A grande ameaça para a liberdade e a civilização vem da esquerda
Seu lema é a permanente revolução a serviço de objetivos inalcançáveis

Seria algum exagero dizer que, desde a Revolução Francesa, a esquerda tem sido a fonte de praticamente todas as perversidades políticas, e continua sendo até hoje?

É verdade que não pode haver dúvidas de que várias crueldades podem ser e foram infligidas com o intuito de se preservar a ordem vigente. Porém, quando comparamos as piores atrocidades do passado mais distante com as revoluções totalitárias de esquerda ocorridas no século XX, aquelas parecem, em geral, um mero distúrbio. Como dizia Joseph Sobran, toda a história da Inquisição mal alcança o nível daquilo que os comunistas faziam em uma tarde normal.

A Revolução Francesa, particularmente em sua fase mais radical, representou a clássica manifestação do esquerdismo moderno, e serviu de modelo para revoluções ainda mais radicais que viriam a ocorrer ao redor do mundo mais de um século depois.

À medida que a Revolução Francesa avançava, seus objetivos iam se tornando mais ambiciosos, com seus mais fervorosos partidários exigindo nada menos que a total transformação da sociedade.

Para substituir os vários costumes e tradições já estabelecidos em uma França que tinha mais de um milênio de história, os revolucionários radicais introduziram uma alternativa "racional" inteiramente criada por suas próprias cabeças, e com um entusiasmo digno de um hospício.

Ruas com nomes de santos receberam novos nomes, e as estátuas de santos foram guilhotinadas (as pessoas que guilhotinavam estátuas eram as racionais). O próprio calendário francês, repleto de festas religiosas, foi substituído por um calendário mais "racional", com 30 dias por mês divididos em três semanas de 10 dias, desta maneira abolindo o domingo. Os cinco dias restantes do ano eram dedicados a práticas seculares: celebrações do trabalho, da opinião, do talento, da virtude e da recompensa.

As punições ministradas a quaisquer desvios dessa nova revelação já eram tão severas quanto as que viriam a se tornar praxe na esquerda de hoje. Pessoas eram sentenciadas à morte por terem um rosário, por darem abrigos a padres, ou mesmo por se recusarem a abdicar do sacerdócio.

Já estamos bastante familiarizados com a guilhotina, mas os revolucionários inventaram outras formas de execução, como os Afogamentos em Nantes, criados para humilhar e aterrorizar suas vítimas.

Dado que a esquerda sempre quer a completa transformação da sociedade, e dado que essa mudança total tende a enfrentar a resistência dos cidadãos comuns que simplesmente não querem ter suas rotinas e suas vidas radicalmente transformadas, não é de se surpreender que o recurso do terror em massa seja a arma escolhida. O povo tem de ser aterrorizado até sua completa submissão, e tem de ficar tão indefeso, quebrado e desmoralizado, que qualquer ato de resistência irá se tornar impossível.

Da mesma forma, não é de se surpreender que a esquerda defenda um estado gigante. Em lugar de agrupamentos e fidelidades que ocorrem naturalmente, a esquerda exige sua substituição por criações artificiais. Em lugar do concreto e do específico — dos "pequenos pelotões" que surgem organicamente, como dizia Edmund Burke —, a esquerda impõe substitutos remotos e artificiais que surgem da cabeça dos intelectuais. 

A esquerda prefere que o comando total seja entregue a um distante governo central em detrimento dos indivíduos e suas vizinhanças locais; às escolas e aos sindicatos dos professores em detrimento do chefe da família.

Por isso, durante a Revolução Francesa, a criação dos departamentos, totalmente subordinados a Paris, foi uma clássica manobra esquerdista — assim como foram os megaestados totalitários do século XX, os quais exigiam que a fidelidade do povo fosse transferida das pequenas associações que até então definiam suas vidas para uma nova autoridade central que havia sido criada do nada.

Enquanto isso, a direita (corretamente entendida), de acordo com o grande liberal clássico Erik von Kuehnelt-Leddihn, "defende formas de vida livres e surgidas organicamente".

A direita defende a liberdade e uma maneira de pensar livre e sem preconceitos; uma prontidão em preservar os valores tradicionais (desde que eles sejam valores verdadeiros); uma visão equilibrada da natureza do homem, que o vê nem como uma besta nem como um anjo, insistindo na singularidade dos seres humanos, os quais não podem ser transformados em, e nem tratados como, meros números ou cifras. 

Já a esquerda é a defensora dos princípios opostos; ela é a inimiga da diversidade e a fanática defensora da identidade. A uniformidade é enfatizada em todas as utopias esquerdistas, paraísos nos quais todos são os mesmos, a inveja está morta, e o inimigo ou já foi aniquilado, ou vive fora dos portões, ou já foi completamente humilhado. O esquerdismo abomina as diferenças, as divergências e as estratificações. [...] A palavra "única" é o seu símbolo: uma única linguagem, uma única raça, uma única classe, uma única ideologia, um único ritual, um único tipo de escola, uma única lei para todos, uma única bandeira, um único brasão, um único estado mundial centralizado.

Estaria essa descrição de Kuehnelt-Leddihn parcialmente datada? Afinal, ninguém apregoa sua devoção à "diversidade" com mais intensidade do que a esquerda. No entanto, a versão esquerdista de 'diversidade' se resume a um tipo especialmente pérfido de uniformidade.  

Para a esquerda, ninguém pode ter uma visão discordante a respeito da necessidade de se impor essa "diversidade"; na academia, "diversos" professores universitários são escolhidos não por sua diversidade de pontos de vista, mas precisamente por sua sombria uniformidade: progressistas de esquerda de todos os tipos e formas. Alunos e professores com visões genuinamente diversas são marginalizados, perseguidos e intimidados

Adicionalmente, ao exigir "diversidade" e representação proporcional em várias instituições, a esquerda tem o objetivo contrário: fazer com que todo o país seja exatamente igual.

A esquerda sempre esteve engajada em criar ciladas. Primeiro, ela afirma que não quer nada mais do que a liberdade para todos. O progressismo supostamente seria neutro em relação a visões de mundo rivais, defendendo apenas um mercado de idéias aberto, em que pessoas racionais pudessem discutir questões importantes. Ele não imporia qualquer visão específica.

Essa alegação, no entanto, rapidamente se comprovou uma farsa quando a importância, para a esquerda, de se ter uma educação controlada centralmente pelo estado se tornou óbvia. Em particular, a educação progressista sempre visou a "libertar" as crianças das superstições dos poderes concorrentes ao estado (pais, família, igreja, vizinhança) e transferir sua lealdade ao governo central.

Como Kuehnelt-Leddihn disse:

As razões são várias. Não apenas há o regozijo do estatismo, como também há a ideia de uniformidade e igualdade: a ideia de que as diferenças sociais na educação devem ser eliminadas e todos os alunos devem adquirir exatamente o mesmo conhecimento, o mesmo tipo de informação, da mesma forma e no mesmo grau, sem espaço para o contraditório ou para outras visões. Isso deverá fazer com que eles pensem da maneira idêntica — ou, no mínimo, similar.

À medida que o tempo passou, os esquerdistas foram ficando cada vez menos preocupados em manter uma aparência de neutralidade em relação a visões sociais distintas. É por isso que aqueles conservadores que acusam a esquerda de relativismo moral estão errados: longe de ser relativista, a esquerda é absolutista em sua exigência para que todos se conformem aos seus códigos morais peculiares.

Por exemplo, quando a esquerda declara que pessoas "transgênero" são a nova classe oprimida, ela espera que todos fiquem de pé e batam continência. A esquerda progressista não argumenta que apoiar pessoas transgênero pode ser uma boa ideia para alguns e uma má ideia para outros; é isso o que ela diria caso fosse moralmente relativista.  Mas como ela não é, não é isso o que ela diz.

E não é apenas que a discordância não seja tolerada. A discordância também não pode ser reconhecida. Não é que o "infrator" (aquele que não concorda com as idéias progressistas) seja chamado para um debate até que uma solução satisfatória seja alcançada. Ele é simplesmente expulso da "sociedade culta e iluminada" sem qualquer cerimônia. Não pode haver qualquer opinião diferente daquela que a esquerda estipulou ser a aceitável.

Incidentalmente, qual foi o último palestrante esquerdista que foi calado no grito por libertários em uma universidade? Resposta: isso nunca ocorreu. E, se houvesse ocorrido, pode ter certeza de que ouviríamos lamúrias da esquerda sobre isso até o fim dos tempos.

Por outro lado, esquerdistas que aterrorizam seus oponentes ideológicos estão simplesmente sendo fieis às ordens de Herbert Marcuse, o esquerdista da Escola de Frankfurt que, na década de 1960, argumentou que a liberdade de expressão tinha de ser restringida para os movimentos anti-progressistas. Diz ele:

Dada essa situação, eu sugeri em "Tolerância Repressiva" a prática da tolerância diferenciada em uma direção inversa, como um meio de deslocar o equilíbrio entre a Direita e a Esquerda por meio da contenção da liberdade da Direita, dessa maneira contrariando a desigualdade penetrante da liberdade (oportunidade desigual de acesso aos meios de persuasão democrática) e fortalecendo o oprimido contra o opressor.

A tolerância seria restrita com relação a movimentos de um caráter demonstravelmente agressivo ou destrutivo. [...] Tal discriminação também seria aplicada a movimentos que se opõem à extensão da legislação social para os pobres, os fracos, os inválidos.  

Em relação às virulentas acusações de que uma política assim anularia o sagrado princípio progressista de igualdade para "o outro lado", afirmo que há questões em que o "outro lado" ou nada mais é do que uma mera formalidade ou é demonstravelmente "regressivo" e impede a possível melhoria da condição humana. Tolerar a propaganda para a desumanidade vicia não só as metas do progressismo, mas de toda a filosofia política progressiva.

Mesmo boa parte do que se passa por conservadorismo hoje é afetado pelo esquerdismo. Esse é exatamente o caso do neoconservadorismo. Você consegue imaginar Edmund Burke, a fonte do conservadorismo moderno, defendendo a ideia de intervenções militares ao redor do mundo para espalhar a ideia de direitos humanos e democracia? Converse com neoconservadores sobre descentralização e secessão, e você receberá exatamente as mesmas respostas esquerdistas que vê nos veículos da mídia progressista.

No entanto, já até consigo imaginar a seguinte objeção: não obstante qualquer coisa que possa ser dita sobre os crimes e horrores da esquerda, não podemos ignorar o totalitarismo da direita, manifestado mais abertamente na Alemanha nazista.

O problema é que, com efeito, o nazismo era um partido de esquerda. Na plataforma do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães encontramos os seguintes itens:

O Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães não é um partido trabalhista no sentido clássico do termo: ele representa os interesses de todo o trabalho honestamente criativo. Trata-se de um partido que ama a liberdade e é estritamente nacionalista e que, portanto, luta contra todas as tendências reacionárias, contra os privilégios capitalistas, eclesiásticos e aristocráticos, e contra toda a influência estrangeira, mas acima de tudo contra a opressora influência da mentalidade comercial judaica sobre todos os domínios da vida pública....

O partido exige a unificação de todas as regiões da Europa habitadas por alemães, transformando-as em um Reich alemão democrático e com consciência social....

O partido exige plebiscitos para todos as principais leis do Reich, dos estados e das províncias....

O partido exige a eliminação do domínio dos banqueiros judeus sobre o comércio e os negócios, e exige a criação de bancos nacionais do povo, com uma administração democrática.

Este programa, escreveu Kuehnelt-Leddihn, "exalava todo o espírito da igualdade esquerdista: era democrático, era contra os Habsburgos (exigia a destruição da monarquia em prol de um programa pan-germânico), e era contra todas as minorias impopulares, atitude essa que é o magnetismo de todas as ideologias esquerdistas".

(Sobre o programa econômico dos nazistas, ainda mais abertamente de esquerda, veja este artigo.)

A obsessão esquerdista com "igualdade" significa que o estado deve se intrometer em todas as áreas da economia e da vida em sociedade, deve regular o emprego, as finanças, a educação e até mesmo abolir a liberdade de associação em clubes privados — ou seja, o estado deve se fazer presente em praticamente todos os buracos e fendas da sociedade civil. Em nome da diversidade, cada instituição deve ser forçada a ser igual a todas as outras.

A esquerda jamais irá se considerar satisfeita porque seu lema é o da permanente revolução a serviço de objetivos inalcançáveis, como a "igualdade". Só que, no mundo real, as pessoas são intrinsecamente distintas uma das outras. Algumas pessoas são naturalmente mais inteligentes que outras. Algumas têm mais destrezas do que outras. Algumas têm mais aptidões físicas do que outras. Pessoas de diferentes capacidades, intelectos e dotes auferirão rendas distintas. 

Isso, consequentemente, significa que o estado, guiado pela esquerda, terá de estar continuamente intervindo na sociedade civil. No entanto, a igualdade imposta desaparecerá no exato momento em que pessoas voltarem a trocar dinheiro pelos bens que desejam. Ato contínuo, o estado terá de intervir novamente para igualar tudo. E assim será o tempo todo, para todo o sempre.

Adicionalmente, cada nova geração de progressistas destrói e ridiculariza tudo aquilo que a geração anterior ainda aceitava como algo natural. Com isso, a revolução vai só se aprofundando.

O esquerdismo, em suma, é a receita para uma permanente revolução, e de um tipo distintivamente anti-libertário. E não só anti-libertário. É também anti-humano.

E, ainda assim, todo o ódio ainda é direcionado para a direita.

Só para esclarecer, libertários não se sentem em casa nem na esquerda e nem na direita. Porém, a ideia de que ambos os lados são igualmente terríveis, ou representam ameaças idênticas à liberdade, é uma insensatez imprudente e destrutiva.

_____________________________________________________

Leia também:

O mais novo delírio totalitário dos progressistas: a "apropriação cultural"

A mentalidade assistencialista destrói a moral e torna as pessoas egoístas

13 votos

SOBRE O AUTOR

Lew Rockwell
é o chairman e CEO do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, editor do website LewRockwell.com, e autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State.




"O Warren Buffett tem uma frase que para mim é sensacional, certa vez ele disse que "você deve confiar o seu dinheiro apenas a única pessoa que você tem certeza que nunca irá lhe passar a perna, você mesmo!".

Se for para investir em fundos ou qualquer outra aplicação gerida por terceiros prefiro ficar na renda fixa mesmo."

Isso me deixou curioso. Pelo que eu saiba o Warren Buffett investe em fundos de ações.

E mais, muitos empresários(ou trabalhadores que ganham muito) quando tem uma rentabilidade que deixa uma margem para investimentos pessoais, ele não o faz sozinho e sim por meio de holdings familiares apenas e exclusivamente para isso, e essas holdings são geridas por terceiros ou as mesmas se associam com um private banking de um banco ou vários bancos.
Pego exemplo o Abílio Diniz, ele tem a Península Participações, onde por meio desse fundo ele investe em outros fundos, ações, títulos e etc. Aliás os próprios banqueiros fazem isso, eles não colocam todo o dinheiro em seu próprio banco para investir, e investe parte dele em fundos de investimentos.
Os empresários que venderam recentemente suas empresas parece ser a regra, a grande maioria deles investem em fundos de invetimentos ou private banking porque não conhecem ou não sabem como gerir o dinheiro que auferiram na venda de sua empresa.

Portanto fica as seguintes perguntas: O private banking(clientes ricos) acaba se tornando pior do que investir sozinho? Se sim o por que?
Investir em um fundos de investimentos acaba se tornando pior do que investir sozinho? Se sim o por que?

Obs: Se a resposta for sim em todas as respostas, então vocês deveriam falar isso para os bilionários do private banking e dos fundos de investimentos que eles estão fazendo errado em confiar seu dinheiro em terceiros e começar a agir diferente, investir sozinho seus próprio dinheiro. E o que falar dos bancos de investimentos? Era para o UBS já ter ido a falência, porque obviamente os bilionários não são burros.
Sr. Capital Imoral

O artigo por você comentado, brilhantemente escrito, diga-se, refere-se à soberania que todo indivíduo deve ter para fazer diversas escolhas, em particular, ao direito de portar uma arma de fogo para defender-se.

O sr. dá a entender que acredita que por viver em coletividade um homem ou mulher não tem individualidade. Com todo o respeito, é algo bastante tacanho. Mas, não me surpreende vindo de alguém que diz buscar "socialismo e liberdade" ao mesmo tempo em que nega ser "dono"de si.

Por favor, divirta-nos mostrando como alguém que não é dono de si pode ser livre...

Ah, e antes que eu me esqueça, por favor, divirta-nos também contando mais sobre essa sua tese de que os traidores são os "neoliberais".

Deve ser por isso que Luiz Carlos Prestes, um comunista de carteirinha, entregou a sua esposa judia Olga Benário, grávida de 7 meses, a Getúlio Vargas, para ser deportada diretamente para a Alemanha nazista de Adolf Hitler em troca da sua liberdade.

Deve ser por isso que Fidel Castro traiu o governo dos EUA, que o apoiou na derrubada da ditadura de Fulgêncio Batista.

Certamente é por isso que socialistas/comunistas praticavam seus justiçamentos, para tanto bastando simplesmente desconfiar.

Provavelmente é por isso que governos socialistas/comunistas matam justamente o seu povo. Inclusive boa parte daqueles que ingenuamente os apoiavam por acreditar, como você, que socialismo significa liberdade e, chocados, começarem a perceber a cilada em que caíram tão logo os governos que ajudaram a subir ao poder chegam a ele.

Se isso não é "trair o coletivo", então, por favor, conte-nos o que é.

O Homem, com "H" maiúsculo, vive em coletividade. A coletividade é uma característica da espécie humana.

O homem, assim como a mulher, são indivíduos. E como tais, fazem suas escolhas. Coletivas e individuais. Inclusive quanto a quais coletivos pretendem seguir. E devem ter direito a elas. Isso inclui o poder de decisão sobre portar ou não arma de fogo.

Exatamente aí está o ponto. Aliás, vocês esquerdistas sabem muito bem usar o direito à individualidade quando ele lhes serve para vender suas idéias esdrúxulas. Ou você agora vai negar que as "feminazis" adoram bradar "meu corpo, minhas regras!"?

Seria divertido também ver o senhor, um orgulhoso filósofo e escritor, que diz que "já refutou Mises", explicando à essas mulheres sobre não ser seu dono, ser apenas uma ideia em prol do coletivo.

Sr. Capital Imoral, seus argumentos se baseiam inteiramente em uma visão completamente distorcida dos fatos. Algo, aliás, típico em esquerdistas. Distorcem a realidade ao sabor das suas conveniências para tentar adaptá-la à sua linha de raciocínio, se é que podemos dizer que há algum raciocínio em gente que nega a realidade à sua volta.

" Eu sou uma ideia, eu sou um espirito coletivo da busca pelo socialismo
e liberdade".

Sinto dizer, mas você terá de se decidir. Ou escolhe buscar o socialismo, ou o faz buscando a liberdade. Os mais de 100 milhões de mortos por esse regime nefasto e suas famílias (as que sobreviveram) certamente têm muito a dizer sobre liberdade no socialismo.

Diga em qual lugar do mundo socialismo e liberdade andaram juntos. A história mostra justamente o contrário. Socialismo sempre mostrou-se o oposto à liberdade e um sinônimo de autoritarismo. Norte-coreanos, cubanos, chineses, russos, venezuelanos, vietnamitas, cambojanos, romenos, poloneses, etc, têm muito a ensinar sobre isso.

Talvez você mesmo possa nos contar sobre como pode significar liberdade um regime que foi capaz de matar mais que a soma de todas as guerras do século XX. Pior: os mortos por esse regime eram do povo dos próprios países socialistas, não de países inimigos. Os povos que viveram sob esse regime sabem como ninguém o que é traição.

Mas, o senhor, iluminado como diz ser, poderia nos enriquecer contando quais países cujos governos adotaram idéias liberais provocaram o mesmo efeito.

Regimes socialistas só foram implementados às custas de repressão, violência e autoritarismo, com muito sangue derramado. Nem mesmo esse método e imposição garante a sua sobrevivência. Todos os regimes socialistas caíram de podres. Os que ainda sobrevivem estão cada vez mais fracos, sua vez de desmoronarem não tardará. E isso ocorre exatamente por causa da realidade. Não se pode negá-la eternamente.

Um dos grandes erros de vocês socialistas é tentar vender o capitalismo como se ele fosse uma espécie de entidade, algo criado artificialmente. Não percebem que o capitalismo é simplesmente a realidade entre as relações comerciais entre as pessoas. Liberais defendem o curso natural das coisas. O livre mercado.

Diferentemente do socialismo/comunismo, que um conjunto de teorias criadas por "pensadores" baseados exatamente na distorção da realidade. E que só pôde ser efetivamente implementado à força.

A julgar pelo fato de os mais bem sucedidos países do mundo adotarem, em variados graus, idéias liberais; mostra que quanto maior a interferência do Estado no cotidiano do cidadão, piores são as condições de vida da população, do coletivo.

Aí está uma lição para você pesquisar e estudar, sr. Capital Imoral. Tire os óculos ideológicos e observe o mundo à sua volta. Nada mais anti-socialista. Veja os rankings dos países com melhor IDH, com melhores indicadores de desenvolvimento. E veja quais são os países que mais implementam idéias liberais. Silogismo em estado puro.

Quanto à propriedade nada mais é que uma conquista daquele que trabalha duro por ela. Só questiona o direito à propriedade aquele que quer aquilo que pertence aos outros. Duvido que você abra mão das suas propriedades para ser coerente com o seu discurso contrário à ter esse direito.

Quando o fizer, senhor filósofo e escritor, aponte-nos, por favor, países sob regimes socialistas que estejam entre os primeiros em qualidade de vida, renda per capita, desenvolvimento humano, etc

Aí sim você estará refutando Mises. Do contrário, toda a sua ladainha de esquerdista só confirmará o quão ele está certo.





13 horas

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Edujatahy  07/07/2016 14:22
    Ótimo texto, especialmente a conclusão.
    Existem muitos defeitos na direita neocon, mas simplesmente não dá para comparar com o nível de destruição e miséria provocada pela esquerda.
    É querer comprar Pinochet com Stalin. Ambos são ditadores, ambos mataram inocentes, mas qualquer critério de razoabilidade irá mostrar que era IMENSAMENTE mais saudável e sensato viver sob o regime de Pinochet do que de Stalin.

  • Douglas  07/07/2016 14:31
    Só um adendo: Pinochet era de direita, mas não era neocon.
  • anônimo  16/03/2017 16:22
    Pinochet não fez nada de errado.
  • Silvio  17/03/2017 14:50
    Meio complicado dizer que Pinochet matou inocentes, assim como é complicado fazer essa acusação para os militares aqui no Brasil.
  • Bily Ji  07/07/2016 15:07
    Na plataforma do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães encontramos os seguintes itens...
    --------------------------------------
    Eu juro para vocês, isso nunca me foi ensinado na escola.
  • Tony Stark  26/03/2017 23:29
    Pq será???
    Se te disserem isso na escola, como demonizar o "monstro" da direita?
    Como admitir que um dos regimes mais sanguinários da História brotou do ventre da direita? (já basta ter que lidar com o Stalin, e olha q esse ainda tem admiradores por aí...)!
  • Flávio Zen   07/07/2016 15:22
    Excelente texto. Deve ser compartilhado e importante para o debate nas redes sociais. Afinal, temos que "ocupar espaços" no melhor sentido gramsciano do termo!
  • Marcio Gama   07/07/2016 15:51
    Este texto deveria ser distribuído no nono ano do ensino fundamental.
  • Lena  08/07/2016 20:52
    Pensei o mesmo. Minhas três turmas de 9º ano vão lê-lo na primeira oportunidade.
  • Rogerio Dias   07/07/2016 15:53
    Ele deveria ser lido do primeiro ao nono ano.
  • Consciente   07/07/2016 15:41
    Nem o pensamento de direita ou de esquerda têm a solução completa para uma vida próspera e feliz em sociedade. O embate dialético das idéias tem o poder de achar a solução que melhor se adequar a cada momento histórico.
  • Oneide teixeira  07/07/2016 15:53
    Neville Chamberlain pensava o mesmo ate Hitler invadir a Polônia quebrando o acordo feito por eles.
  • anônimo  16/03/2017 17:33
    Quem quebrou o acordo foi a polônia, hitler só defendeu seu povo
  • Daniel  07/07/2016 16:03
    É preciso ter em mente que quem não tem responsabilidade não pode decidir.
  • Tannhauser  07/07/2016 16:09
    Fiquei o texto inteiro aguardando a relação entre os jogos eletrônicos e a esquerda.

    Já que o texto não tocou no assunto, vamos ser sinceros, jogos têm sido uma má influência para as crianças.

    Civilization, SimCity e The Sims, por exemplo, são jogos que incentivam nossos jovens a controlar a vida das pessoas, cidades e até de países inteiros.

    Deveriam ser proibidos.
  • Douglas Marques  07/07/2016 17:15
    Como alguém que acompanha bastante a indústria dos games, eu vejo essa influência tem afetado muitos jogos. Se quiserem entender mais pesquisem sobre "GamersGate" .
  • anônimo  07/07/2016 17:32
    Ah se fosse só isso...o Karl Marx no Assassins Creed parece mais um santo!
  • Andre  07/07/2016 17:47
    É GamersGate.

    Uma história sobre pessoas supermimadas que se ofendem por que existem poucos jogos do jeito que elas querem.

    Então ao invés de fazerem tais jogos essas pessoas ficam de mimimi.
  • Livre Mercado  07/07/2016 17:41
    Liberal proibindo, esse é o debate político brasileiro.
  • tales  16/03/2017 18:39
    pessoas incapazes de identificar uma ironia definindo o que é o debate político brasileiro, esse é o debate político brasileiro
  • Diga nao a igualdade  07/07/2016 19:07
    "jogos têm sido uma má influência para as crianças."

    Fale por você, eu joguei na minha infância e não tive problemas.

    "Civilization, SimCity e The Sims, por exemplo, são jogos que incentivam nossos jovens a controlar a vida das pessoas, cidades e até de países inteiros."

    Eu joguei carmageddon e nem por isso me tornei um psicopata.

    "Deveriam ser proibidos."

    Proiba os seus filhos, não vem me dizer o que devo ou não jogar seu doente.
  • Tannhauser  08/07/2016 12:14
    Eu estava sendo irônico.
  • Pobre Paulista  08/07/2016 13:22
    Rapaz o pessoal aqui tá difícil viu :-)
  • Diga nao a igualdade  08/07/2016 14:41
    Ah nem percebi :)
  • Oneide teixeira  08/07/2016 13:09
    Então joga bioshock 1 e 2 e veja que é uma critica anti liberal, especialmente contra Ayn Rand.
  • Mais Mises...  08/07/2016 15:00
    Nada deveria ser proibido, meu caro. Se é ofertado sem imposição, compra quem quer.

    Os pais não sabem o que os filhos fazem/consomem e depois vêm com essa de 'proibir'. Um exemplo: meu filho me pediu para entrar num site para jogar. Antes que fizesse isso pra ele, eu entrei no site, criei um perfil e joguei... Fucei... Concluí que não havia nada demais e pronto. Essa decisão cabe aos pais, no âmbito familiar, não algo vindo de cima pra baixo, de um burocrata, com um calhamaço de artigos na forma de lei que, na prática, vão criar mais um traficante/contrabandista: o de jogos de video game.
  • Andre  07/07/2016 16:13
    "
    O partido exige a unificação de todas as regiões da Europa habitadas por alemães, transformando-as em um Reich alemão democrático e com consciência social....

    O partido exige plebiscitos para todos as principais leis do Reich, dos estados e das províncias....
    "

    Puxa, IGUALZINHO ao que os apoiadores da união européia querem fazer.
    É só trocar alemães por europeus.
    E outra diferença é que os Europeus não usam violência DIRETA, usam política, ou seja, violência indireta.
  • Adriano  09/07/2016 16:40
    Perfeito!
  • Andre  07/07/2016 16:14
    "Só para esclarecer, libertários não se sentem em casa nem na esquerda e nem na direita. Porém, a ideia de que ambos os lados são igualmente terríveis, ou representam ameaças idênticas à liberdade, é uma insensatez imprudente e destrutiva."

    É como igualar um ladrão com um serial killer.
  • Iago Gama  07/07/2016 17:00
    Em verdade, esse artigo é o que falta para os socialistas e esquerdistas de embalo, que, em sua essência, tencionam um arranjo social melhor, porém o fazem por vias absurdas e utópicas. Você pode ser neoconservadores e socialistas impõem valores, libertários expões valores.
  • Dom Pedro XVI  07/07/2016 17:18
    Só discordo da conclusão que diz que tanto a direita quanto a esquerda são terríveis. Concordo que nenhum é o ideal, mas prefiro 1000x um governo conservador a um governo socialista.
  • tales  16/03/2017 18:42
    O autor diz justamente isso em seu adendo.
  • Renato  07/07/2016 17:36
    Aos interessados que não querem que essas e outras ameaças aconteçam, me mandem um e-mail que iremos conversar sobre isso. Algumas pessoas já me mandaram e-mails interessadas e estamos dando o ponta-pé inicial no empreendimento.

    Caso alguém se interesse pelo negócio aos poucos estamos criando outros meios de contato.

    Entrem em contato:

    galenoeu@gmail.com.br
  • Zezym  07/07/2016 22:46
    Bacana
  • Max Stirner   07/07/2016 17:49
    É isso aí. Adorei o texto.

    Nós somos os bons e eles (esquerda) são os maus.
    Nós somos o certo e eles (esquerda) estão errados.

    Viva os libertários !!!

    ( ?° ?? ?°)
  • Jarbas Profeta  07/07/2016 19:01
    O problema é o que os esquerdistas dominaram a arte da propaganda. Existem aqueles que realmente acreditam que a humanidade vai/deve "evoluir" para o socialismo.

    Todas as réplicas socialistas são falaciosas ou mentiras deslavadas mesmo.
  • CaArlos Mello  07/07/2016 21:54
    Nesta postagem foi misturado maçãs com bananas.
    A revolução Francesa não era de esquerda, era libertária e formada pela burguesia ascendente, que tinha NADA de esquerdista. Aliás este conceito nem existia, era uma simples referência ao posicionamento dos assentos no parlamento francês.
    Alem disso esta revolução significou muito mais do que uma simples perseguição a religiosos e ridículos monarcas.
    É graças a ela que outras inquisições não se repetiram.
  • Robespierre  07/07/2016 23:32
    É mesmo?

    Tipo assim, você está ligado que as medidas implantadas pelos jacobinos geraram uma hiperinflação, que gerou fome, e que essa fome, ao ficar fora de controle, gerou, em 1793, um grupo radical chamado "Comitê da Segurança Pública", liderada por Maximilien Robespierre, que decidiu solucionar o problema da fome decretando a "Lei de Maximum", um conjunto de políticas decretando um limite de preços para o pão e outros bens comuns.

    E quando essas medidas se revelaram incapazes de aumentar a oferta de alimentos, o comitê enviou soldados para o interior do país com o intuito de confiscar violentamente os cereais dos perversos agricultores, que estavam "entesourando" tudo.

    Isso não é de esquerda? Essa política é pavorosamente idêntica à da Venezuela atual.

    Parece que quem não sabe distinguir bananas de maçãs é você.

    Volte quando estiver mais bem informado historicamente.
  • Peterson  08/07/2016 13:45
    Não é o controle de preços que define se é esquerda ou direita, filhão. Siga seu próprio conselho e estude para da próxima vez não dar vexame.
  • William  08/07/2016 16:46
    Controle de preços, envio de tropas do governo para confiscar violentamente a propriedade dos agricultores, e guilhotina para os reacionários capitalistas.

    Se isso não é uma política abertamente socialista, então eu sou torquemada.

    Volte depois, tiozão. Você ainda tem muito a estudar.
  • Fábio  08/07/2016 20:52
    Se controle de preços definisse posição ideológica, então o Sarney é de extrema-esquerda...
  • Alceu  08/07/2016 21:35
    Bingo!

    Recordações de um Brasil socialista

    Controlar preços é o ataque mais básico à propriedade privada. No caso de Sarney, além de controlar preços, ele também proibiu as importações. Sim, sua política econômica era soviética. A única diferença é que ele não confiscou os meios de produção que estavam em mãos privadas.
  • Kek  10/07/2016 14:31
    Precisa ser muito cara de pau pra dizer que Revolução Francesa não era de esquerda e era libertária.
  • João Paulo  16/03/2017 22:41
    Eu acredito que há algumas pessoas que estão se dizendo libertárias ou dizendo que algumas medidas impostas por governos ou movimentos de esquerda no passado foram de cunho libertário para denegrir o ideal libertário. Numa discussão em rede social eu me identifiquei como libertário e um cara simplesmente passou a afirmar que eu, com libertário, era a favor de soluções estatais. Sei que há muita gente ignorante mesmo, mas não duvido que exista essa ideia de mentir sobre o verdadeiro ideal libertário.
  • Silvio  17/03/2017 14:56
    Pombas, Sarney era e é um esquerdista.
  • Luana  07/07/2016 23:40
    ótimo texto.
  • Ricardo Bordin  08/07/2016 02:18
    Redigi um artigo que vai no mesmo sentido, destacando a contínua necessidade da Esquerda em promover "revoluções por minuto":

    https://bordinburke.wordpress.com/2016/05/15/o-que-a-esquerda-he-man-e-dancar-na-rua-tem-em-comum/
  • Justiceiro  08/07/2016 04:57
    O grande problema sempre foi a desigualdade perante as leis.

    Os privilégios de reis, rainhas e imperadores, foram os primeiros a serem combatidos.

    Depois vieram os combates aos privilégios de presidentes,ministros, juízes, governadores, prefeitos, deputados, vereadores, etc.

    Nas últimas décadas, começaram os combates aos privilégios da população, de grupos, classes, etc.

    As pessoas não entendem que todos são iguais perante as leis. Nenhum grupo merece receber privilégios. Todos devem pagar a mesma alícota de impostos, tudo que é comercializado deve ter a mesma alícota, ninguém deve receber passagens e meia entrada, privilégios de bolsas, etc.

    Quando as pessoas entenderem que os conflitos são gerados por privilégios a grupos especícifos, as coisas podem melhorar. Por exemplo, se o governo fornece educação, que comece de baixo e que seja igual para todos, sem privilégios de faculdade, mestrados e doutorados. Na saúde, enquanto a saúde básica não for boa, ninguém deve ser operado. Não deve haver privilégios em nenhuma área.

    O principal é que a liberdade das pessoas são iguais. Ninguém pode ter menos liberdade do que outros.

    Chega de privilégios, de áreas vip de governos, de grupos de bolsistas, grupos de atendidos, grupos de isentos de impostos, grupos de subsidiados, etc.

    As pessoas são iguais perante as leis. Quando todas as pessoas tiverem sob as mesmas regras, a disputa será mais limpa, com mais ética, com fair play, etc. Esse jogo de privilégios está muito sujo.

  • Além-Mar  08/07/2016 13:48

    Essa notícia mostra que o Brasil não tem mesmo solução:


    veja.abril.com.br/noticia/brasil/taxistas-apelam-a-moro-contra-o-uber



    Daqui uns 500 anos voltamos a falar sobre o Brasil. Esse país não existe.
  • Kek  10/07/2016 14:44
    O segredo é todo mundo pegar a foda fora do Bostil.
  • Andre Fernandes  08/07/2016 17:32
    Pessoal do site,

    Algum material/artigo que vocês possam indicar falando sobre o caso do Ross Ulbricht (Dead Pirate Roberts), a Deep Web (e os ataques que ela sofre por manter a privacidade e a liberdade dos usuários) e o site Silk Road?

    Acho que dá pra fazer uma boa análise com viés liberal/libertário sobre o caso...

    Abs
  • Gustavo  09/07/2016 04:21
    Só uma pequena nota: acreditar que a Inquisição era uma instituição perversa e afins também é errado. Ela foi bem menos "impiedosa" do que lhe atribuem e sim benéfica (há vários relatos de como ela acabou com linchamentos públicos e serviu como avanço para o sistema jurídico). Sem contar que ela era apenas para católicos (detalhe que ninguém lembra).
  • Estevam  11/07/2016 14:46
    Eu discordo de um ponto do texto que é essa análise purista, ou seja, o autor espera plena coerência do objeto em análise:

    "É por isso que aqueles conservadores que acusam a esquerda de relativismo moral estão errados: longe de ser relativista, a esquerda é absolutista em sua exigência para que todos se conformem aos seus códigos morais peculiares."

    A verdade é que esquerdistas - assim como um fenômeno espontâneo da trapaça em debates que vejo com muita frequência quando converso com leigos em política - são relativistas quando nós expressamos valores absolutos, mas não quando é a vez deles. Isso é uma estratégia de desarmar o argumento, já não bastasse a pedagogia do oprimido que é feita para destruir a inteligência.

    i2.wp.com/onanico.net/wp-content/uploads/2016/05/pedagogia-reduz.jpg?w=1200

    Uma vez preparado o terreno ele pode impor suas verdades absolutas. Como pode alguém que defende diversidade e moral relativa estar tão certo e querer impor sua própria moral através do Estado?
    Resposta simples: incoerência, hipocrisia ou falta de inteligência.
    Ora, o relativismo refuta a si mesmo. O próprio ato de argumentar a favor do relavismo é contraditório, pois o argumento é um mecanismo que busca uma verdade.
    Esquerdistas querem relativismo para você, mas não para eles, sobretudo quando começam a perder o debate. Alguns querem hospitais públicos para os pobres, mas não para eles. A ONU quer socialismo para países de terceiro mundo, mas não para eles.
    Grandes capitalistas como George Soros financiam ONGs progressistas, é possível entender o motivo?
    Eles querem destruir a família, mas não a deles.

    Quem realmente foi muito errado e petulante foi Lew Rockwell neste parágrafo, uma pena, pois gosto bastante dele.
    No restante o artigo está ótimo.

    Para quem realmente suporta diversas opiniões eis um debate com Olavo de Carvalho onde ele diz a mesma coisa. Não precisa assistir tudo, basta ir para 4:20:
    https://www.youtube.com/watch?v=vdGH6Uh1UbY

    Aproveito e coloco este artigo muito interessante de Rothbard:
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1496
  • Emerson Luis  11/07/2016 15:22

    A direita é potencialmente autoritária, a esquerda é intrinsecamente totalitária.

    Precisamos sempre comparar o discurso esquerdista com o comportamento esquerdista:

    Falam de respeito à diversidade e proteção das "minorias", mas atreva-se um membro de qualquer minoria a discordar do discurso socialista para ver o que acontece.

    Pregam o relativismo moral para induzir as pessoas a abandonar crenças e valores tradicionais, mas assim que as pessoas o fazem eles logo impõem seus dogmas.


    * * *
  • Estevam  11/07/2016 17:00
    perfeitamente colocado
  • Jose  12/07/2016 11:00
    Quero ver agora uma explicação sobre esse efeito benéfico na economia californiana mesmo com aumento de impostos que vocêes tanto reclamam.
    www.bbc.com/portuguese/internacional-36731177?ocid=socialflow_facebook%3FSThisFB
  • Arimatéia  12/07/2016 12:04
    A própria reportagem respondeu -- e, "coincidentemente", utilizou o mesmo argumento que sempre é repetido neste site.

    A moeda (o dólar) fortaleceu, e toda a economia californiana (fortemente voltada para o setor de serviços e de TI) foi junto.

    Faz 8 anos que este Instituto insiste que uma moeda forte é o segredo. Sem moeda forte não há economia forte. A moeda forte pode não ser tudo, mas sem moeda forte, tudo vira um nada.

    E o que aconteceu com os EUA? Bastou o dólar ficar forte, a toda a economia americana se recuperou. Praticamente como mágica.

    As pessoas ignoram a importância de se ter uma moeda forte, esquecendo-se de que não há economia forte com uma moeda fraca. O dólar se fortaleceu e toda a economia americana foi junto. E não foi só a Califórnia, não. Todos os estados americanos cresceram.

    Aliás, como diz a reportagem, o aumento de impostos estaduais sobre os ricos na Califórnia está levando empresas a se mudarem para outros estados, majoritariamente o Texas. Não sei muito bem como isso é sinal de sucesso...

    Por fim, em termos de crescimento constante e consistente, ninguém bate o Texas (mesmo com as petrolíferas em dificuldade), que aliás tem um dos menores desempregos dos EUA.

    https://assets.recenter.tamu.edu/documents/articles/2046.pdf

    No mais, sigo no aguardo de uma explicação sua de como é que aumento de impostos podem aditivar um crescimento econômico. Nem mesmo os keynesianos defendem isso -- ao contrário, aliás; para eles, o governo deve aumentar impostos exatamente para desacelerar o crescimento econômico e, com isso, evitar a inflação.

    Aguardo seu retorno com uma explicação lógica.
  • Guilherme  12/07/2016 12:07
    O legal é que a reportagem diz que houve uma "alta no tributo sobre vendas". Ora, isso é um aumento de impostos totalmente regressivo, que afeta majoritariamente os mais pobres.

    Por uma questão de coerência e decência, quando a dupla Temer-Meirelles anunciar a volta da CPMF e/ou o aumento de impostos indiretos, quero ver o José vir aqui com essa mesma excitação mostrar sua aprovação a tal medida, dizendo que ela será "propícia ao crescimento econômico".

    Não fuja, José!
  • jose  12/07/2016 12:34
    É por isso que eu ainda acesso ao site diariamente, o pessoal aqui consegue explicações pontuais e sempre corretas, Foi apenas uma provação gente pra ver se tinha algum comuna, é incompreensível como a mídia tem batido diariamente e tornando as notícias em mentira pura para sempre legitimar o poder do Estado, seja em aumento de impostos ou outras formas de controle.
    Depois de 2010 realmente houve uma guinada na economia Americana pra cima, e obviamente independente de qualquer coisa a Califórnia também seria beneficiada.
    Parabéns a todos.
  • Marcos Rocha  12/07/2016 12:14
    Já morei por 17 meses na Califórnia.

    Só as empresas de TI -- instaladas lá desde o início da década de 1980 --, os estúdios de cinema -- instalados lá desde o início do século XX --, e o setor de turismo garantem toda a economia californiana. Quanto mais forte estiver o dólar, maiores serão as receitas (principalmente a oriunda do turismo dos próprios americanos).
  • Carlos Marrasca  13/07/2016 15:33
    Não entendi a ultima frase do texto. Porque os libertários não se sentiriam em casa na direita? Ora, ser de direita é JUSTAMENTE ser libertário. Qualquer característica autoritária é uma contaminação de ideias da esquerda.
  • Gabriel  16/03/2017 19:46
    Jamais...
    O espectro político mudou muito nos últimos 2 séculos, A dinâmica Direita x Esquerda hoje é totalmente diferente do que era originalmente.
    Temos que adequar o nosso alinhamento político com o que é conhecido hoje por Direita ou Esquerda, não adianta tentar buscar as definições de séculos atrás, e é por isso que hoje o libertarianismo esta fora da dicotomia Direita x Esquerda.

    No mais, vale dizer que em termos originais, analisando-se essa dicotomia a época da Revolução Industrial, Revolução Francesa e revolução gloriosa, A Direita era composta por conservadores defensores do "ancien regime" (regime antigo/anterior) esses caras eram os membros da antiga nobreza, defensores de privilégios e estado grande a moda monárquica.
    Já a Esquerda era na realidade o bastião da liberdade, formada pelos Liberais "originais", os liberais revolucionários (ex. galera da revolução gloriosa). os Caras a Esquerda eram os ferrenhos defensores da liberdade absoluta.
    Com o passar do tempo intelectuais socialistas começaram a se alinhar a Esquerda por conta de "semelhança" de objetivos, o socialismo em teoria busca a total liberdade do indivíduo assim como os liberais revolucionários/libertários, mas acredita que essa liberdade passa por um Estado Grande e Provedor, uma verdadeira abominação intelectual, mas o objetivo final teoricamente é o mesmo.
    como os primeiros socialistas (bem antes de Marx) tinham esse objetivo comum com os liberais, estes se alinharam a Esquerda juntamente com esses.

    Antes mesmo da WW1 o movimento liberal já estava bem enfraquecido, por diversos motivos, e com esse enfraquecimento o ideal socialista acabou se destacando na Esquerda, após a revolução Russa e a WW2 a Esquerda passou a ter uma vertente absolutamente socialista, os liberais ficaram meio que "sem casa".
    Hoje, com essa história já praticamente perdida e esquecida os liberais acabam se alinhando mais a Direita por conta do ideal Econômico ser mais próximo, mas a mentalidade conservadora IMPOSITIVA da Direita é sempre foi e sempre será absolutamente antagônica ao libertarianismo, aqui destaco o "impositiva" pois não a nada de errado em ser conservador, o problema é querer sem conservador no quintal dos outros.

    Se quiser entender bem essa dinâmica histórica da Direita x Esquerda sugiro a leitura dos primeiros capítulos do "manifesto libertário - Rothbard" (www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=94) e "Esquerda e Direita - Perspectivas para a liberdade - Rothbard" (www.mises.org.br/Ebook.aspx?id=58).
  • Joao  16/03/2017 20:48
    " não a nada de errado em ser conservador, o problema é querer sem conservador no quintal dos outros."

    Concordo plenamente contigo. Pode ser conservador a vontade, pode ser liberal a vontade. Mas não force ninguém a ser também.
  • Wilstermann  17/03/2017 03:02
    Gabriel, e atualmente o Libertarianismo estaria em qual dos dois espectros? Ou ele estaria igual ao Fascismo que se considera como Terceira-Via?
  • Torcedor do América  17/03/2017 16:36
    Wilstermann, o libertarianismo estaria da mesma forma que a social-democracia e o fascismo, ou seja, nem de direita e nem de esquerda.

    Enquanto o comunismo/socialismo estaria na esquerda e o conservadorismo/democracia liberal estaria na direita.

    Isso, lógico, considerando o que a maioria dos seguidores dessas posições todas acham. Se fôssemos colocá-los no Diagrama de Nolan ou no Espectro Político, a história seria outra.
  • Jonas  16/03/2017 16:26
    Grande Rockwell.
  • Carlos Neto  16/03/2017 16:36
    Qual a opiniao do mises acerca da total transparencia, por exemplo, quanto a circulacao do dinheiro? Quem nao deve, nao teme, certo?
  • FL  16/03/2017 17:04
    Dando uma adaptada:

    O Partido Socialismo e Liberdade não é um partido trabalhista no sentido clássico do termo: ele representa os interesses de todo o trabalho honestamente criativo. Trata-se de um partido que ama a liberdade e é estritamente nacionalista e que, portanto, luta contra todas as tendências reacionárias, contra os privilégios capitalistas, eclesiásticos e aristocráticos, e contra todo o imperialismo americano, mas acima de tudo contra a opressora influência da mentalidade comercial do patriarcado capitalista sobre todos os domínios da vida pública....

    O partido exige a eliminação do domínio dos banqueiros sobre o comércio e os negócios, e exige a criação de bancos nacionais do povo, com uma administração democrática.
  • Benzoato de Sódio  16/03/2017 17:57
    Socialismo e liberdade são duas coisas antagônicas.
    O socialismo obriga todos a trabalharem para o mesmo patrão, obriga todos a comprarem do mesmo fornecedor. Controla onde você vai gastar o seu dinheiro. Se o governo controla praticamente tudo na sua vida (afinal ele controla os meios de se obter as coisas) me diga como isto é liberdade?
    Liberdade é você ter o direito de escolher o que quer fazer com o que você ganha, se quer comprar um carro importado ou um telefone celular de quem você quiser.
  • Benzoato de Sódio  16/03/2017 17:58
    Tudo de ruim no mundo sempre vêm da esquerda, não é atoa que Jesus falou que no dia do juízo final vai colocar os bons na direita e os maus na esquerda.
  • Joao  16/03/2017 18:19
    Não concordo (ou não entendi) a parte da Direita defender "valores tradicionais". Fodam-se os valores tradicionais ou não tradicionais. Cada um que seja livre para decidir qual valor quer seguir. Se para uma pessoa algo tradicional é bom, parabéns pra ela. Mas se para outra o não tradicional é melhor, bom pra ela também. O que importa é a liberdade de cada um, contanto que não agrida a liberdade do outro. Se a Direita é contra o uso de maconha, e a esquerda apoia, o fato de eu defender a liberdade individual da pessoa, e que ela tem o direito de ser burra e estragar seu próprio corpo, isso não me faz de esquerda. O pensamento vai muito além de esquerda x direita. Acho que libertarianismo é muito maior que esquerda e direita.
  • anônimo  17/03/2017 16:06
    Quem senta em cima do muro sempre se coloca como se estivesse acima dos outros. Mas é pior do que aqueles que estão de um lado ou de outro do muro.
  • anônimo  17/03/2017 16:14
    João, a direita defende os valores tradicionais contra os ataques, e principalmente, quer impedir que eles venham do próprio Estado. A direita não quer obrigar ninguém a viver da mesma forma.
    Cada um é livre para viver do seu modo sem querer obrigar os outros a serem como ele.
    Por exemplo: Políticos de direita são contra o kit gay nas escolas públicas e estão certíssimos em ser contra, porque , primeiro a função da escola é ensinar matemática, português etc. e segundo porque este kit tem por objetivo incentivar o comportamento homossexual nas crianças. Isto é uma maneira de impor de forma covarde uma agenda gaysista às crianças.
    Os políticos de direita são contra a liberação do aborto, porque é um assassinato.
    Os políticos de direita são a favor da redução do Estado.
    Os políticos de direita são a favor do porte de armas para cidadãos honestos.

    Como a direita pode ser igualada a esquerda?
  • Andre  17/03/2017 16:58
    Porque a direita é tão coletivista quanto a esquerda, opiniões pontuais não vão resolver o principal problema, o desrespeito ao individualismo. Nenhum direitista de gabarito defende abertamente a desestatização do sistema de educação e saúde, a reforma de verdade da previdência para o sistema de contas individuais e a privatização de todas as estatais e de toda infra estrutura, esse é o básico da defesa da liberdade econômica.

    "Os políticos de direita são contra a liberação do aborto, porque é um assassinato.
    Os políticos de direita são a favor da redução do Estado.
    Os políticos de direita são a favor do porte de armas para cidadãos honestos. "

    Maldito o homem que confia no homem.
  • Vinicius  17/03/2017 17:19
    Defender os ideais da direita é fácil, agora quero ver colocar os nomes dos políticos que defendem tudo isso e pedir voto pra eles.
  • Tom  17/03/2017 17:37
    "Os políticos de direita são a favor da redução do Estado"

    Por favor, cite apenas um político de direita (ou de qualquer orientação) no Brasil que seja a favor da redução do Estado.
  • Jorge  17/03/2017 19:04
    "Os políticos de direita são a favor da redução do Estado"


    É menos insano acreditar em duendes do que acreditar nisso.
  • Arnaldo  16/03/2017 18:19
    A galera curte uma igreja pelo jeito hahaha.
    Detesto tanto quanto estado.
    A direita é tão péssima quanta a esquerda.
  • Joao  16/03/2017 19:35
    Pode isso Arnaldo? Pode sim, concordo com você, heheheh
  • Jango  16/03/2017 19:39
    Qual trecho do texto fez você achar isso, camarada Arnaldo?
  • tales  17/03/2017 17:40
    O que a igreja te fez ou te obrigou a fazer para odiá-la tanto quanto o estado? Eu hein.
  • Joao  16/03/2017 20:44
    "Só para esclarecer, libertários não se sentem em casa nem na esquerda e nem na direita. Porém, a ideia de que ambos os lados são igualmente terríveis, ou representam ameaças idênticas à liberdade, é uma insensatez imprudente e destrutiva."

    Certamente a esquerda é muito pior que a direita e representa uma ameaça maior à liberdade, mas acreditar que a direita não ameaça a liberdade (só por ser uma ameaça menor) isso sim é uma insensatez imprudente e destrutiva. Pergunte aos grandes defensores da direita conservadora o que eles acham do libertarianismo, e do anarcocapitalismo. As Olavetes não me deixam mentir.
  • Tradutor Liberal  17/03/2017 01:22
    Mais um excelente artigo do Sr. Rockwell.
  • 4lex5andro  17/03/2017 18:32
    Poucos textos levantam essa ideia de o quanto está defasada essa dicotomia esq. vs. direita no ocidente.
  • anônimo  17/03/2017 12:21
    A questão é mais simples do que parece. Toda essa briga entre esquerda e direita deve desaparecer, quando o poder de compra das pessoas for satisfatório.

    A grande maioria das pessoas só quer consumir, comprar e ter propriedades. Muitas pessoas trabalham e não obtém resultados satisfatórios para atender as suas necessidades. O poder de compra é a solução para a grande maioria dos problemas sociais.

    Enquanto as pessoas não perceberem que o livre mercado é essencial, elas mesmas serão punidas com o protecionismo, expropriação e confisco.

    O próprio governo usa a pobreza para justificar seus desmandos, enquanto nada faz para aumentar o poder de compra, aumentar a concorrência, aumentar o poder da moeda, aumentar o livre mercado, reduzir burocracia, etc.

    Enquanto as pessoas não puderem comprar com seu próprio dinheiro, a tendência é ter mais problemas sociais. Ninguém vai reclamar de saúde, educação e segurança, se essas coisas são acessíveis, porque o poder de compra permite isso.




  • anônimo  17/03/2017 16:19
    Isto é esquerda
    g1.globo.com/mundo/noticia/venezuela-prende-fabricantes-de-brownie-e-croissant-em-guerra-do-pao.ghtml

    e isto é direita

    noticias.r7.com/internacional/brexit-reino-unido-fora-da-uniao-europeia

    Bem diferentes.

    Esquerda é superpoderes ao Estado, socialismo, falta de valores morais, bandidos são vitimas da sociedade.

    Direita é estado pequeno, direito de se defender, liberdade econômica, proteção dos valores que constituíram a sociedade.

  • Andre  17/03/2017 17:03
    Então devemos votar em políticos de direita que tudo ficará bem, correto?
  • Arthur F  18/03/2017 14:36
    Andre,

    "Felizes para sempre" não existe, é utopia da esquerda, mas se pelo menos não votassemos em políticos com ideias que já se demonstraram fracassadas a 100 anos atrás, seria importante para evolução da nossa sociedade e não darmos passos para trás.

    Agora, voltando ao Brasil, aqui é difícil encontrar políticos declaradamente de direita, pois a esquerda possui o monopólio das virtudes, pois aqui ser de direita ou conservador é ser taxado de "facista".

    Abraço.
  • Jeff  20/03/2017 19:40
    Comentário a parte: para fazer jus a imagem do post que foi publicada sem referência: Design by Sean Mort https://www.threadless.com/product/1779/The_Gaming_Revolution/tab,guys
  • joatas  22/03/2017 13:16
    Você quer resumir o que é a esquerda?

    Basta olhar para a China, onde o mercado recebeu uma boa dose de capitalismo (não é pleno é claro), mas o partido comunista não admite qualquer liberdade de expressão, de pesquisas históricas de eventos como o Massacre da Praça da Paz Celestial, ou ainda qualquer manifestação de rua (imaginem queimar pneus).

    A China bloqueia Google, Youtube, Instagram, Snapchat, Facebook, Live Streaming, Twiter, etc. Tudo passa por um firewall ou pela Xinhua (agência do governo), antes de ser disponibilizado como informação. Controlar a informação é premissa máxima do estado comunista.
  • Victor  22/03/2017 13:34
    China vive o pós socialismo, já superaram toda a parafernália revolucionária, dominam o poder político e colocam o capitalismo de compadre pra gerar valor, quanto à vida em geral, conheço muito conservador que morou na China e deseja voltar pra lá, por classificarem como um bom lugar para criar filhos longe das más influências, é por isso que essa gente precisa ser tão combatida quanto os esquerdistas,
  • João  22/03/2017 16:59
    "conheço muito conservador que morou na China e deseja voltar pra lá"

    Eu aposto a minha casa que esse trecho é mentira. Os conservas odeiam Rússia e China.
  • Tulio  22/03/2017 17:16
    A Rússia não mais. Desde a ascensão de Trump e seu love affair com Putin, a Rússia ascendeu de "ameaça ao mundo ocidental" a "salvação da civilização judaico-cristã".

    Mesmo país, mesmo ditador, perspectivas completamente opostas. O que causou toda essa reviravolta? A simples eleição de Trump. Vá entender...


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.