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A teoria monetária da Escola Austríaca aplicada ao mercado financeiro

Nesta primeira aula sobre a Escola Austríaca e o Mercado Financeiro, o professor Fernando Ulrich mostra como a teoria monetária da Escola Austríaca pode ser aplicada ao mercado financeiro.

Ulrich cita o autor Benjamin Graham e sua obra The Intelligent Investor ("O Investidor Inteligente"), a qual menciona a teoria de investimento de valor baseada em análises fundamentalistas, sendo seu conteúdo complementar à teoria austríaca. A teoria consiste em analisar o setor de uma empresa, sua equipe de gestão, as oportunidades de mercado e alguns outros fatores.

A aula discorre sobre o crash da bolsa de valores americana de 1929 e mostra as críticas feitas por Mises e outros economistas austríacos a respeito da inevitabilidade das distorções geradas pela expansão monetária, as quais levaram ao crash.  Ulrich lista também outras bolhas anteriores a este evento.

Também são estudados o colapso do sistema de Bretton Woods, a bolha imobiliária e acionária japonesa, a bolha da Nasdaq, a grande crise do século XXI, e a pior crise econômica da história do Brasil.

Todos estes episódios têm em comum a expansão monetária conduzida pelos bancos centrais em conjunto com o sistema bancário.

Ulrich fecha a aula falando sobre um dos grandes erros corporativos da história, envolvendo a ThyssenKrupp AG e seus relatórios anuais, bem como as lições que os economistas podem tirar deste caso concreto, além de ressaltar a importância da teoria monetária da escola austríaca e a teoria austríaca dos ciclos econômicos para estratégias de investimento de sucesso.

Para conferir a aula completa, acesse:


1 voto

autor

Equipe IMB

  • Fernando  08/06/2016 14:21
    Tô precisando disso mesmo. Obrigado Mises.
  • Juliana  08/06/2016 15:50
    É um pouco tarde para fazer a pergunta, então vou apenas deixar uma observação. As postagens aqui no site não estão seguindo a ordem cronológica em que as aulas foram dadas, e isso pode dificultar um pouco tanto a conexão entre uma e outra como (e principalmente) a oportunidade de esclarecer alguns pontos, cujas perguntas ou colocações, teoricamente, deveriam ter sido feitas antes. Se houver uma boa justificativa para isto, eu gostaria de ouvir.

    Mas achei excepcionalmente ótimas as aulas. Parabéns a todos, e muito obrigada por compartilharem!
  • Porta-Voz  08/06/2016 16:31
    A ordem dos eventos dependia dos palestrantes.

    Mas em nada prejudica a compreensão dos temas.
  • Juliana  09/06/2016 15:21
    Obrigada, Porta-Voz! Mas a questão nem é tanto sobre a compreensão dos temas.

    Veja qual o problema: uma pessoa que tenha assistido, digamos, às aulas "Teoria Monertária da Escola Austríaca" (TMEA), também do Ulrich, e "Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos" (TACE), do professor Iorio, pode perfeitamente considerar cada uma excelente. Porém, vendo de uma perspectiva mais crítica, as teorias pareceram insufucientes para serem aplicadas à realidade. Só para dar um exemplo, ambos fizeram questão de enfatizar que, para a Escola Austríaca (EA), inflação é aumento da oferta monetária, e não aumento do nível de preços — como amplamente é difundido por aí. E, para resumir, no final das contas o 'aumento do nível de preços' acabou sendo uma variável não considerada. Além é claro de tantas outras que influenciam o uso da moeda como taxa de câmbio, "choques externos", expectativas, etc. Seria mais interessante que o Ulrich estivesse se oucupado em fazer antes uma aula com o nome "Teoria da Escola Austríca das Moedas Estatais" do que essa aí do mercado financeiro. Tem uma série de conhecimentos relativos ao assunto, desenvolvidos por gente da EA, que estão soltos por aí. Era só juntá-los e organizá-los para aplicar.

    Tanto que a aula do Hélio, sobre a EA e as crises atuais, foi muito mais informativa do que explicativa. Não podemos dizer que ele só ludibriou, porque ele pelo menos foi mais humilde e no título colocou que seria sobre as crises atuais como um desafio para a EA. Mas sinceramente, até agora eu não estou muito certa se devemos ou não jogar as teorias da Escola Austríaca no lixo.

    Para concluir, pela falta de ordem das aulas, não tivemos a chance de perguntar: "Por quê deveríamos assistir à essa aula do Ulrich?".

  • Oi  08/06/2016 16:35
    Valeu!
  • Joselino Barbacena  09/06/2016 20:08
    É troll
  • Luiz Novi  12/06/2016 15:06
    Muito legal a palestra. Trabalho com gestão de fundos de investimentos e sou adepto ao Valuae Investing de Benjamim Grahan. Realmente tenho aprendido com a escola austríaca que podemos enxergar mais além no horizonte e observar quando uma política econômica é insustentável.


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