muito bem que coreia do norte é pobre tanto que disse isso no comentario

  • Piero  28/09/2016 00:27
    Em suas ações o IMB busca:
    I - promover os ensinamentos da escola econômica conhecida como Escola Austríaca;
    II - restaurar o crucial papel da teoria, tanto nas ciências econômicas quanto nas ciências sociais, em contraposição ao empirismo;
    III - defender a economia de mercado, a propriedade privada, e a paz nas relações interpessoais, e opor-se às intervenções estatais nos mercados e na sociedade.

    Qual a dificuldade que o pessoal que participa disso aqui tem em atender o item III, principalmente no que se refere à "Paz nas relações interpessoais"? Por que as pessoas que fazem suas perguntas são hostilizadas? Se a proposta é promover os ensinamentos não se pode esperar que as pessoas que aqui participam saibam de tudo ou não tenham visões equivocadas. Educação e cordialidade é o mínimo.
  • Leonardo Ferreira  28/09/2016 04:24
    Muito claro o artigo, a questão da automação sempre me deixou com uma pulga atrás da orelha no sentido de se realmente sempre existirá novos empregos, como prever? Como ter emprego para bilhões de pessoas no mundo? Concordo que realmente tudo o que for feito para economizar mão de obra e recursos deve ser feito.

    Mas tem algo que acredito que deixa as pessoas aflitas na questão da automação que é o "tempo de adaptação" das pessoas que perderam seus empregos em busca de novos empregos.

    O drama é pelo fato (ao meu ver) de que vivemos em uma sociedade em que as pessoas só exitem se estiverem empregadas, se pagarem suas próprias contas, caso contrário são descriminadas e marginalizadas. Se organizamos a sociedade de maneira a economizar recursos e mão de obra para ter uma vida melhor ao mesmo tempo nos tornamos vítimas desse sistema pois eliminamos algo que a sociedade valoriza, o emprego.

    Será que essa "desigualdade positiva" e as inovações e automações vão nos levar para uma sociedade utópica onde a humanidade não precisará se preocupar com empregos ou dinheiro?

    Gostaria de indicação de artigos pensando sobre esse tipo de questionamento valeu!
  • Rafael  29/09/2016 22:23
    Vou imprimir este texto e colar na testa todo dia quando eu for sair de casa!

    Obrigado por existirem! Verdadeiro Manual de Vida e de Economia!
  • Piero  17/01/2017 16:06
    Alguém aí já leu "O preço da desigualdade" de Joseph Stiglitz?
    Ao que parece, conforme síntese do livro, o nobel da economia entende que a desigualdade é sim uma catástrofe.
    Não cheguei a ler, mas gostaria de algum comentário sobre...
  • Joel  17/01/2017 16:47
    Ler esse pulha keynesiano esquerdista? Nem pensar


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.