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Sobre o impeachment, o baixo nível, a cretinização da política e a importância de desnutrir o estado

Comentário de Helio Beltrão:

Ontem, após o processo de votação da aceitação do pedido de impeachment na Câmara dos Deputados, o que mais se comentava nas redes sociais era o baixo nível educacional/intelectual dos políticos.  Essa, a meu ver, é a prova de que as pessoas acreditam que a democracia (no sentido de votar em 'representantes' a cada 4 anos) tem poderes mágicos.

Ora, sinceramente, o nível dos deputados não é muito diferente do dos brasileiros. Não é exatamente isto — representantes que são a cara do povo — que deveria ser esperado de um sistema de representação?  Como querer que os representantes do povo sejam diferentes — cultural e intelectualmente — do povo que os elegeu?

No entanto, de fato uma mágica ocorreu ontem: os deputados foram fieis à vontade dos brasileiros.  Isso, sim, foi inesperado. 

Afinal, com um sistema de apertar botões a cada 4 anos, não há um 'canal de transmissão' adequado entre a vontade do eleitor e a de seu representante. Este canal é, na melhor das hipóteses, como um daqueles telefones de lata que eu usava na minha infância: só que, em vez de um barbante de 3 metros, temos um péssimo telefone conectado com um barbante de 1.000 km de extensão até Brasília. O 'representante' pode, em grande medida, desconsiderar a vontade de seu eleitor (que ele de fato nem sabe quem é), pelo menos até a próxima campanha eleitoral (quando, é claro, ele se torna super antenado).

O canal de transmissão só funcionou ontem porque foi retransmitido e amplificado até Brasília, de cidade em cidade, pelo povo nas ruas e pelas redes sociais. O Brasil inteiro estava de olho.

No entanto, no dia-a-dia, não é assim.

A política é um jogo de poder sobre os demais. Não é difícil de entender por que as pessoas de bem tendem a ser rechaçadas ou expulsas deste jogo. E é fácil observar que a política tem atração especial justamente sobre aqueles que têm sede de poder, aqueles que são amorais e imorais, e aqueles que são sociopatas.

Quando Milton Friedman mencionou que a solução não é "eleger as pessoas certas", mas sim "tornar politicamente lucrativo que as pessoas erradas façam a coisa certa", creio que ele pensou nos mecanismos de transmissão. Uma das formas poderia ser a já discutida PEC do Recall, que pode tirar o mandato do sujeito antes de seu fim (análoga ao impeachment)

Porém, julgo que soluções como a de Friedman não atacam as causas principais, mas apenas as imediatas.

A causa principal é o tamanho gigantesco do poder delegado aos políticos. Quanto menor o poder delegado aos políticos (por Constituição, por exemplo) e quanto mais poder retivermos para nós mesmos, menores serão os problemas. Em uma analogia muito menos que perfeita, é como dois condomínios de casas: no primeiro, o síndico não tem poder para determinar nada que afete negativamente a propriedade de cada um: seu poder é virtualmente zero. No segundo condomínio, o síndico pode determinar o que quiser, inclusive sobre como você usa sua casa dentro do seu terreno, quantos convidados pode ter, regular seu acesso até sua casa, impor taxas arbitrárias etc.

É de se esperar que no segundo condomínio muito se discuta sobre eleger um bom síndico, sobre como "precisamos de um bom síndico" e tal.  Mas nada muda nos incentivos fundamentais do esquema e do síndico.

Há solução, sim: o truque é deixar de delegar tantos poderes, sobre todos os assuntos, a um sujeito que tome decisões a seu bel-prazer.

Os libertários são vanguarda porque, entre outros motivos, abominam autoritarismo, tortura e ditadura tanto quanto odeiam um governo intrusivo, com impostos altos, e regulamentações e burocracia asfixiantes.

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Comentário de Fábio Barbieri:

Os deputados são um bando de ignorantes e alguns semi-analfabetos? Ainda bem! Imaginem só o tipo de legislação centralizadora e autoritária que arrogantes iluminados, como o péssimo prefeito de São Paulo, apoiariam? Que estes sonhem com seu autoritarismo só na academia.

Os deputados não costumam trabalhar como ontem? Ainda bem! Imagine quanta bobagem aprovariam se "trabalhassem" sempre? Que gastem suas verbas passeando em ilhas da Polinésia.

Os deputados só apelam a Deus? Ainda bem! Quem diria que a única resistência ao projeto totalitário de poder do petismo seria a bancada evangélica? Na próxima eleição, eu, ateu convicto, votarei em algum pastor protestante.

A população ontem ficou com vergonha dos deputados? Ainda bem! Que nutram cada vez mais desprezo pelo estado parasitário e aprendam que, se quiserem liberdade, sem ignaros e semi-analfabetos regulando a economia e controlando suas vidas, a solução é apoiar ao máximo a desnutrição do estado.

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Comentário de Ubiratan Jorge Iorio:

Quem acredita que o impeachment por si só vai tirar o país da crise está totalmente errado. O impeachment vai eliminar o problema maior, que é o PT e seu projeto bolivarianista de poder. Mas há muitos outros, cujas causas principais são a deterioração moral e a crença de que políticos são as pessoas indicadas para guiarem nossas vidas.

_________________________________________

Comentário de Bruno Garschagen:

O impeachment não salvará o Brasil de sua classe política, não salvará a sociedade brasileira de si mesma e nem a absolverá de suas escolhas erradas. A república presidencialista brasileira é uma sucessão de erros, de golpes, de intervenções e do desenvolvimento de uma peculiar tradição política autoritária.

O impeachment, porém, vai tirar do poder um partido fundamentado numa ideologia que tenta controlar não só o governo e o estado, mas que também esforça-se para nos comandar e violar as nossas liberdades de uma forma tão malandra que alguns até apoiam e agradecem o fato de serem controlados em nome de uma causa.

O impeachment deve ser visto apenas como um primeiro passo para o saneamento da nossa cultura política.

No mais, furtando uma frase do Nelson Rodrigues em relação ao teatro, creio que a política "exerce um estranho poder de cretinização, mesmo sobre as melhores inteligências".

E assino embaixo quando o nosso maior dramaturgo afirma: "nada mais cretino e mais cretinizante do que a paixão política. É a única paixão sem grandeza, a única que é capaz de imbecilizar o homem".


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SOBRE O AUTOR

Equipe IMB


OFF-TOPPIC: pessoal do IMB, seria possível vocês redigirem um artigo refutando as teorias conspiratórias sobre o Nióbio que abundam desde a época do Enéias? Quinta-feira o Instituto Liberal reiniciou o debate, e seria ótimo se vocês dessem continuidade. Eis o que comentei no website do IL, é o que resumidamente penso do assunto:

"Se há indícios concretos ou, ao menos, motivos para crer que as empresas autorizadas pelo Estado brasileiro a retirarem do solo e comercializarem este metal estão cometendo fraudes de qualquer natureza, em conluio com grupos estrangeiros ou não, a solução é, em se confirmando as irregularidades, rescindir os contratos de permissão em vigor e abrir este mercado para mais empresas interessadas no empreendimento - seja lá de onde elas forem. A que oferecer a melhor barganha leva as jazidas - e paga impostos sobre tudo o que produzir. Elevar o preço na marra? Claro, abusar desta condição de quase monopolista pode funcionar no começo, mas no médio prazo surgirão alternativas de melhor custo-benefício para atender a demanda daqueles insatisfeitos com a situação. Deixar de vender o Nióbio como comodittie e agregar valor ao mineral em nossa indústria da transformação? Seria ótimo, se nosso parque industrial não estivesse parado no tempo desde meados do século passado. Só falta criarem a estatal NIOBRÁS no Brasil, que dará origem ao escândalo do NIOBRÃO. O brasileiro não aprende mesmo: sempre achando que vai encontrar um bilhete premiado no chão e poderá passar o resto da vida bebendo e sambando."
"Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo"

Não me refiro à uma frase ou texto escrito nos artigos do IMB. Estou questionando a percepção daqueles que defendem esse modelo de afrouxamento da terceirização proposto pelo governo, pois essa discussão toda é parte da realidade em que estamos vivenciando. Aliás, não creio que esse artigo seja uma mera exposição teórico-dissertativa acerca do que seria e quais os benefícios de uma terceirização segundo os liberais, muito menos um texto desvinculado da conjectura atual, como você transparece para quem lê. Logo, minha indagação é pertinente, ainda que, o que questiono, não esteja explicitamente escrito no artigo.

Em relação ao artigo linkado, em momento algum vi algo a mostra que abordasse diretamente o problema terceirização-corporativismo privado que eu levantei acima. O que mais se aproxima seria esse trecho:
"Em primeiro lugar, a ideia de que custos menores para empresas é algo ruim. Além do fato de que custos baixos permitem maior acúmulo de capital — o que possibilita mais investimentos e mais contratações —, falta explicar como que custos de contratação menores podem ser ruins para pessoas à procura de emprego."
Sim, não há problema algum em um empresário tentar reduzir seus custos para se adequar a concorrência e auferir maiores lucros. O entrave se encontra, como eu falei, no empresário monopolista que não possui um fator invísivel para motivá-lo à otimizar sua produção. A mão visível do Estado garante que seu produto inevitavelmente será consumido e, com isso, seu lucro será certeiro. Por conseguinte, não há a preocupação constante deste em inovar, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade da sua mão de obra. Nesse sentido, a terceirização beneficia esse empresário, justamente por rebaixar seus custos com contratados (temporários ou não) à niveis abaixos daquilo que os empregados produzem, sabendo se que eles estão confortáveis em relação aos processos trabalhistas que enfrentarão (ajudinha estatal). Bem como, estagna ou retarda as inovações, tendo em vista que sua produção atual será adquirida pelos consumidores à um preço "monopolístico" durante um tempo maior que o de uma concorrência que existiria num livre mercado. Ademais, seu produto foi feito empregando mão-de-obra com um ônus muito abaixo daquilo que ela de fato produz. Desse modo, a margem de lucro é gigantesca, sendo que esse lucro pode sim ser revertido em capital para futuras melhoras, o que, na minha opinião, não aflinge ou preocupa de modo algum uma empresa monopolista, pois esta pode facilmente pegar crédito subsidiado de bancos estatais, ou ser empreendido em outros investimentos pessoais e, na minha percepção, fúteis e de pouco potencial de gerar valor no futuro.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Dam Herzog  18/04/2016 22:21
    Fiquei um pouco aliviado com com o resultado da 1ª fase do impeachment pois tudo que acho importante é que um partido de ideologia totalitaria PT seja retirado do poder, e para isso podemos nos aliar até com aqueles que discordamos. Uma ameaça do bolivarianismo (socialismo real) poderia interferir na propriedade privada e na liberdade individual e isto destruiria a riqueza do pais. Depois da saida do PT do poder poderiamos desregulamentar a economia, dizer sim a concorrencia para acabar com os carteis, desestatização de toda a economia, abrir as fronteiras fazer uma politica exterior neutra mas defendendo valores do ocidente. Poderiamos copiar o sistema de aposentadoria do Chile, e fechar o Sus e deixar que cada brasileiro tivesse um plano de saude. Um sistema unico de aposentadoria privada para todo mundo que assim saberia quanto iria receber quando se aposentasse. E acabariamos com alavance de tetos e acima do teto da aposentadoria de juizes ex-presidentes governadores e deputados e estes fundos de pesão que entram dinheiro dos impostos. Refederalização do Brasil para que cada estado, ser independente, nas suas leis mas com uma lei petrea que obrigasse que os gastos= despesas anuais ou mensais. N minha opinião acho que melhoraria uma pouco.
  • Taxidermista  18/04/2016 23:09
    "The Irrationality of Politics", Michael Huemer:

    https://www.youtube.com/watch?v=4JYL5VUe5NQ
  • Roseli Cristina  19/04/2016 00:47
    Verdade. O povo é governado por quem os representa muito bem: populismo, trambiquismo e malabarismo.
  • Bruno  19/04/2016 01:37
    Acho justo o IMB fazer uma avaliação do plano economico do temer(uma ponte para o futuro).

    Parabéns ao post mais uma vez.Cada dia melhor esse instituto que salva pessoas da tirania estatal.

    Tenho 20 anos e tenho orgulho de ser um leitor do IMB.

    Abraços
  • Viking  19/04/2016 12:35
    Eu faço: continua intervencionista bagarai!
  • Rhyan  19/04/2016 02:37
    O Ubiratan e o Helio não vão fazer nenhum comentário sobre seus amigos, os Bolsonaros?
    Curioso, não? Na hora de fazer moral com direitista, tiram foto, falam que é gol do Brasil, idolatram como o "menos pior"...
  • Auxiliar  19/04/2016 12:31
    Amigos? Coloca aí uma prova dessa amizade, por favor. Quero provas concretas, e não ilações (lembrando que calúnia é coisa de esquerda).

    De resto, por que você está pedindo "comentários" sobre os Bolsonaros? O que houve de diferente?
  • Rhyan  19/04/2016 22:01
    Aprenda a interpretar ironias.

    Só uma pergunta: essa crença e apoio implícito aos Bolsonaros como o "menos pior" ou qualquer bobagem do tipo é baseada em ingenuidade ou oportunismo.

    Ingenuidade com políticos para quem conhece bem o libertarianismo é difícil de acreditar.

    Oportunismo, significa pilantragem mesmo. Demorei demais pra perceber isso, muita gente comentava, eu achava exagero, achava que era excesso de cordialidade, de educação, de pragmatismo, e discurso mais unitário ou até que o outro lado era chioccista. Bastou uma discussão sobre o Bolsonaro para a máscara cair. Os argumentos mais imbecis possíveis...

    "Não sabia que era o Bolsonaro nessa foto."
    "Você apoia o Aécio."
    "O Bolsonoro está mais liberal agora."
    "É bom que políticos famosos se interessem sobre liberalismo."

    Ser idiota tem limites, ser enganado uma vez é uma coisa, repetidamente não dá. O Santoro conseguiu conversar sobre isso comigo sem apelar para a desonestidade, nesse caso do Helio foi desonestidade no nível mais extremo possível.

    Cuidado com esse pessoal que quer ser amigável com os conservadores, que simpatiza com o fusionismo. Alguns o fazem por estratégia que já se provou errada mil vezes, outros são puros picaretas e isso já ficou claro.
  • Rafael  23/04/2016 16:38
    Até agora você não falou onde ocorreram essas suas desavenças com Ubiratan e Hélio. E também não vi nada em lugar nenhum acerca dessa foto dos 2 com Bolsonaro.
  • Roberto  19/04/2016 22:21
    Alguém por favor me traduz o que esse Rhyan (por acaso é aquele ateuzinho militante que dá chiliques quando postam artigos do Rothbard descendo o cacete na esquerda progressista) tá falando??? Alguém aqui expressou apoio a Bolsonaro? Se sim, onde?

    Ah, ele tá com butthurt por causa da menção do Bolsonaro ao coronel Brilhante Ulstra durante a votação do impeachment?

    Permita-me pois trazer o que George Reisman pensa a respeito do Ulstra:

    "Ele certamente não era nenhum anjo. Nenhum soldado pode ser. Porém, em uma batalha para se evitar a imposição de uma ditadura comunista, é algo incontestável que a maioria daqueles que morreram ou sofreram torturas estava preparada para infligir, caso chegassem poder, um número excepcionalmente maior de mortes e uma escala avassaladoramente maior de sofrimento aos seus conterrâneos.

    A morte e o sofrimento desses propensos totalitários não deve ser lamentada, assim como não se deve lamentar as mortes de Lênin, Stálin, Hitler e seus respectivos auxiliares. A vida e a liberdade são positivamente auxiliadas pela morte e o desaparecimento desses seus inimigos mortais. A ausência destas pessoas significa a ausência de coisas como campos de concentração e genocídios, e isso obviamente é algo que deve ser ardentemente desejado."

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=868
  • Rhyan  20/04/2016 05:23
    Quando eu reclamei do Rothbard criticando esquerda progressista? Pessoal é muito lunático... eu reclamo do conservadorismo nível olavete.

    Roberto, seu imbecil, ele estava falando do Pinochet. O caso do Chile é bem diferente, Salvador Allende era um perigo muito mais real que Jango e Pinochet era muito menos pior que o Regime militar brasileiro (na economia pelo menos).

    Mas dane-se seu apelo à autoridade. Não existe nenhum motivo racional pra defender militar torturador estatista. Não era uma necessidade no Brasil e, se fosse, não era a única solução. Fora a quantidade de inocentes torturados e mortos.

    É isso, Roberto, você prova o que eu tinha dito, tem muito babaca fingindo ser right-lib pra defender fusionismo, bolsonarismo, olavismo...
  • Guilherme  20/04/2016 14:56
    "Salvador Allende era um perigo muito mais real que Jango"

    Ora, qual a sua base para falar isso? Em termos puramente estatísticos (me refiro a números da economia), o descalabro era bastante semelhante.

    Como você estipulou que Jango (que tinha ligações com Cuba) era mais doce e inofensivo que Allende (que também tinha ligações com Cuba).

    "e Pinochet era muito menos pior que o Regime militar brasileiro (na economia pelo menos)."

    Nossa, que contradição fantástica a sua, hein?

    Veio aqui fazendo pose de humanista, criticando os defensores do Ustra, mas na hora do vamos ver, deu um passe livre para outra ditadura que foi muito mais sanguinolenta que a brasileira (3 mil mortos e desaparecidos contra 400 no Brasil) apenas porque esta foi melhor "na economia pelo menos".

    Ou seja, para você, torturar é o de menos. O que vale é a economia estar sendo bem gerida. Se a economia estiver sendo bem gerida, então uma ditadura pode ser escusada.

    Sério mesmo, depois dessa, se há alguém aqui que não tem mais a menor moral para criticar torturadores -- e seus defensores -- é você.

    "Não existe nenhum motivo racional pra defender militar torturador estatista";

    Viu só?!

    Para você, não existe "nenhum motivo racional pra defender militar torturador estatista" (concordo plenamente!). No entanto, se o militar torturador tiver melhores noções de economia, como no Chile de Pinochet, aí ele se torna "menor pior", e até aceitável.

    Uma lição de humanidade.
  • Rhyan  21/04/2016 08:40
    Guilherme, só mostrei que o texto do Reisman é sobre o Chile e não o Brasil, e contexto Chileno foi diferente, o que ainda não justifica nenhuma ditadura. Pelo contrário essas ditaduras da América deram mais força pra esquerda.

    Também não espero honestidade intelectual de nenhum puxa saco do Bolsonaro, do Helio e muito menos de right-"lib".
  • Hebert Pinheiros  20/04/2016 21:33
    Bolsonaro possui seus defeitos estatistas, mas sobre a ditadura desenvolvimentista ele está certíssimo.

    Só se escandalizou com o que foi dito por ele quem é ignorante sobre a história da América Latina (a maioria dos brasileiros, infelizmente).
  • anônimo  21/04/2016 10:06
    Todo mundo que viveu tem saudade da ditadura e da inflação que ela criou.
  • anônimo  24/04/2016 02:30
    Menos pior uma ditadura desenvolvimentista do que uma ditadura comunista.
  • Mr Citan  26/04/2016 17:03
    Eu prefiro ditadura nenhuma.
    Quem ainda vai na direção do menos pior, está na direção certa para a estrada da servidão.
  • Igor  19/04/2016 11:39
    Ouso discordar do Hélio Beltrão: acho que ele foi infeliz no comentário sobre os deputados serem a representação do brasileiros.

    A sociedade é manipulada pelo mito do Estado provedor e é difícil combater isso.

    Se formos pensar na linha do que disse o Hélio nenhum país do mundo seria desenvolvido hoje, pois ao longo dos séculos as nações foram da pobreza extrema (e da corrupção entranhada) à prosperidade (e instituições fortes).

    Acredito que com este tipo de pensamento fica difícil unir uma sociedade em prol de um objetivo comum que o IMB defende: liberdade, prosperidade e paz.

    Abraço!
  • Marcos  19/04/2016 12:31
    "acho que ele foi infeliz no comentário sobre os deputados serem a representação do brasileiros."

    Vejamos seus argumentos contrários.


    "A sociedade é manipulada pelo mito do Estado provedor e é difícil combater isso."

    Até aí, refutação nenhuma.

    Aliás, non-sequitur total, pois quem é provedor é o governo federal (o Executivo), e não os deputados do legislativo, que não têm o poder de estipular políticas redistributivas.

    Deputado não se elege com a promessa de aumentar bolsa-família, Minha Casa Minha Vida, e afins.


    "Se formos pensar na linha do que disse o Hélio nenhum país do mundo seria desenvolvido hoje, pois ao longo dos séculos as nações foram da pobreza extrema (e da corrupção entranhada) à prosperidade (e instituições fortes)."

    Outro non-sequitur total.

    Pra começar, as nações enriqueceram apesar do estado, e não por causa dele. Em segundo lugar, quanto mais elas enriqueceram, mais expulsaram os ignaros da política. Em terceiro lugar -- e isso que vou falar é simplesmente um fato, goste você ou não --, em praticamente todos os países do mundo, ao longo da história, votar era um privilégio exclusivo das elites e não do populacho.

    Lide com isso.

    "Acredito que com este tipo de pensamento fica difícil unir uma sociedade em prol de um objetivo comum que o IMB defende: liberdade, prosperidade e paz."

    Que pensamento? Falar a verdade? Quer dizer então que a verdade deve ser camuflada para não ferir suas sensibilidades? É esse tipo de homem que está em vigor hoje no Brasil?

    E eu que pensava que mimimi e "ai, fiquei ofendido em ouvir a realidade!" eram posturas exclusivas da esquerda coitadista e vitimista.

    Triste país.
  • mauricio barbosa  20/04/2016 16:16
    Só um detalhe,nos países dito rico a classe política não é assim mais ou menos ética do que a nossa,a grande diferença é que a impunidade por la é menor,ou seja uma operação lava-jato é coisa corriqueira para eles(Creio eu)e a título de sugestão procurem ler a seção de comentários dos"Instituto Mises" existentes nesses países(Colocar no tradutor automático)e todos nós teremos uma idéia melhor do que pensa e sente na pele nossos colegas libertários nesses países ditos ricos.Acredito que muitos mitos e preconceitos cairão por terra.
  • Paulo A Gazzana  19/04/2016 12:32
    O impeachment é a parte mais fácil. O trabalho árduo começará depois. Fico peocupado com os brasileiros que não entendem o que significa a reconstrução de uma economia em frangalhos. A massa sairá às ruas dizendo que com o PT erá melhor? Infelizmente, acredito que isso ocorrerá. Quem votou no PT em 2002 e eleicoes posteriores, deveria saber que o Brasil seria isso que vemos hoje. Todos os dirigentes signatários do Foro de São Paulo quebraram os respectivos paises. O que o PT fez ao Brasil não foi por incompetência, foi intencional, tudo previsto na cartilha bolivariana do Foro de São Paulo, anterior a eleição de Lula.
  • Felipe  19/04/2016 15:34
    "O que o PT fez ao Brasil não foi por incompetência, foi intencional"
    Intencional? Duvido.
    Foi por acreditarem em soluções erradas e por amarem o estado grande e seu poder e regalias.

    "tudo previsto na cartilha bolivariana do Foro de São Paulo"
    E como você sabe?

  • Fernando  19/04/2016 17:32
    Foi intencional porque é isso que o socialismo bolivariano deseja: controle econômico e social.

    O PT somente não foi bem sucedido igual a Venezuela porque os resultados econômicos do socialismo começaram a aparecer antes do parlamento ser de maioria petista.

    Na Venezuela também houve sucessivas tentativas de impeachment, mas o Hugo Chávez sempre conseguia escapar.
  • anônimo  19/04/2016 21:47
    Controle econômico e social não tem nada a ver com a crise no ponto que chegou.
    É a crise que está fazendo o povo se revoltar e dar um pé na bunda da esquerda.
    De um jeito ou de outro foi incompetência deles.
  • Emerson Luis  20/04/2016 14:33

    Foi intencional, não porque quisessem a crise em si mesma, mas porque queriam manter o poder a qualquer custo, ainda que isso significasse tomar medidas populistas que superaqueceriam a economia até o tempo das eleições, mas gerariam uma depressão depois delas. Pensaram que conseguiriam conter a revolta depois, mas ainda não somos a Venezuela.

    * * *
  • Igor  19/04/2016 13:00
    Marcos,

    Acho que eu não expressei claramente minha opinião. Então, vou responder teu comentário pra tentar esclarecer e ao mesmo tempo te responder.

    Aliás, non-sequitur total, pois quem é provedor é o governo federal (o Executivo), e não os deputados do legislativo, que não têm o poder de estipular políticas redistributivas.

    Deputado não se elege com a promessa de aumentar bolsa-família, Minha Casa Minha Vida, e afins.

    Palanques de candidatos à presidência não são repletos de deputados apoiando e prometendo incremento nos benefícios socais? Podem não serem os responsáveis diretamente por isso, mas indiretamente estão vinculados.

    Outro non-sequitur total.

    Pra começar, as nações enriqueceram apesar do estado, e não por causa dele. Em segundo lugar, quanto mais elas enriqueceram, mais expulsaram os ignaros da política. Em terceiro lugar -- e isso que vou falar é simplesmente um fato, goste você ou não --, em praticamente todos os países do mundo, ao longo da história, votar era um privilégio exclusivo das elites e não do populacho.

    Lide com isso.

    Eu falei em algum momento que a prosperidade vem pela ação do estado? Procure no meu comentário anterior e me mostre isso, por favor. Se achar alguma referência, eu farei aqui minha errata.

    A tua última afirmação sobre o privilégio do voto vai de encontro ao que eu disse. A massa da sociedade é manipulada e se esta porção de pessoas não votasse teríamos resultados eleitorais diferentes.

    Que pensamento? Falar a verdade? Quer dizer então que a verdade deve ser camuflada para não ferir suas sensibilidades? É esse tipo de homem que está em vigor hoje no Brasil?

    E eu que pensava que mimimi e "ai, fiquei ofendido em ouvir a realidade!" eram posturas exclusivas da esquerda coitadista e vitimista.

    A opinião da Hélio agora é uma verdade irrefutável? Cara, não vejo motivo pra ti partir o debate com expressões do tipo "ferir suas sensibilidades"? Não estou aqui no IMB falando sobre isso. Estou aqui expondo minha opinião, só isso. Se não concorda, basta responder usando argumento e não simplesmente dizendo coisas deste tipo.

    Não vou responder teu último parágrafo pois entendo que não vale a pena.
  • Thiago Fonseca  19/04/2016 13:28
    Dado que a sua resposta ficou extremamente confusa (além de totalmente fora do lugar), vou comentar o único trecho que entendi. Você disse que:

    "A tua última afirmação sobre o privilégio do voto vai de encontro ao que eu disse. A massa da sociedade é manipulada e se esta porção de pessoas não votasse teríamos resultados eleitorais diferentes."

    Ué, se você afirma que o tipo de pessoa que vota influi decisivamente no tipo de pessoa que é eleita, então, por definição, você concorda com a afirmação do artigo de que o nível dos deputados não é muito diferente do dos brasileiros votantes.

    E nem teria como ser. Essa, aliás, é a essência da democracia. E esse é um dos motivos por que este site a condena.

    Saudações.
  • Igor  19/04/2016 14:13
    Thiago,

    Influenciar no voto não é a mesma coisa dizer que é o mesmo tipo de pessoa. Não concordo com isso.

    O que quero dizer é que a massa é fácil de manipular, mas isso não quer dizer que sejam pessoas ruins, sociopatas ou coisas do tipo (como o próprio Hélio fala acima).

    Se merecem direito ao voto é outro debate, que inclusive tenho forte posicionamento à restrição para determinados grupos.

    Quanto a essência da democracia, sim, tenho conhecimento deste artigos indiciados, mas ainda não li tudo a respeito para poder opinar sobre isso.
  • Thiago Fonseca  19/04/2016 15:06
    "O que quero dizer é que a massa é fácil de manipular, mas isso não quer dizer que sejam pessoas ruins, sociopatas ou coisas do tipo (como o próprio Hélio fala acima)."

    Aí já é analfabetismo funcional de sua parte. Os "sociopatas", os que "têm sede de poder" e os "amorais e os imorais" a quem o Helio se refere são os políticos que entram na política, e não os eleitores.

    Veja a frase completa:

    "A política é um jogo de poder sobre os demais. Não é difícil de entender por que as pessoas de bem tendem a ser rechaçadas ou expulsas deste jogo. E é fácil observar que a política tem atração especial justamente sobre aqueles que têm sede de poder, aqueles que são amorais e imorais, e aqueles que são sociopatas."

    Essa sua má interpretação é grave, pois, além de a frase ser claríssima, ela continha até mesmo hyperlinks (listados abaixo, para você ver melhor) para fundamentar cada um destes adjetivos, todos eles relacionados às pessoas que entram na política, e não aos eleitores.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1705
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2358
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2359

    Mais atenção na próxima.
  • Igor  19/04/2016 16:03
    Thiago,

    Já que sou um analfabeto funcional como tu diz, então por favor, me diga o que afinal o Hélio Beltrão quis falar com o seguinte trecho:

    Ora, sinceramente, o nível dos deputados não é muito diferente do dos brasileiros. Não é exatamente isto — representantes que são a cara do povo — que deveria ser esperado de um sistema de representação? Como querer que os representantes do povo sejam diferentes — cultural e intelectualmente — do povo que os elegeu?

    E não se esqueça que logo depois de ter dito isso, o Hélio falou aquele trecho que tu citou e que reproduzo de novo aqui abaixo:

    "A política é um jogo de poder sobre os demais. Não é difícil de entender por que as pessoas de bem tendem a ser rechaçadas ou expulsas deste jogo. E é fácil observar que a política tem atração especial justamente sobre aqueles que têm sede de poder, aqueles que são amorais e imorais, e aqueles que são sociopatas."

    PS: no comentário anterior eu expliquei que no comentário inicial eu usei as tags erradas pra formatar o texto, por isso saiu tudo desconfigurado. E também esqueci de fazer o comentário como reply pro Marcos lá em cima.
  • Thiago Fonseca  19/04/2016 16:48
    "Já que sou um analfabeto funcional como tu diz, então por favor, me diga o que afinal o Hélio Beltrão quis falar com o seguinte trecho:

    "Ora, sinceramente, o nível dos deputados não é muito diferente do dos brasileiros. Não é exatamente isto — representantes que são a cara do povo — que deveria ser esperado de um sistema de representação? Como querer que os representantes do povo sejam diferentes — cultural e intelectualmente — do povo que os elegeu?"


    Tá feia a coisa, hein? Eu pensava que a sua dificuldade havia sido só no outro trecho, que utiliza sujeitos indeterminados. No trecho acima, impossível ser mais claro.

    Mas vou tentar desenhar: se a população é majoritariamente culta, então seus eleitos tenderão a ser majoritariamente cultos (vide, por exemplo, Suíça).

    Se a população é majoritariamente inculta, então seus eleitos tenderão a ser majoritariamente incultos (ver qualquer país da América Latina).

    Querer que uma população inculta eleja apenas líderes cultos é querer mágica. Aliás, seria uma impossibilidade prática, pois nem sequer há oferta abundante de pessoas cultas -- em meio a uma população inculta -- para serem eleitas.

    Deu pra entender um pouquinho melhor ou deu tilt?

    "E não se esqueça que logo depois de ter dito isso, o Hélio falou aquele trecho que tu citou e que reproduzo de novo aqui abaixo:

    "A política é um jogo de poder sobre os demais. Não é difícil de entender por que as pessoas de bem tendem a ser rechaçadas ou expulsas deste jogo. E é fácil observar que a política tem atração especial justamente sobre aqueles que têm sede de poder, aqueles que são amorais e imorais, e aqueles que são sociopatas.""


    Está preparado para não desmaiar? Pois aqui vai a "verdade perturbadora": pessoas de bem não querem entrar na política. A política é um esquema que atrai apenas sociopatas, amorais, imorais e sedentos por poder. Apenas esse tipo de gente almeja cargos públicos e tem o desejo de ir pra Brasília. (Para maior fundamentação destes pontos, vide os três links acima).

    Não consigo ser mais claro do que isso. E se você não entendeu o ponto, então nada mais posso fazer por você.
  • Igor  19/04/2016 19:36
    Minha ideia era nem seguir este "debate" (como dito no comentário abaixo), mas não posso deixar de te dizer que tu pode até ter mais condições intelectuais ou cognitivas, porém com extrema arrogância.

    Usar expressões tais como "Tá feia a coisa, hein?", "analfabeto funcional", "Mas vou tentar desenhar:", "Deu pra entender um pouquinho melhor ou deu tilt?", "Está preparado para não desmaiar? Pois aqui vai a verdade perturbadora", "nada mais posso fazer por você.", servem pra quê? Se tu deseja me desqualificar, me "desmascarar", ou seja o que for (pois não entendi), foque no argumentos e não nos adjetivos e expressões de impacto. Não estou aqui brigando por holofote (espero que tu também não esteja).

    Desejo sinceramente que reflita sobre isso (se conseguir, pois a arrogância provavelmente não deixará).

    Antes de vir pro debate desça do pedestal que tu esta.
  • Um observador  19/04/2016 23:01
    Igor,

    Cara, infelizmente esse tipo de coisa acontece por aqui. Tem gente que gosta de escrever respostas ácidas e agressivas para comentários que foram escritos de forma neutra (como o seu).

    Foi o caso desse Thiago aí. Deve ser novo no meio libertário, e ainda não aprendeu a debater direito. Essa postura de "escreveu discordando então é inimigo" é comum com gente assim. Não foi o primeiro e nem será o último caso desse tipo que será visto por aqui. Mas quem sabe em algum momento esse tipo de pessoa vai amadurecer.

    Obs 1: existem paraquedistas que aparecem aqui no site, normalmente com tendências social-democratas/esquerdistas, que saem criticando os artigos muitos vezes sem nem ter lido direito e sem apresentar argumentos. Nesses casos respostas ríspidas são comuns, e é perfeitamente compreensível. Mas não foi o seu caso.

    Obs 2: mesmo que o Thiago (ou o Marcos, antes dele) tenham respondido dessa forma afetada e meio ridícula, isso não muda o fato de que estavam essencialmente corretos (a sua interpretação inicial do texto realmente ficou distorcida).
  • Igor  20/04/2016 11:52
    Observador,

    Vou direto à OB2 (pra não prolongar discussões não produtivas sobre arrogância e etc):

    Sim, concordo contigo, com o Marcos e com o Thiago. Tive que reler umas 4 vezes pra poder interpretar desta forma.

    Meu viés pessoal dificultou o entendimento.

    Aproveito isso pra debater o seguinte:

    O Hélio falou sobre a sociedade ser do mesmo nível dos políticos (cultural e intelectualmente), falou que o sistema atual atrai psicopatas (e mais alguns tipos) pro poder e ao final ele sugere "Há solução, sim: o truque é deixar de delegar tantos poderes, sobre todos os assuntos, a um sujeito que tome decisões a seu bel-prazer."

    Minha opinião (a qual acredito dificultou o entendimento do texto dele) é de que o Hélio fez mais um desabafo do que um texto pra discussão. De repente caberia mais pra um publicação no Facebook dele do que aqui no blog.

    Vou tentar explicar por que penso isso: se temos uma sociedade de nível cultural e intelectual baixa e num sistema político que atrai gente ruim, como será possível diminuir o tamanho do estado pra termos uma sociedade próspera? Quem da sociedade vai fazer estas mudanças?

    Partindo desse raciocínio, peço que alguém fale sobre como outras sociedades que já foram pobres e atualmente são "ricas". Eram essas nações culturalmente e intelectualmente baixas?

    Falo tudo sem maior conhecimento. Desejo realmente entender por quem tem mais informações.

    Quero comparar com o Brasil pra saber se o Brasil ainda tem chance.
  • Realista  20/04/2016 13:18
    "Minha opinião (a qual acredito dificultou o entendimento do texto dele) é de que o Hélio fez mais um desabafo do que um texto pra discussão. De repente caberia mais pra um publicação no Facebook dele do que aqui no blog."

    Este site é dividido em duas seções: Artigos e Blog.

    Artigos são para textos mais completos e técnicos; blog é para comentários mais rápidos e cotidianos.

    O texto acima foi postado no blog, que é o lugar adequado para esse tipo de comentário.

    Juro que não quero pegar no seu pé, mas é um tantinho arrogante de sua parte você querer estipular onde textos devem ou não ser publicados. Aliás, você foi ainda mais longe, pois, ao dizer abertamente que tal texto deveria ter sido restrito ao Facebook e não ter sido publicado no site, você, na prática, pediu a censura do artigo.

    "Vou tentar explicar por que penso isso: se temos uma sociedade de nível cultural e intelectual baixa e num sistema político que atrai gente ruim, como será possível diminuir o tamanho do estado pra termos uma sociedade próspera? Quem da sociedade vai fazer estas mudanças?"

    Há centenas de artigos (atenção: artigos, e não postagens de blog) sobre isso no site. Há artigos que falam sobre reforma cultural, e há artigos que defendem a secessão em nível estadual e até mesmo municipal. Tudo começa por aí. Vou postar o último artigo sobre isso que foi publicado:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2341

    "Partindo desse raciocínio, peço que alguém fale sobre como outras sociedades que já foram pobres e atualmente são "ricas". Eram essas nações culturalmente e intelectualmente baixas?"

    Hong Kong e Cingapura, sim. A Nova Zelândia já era um pouquinho melhor (mas também tinha mentalidade estatista).

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1803
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1804
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2059
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2260
  • Igor  19/04/2016 16:57
    Da minha parte encerro o debate que iniciei sobre o texto do Hélio.

    Só achei infeliz um parte da forma como ele escreveu. Mas, devo, ou melhor, espero, ter entendido errada a mensagem que ele quis passar.

    Não quero de forma alguma atingir a pessoa do Hélio, a quem sou grato e admirador.

    Sigamos, pois estamos todos juntos no mesmo objetivo: liberdade, prosperidade, paz.
  • Mateus  20/04/2016 00:13
    Alô, equipe IMB! A população inteira quer saber (olha, rimou), qual é a posição de vocês acerca a Guerra Civil da Marvel? #teamcap ou #teamiron? Nos dê explicações! hahahahah
  • Leandro  20/04/2016 00:57
    #TeamBatman.

    Herdeiro bilionário, e que não dá a mínima para o politicamente correto e para a luta de classes, coloca uma máscara e sai à noite patrulhando as ruas por conta própria, espancando bandidos (muitos deles trombadinhas pé-rapados), mas sem jamais lhes ministrar uma punição maior do que a de seus crimes -- o que significa que ele respeita o princípio libertário de que a punição deve ser de acordo com o crime.

    Sim, estou perfeitamente ciente de que a Wayne Enterprises tem alguns contratos com o governo. Mas a Stark Industries também (aliás, ainda em maior intensidade). E o Capitão América trabalha ele próprio em um organismo globalista.

    Aproveitando o gancho cinematográfico, em termos de filmes de máfia, jamais, em hipótese alguma, leve a sério qualquer filme de Martin Scorsese. (Os Bons Companheiros, Cassino e Os Infiltrados mostram que ele nada sabe sobre o real funcionamento da máfia).
  • Mateus  20/04/2016 01:12
    Postem logo algum artigo! Queremos debater com os coleguinhas que acham que o Homem de Ferro deve controlar a liberdade de seus heróis de irem e virem, e serem eles mesmos, e não o que o governo manda (parece que saiu dos gibis e do cinema né, triste realidade ;/)
  • Mateus  20/04/2016 01:31
    E como assim, o Capitão América trabalha num organismo globalista? não consegui entender, você poderia me explicar?
  • Leandro  20/04/2016 02:16
    Tipo, ele não trabalha para a SHIELD (Strategic Homeland Intervention, Enforcement, and Logistics Division), que é uma agência internacional gerida pelo "World Security Council", mas financiada pelos EUA?
  • Mateus  20/04/2016 09:15
    Ah sim, tinha me esquecido da S.H.I.E.L.D. Obrigado por responder aos anseios de um jovem de 18 anos que mistura coisa séria com coisa q n é séria hahahah
  • anônimo  20/04/2016 10:19
    'E o Capitão América trabalha ele próprio em um organismo globalista.'

    O capitão américa 2 foi todo contra a Shield.
    Na guerra civil ele é que vai ser contra o alistamento obrigatório


  • Anderson d'Almeida  20/04/2016 12:40
    Uma das coisas que aprecio no Batman é a sua consciência moral de Justiça.

    Batman, junto ao inspetor (comissário) Gordon, entendem a responsabilidade que têm em mãos. São sujeitos honestos e justos, mas não se vangloriam pelo que fazem, apenas fazem-na (justiça) de maneira séria e equilibrada (cada qual à sua maneira). Batman chega a fazer justiça somente porque acredita que é o certo a se fazer, para um homem que tem condições para tal.

    É interessante observar a frieza e "indiferença" (não é bem indiferença, ele apenas não deseja vangloriar-se do que faz) de Batman, coisa pouco notada em outros heróis de quadrinhos.
  • mauricio barbosa  21/04/2016 00:36
    Não vejo tanta diferença entre as eleições serem feitas só com aristocratas e sem o populacho,afinal as oligarquias cooptariam os aristocratas para os seus planos da mesma forma que os populistas fazem com o populacho,enfim o estado é o problema e não a forma de eleger seus controladores,estes que tratam a gestão do setor público como se fosse uma empresa particular onde o lucro é deles e o prejuízo dos acionistas(Eleitores).
  • Dando Boura Mophobics  07/05/2016 20:58
    Realmente só o fato do Estado existir é o causador de nossos problemas.

    "Eu acredito em um mundo de livre comércio e e consequentemente isso trará a paz social, só pelo meio do livre mercado."

    Você vive no mundo de ilusão, eu e todos aqueles que são conservadores vivemos num mundo real, cresçam!

    Esses anarcobobos,tsc tsc tsc... Faça um favor: não trabalhe para a esquerda.

  • Bode  21/04/2016 11:31
    Deputados eleitos no Brasil se relacionam com suas bases. Nosso sistema é paroquial. A pressão popular pelo impedimento de Dilma teve eco no congresso, que apesar de parecer inútil, tende a dar respostas à sociedade nos momentos de dificuldades da nação. A reação dos nossos deputados ao microfone na votação da admissibilidade do impeachment pode parecer grotesca, bizarra, principalmente a estrangeiros de sangue frio, mas de certo modo refletiu a indignação de cada um com o governo arrogante, que sempre se manteve de costas para o Congresso. A compra de votos legalizada com as bolsas, criou um ativo eleitoral permanente ao PT, tornando muito difícil uma derrota nas urnas. Extirpar a chaga lulopetista se tornou missão do Congresso, uma tarefa urgente para nos libertar do populismo mais nefasto que já infestou a nação, que agora cabe à câmara alta, o Senado.
  • Como Fazer Nicho de Banheiro  26/04/2016 03:04
    Claro que o impedimento não vai solucionar nossos problemas. na vdd, eu acho que vai deslanchar td de vez! Mas, se acontecer, nada mais justo do que novas eleições!
  • Andre  26/04/2016 15:00
    Nãaaao chega de eleições, já votamos no Collor, no Lula e na Dilma, vamos parar por aqui mesmo que já está bem ruim.
  • Erick  26/04/2016 11:56
    Aos amigos que são minarquistas. Quais deveriam ser os ministérios do governo federal? Eu vi que a Suíça, que é o menor dos males, tem 7.
  • Auxiliar de metralhadora  07/05/2016 00:59
    Olá Erick!

    Deveriam ser somente dois: Justiça e Defesa (segurança pública - polícias - incluso neste último e subordinado as forças federais tendo elas - polícias - forças auxiliares).

    Tudo de bom!
  • ANDRE LUIS  30/05/2016 11:57
    "A nova diretoria do BNDES ficará toda num mesmo salão, por determinação de Maria Silvia Bastos Marques", informa Lauro Jardim.

    "Ninguém terá mais sala particular, exatamente como ocorre em vários bancos privados e grandes empresas".

    Que exemplo mais perfeito do tema abordado!

    Responda rápido dona Maria: Diante de um galinheiro com 1.000 galinhas, o que fazer com as raposas que o vigiam:

    a) Colocar mais 1.000 galinhas, afinal apreciamos sua vigilância.
    b) Trocá-las de 4 em 4 anos.
    c) Tirá-las de lá, ou ao menos reduzir o galinheiro para 100 galinhas.
    d) Construir uma mureta de 50cm separando raposas de galinhas.



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