O que é o socialismo fabiano - e por que ele importa

Antes da Revolução Russa, o Partido Comunista tinha duas alas: Bolchevique e Menchevique.

Os Bolcheviques acreditavam na imediata imposição do socialismo por meios violentos, com confisco armado das propriedades, das fábricas, e das fazendas, e o assassinato dos burgueses e reacionários que porventura oferecessem resistência. 

Já os Mencheviques (que também se auto-rotulavam social-democratas) defendiam uma abordagem mais gradual, não-violenta e não-revolucionária para o mesmo objetivo.  Para estes, a liberdade e a propriedade deveriam ser abolidas pelo voto da maioria.

Os Bolcheviques venceram a Revolução Russa e implantaram o terror.  No entanto, após cometerem crimes inimagináveis, eles praticamente desapareceram do cenário.  Já os Mencheviques, no entanto, não apenas seguem vivos como também se fortaleceram e se expandiram, e estão no poder de boa parte dos países democráticos.

Os mencheviques modernos seguem, em sua essência, as mesmas táticas dos Mencheviques russos: em vez de abolirem a propriedade privada e a economia de mercado, como queriam os Bolcheviques, os atuais mencheviques entenderam ser muito melhor um arranjo em que a propriedade privada e o sistema de preços são mantidos, mas o estado mantém os capitalistas e uma truncada economia de mercado sob total controle, regulando, tributando, restringindo e submetendo todos os empreendedores às ordens do estado. 

Para os mencheviques atuais, tradições burguesas como propriedade privada e economia de mercado devem ser toleradas, mas a economia tem de ser rigidamente regulada e tributada. Políticas redistributivistas são inegociáveis.  Uma fatia da renda dos indivíduos produtivos da sociedade deve ser confiscada e redistribuída para os não-produtivos.  Grandes empresários devem ser submissos aos interesses do regime e, em troca, devem ser beneficiados por subsídios e políticas industriais, e também protegidos por tarifas protecionistas. 

Acima de tudo, cabe aos burocratas do governo — os próprios mencheviques — intervir no mercado para redistribuir toda a riqueza e manter a economia funcionando de acordo com seus desígnios. 

No entanto, a estratégia menchevique não se resume à economia.  A questão cultural é tão ou mais importante.  Para os mencheviques atuais, a cultura burguesa deve ser substituída por uma nova mentalidade condicionada ao modo de pensar social-democrata, e a estratégia para isso consiste na imposição lenta e gradual de uma revolução cultural.

Os mencheviques, fiéis ao seu ideal "democrático", sempre se sentiram desconfortáveis com a ideia de revolução, preferindo muito mais a "evolução" gradual produzida pelas eleições democráticas.  O estado deve ser totalmente aparelhado por intelectuais partidários e simpatizantes, de modo a garantir uma tomada hegemônica das instituições culturais e sociais do país.  Daí a desconsideração pelos gulags e pela revolução armada.

Como tudo começou

As raízes do menchevismo atual não estão na Rússia de Lênin, mas sim na Londres de 1883, quando um grupo de socialistas adeptos do gradualismo fundou a Sociedade Fabiana.  Liderada por um cidadão chamado Hubert Bland, os mais famosos membros da sociedade eram o dramaturgo George Bernard Shaw, os autores Sidney e Beatrice Webb, e o artista William Morris.

A Sociedade Fabiana tem este nome em homenagem a Quintus Fabius Maximus, político, ditador e general da República Romana (275-203 a.C.) que conseguiu derrotar Aníbal na Segunda Guerra Púnica adotando a estratégia de não fazer confrontos diretos e em larga escala (nos quais os romanos haviam sido derrotados contra Aníbal), mas sim de incorrer apenas em pequenas e graduais ações, as quais ele sabia que podia vencer, não importa o tanto que ele tivesse de esperar.

Em suma, Quintus Fabius Maximus era um estrategista militar que evitava qualquer confrontação aberta e decisiva; em vez disso, ele preferia fatigar seus oponentes com táticas procrastinadoras e cansativas, manobras enganadoras e assédios contínuos.

Fundada exatamente no ano da morte de Marx com o intuito de promover as idéias do filósofo alemão por meio do gradualismo, a Sociedade Fabiana almejava "condicionar" a sociedade, como disse a fabiana Margaret Cole, por meio de medidas socialistas disfarçadas.   Ao atenuar e minimizar seus objetivos, a Sociedade Fabiana tinha o intuito de não incitar os inimigos do socialismo, tornando-os menos combativos.

Ao contrário dos revolucionários marxistas, os socialistas fabianos conheciam muito bem o funcionamento das políticas públicas britânicas.  Sendo os especialistas originais, eles fizeram várias pesquisas, elaboraram planos, publicaram panfletos e livros, e criaram várias propostas legislativas, sempre contando com a ajuda de aliados nas universidades, igrejas e jornais.  Eles também treinaram oradores, escritores e políticos.  Sidney Webb foi além e fundou a London School of Economics em 1895 para ser o quartel-general desse trabalho.

Embora a Sociedade Fabiana jamais houvesse tido mais do que 4.000 membros, foram eles que criaram, promoveram e conduziram pelo Parlamento a maior parte das políticas sociais britânicas até o início da década de 1980.  O resultado foi uma economia em frangalhos e uma sociedade esclerosada, situação esta que só começou a ser revertida quando Margaret Thatcher começou a "desfabianizar" a Inglaterra.

Os fabianos foram bem-sucedidos em seu objetivo de criar um "estado provedor", um estado assistencialista que cuidaria não apenas dos pobres, mas também da classe média, do berço ao túmulo.

Seja na forma de compensações trabalhistas, ou de pensões e aposentadorias, seguro-desemprego e medicina socializada, os fabianos sempre enfatizaram a "reforma social".  Segundo o escritor John T. Flynn, os fabianos

Perceberam prematuramente o imenso valor das reformas sociais em acostumar os cidadãos a ver o estado como a ferramenta para curar todas as suas doenças e inquietudes.  Eles viram que uma agitação em prol de um estado assistencialista poderia se tornar o veículo ideal para incutir idéias socialistas nas mentes do cidadão comum.

Outra inovação fabiana: reformas sociais invariavelmente envolviam algum tipo de "seguridade".  As pessoas seriam induzidas a aceitar o socialismo caso este fosse apresentado por meio de modelos oriundos das ciências atuariais, tendo empresas de seguro como base.

Empresas de seguro genuínas, baseando-se em estatísticas de distribuição aleatória de acidentes, coletam dinheiro de seus segurados na forma de um consórcio e concentram-no em um fundo, desta forma tornando o mundo menos incerto para seus membros.  Os fabianos, muito espertamente, pegaram esse modelo e disseram: concentremos a riqueza de todos nas mãos do estado e seremos felizes, saudáveis e teremos uma vida melhor.

Aneurin Bevan, o ministro da saúde fabiano do governo trabalhista dos pós-guerra, que criou o National Health Service — o sistema estatal de saúde britânico (veja algumas notícias recentes da saúde britânica estatal aqui, aqui, aqui e aqui) —, chegou realmente a argumentar que tal modelo iria drasticamente aumentar a expectativa de vida de todos, chegando ao ponto de postergar a morte indefinidamente.

Mas a verdadeira visão fabiana do estado foi mais bem explicitada no livro de Sidney e Beatrice Webb intitulado Soviet Communism: A New Civilization?, publicado em 1935 (o ponto de interrogação foi removido do título após a primeira edição).  O livro glorificava a URSS de Stalin como se fosse virtualmente um paraíso na terra.

Como marxistas, embora de uma outra estirpe, os Webbs aprovavam o stalinismo — se não os meios, os fins.  "Os fabianos eram, de uma certa forma, marxistas mais bem treinados do que o próprio Marx", disse Joseph Schumpeter.  Que continuou:

Concentrar-se nos problemas que podem ser alterados por métodos políticos práticos, adaptar-se à evolução das questões sociais, e deixar o objetivo supremo ser alcançado automaticamente [por meio da alteração cultural das massas] é algo que está muito mais de acordo com a doutrina fundamental de Marx do que a ideologia revolucionária que ele próprio propôs.

Conclusão

No linguajar fabiano, impostos são "contribuições", gastos do governo são "investimentos", criticar o governo é "entreguismo" ou "falta de patriotismo", donos de propriedades são "elites", "reacionários" e "privilegiados", e "mudança" significa " socialismo".

Quando os atuais social-democratas pedem "sacrifícios" da população em prol dos "ajustes" do governo, tenha em mente que os fabianos diziam exatamente o mesmo, defendendo, segundo as próprias palavras de Beatrice Webb, a "transferência" da "emoção do serviço sacrificante" de Deus para o estado.

Para os fabianos, o estado (seus burocratas e toda a sua mentalidade) é o único deus por quem a população deve se sacrificar.

Por fim, vale ressaltar que o desaparecimento dos bolcheviques nunca foi lamentado pelos social-democratas fabianos.  Muito pelo contrário: os social-democratas fabianos agora detêm o monopólio da marcha "progressista" da história rumo à Utopia.

A janela de vidro pintada que adorna a casa de Beatrice Webb em Surrey, Inglaterra, mostra George Bernard Shaw e Sidney Webb remodelando o mundo com uma bigorna, tendo ao fundo o brasão da Sociedade Fabiana: um lobo em pele de cordeiro.  Aquele lobo está hoje entre nós.  


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SOBRE O AUTOR

Lew Rockwell
é o chairman e CEO do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, editor do website LewRockwell.com, e autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State.




"Por exemplo, o relativo à questão estrutural, que devido ao orçamento praticamente ser engessado pelos gastos com servidores, aposentados e pensionistas, tem-se muita dificuldade em fazer qualquer redução ou enxugamento da máquina estatal."

Na verdade, isso foi abordado no artigo.

O fato é: durante a expansão do crédito, quando a quantidade de dinheiro na economia aumentava continuamente, a arrecadação dos governos estaduais não parava de subir. Consequentemente, os governadores não paravam de criar novos gastos. Era uma farra que foi vista como perpétua.

Agora que o crédito secou, a oferta monetária estancou e a economia degringolou (com o fechamento de várias empresas), o aumento previsto das receitas não ocorreu. Na verdade, pelos motivos explicados no artigo, as receitas estão caindo. Mas os gastos contratados continuaram subindo.

Gastos em ascensão e receitas caindo -- é claro que a conta não vai fechar.

O RJ teve o problema adicional da lambança feita na Petrobras, o que reduziu bastante as receitas do estado com a extração de petróleo. Mas, mesmo que a Petrobras estivesse supimpa, a situação do estado continuaria calamitosa. Um pouquinho melhor do que é hoje, mas calamitosa.

Lição: é impossível brigar contra as leis da economia.

"a partir de 2009, os estados puderam voltar a se endividar. [...] Aí os estados passaram a se financiar, ou a financiar seus investimentos, através de endividamento e não de a partir de suas receitas. E mais com o dado de que o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, assinou (uma a uma) autorizações de crédito pra estados e municípios que tinham classificação de crédito C e D."

Como você corretamente colocou, os estados eram avalizados pelo governo federal. Eles só podiam pedir emprestado se o governo federal fosse o fiador do empréstimo.

Vale ressaltar que esses empréstimos aos estados são efetuados pelos bancos estatais (com a garantia do governo federal). E esse foi exatamente o tema do artigo.

Esses empréstimos dos bancos estatais direcionados aos governos estaduais também permitiram que eles inchassem suas folhas de pagamento, mas sem qualquer garantia de que as receitas futuras continuariam cobrindo esse aumento de gastos.

Como a realidade se encarregou de mostrar, isso não ocorreu.

No final, tudo passa pelos bancos estatais e sua expansão do crédito de acordo com critérios políticos.

Obrigado pelas palavras e grande abraço!
Posso me meter nessa contenda.

Roberto, analisei o nexo temporal de necessidade x invenção dos medicamentos e diria que sim, Thiago está correto.

E pensando sobre isso, a necessidade antes da criação engloba tudo aquilo que escapa a ação humana e interfere em nossas vidas, como doenças, mudanças climáticas e a gênese química e biológica. Porém o cerne da Lei de Say não é o apriorismo da criação como antecedente da necessidade, mas sim de como o mercado valora a criação, e se por essa valoração intrínseca ela se perpetua ou não através do tempo. Mas vamos voltar ao exemplo do Thiago.

Por exemplo, se analisarmos técnicas de irrigação em uma biosfera árida, e existem centenas delas. A partir daqui conseguimos estabelecer o cenário de solo árido (criado por... enfim eu acredito em Deus, mas quem quiser acredite no ocaso), a necessidade subjetiva de irrigação para agricultura, e a ação humana, que irá mover recursos escassos para ali produzir, calculando custos e impondo preços, e em contrapartida novamente a ação humana, que irá verificar se esses custos são viáveis, comprando ou não os frutos daquela terra.

Com isso conseguimos estabelecer um nexo causal entre a necessidade primeira e a criação posterior, onde o agente primário criador daquele cenário árido não está entre nós. Não sabemos o por quê de ser árido. O criador desse quadro não o vendeu para nós, logo esse agente não busca o mesmo resultado que nós - o lucro. Só nós, o solo e a oportunidade subjetiva de aproveita-lo para produzir e prosperar.

O mesmo paralelo podemos estabelecer entre a doença e a medicina, onde nós somos o terreno criado pelo agente oculto, e neste terreno habitam doenças causadoras de distúrbios (também criadas pelo mesmo agente).

Apriorísticamente desde quando nascemos existe a necessidade primária de solução, ou o resultado é muitas vezes a morte. A partir dessas quase infinitas necessidades, profissionais de todas as partes do mundo criam desde os primórdios da nossa espécie técnicas e substâncias para, se não possível resolver, mitigar a necessidade trazendo conforto ao doente.

Nesse emaranhado de técnicas foram se perpetuando as mais eficientes E mais econômicas, tanto ao doente quanto ao profissional. Novamente conseguimos enxergar o nexo causal, onde a ação humana só existe após a doença, e com ela cessada, a ação humana também cessa. Sendo mais lúdico, remonto as palavras do Mestre: "Os sãos não precisam de médico".

Para concluir, os homens que estão a frente de seu tempo são aqueles que não somente criam antes da necessidade, basicamente inventando-a (afinal, quem diria como um Iphone é útil sem saber que ele existe?), mas aqueles que conseguem lidar com a necessidade criada pelo agente oculto de forma mais efetiva que seus pares, em menos tempo, e de forma mais econômica.

Obrigado por quem leu até aqui.
Leandro, me referi que em um período ou em uma ''reforma'' anunciada, seria mais racional seguir essa ordem..

E mais, eu disse:

''Eu entendo que cortar as tarifas e permitir importar carro usado, iria de fato ser positivo, ao mesmo tempo aumentaria o desemprego substancialmente nessa grave recessão e pior: O desemprego iria continuar se o empreendedorismo continuasse como esta''

Ai que ta, mesmo sobrando dinheiro para as pessoas consumirem, investirem, pouparem e empreenderem, nessa recessão e nessa burocracia asfixiante o efeito não seria tão significante, imagine nesse cenário nacional onde empreender é coisa pra maluco, uma recessão tremenda, um governo intervindo mais novamente e etc, como que poupança vai surgir, consumo, empréstimo, renda....
Repito, você esta completamente correto sobre esses efeitos lindos, só que isso em um país fora de recessão e um pouquinho mais livre... Não vejo que esses feitos aconteceriam no Brasil nesse caos atual, uma economia que no ranking de liberdade economica fica junto a países socialistas....Entende?

Sera mesmo que os resultados seriam significantes?
Essa a questão sobre ''a situação atual''.

Mas você fez eu perceber um ponto que eu antes não havia pensado, muito obrigado!

''A única maneira garantida de fazer reformas é havendo uma "ameaça" concreta e imediata. No Brasil, sempre foi assim.

Por outro lado, ficar empurrando a situação com a barriga, à espera do surgimento de uma "vontade política" para fazer uma mudança que não é urgente (e não será urgente enquanto não houver livre comércio) é garantia de imobilismo.''

Ainda acho essa ameaça utópico aqui, porque:
Que político estaria disposto a abrir a economia mas continuar engessando a economia nacional? Uma contradição pura, se algum burocrata eleito tiver disposto a abrir a economia, muito provável que ele também estará disposto a facilitar o comercio nacional. Nunca vi um exemplo de um cara que chegou e falou ''temos que abrir a economia pro mundo, mas devemos criar toda dificuldade para as pessoas empreenderem''
Ele nunca daria esse tiro no pé e criar essa ameaça que você falou, até porque mesmo que fizesse, os empresários chorariam pela volta da reserva de mercado porque é caro a produção aqui e o burocrata voltaria a estaca zero...

Por outro lado você exagerou um pouco sob minha colocação:

''Essa ideia de que primeiro temos de esperar o governo ter a iniciativa de arrumar a casa para então, só então, conceder a liberdade para o indivíduo poder comprar o que ele quiser de quem ele quiser é inerentemente totalitária''

Acho que o que der pra fazer primeiro que faça, não acho que devemos esperar o governo arrumar pra então abrir.
No meu comentário eu também quis dizer que se algum presidente estivesse disposto a fazer uma reforma pró-mercado, que então fosse assim, acredito que seria mais eficiente e com menos ''choro'' assim. Você sabe, Argentina, Brasil e afins são países inviáveis, você quer fazer reforma trabalhista nego chora, reforma da previdência nego chora.... Imagine o que os empresários brasileiros não iriam fazer quando soubessem que um presidente esta disposto a destruir as reservas de mercado amanha....
Eu acho que ''politicamente'' também seria mais eficiente do jeito que eu falei...

Agora se tivermos a oportunidade de acabar com as reservas de mercado amanha, antes de qualquer outra reforma, que ACABE!. Seria uma conquista e um passo rumo a liberdade e por isso os resultados não importariam, eu questionei a significancia desses resultados no Brasil de hoje, não acredito que seria como você disse por causa do nosso desastre e dessa economia estatal. Nunca que vou ser contra esse passo, no máximo como eu falei, em uma reforma liberal geral eu iria ''adia-la por um ano''.
Principalmente olhando mais pra realidade ''Política'' e como o País e seu povo é.

''Não faz sentido combater estas monstruosidades criando novas monstruosidades. Não faz sentido tolher os consumidores ou impor tarifas de importação para compensar a existência de impostos, de burocracia e de regulamentações sobre as indústrias. Isso é querer apagar o fogo com gasolina. ''

Não tem lógica mesmo, nesse seu comentário brilhante você respondeu como se eu fosse um protecionista, o que não é o caso kkk.
Eu apenas levantei a reflexão que: Se tivesse um cara do IMB na presidência, com carta branca pra fazer o que quiser, acho que seguir a ''ordem'' que eu disse seria mais racional, politicamente mais viável (daria pra conter melhor o choro) e por ai vai...

Nesse seu trecho, você não esta me contra-argumentando e sim um protecionista que eu não presenciei..kkkk

Novamente, não defendo o protecionismo de maneira alguma, só disse que em uma reforma austríaca no Brasil, as tarifas de importação deveriam ser extintas depois de certas reformas(não demoraria, seria uma das prioridades sim).
E questionei a significancia dos efeitos sob nossa situação atual.
Se esse fosse o tema do referendo amanha, eu votaria contra?
Obvio que não, independente de qualquer coisa....

Foi isso que eu quis passar....

tudo de bom e Grande Abraço!
Sim. A sorte é que, na prática, elas não são impingidas. Há tantos requisitos que têm de ser encontrados para que tais restrições sejam impingidas que, na prática, isso não ocorre.

https://www.hoganlovells.com/~/media/hogan-lovells/pdf/publication/competition-law-in-singapore--jan-2015_pdf.pdf

Aliás, veja que interessante: o caso mais famoso em que essa medida foi aplicada foi quando a CCS (Competition Commission of Singapore) multou 10 financistas por eles terem pressionado uma empresa a retirar uma oferta do mercado.

Ou seja, o governo, uma vez que ele existe, atuou exatamente naquela que é a sua função clássica: coibir a coerção a terceiros inocentes. No caso, coibiu uma pressão que estava sendo feita a uma empresa que estava vendendo produtos (seguro de vida) mais baratos.

www.channelnewsasia.com/news/business/singapore/10-financial-advisers/2611160.html

Eu quero.
Opa, eu também tenho correlações irrefutáveis!

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Caso queira mais é só pedir!


P.S.: ah, só para você não mais ser flagrado como desinformado, os irmãos Koch financiam o Cato Institute, que é inimigo figadal do Mises Institute. Os Koch desprezam o Mises Institute e seus integrantes. E o Mises brasileiro sobrevive das doações de voluntários, como você. Faça a sua parte!

www.mises.org.br/Donate.aspx
Sim e não.

De fato, se todo o crédito fosse para consumo -- uma coisa irreal, pois o crédito para consumo é o mais caro e arriscado --, o efeito imediato seria o aumento dos preços dos bens e serviços. Muitas pessoas estariam repentinamente consumindo mais (maior demanda) sem que tivesse havido qualquer aumento na oferta.

Só que tal aumento de preços mandaria um sinal claro para empreendedores: tais setores estão vivenciando aumento da demanda; ampliem a oferta daqueles bens e serviços e lucrem com isso.

Ato contínuo, a estrutura de produção da economia será rearranjada de modo a satisfazer essa nova demanda impulsionada pelo crédito.

Mas aí, em algum momento futuro, acontecerá o inevitável: se essas pessoas estão se endividando para consumir, como elas manterão sua renda futura para continuar consumindo? A única maneira de aumentar a renda permanentemente é produzindo mais, e não se endividando mais.

Tão logo a expansão do crédito acabar, e as pessoas estiverem muito endividadas (e tendo de quitar essas dívidas), não mais haverá demanda para aqueles bens e serviços. Consequentemente, os empreendedores que decidiram investir na ampliação daqueles setores rapidamente descobrirão que estão sem demanda. Com efeito, nunca houve demanda verdadeira por seus produtos. Houve apenas demanda artificial e passageira.

É aí que começa a recessão: quando vários investimentos errados (para os quais nunca houve demanda verdadeira) são descobertos e precisam ser liquidados.

E de nada adiantará o estado tentar estimular artificialmente a demanda para dar sobrevida a esses investimentos errados. Aliás, isso só piorará a situação.

Se um empreendedor investiu em algo para o qual não havia demanda genuína, ele fez um erro de cálculo. Ele imobilizou capital em investimentos que ninguém realmente demandou. Na prática, ele destruiu capital e riqueza. Cimentos, vergalhões, tijolos, britas, areia, azulejos e vários outros recursos escassos foram imobilizados em algo inútil. A sociedade está mais pobre em decorrência desse investimento errôneo. Recursos escassos foram desperdiçados.

O governo querer estimular o consumo de algo para o qual nunca houve demanda natural irá apenas prolongar o processo de destruição de riqueza.

O que realmente deve ser feito é permitir a liquidação desse investimento errôneo. O empreendedor que errou em seu cálculo empreendedorial -- e que, no mundo real, provavelmente estará endividado e sem receita -- deve vender (a um preço de desconto, obviamente) todo o seu projeto para outro empreendedor que esteja mais em linha com as demandas dos consumidores.

Este outro empreendedor -- que está voluntariamente comprando esse projeto -- terá de dar a ele um direcionamento mais em linha com os reais desejos dos consumidores.


Traduzindo tudo: a recessão nada mais é do que um processo em que investimentos errôneos -- feitos em massa por causa da manipulação dos juros feita pelo Banco Central -- são revelados e, consequentemente, rearranjados e direcionados para fins mais de acordo com os reais desejos dos consumidores.

A economia entra em recessão exatamente porque os fatores de produção foram mal direcionados e os investimentos foram errados.

Nesse cenário, expandir o crédito e tentar criar demanda para esses investimentos errôneos irá apenas prolongar esse cenário de desarranjo, destruindo capital e tornando a recessão (correção da economia) ainda mais profunda no futuro. E com o agravante de que os consumidores e empresários estarão agora bem mais endividados, em um cenário de inflação em alta -- por causa da expansão do crédito -- e sem perspectiva de renda.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Felipe R  01/03/2016 14:57
    Bom artigo; resumido. Estou terminando de traduzir um trabalho que expõe mais esse grupo (e vou procurar um espaço para publicar).

    Aproveito para dizer que enquanto a social-democracia (uma das formas do "socialismo pragmático" defendida pelos fabianos) continuar sendo aceita pela sociedade, será impossível ver o livre mercado florescer adequadamente.
  • Rafael Gontijo  01/03/2016 22:22
    Estratégia das Tesouras.
  • Rafael Ribeiro  02/03/2016 18:27
    Por favor, publique se tiver artigos mais detalhados. Este aqui foi excelente, embora muito curto.
  • jo oliveira  10/10/2016 23:54
    Caro Daniel Ribeiro, para complemetar as informações que vc precisa, veja no Youtube o vídeo : A Republica do Prof Loryel Rocha, filósofo, são três vídeos de uma hora e pouco onde vc vai saber tudo sobre o socialismo fabiano de FHC .
    sobre socialismno Gramsciano, fascismo, nazismo ...

    https://youtu.be/H4FTBG3yFgs ( esse é o primeiro) .

    Tem diversos vídeos com aulas magníficas sobre o que se passa no Brasil nos dias de hoje.
    sobre o impeachment, sobre drogas , sobre o fim da cultura por meio da linguagem.
    Vc vai gostar.
    abraço

    Jô Oliveira
  • Carlos Lúcio  03/08/2016 19:39
    Boa tarde

    Há um bocado de tempo ouvi falar do fabianismo e dentre outras entidades de "organização mundial", contudo, tenho uma certa insegurança sobre os meio nas quais são circuladas as informações, por exemplo, o YouTube e através de livros distribuídos livremente na internet. Apesar de por observações minhas, ter chegado a conclusão de que, a partir de várias revoluções que ocorreram principalmente a partir do séc 20, principalmente, tudo isso nos levou à essa mudança cultural, politica, religiosa e etc., na qual o mundo anda, como nos Estados Unidos um presidente que não é americano, aprovações de leis que passam discretamente, a ONU se metendo e ditando novos modelos a ser seguidos, uma explosão sexual os chamados "gêneros", "orientação", como também, novos vocabulários e etc, etc, etc. Porém, isso também não passam de observações, dessa forma, gostaria de ter documentos das próprias instituições globalistas, livros e outras, para ver se há realmente solidez em tudo que vi aqui e nas minhas próprias especualções.

    att
  • S.R menezes  29/12/2016 18:49
    Bom as políticas sociais democratas podem ter sido inventadas por "fabianos" o texto coloca as políticas sociais como uma pratica ruim, mas se olhamos por outro lado muitas pessoas são benefeciadas por essa "ações sociais" como pessoas que nao tem condições de irem a uma faculdade , agora com as bolsas estudantis qualquer estudante pode ingressar em uma faculdade etc, estou me referindo a algumas ações sociais, quanto a bolsa família , bolsa cegonha eu ate compreendo que nao sejam boas, entretanto tem algumas ações socias que são boas e proveitosas para as pessoas de baixa renda, estas nao devem ser criticadas.
  • Horácio  29/12/2016 19:03
    É mesmo?

    Faculdades que recebem recursos do Fies reajustam preços acima da inflação

    Entenda esse básico: não existe almoço grátis. Se há alguém recebendo algo de graça, há um outro alguém pagando mais caro por aquilo tudo.

    Depois que o governo inventou o FIES -- que na prática representa uma clientela crescente, cativa e garantida para as faculdades -- as mensalidades explodiram. Quem é mais pobre se estrepou.

    O FIES e o Prouni vêm funcionando muito bem -- para os donos das universidades privadas.

    Agora eles têm uma clientela cativa cuja mensalidade é garantida pelos pagadores de impostos. Difícil haver situação mais gostosa do que essa.

    Quem foram os prejudicados? Os alunos que não recebem subsídios do governo. Ficaram com mensalidades mais caras e estão bancando os outros.

    Grande justiça social.
  • Társis   01/03/2016 15:09
    Por acaso eu li psdb?!
  • Carlos Alberto Kuntz Nazario  01/03/2016 15:44
    PSDB... PT... Acho que as semelhanças são maiores do que as diferenças.
  • Francisco  01/03/2016 16:20
    Ao meu ver, PT/PSDB são faces da mesma moeda e só fazem oposição, um ao outro, de faz de conta.
  • Wagner  01/03/2016 16:42
    Concordo. São vinhos da mesma cepa.
  • Alexandre Aniceto  13/04/2016 01:18
    Desculpe a ignorância, mas os amigos poderiam apontar quais países não são mencheviques
  • Romulo  08/05/2016 01:27
    sim, não é mera coincidência!
  • Viking  01/03/2016 15:24
    Por mais que eu leia esse site faz tempo, sempre aprendo alguma coisa nova.
    Obrigado por mais esse artigo!
  • 4lex5andro  15/02/2017 14:06
    É emblemático o brasão que estampa a ilustração que abre esse artigo, é exatamente a estratégia dos sócio-fabianistas, um totalitarismo disfarçado de regime democrático.

    Se o novilho não se der conta que o cercado não é para protege-lo, mas somente para privar sua liberdade, vai ser sempre uma presa fácil.
  • Lucas Braga  01/03/2016 15:47
    "(veja algums notícias recentes da saúde estatizada britânica aqui, aqui, aqui e aqui)"

    Leandro, faltou o quarto link nessa parte.

    Parabéns pelo artigo.
  • Leandro  01/03/2016 15:55
    Acrescentado. Obrigado!
  • Carlos De Mello   01/03/2016 15:53
    As esquerdas adoram usar eufemismos, por isto Minha casa minha vida era o Sistema Financeiro de Habitação (BNH). Bolsa Família não passa da junção de todos os programas assistencialistas que já existiam e que o PT criticava.
  • Munir Haddad  01/03/2016 15:57
    Será então que devemos agradecer os Fabianos pela não utilização dos campos de extermínio russos "gulags"?

    Sugiro ao Mises Institute falar a verdade mais oculta de todos os tempos: a ligação umbilical da Maçonaria-Judaísmo-Comunismo

    Só destrinchar o livro de Gustavo Barroso proibido de circular.
  • Alberto Santiago   01/03/2016 16:01
    O judaísmo tinha um objetivo bem claro (e comunista): ganhar dinheiro dos outros pra comprar o que hoje é o estado de Israel.

    O objetivo da maçonaria era destruir a Monarquia e criar um ambiente favorável ao capitalismo, desde que não destruísse a sociedade.

    O comunismo veio com aquele papelinho bonito pra implantar as ditaduras em todo mundo. A princípio, a união soviética queria dominar tudo, mas como estava enfrentando problemas, instalou uns ditadores de merda

    Concluindo, o judaísmo foi o elo entre os dois, mas a maçonaria é o oposto ao comunismo, e a intenção dos dois era dominar o mundo.
  • anônimo  01/03/2016 17:46
    Com os cumprimentos de Hans Hermann Hoppe:
    https://www.youtube.com/watch?v=gYPAvT-3Fvs
  • Tannhauser  01/03/2016 16:02
    Caramba! O Brasão da Sociedade já diz tudo.

    Existe algum político que se declara abertamente um Socialista Fabiano?
  • Wesley  01/03/2016 16:50
    Pode-se dizer que o PSDB e o FHC são expressão máxima do fabianismo. Ele começou no governo dele a implementar a agenda dos burocratas da ONU como o desarmamento civil e o anti tabagismo. Ele também abriu caminho para o PT assumir o poder e ele também alimentou o MST com impostos dos brasileiros. O fabianismo se expande no mundo através dos burocratas da ONU e no Brasil a maioria dos políticos são putas da ONU e seguem sem questionar a cartilha da UNESCO, OMS, FMI, OMC e por ai vai. O PT e partidos satelites é a ala bolchevique e PSDB e a pseudo oposição a ala menchevique. Ou seja, liberais e conservadores nao tem vez. O pais esta nas mãos desses traidores e cleptocratas.
  • Francisco  01/03/2016 20:56
    É exatamente isso.
  • Diego  02/03/2016 18:59
    Ou seja, quando o Dr. Enéas dizia que a briga entre PSDB e PT era mentira ele não estava mentindo.
  • henry  30/10/2016 17:58
    puts , que desgraça
  • Viking  01/03/2016 16:23
    gente, PT e PSDB são a mesma coisa:

    spotniks.com/10-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-a-relacao-entre-o-pt-e-o-psdb/
  • Halvorsen  01/03/2016 21:35
    Há quem diga que o PSDB é de "direita",dá pra acreditar?
  • Mano Brother  23/06/2016 05:56
    Não deixa de ser verdade. É tudo uma questão de "perspectiva". O PSDB está à direita do PT, que mente, rouba, corrompe, sabota e mata quase que de maneira escancarada (os tucanos fazem tudo isso, mas de maneira mais discreta). E ambos são partidos de EXTREMA ESQUERDA. Os E.U.A. são a maior ditadura do mundo, mas criando inimigos falsos e simulando atentados terroristas (inclusive em seu próprio território) para culpar esses mesmos inimigos, eles se deslocam à direita daqueles, assumindo aura de democratas liberais. A feiticeira Hillary Clinton, próxima "presidenta" norte-americana, é uma satanista sanguinária, tão ou mais radical do que Obama e os Bush, mas como a outra "alternativa" é um bufão patético como Trump, ela torna-se uma opção razoável para quem desconhece toda essa sordidez.
  • henry  07/10/2016 02:08
    E o donald trump estaria do lado de ''satã'' tbm ? .
  • Conservador  01/03/2016 16:45
    Excelente.
  • Taxidermista  01/03/2016 17:01
    "Outra estratégia é aquela comumente perseguida por vários institutos conservadores e liberais: a persuasão silenciosa feita diretamente nos corredores do poder, sem passar pela comunidade acadêmica. Tal estratégia é chamada de "estratégia fabiana", e os institutos saem divulgando relatórios pedindo uma redução de 5 pontos percentuais na alíquota de importação e de 2 pontos percentuais na alíquota do imposto de renda, além de uma pequena redução das regulamentações e da burocracia. Os defensores dessa estratégia apontam para o sucesso da sociedade fabiana, a qual, por meio de suas detalhadas pesquisas empíricas, suavemente submeteu o estado britânico a um gradual crescimento do poder socialista.

    O defeito desta estratégia, no entanto, está no fato de que aquilo que funciona para aumentar o poder estatal não funciona para fazer o inverso. Afinal, os fabianos estavam estimulando as elites dominantes a aumentar seu poder, que era exatamente o que elas queriam. Por outro lado, tentar encolher o estado vai fortemente contra sua natureza, e o resultado mais provável é que o estado acabe cooptando e 'fabianizando' os institutos que tentem reduzir seu poder.

    Esse tipo de estratégia pode, é claro, ser pessoalmente muito agradável para os membros desses institutos, e pode acabar garantindo alguns contratos lucrativos ou até mesmo alguns confortáveis empregos na máquina pública para essas pessoas. E esse é exatamente o problema.
    "

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2270
  • roberto  01/03/2016 17:05
    Na verdade Fabio Cuntactus não derrotou Anibal. Estava perto disto mas Anibal escapou e Roma trocou os cônsules para Varrão ( impetuoso ) e Paulo Emilio (discípulo de Fábio ) que queria evitar um confronto. Anibal conseguiu que Varrão o enfrentasse na batalha de Canas ,onde os romanos foram massacrados. Essa batalha é estudada até hoje,como exemplo de estratégia e tática militar.
    Quem, mais tarde, venceu Aníbal foi Cipião, O Africano, na batalha de Zamas.
  • Halvorsen  01/03/2016 21:37
    Há uma referência a esta história no filme Gladiador(2000).
  • roberto  02/03/2016 21:03
    Não vi.Vou procurar no netflix. grato
  • fernanda  01/03/2016 17:24
    Em algumas pesquisas me deparei com FHC,simpatizante com o socialismo,ele mesmo diz que é simpático a esquerda.Penso hoje depois muitas informações que FHC foi quem trouxe esse regime para o Brasil e lendo mais afundo essa reportagem digo FHC é iniciou o Socialismo Fabiano no Brasil.Que arrependimento de ter votado um dia nessa pessoa!
  • Pobre Paulista  01/03/2016 17:53
    PSDB = Pardido da Social-Democracia Brasileira. Estava no contrato, você que não leu.
  • Mendigo  01/03/2016 21:17
    ele mesmo diz que é simpático a esquerda

    Não se trata de ser "simpático" à esquerda; ele é declaradamente esquerdista.
  • Vítor HN  02/03/2016 18:21
    O FHC narra em um dos seus livros que, após a queda a URSS, ele foi até a casa de amigos e choravam juntos pois o socialismo tinha fracassado.

    Ele é MUITO esquerda!
  • pedro  01/03/2016 17:30
    https://www.youtube.com/watch?v=I0Aq5SQrIEg
  • Diego  01/03/2016 17:33
    Lutar contra isso é uma batalha perdida. A esquerda é financiada pelos donos do mundo, as pessoas mais ricas e poderosas do globo. Hoje controlam todos os meios de formação da opinião pública, diariamente as pessoas sofrem lavagem sem perceber. O resultado pode ser visto com um Sanders nos EUA e pior, eleito justamente por essa geração mais nova que já foi manipulada pela esquerda. Dá pra imaginar o que vai vir nos próximos 10, 20 anos. Se hoje Obama e Hillary precisam se vender como progressistas e liberais, apenas pra maquiar o fato de serem socialistas disfarçados, muito em breve a esquerda não vai mais precisa se esconder e os EUA vão ter um socialista explícito como presidente. Se os EUA chegaram a esse ponto, dá pra imaginar o que vai acontecer com o resto do mundo.
  • Andre  01/03/2016 19:48
    Enquanto o pouco capitalismo que existe continuar aumentando a produção de bens o estado continuará crescendo.

    Pois como a maioria das pessoa é idiota a maioria seguirá apoiando tal crescimento.

    Acredito que o ponto de ruptura desse processo será quando não for mais possível aumentar a produção por falta de recursos. Mas acho que o mais provável é que antes disso aconteça algo que ninguém imagina, ou poucos imaginam...
  • Pobre Paulista  01/03/2016 17:55
    O Jeffrey é meu autor favorito, mas não entendi o ponto deste artigo. Em particular, não encontrei a resposta para o "e por quê ele importa". A idéia era apenas demonstrar como surgiu o Fabianismo, ou ele está insinuando que de alguma forma nós "devemos nos unir" para combatê-lo?
  • Rico Goiano  01/03/2016 18:16
    "O Jeffrey é meu autor favorito"

    O Jeffrey -- seja lá quem seja este -- não tem nada a ver com este artigo.

    "mas não entendi o ponto deste artigo."

    Aí já não posso fazer nada. Alfabetização não é minha especialidade.

    "Em particular, não encontrei a resposta para o "e por quê ele importa".

    A primeira e a terceira seção, bem como o final da segunda seção, falam abertamente. Mais explícito, impossível.

    "A idéia era apenas demonstrar como surgiu o Fabianismo"

    Isso foi contado na segunda seção. Mais importante do que o surgimento, é mostrar toda a mentalidade por trás. E é isso o que o artigo faz.

    "ou ele está insinuando que de alguma forma nós "devemos nos unir" para combatê-lo?"

    De maneira nenhuma. Você pode perfeitamente ficar quietinho em casa, de braços cruzados sem fazer nada. Até, obviamente, chegar um momento em que você não terá mais dinheiro nem para pagar sua conta de luz (pois ele foi todo desviado para o sustento do estado).

    Mas não se preocupe: fabianos não defendem a tomada da sua casa. Você poderá continuar morando nela (a menos, é claro, que você não pague o IRPF e o IPTU para sustentar movimentos sociais; aí o estado irá tomá-la de você.)

    Mas por favor, de maneira alguma, nem pense em se sentir insinuado (ofensa gravíssima!) a combater a esquerda no campo das idéias! Isso seria um totalitarismo inaceitável!
  • Pobre Paulista  01/03/2016 19:47
    Ressucitou esse Nick, hein? Estava com saudades, Mister.

    De fato confundi os autores, grande coisa.

    Mas enfim, apesar do meu analfabetismo, reli o texto. E ainda não descobri porquê os princípios ou a mentalidade do Socialismo Fabiano importam. Importam pra quem? Pra mim, nada, dado que não quero participar disso. Para os libertários em geral, importa pra quê? Para expor métodos bem-sucedidos de controle social? Não creio que os libertários estejam particularmente interessados em impor seus ideais à sociedade - imposição não é nada libertário - e nem acho que estão todos "unidos contra o socialismo" - até onde sei o cerne do libertarismo é o indivíduo. Também não me vêm à mente libertários esperando por uma solução salvadora contra o socialismo, mas vai saber. Tem até socialista libertário né?

    Claro, esqueci que na sua visão eu estou "em casa de braços cruzados", como você vêm me acusando insistentemente, apesar de eu já ter me defendido (mesmo sem haver a menor necessidade disso, pois só devo explicações à quem me gera renda). Mas pode ficar tranquilo, pois eu também sei me defender do estado, e me preocupo em pontuar questões que julgo importante aos meus próximos - não tenho a menor pretensão em mudar o mundo, pra mim convencer algumas pessoas que me importam já me basta.

    PS: Vou reler o contrato libertário e tentar, novamente, encontrar aonde está escrito que todo o libertário tem a obrigação de lutar ativamente contra ideologias esquerdistas. Assim que eu encontrar, posto aqui meu pedido de desculpas pela minha leniência.
  • Marcus Boehrs  01/03/2016 20:49
    Confesso surpresa com esse beicinho do Pobre Paulista. Ou seria excesso de não-me-toques?

    Pelo que entendi, ele ficou ofendidíssimo com um artigo que simplesmente descreve características do fabianismo, pois o entendeu como um "recrutamento obrigatório para a batalha".

    Caro Pobre Paulista, relaxe. O artigo em momento algum diz que "todo libertário tem a obrigação de lutar ativamente contra ideologias esquerdistas". Agora, isso não significa que as ideologias esquerdistas não possam ser dissecadas e explicitadas por artigos neste site.

    Por essa lógica, artigos dissecando a ideologia comunista ou mesmo detalhando seus feitos violentos também deveriam ser retirados do site. Vai que algum libertário entende aquilo como "uma obrigação de lutar ativamente contra ideologias esquerdistas" e se sinta ofendido com tamanho autoritarismo...

    Eu hein...
  • Pobre Paulista  01/03/2016 22:04
    Quem disse isso foi o Rico Goiano. Eu apenas disse que não entendi pq o Rockwell dedicou o precioso tempo dele estudando esta birosca e especulei algumas razões.

    Aliás ainda não entendo. E ao que parece, não irei entender.

    Mas a polícia libertária não larga do meu pé, né...
  • Nilton  03/03/2016 20:36
    Pobre Paulista, o texto é bem explicito em falar que o comunismo não morreu com a queda da União Soviética, que as ideias comunistas dos Mencheviques esta vivo e sendo implantados em vários país do Mundo (até mesmo nos EUA).
    Os métodos Fabianos pode ser muito bem comparados com as ações que o PT implantou aqui desde 2003 (dominação da máquina publica e o aumento da mesma).
    Se você não conseguiu ver isso no texto, tentar reler ele agora.
  • Mendigo  01/03/2016 18:20
    O artigo é do Lew Rockwell
  • Ariel Sousa   01/03/2016 18:18
    Todo discurso totalitário tem tons belos e um fim em comum. Mas quando acaba o dinheiro suado da classe media e dos empreendedores, aí a festa vira um pega pra capar.
  • Sonia Graça  01/03/2016 18:20
    Leiam o projeto de lei "Poupança Fraterna", que toma todo dinheiro aplicado conta-corrente acima de 7 mil reais e doa aos cumpanheiros.

    www.brasil247.com/pt/247/artigos/159343/Um-projeto-de-lei-complementar-de-confisco-que-pode-ressurgir.htm
  • Dissidente Brasileiro  01/03/2016 19:56
    Excelente artigo. Agora tentem explicar ao bananeiro médio que ele não tem direito à saúde, educação e segurança "pública, gratuita e de qualidade", e vejam a reação.

    Preparem-se inclusive para uma possível tentativa de agressão física - pois o bananeiro tem comportamento brutalizado e reage de forma sentimental e inesperada quando é contrariado, e entende isso como uma ofensa pessoal - quase como se tivessem xingado a mãe dele.

    No Brazika esses "direitos" mencionados acima estão cimentados e institucionalizados de tal forma na mentalidade cotidiana banenesca, que os bananeiros JAMAIS aceitarão quaisquer tentativas de reduzir, atenuar, ou mesmo eliminá-los de vez. Seria como pedir que eles parassem de respirar.
  • Felix  01/03/2016 22:25
    Matou a pau
  • Diego Fortunatto  01/03/2016 23:07
    Gostaria de parabenizar o instituto e dizer que estou aprendendo muito com seus artigos. Começei a me interessar de fato por política a pouco tempo, mas me apaixonei pelo tema. Principalmente graças as suas generosas e fabulosas contribuições;
  • Marcio Aparecido da Silva  01/03/2016 23:27
    Excelente Texto, é necessário que se estude mais para que seja possível rechaçar essas teorias e politicas absurdas.
  • Kuesley Fernandes  02/03/2016 01:19
    Artigo excepcional!
    Isso devia ser discutido nas escolas (sonho meu rsrsrs)

    Concordo que PT/PSDB são tudo farinha do mesmo saco, na vdd vejo o PSDB como o partido mais perigoso!

    Acredito que existam pessoas do bem que por ignorância acredita no PT/LULA e CIA e como consequência perpetuam o socialismo.

    Por que eh comum em discussões ouvirmos a expressão "não existe mais essa coisa de direita ou esquerda" ?

    Precisamos disseminar ideias liberais para quem sabe nossos netos viverem em uma sociedade melhor.
  • Breno  02/03/2016 01:27
    Perdão se já fizeram a pergunta antes: qual a relação de Gramsci com os socialistas fabianos? Pela leitura do artigo e pelo que já li a respeito das idéias de Gramsci, parece ser praticamente a mesma proposta de revolução.
  • Rennan Alves  02/03/2016 12:01
    Enquanto os fabianos focam seus ataques em mudanças estruturais no aparato estatal, os apologéticos do gramscismo focam seus ataques em mudanças culturais. O que não significa, claro, que um possa usar o outro para alcançar seus objetivos.

    Este artigo explica de maneira resumida o modus operandi de ambos.

    Socialismo fabiano, social democracia, gramscismo, hegemonia cultural ... e antipetismo
  • Breno  02/03/2016 14:36
    Vou ler, obrigado!
  • Fernando  02/03/2016 01:46
    A social-democracia não é uma democracia. Isso é socialismo com democracia.

    Fazendo uma analogia, seria como jogar Futvolei. Você não está jogando futebol e nem volei. Você está jogando o Futvolei. É um esporte diferente.

    A social-democracia não é uma democracia genuína.

    Os liberais constumam ter mais juízo e coerência. Ninguém do IMB fica fazendo apologia a anarco-democracia.

    A social-democracia é tão legítima quanto a anarco-democracia. Ou seja, anarco-democracia é anarquismo com democracia.

    Apesar dos socialistas fabianos serem 100 vezes menos radiciais, a maioria deles ainda são péssimos gestores. Como eles são péssimos gestores, eles acabam montando bases aliadas que vivem de favores.

    Eles são tão ruins, que não servem nem para montar um estado mínimo com muito assistencialismo. Isso seria menos pior do que um estado parasita e congelante. Onde o estado coloca o dedo, parece que trava tudo e destrói qualquer perspectiva de melhoria.
  • Emerson Luis  02/03/2016 10:28

    Os Bolcheviques são a "esquerda carnívora" e os Menchevique são a "esquerda herbívora".

    O PSDB é esquerda herbívora, mas a Janela de Overton faz as pessoas pensarem que ele é de direita. Já o PT fingiu ter se convertido ao vegetarianismo, porém a máscara de ovelha está caindo cada vez mais.

    A esquerda herbívora permite que você continue com sua propriedade privada na teoria (de jure), apenas a retiram de você na prática (de facto): deixam que pensemos que somos donos do que é nosso, mas confiscam 40% do que produzimos e determinam como podemos usar os outros 60%.

    Janela de Overton

    * * *
  • Eric Henrique  02/03/2016 13:32
    Este artigo é bom para mostrar a algumas pessoas que se dizem liberais, ou libertários, e que são simpatizantes de FHC, um falso "neoliberal",se bem que este termo nem existe.Eu acrescentaria a este artigo a escola de Frankfurt, que veio para solapar a cultura europeia e o cristianismo, eu vejo que muitos libertários ,mesmo que involuntariamente, terminam ajudando a esta agenda progressista da esquerda.
  • PedroF  02/03/2016 17:04
    Delfim Neto se auto intitula socialista Fabiano. Orientando os militares, pegou um Brasil sem grande influência do Estado e deixou-o socializado, com 60% da economia sob comando do setor público. Nisso, foi amplamente apoiado pelos militares. As estatais e os melhores cargos da República estavam nas mãos de generais ou de coronéis. Lembrem-se sempre: militares são filhos do Estado, não têm compromisso com a democracia, vivem sob um código não democrático, sob rígida hierarquia. O comunismo se estendeu pelo Leste Europeu não através de revoluções operárias, mas através do uso da força militar. Mesmo nas revoluções comunistas chinesa e cubana, primeiro as forças revolucionárias se militarizaram. Nunca há um levante verdadeiramente operário. Até mesmo a revolução comunista russa só foi possível pela tomada do Palácio de Inverno pelos marinheiros do Cronsdat, ou seja, sem os militares, o comunismo não teria sido vitorioso na Rússia.
  • Eric Henrique  02/03/2016 18:58
    Pedro, você não está errado, em partes,porém, você esqueceu de dizer que no Brasil, o comunismo foi impedido graças aos militares, os comunistas já tentavam tomar o país,desde os tempos da era Vargas.Hoje! Já se sabe que as guerrilhas já estavam muito bem organizadas, desde antes de 64,ou seja, o golpe foi o efeito e não a causa, foi uma contra-revolução, na verdade, os militares evitaram um morticínio, igual ao de Cuba, no Brasil. Agora claro que o governo militar não foi uma maravilha, o liberalismo não foi implantado em sua forma plena,contudo, posso te dizer: antes os militares do que os comunistas. Sejamos liberais,mas, não inocentes que não consegue compreender a realidade, lembre-se, para manter o liberalismo vivo no mundo, ou pelo menos parte dele, foi preciso ter um exército muito poderoso do outro lado, o exército americano.Eu gostaria muito de ser um liberal por completo, mais enquanto existir comunismo no mundo, serei sempre um conservador-liberal. A grande sacada é educar as pessoas para respeitarem a liberdade, e colocarem um limite no estado, fazer dos militares libertários sempre prontos para conservar a liberdade, Quando for preciso.
  • PedroF  02/03/2016 17:06
    correção: marinheiros do Kronsdatd
  • PedroF  03/03/2016 04:25
    Concordo. O que eu disse é que os militares não são liberais e se adaptam muito bem a regimes socializantes. Veja o caso da Venezuela. Lá, os militares ficaram quietos e têm aceitado a socialização do país. Por sinal, estavam indo para o socialismo conduzidos por um militar, o Chaves. Quanto ao exército americano, é força de contenção, não de decisão. A decisão de enfrentar e conter o regime soviético foi da sociedade civil como um todo. No Brasil de 64 realmente os militares tiveram papel importante na contenção e derrubada da república sindicalista de Jango e os que o apoiavam, Brizola à frente. Não eram comunistas, eram caudilhos. Não se esqueça que as forças armadas, além de seguirem a correta doutrina americana da contenção, tinham como um grande líder o General Castelo Branco, um democrata, liberal e com vocação de estadista. O seu período de governo (3 anos) foi o mais profícuo da nossa história republicana. Entregou a condução da economia a dois gigantes do liberalismo econômico: Otávio Gouveia de Bulhões(Fazenda) e Roberto Campos (Planejamento), sempre inspirados pelo intelecto fecundo de Eugênio Gudin. O problema foi a chegada dos militares estatistas, com o comando da economia sendo entregue a Delfim Neto. Este, na última vez que ocupou o Ministério da Fazenda (governo João Figueiredo), entregou o País com uma inflação de 200%!
  • Paulo Roberto de Almeida  03/03/2016 12:35
    Ratifico inteiramente os argumentos e a descrição histórica dos fatos, tal como expressa no comentário acima de PedroF. Militares, por formação, favorecem uma autossuficiência, ou seja, aprovisionamento interno, reforço da autonomia no abastecimento, do mercado e da indústria domésticos, estatização dos chamados setores estratégicos, o que os aproxima dos experimentos nacionalizantes e estatizantes de economia. Castello Branco era um estadista, e pretendia inicialmente devolver o Brasil aos civis nas eleições presidenciais de 1964, mas premido pelas circunstâncias (organização de resistência por movimentos de orientação cubana, aliás o próprio Brizola) e pela linha dura dos militares, acabou concordando com a extensão do seu mandato e uma reorganização política mais profunda do país, na crença de que seria melhor fazer uma limpeza do cenário político, antes de voltar aos quadros democráticos normais. Em economia, favoreceu amplas reformas modernizantes. O que veio depois não estava planejado inicialmente, mas havia uma grande demanda na sociedade -- classe média, empresários, até Igreja -- por ordem e tranquilidade, em face do caos trazido pela inépcia de Jango e as posturas agressivas do sindicalismo de base comunista.
  • Paulo Roberto de Almeida  09/03/2016 01:39
    Apenas corrijo um erro de digitação em meu comentário anterior, quando falava do regime militar. Castello Branco, um estadista, um intelectual, apenas liderou o movimento militar quando percebeu que o caos poderia se instalar não apenas entre os civis, mas também entre os próprios militares. Ele esperava que poderia devolver o país à normalidade e presidir ao processo eleitoral presidencial em 1965 (não 1964, como digitei erradamente acima). Ocorre que as circunstâncias se precipitaram, tanto do lado dos militares (cuja linha dura queria continuar "limpando o terreno") quanto do lado dos opositores: Marighella foi a Cuba, para conseguir apoio para o início da guerrilha, e o próprio Brizola obteve dinheiro dos cubanos porque disse que conseguiria apoio militar para um outro movimento armado. Deu no que deu: mergulhamos em 20 anos de ditadura.
  • Giuliano  08/04/2016 07:14
    FHC é um fabiano da pior espécie, dissimulado até na alma. Alguns dos militares e muitos burocratas civis que governaram o Brasil durante a regime militar eram fabianos, vide a penca de politicas sociais, o mercado fechado, a educação para o trabalho em grandes industrias, o excesso de estatais. Getúlio seria um fabiano ou apenas nacionalista?
  • Douglas  05/10/2016 04:35
    Vargão era um nacionalista. Transformou o Bostil nesse lixo burocratizado e desenvolvimentista.
  • Giuliano  08/04/2016 07:21
    Percebo que o fabianismo sempre irá evoluir para o marxismo radical, porque eles não conseguem esperar tanto, a paciência tem limites, o tempo passa e a morte deles se aproxima com a velhice, eles querem ver a Utopia ainda em vida, foi isso que aconteceu com o PT, deram uma de fabianos, mas as coisas não dão certo, o estado não se suporta porque eles mesmos dão o tiro no pé. Nunca esta merda de socialismo vai dar certo. E a caridade espontânea, apesar de não ser ideal, ainda é melhor que socialismo de estado.
  • Denis  13/04/2016 01:35
    Em ambito nacional, é falso dizer que bolchevique são: PCdoB, PSOL,PSTU e mencheviques são: PSDB,PMDB, PSB ? Os mencheviques foram de fatos os criadores do Socialismo?
  • anônimo  13/04/2016 14:31
    "Os Bolcheviques venceram a Revolução Russa e implantaram o terror. No entanto, após cometerem crimes inimagináveis, eles praticamente desapareceram do cenário."

    Não existe partido de fato bolchevique no Brasil. Os Bolcheviques implantaram o comunismo na Rússia e após o seu fracasso sumiram do mapa.

    Os mencheviques "... em vez de abolirem a propriedade privada e a economia de mercado, como queriam os Bolcheviques, os atuais mencheviques entenderam ser muito melhor um arranjo em que a propriedade privada e o sistema de preços são mantidos, mas o estado mantém os capitalistas e uma truncada economia de mercado sob total controle, regulando, tributando, restringindo e submetendo todos os empreendedores às ordens do estado."

    O que existe no Brasil hoje são partidos mencheviques que defendem a mesma utopia dos Bolcheviques mas, para atingir esse objetivo, utilizam o gradualismo. O PT e o PSDB não se opõe ideologicamente, como o próprio Fernando Henrique Cardoso declarou.
  • Paulo Nogueira  14/05/2016 19:34
    Prezados; uma particularidade do "fabianismo" é a soberania relativa. FHC expor claramente esse ponto, cortando os gastos com defesa no Brasil e criando o caminho para o pensamento da internacionalização da amazônia; lembrem-se que houve conversas "no ar", no sentido: "se não cuidamos, deixem para quem cuide".
    Outro ponto que o fabian society se mostra bastante atuante é no controle de armas da população. Tanto o "gramscismo" quanto o "fabianismo" prega essa ideia, para que o estado forte, não tenha outros atores na balança
    Reza a lenda que Barak Obama tem simpatia pelo pensamento "fabiano".
    Sds.
  • SYLVIO  15/05/2016 00:30
    TUDO BEM, NADA de NOVO. MAS TEMOS QUE DISCUTIR AS ALTERNATIVAS.
    ELES COM ACESSO A UNIVERSIDADES, MEIOS CULTURAIS, DINHEIRO, MÍDIA etc
    COMO REVERTER?
    QUAL É A DIFERENÇA de SABER SOBRE OS SOCIALISTAS FABIANOS ou NÃO , CASO NÃO HAJA MANEIRA DE COMBATE-LOS e REVERTER O PROCESSO.
  • João Girardi  06/06/2016 03:30
    Ora Sylvio, não há como saber se é possível combater um inimigo sem conhecê-lo. O Olavo de Carvalho tá certo quando diz que o que impera no Brasil é o "anti-Sun Tzu": NÃO conheça seu inimigo.
  • Marco  25/06/2016 15:42
    Não há dois países com mesmo Capitalismo da mesma forma que o Comunismo difere de Cuba para a Coreia do Norte . É extremamente desonesto pegar algo que se refere a determinada região e aplicar a outras .
  • Glauber  05/10/2016 12:52
    Cuba é diferente da Coréia do Norte?
    Mais ou menos.

    Cada país socialista tem donos diferente...ditadores diferentes.. Interesses partidários diferentes.
    Cuba gosta de financiar guerrilheiros.
    Coréia do Norte gosta de armas nucleares.


    Porém, nos dois países, o proletário é propriedade do estado.
    E o estado pode controlar, matar e escravizar.
  • Luiz Alberto  05/10/2016 01:35
    O PT foi apenas uma cabeça cortada. Já há duas no seu lugar. E tudo ainda vai piorar. A Hidra de Lerna é o Estado grande. Depois de crescer além de um tamanho crítico, a corrupção nunca poderá ser destruída.

    "Inicialmente Héracles tentou esmagar as cabeças, mas a cada uma que cortava surgiam duas no lugar."

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Hidra_de_Lerna
  • Rodrigo Amado  05/10/2016 02:25
    Há novas cabeças porque a maioria do povo adora socialismo.
  • Daniel Ribeiro  05/10/2016 19:36
    É engraçado porque socialismo fabiano e socialdemocracia se confundem. Eu mesmo tenho dificuldades quando pesquiso sobre a história dessas duas doutrinas políticas.
    Segundo fontes, a socialdemocracia surgiu antes do socialismo fabiano, inclusive as ideias revisionistas (reformas socialistas graduais, ao invés de revolução). Entretanto, sabe-se também que a socialdemocracia foi influenciada por inúmeros pensamentos ao longo de sua constituição, e um destes pensamentos que a influenciou bastante foi justamente o socialismo fabiano.
    Restam algumas dúvidas. Muitas das políticas realizadas na Inglaterra por exemplo, na primeira metade do século XX, foram socialdemocratas, ou provenientes de socialistas fabianos? Ou ambos?
    Partidos no Brasil como PT, PSDB, etc., podem ser chamados de socialistas fabianos ou de socialdemocratas? Ou ambas as coisas?

    Há muito o que se pesquisar, e acho que as fontes na internet ainda estão muito fracas sobre isso. Mesmo as fontes em inglês.

    Abraços a todos.
  • João Cesar Constantino  07/11/2016 03:17
    Artigo muito esclarecedor! Me identifiquei bastante cm a proposta fabiana!
  • Viana  04/12/2016 08:29
    Comecei a me interessar por política após acompanhar os fatos da operação lava jato. Muito esclarecedor este artigo. É possível perceber o quanto o povo brasileiro foi doutrinado por uma doutrina sortida, enfraquecido na sua capacidade pensadora, alienado e levado ao conformismo. Nos vemos diante do levantar de uma geração de jovens doutrinados voltados ao socialismo, paralelamente se escuta o grito de uma geração que se despertada do hipnotismo com sede de justiça pelos anos de abusos political-moral ao qual o país foi submetido pelos governantes.
    O articulo me foi de grande valia. As discussões do painel enriquecedoras " por demais". É preciso conhecer o enimigo para combate-lo, "o povo perece por falta de conhecimento".
    Aguçou em mim o desejo de rever a nossa história, conhecer realmente os fatores que levaram a derrubar D Pedro2 e o por que da ascensão de Lula-PT
    Muito, mas muito obrigada mesmo!,
  • Cristina  22/01/2017 19:24
    Muito esclarecedor este artigo. Interessantes também alguns comentários, que ajudam a esclarecer o quão complexa é a sociedade e o conceito de "bem-estar social". Como já passei dos 50 e minha escola básica remete aos idos de 1970, concluo que para se manter minimamente a par do que acontece hoje nesta imensa teia global, é preciso estudar sempre e para sempre. O conhecimento é a chave para a libertação e independência. Portanto jovens, a bola está com vocês agora.
    Não pensem que conquistar o diploma na "Facu" é suficiente. Fiquem de olhos bem abertos para não serem cooptados.
    Parabéns ao site!
    Abraços.
  • Ronaldo Rego  26/01/2017 20:19
    Comentários ricos de dados, alguns bastante conhecidos e outros que precisam ser desenvolvidos.Existe uma linha que diz ter sido os EUA a principal fonte da expansão do socialismo-comunismo no mundo. Enormes quadros técnicos americanos foram deslocados para URSS no início da revolução. Era a Utopia americana que se realizava na Rússia. Cem anos de aplicação dessa ideologia, já surgem sinais de que ela fracassou e fracassa pois batem contra a natureza humana, sua sede de expansão, domínio, conquista. Como refrear e digerir essa força natural? Gramcismo, Fabianismo e outros ismos tentam encontrar uma fórmula para conter nossa agressividade inata. A ciência avança e joga por terra essas ideologias. Estamos nos preparando para o grande pulo no Cosmos. Uma nova era vai se abrir para darmos vazão a nossa energia. Assim como o mundo mudou com as Descobertas . As nações líderes nas novas ciências e tecnologias sairão na frente. Mas haverá Espaço para todos. Uma pergunta fica no ar. O que acontecerá com as religiões, principalmente com as monoteístas?


  • Julliano Silva  14/02/2017 23:44
    Um dos melhores artigos escritos pelo instituto!
  • Paulo Antonio Melo Barbosa  15/02/2017 04:10
    Parem de chamar Karl Marx de "filósofo".
    Filósofo, segundo o dicionário Aulete:
    1. Fil. Que se dedica à filosofia ou é formado nesse área do conhecimento.
    2. Fil. Que cultiva a sabedoria, a reflexão lúcida, a lógica.
    Marx não se enquadra em nenhuma dessas acepções...


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