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Multiculturalismo forçado é relativismo moral

O fracasso do multiculturalismo pode ser hoje testemunhado em tempo real na Alemanha, no Reino Unido, na França, na Dinamarca, na Suécia, na Bélgica e em outros países europeus. 

Imigrantes oriundos da África e do Oriente Médio, atraídos pelas promessas de benesses gratuitas e subsídios estatais, não apenas se recusam a se assimilar à cultura local, como ainda tentam implantar nesses países as mesmas culturas fracassadas das quais eles estão fugindo.

Na esquerda, os multiculturalistas e proponentes da diversidade estão corretos quando dizem que pessoas de todas as raças, religiões e culturas devem ser tratadas igualmente aos olhos da lei.  No entanto, todo o argumento deles se esfacela — sendo ainda mais franco, beira a idiotia — quando eles próprios afirmam que determinados arranjos culturais não podem ser julgados de maneira crítica. 

Segundo eles, julgar alguns valores culturais como sendo superiores a outros é uma demonstração clara de racismo, preconceito e "eurocentrismo".

Pergunte a qualquer defensor da diversidade e do multiculturalismo: a mutilação genital feminina compulsória, como a que é praticada em quase 30 países da África subsaariana e do Oriente Médio, é um valor cultural moralmente equivalente aos valores ocidentais? 

A escravidão ainda é praticada no norte do Sudão.  Na maioria dos países do Oriente Médio, há várias limitações impostas às mulheres, como a proibição de dirigir, de ter um emprego, e de receber educação formal.  Sob a Lei Islâmica, em alguns países, mulheres adúlteras são punidas de morte por apedrejamento, e batedores de carteira têm suas mãos decepadas.

Em alguns países da África e do Oriente Médio, a homossexualidade é um crime, em alguns casos punida com a morte.

Seriam todos esses valores culturais moralmente equivalentes aos ocidentais?  Francamente, dizer isso é um relativismo moral.

A maior conquista do Ocidente foi o conceito de direitos individuais, os quais foram formalizados pela primeira vez na Magna Carta inglesa de 1215.  A ideia surgida era a de que indivíduos possuem determinados direitos que lhes são inalienáveis.  Indivíduos não existem para servir ao governo; e o governo existe apenas para proteger indivíduos contra agressões de terceiros.  Mas foi apenas no século XIX que as idéias da liberdade receberam amplo reconhecimento.  No Ocidente, elas foram popularizadas majoritariamente por meio das obras de filósofos britânicos, como John Locke, David Hume, Adam Smith e John Stuart Mill.

A liberdade individual implica tolerância às diferenças entre as pessoas, sejam essas diferenças raciais, sexuais, ideológicas ou políticas.  A liberdade também implica uma disposição em permitir que outras pessoas que discordem de você vivam tranquilamente a vida delas, desde que elas não agridam nenhum inocente.  Mas essa não é exatamente a visão dos multiculturalistas, que querem impor sua diversidade sobre pessoas que não querem aceitá-la.  Isso já é agressão.  Uma coisa é você não concordar com uma cultura, mas não agredir quem a pratica.  Outra coisa é querer impor, à força, uma cultura a quem discorda dela. 

Isso não tem como dar certo.

E é isso o que os imigrantes muçulmanos fazem na Europa.  Em algumas partes do Reino Unido, cristãos são ameaçados de violência pelo simples fato de estarem carregando uma Bíblia.  Tentar, pacificamente, converter muçulmanos ao cristianismo é visto como um crime de ódio.  Mulheres são abordadas por homens muçulmanos por estarem "inapropriadamente" vestidas.  Várias mulheres são sexualmente agredidas por muçulmanos (mas nenhuma feminista vai a uma organização islâmica protestar contra a "cultura do estupro").

Em vários países europeus, já foram estabelecidas várias "zonas proibidas" — nas quais nem a polícia pode entrar — em que a única lei é a sharia.  De acordo com o jornal britânico Express, "Londres, Paris, Estocolmo e Berlim estão entre as grandes cidades européias com uma explosiva lista de 900 zonas sem lei formadas por populações de imigrantes".

Tanto na Europa quanto nos EUA, o multiculturalismo é uma visão elitista de esquerda, com raízes nas universidades.  A elite intelectual, os tribunais e as agências governamentais empurram sobre a população uma agenda que é tudo, menos uma defesa dos direitos individuais, da liberdade de não se submeter a um estilo de vida com o qual não concorda, e da filosofia do viva e deixe viver.  Ao contrário, multiculturalismo/diversidade é uma agenda que advoga todos os tipos de submissão: submissão a idéias, a atitudes e a discursos. 

Multiculturalismo/diversidade é a imposição de programas de reeducação, em que os proponentes da diversidade doutrinam estudantes, intimidam professores dissidentes, e impõem sobre empregados, gerentes e executivos toda a agenda politicamente correta que já foi pré-estabelecida como sendo a única aceitável.

Parte dessa doutrinação advoga a proibição de se fazer qualquer julgamento crítico, ensinando que qualquer estilo de vida é tão válido e respeitável quanto os outros, e que todas as culturas e seus respectivos valores são moralmente equivalentes.

Para os adeptos do multiculturalismo e da diversidade, coisas como cultura, ideias, costumes, artes e habilidades são uma questão racial, e são determinadas pelo grupo ao qual você pertence.  Para tais pessoas, assim como um indivíduo não tem controle sobre a raça a que pertence, ele também não tem controle sobre sua cultura.  Essa é uma ideia racista, mas é um racismo politicamente correto.  Ela diz que as convicções, os valores e o caráter não são determinados pelo discernimento pessoal e pelas escolhas feitas, mas sim determinados geneticamente.  Em outras palavras, como os racistas de outrora afirmavam: a raça determina a identidade.

Como bem disse Thomas Sowell, "o multiculturalismo se resume a isso: você pode elogiar qualquer cultura do mundo, exceto a cultura ocidental; e você não pode culpar nenhuma cultura do mundo, apenas a ocidental".

Os valores ocidentais são superiores a todos os ouros.  Mas não é necessário ser ocidental para se ter valores ocidentais.  Um indivíduo pode ser chinês, japonês, judeu, africano ou árabe e possui valores ocidentais.  Aliás, não é coincidência que os valores ocidentais da razão e dos direitos individuais tenham produzido um padrão de vida sem precedentes para o cidadão comum, com saúde, expectativa de vida, riqueza e conforto crescentes.

Há uma relação inquestionavelmente positiva entre liberdade e padrão de vida.  Há também uma evidência inquestionável de que nós, ocidentais, não estamos dispostos a nos defender dos bárbaros.  Apenas veja nossa recente reação ao massacre de Orlando: em vez de nos concentramos no assassino e sua mentalidade, nos concentramos na arma que ele utilizou.


2 votos

autor

Walter Williams
é professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros.  Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.


  • Pobre Paulista  01/07/2016 14:54
    """(mas nenhuma feminista vai a uma organização islâmica protestar contra a "cultura do estupro")"""

    Há controvérsias :-D

  • Roberto  01/07/2016 15:12
    Vídeo engraçado. Mas elas não estão protestando contra "a cultura do estupro", mas sim contra o anti-feminismo dos islâmicos.
  • Nerato  01/07/2016 15:08
    Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.

    Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.

    Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.

    Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:

    Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.

    Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.

    Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.

    Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política...e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.

    Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.

    Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.

    Trabalharíamos como se fossemos "fantasmas". O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.

    É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.

    Para os interessados meu email é pareDeEncherONossoSacoComEssaPorcariaDeSpam@gmail.com
  • anônimo  02/07/2016 03:05
    Hehehehh... Já até pensei em entrar em contato com esse Sr., mas quando vi que ele estava comentando em TODOS os artigos do IMB, o desconfiômetro ligou e eu continuo como a "liberchata" solitária que rebate todos os argumentos estatistas que ouve por aí.

    Sobre o artigo, terminei de lê-lo com uma vontade enorme de que todos os europeus pró-multiculturalismo e defensores de outras baboseiras socialistas, geralmente com diploma de mestrado ou doutorado em ciências sociais, provassem do próprio veneno com as outras "-exit" e "-leave" que vêm por aí. Vou a muitos eventos de relações internacionais onde esses seres iluminados dão palestras sobre como tudo ficaria melhor e mais "humanizado" (nunca entendi muito bem essa expressão) se os governantes e o povo aceitassem mais os imigrantes, fortalecessem mais a Mamãe Estado, blá,blá,blá... E aí eu me pergunto: Por que cargas d'água eles não abrem suas próprias casas e usam suas próprias economias para receberem e sustentarem os imigrantes e param de sugerir que outras pessoas façam isso contra a vontade delas? Ninguém toca no assunto que mais interessa, algo que o autor Walter Williams fez com maestria. Muito boa a escolha!
  • Renan Merlin  02/07/2016 17:20
    E igual o muro que o Trump quer fazer na fronteira com o Mexico. Os que criticam tudo tem muro e sistema de segurança em vossas casas. Não estou falando que é certo mas acho que os paises tem sim o direito de escolher quem entra ou não em seus paises.
  • Andre Cavalcante  03/07/2016 17:08
    E muro resolve alguma coisa? Berlim que o diga...
  • Pinguin Vesgo  04/07/2016 04:08
    Muros são barreiras bastante eficazes para contenção. O Muro de Berlim que o diga. Não fosse ele a Alemanha Oriental se esvaziaria em questão de dias.
    Não resolvem tudo é lógico (aliás, se alguém me apontar uma medida que, sozinha, resolva 100% dos problemas de invasão, eu pago 10 milhões de dólares venezuelanos).
  • Renato  04/07/2016 00:15
    Anônimo, é por isso que eu deixo o meu e-mail para contato. Se você quer tirar alguma dúvida, me mande um e-mail para começarmos esse empreendimento.
  • Nerato  04/07/2016 10:19
    Anônimo, só para lembrar, meu e-mail é: pareDeEncherONossoSacoComEssaPorcariaDeSpam@gmail.com
  • Fernando Borcath   01/07/2016 15:43
    Perfeita análise sobre "O Ovo da serpente"!!
  • Douglas  01/07/2016 15:49
    Walter Williams sempre excelente.
  • anônimo liberal  01/07/2016 17:00
    Sinceramente não entendi o alvo do artigo. Parece que saiu direto do instituto olavo de carvalho e não do instituto Mises

    Onde exatamente o governo está forçando alguém a aceitar outras culturas? Permitir que outras culturam entrem no país e vivem do seu jeito é forçar alguém a algo? Não era isso que o liberalismo defendia, livre imigração e liberdade de escolha?

    Se o problema é o subsidios que o governo dá para os imigrantes, então critiquem apenas os subsidios e não os imigrantes.

    Vejam esse trecho do artigo:

    " Várias mulheres são sexualmente agredidas por muçulmanos "

    Dá a entender que o problema são os muçulmanos e não os agressores.

    Por fim, o que vocês propõem: que o governo regule a entrada de imigrantes? proiba determinadas culturas?
  • Libertário  01/07/2016 19:35
    "Sinceramente não entendi o alvo do artigo."

    O multiculturalismo forçado goela abaixo pela intelectualidade acadêmica e pelos governos mundo afora.

    "Parece que saiu direto do instituto olavo de carvalho e não do instituto Mises"

    Isso é comentário, crítica ou elogio? Olavo tem o monopólio de determinadas questões?

    Aliás, comparado ao Instituto Mises americano -- que é totalmente a favor de se fechar fronteiras e de se barrar todo e qualquer tipo de imigração --, o artigo acima é extremamente leve.

    O MI americano inclusive publicou toda uma compilação defendendo a ideia de que "There is no necessary connection between battling to curb immigration and rejecting key elements of the free market such as free trade."

    E com direito a artigo do Hoppe intitulado "The Case for Free Trade and Restricted Immigration"

    Informe-se melhor antes de dar chiliques em público.

    "Onde exatamente o governo está forçando alguém a aceitar outras culturas?"

    Explicitamente, na Europa.

    Nos EUA, o governo americano está em uma cruzada para acabar com a distinção dos banheiros. Se um homem decidir que é mulher e quiser entrar num banheiro feminino repleto de garotinhas de 7 anos, e mijar em pé, o governo diz que ele tem esse dinheiro. Procure no Google.

    Aqui no Brasil, tudo ainda é incipiente. Por enquanto, estão "apenas" querendo impor a obrigatoriedade de currículos escolares darem aula de educação sexual gay, obrigando um menino a beijar a boca do colega.

    "Permitir que outras culturam entrem no país e vivem do seu jeito é forçar alguém a algo?"

    Isso seria o ideal. Só que isso não mais acontece em lugar nenhum do mundo. Imigrantes muçulmanos se estabelecem, criam a sharia, estupram mulheres locais e tudo beleza. Vá se informar sobre a onda de estupros que vem varrendo a Suécia.

    (Sério mesmo, você mora debaixo de uma pedra?)

    "Não era isso que o liberalismo defendia, livre imigração e liberdade de escolha?"

    Informe-se:

    Uma teoria libertária sobre a livre imigração

    "Se o problema é o subsidios que o governo dá para os imigrantes, então critiquem apenas os subsidios e não os imigrantes."

    Comentado no artigo.

    "Vejam esse trecho do artigo: "Várias mulheres são sexualmente agredidas por muçulmanos""

    Comentando -- com direito a link e tudo -- uma das conseqüências imediatas do sistema de cotas para imigrantes adotado pela União Europeia logo após a guerra civil da Síria.

    Vou perguntar de novo: você está morando dentro de uma caverna?

    "Dá a entender que o problema são os muçulmanos e não os agressores."

    Criança, os agressores são muçulmanos!

    Ah, já entendi: você é daqueles progressistas que dizem que o problema são as armas, e não quem puxa o gatilho.

    Bom, tenho novidades para você: este site não é para você. Aqui não há relativismo moral, nem coitadismo, nem vitimismo e nem cafuné em gente que comete atrocidades em nome de alguma religião. Sua turma é outra.

    "Por fim, o que vocês propõem: que o governo regule a entrada de imigrantes? proiba determinadas culturas?"

    Para começar, que pare de subsidiar a imigração, estabelecendo cotas para imigrantes.

    Depois, que adote o plano contido neste artigo:

    Uma teoria libertária sobre a livre imigração

    Da próxima, informe-se sobre o básico antes de dar faniquito em público.
  • anônimo liberal  01/07/2016 21:10
    "Bom, tenho novidades para você: este site não é para você. Aqui não há relativismo moral, nem coitadismo, nem vitimismo e nem cafuné em gente que comete atrocidades em nome de alguma religião. Sua turma é outra."


    Esse site é para mim sim, goste você ou não. Aprecio a qualidade dos artigos, admiro o liberalismo e sou um eterno estudante sobre essa doutrina. Inclusive pretendo ler com calma o seus artigos linkados.

    Agora não concordo com toda sua opinião.

    Defendo a livre imigração sem nenhuma restrição. Se há imigrantes querendo subsidios ou estuprando locais, então que se combata os subsidios e se puna os estupradores.


    Obs.: Eu não sou progressista e não culpo as armas por nada.
  • Erick  05/07/2016 19:46
    Alguns liberais vivem em uma fantasia onde acham que livre-imigração em um país com welfare reduz o estado e uso de força, ou mesmo que essa seja a saída mais moral para o problema.
    Fechar fronteiras de fato é agressão, porém abrir fronteiras em um país com welfare também é! Já que assim você atrai diversos terceiro mundistas que estatisticamente são muito mais inclinados a parasitar em welfare e votar em socialistas, e no longo prazo a população será cada vez mais escravizada pelo estado, perpetuando o seu poder e tornando a sociedade cada vez mais longe do ideal de uma sociedade livre. Com a ajuda da esquerda e infelizmente também com a de alguns libertários e liberais isso está acontecendo na Europa.
    Sempre lembrem que quem está sobre coerção não pode ser resposabilizado moralmente pelas suas ações enquanto nesse estado.
  • Henrique Zucatelli  01/07/2016 22:45
    Calma Libertário, você não por acaso também não nasceu sabendo.

    Ele simplesmente questiona o pensamento da escola libertária conservadora, não o libertarianismo em si.

    Vamos por partes:

    - O autor está corretíssimo ao associar o aspecto cultural a determinados padrões de comportamento. É a escolha coletiva. Existem elementos pacíficos no meio da turba violenta inspirada na Sharia? Sim, mas são poucos, e a maioria deles se afastou dos guetos.

    - Logo, juntando os fatores, chegamos nas seguintes soluções:

    a) Expulsar os baderneiros, como recomenda o pensamento monocrático, regido pelo Império das Leis ou;

    b) Deixar os baderneiros onde estão, mas privar a todos os cidadãos de direitos positivos, dando total legitimidade a propriedade e que cada um cuide de sua própria segurança e a resolução das contendas, que aliás é o objetivo ANCAP.


    Sabemos bem que a opção B está fora de cogitação, portanto a solução mais viável é realmente deportar os muçulmanos e que se danem os julgamentos. Não serão um povo bem vindo enquanto continuarem com esse comportamento bárbaro.
  • Hugo  02/07/2016 00:28
    "Aqui no Brasil, tudo ainda é incipiente. Por enquanto, estão "apenas" querendo impor a obrigatoriedade de currículos escolares darem aula de educação sexual gay, obrigando um menino a beijar a boca do colega."

    Pode me mostrar a fonte disso?
  • Grócio  02/07/2016 00:48
    Na verdade, é muito pior do que isso.

    "Na primeira das histórias homossexuais do Kit Gay, segundo o Jornal da Câmara dos Deputados, mostra-se um garoto chamado Ricardo, de 14 anos que, certa hora, vai ao banheiro urinar e encontra um colega seu. Enquanto ele urina, Ricardo dá uma olhada para o lado e vê o pênis de seu amigo e se apaixona pelo garoto. Ao retornar para a sala de aula, a professora da classe chama o menino pelo seu nome (Ricardo), onde o mesmo cerra seus lábios, pois não quer ser chamado de Ricardo, e diz que quer ser chamado de "Bianca"."


    E mais:

    Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.

    O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola.
  • Hugo  02/07/2016 16:45
    Pior é a sua falsidade.

    Sua fonte é um blog evangélico obscuro e um "jornal" que apenas afirma que há polêmica em torno do kit.
    Eu procurei na apostila "Escola Sem Homofobia" e não há nenhuma história de menino que vê o pênis do colega no banheiro.
    Assisti o vídeo "Encontrando Bianca" (chato pra kct, pqp) e tudo o que ele mostra é história de um adolescente travesti que reclama de ser hostilizado na escola.
    O blog evangélico também cita o Jornal da Câmara, mas não posta nem o link da matéria nem a data e edição em que tal informação foi publicada.

    Não precisa acreditar em mim. Confira por si mesmo:
    novaescola.org.br/formacao/conheca-kit-gay-vetado-pelo-governo-federal-2011-834620.shtml
    https://www.youtube.com/watch?v=0x1Kokj2KnM

    O objetivo do material não é fazer a apologia a estilos de vida específicos. É conscientizar os estudantes que eles vão encontrar gente que é diferente deles e que eles precisam respeitar isso, concordando ou não.
  • Ricardo  06/07/2016 17:07
    Artigo bom e oportuno, sou profesor e na rede Municipal de São Paulo há uma revisão curricular em que termos como descolonização do currículo fazem exatamente isso que o artigo comenta, ou seja, a crítica à cultura ocidental e valoriação do multiculturalismo compulsório. A preocupação com alfabetização e calculia cede lugar à doutrinação do politicamente correto. Parabéns pela publicação.
  • Nine Finger  01/07/2016 19:42
    Queremos que os forasteiros respeitem nossos costumes e não tentem impor os seus. Entendeu ou tenho que desenhar?
  • Matheus  02/07/2016 12:30
    Estava num dilema sobre esta questão de imigração e cultura , o artigo veio na hora certa . Um mundo liberal sem regulamentação todos vivendo em paz é quase que útopico , já que é inviável e existe os muçulmanos, infelizmente , tenho que dizer , em quanto exister um povo querendo ir para qualquer país laico , (para os muçulmanos não existe religião separado de leis ) implantar o Sharia , deve restringir a entrada . E os conservadores dos partidos europeus , estão ciente disso é estão sendo chamando de intolerantes .os países que vivem da mesma cultura não aceitaram os refudiados , os Emirados árabe.
    É o que mais me deixa triste é que existe muçulmanos "moderado" e que levam nome de mal por causa dos intolerantes. Por causa de sua cultura o livre comércio não pode chegar em seus territórios.
  • Matheus  02/07/2016 12:34
    Apesar dos muçulmanos ser considerados de cultura "inferior" como países como Dubai, consegui ter um crescimento gigantesco , mesmo tendo o sharia nas leis ?
  • Samir  02/07/2016 15:04
    A Shariah não é a lei básica dos Emirados Árabes.

    "The UAE penal code is not based strictly on Islamic Sharia, but derives elements from it. Sharia law does exist in the UAE but is only used in specific circumstances, such as in the payment of blood money. Individual emirates have also suspended some Sharia punishments such as flogging, replacing them with jail terms."

    E a grande força-motriz vem dos imigrantes estrangeiros ocidentais, os quais são imunes às leis muçulmanas. Estrangeiros lá podem beber à vontade, por exemplo.

    "Flogging is a punishment for certain criminal offences (such as adultery, and alcohol consumption by Muslims) and it is applicable to both genders."

    en.wikipedia.org/wiki/Legal_system_of_the_United_Arab_Emirates

    Não é à toa que a Fórmula 1 faz corridas em Dubai tranquilamente.
  • Renan Merlin  02/07/2016 17:17
    Na verdade esta criticando o politicamente correto. Na suecia vocÊ dizer que é patriota você é considerado racista e xenofobico além de existir um "mito" que os suecos que tem que se adaptar a cultura dos imigrantes e não o contrario
  • Pinguin Vesgo  04/07/2016 04:14
    Parece até a Luciana Genro falando. O "liberal" sem noção de realidade é praticamente indistinguivel do socialista. Só diferem no grau de controle econômico.
  • Luca  01/07/2016 18:50
    Admiro nossa cultura ocidental. Não a trocaria por nada que se apresente.
    Temos muito a evoluir, mas ao meu ver é o melhor que a humunadide possui.
    Quantos gênios, inventores, escritores, artistas, se beneficiaram da liberdade ocidental.
    O Cristianismo foi e é indispensável em muitas conquistas individuais. Enjoei e cansei do mimi progressista.

    Sugiro dois excelentes livros que tratam mais a fundo deste assunto:
    "Nossa Cultura ou Que Restou Dela" e "A vida na Sarjeta"; ambos de Theodore Dalrymple.
  • Silvio  01/07/2016 19:25
    "Sob a Lei Islâmica, em alguns países, mulheres adúlteras são punidas de morte por apedrejamento, e batedores de carteira têm suas mãos decepadas."

    Não vejo nada de fundamentalmente errado em decepar a mão (não mãos) de um ladrão. Quem viola a propriedade privada alheia merece isso e muito mais.
  • saoPaulo  01/07/2016 20:03
    Espero realmente que você não/nunca tenha filhos...
  • Silvio  01/07/2016 20:37
    O que uma coisa tem a ver com a outra? Ter filhos significa ser tolerante com o crime? Ou você está deixando implícito que porventura meus filhos são criminosos em potencial? Por favor, explique-se.
  • saoPaulo  02/07/2016 00:07
    Nem um, nem outro. Apenas expressei temor por crianças nas suas mãos, dado o que escreveu.

    Pelo seu comentário anterior, parece defender a decepação de membros -- e talvez coisas piores -- para batedores de carteiras.

    Foi um comentário infeliz, talvez levado pelo calor do momento. Não acredito que, na hora H, teria tanto sangue frio para cometer uma injustiça destas.

    De qualquer forma, minha primeira impressão, ao ler o que postou foi:

    1. Ou ele desconhece/ignora o conceito de justiça*.

    2. Ou ele apresenta requintes de crueldade.

    Considerando sua tendência -- e, novamente, foi o que entendi pelo seu comentário -- a crueldade e severidade extrema, apenas fiquei aflito ao imaginar quais penas aplicaria a uma criança que não fez o dever de casa, por exemplo.

    *O homem justo é um homem na medida certa, que faz o seu melhor e retorna o equivalente preciso daquilo que recebe. Um sapato justo não é nem apertado, nem largo, mas na medida certa. "Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé." A pena deve, portanto, ser equivalente ao crime. E amputar as mãos de um simples batedor de carteiras é uma pena demasiado excessiva. Guarde amputações para estupradores recorrentes...
  • Silvio  05/07/2016 11:48
    "Pelo seu comentário anterior, parece defender a decepação de membros -- e talvez coisas piores -- para batedores de carteiras."

    Pareço não, defendo mesmo.

    "Foi um comentário infeliz, talvez levado pelo calor do momento. Não acredito que, na hora H, teria tanto sangue frio para cometer uma injustiça destas."

    Infeliz por quê? A violação da propriedade privada (a única possível) é algo extremamente grave e as punições atuais nem de longe refletem a gravidade disso, banalizando esse tipo de violência, inclusive dando a impressão de que espoliar o patrimônio alheio é até algo tolerável, afinal, ninguém morreu, 'só' perdeu bens. O que comumente se esquece é que a pessoa põe a vida em seu patrimônio. Por exemplo, um carro (como todo patrimônio) não é um carro apenas, um carro é o produto de anos de esforço da pessoa. A pessoa passa 5 anos fazendo das tripas coração para conseguir um carro próprio (não é um lapso de tempo incomum para esse tipo de bem) e de uma hora para outra um canalha rouba esse carro. Além do trauma de perder seu carro (e vamos imaginar aqui um simples furto, pois, no caso, não haveria o trauma da violência em si), todo aquele esforço de anos não valeu nada e o que é pior, ela tem que gastar outros cinco anos para poder voltar à situação anterior! Ou seja, por uma 'simples' violação de patrimônio, o criminoso condena uma pessoa inocente a 10 anos de sofrimento (mais um ressentimento que ela irá levar por toda a vida - quem passou por isso sabe como é doído) e, dado o atual estado da nossa legislação, a pena imputada ao criminoso (na remotíssima possibilidade de ele ser pego) nesse caso não chegará nem perto disso, o que é acrescentar insulto à injúria. Sim, a punição deve ser proporcional ao crime, mas quase nunca as pessoas dão conta da real gravidade da conduta do criminoso, justamente por varrermos a vítima para debaixo do tapete na ordem de nossas considerações.

    Fomos condicionados a pensar no criminoso a nos esquecermos das vítimas. Pior, fomos condicionados a pensar no criminoso não como tal, mas como a real vítima do crime que ele mesmo cometeu. O criminoso não é um filho da puta que escolheu intencionalmente fazer o mal aos outros e fazer disso um modo de vida. Não, o criminoso, coitado, é apenas uma vítima da sociedade que foi levado a cometer crimes como forma de protesto inconsciente contra essa mesma sociedade que o marginaliza. -E a vítima? - Que se foda a vítima! Ela tinha mais bens que o criminoso, logo, o crime foi um ato justo, pois a pobre vítima da sociedade nada mais acabou fazendo do que uma socialização forçada.

    Nunca se esqueça que um crime patrimonial amputa parte da vida da pessoa e, assim sendo, nada mais justo do que amputar parte do criminoso em retribuição.

    "Considerando sua tendência -- e, novamente, foi o que entendi pelo seu comentário -- a crueldade e severidade extrema, apenas fiquei aflito ao imaginar quais penas aplicaria a uma criança que não fez o dever de casa, por exemplo."

    Declive escorregadio (meu Deus, e bota escorregadio nisso!). Essa idiotice sua até me faz pensar se por acaso você não estaria me trollando.

    "... E amputar as mãos de um simples batedor de carteiras é uma pena demasiado excessiva. Guarde amputações para estupradores recorrentes..."

    Ora, então basicamente você mesmo concorda comigo e não é fundamentalmente contra as penas realmente severas contra criminosos, havendo apenas uma diferença nas condições de aplicação desse tipo penalidade.
  • Nerato  05/07/2016 12:48
    Você realmente acha justo punir um batedor de carteiras com a amputação da(s) mão(s)?
    Então tá...
  • Silvio  05/07/2016 17:35
    Não, não acho. Tenho a plena convicção de que é realmente justo punir muito severamente a pessoa que faz da subtração do patrimônio alheio uma 'profissão', ou melhor, um estilo de vida. O que está tão difícil de entender?
  • Consciente  01/07/2016 20:59
    Você precisa urgente de um psiquiatra.
  • Silvio  05/07/2016 11:51
    Consciente, pela localização de seu comentário, fiquei confuso. A quem você estaria recomendando um psiquiatra, a mim ou ao saoPaulo? Se for a mim, já te adianto: not an argument.
  • Luiz Campos  01/07/2016 19:37
    Sob o codinome "multiculturalismo" se esconde uma agenda hegemônica ocidental baseada no marxismo cultural.

    Agora, e somente agora, os "comunistas" (leia-se coletivistas) do oriente estão tirando a esquizofrenia ideológica ocidental da zona de conforto. Assim os ocidentais devem assumir COERENTEMENTE uma nova agenda que já deveria ser seguida desde o início ou ser cooptados pela força que vem do oriente. Brexit o melhor exemplo disso.
  • Liberal de verdade e progressista  02/07/2016 01:06
    Bem bobinho esse artigo, vocês tentam resumir o multiculturalismo na visão critica dos direitistas. Multiculturalismo não impõe nada, é apenas a livre convivência entre diversos povos, geralmente frutos de ondas imigratórios. Os indivíduos devem ser livres para se descolocar pelo mundo, não é? não é porque eu nasci no Brasil que devo morrer no Brasil. Quem impõe diretrizes goela abaixo são governos nacionalistas/fascistas que restringem a imigração e a livre circulação de pessoas. Sabemos que o alarmismo quanto ao terrorismo é usado pelos conservadores como uma forma de controlar a população, basta ver as propostas do Trump. Nos Libertários devemos lutar pela liberdade individual e não pelo coletivismo nacionalista e reacionário, o libertarianismo é uma ideologia progressista.

    A islamfobia também não tem razão de existir, os terrorista são minorias, ou vocês acham que todos os muçulmanos se explodem? já houve a "época de ouro do islã", inclusive o pensamento medieval islâmico estava aberto às ideias humanistas do individualismo, secularismo, ceticismo e liberalismo. Recomendo a leitura desse artigo : www.infoescola.com/sem-categoria/idade-de-ouro-islamica/
  • Tarantino  03/07/2016 22:39
    "Sabemos que o alarmismo quanto ao terrorismo é usado pelos conservadores como uma forma de controlar a população"

    Diga isso aos parentes das vítimas do ataque à casa de shows Bataclan, em Paris.
  • anônimo  04/07/2016 17:55
    '"Sabemos que o alarmismo quanto ao terrorismo é usado pelos conservadores como uma forma de controlar a população"

    Diga isso aos parentes das vítimas do ataque à casa de shows Bataclan, em Paris.'


    Aproveite e diga também que quem armou o ISIS foi os EUA e Israel.
    Pra que eles derrubassem o regime do tal do Assad, aliado da Rússia.

    Ou seja, o tiro saiu pela culatra não foi mesmo amiguinho neocon?
  • Tarantino  16/10/2016 18:42
    Verdade, os Eua e Israel tem culpa nisso.

    O que não faz nenhuma diferença para as vítimas e seus parentes e nem justifica tais atos.

    Quando o homem não tem motivos para fazer algo, ele simpolesmente os inventa.
  • Andre Cavalcante  17/10/2016 13:50

    Aproveitando, e só ajustando...

    "Quando o homem não tem motivos para fazer algo, ele simpolesmente os inventa. "

    Para:

    "Quando o homem não em outros motivos para fazer algo, além da sua vontade própria, ele inventa outros que aparentam ser menos pessoais"

    Resumo da praxiologia:

    "Todo ser humano age, e age porque tem vontade!"

    Abraços
  • Pinguin Vesgo  04/07/2016 04:20
    "Os indivíduos devem ser livres para se descolocar pelo mundo, não é? "
    Não.
    Eles estão limitados, desde o nascimento, à só transitar em propriedades alheias (ou, raramente, em espaços que ainda não tenham sido tomados). Não existe um direito de trânsito livre por si só, na medida em que esse direito, para existir, necessitaria da submissão da propriedade de outrem.
    Direito de ir e vir é invenção estatista.
  • Erick  05/07/2016 19:53
    Essa sessão de comentários é triste...
    Não sei como algum libertário consegue ver voluntarismo e moralidade na imigração como funciona hoje, suspeito até que sejam trolls socialistas.
    Recomendo que quem é a favor de livre-imigração na sociedade atual leia isso:
    https://board.freedomainradio.com/topic/46536-what-libertarians-rally-need-to-understand-about-the-immigration-debate/
  • saoPaulo  17/10/2016 12:49
    Sam Harris pode falar muita mer**, mas neste vídeo ele está absolutamente certo:



    Ora, os próprios terroristas dizem que o que os motiva é o modo de vida "imoral" do ocidente. Mas você crê piamente saber mais sobre as motivações deles que eles próprios. Que tal parar um instante e verificar o que eles realmente pensam?

    Independentemente do sucesso ou insucesso do islã no passado, o fato é que este precisa de uma reforma urgente. E não sou eu quem diz isto, mas vários muçulmanos. Pelo amor de deus, apedrejamento contra adúlteras, necessidade de 6 testemunhas masculinas para se validar uma denúncia de estupro, circuncisão feminina, condenações à morte de apóstatas e homossexuais, aceitação generalizada de casamentos com crianças, total desprezo pela liberdade de expressão e separação entre estado e religião. A teologia muçulmana estacionou na idade média!

    E em várias localidades da Europa se formam guetos com tribunais paralelos onde o que vale é a lei da Sharia, onde a polícia sequer pode fazer cumprir a lei comum! Pesquise quantos muçulmanos são simpáticos a isso. Quantos são simpáticos à adoção das barbaridades mencionadas acima. Muçulmano que prefere Sharia em detrimento da lei comum é um fanático extremista. Muçulmano que não condene com letras garrafais os atentados ao Charlie Hebdo é um fanático extremista. É inadmissível a barbárie com que tratam valores vitais ao ocidente , como liberdade de expressão e religiosa. Nossos ancestrais lutaram guerras sangrentas por séculos para nos garantir tais valores. É vergonhoso ver a geração atual deixar bárbaros destruírem tais valores por covardia.Por medo de serem intolerantes, se curvam a intolerantes.
  • Libertario genuino  02/07/2016 01:16
    "Multiculturalismo não impõe nada"

    O título do artigo é: "Multiculturalismo forçado é relativismo moral"

    Parabéns. Você mostrou que não aprendeu sequer o básico da leitura.

    "Os indivíduos devem ser livres para se descolocar pelo mundo, não é? não é porque eu nasci no Brasil que devo morrer no Brasil".

    Isso é completamente alheio ao texto. Aliás, nem sei por que você está falando isso.

    "Quem impõe diretrizes goela abaixo são governos nacionalistas/fascistas"

    Exato, principalmente aqueles que estipulam cotas para imigrantes (como a União Europeia), os quais já chegam com toda uma rede de proteção social garantida pelos pagadores de impostos. Mais ainda: totalmente alheios aos costumes e culturas locais, instituem suas leis bárbaras e atrasadas, sem serem incomodados.

    Mas é natural que você, um autodeclarado progressista, tenha tara por islâmicos.

    "Sabemos que o alarmismo quanto ao terrorismo é usado pelos conservadores como uma forma de controlar a população"

    Sim, sim. Os dois massacres ocorridos em Paris ano passado, e o de Orlando recentemente, bem como os da Bélgica e Turquia (esta semana), foram apenas "alarmismos", e não muçulmanos colocando suas crenças e culturas em ação.

    "Nos Libertários devemos lutar pela liberdade individual e não pelo coletivismo nacionalista e reacionário, o libertarianismo é uma ideologia progressista."

    Falou uma estrondosa estrondosa. O libertarianismo não é nem progressista e nem reacionário. O libertarianismo não é nem sequer uma ideologia. O libertarianismo é simplesmente a defesa da propriedade privada e da não-agressão a terceiros inocentes.

    Aprenda esse básico:

    Eu sou um genuíno libertário

    "A islamfobia também não tem razão de existir"

    Imagina!

    "os terrorista são minorias"

    E por que então a "maioria pacífica" não faz absolutamente nada para impedir a "minoria radical"? No mínimo, são covardes. Realisticamente, são coniventes. Responda essa. Responda essa.

    "já houve a "época de ouro do islã","

    Sim, já houve. Hora de você se atualizar. Urgentemente.

    Bem fraquinho você.
  • anônimo  04/07/2016 18:04
    Os dois estão errados
    'Os indivíduos devem ser livres para se descolocar pelo mundo, não é?'
    Não, eles devem ser livres pra circular num lugar se o dono privado do lugar que eles querem circular, deixar.

    Agora esse outro aí parece aluno do astrólogo.Neocons tem orgasmos múltiplos quando descobrem que a maioria dos americanos é contra essa imigração generalizada, mas se calam quando esses mesmos americanos se pronunciam contra as guerras que o tio sam inventa e que beneficiam esses mesmos neocons.
  • anônimo  05/07/2016 09:59
    Culpar a religião é muito conveniente. É impossível não haver revolta num povo que tem que sobreviver suportando coisas assim:
    https://www.facebook.com/431256660252368/videos/1179796952064998/
    ...aí depois ainda tem nego que lê olavo de carvalho e sai achando que eles se revoltam contra a 'liberdade' do ocidente. Pfff
  • Achmed  05/07/2016 12:00
    Anônimo, então como você explicaria a realização de atentados terroristas em países que nunca invadiram qualquer país muçulmano? Se os atentados fossem apenas retaliação contra abusos militares em terras islâmicas, por que a retribuição se daria contra quem não tem nada a ver com a briga?

    Mais ainda, como você explicaria atentados como os de Orlando, em que o maluco era cidadão dos EUA?

    Bem, por mais que você queira entortar a realidade para botar a culpa de tudo nos EUA e seus aliados (Israel principalmente) fato é que a religião tem tudo a ver com atentados e querer desconsiderar isso é tapar o Sol com a peneira.
  • Elvis Estevão  01/07/2016 19:38
    Sim, algumas culturas são superiores a outras. Terrorismo e assassinato são culturas atrasadas e desrespeitam os indivíduos. Há frutos melhores que outros, assim como há culturas melhores do que outras, assim como há países com mais tecnologia e desenvolvimento do que outros.
  • Andressa Byanca  01/07/2016 19:39
    Sinceramente, não vou realizar um pronunciamento "forte" sobre isso porque não afeta a nossa realidade. Quando o país sentir na pele esse relativismo moral, aí eu desço o "cacete", porque aí não vai faltar provas que substanciem que certas culturas são retrógradas economicamente e socialmente.
  • Renato  01/07/2016 21:31
    Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.

    Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.

    Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.

    Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:

    Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.

    Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.

    Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.

    Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política...e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.

    Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.

    Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.

    Trabalharíamos como se fossemos "fantasmas". O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.

    É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.

    Para os interessados meu email é galenoeu@gmail.com
  • Humberto  01/07/2016 22:57
    Muito bom.
  • Hugo  02/07/2016 01:13
    Começo com uma pergunta: quando a Europa foi lá na África e Ásia colonizar e separar o território arbitrariamente ou quando os EUA implantam bases militares e petrolíferas no Oriente Médio, isso também não é "multiculturalismo forçado"?

    Eu me entendo como um multiculturalista porque penso que abrir as fronteiras e os mercados é o caminho mais liberal para todas as economias do mundo. Nos últimos dias tenho visto gente apoiando Brexit e/ou o muro do Donald Trump, mas quando se analisa a demografia desses apoiadores, há uma presença expressiva de pessoas que por algum motivo não alcançaram um certo nível de educação e capacitação profissional e agora vêem gente de outros países chegando para tomar, por salários mais vantajosos para o empregador, aqueles empregos mais "braçais" que eles normalmente ocupariam. Ou seja, querem agora que o protecionismo do Estado bloqueie a livre concorrência para salvá-los. O nome disso é xenofobia.

    Acho que vocês estão certos em elogiar a cultura ocidental desenvolvida a partir do eixo eurocêntrico. Mas penso que o que a torna tão dinâmica e livre é justamente a capacidade de absorver elementos de todas as outras. Imaginem como seria o mundo se os europeus não tivessem expandido a cultura deles através do planeta? Garanto que, sem multiculturalismo (e isso inclui a contribuição de diversos cidadãos de origem islâmica), não existiriam os EUA como o centro criativo e dinâmico que eles são hoje. Na verdade, não existira EUA nenhum, já que eles começaram como colônia britânica. Quero lembrar que um dos elementos mais marcantes da cultura ocidental veio do Oriente Médio: o Cristianismo. Não foi inventado na Europa nem muito menos no continente americano.

    Eu me considero um esquerdista (progressista, não comunista) e não conheço ninguém que defenda as práticas cruéis e selvagens, como a mutilação clitoriana, ainda menos com base em defesa da cultura local. Na minha humilde opinião, acho que devemos estar abertos a receber os muçulmanos no Ocidente sim, mas eles têm sim que abrir mão dessas práticas antiquadas ainda praticados naqueles países, ao passo que os que não respeitarem isso devem ser severamente punidos. Digo mais, acho que a ONU e OMS deveriam interferir em favor de banir essas práticas lá nos países deles.

    Para terminar meu textão, deixo outra dúvida que eu sequer vi outra pessoa perguntar: por que a UE, talvez com parceria com os EUA, simplesmente não vai à Síria tratar da guerra que está motivando tanta gente a fugir de lá? Valeu, amigos!
  • Guilherme  02/07/2016 01:41
    "quando a Europa foi lá na África e Ásia colonizar e separar o território arbitrariamente ou quando os EUA implantam bases militares e petrolíferas no Oriente Médio, isso também não é "multiculturalismo forçado"?"

    Com certeza. Há artigos neste site criticando severamente a intervenção de governos em outros países.

    "Eu me entendo como um multiculturalista porque penso que abrir as fronteiras e os mercados é o caminho mais liberal para todas as economias do mundo."

    Correto. E isso não está em discussão. O que está em discussão é a integração forçada, promovida e subsidiada pelo governo, bem como a imposição de uma determinada cultura (em detrimento da livre interação) e a apologia do relativismo moral.

    Não dá pra ser mais claro do que isso. Aliás, isso está explicitado no texto. Se você não entendeu é porque não leu direito.

    "Nos últimos dias tenho visto gente apoiando Brexit e/ou o muro do Donald Trump, mas quando se analisa a demografia desses apoiadores, há uma presença expressiva de pessoas que por algum motivo não alcançaram um certo nível de educação e capacitação profissional"

    Traiu-se. Para quem se diz "de esquerda" (logo abaixo) e multiculturalista, você recorreu ao mais baixo reacionarismo ao atribuir "à ignorância e desqualificação profissional do povo" um determinado resultado eleitoral do qual você não gostou.

    Sério mesmo, não há nada mais reacionário do que isso.

    "Ou seja, querem agora que o protecionismo do Estado bloqueie a livre concorrência para salvá-los. O nome disso é xenofobia."

    Falou uma coisa certa e chegou à conclusão errada. Sim, há muitos que querem o protecionismo do estado. Mas nem todos os que votaram pelo Brexit são protecionistas. Aliás, seus mais vocais proponentes falam abertamente em prol do livre mercado.

    Outra coisa, querer protecionismo não é, por si só, xenofobia. É apenas mercantilismo. Quem quer ver seu emprego protegido não está ligando para a eventual nacionalidade de quem concorre com ele.

    "Garanto que, sem multiculturalismo (e isso inclui a contribuição de diversos cidadãos de origem islâmica), não existiriam os EUA como o centro criativo e dinâmico que eles são hoje."

    Correto. E a integração dos imigrantes nos EUA não foi forçada. Não houve um "multiculturalismo forçado" (título do artigo). Os próprios imigrantes se esforçaram para se adaptar à cultura local. Não quiseram impor sua cultura. Não contaram com subsídios do governo. Se você desconhece esse básico, nada posso fazer.

    "Eu me considero um esquerdista (progressista, não comunista)"

    Sorry. Deve estar sendo bem difícil para você tentar explicar o mundo.

    "e não conheço ninguém que defenda as práticas cruéis e selvagens, como a mutilação clitoriana, ainda menos com base em defesa da cultura local."

    Desafio: poste aqui pelos menos 5 sites esquerdistas (da sua turma) condenando abertamente as práticas selvagens muçulmanas.

    O artigo não diz que os multiculturalistas defendem essa prática; ele diz, isso sim, que elas não são criticadas como inferiores. Não são piores nem melhores; são apenas "diferentes".

    "Na minha humilde opinião, acho que devemos estar abertos a receber os muçulmanos no Ocidente sim, mas eles têm sim que abrir mão dessas práticas antiquadas ainda praticados naqueles países, ao passo que os que não respeitarem isso devem ser severamente punidos."

    Ufa!

    "Para terminar meu textão, deixo outra dúvida que eu sequer vi outra pessoa perguntar: por que a UE, talvez com parceria com os EUA, simplesmente não vai à Síria tratar da guerra que está motivando tanta gente a fugir de lá?"

    Ué, um multiculturalista esquerdista está defendendo uma aventura imperialista militar americana?! Eu sou contra.
  • Hugo  02/07/2016 16:58
    Amigo, vou deixar seus ataques a minha pessoa de lado e tentar reforçar a minha pergunta do final, que eu considero relevante.

    Meu raciocínio é o seguinte: imagine que você tem três filhos. Um dia, do nada, o seu filho mais velho foge da sua casa e vem pra minha. Alguns dias depois, o filho do meio também vem. Percebendo que provavelmente o mais novo também virá, o que faz mais sentido: eu ir até você e questionar o que está acontecendo ou ficar parado discutindo em qual quarto da minha casa eles vão dormir?

    É assim que eu vejo a situação da Síria. É bem diferente de uma empresa ou governo ocidentais interferirem na política e economia de outra nação sem haver uma causa anterior, o que seria imperialismo.
  • Nine Finger  03/07/2016 02:31
    Cara, o que anda ingerindo ou inalando antes de vir aqui comentar tanta asneira.
    O simples fato de você estar manuseando um equipamento eletrônico e comentando num site já demonstra qual cultura é superior no mundo.
    O problema da sua turma progressista é criticar o mundo ocidental capitalista usufruindo o conforto que o mesmo proporciona.
    Que tal morar pra aquelas bandas! Atenção, tenha cuidado, respeite os costumes, lá eles não têm tanta benevolência quanto o lado de cá.
    Como diria os antigos, chorar de barriga cheia é fácil. Eu acrescento mais, além de ser hipócrita.
  • Renato Souza  03/07/2016 09:36
    Hugo

    Errado.
    Você diz que o tal "imperializmo" é A causa do problema.
    Ocorre que o problema é muito anterior ao imperialismo.
    Os islãmicos se expandiram para muitos países, vem fazendo isso há cerca de 1400 anos, e a violência, a dimitude, a humilhação, a jizya, a aplicação da Sharia (uma lei que considera os não muçulmanos como inferiores) a perseguição aos não muçulmanos, tem sido a REGRA e não a exceção por todo lado. Alguns poucos governantes muçulmanos não agiram assim, mas na maioria dos lugares, os não muçumanos são tratados como inferiores a cães. Por todo lado estão em conflito, por todo lado estão em guerra, por todo lado praticam o terrorismo. São 1400 anos de violência, e nada indica que pretendam abdicar dela. Sendo uma realidade muito anterior ao imperialismo ocidental, não pode ser conseqüencia dele, o qual é apenas uma desculpa conveniente.

    É falso que ninguém defende as prática. Da boca para fora, muita gente diz ser contrária, mas na prática, os progressistas são sim a favor da violência de muçulmanos contra não muçulmanos, porque consideram que isso será útil a eles, os "progressistas".

    Finalmente, qualquer idiota sabe que a maioria dos muçulmanos não praticam terrorismo. Mas o apoio ao terrorismo (e muitas outras formas de violência) entre os muçulmanos é espantoso.
    Em pelo menos dois aspectos o islã é muito semelhante ao esquerdismo. São doutrinas supremacistas, são doutrinas que julgam a moralidade ou não dos atos apenas pela seu efeito: O que aumenta o poder do islã (ou do esquerdismo) é moral, o que diminui o poder do islã (ou do esquerdismo) é imoral.
  • Rhyan  02/07/2016 01:15
    Tem que remover ou punir aqueles que não respeitam a ordem (PNA), de resto, tudo além disso é válido.

    Generalizar também é um erro grave. Dizer que islâmicos são isso ou aquilo é o equivalente a dizer que todo homem é estuprador, ou todo negro é bandido. Como sempre, o criminoso é a pessoa que faz um ato que gera vítimas, nada além disso.
  • Joaquim Lira  02/07/2016 01:55
    Concordo plenamente. No século XVI, nações do continente Ocidental foram invadidos por pessoas de uma península a leste do Atlântico. Esses, ao se misturarem, trouxeram a babárie, matando milhões e impondo sua religião atrasada, que condenava o homosexualismo e dava poder a um grupo pequeno, causando desigualdade. A falta de cultura desses imigrantes ilegais ficou cada dia mais claro, através do estupro e da escravização, prática comum entre eles. Além disso, praticavam uma economia exploratória, completamente avessa aos parâmetros sustentáveis, tanto economicamente quanto ecologicamente.

    Resumindo, se esses trogloditas não tivessem imigrado, aquelas nações ainda viveriam em paz. Por mim, podiam ir lá e matar todos eles, para impedir que continuem imigrando.
  • Andre Cavalcante  03/07/2016 17:35
    WFT????
  • Manuel Harpa  05/07/2016 12:48
    Se se pagasse imposto por ser idiota, Joaquim, meu rapaz, você teria que vender até os rins para pagar o tributo.
  • Marcos Abraao  01/08/2016 00:13
    Manuel Harpa, sua argumentação é tão boa que vale até comentar...

    Onde ela está mesmo? Na palavra "idiota"? Não...

    Vamos procurar mais? Na palavra "imposto"? Também não...

    Já sei, na palavra "rins". Eita, também não...

    Putz, cadê ela então?
  • Renan Merlin  02/07/2016 02:30
    Aos defensores do neo-socialismo nordico e seu multiculturalismo olhem esse noticia que é uma faca no peito dos esquerdistas.

    forum.jogos.uol.com.br/relatorio-da-onu-diz-que-suecia-sera-do-terceiro-mundo-em-15-anos_t_3363212
  • Artur  02/07/2016 15:18
    Excelente artigo! Só faltou combinar com o Leandro Narloch....
  • Eduardo  03/07/2016 10:44
    Multiculturalismo é um atraso e é totalmente nocivo à cultura ocidental. Não se esqueçam que o que consolidou a nossa cultura no passado foi o cristianismo e a força da nossa Santa Igreja Católica Apostólica Romana, onde o que valia era a Cruz ou a Espada, mais nada. A civilização ocidental e a defesa da cultura libertária dependem fortemente da defesa do cristianismo, e foi a introdução do ateísmo no ocidente que vem minando as mesmas. Voltemos para Deus e veremos que, ultimamente, estivemos dando margem ao erro, deixando o inimigo invisível "dormir" na porta de nossa casa.




  • Dissidente Brasileiro  04/07/2016 03:54
    Não se esqueçam que o que consolidou a nossa cultura no passado foi o cristianismo e a força da nossa Santa Igreja Católica Apostólica Romana, onde o que valia era a Cruz ou a Espada, mais nada

    Em outras palavras: Ou você aceitava o tacão do papa, ou ia para a fogueira da "santa inquisição". Isso sim é defesa do cristianismo!
  • Rodrigo  04/07/2016 04:18
    Esse papinho de Multiculturalismo, Diversidade, Tolerância, Politicamente Correto, etc realmente já encheram a paciência.
  • João Victor  04/07/2016 15:01
    Excelente artigo.
  • Amonino  05/07/2016 02:02
    Mas, a melhor cultura não absorveria a pior?
    Livre circulação de mão de obra não é requisito do livre mercado?
    A competição livre entre culturas não indicaria a mais eficiente?
  • Douglas  05/07/2016 12:29
    Mas, a melhor cultura não absorveria a pior?

    Não. Se algo é imposto ou forçado e uma cultura é agressiva e a outra é "tolerante", não há como haver uma "livre concorrência" entre culturas.

    Livre circulação de mão de obra não é requisito do livre mercado?

    Não, eles devem ser livres pra circular num lugar se o dono privado do lugar que eles querem circular, deixar.
    Não misture uma coisa com a outra.

    A competição livre entre culturas não indicaria a mais eficiente?

    Não. Se algo é imposto ou forçado e uma cultura é agressiva e a outra é "tolerante", não há como haver uma "livre concorrência" entre culturas.
    A disputa entre culturas estaria mais para uma guerra entre culturas do que uma livre concorrência entre culturas.
  • Amonino  05/07/2016 20:42
    Não seriam agressividade e tolerância características competitivas entre as culturas, e disso o mérito de serem piores ou melhores?

    O artigo citado propõe que a privatização completa dos espaços restringiria o fluxo migratório. Não seria o contrário? Não seria atrativo para o dono do espaço que seu território fosse permeável a entradas ev saídas? Afinal, quanto mais desejado fosse seu espaço, mais valorizado seria.

    Num contexto de livre mercado, seria conveniente negar a venda de seu espaço - no caso, moradias - a estrangeiros?

  • Lel  05/07/2016 21:05
    "Não seriam agressividade e tolerância características competitivas entre as culturas?"

    Olha como funciona a cabeça completamente alheia à Realidade desses multiculturalistas. Caro Amonino, o Douglas respondeu isso na última linha do comentário.

    Em uma Guerra Cultural não há como haver uma "livre concorrência" (como ele falou) entre culturas, pois a agressividade é a imposição por vias forçadas de uma cultura sobre a outra e isso impede que haja essa concorrência.
    Uma Guerra não funciona pela lógica de Mercado de agradar os indivíduos consumidores.

    Atração sexual e Relacionamentos funcionam quase completamente através de uma lógica de Mercado, mas Guerra Cultural e Guerras não funcionam através de uma lógica de Mercado.
  • Amonino  05/07/2016 21:38
    Deve de assumir, então, que ação humana, no caso de guerras, não possui lógica?

    O que orientaria a ação humana nesse caso?

    Não seria um caso de se formular contratos e seguros para previnir ações culturais indesejáveis?
  • Nerato  05/07/2016 12:40
    Mas, a melhor cultura não absorveria a pior?
    Não é o que parece acontecer no atual estado das coisas, visto que a segunda geração de imigrantes islâmicos na Europa parece ser ainda mais intolerante que a primeira.
    Os EUA foram construídos por imigrantes. Mas naquela época, não havia wellfare state. As populações de imigrantes eram obrigadas a se integrar. Além disso, a imigração sempre ocorreu de uma forma, digamos, controlada. Se a imigração ocorre de forma desenfreada, ela se transforma em invasão, formam-se guetos que inibem a necessidade de integração.
    Além disso, some-se a incompatibilidade atual entre a cultura islâmica e a ocidental. Para eles, é difícil o conceito de separação entre religião e estado; e ainda hoje é discutido entre seus Aiatolás se escravidão deve ser abolida ou não...
    Por último, muitos esquerdistas afirmam que basta darmos aos imigrantes islâmicos a ajuda financeira necessária, e estes magicamente aceitarão a cultura ocidental de respeito às mulheres e tolerância para com minorias. A estes esquerdistas fica o desafio de responder esta questão: Se integração de imigrantes é apenas uma questão de tempo, quanto tempo levaria para um esquerdista que imigrou para a Arábia Saudita defender o apedrejamento de adúlteras?
    Cultura, assim como religião, é um tema bastante delicado, pois lidá com conceitos que são incutidos nas cabeças das pessoas desde a mais tenra idade. E ao se permitir a imigração desenfreada de culturas avessas à liberdade, corre-se o risco de se perder os valores que a sociedade ocidental levou milhares de anos para conquistar. Pesquise apenas qual o percentual de islâmicos ingleses a favor da implantação da Sharia, ou parte dela. Pesquise o percentual de islâmicos ingleses a favor da proibição da homossexualidade.
    E antes que alguém insinue que tenho islamofobia, já afirmo, tenho sim! Odiaria ver minha neta circuncidada e gostaria que a ela fosse permitido dirigir. Também gostaria que ela não fosse açoitada, caso fosse estuprada, mas que seu estuprador fosse preso. Além disso, caso ela seja ateia ou homossexual, não gostaria que ela fosse assassinada por isso. Perante este e outros fatos, tenho sim medo do Islã.
  • Amonino  05/07/2016 20:53
    Seria o caso, então, de recorrer ao estado para efetuar esse controle?

    A ação humana de rejeitar o que não lhe agrada não seria suficiente para deter a propagação de outra cultura?

    Não seria legítimo, da perspectiva libertária, que os estrangeiros também rejeitem uma cultura que não lhes agrade?
  • Genuino  07/07/2016 20:48
    E os mentirosos ainda se dizem defensores da liberdades HEAUHEUAEH
    Esses conservadores europoides vivem num mundinho de fantasia, onde todo mundo sabe que o que dizem é mentira, mas todos fingem acreditar nela. Dá até preguiça de argumentar com uns retardados desse. Eles se apropriam de uma cultura, criam uma história falsa, jogam seus defeitos em terceiros e e botam a culpa dos problemas eles mesmos criaram no bode expiatório.
    E isso vem se repetindo desde o século 5.
  • Emerson Luis  09/07/2016 13:58

    A esquerda europeia está preparando a autodestruição da Europa.

    * * *


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