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Como garantir a perpetuação da pobreza
Apenas siga as lições ensinadas pelo governo

Imagine que você pudesse voltar no tempo uns 50 anos.  Suponha que a razão por que você está fazendo isso é para implantar políticas que irão garantir que os ricos se tornem mais ricos e que a pobreza seja perpetuada ao máximo. (Por que alguém iria querer fazer isso está além da questão).

Quais políticas você iria implantar?

1. Você iria querer adotar políticas monetárias e fiscais que destruíssem ao máximo possível o poder de compra da moeda. 

Os ricos, que têm acesso a aplicações bancárias e financeiras que lhes protegem contra a inflação, manteriam seu poder de compra protegido.  Já os pobres, sem acesso a esses mecanismos, ficariam ainda mais pobres.

2. Você iria querer manter as pessoas menos capacitadas fora do mercado de trabalho.  Para isso, você dificultaria ao máximo para que essas pessoas conseguissem um emprego. 

A imposição de um salário mínimo, em conjunto com uma cornucópia de encargos sociais e trabalhistas, faria com que fosse excessivamente caro contratar uma pessoa com poucas habilidades.  Haveria oportunidades apenas para os mais qualificados.  Afinal, se o preço mínimo a ser pago é o salário mínimo estipulado pelo governo, e se os custos adicionais gerados pelos encargos sociais e trabalhistas praticamente dobram o custo do salário, quem irá contratar uma pessoa pouco qualificada em vez de uma pessoa mais qualificada?

3. Você iria garantir favores especiais e privilégios exclusivos para os empresários mais ricos. 

Você iria lhes conceder subsídios diretos ou empréstimos subsidiados via bancos estatais (pagos com o dinheiro dos impostos pagos pelos mais pobres), iria criar tarifas de importação e desvalorizar a moeda para encarecer importações e lhes garantir uma reserva de mercado, e iria criar agências reguladoras que cartelizassem o mercado interno e impedissem a entrada de concorrentes externos em vários setores da economia, o que garantiria preços artificialmente altos e produtos de baixa qualidade.

4. Você iria reprimir ao máximo o surgimento de pequenos empreendedores por meio de uma burocracia esclerótica e de um código tributário ininteligível.

Você imporia inúmeros procedimentos para se formalizar uma empresa e criaria um emaranhado de leis, medidas provisórias, decretos e outros atos tributários aterrorizantes, você faria com que qualquer eventual erro de contabilidade fosse o suficiente para classificar como "sonegador e criminoso" aquele cidadão que só quer empreender e, com isso, gerar empregos. 

5. Você iria (literalmente) pagar as pessoas para que elas continuassem na pobreza e fossem eternamente dependentes do governo.

Agindo assim, toda e qualquer ética do trabalho seria suprimida e destruída.

6. Você tributaria absolutamente tudo o que é vendido na economia. 

Desta forma, você confiscaria grande parte da renda dos mais pobres.

7. Você entregaria ao governo a função de fazer a "sintonia fina" da economia, implantando políticas fiscais e monetárias expansionistas para aditivar o crescimento econômico.

Isso causaria frequentes ciclos econômicos, períodos de crescimento artificial da economia (o que enriquece os mais ricos) seguidos de períodos de profunda contração da economia (o qual empobrece os mais pobres).

 

Esses sete itens, combinados, fariam perfeitamente o serviço. 

Erija várias barreiras ao progresso dos pobres, pague as pessoas para continuarem pobres, crie um arranjo no qual os grandes empresários consigam vantagens econômicas artificiais, dificulte ao máximo que os pequenos consigam empreender, e você terá criado um sistema no qual a pobreza será perpetuada e os ricos serão cada vez mais ricos.

Como não tentar solucionar a pobreza

Desnecessário enfatizar que cada uma das políticas acima está hoje em total vigor neste país. 

Mas tudo piora. Ao perceberem que a pobreza está se perpetuando, raramente as pessoas se dão conta da contribuição dos sete itens acima.  Consequentemente, em vez de defenderem substanciais alterações — ou mesmo a abolição — dos supracitados itens, elas simplesmente saem em defesa de medidas que irão aprofundar ainda mais o descalabro.

A principal medida — em torno da qual tudo gira — é a "original" ideia de aumentar imposto de renda sobre os ricos, como se tal ato, além de inócuo para a economia, fosse capaz de aliviar substantivamente toda a pobreza.

Quais seriam as consequências?

Em primeiro lugar, o aspecto mais importante a ser observado é que é impossível isolar os custos de qualquer imposto.  A maioria das pessoas pensa que cada indivíduo rico paga, sozinhos, seus impostos diretos.  Mas essa crença é demonstravelmente falsa. 

Se, por exemplo, a alíquota do imposto de renda que incide sobre as rendas mais altas fosse elevada em 20%, os trabalhadores de renda mais alta reagiriam a isso negociando um aumento salarial. Se essas pessoas conseguirem um aumento salarial de, por exemplo, 10%, isso significa que praticamente metade do aumento de 20% da carga tributária sobre pessoas físicas foi repassada às pessoas jurídicas, que são empregadores.

A exata divisão do fardo tributário entre empregados e empregadores vai depender do relativo poder de barganha entre eles no mercado de trabalho.  O que interessa é que os empregados de maior renda irão repassar uma parte, se não a maior parte, de qualquer aumento em seu imposto de renda para seus empregadores.

Consequentemente, estes empregadores irão contratar menos empregados — ou tentarão contratar oferecendo salários bem menores, algo difícil —, e irão tentar repassar esse aumento havido nos custos trabalhistas para os consumidores, na forma de preços maiores. 

Os empresários irão tentar repassar estes maiores custos aos consumidores até o ponto em que possam elevar preços sem sofrer uma relativamente grande perda no volume de vendas.  Desta forma, os consumidores que ainda continuarem comprando a estes preços maiores estarão pagando parte do aumento na carga tributária que supostamente deveria afetar apenas os "ricos".

Desnecessário dizer que, quanto mais pobre for o consumidor, pior ficou a sua situação. Qualquer aumento no imposto de renda da camada mais rica da população — seja o 1% mais rico ou os 5% mais ricos — irá acabar por elevar os impostos que toda a população paga indiretamente.

Mas ainda dá para piorar.

Por exemplo, caso o repasse para os preços desse aumento no imposto de renda fosse muito pequeno, o efeito de longo prazo será ainda pior. 

Se os empregadores tiverem de arcar com toda a elevação dos custos trabalhistas sem uma correspondente elevação de sua receita, suas margens de lucro diminuirão.  Redução nos lucros significa menos investimentos.  E menos investimentos significam menos crescimento econômico, menos emprego, menores salários e queda na renda de toda a população. 

Os pobres, de novo, foram os mais prejudicados.

Além de elevar o imposto de renda sobre os ricos, muito popular também é a ideia de se elevar o imposto de renda de pessoa jurídica, principalmente para as "grandes corporações".  Demagogos sempre dizem que as grandes corporações não pagam sua "fatia justa" de impostos.

O principal problema, o qual até mesmo economistas de esquerda entendem mas não gostam de admitir em público, é que grandes corporações não pagam impostos.  Pessoas arcam com os impostos, não entidades inanimadas.  Uma importante área da ciência econômica, chamada de "incidência tributária", diz que a entidade sobre a qual um imposto é criado (ou elevado) não necessariamente irá arcar com todo o fardo deste tributo; boa parte do ônus pode ser transferida para terceiros.

Por exemplo, se um tributo é criado (ou elevado) sobre uma grande corporação, e caso ela queira se manter operando no mercado, há três coisas que ela pode fazer: ela pode elevar os preços dos seus bens e serviços, ela pode deixar de dar aumentos salariais ou deixar de contratar pessoas, e ele pode, no extremo, reduzir salários e demitir pessoas.  Em cada uma dessas situações, uma pessoa de carne e osso ficou em pior situação.  E os pobres, na melhor das hipóteses, não melhoraram em nada sua situação.

O ponto principal é que uma corporação é uma ficção jurídica e, como tal, não paga impostos.  Repetindo: pessoas pagam impostos, e não entidades inanimadas.  Na prática, corporações são meramente coletoras de impostos para o governo.

Políticos adoram ludibriar o povo dizendo que não irão criar impostos sobre ele, o povo, mas sim sobre alguma outra entidade.  Suponha que você é o proprietário de um imóvel.  Se um político lhe disser que não irá tributar você, mas sim apenas o seu terreno, você facilmente perceberia a trapaça.  A terra não paga impostos e nem tem como pagar impostos.  De novo, apenas pessoas físicas pagam impostos.

No entanto, essa artimanha utilizada pelos políticos segue seduzindo incautos.

Outra tramóia que está sempre em voga é a elevação dos impostos sobre herança, a qual quase sempre se dá na forma de transmissão de bens imobiliários.  O imposto sobre herança existe apenas para aplacar o ímpeto dos invejosos; suas receitas são ínfimas.  Mas seu poder destruidor é enorme.  Seu impacto é grande porque, para que o recebedor da herança (majoritariamente na forma de um bem imobiliário) consiga pagar os tributos incidentes, ele normalmente tem de vender outros ativos que possui.  Em muitos casos, ele tem de vender ações, debêntures e até mesmo seu ponto comercial e sua propriedade rurais.  O efeito prático disso é que ativos que estavam sendo utilizados em atividades produtivas foram transformados em fonte de financiamento para as atividades destruidoras do governo.

Conclusão

A ignorância sobre os fatores que perpetuam a pobreza alimenta políticas de cunho invejoso e rancoroso que não apenas destroem ainda mais a economia, como também, e consequentemente, perpetuam ainda mais a pobreza.

Ao menos alguma porcentagem dos impostos que foram aumentados sobre os ricos e sobre as grandes corporações serão repassados a todos os consumidores — e isso prejudicará majoritariamente os mais pobres.  Qualquer aumento de impostos sobre um grupo acabará sendo compartilhado por todos.  E não há nada que as autoridades estatais possam fazer quanto a isso.  Os indivíduos de mais alta renda irão arcar com apenas uma fatia do aumento ocorrido em suas alíquotas.  E essa importante constatação quase nunca é reconhecida.  E é dessa maneira que um imposto sobre um se transforma em um imposto sobre todos.

Enquanto as pessoas se mantiverem ignorantes sobre intervenções econômicas que perpetuam a pobreza, bem como sobre as consequências de medidas tributárias implantadas exatamente com a desculpa de se aliviar essa pobreza, charlatães e políticos espertalhões continuarão se esbaldando.

________________________________________________

Max Borders foi editor da revista The Freeman e diretor de conteúdo da Foundation for Economic Education.

Leandro Roque, editor e tradutor do site do Instituto Mises Brasil. 

D.W. MacKenzie, professor assistente no Carroll College, em Montana, EUA.


16 votos

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Diversos Autores

  • Capital Imoral  09/05/2016 16:19
    imagine que você pudesse voltar no tempo uns 50 anos. Suponha que a razão por que você está fazendo isso é para implantar políticas que irão garantir que os ricos controle a mente de todos e que a pobreza da mente seja perpetuada ao máximo. (Por que alguém iria querer fazer isso está além da questão).
    Quais políticas você iria implantar?

    1- Você iria adotar politicas de livre mercado, iria dizer que o estado é uma força conservadora e atrasada. e ao mesmo tempo iria rebaixar toda cultura da sociedade, dizendo também que é atrasada.
    iria tirar o ser humano, do mundo da vida, e levar ele para o mundo das coisas. para que ler livros? é melhor comprar um carro parcelado, ou quem sabe a roupa nova de marca, olha como este ipad com joguinhos bilha mais que o passado.

    2- Iria acabar com todo conceito de sociedade.
    Não existe mais o social, existe apenas o individuo. para que compaixão com o outro? iria dizer que no livre mercado é melhor até mesmo para o amor ao próximo. esquecendo que para que exista o conceito de amor, deve-se obrigatoriamente que existisse uma sociedade, ao qual esse conceito fosse possível
    iria deixar toda todas particularidades, de determinada sociedades, não mão de um especulador estrangeiro. Na verdade não precisa mais haver particularidade social. Tudo será do grande irmão, chamado capitalismo. Essa grande força sera o todo, e ao mesmo tempo o nada.

    3- iria pregar o excesso em vez da simplicidade
    o segredo de um homem, não está no que ele tem, mas em sua mente. Como eu quero ter controle de sua mente, iria te levar para o mundo das coisas, para o mundo das banalidades, tudo de forma muito bela, muito bonito, sem que você perceba iria rebaixar sua cultura. Bastando apenas que você esteja focado em consumir, consumir bastante, deixe que eu cuido de todo resto, você apenas precisa sentar e consumir. Se alguém me julgar, irei dizer que foi escolha individual, logo não é problema. (sim o conceito de acabar com a sociedade, funciona)


    4- iria acabar com a cultura e beleza do convívio social
    Iria separar aos poucos o ser humano do convívio social, usando como argumento a meu favor, que o próprio ser humano escolheu isso.
    para quer conversar pessoalmente? utilize meu super computador moderno, será que posso colocar um óculos nos seus olhos, e criar a minha realidade?
    para que seres humanos? você não precisa deles! veja como esse gadget é superior a eles, você só precisa trabalhar e pagar para viver no meu mundo. Iria te isolar o máximo que puder.

    5 - iria deixar um individuo, valer mais do que toda uma sociedade
    poxa vida cara, quem mandou você não ser experto? quem mandou você não ter a "informação"?, quem mandou você não ter cultura?
    Agora você fica para trás. Eu não tenho compaixão para você, pois a cultura do capital, me ensinou, a valoriza somente o mundo das coisas, e não o mundo da vida.


    E por fim, olhe novamente para o garoto da foto no artigo, Ele não está ali por falta de comida ou roupas, ele não está ali por falta de um mundo material. Ele está ali, porque alguém destruiu a mente e a cultura dele, o mundo das banalidades entrou na cabeça daquele jovem, o mundo da liberdade irrestrita entrou na cabeça daquele jovem. Ele é apenas uma vitima da liberdade sem controle.

    Eu,capitalismo, irei ganhar, e você pensará que é livre. Não existe ditadura que seja pior do que isso.
  • Esron  13/05/2016 21:19
    Amigo, ser liberal não tem absolutamente NADA a ver com isso; Vc ainda está contaminado pela ideia de que livre mercado significa consumismo canibal. Não poderia estar mais enganado. O significado de liberdade é muito mais amplo, ninguém aqui estah falando em consumir mais, ou que não quer ler livros. A liberdade deveria existir para que justamente, possamos ler mais, participar da vida social com plenitude, ser um consumidor ATIVO e pensante.
    Vc repete os ditames de esquerda que aprendeu na escola possivelmente. Q pena, vc precisa ler outras coisas....
  • Capital Imoral  14/06/2016 16:24
    ninguém aqui estah falando em consumir mais
    -------
    mas também não fala em consumir menos, portanto é uma via de via unica, é a liberdade irrestrita. o neoliberal é aquele cara que olha o outro se destruir pelo consumismo, e diz "Quem mandou utilizar mal, sua liberdade?". o libertário é a pessoa que deixa as pessoas se afogarem no mar, qual o nome desse mar? liberdade.

    para que possamos ler mais, participar da vida social com plenitude, precisa por fim ao capitalismo que gera o barulho que impede a maioria das almas de ter o silencio necessário para uma leitura, para participarmos de uma vida social precisamos por fim ao capitalismo, que deixa um pobre garoto mais de 16 hora em frente a um video game. hó o quão glorioso seria se esse garoto lesse nietzsche,John Keats, mas o mar da liberdade, levou ele para um game banal.

    o homem traiu o homem.
  • Pedro Lemos  23/10/2016 23:07
    Desigualdade é natural ao ser humano, todos nós temos capacidades diferentes, os socialistas e os socio-democratas iludem se com um conceito de igualdade utópico como Marx o fez. Impor igualdade é extremamente nocivo para o desenvolvimento como já foi demonstrado repetidamente, enquanto a liberdade de empreender sem restrições tem sempre um impacto positivo no desenvolvimento. Os USA no século XIX é o melhor exemplo de tal, nenhum país evoluiu e desenvolveu tanto. O desenvolvimento está interligado fortemente com o evolução do nível de vida, da esperança média de vida, da diminuição do analfabetismo e da cultura de forma geral. Por muito que aparente ser injusto e desigual, o livre mercado e medidas libertárias são extremamente benéficas para a economia e subsequentemente o desenvolvimento.
    P.S. Não há nada melhor para fortalecer as nossas convicções do que confrontá las com outras ideias, por isso, recomendo que leia um livro de Mises ou de Ayn Rand, por exemplo, um muito simples e resumido, (As Seis Lições) de Ludwig von Mises.
  • FREDERICO HAUPT  28/10/2016 18:58
    O certo é aumentar o imposto sobre a transmissão de herança para 40% como é nos EUA, em investir todos estes recursos em escolas de tempo integral, ensino técnico, pesquisa científica, e melhores salários para professores. Aí sim será feita uma revolução neste país. E aumentar a alíquota do Imposto de quem não investe em nenhum meio produtivo como atletas, classe artística e etc... e gastam sua riqueza com viagens no exterior, cassinos, festas regadas a drogas muita bebida importada, drogas, prostituição etc... Afinal, se não temos dinheiro para construir ferrovias, portos, aumentar o salário de professores e construir escolas melhores, deve-se aplicar o princípio da solidariedade!
  • Tulio  28/10/2016 21:30
    "O certo é aumentar o imposto sobre a transmissão de herança para 40%"

    Sim. É uma ótima medida pra encher o rabo de políticos de dinheiro. Fosse eu um político ou um burocrata -- ou seja, alguém que mama nas tetas dos outros -- estaria fazendo lobby pesado para um imposto sobre a herança.

    Enquanto os otários trabalham a vida inteira para acumular algum patrimônio e legá-los para seus filhos, ficarei apenas esperando para que, no final, tudo venha para o meu bolso.

    Aliás, por que será que todas as pessoas que defendem mais impostos são justamente aquelas que nunca têm de pagá-los? Vide os nomes dos políticos na lista da Mossack Fonseca nos Panama Papers. Cheio de nêgo ali que defende estado de bem-estar social ao mesmo tempo em que mantêm seguramente seu dinheiro fora do alcance do estado.

    Aqueles que mais defendem aumentos de impostos são os que nunca arcam com eles. Defender aumento de impostos quando se está isento de pagá-los é bem gostoso. É por isso que você é um derrotado.

    No mais, pelo visto você não tem a menor ideia de como funciona um imposto sobre a herança. Se um pai de família morre e deixa como herança uma simples casa para seus filhos, estes terão de pagar impostos antes de recebê-la.

    Sim, é isso mesmo. Antes mesmo de eles sequer receber essa casinha, eles terão de dar dinheiro para Cunha, Calheiros, Lula, Dilma, Waldir Maranhão e essa putada toda.

    E se o cara não tiver dinheiro para isso, ele terá de se desfazer de vários outros ativos. No extremo, poderá ter de passar seu ponto comercial, desempregando outras pessoas.

    É incrível a quantidade de ignorantes econômicos que pululam neste país. O sujeito realmente acha que, quanto mais dinheiro o governo confiscar dos outros (principalmente para esse nosso governo maravilhoso), melhor será para o país.

    E ainda há quem estranhe nossa situação.

    "e investir todos estes recursos em escolas de tempo integral, ensino técnico, pesquisa científica, e melhores salários para professores. Aí sim será feita uma revolução neste país."

    Tô falando que é um ignaro?

    Brasil é o 3º país que mais investe em educação, diz OCDE

    Brasil dá mais do PIB para educação que países ricos

    O sujeito nem sabe o que defende. Já damos um caminhão de dinheiro para a educação e esta ficou uma merda. Solução? Dar outro caminhão de dinheiro. Aí vai.

    A ignorância neste país é sem fim.

    Vá pastar e pare de querer confiscar a minha propriedade que legarei a meus filhos.
  • Bruno Carpes   09/05/2016 16:52
    Por trás de tudo isso, para as pessoas que veem o Estado como soldado de reserva, que garante o mínimo aos pobres em caso de necessidade extrema, está a falta de confiança no ser humano em se organizar e negociar livremente.

    Assim, necessário um ente abstrato que pense no interesse público, pois largar "tudo" na mão das pessoas seria muito arriscado. Para sair desta lavagem cerebral feita desde as nossas infâncias é necessário muito estudo, raciocínio e honestidade intelectual.
  • Douglas  09/05/2016 19:37
    Ótimo comentário! A mente da maioria das pessoas já foi destruída de tal forma que fica difícil até mesmo começar um debate, uma trocação prazerosa de ideias que vai nesta esteira de tirar o poder do Estado(o deus embusteiro delas) e deixar que as próprias pessoas resolvam seus problemas da maneira que lhes convierem.
  • Milton Chicoli  09/05/2016 16:54
    O problema nem é tanto o assistencialismo. Em tese ele até parece correto. O problema é que para entregar R$1 ao cidadão, a máquina do estado precisa arrecadar o dinheiro em si, mais dinheiro para custear a distribuição, mais dinheiro para controlar a arrecadação e ainda mais dinheiro para fiscalizar a sonegação.

    Pior: apesar de tudo, isso não oferece uma alternativa para a pessoa deixar de precisar desse R$1.

    E olha que na prática, ainda teríamos que arrecadar ainda mais para alimentar a corrupção, custos bancários, material das carteirinhas de plástico para sacar o dinheiro.... É uma conta sem fim.

    O ideal era simplesmente que a pessoa não precisasse desse dinheiro vindo do governo, mas que trabalhasse para ganhá-lo e, se naquele local não há emprego, também não deveria haver quem o procurasse, que saia para onde há o emprego, ou busca soluções.

    O ruim do assistencialismo é que ele acomoda a um custo caro demais para a sociedade. Numa escala mais ampla, acaba até incentivando a busca por ainda mais assistência porque para conseguir os montantes para pagar alguma ajuda, o governo empobrece outros grupos, diminui a capacidade de empreendedorismo e sabota justamente o como aquelas pessoas poderiam ganhar dinheiro para não precisar da assistência.
  • Thiago  09/05/2016 16:57
    Sem contar que o estado não consegue ver alguém que encontrou alguma forma de ganhar dinheiro honestamente sem ir lá correndo ver se dá para regulamentar alguma coisa e tirar a parte dele.

    Na verdade o estado pode até distribuir umas migalhas aqui e ali, mas ao mesmo tempo faz de tudo para dificultar o trabalho das pessoas.

    Como deixar de ser pobre assim?
  • Gustavo  09/05/2016 16:58
    Como governos não se contentam com pouco, já não bastasse furtar parte da riqueza presente também querem furtar parte da riqueza futura. E assim continuemos com pessoas que deveriam nos governar mas que no cerne somente nós mesmos podemos nos governar. Esta lógica ainda não foi superada pelo "caos da ordem pública" seja lá o que isso signifique.
  • Cearense Preocupado  09/05/2016 17:07
    Em sua mais recente palestra na PUC-SP, Ciro Gomes disse que a esquerda tem de ler mais e parar de ficar pedindo mais impostos sobre os ricos. Segundo ele, é impossível tributar os mais ricos, pois sempre há como escapar.

    Aí eu tava até ficando animado com o sujeito.

    Porém, logo em seguida, ele disse que o certo é tributar pesadamente a herança.

    Sim, segundo Ciro Gomes, todo o patrimônio que você juntou durante toda a sua vida de trabalho duro para legar aos seus filhos deve ser repartido entre Cunha, Calheiros, Collor, Lula, Dilma, Waldir Maranhão, todos 3.417 ministérios, secretarias, autarquias, comissionados e demais putadas.

    E olha que essa cara tem tudo para chegar à presidência, hein? Toda a esquerda, com o colapso do PT, já está se aglutinando em torno dele.
  • Renato  09/05/2016 17:09
    Reclamam do estado e não batem naqueles que mantém o estado: A CLASSE POLÍTICA.

    Se queremos ficar livres dessa corja temos que aos poucos alertar a todos sobre como é danoso para o bolso das pessoas e para os cofres do país a existência dessa classe parasitária chamada político.

    Em artigos anteriores eu percebi o aumento dos interessados que gostaram da minha ideia de criar um grupo para essa finalidade: A ELIMINAÇÃO DOS POLÍTICOS COMO CLASSE.

    Eu já expus aqui um principio de como iniciaríamos essa empreitada:

    Criaríamos um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores. Sejam eles pequenos, médios ou grandes empreendedores.

    Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visita, para fazer o trabalho de divulgação entre os empresários. Assim que contratados, de comum acordo com os mesmos (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, mais principalmente nas ruas.

    Poderíamos também criar grupos de associados para que cada vez mais a mensagem de anti-políticos ganhasse mais força através de palestras e encontros.

    Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política...e também mostraríamos a existência de moedas digitais, como o bitcoin, por exemplo, para o empresário e para as pessoas comuns.

    Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça das pessoas.

    Como eu sou da CIDADE do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.

    Trabalharíamos como se fossemos "fantasmas". O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço.

    É claro que esse grupo crescendo vamos criar e ter contato com pessoas de outros estados e até mesmo em nações estrangeiras.

    Para os interessados meu email NOVO é galenoeu@gmail.com
  • Curioso  09/05/2016 18:03
    O artigo está correto, é coerente e lógico.

    Mas vale lembrar que o pensamento comum se resume a essa frase do Mandela

    "A pobreza não é um acidente. Assim como a escravização e o Apartheid, a pobreza foi criada pelo homem e pode ser removida pelas ações dos seres humanos."







  • Felippe  09/05/2016 19:45
    A pobreza não foi criada pelo homem, a riqueza é que foi. Pobreza é o estado natural do homem. Leia mais www.mises.org.br/Article.aspx?id=971 , www.mises.org.br/Article.aspx?id=1956
  • Curiosíssimo  09/05/2016 21:19
    ""A pobreza não é um acidente. Assim como a escravização e o Apartheid, a pobreza foi criada pelo homem e pode ser removida pelas ações dos seres humanos.""

    O pensamento estaria correto se trocasse "pelo" por "com o", mas esperar esse entendimento de um comunista é pedir muito.
  • A Pobreza não tem fimno Brasil e no Mundo  09/05/2016 18:26
    E fácil remover a pobreza, basta remover a mentira do cristianismo é o socialismo, você irá criar todo tipo de riqueza, enquanto não acabarem com a mentira religiosa do cristianismo, a pobreza irá se perpetuar na terra, é o socialismo criado pelos lixos dos judeus, eles são os responsáveis por isso, logo os judeus tem uma grande dose de culpa na terra, por criar pobreza em forma de caridade.
  • mauricio barbosa  10/05/2016 01:09
    Agora a culpa é dos sionistas,esses esquerdistas são uns ridículos e só sabem culpar os outros haja paciência com essa cambada.Os sionistas estão preocupados com o estado de Israel e o Brasil para eles não passa de um anão diplomático,coisa que eles tem razão.

  • Taxidermista  09/05/2016 18:54
  • marcela  09/05/2016 20:47
    O que mais me impressiona após ler um texto desse,é o fato dos socialistas conseguirem fazer as pessoas acreditarem que eles são protetores dos pobres,e os liberais são egoístas que têm ojeriza aos pobres.É bem verdade que no liberalismo uns vão ser mais ricos que outros,mas Winston Churchill foi feliz quando disse que a virtude do capitalismo é distribuir o sucesso de forma desigual,e a do socialismo distribuir o fracasso de forma igualitária.Os pobres no capitalismo vivem melhor que os pobres no comunismo.Até quando esses farsantes socialistas conseguirão enganar o povo posando de bom samaritano?Até quando liberais serão vistos como inimigos dos pobres?
  • Montes  09/05/2016 21:09
    A taxação de herança me parece uma boa medida. Ela não impactará o setor produtivo pois não o atinge, logo não vai gerar aumento de preço.

    Aquele cidadão inerte, que nada produz, e fica apenas "na aba" do papai vai ter que perder uma parte da herança. AS alíquotas que são baixas, deveriam chegar próximas a 50%. Aliás, todo o mundo desenvolvido cobra esse tipo de imposto!
    Enquanto vc trabalha ou gera lucros pagando 27,5% de imposto. O cara que ganha a grana herdada do papai paga irrisórios 3%! Enquanto no resto do mundo é muito mais alto, como dito.

    Sem contar que no Brasil, vc aplicando o dinheiro no investimento mais seguro (tesouro Direto) vc dobra o capital sem risco em míseros 6 anos. Tudo as custas desse governo que ama ajudar os rentistas.

    Bolsa Família e salário mínimo: Uma nota

    Parece que antes de existir os Bolsa Familia não existia pobreza. Pq argumentam que hoje, eles não trabalham pq recebem o bolsa familia. Mas e antes disso, por que o desemprego era alto antes mesmo do Bolsa Familia? E como esse pessoal se sustentava?

    Salário minímo é o mesmo racional. Parece que nas regiões que ficam a margem das leis, tipo lavouras clandestinas, não há pobreza; todo mundo trabalha, nem que seja em condições análogas a escravidão. E olha que aceitam tal trabalho com consentimento... mas mesmo assim não lhes surgem a mágica da ascenção social fruto do trabalho que os libertários juram existir
  • Claros  09/05/2016 22:02
    "A taxação de herança me parece uma boa medida."

    Sim. É uma ótima medida pra encher o rabo de políticos de dinheiro. Fosse eu um político ou um burocrata -- ou seja, alguém que mama nas tetas dos outros -- estaria fazendo lobby pesado para um imposto sobre a herança.

    Enquanto os otários trabalham a vida inteira para acumular algum patrimônio e legá-los para seus filhos, ficarei apenas esperando para que, no final, tudo venha para o meu bolso.

    Aliás, por que será que todas as pessoas que defendem mais impostos são justamente aquelas que nunca têm de pagá-los? Vide os nomes dos políticos na lista da Mossack Fonseca nos Panama Papers. Cheio de nêgo ali que defende estado de bem-estar social ao mesmo tempo em que mantêm seguramente seu dinheiro fora do alcance do estado.

    Aqueles que mais defendem aumentos de impostos são os que nunca arcam com eles. Defender aumento de impostos quando se está isento de pagá-los é bem gostoso. É por isso que você é um derrotado.

    "Ela não impactará o setor produtivo pois não o atinge, logo não vai gerar aumento de preço."

    Não? Isso mostra que você não tem a menor ideia de como funciona um imposto sobre a herança. Se um pai de família morre e deixa como herança uma simples casa para seus filhos, estes terão de pagar impostos antes de recebê-la.

    Sim, é isso mesmo. Antes mesmo de eles sequer receber essa casinha, eles terão de dar dinheiro para Cunha, Calheiros, Lula, Dilma, Waldir Maranhão e essa putada toda.

    E se o cara não tiver dinheiro para isso, ele terá de se desfazer de vários outros ativos. No extremo, poderá ter de passar seu ponto comercial, desempregando outras pessoas.

    É incrível a quantidade de ignorantes econômicos que pululam neste país. O sujeito realmente acha que, quanto mais dinheiro o governo confiscar dos outros (principalmente para esse nosso governo maravilhoso), melhor será para o país.

    E ainda há quem estranhe nossa situação.
  • Calma, Claros!  09/05/2016 22:27
    Somente heranças superiores a R$ 5 milhões serão tributadas.
    Então, tranquilize-se, sei que sua preocupação são com os poucos afortunados, de famílias pobres; mas este imposto não os atingiria.

    Logo, se fosse uma simples casa de até R$5 milhões, ele não pagaria um tostão de imposto! Agora se essa casa passa dos R$ 5 milhões, me parece que o cara não é tão pobre assim.

    E esse posto poderia vir para substituir algum ineficiente, que incida sobre produto.
    Dessa forma, sua preocupação com o pobre e a equidade social seria atendida com êxito!

    Abraços
  • Curiosissimo  09/05/2016 22:22
    "Aquele cidadão inerte, que nada produz, e fica apenas "na aba" do papai vai ter que perder uma parte da herança."

    Ao menos você não tem vergonha de esconder sua inveja. No mais, se ele não produz alguém produziu a ponto de lhe deixar este patrimônio, e o que vc tem a ver com isso? Ou você acredita que nas mãos de Cunha, Calheiros, Lula essa herança será melhor administrada para o "bem social"? A inveja não só mata como emburrece.


    "Aliás, todo o mundo desenvolvido cobra esse tipo de imposto!"

    E? Cabe você a provar que tributar herança desenvolve um país. boa sorte!

    Dica de leitura: www.mises.org.br/Article.aspx?id=2073


    "Enquanto vc trabalha ou gera lucros pagando 27,5% de imposto. O cara que ganha a grana herdada do papai paga irrisórios 3%! Enquanto no resto do mundo é muito mais alto, como dito."

    Então ao invés de vc defender a redução do imposto sobre trabalhador vc prefere tributar um rico? Inveja, everywhere!!

    "Sem contar que no Brasil, vc aplicando o dinheiro no investimento mais seguro (tesouro Direto) vc dobra o capital sem risco em míseros 6 anos. Tudo as custas desse governo que ama ajudar os rentistas."

    Concordo. Ajuda rentista, financia o Bolsa Empresário via BNDES e gera inflação corroendo o poder de consumo dos pobres.



    "Bolsa Família e salário mínimo: Uma nota

    Parece que antes de existir os Bolsa Familia não existia pobreza. Pq argumentam que hoje, eles não trabalham pq recebem o bolsa familia. Mas e antes disso, por que o desemprego era alto antes mesmo do Bolsa Familia? E como esse pessoal se sustentava?"

    Desemprego era e É alto, salário era e É baixo. Porquê? Liberalismo, resposta é FALTA DE liberalismo. Ou você não sabe o que isso significa ou não vive num país com uma burocracia esdrúxula, uma carga tributária extorsiva e quase indecifrável,um mercado completamente regulado, uma economia (des)coordenada pelo Estado em que se você vender pipoca numa esquina sem autorização do "governo" é colocado na cadeia.


    "Salário minímo é o mesmo racional. Parece que nas regiões que ficam a margem das leis, tipo lavouras clandestinas, não há pobreza; todo mundo trabalha, nem que seja em condições análogas a escravidão. E olha que aceitam tal trabalho com consentimento... mas mesmo assim não lhes surgem a mágica da ascenção social fruto do trabalho que os libertários juram existir"

    Porque quanto mais ignorante sobre um assunto mais soberba a pessoa tende a ser!?
    Ascenção social fruto do trabalho onde o Governo suga cerca de 50% da sua renda e decide como/onde/com o que/quanto você pode trabalhar? Não, você jamais ouviu isso de um libertário.

    Cabe você começar a se fazer algumas perguntas:

    Quem é que, ao estimular o setor bancário a expandir o crédito -- e, com isso, fazer com que a inflação de preços se mantenha continuamente alta -- aniquila o poder de compra dos mais pobres, dificultando inclusive sua compra de comida?

    Quem é que, ao desvalorizar a moeda e a taxa de câmbio, estimula mais exportações de alimentos e diminui a oferta de alimentos no mercado interno, aumentando seus preços?

    Quem é que, por meio do programa de preços mínimos, impede artificialmente que o preço da comida caia?

    Quem é que, por meio da desvalorização da moeda, impede os pobres de utilizarem seu já escasso poder de compra para adquirir produtos importados bons e baratos, os quais aumentariam seu padrão de vida?

    Quem é que, além de desvalorizar a moeda, a taxa de câmbio e gerar inflação de preços, ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial -- e, com isso, impede duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

    Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

    Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

    Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, dificulta a criação de empregos e impede que os salários sejam maiores?




  • Calma, Claros!  10/05/2016 22:27
    Curioso,
    Não é inveja. EU simplesmente sou partidário do seguinte ideal: "o trabalho dignifica o homem".
    Trabalhou, ganhou,merece desrfutar. Não trabalhou, não vai desfrutar!
    Meritocracia, meu caro. QUem quer viver de renda não pode ter vez.
    Um cara com uma herança de R$5 milhoes afere por ano de juros sem risco do governo mais de 500 mil. Sem ter produzido nada!!
    Isso não pode! A pessoa tem que trbalhar, produzir
  • Práxis  10/05/2016 23:13
    A sua contradição e incoerência são espetaculares. Típica das pessoas de mentalidade revolucionária.

    Você diz que "o trabalho dignifica o homem" e que quem "trabalhou, ganhou, merece desfrutar". Beleza.

    Mas aí, logo em seguida, você defende que quem trabalhou e ganhou não pode escolher o que fazer com o próprio dinheiro. Pode desfrutar gastando tudo com cigarros e bebidas? Pode. Pode deixar tudo para seus filhos? Opa, aí não. Aí é inaceitável.

    Aliás, pior ainda: você defende que as pessoas trabalhem duro, mas defende que políticos recebam de mão beijada o dinheiro do trabalho de uma vida inteira de terceiros! Sensacional...

    Aulinha básica de lógica para você: o dinheiro é meu, ganhei com o meu trabalho, mereci esse dinheiro (até aí você diz concordar) e, sendo assim, posso dar a ele o destino que eu quiser. Se, em vez de gastá-lo, eu decidir legá-lo para meus filhos, você quer me proibir?

    Que contradição espetacular. Defende que eu gaste meu dinheiro com farras, mas proíbe que eu o legue para meus filhos, pois o certo seria dar tudo para Renan Calheiros, Zé Eduardo Cardoso, Cunha, Lula, as empreiteiras amigas do governo e toda essa gente bacana.

    Qualquer pessoa que defenda que trabalhadores devem ter seu dinheiro confiscado em prol do governo é um ser totalmente abjeto e desprezível. Pior ainda é defender isso dizendo que está defendendo o trabalho duro.

    Meus cumprimentos; você entrou para o seleto rol.
  • Montes  11/05/2016 15:24
    Praxis,

    QUe bom que vc defende a meritocracia!
    E sim, vc pode fazer o que quiser fazer com o dinheiro! Enquanto o dinheiro for SEU! Uma vez morto o dinheiro não mais te pertence. Não pode alguém que não existe (que nao existe enquanto pessoa fisica) possuir algo.

    Mas isso não significa que a pessoa possa sustentar seu filho enquanto estiver vivo, pagar escola e universidades das mais caras, dar o melhor de serviços de saúde pro filhote. Esses gastos ele pode fazer e inclusive, pasmem!, abater da base de calculo do IR!!!

    E mais, cara, eu não falei em sustentar político. Não sei da onde vc tirou isso!!!
    Se quer saber (ainda que não seja o foco do artigo aqui), eu defendo redução brusca dos salários e beneficios não só deles, mas tambem da galera do judiciario que ganha muito.

    Se tem 3 classes que ganham mais no Brasil que em qualquer outro lugar do mundo são: rentistas (juros real mais alto do mundo), politicos (em nenhum lugar do mundo tem tanto privilegios e um salario tao alto com relação ao PIB) e judiciario (gasta-se mais em prop do PIB aqui que qualquer lugar do mundo e com quantidade de funcionarios per capita baixissima, ou seja, uma casta - e alem disso, em alguns casos seus filhos tem pensao vitalicia).

    Podem observar, se vc é herdeiro de grande fortuna, filho de político ou juiz vc só fica pobre se fizer muita coisa errada, mas muita mesmo.
  • Guilherme  11/05/2016 16:28
    "E sim, vc pode fazer o que quiser fazer com o dinheiro!"

    Ah, muito obrigado! Posso legá-lo para meus filhos?

    [/i]"Enquanto o dinheiro for SEU!"[/i]

    Ele é meu. Não se preocupe com isso.

    "Uma vez morto o dinheiro não mais te pertence. Não pode alguém que não existe (que nao existe enquanto pessoa fisica) possuir algo."

    Como é que é? Se um pai de 90 anos morre e deixa dinheiro e imóveis para seus filhos de 60 anos, estes "não existem"? Eles "não existem enquanto pessoa física"?

    "E mais, cara, eu não falei em sustentar político. Não sei da onde vc tirou isso!!!"

    Mas, filhinho, se você quer dar mais dinheiro para o governo, para onde que você acha que vai esse dinheiro? Vira donativo pra Cruz Vermelha?

    "Se tem 3 classes que ganham mais no Brasil que em qualquer outro lugar do mundo são: rentistas, políticos e judiciário (e além disso, em alguns casos seus filhos tem pensão vitalícia)."

    Ou seja: você despreza essas três classes de pessoas e, no entanto, defende que o governo tome dinheiro de quem trabalhou a vida inteira para repassar exatamente para essas pessoas!

    Ou, de novo, você acha que o governo vai arrecadar dinheiro para a Cruz Vermelha?

    O Praxis tem razão: sua incoerência e contradição são escabrosas.
  • Bartolo de Sassoferrato  11/05/2016 21:20
    "Uma vez morto o dinheiro não mais te pertence"

    Tem que ser muito ignorante para dizer uma coisa dessas (afora o fato de que essa afirmação está pressupondo o seu "desejo": o de que o patrimônio do de cujus vá para o estado; ou seja, essa afirmativa é uma falácia colossal).


    Presta atenção:

    Art. 1.784 do Código Civil: "Aberta a sucessão, a herança transmite-se, desde logo, aos herdeiros legítimos e testamentários".

    Ou seja, a propriedade de todos os bens do de cujus passa automaticamente para os seus herdeiros, tão logo ocorra o evento morte, mesmo que esses herdeiros ainda não saibam da morte. É o chamado princípio da saisine, que vem desde o direito romano.

    É dizer, uma vez morto o dinheiro passa a pertencer automaticamente aos herdeiros do morto; ou seja, o dinheiro não fica "sem dono", cidadão.

  • Magno  10/05/2016 23:46
    Ou seja, de acorda com essa triste figura, depois de uma vida toda mandando em você e sendo sustentado por você, o governo ainda deve ser seu herdeiro necessário.

    Brasileiro, de fato, ama políticos. Impressionante.
  • anônimo  11/05/2016 19:46
    "Calma, Claros!",amigo, veja bem:

    Tu trabalhou durante alguns anos economizando parte do que recebia
    e fazia aportes mensais em investimentos que julgasse pertinentes,
    tudo para que tu tivesse um capital que te geraria rendimentos a
    pontos de você não ter mais de se preocupar com teu trabalho (emprego),
    podendo fazer o que quiser nas horas eram/são ocupadas por teu emprego:
    hobbies, continuar no emprego mas agora mais tranquilo porque pode dormir
    sabendo que no mês terá todas as suas necessidades providas sem necessa-
    riamente ter de continuar empregado. O mesmo vale se tu for empreendedor!
    Ora, porque o sujeito que fez assim não pode viver de renda? Ele te de
    se aposentar pelo INSS?

    Bem, no caso de todo seu capital for fruto de herança ai não tenho o que dizer,
    felicidade e sorte teve o cidadão.

    Só quis falar especificamente sobre a parte "Quem quer viver de renda
    não pode ter vez". (Nem li os comentários abaixo ainda, só quis falar porque
    eu mesmo pretendo viver de renda...)


    Também acho um pouco forçoso os colegas dizerem: "Querem que ele dê o dinheiro
    para o Cunha, Lula, Calheiros, Aécio ou o político que seja etc." Forçoso porque estão usando como exemplo pessoas claramente de mau-caráter.

    P.S: Não sou definidamente de direita ou esquerda ou gosto de algum partido.
    Na verdade, tenho 18 anos, nunca trabalhei, apesar de ser pobre (não sou miserável, obviamente) e estou no 2º semestre da universidade de Economia na federal do meu estado/cidade. Gosto de ler os artigos daqui porque criticam o modelo estabelecido, i.e, o Estado, e quem está 'de dentro' geralmente tem maior dificuldade para entender o que passa, então acho legal pensar o ponto de vista alternativo. Sou de MG.
  • Prezado anonimo  11/05/2016 21:50
    Se tu quer viver de renda, ótimo! Trabalhe para isso! E eu te incentivo a isso, corra a tras mesmo!

    Não há mal nenhum se vc trabalhou feito um louco e em 15 anos montou uma fortuna de R$10 milhões e "se aposentou" em seguida vivendo só das rendas advindas dessa poupança e se essa poupança veio fruto do SEU trabalho!

    Eu só acho que imposto sobre os juros dessa "poupança" deva ser uma aliquota maior que o do trabalho. Visto que com trabalho vc está de fato criando algo, contribuindo pra sociedade criando coisas, com rendas de juros, sobretudo num país com os juros exorbitantes, vc pouco contribui, ou contribui menos... mas isso é até uma questão mais secundária.

    O grande cancer do Brasil são justamente os herdeiros, que vivem de "esforços" alheios (leia-se papai e mamae) e nada ou pouco produzem. Pode reparar.. quando vc começar a ficar mais velho vai ver isso, boa parte do pessoal com boa condição é "filho de alguém".

    Torço por vc, faz tua faculdade de economia, que é bem maneira mesmo. O problema é que aqui eles passam uma visao mt distorcida, raciocinio simplorio e fraco. Logo verá que não encontrará respaldo na teoria.

    Alias, depois que vc pegar mais traquejo com a teoria vc perceberá melhor isso

    abs
  • Tulio  12/05/2016 00:02
    "Eu só acho que imposto sobre os juros dessa "poupança" deva ser uma aliquota maior que o do trabalho."

    Ué, pois então defenda a redução dos impostos sobre o trabalho, de modo que eles fiquem menores que os atuais impostos sobre os juros do capital próprio!

    Por que você não faz isso? Por que é que, em vez de reduzir o fardo sobre os trabalhadores, você prefere continuar deixando-os sofrendo? Você não os ama?

    Você é exatamente como aquelas pessoas que se dizem "preocupadas" com a desigualdade: elas não querem enriquecer os pobres; elas querem simplesmente empobrecer os ricos, jurando que, ao fazerem isso, ajudarão os pobres.

    Você vê seu filho apanhando, o que você faz: vai lá e o socorre, ou manda baterem nos filhos dos outros também, para deixar tudo igual?

    É assim que se desmascara os charlatães.

    "O grande cancer do Brasil são justamente os herdeiros, que vivem de "esforços" alheios (leia-se papai e mamae) e nada ou pouco produzem."

    Puxa, e eu jurando que o grande câncer eram os políticos, a corrupção, as empreiteiras protegidas pelo governo e em conluio com os políticos, a roubalheira geral, os impostos escorchantes que não voltam com serviços de qualidade etc.

    Nada disso, pelo visto, é problema. Obrigado por me alertar que o "grande câncer" do Brasil é aquele cara de 65 anos que herdou uma casa de seu falecido pai de 95 anos...

    Cara, sério mesmo, faça um favor ao mundo e se extinga (mas não deixe nada para ninguém; coloque fogo na sua casa e mande um cheque com tudo o que você tem no banco para Renan Calheiros, Eduardo Cunha e Michel Temer. Se não fizer isso, você é incoerente).
  • Edujatahy  12/05/2016 01:51
    O grande câncer do Brasil são pessoas que se sentem no direito de julgar o que deve ser feito com patrimônios dos outros.
  • Joaquim Saad  12/05/2016 02:57
    "thumb-up" !
  • Andre Henrique  10/05/2016 19:44
    Montes,
    Se coubesse a você decidir, como taxaria os ricos em relação a sua renda?
    Pode pegar o IR como exemplo... sua opinião é que o % de quem ganha mais dinheiro deve ser maior?
    Abç,
    AHR
  • Calma, Claros!  10/05/2016 22:31
    Andre,

    Aumentaria o IR sobre rendimento de juros e dividendos. Criaria mais niveis de IRPF.
    Taxaria herança em até 50% a depender do valor da herança.
    Impsoto sobre a riqueza eu tenho minhas dúvidas quanto a eficácia, mas nao descarto

    Da infomomey:brasil-maior-paraiso-fiscal-mundo-diz-advogado-especializado


    www.infomoney.com.br/onde-investir/noticia/4346973/brasil-maior-paraiso-fiscal-mundo-diz-advogado-especializado

  • anônimo  11/05/2016 06:09
    Montes, você é um ignorante econômico mesmo.

    Os grandes empresários que geram empregos e prosperidade somente são grandes empresários que geram empregos porque seus antepassados acumularam dinheiro para ser seus descendentes investirem novamente.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1836

    Herança é algo essencial para a geração de riqueza.
  • Edujatahy  11/05/2016 21:28
    O anônimo pegou no ponto essencial. O que o Montes sugere significa na pratica o fim da civilização, simplesmente isso.

    A família, uma das instituições mais antigas e eficientes da humanidade, também incorpora a herança pois é NATURAL que indivíduos trabalhem para deixar um legado a seus filhos
    .
    O que o Montes não percebe é que hoje ele pode escrever seus pensamentos aqui na internet porque nossos pais e antepassados nos deixaram um imenso capital acumulado por gerações.

    O seu pensamento, Montes, já foi adotado em países socialistas e o resultado foi destruição de capital e retorno à miséria . Sua ideia é aplicada com afinco na Coreia do Norte e em Cuba, meu caro.

    Este pensamento é fundamentado em apenas uma coisa: inveja.
    Negue o quanto quiser, mas é o fundamento do pensamento sim!

    Pois ninguém é pobre devido ao outro ser rico, e se entendes isso e ainda continua defendendo o absurdo de tributar herança não existe outro explicação lógica que não a inveja.



  • Free market lover  13/05/2016 22:15
    Eu nunca, repito: NUNCA discuto com um traste desses sem antes que ele prove-me ter deixado tudo o que lhe pertence ao Estado, após sua morte. Tudo isso, obviamente, registrado em cartório e tudo mais.

    Somente após provar-me, por todos os meios, que TODO o seu patrimônio será DOADO ao Estado após a morte, e que seus filhos ficarão sem ver NADA do trabalho do pai, só aí eu aceito iniciar uma discussão mais 'acalorada' sobre a sanha doentia dessa gente em julgarem a vida privada dos outros.

    Obviamente que em toda a minha vida de 57 anos, jamais, repito: JAMAIS encontrei um ÚNICO socialista que fosse, que tivesse feito tal façanha. São psicóticos, mas não bobos. Paradoxalmente encontrei um NÃO socialista que realmente DOOU seu único sítio (e seu único patrimônio) para uma ONG que pretendia criar no local um canil comunitário para animais abandonados. Sério! Essa pessoa doou pois não tinha filhos e caiu doente de câncer terminal, vivendo somente mais 2 meses de vida após a doação. Nem viveu para saber que, de maneira triste, o Estado se apropriou do sítio pois a ONG não teve dinheiro para pagar o maldito imposto ITCMD.

    Desculpem-me o desabafo, mas ouvir a psicopatia ser revelada de maneira tão normal e franca diante de um público mais esclarecido como o deste site, me leva a "perder as estribeiras", como se diz em minha terra.

    É por isso que eu sempre digo: Miséria e Pobreza é o único arremedo de "livre-mercado" que resta ao Estado.
  • lorivaldo  23/10/2016 23:00
    Nem me fale nesse maldito ITCMD, quando meu pai faleceu, paguei uma fortuna (pra mim) em taxas (fora essa) para transferir a propriedade de um terreno e um carro. Gastei o pouco que tinha poupado dando de mão beijada para o Estado. Também fico "puto" quando alguém com essa de taxar herança.
  • Pilates-Perdizes  09/05/2016 22:44
    Como garantir a perpetuação da pobreza? É muito fácil. É preciso seguir a receita do governo dos últimos 13 anos. Os resultados foram brilhantes: mais de 11 milhões de brasileiros desempregados, empresários em regime falimentar, inflação crescente, aumento da desigualdade.
  • a  10/05/2016 01:19
    O estado brasileiro é um lixo.
  • Joaquim Saad  11/05/2016 00:47
    Excelente texto !

    Talvez tenha faltado um item crucial na lista de horrores: o domínio quase que hegemônico da mídia por parte dos estatólatras, pelo qual artigos como este jamais são publicados\lidos em jornais como o Estadão, O Globo, "Falha" de SP, Jornal Nacional, "Governews", etc.
  • Andre Henrique  11/05/2016 09:28
    Bem lembrado... ja notou que desde o começo desse rolo, quantos discursos de Dilma e Lula a TV reproduz? Tempo destinado aos demais é praticamente é zero... Peguei uma semana de programação no horario nobre de Globo e Globonews como exemplo, e pasme que 91% do tempo destinado a discursos foi destinado a esses dois doentes. É a famosa tática de apoiar subjetivamente alguém. Agora, não apoiar quem lhe da concessão é complicado, né? Isso que deveria mudar, mas ao menos hoje temos internet!
    Abç,
    AHR
  • Pedro  11/05/2016 03:21
    Olá, tenho uma pergunta fugindo um pouco do tema. Quando o governo tem um programa de crédito, ele transfere dinheiro do Tesouro para os bancos públicos, ou seja, não há expansão de crédito pois a operação é feita com recursos arrecadados, então isso não geraria inflação de demanda certo? Ou o simples fato dos juros serem subsidiados para determinadas áreas escolhidas pelo governo gera maus investimentos?
  • Leandro  11/05/2016 12:53
    Há expansão do crédito, sim.

    Os bancos estatais, mesmo recebendo subsídios do Tesouro, criam dinheiro ao conceder empréstimos (não confundir empréstimos com transferências, que é o que ocorre, por exemplo, com Bolsa-Família).

    Eis como funcionam os empréstimos subsidiados:

    1) O Tesouro confisca R$ 100 meus.

    2) O Tesouro repassa esses R$ 100 meus para o Banco do Brasil.

    3) Em condições normais (isto é, sem este repasse do meu dinheiro), o BB emprestaria R$ 1.000 para um mutuário do Minha Casa, Minha Vida e cobraria, digamos, R$ 150 de juros em um ano (taxa de juros de 15% ao ano).

    4) Porém, com o meu subsídio de R$ 100, o BB pode agora emprestar R$ 1.000 e cobrar, em vez de R$ 150, apenas R$ 50 de juros em um ano (taxa de juros de 5% ao ano). Ele pode se dar a esse luxo de cobrar R$ 50 em vez de R$ 150 simplesmente porque já ganhou R$ 100 meus.

    Observe que, no final, o ganho nominal do BB foi o mesmo (R$ 150). Mas as taxas de juros cobradas caíram de 15% para 5%.

    Observe também que, com ou sem subsídios do Tesouro, o banco criou R$ 1.000 em crédito. E com ou sem subsídios, ele cobrará um total de R$ 150 a título de juros.

    Houve criação de dinheiro e haverá investimentos errôneos. E estes serão intensificados pelo fato de os juros serem subsidiados.
  • pilatesvilamadalena  11/05/2016 21:36
    O governo da Presidente Dilma tem a receita de como garantir a perpetuação da pobreza: gerar mais de 11 milhões de desempregados, produzir falência de empresas de todos os segmentos, gastar mais do que arrecada, perder grau de investimento, juros nas alturas, etc..
  • Luciano  12/05/2016 03:26
  • pilates-vila-romana  14/05/2016 12:42
    Acredito que Dilma tenha deixado um legado muito negativo para o Brasil: uma economia esfrangalhada, depressão (2 anos descrescendo), inflação fora do controle, empresas falindo, mais de 11 milhões de desempregados, programas sociais sendo reduzidos, etc... Foi o governo mais nefasto que o Brasil já teve.
  • Emerson Luis  04/06/2016 11:00

    Os psicopatas no poder precisam que os pobres continuem pobres e ignorantes para poder continuar dominando-os. E a esquerda caviar precisa dos mais pobres para poderem continuar a ostentar sua fachada de superioridade moral aos outros do seu próprio meio.

    * * *
  • Marco Ribeiro  23/10/2016 23:04
    Perfeito!
  • Marco Ribeiro  23/10/2016 23:03
    Genial a definição e realmente concordo, pois ao contrário de alguns crentes fanáticos que defendem o "social" e imaginam que que a culpa é do consumismo, entendo que o problema não está no ato de consumir mas sim de ter liberdade para escolher qual caminho seguir e quais produtos adquirir, sem esta paranoia de que para sermos livres precisamos ser um arremedo de che guevara ou qualquer outro retardado fundamentalista.
    Para sermos livres precisamos antes de tudo ter coerência no discurso e principalmente no pensar. Procurar enxergar o mundo como um todo, em vez de somente criticar o outro, defender o que "acha" ser certo e ficar repetindo rases e discursos à exaustão.
    De achismo o Brasil está cheio e graças a isso somos ainda este povinho bunda, que adora receber miçangas é motivo de chacota por não ter bom senso nem conhecimento das coisas. O povo brasileiro é preguiçoso, desinformado e analfabeto social, pois adora imitar os outros e não abre mão de uma rede à sombra.
    Para que ler e pesquisar se é mais fácil receber as coisas de bandeja, sem precisar correr atrás.
    Afinal ter mente aberta pra que, né? É preferível que tenhamos bolsas e cotas para tudo. Mais conveniente, né?
  • Douglas  24/10/2016 03:21
    Qual seria o melhor país para as pessoas guardarem seu capital?

    Suíça? Seychelles? Bahamas? Panamá?
  • Paraguaio  25/10/2016 18:00
    Divida o dinheiro em vários locais.
  • Guga  24/10/2016 03:24
    Quando li esse texto, lembrei desse que li faz um tempo:

    economia.uol.com.br/noticias/infomoney/2015/10/15/o-brasil-e-o-maior-paraiso-fiscal-do-mundo-diz-advogado-especializado.htm

    Bostil sempre será um lixo completo mesmo. Os intelectuais que a mídia dá holofotes não entendem porcaria nenhuma de economia e ainda acham que possuem todas as capacidades para conduzir a República das Bananas junto com os políticos esquerdistas iluminados.
  • ANDRE LUIS  24/10/2016 11:16
    MAVs sejam bem vindos a área de comentários, mas CUIDADO! vocês podem acabar contaminado pelas idéias liberais (Aaaargh!) e certamente perderão suas boquinhas!
  • Capitalista Keynes  24/10/2016 13:26
    Aposto que se tirarem as alíquotas de todos os produtos hoje os produtos não baixarão de preço.....a lógica capitalista no Brasil não funciona ,com tudo nesse paiseco de quinta categoria.....os nossos queridos e angelicais empresários vão embolsar a diferença pois existe uma tal memória de preço que a população está acostumada a pagar e dali pra baixo não vai mais.....Farinha pouca,meu Rolex primeiro. Empresário brasileiro á a pior raça que existe ,não investe em produção para chegar na sua capacidade produtiva máxima para gerar escassez e poder aumentar o preço do produto. Então tem mais é que pagar impostos mesmo...pois se tirar imposto ele embolsa em aumento de margem de lucro.
  • Byron  24/10/2016 16:35
    "Aposto que se tirarem as alíquotas de todos os produtos hoje os produtos não baixarão de preço"

    Ué, se isso ocorresse, aí a teoria econômica estaria em apuros.

    Entenda o básico: qualquer empresa — seja uma montadora de automóveis ou uma padaria — vai cobrar para os seus produtos o maior preço que puder, que seja consistente com o maior lucro possível. Duas coisas colocarão um teto nesse preço máximo: a concorrência e a disposição dos consumidores em aceitar os preços praticados (fenômeno esse chamado de 'valoração subjetiva dos consumidores').

    Os preços, em todo e qualquer momento, tendem a já estar estipulados em um valor que traga o máximo possível de receita líquida para cada vendedor.

    Se uma redução dos impostos não alterar a oferta e a demanda, então por que os preços iriam se alterar? Por isso, era ingenuidade imaginar que os preços cairiam por causa da extinção da CPMF ou por causa da abolição da sacola plástica nos supermercados.

    Trata-se de ignorância básica de como funciona a economia real.

    "os nossos queridos e angelicais empresários vão embolsar a diferença[...]"

    E o que eles fariam com essa diferença embolsada? É curioso que um sedizente "capitalista keynesiano" seja contra os lucros. Keynes sempre foi a favor dos lucros dos capitalistas (os marxistas é que eram contra).

    Você acha que empresário queima todo o seu lucro em uma viagem para as Bahamas? Fazendo festinhas? Ora, se ele fizer isso não sobrará nada para ele reinvestir na fábrica. Não haveria como ele comprar equipamentos, como ele repor máquinas estragadas, como ele ampliar a produção, como ele contratar mais pessoas e até mesmo como ele dar novos aumentos salariais.

    Consequentemente, sem esses investimentos, a concorrência o devoraria e ele perderia preciosas fatias de mercado, afetando sobremaneira seu lucro futuro.

    Para quem se diz um "capitalista", seu conhecimento sobre o mundo real é vergonhoso.

    "Empresário brasileiro á a pior raça que existe ,não investe em produção para chegar na sua capacidade produtiva máxima para gerar escassez e poder aumentar o preço do produto."

    Ué, mas isso é facilmente resolvível. Basta zerar as tarifação de importação. Com país sendo inundado por produtos estrangeiros, vai ser meio difícil os "malditos empresários" não investirem em produção para gerar escassez. Como pode haver escassez com importações liberadas?

    Ah, mas já sei: não pode zerar tarifas de importação porque esquerdistas como você dizem que é necessário "proteger a indústria nacional", sendo que proteger a indústria nacional significa proteger exatamente os lucros que você odeia dos empresários que você despreza.

    Lógica sensacional, não?

    Esquerdista é assim mesmo: saiu da cama, já entra em contradição.
  • Caio Daniel Nunes Santos  25/10/2016 20:47
    Li tudo isso, achei um horror. Que bom que nada disso acontece no Brasil.
  • anônimo  26/10/2016 16:22
    Discordo da conclusão. O sistema tributário deveria ser focado em imposto sobre a renda e não sobre o consumo, tendo alíquotas diferenciadas para os mais ricos, obviamente. É assim que funciona no mundo todo. Além disso deveria ser criado um tributo que já está previsto na Constituição, o imposto sobre grandes fortunas, que nunca saiu do papel. Lembrando que rico, para o ponto de vista tributário, não é o empregado que tem bom salário, é o autônomo ou empregador que recebe mensalmente valor muito acima do mercado.
    Não se trata também de tributar a pessoa jurídica, mas a pessoa física que recebe um montante muito elevado sobre os lucros de sua empresa. Obviamente essa seria apenas uma das medidas a serem adotadas, mas o sistema tributário é muito mais complexo do que isso, principalmente no que concerne à regulação do mercado por meio dos impostos de importação e exportação.
    Outros grandes problemas são a priorização dos subsídios às grandes empresas ao invés das micro e pequenas e o excesso de encargos sociais e trabalhistas, que só causam desemprego, salários baixos e aumentam as chances de falência das empresas.
    Enfim, em relação ao diagnóstico do problema apontado pelo autor concordo em todos os sentidos, mas ele limitou a questão tributária a um aspecto apenas e não apresentou nenhuma outra solução econômica viável.
  • Evandro S. Nogueira  05/03/2017 13:43
    O que o artigo nos trás é verdade e muito mais perverso ainda, ele não exemplificou que grande parte dos impostos incidem no consumo, o que torna a coisa tributária ainda mais incidente e com peso maior para as camadas mais pobres, fato que potencializa aos extremos as desigualdades sociais.

    Impostos altos, imbróglios burocrático fiscal e burocráticos jurídicos pesados (MAIOR PESO DO CUSTO BRASIL) e não transparentes (propositalmente) além de fomentadores e facilitadores de ações de sonegações sistêmicas e estrategicamente planejadas também facilitam as margens de lucros exorbitantes (MARGENS DE LUCROS BRASIL), visto que quem consome perde complemente a noção do que é imposto e o que é lucro, é justamente por este motivo que a classe empresarial só faz discursos vazios contra os imposto e – de fato – absolutamente nada fazem (PALAVRAS SEM AÇÕES CONDIZENTES NÃO FAZEM NADA ALÉM DE ILUDIR E MANIPULAR) para combater os modelos de impostos e burocracia.

    Outra perversidade tributária é fazer com que os impostos sejam (INCIDAM) em cascatas desde a matéria prima primaria, passando por todas as etapas produtivas até o consumidor final.
    Tal modo levou todos ao sistêmico modelo de "O CUSTO PELO CUSTO A QUALQUER CUSTO E DO LUCRO PELO LUCRO CUSTE O QUE CUSTAR" e desta forma o fins passaram a justiçar os meios quando o correto são os meios validarem (ou justificarem) os fins, nosso modelo mental e por consequência comportamentos estão invertidos, nos tornamos zumbis diante a necessidade da sobrevivência – SOBREVIVER É ABSOLUTAMENTE DIFERENTE DE VIVER! -, aos poucos estamos nos bestializando e isto independente de ser empresário, capitalista especulador ou trabalhador comum. Considere ainda que o empresariado acaba por tornar-se em verdade especulador capitalista em todos os sentidos inclusive no trato capital x trabalho, ou seja, o quem tem o capital já se bestializou há muito tempo.
    E agora, como resolver esta situação sem uma REFORMA TRIBUTÁRIA, BUROCRÁTICA FISCAL E BUROCRÁTICA JURÍDICA JUSTA E HONESTA, QUAIS SERÃO AS FORÇAS QUE IRÃO PRODUZIR ISTO SENÃO AS FORÇA POPULARES E QUANDO AS FORÇAS POPULARES SE TOCARÃO DISTO – improvável em curto prazo, visto que somos cada vez mais manipulados e tornados imbecis cada vez mais e mais, e quem fala ainda é penalizado e excluído -, OU AINDA QUANDO NOSSA SOCIEDADE IRÁ SE TORNAR INSUPORTÁVEL EM NÍVEIS DE BESTIALIZAÇÃO O SUFICIENTE PARA QUE QUEM TEM CONHECIMENTO, PODER E CAPITAL RESOLVA MUDAR TUDO ISTO?!

    A situação a que nos encontramos passou a ser a de imediatismo absoluto, vivemos como se não fosse existir o amanhã, como se não tivéssemos consciência ou responsabilidades, a ética, a moral e o caráter deram lugar ao ego mais insano possível, quem tem o poder do dinheiro acha que pode fazer tudo e qualquer coisa que desejar com quem tem menos, que seres humanos são suas propriedades e que devem agir meramente conforme os seus comandos – E NÃO IMPORTA QUAIS SEJAM OS COMANDOS!!! – como seres humanos fossem coisas inanimadas, um computador, uma coisa qualquer sem inteligência, sem emoções, sem princípios e valores, enfim...

    Em suma, esta na merda e amando estar na merda!

    Saudações fraternas,
  • carlos Mello  02/06/2017 00:41
    Faltou um item que praticamente é a fonte de quase todos os males da economia, da causa da baixa qualidade de vida, do aumento dos populistas e causa da maior parte da pobreza das nações.
    É a Superpopulação:
    É uma quantidade de gente sem as mínimas capacidade de viver dignamente e é a parte da população que mais cresce.
    Mas vocês, como toda a mídia, tem medo de encarar essa verdade.
  • anônimo  02/06/2017 12:21
    Esse é um dos poucos artigos do Mises que eu discordo porque o autor utiliza uma lógica ultrapassada da geração baby boom.

    Primeiro, o autor do artigo segue a seguinte premissa: quanto mais gente, maior o consumo e maior a produção. Essa afirmação seria verdadeira SE ignorassemos os avanços tecnologicos e assumirmos que o fator produção e consumo de cada individuo fosse igual, o que não é verdade.

    Essa lógica também ignora o aumento de produtividade com o avanço tecnologico. Ora, antes precisavamos de 50-100 pessoas em uma linha de produção montando carros. Hoje precisamos de uns 10 e olhe lá, e produzindo até mais por um custo menor.

    Custos menores implicam mais acessibilidade aos produtos, se antes você tinha 90% de uma população sem dinheiro para consumir um automovel, hoje você tem a maior parte da população com condição de possuir 1, 2, 3 ou mais carros.

    A acessibilidade proporcionada pela tecnologia da produção é que deu espaço para o consumo e não o excesso de pessoas, como prega o autor do artigo linkado.

    Agora veja bem, não defendo o controle populacional por ser uma medida estatista, também não defendo a incentivação à natalidade, mas acredito que a tendência natural de qualquer população é reduzir de tamanho a medida que essa avança em níveis educacionais e qualidade de vida, e isso não é uma coisa ruim, como defende o autor.

  • Kaio  02/06/2017 14:47
    Você está repetindo argumentos que foram respondidos nesses dois artigos.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1861
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2060

    Quanto mais gente e mais tecnologia, melhor. Um dos aspectos que as sociais-democracias europeias mais estão sofrendo é justamente a falta de gente, mesmo esses países tendo tanta tecnologia quanto a Austrália e os Estados Unidos.


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