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O Reino Unido e sua eventual saída da União Europeia - quais as implicações?

Na quinta-feira da próxima semana haverá o referendo que decidirá se o Reino Unido sairá ou não da União Europeia

Essa saída do Reino Unido tornou-se popularmente conhecida como "Brexit" — o termo "Brexit" é uma conjunção de Britain, de Grã-Bretanha, com exit, que significa saída.

Quais seriam as repercussões dessa saída?

Regulamentações

Para começar, o Reino Unido imediatamente estaria livre das onerosas regulações que são continuamente e vorazmente promulgadas pelos burocratas do Parlamento Europeu.

Qualquer pessoa familiar com a história do "Mercado Comum" europeu — ou "Comunidade Econômica Europeia", como costumava ser chamado — sabe que tal arranjo sempre foi um esquema para proteger e privilegiar determinados e poderosos grupos de interesse na Europa.  Dentre os grupos privilegiados com fartos subsídios e protegidos por tarifas de importação sobre os produtos de fora da Europa, destaque para o setor agrícola, especialmente o da França. 

Ironicamente, esse arranjo da União Europeia sempre foi promovido sob o rótulo de "livre comércio", dado que quem é membro da União Europeia tem de abrir suas fronteiras para todos os outros países que também são membros.  No entanto, isso ocorre à custa do comércio com o restante do mundo, pois os elevados níveis de burocracia, regulação e protecionismo estipulados pela Comissão Europeia em Bruxelas amarra as mãos dos países-membros que querem fazer comércio com a Ásia e com as Américas.

Não apenas os consumidores da União Europeia têm de lidar com um maior custo de vida — principalmente no que diz respeito ao preço dos alimentos — por causa das barreiras ao comércio com o resto do mundo, como também as indústrias lidam com maiores preços para seus insumos, como as indústrias que utilizam aço importado de fora da Europa e que, por isso, têm de pagar as tarifas de importação.  Isso torna os produtores da União Europeia menos competitivos e, consequentemente, menos inovadores que os do resto do mundo.  Como muito bem colocado pelo documentário Brexit — The Movie, "você só cria barreiras ao comércio porque há algum estrangeiro vendendo um produto melhor e mais barato".

Igualmente, a natureza altamente reguladora da União Europeia impôs um fardo sobre o empreendedorismo nos países-membros. (Tornaram-se mundialmente famosas as absurdas e enciclopédicas regulamentações sobre a abobrinha e o chuchu).  Após décadas de afiliação do país aos ditames da União Europeia, abrir uma pequena empresa no Reino Unido tornou-se mais difícil e oneroso do que jamais fôra em toda a sua história.  O furioso ataque de regulamentações e leis oriundas de Bruxelas tornou incrivelmente difícil para as pequenas empresas inovarem e crescerem, criando assim uma economia que favorece as grandes empresas já estabelecidas, protegendo-as da potencial concorrência de novos entrantes. 

Obviamente, sob este arranjo, as grandes empresas estão totalmente satisfeitas em ter burocratas em Bruxelas prontos para esmagar qualquer concorrência que possa eventualmente surgir.  Como nota o documentário supracitado, "as grandes corporações adoram a União Europeia porque ela cria regulamentações que destroem seus concorrentes menores".

Livre comércio

Ninguém precisa de acordos comerciais promulgados por burocratas para que as pessoas de um país possam comercializar com pessoas de outros países.  Os defensores do livre comércio de outrora, como Cobden e Chevalier, sempre se opuseram a acordos comerciais feitos por políticos.  Tudo o que é necessário para que o livre comércio ocorra é uma inação da parte do estado.

No entanto, inação do estado é exatamente o oposto do DNA da União Europeia.

Nesse quesito, não há nenhum aspecto negativo quanto à saída do Reino Unido, pois ninguém está falando em expulsar o Reino Unido da Europa e de sua área de livre comércio.  Ninguém em Bruxelas está afirmando que o Reino Unido sairá do mercado comum europeu — que vai desde a Islândia (que não é membro da União Europeia) até a Turquia (que também não é membro da União Europeia) — caso saia da União Europeia.

Todo o argumento dos defensores da permanência se resume a dizer que há empregos no Reino Unido que "dependem do nosso comércio com a União Europeia", o que significa dizer que "dependem da afiliação do Reino Unido à União Europeia".

O fato é que a prática de um genuíno livre comércio independe de afiliação a alguma zona aduaneira.  Os eventuais benefícios comerciais de se pertencer à UE são pequenos em comparação aos maiores benefícios que podem ser alcançados fora da União por meio da liberalização unilateral do comércio.  Com efeito, não há necessidade nem de acordos bilaterais e nem de multilaterais entre países, uma vez que a eliminação de barreiras ao comércio não precisa de ser recíproca para que a população do país usufrua todos os benefícios do livre comércio.  

Se o Reino Unido sair do mercado comum da UE, tudo o que o país tem de fazer para alcançar um genuíno acordo de livre comércio — aliás, isso vale para qualquer país — é passar uma ínfima legislação declarando simplesmente que:

Por meio desta, o governo [insira o nome do gentílico] elimina todas as vigentes barreiras, restrições e proibições à livre e irrestrita exportação e importação, compra e venda, de todos os bens e serviços entre [nome do país] e toda e qualquer nação do mundo.  O governo [insira o nome do gentílico] declara que todas as formas pacíficas e não-fraudulentas de comércio e troca são questões exclusivas do foro privado de cada indivíduo, e dizem respeito apenas aos cidadãos do [insira o nome do país] e do resto do mundo envolvidos na transação.  Esta lei entra em vigor imediatamente.

Se isso acontecesse, os importadores e exportadores de todo o mundo alegremente fariam comércio com o Reino Unido — como já fazem com Hong Kong, que não possui nenhuma barreira às importações.

Mas, como já dizia Mises, acordos comerciais feitos por governos sempre visam a estimular as próprias exportações e a tolher as importações.  O protecionismo é a regra dentro da UE: os interesses políticos deletérios ao livre comércio sempre encontram apoio entre os países-membros, e os grandes grupos empresariais e agrícolas estão continuamente clamando por ainda mais intervenções sobre o comércio. 

Nesse sentido, o mercado comum da UE nada mais é do que uma bem-organizada camarilha de burocratas protecionistas que gostam de posar de defensores do livre comércio. 

Sem dúvidas, o comércio é muito mais livre fora dessa organização.

Ademais, para os defensores da permanência, a coisa se complica quando se observa que os dois países mais ricos da Europa nunca fizeram parte da União Europeia: Suíça e Noruega.  Isso vem fornecendo mais um argumento poderoso para os defensores da saída do Reino Unido.  "Você quer deixar de fazer parte da União Europeia, assim como os dois países mais ricos da Europa?"

Imitando a Suíça

Os suíços, obviamente, sempre praticaram um amplo comércio internacional e usufruem um padrão de vida que regularmente os coloca entre os três maiores do mundo.  Mais ainda: os suíços possuem um amplo comércio com a União Europeia sem jamais ter sido membro do arranjo.  E, dado que a UE se baseia majoritariamente em proteger as indústrias européias da concorrência não-européia, os suíços estão em uma melhor posição em termos de liberdade de comércio que seus vizinhos.

Politicamente, a Suíça também oferece uma dicotomia extremamente interessante em relação à UE.  A UE é uma organização secreta e totalmente isolada do povo europeu, o qual não detém absolutamente nenhum poder de supervisão sobre ela.  A UE não é gerida por pessoas eleitas.  O próprio Parlamento Europeu é totalmente impotente para impedir ou revogar os atos da Comissão Europeia (que é o corpo executivo da União Europeia). Os membros da comissão não são eleitos, mas sim designados pelos governos dos estados-membros. 

Sendo um conglomerado formado por dezenas de comissões anônimas e secretas, a UE é um paraíso para um burocrata.  Pessoas extremamente poderosas permanecem praticamente anônimas, seguras para impingir seus infindáveis esquemas intervencionistas sem jamais temer qualquer punição dos eleitores.  Praticamente ninguém é capaz de citar os nomes dos mais poderosos indivíduos da UE, seja dos cinco presidentes da UE ou de outros poderosos membros das organizações pertencentes à UE.

Como bem disse um observador: "De que adiantaria eu saber quem eles são?  Ninguém tem nenhum poder sobre eles."

Agora, compare isso ao sistema suíço, que é fortemente localizado, descentralizado, dependente de referendos feitos localmente, e sujeito a vetos dos eleitores.  A desconfiança do poder centralizado é algo fortemente arraigado nos suíços.  Já o sistema da União Europeia, por outro lado, é a própria encarnação da centralização burocrática.

O Reino Unido faria bem em sair da UE e ser mais como a Suíça.

Contas a pagar

Uma saída do Reino Unido da União Europeia seria totalmente diferente de, por exemplo, uma saída da Grécia.  Embora a Grécia faça parte da zona do euro e o Reino Unido não, a Grécia é uma recebedora líquida das transferências da UE, ao passo que o Reino Unido é um pagador líquido.

Em outras palavras, o Reino Unido, assim como a Alemanha e a França, representam as economias grandes e produtivas que pagam as contas da União Europeia, que conferem influência à União Europeia, e que produzem a riqueza que é redistribuída para os países menos produtivos da União Europeia, como Grécia, Espanha e Portugal.

Não é difícil entender por que alguns britânicos podem se cansar de pagar as contas dos governos de Portugal, Espanha e Grécia quando a própria Grã-Bretanha tem vários desafios econômicos para resolver.

O equilíbrio do poder na União Europeia seria dramaticamente alterado.  Com a saída do Reino Unido, a base econômica produtiva da UE — os "estados pagadores líquidos", como a Alemanha — seria ainda mais pressionada.  Alemanha e França teriam agora, majoritariamente, de arcar com o financiamento da UE.  Consequentemente, a saída do Reino Unido faria com que o equilíbrio do poder fosse deslocado ainda mais em prol dos mais numerosos estados recebedores de repasses. 

Poderia isso acelerar a saída da Alemanha da UE?  Possivelmente, embora seja difícil prever por quanto tempo os europeus conseguirão continuar invocando o sentimento de culpa do nazismo para continuar chantageando emocionalmente a Alemanha a subsidiar o resto da Europa.

Imigrantes

No entanto, a questão dos imigrantes muçulmanos continua sendo o tópico principal.

Com a recente enxurrada de refugiados e imigrantes entrando na Europa, a pressão dos cidadãos britânicos sobre o governo aumentou.  Os burocratas de UE propuseram espalhar os imigrantes por vários países da Europa de acordo com um plano de re-assentamento pré-definido.  Naturalmente, os britânicos não gostaram da ideia, pois, além das questões que envolvem a segurança nacional, os novos imigrantes gerarão uma pressão adicional sobre o estado assistencialista britânico. 

E, mesmo que absolutamente nenhum imigrante fosse realocado para o Reino Unido, os britânicos ainda assim teriam de financiar ao menos parcialmente o re-assentamento dos imigrantes no resto da Europa por meio dos impostos que pagam para sustentar a União Europeia. 

Uma solução parcial para tudo isso seria, novamente, apenas sair da União Europeia. Com a saída do país da UE, o Reino Unido teria agora mais soberania sobre suas fronteiras e não seria obrigado a direcionar dinheiro de impostos para sustentar imigrantes em outros países.  

Por tudo isso, as perspectivas de que o referendo opte pelo 'sim' são consideráveis.  Seria interessante.

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Ryan McMaken, o editor do Mises Institute americano.

Carmen Elena Dorobat, pós-doutoranda em economia na Universidade de Angers e professora na Bucharest Academy of Economic Studies.


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Diversos Autores

  • Diego  17/06/2016 15:26
    Tomara que eles tenham coragem e se livrem daquele circo globalista que só levou à destruição da Europa em todos os aspectos, cultural, moral, financeiro...
    Muito estranho o assassinato contra a deputada trabalhista, que a mídia já correu pra associar como um atentado cometido por alguém a favor ao Brexit.
    Que papelão do Cameron ser contra e se juntar ao PT, políticos não velem nada mesmo.
    Vão poder andar sozinhos sem ter que carregar países falidos nas costas, além de restaurar a soberania com o controle das fronteiras e impedir a invasão da escória de muçulmanos.
    Vai ser engraçado ver Grécia, Espanha e Itália se afundando de vez sem o euro com a volta daquelas moedas vagabundas.
    E claro, um golpe definitivo na esquerda e no populismo barato deles, adeus moeda forte e estável, queridos. Acabou o almoço grátis garantido nesses anos todos por UK, França e Alemanha.
  • JP  17/06/2016 16:37
    Depois de 2001, busco ver qualquer atentado como uma manobra "false flag", na política o que mais existe são doentes "revolucionários" que servem de gatilho. O livro Desinformação do ex-chefe da inteligência romena, na época da guerra fria, tenente-general Pacepa que desertou e foi para os EUA explica muito bem isso. Depois da 2ª guerra mundial os serviços de inteligência viraram mestres nisso. Sempre vai ter um imbecil para fazer o "dirty job".
  • Evelyn  17/06/2016 16:53
    Verdade. Essa aí da deputada assassinada tem todo o jeito de ser false flag da turma do Remain. Escolheram uma bode expiatória que não faria falta ao mundo e mandaram ver.

    As elites globalistas sabem muito bem o que fazem.
  • Juliano Almeida  17/06/2016 19:58
    A deputada foi morta por um nacional socialista.
  • O Volta  18/06/2016 05:43
    Vocês viram que Mises e a escola austríaca estão sendo atacados por Mavs nos comentários do blog do Rodrigo Constantino?

    Está havendo uma verdadeira campanha de dakes por lá.
  • GJ  17/06/2016 15:39
    Muito bom! Pensei bastante, mas não consegui achar nada que contrarie os argumentos dos autores.
  • Pedro  17/06/2016 16:07
    Não considero o Reino Unido um país assim tão rico, Reino Unido e França são paises que importam mais do que exportam, já a Alemanha e Holanda exportam muito mais do que importam.
  • Cabral  17/06/2016 16:51
    Desculpe, Pedro, mas seu critério é totalmente nonsense.

    Todos os países da América Latina e da África exportam mais do que importam. Isso significa que eles são ricos?

    Os EUA importam muito mais do que exportam. Isso significa que eles são pobres?
    Aliás, e por uma questão de lógica, quem tem capacidade de importar muito é que é rico.

    Você só importa muito se tiver o dinheiro para tal e/ou a capacidade de pagamento. Só quem é rico pode consumir muito.

    Portanto, a sua lógica está quase invertida.
  • Pobre Paulista  17/06/2016 16:42
    Se o UK é uma monarquia, pq as pessoas precisam votar? Não basta a Rainha dizer "chega dessa m*rda?"
  • Andre  17/06/2016 17:10
    Quem dera ela tivesse esse poder, UK é monarquia parlamentarista, tem que ter um regime democrático pra destruir adequadamente uma sociedade.
  • Janjao  17/06/2016 18:27
    tem democracia lá
  • Humberto  19/06/2016 22:17
    Monarquia Parlamentarista está para Monarquia assim como o Mico-Leão-Dourado está para Leão.
  • Pobre Paulista  20/06/2016 15:05
    Melhor explicação que já tive a respeito do assunto :-)
  • Capital Imoral  17/06/2016 17:23
    Ontem eu estive refletindo sobre como o capitalismo é cruel para com os mais velhos.

    Ontem eu sai do escritório, fui tomar o meu café com pão de queijo na cafeteria aqui próximo. E sem querer acabei derrubando a xícara de café no chão, e um pouquinho de café não apenas caiu no chão mas também caiu nos meus novos sapatos da zattini.

    Logo após o acontecido, vem o senhor de 60 anos, com seu subemprego, limpar o meu resto, se ajoelhar para limpar o chão, e até quase limpou meus sapatos, mas o impedi, por ficar chocado, com a cena.

    Capitalismo, como você permitiu que isso acontecesse? Fiquei a pensar. Um homem que tem o dobro da minha idade, se humilhando, o homem que tem o dobro da minha idade limpa o resto que comi, não tem como não pensar na escravização, ou nas desigualdades que os homens tentam justificar.

    A verdade é que no mundo capitalista, aquele homem é inferior a mim, mas eu sei que sou humano igual a ele, eu que deveria respeitar ele, mas o capital reverteu as coisas. O capitalismo é aquela coisa que diz, sem dizer. Não é preciso dizer nada, apenas ver o ato humilhante em si, acontecendo.

    Se eu falasse para aquele senhor limpar os meus sapatos, ele iria limpar. Isso é o mais triste.
    Cade a dignidade humana? O capital comprou.

    Não tem justificativa para essa maldade, neoliberal, não tem.

    Eu volto para meu escritório, eu volto a minha vida intelectual, e aquele senhor volta para o subemprego, para limpar o resto dos outros, ao fim do dia tem que contar o dinheiro contaminado do caixa e limpar as privadas.

    o homem traiu o homem.
  • anônimo  17/06/2016 18:51
    O pessoal nem perde mais tempo para responder troll...

    Mesmo se essa história for verdade, como você sabe a história dessa pessoa e o porque dela chegar a essa situação.

    Você conhece a história da cigarra e da formiga ?

    Não estou falando que é isso, mas muitas vezes a pessoa poupa a vida inteira e é prudente.

    Ai quando chega na velhice tem condições de ter uma vida digna.

    Essa é a formiga.

    Agora tem pessoas que vivem como se não houvesse o amanhã, tomou várias decisões erradas na vida e agora tem que trabalhar na velhice.

    Essa é a cigarra.

  • Capital Imoral  17/06/2016 19:17
    Trabalhar com cigarra e formiga, é trabalhar com conceitos simplistas. é ignorar o que está por traz, é ignorar a falta de cultura, a falta de oportunidades, a falta de alguém para aconselhar, é ignorar até mesmo os caminhos que a vida nos impõe sem que tenhamos controle direto.

    Um homem pode ter trabalhado a vida inteira igual um cavalo, e por coisas da vida, ter terminado em um subemprego lutando para viver com o minimo.

    Uma verdadeiro cidadão, tem compaixão para com o outro, sem julga-lo, pelos caminhos que o levou a pobreza. Um verdadeiro cidadão, não acha normal alguém ter um subemprego, que deveria ser feito por uma maquina.

    um verdadeiro cidadão, não deseja que os outros se humilhem, mas que sim, sejam dignos e iguais. o que se percebe é que o capitalismo realça justamente o contrário.
  • Não confunda revolução com evolução.  18/06/2016 12:25
    Cadê a igualdade quando médicos vem trabalhar no Brasil e quem recebe os salários é o governo cubano?
    Cadê a igualdade quando taxistas comuns não podem pegar passageiros nos hotéis que o governo cubano controla?
  • Não confunda revolução com evolução.  18/06/2016 10:11
    Me lembrou o Presidente da Bolívia Evo Morales pedindo para amarrarem os seus sapatos.
  • Primo  18/06/2016 13:53
    Comigo já aconteceu diversas vezes esse tipo de situação e não raro o velhinho era o dono do local. Entender o porque dele estar se submetendo a um serviço que não exige muito raciocínio intelectual exige sair do mundo materialista e entrar no mundo espiritual. As escolhas individuais não podem ser analisadas somente sob o ponto de vista econômico. Reduzir o ser humano aos seus preconceitos não é impor dignidade mas é fazer uma análise superficial das escolhas individuais.
  • MARCOS JOAQUIM PEREIRA  18/06/2016 17:28
    Isso volte para sua vida intelectual e reflita sobre o que realmente é humilhação! Ter emprego, principalmente aos 60 anos de idade, não é uma humilhação é dignidade, ele presta um serviço e ganha por isso! Temos que estimular para que mais e mais empresas tenham condições de empregarem cada vez mais pessoas, inclusive os com mais de 60 anos, ainda que seja para limpar o chão ou os pés de fregueses e clientes! Indignidade é depender do Estado! Apenas o capitalismo pode prover dignidade com mercado livre e explosivo, empregando pessoas e distribuindo riquezas com base na produção individual de empresas e 'pessoas físicas' e não com base em impostos abusivos utilizados não para o bem 'comum' e sim para interesses políticos mesquinhos que visam a manutenção do poder nas mãos de representantes de uma ideologia porca e maldita que premia os fracassados e estimula o ócio! Limpar os pés de pessoas não é humilhação, que o diga Jesus Cristo que lavou os pés dos discípulos e ensinou que humilhação é a vaidade intelectual 'farisaica'! Aliás o fato de alguém limpar o chão não determina que tal pessoa não tenha uma vida intelectual rica e intensa, isso não passa de um preconceito comum, de uma arrogância pretensiosa que vemos por demais aqui no Brasil! Vivas ao capitalismo!!
  • Tarantino  19/06/2016 22:09
    Hahaha, boa! Comunista tomando café em uma cafeteria calçando sapatos da Zattini!
    Se bem que Zattini não é uma marca tão cara assim...esse Capital Imoral é mesmo um fanfarrão!!
  • Gutemberg  25/06/2016 15:54
    O tal do capital imortal trouxe mais uma fanfic esquerdista para nossa diversão.
    ????
  • Leonhard  22/06/2016 00:39
    Esse senhor mesmo exercendo uma função tão baixa no mercado de trabalho tem mais dignidade e honra do que um certo alguem de 9 dedos e todos os seus filhos que gozam de uma vida de luxo e requinte não por meio de méritos e esforços, mas por meio de manipulações politicas, corrupção e afins.

    Um senhor de 60 anos que trabalha para sustentar a si e sua familia com suor de seu esforço e não com esmolas do estado, ou com corrupção, ou roubo é digno de respeito e não da pena de um canalha que vive no mundo da lua, alheio a realidade, que se estivesse nessa mesma "suposta" situação, daria cabo a própria vida, pois não teria a mesma capacidade de assimilar e digerir uma condição de aperto ou adversidade que os indivíduos de classes economicas baixas tem.

    Acorde de seu sono e olhe para si, que então persebera que o verdadeiro humilhado o individuo inferior da situação é você mesmo.
  • Ana  24/06/2016 19:00
    Só não vejo humilhação nenhuma em um senhor estar fazendo o seu trabalho. Eu limparia o chão e seu sapatos de boa, sendo este meu trabalho. Não seja preconceituoso.
    Se não fosse o sistema este senhor estaria ainda a limpar, mas muito provavelmente seus pés descalços.
  • Renato  17/06/2016 17:24
    Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.

    Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.

    Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.

    Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:

    Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.

    Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.

    Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.

    Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política...e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.

    Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.

    Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.

    Trabalharíamos como se fossemos "fantasmas". O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.

    É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.

    Para os interessados meu email é galenoeu@gmail.com
  • Fernando  17/06/2016 17:43
    Adorei o artigo.
  • Matias Pasqualotto  17/06/2016 17:51
    A quem possa interessar, aqui está o documentário BREXIT legendado em português:
    https://www.youtube.com/watch?v=QbjYi1QrTWY
  • Gabriel  17/06/2016 21:26
    Aliás, já achei aqui o video, vou ver hoje a noite. Presumo inclusive que aquele canal no youtube deva ser seu (mesmo nome), parece ter vários videos muito bons lá.

    Gostei, parabéns.
  • Matias Pasqualotto  18/06/2016 00:17
    Obrigado, mas não fiz sozinho. Um amigo português me ajudou, já que ele quer convencer alguns gajos a saírem da UE também. Não vai ser tão fácil, já que, como o próprio artigo diz, Portugal é recebedora líquida dos recursos da UE.
  • Paulo Peres  17/06/2016 22:52
    Que pena que só vi esse link depois de já ter assistido a versão indicada no texto com legenda traduzida automaticamente...
  • Matias Pasqualotto  18/06/2016 00:18
    hehe assista de novo. Essa tradução automática é pra matar...
  • Gabriel  18/06/2016 23:47
    Pois é, depois eu vi que existe uma tradução automática. Mas o video do Matias com uma tradução de "verdade" fica muito melhor de entender.
  • Capital Imoral  17/06/2016 17:55
    Agora, compare isso ao sistema suíço, que é fortemente localizado, descentralizado, dependente de referendos feitos localmente, e sujeito a vetos dos eleitores. A desconfiança do poder centralizado é algo fortemente arraigado nos suíços.
    -------------
    é bom lembrar que o socialismo do futuro, quando o capitalismo não mais existir, será assim.
  • anônimo  17/06/2016 18:52
    Lá é tão socialista, mas tão socialista que recusaram um salário de 2 mil euros sem fazer nada...

    www.implicante.org/noticias/suica-rejeita-o-tal-salario-basico-de-dois-mil-euros-para-quem-nao-faz-nada/
  • Cristiano  18/06/2016 01:10
    Sonhar é bom né!
  • Joao  19/06/2016 09:35
    O socialismo do futuro (aquele que vai dar certo) é o capitalismo?
  • anônimo  19/06/2016 18:08
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
  • Halysson  17/06/2016 19:32
    Eu consigo enxergar uma situação análoga ao nosso país e a situação de alguns estados.

    Seria Lugar comum dizer que São Paulo é a locomotiva do país e sustenta o resto.

    Mas vou falar da pequena província em que vivo, o Espirito Santo.

    Este pequeno condado, com pouca ou nenhuma influência política na esfera federal, é um dos estados com maior diferença de envio/retorno de arrecadação dentre os 27 estados.

    Ou seja, mandamos milhões em impostos para União, e esse valor não é repassado de volta em forma de recursos a serem utilizados nas esferas competentes.

    E pra onde vai esse dinheiro? Vai para terras pouco produtivas tem troca superavitária com a união como a Sarneylandia (Maranhão e Amapá) e Matadorlandia (Terra de Renan e Collor).

    Mas não é só isso. Visando aumentar a competitividade e o desenvolvimento dessa terra negligenciada pelo império por quase 400 anos, criamos sistemas de incentivo fiscal (FUNDAP) para trazer mais exportadores aos nossos modernos e eficientes portos. Mas recentemente o Leviatã veio e disse que não podemos fazer isso, em prol do fim da "guerra fiscal", o que foi um duro golpe na atividade portuária do ES.

    MAS NÃO É SÓ ISSO! Descobrimos Petróleo nessas terras, e com ele a promessa de bilhões em arrecadação em Royalites, que deveriam servir para preparar o estado para absorver o impacto econômico, demográfico e ambiental que o desenvolvimento dessa cadeia produtiva traria. Ai apareceram uns pseudo-separatistas do sul do país que hora levantam bandeira da sua própria pátria, hora cobiçam as riquezas produzidas em terra alheia, dizendo que nós temos que dividir o "cacau" com todo mundo. IGUALMENTE.

    Então, por isso, eu entendo perfeitamente o desejo da Inglaterra de não bater continência a um "estado maior", nem ter que sustentar "parente pobre"

    Quem dera nós, moradores desse pequeno principado, tivéssemos a opção de votar nosso próprio "ESIT", e nos livrarmos do parasitismo da união.
  • Jorge  17/06/2016 20:46
    "Ai apareceram uns pseudo-separatistas do sul do país que hora levantam bandeira da sua própria pátria, hora cobiçam as riquezas produzidas em terra alheia, dizendo que nós temos que dividir o "cacau" com todo mundo"


    Quem seriam esses?
  • anônimo  18/06/2016 19:40
    "O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) diz que a proposta produz maior equilíbrio entre estados e municípios brasileiros. "Faz uma distribuição muito mais equilibrada. Será receita importante para municípios e estados. Os não produtores têm direito de partilhar da arrecadação de uma riqueza que é nacional", disse. "O que Câmara e Senado estão fazendo é justiça. Todos os brasileiros contribuíram para ajudar na localização e na exploração do petróleo, é justo que todos os estados compartilhem os royalties"."

    g1.globo.com/politica/noticia/2012/11/entenda-nova-lei-que-muda-divisao-de-royalties-do-petroleo.html

    Esse deputado foi um dos maiores entusiastas da partilha.
  • anônimo  18/06/2016 22:42
    E desde quando esse Onyx é "separatista"?
  • anônimo  20/06/2016 13:39
    Ele não é, mas é do mesmo lugar de onde eles vieram. E eu duvido que algum separatista não tenha sido contra a ideia de receber milhões a mais de recursos para o seu estado.
  • Alexander   24/06/2016 12:27
    Bobagem, o movimento separatista mais organizado do Brasil é o do Sul, que sozinho é mais competente que todos os de SP, nem tem como comparar esses filhotes conosco. Até plebiscito consultório pela saída já temos programado, enquanto os movimentos mais sérios de SP ainda engatinham. Ademais, o sul nunca foi recebedor líquido de recursos da União e sim pagador forte. O Deputado em questão quer no máximo diminuir a quantidade de dinheiro que enviamos a mais para união.

    E SP elegeu um monte de petistas, democratas trabalhistas pró união, bem mais que os estados do Sul, só ver a votação do Impeacheament.
  • Eduardo  17/06/2016 19:48
    O país mais rico na verdade é Luxemburgo, dependendo da fonte, e que faz parte da comunidade. Mas mesmo assim não muda em nada o sentido do texto.
  • Diego  17/06/2016 20:50
    Quais seriam os impactos de curto e longo prazo no Euro e no Dólar caso seja confirmada a saída?
    Qual seria a posição dos bancos centrais neste cenário?

    Abraços
  • Vinícius  18/06/2016 02:54
    Com a saída do Reino Unido é possível prever o que aconteceria com a cotação da libra £ ?
  • anonimo   18/06/2016 11:55
    Se todos os tributos fossem desvinculados do preço de produtos e serviços (50%)?

    Se todas as empresas fossem isentas do pagamento de todos os tributos, inclusive trabalhistas?

    Se todos os tributos fossem pagos anualmente por pessoas físicas eleitores com base no consumo?

    Por que pagar tributos trabalhistas, saúde, educação, previdência e outros ao governo?

    Os tributos são pagos pelos consumidores, este é o recurso escasso e limitado, não é mesmo?

    Por que não às cooperativas regionais?

    Libertar o povo dos poderes: políticos, econômicos, religiosos, militar.

    Sair do socialismo fascista e não fascista.
  • Lucas  18/06/2016 19:31
    Pena que tal liberalização do comércio citada no artigo não vai acontecer: os políticos defensores do Brexit são nacionalistas e protecionistas até o último fio de cabelo.
  • anônimo  18/06/2016 22:31
    A melhor solução contra o estado é não comprar nada, não fazer dívidas e poupar o máximo possível. Ou seja, economizar.

    Elimine a palavra comprar do seu vocabulário. No máximo, use a palavra trocar.
  • anônimo  19/06/2016 09:32
    Compre com bitcoin e similares.
  • Caju  19/06/2016 18:13
    A União Européia está encaminhando todos os países rumo ao Socialismo e até os que não são da UE estão se tornando lentamente socialistas.

    Triste.

  • Andre  20/06/2016 14:42
    O Chile já está a postos para negociar um tratado de livre comércio com a futuro liberto Reino Unido.

    www.lanacion.cl/noticias/economia/macroeconomia/advierten-que-el-brexit-obligara-a-chile-a-firmar-un-nuevo-tdlc-con/2016-06-19/131340.html
  • Luiz Novi  21/06/2016 20:26
    Entendo que acordos comerciais feitos pelos governos é o primeiro passo para criação de cartéis, sendo assim como frisa o texto, a saída do Reino Unido traria maior liberdade.

    O comportamento dos investidores na bolsa parece mostrar que haveria uma motivação para que outros também saiam, desestabilizando o bloco.

    Leandro Roque, Fernando Ulrich e demais editores, gostaria muito da opinião de vocês.

    Poderiam expor o que acham sobre a correlação destes dois fatores?

    Grande abraço.

    Luiz Novi
  • Alexandre Purissimo  24/06/2016 07:30
    Hoje, meus senhores, eu levanto meu copo e ofereço um brinde a Nigel Farage e ao povo britânico.

    Ainda me lembro bem de assistir aos vídeos do Nigel Farage no youtube. Discursos duros e eloquentes contra a ditadura da União Européia, contra a postura anti-democrata do parlamento e das comissões especiais, que decidiam o futuro de milhões sem representatividade popular.

    Durante anos, Nigel foi alvo de piadas e risadas no parlamento europeu e foi massacrado sem piedade nas eleições gerais britânicas por toda a mídia, sufocado pelo discurso mentiroso e politicamente correto. Nunca perdeu a calma, nunca deixou de ser democrático, nunca incitou a violência como saída para os problemas.

    Só que o mais legal da ideia de liberdade é que ela é uma semente que não morre facilmente. Pela primeira vez eu tive a chance de verificar o poder dessa ideia com meus próprios olhos. O poder de uma voz indo contra tudo e contra todos em busca do benefício do cidadão comum e trabalhador de um país.

    Brexit nos deu uma lição valiosa.

  • Pessimista  24/06/2016 12:23
    Uma pergunta, faz sentido a desvalorização que a Libra está sofrendo após a decisão de sair da UE?
  • Leandro  24/06/2016 12:42
    Se faz ou não, eu não sei. O que sei é que o mercado financeiro, com essa medida, está prevendo políticas mais nacionalistas e mais protecionistas de ambos os lados. E parece também estar prevendo represália por parte dos outros países da União Europeia. E a UE de fato poderá ser impiedosa, como que para dar um aviso aos outros países: "Não tentem fazer o mesmo!"

    Protecionismo e represálias são totalmente propícios a gerar uma moeda fraca. O mercado financeiro está apenas se antecipando a isso. Se ele está certo ou não, aí não é comigo. Prever o que políticos irão fazer é da seara da ciência política e não da ciência econômica.

    Infelizmente, a excelente ideia do Brexit foi encampada quase que majoritariamente por nacionalistas e protecionistas hidrófobos, o que em nada ajuda a causa.

  • Luiz Novi  28/06/2016 12:19
    Interessate, o mercado sempre antecipa. Boa a leitura do Leandro.

    Abraço.

    Luiz Novi
  • Luiz Novi  28/06/2016 13:01
    Há um ditado que diz que a bolsa sobe no boato e cai no fato. Há dois sentimentos antagônicos sempre presente nos mercados, Ganância e Medo. Quando há ganância os mercados valorizam excessivamente e quando há medo ele deprecia excessivamente. Um bom exemplo é quando o governo reduz a taxa de juros para injetar dinheiro na economia, o que se torna uma alta insustentável.

    Abraços.
  • Livre Mercado  28/06/2016 14:52
    O ditado é assim porque compramos no boato e realizamos o lucro no fato, não tem medo, apenas ganância.
    E fazemos isso todos os dias com as fofocas de empresas e de setores que agradam a cada operador.
    Medo, pessimismo e aversão ao risco nas bolsas sempre são consequências de alguma cagada estatal em algum lugar do globo.
  • Luiz Novi  28/06/2016 15:40
    Concordo, Livre Mercado, mas acho que não deixei bem claro, pois uma coisa é uma simples correção, onde há realização de lucros, aí não há medo. Quando há uma cagada estatal, como você mesmo disse, e o buraco é mais embaixo, aí sim uma tendência de baixa alimenta o medo.

    Grande abraço.

    Luiz Novi
  • Tom Heinz  24/06/2016 22:43
    muito brilhante realista,honesto,lúcido,concreto,verdadeiro e livre de tendências esta edição!
    estou a conhecer o site agora e se suas outra matérias forem tão excelentes como esta, conquistaram mais um voraz leitor !
  • Tom Heinz  24/06/2016 22:46
    parece que encontrei um site de notícias livre do imperialismo americano ou comunismo marxista que assola o mundo e a mente das pessoas ! gostei!
  • Luiz Novi  28/06/2016 16:31
    Tom Heinz, já faz um tempo que sou leitor assíduo do Instituto Mises Brasil e a cada dia que passa ratifico a minha satisfação com todos os seus integrantes.

    Vai firme, você só tem a ganhar.


    Grande abraço.

    Luiz Novi
  • Jan Luis Mozol  28/06/2016 12:13
    Sou conservador.
    Porém não posso deixar de analisar a politica externa ,capitaneada pela Inglaterra, antes e pós segunda guerra mundial.Imperialista depois saudosista.
    Sim existe um componente globalista , sim existe um controle externo .
    Mas é inegável que a xenofobia foi o motor do Brexit.
    Em algumas ruas de Londres e outras cidades já impera a sharia
    Em 1990 ,em Londres, vi bairros lotados de muçulmanos, que se comportavam bem (em termos ocidentais).
    Não, não foi estourada a votação, foi muito próxima ,mas muito próxima se vc contar que não foram as urnas muitos jovens e estes eram na maioria a favor do Remain.
    Querer atribuir consciência política do que é globalismo em camponeses e pessoas com menor instrução,que notadamente são os de mais idade é piada.
    Os que comandavam o Brexit poderiam até ter consciência do que era,mas utilizaram propaganda para que se aderisse a saída pela xenofobia e o medo.
    Olhando para apenas o cenário econômico , é admirável a ascensão de França e Alemanha , principalmente pós guerra fria.
    O erro, o maior deles foi que deveriam seguir as tendencias conservadoras e estimula-las na Alemanha, França etc.
    A Polônia ,fatalmente ultrapassaria alguns países melhores colocados , mesmo sendo conservadora.
    Vemos hoje nas ruas de Londres adesivos como ' fora vermes poloneses' ,não se vê 'fora vermes muçulmanos' , ainda sonham com um poder que não existe mais.
    Grã Bretanha só existe ainda (como poder mundial,não geográfico) nos filmes de 007.
    Fugir nunca foi e nunca será uma solução,antes o combate honrado do que a fuga.
    Digo isto porque na segunda guerra, milhares de aviadores poloneses, se sacrificaram nos céus de Londres e da Europa , hoje são chamados de vermes por aqueles que eles ajudaram a sobreviver.
    O espirito arrogante e xenófobo continua,não só religioso ,mas racial ,por aqueles que um dia derrotaram o nazismo.
    Triste.
  • Emerson Luis  05/07/2016 13:20

    Uma reportagem da Veja desta semana diz que a saída da Bretanha da União Europeia foi um retrocesso do liberalismo ("democracia liberal"). A repórter realmente acredita que a UE é liberal/capitalista, uma região de livre comércio e apenas isso, quando na realidade ela é uma federação de Estados social-democrata, ou seja, socialista.

    * * *
  • anônimo  05/07/2016 14:32
    A veja já virou uma revista progressista há um bom tempo, não sei como não perceberam ainda.

    A única perculiaridade dela é que é uma progressista anti pt.

  • Livre Mercado  05/07/2016 15:23
    Veja é o último bastião da mídia impressa, vai escrever qualquer lixo que o leitor quiser ler para que o público continue comprando aquele monte de papel colorido.
    E não traz nenhum espanto a completa ignorância econômica pela equipe de Veja, ser antipetista não é ser inteligente.


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