clube   |   doar   |   idiomas
É economicamente impossível fazer com que os “direitos sociais” sejam mantidos para sempre

(Uma análise econômica dos direitos sociais)

Em 2015, os brasileiros "conquistaram" mais um grande avanço em busca de uma sociedade mais "justa": o direito social ao transporte.

Disposto agora no "visionário" artigo 6º de nossa Constituição, o transporte hoje está no invejável rol de direitos que todos os brasileiros usufruem diariamente, graças à bondade de nossos políticos (com o dinheiro alheio, é claro).

Agora, veja bem: no Brasil, muito mais pessoas têm acesso a um aparelho celular do que a um plano de saúde.  Por que é assim?  Porque, ao passo que o mercado de aparelhos celulares se auto-regula e aloca recursos de acordo com as regras de mercado (atenção: estamos falando de aparelhos, e não de operadoras de telefonia móvel), os planos de saúde são inteiramente controlados pelas regulações da ANS (Agência Nacional de Saúde) — uma agência dedicada 100% a garantir que você receba o melhor tratamento possível.

Você, por acaso, enfrenta mais incômodos com o seu aparelho celular (novamente, não estamos falando das operadoras, mas sim dos aparelhos) ou com seu plano de saúde? Aliás, você consegue bancar um plano de saúde? Toda a necessidade de se regulamentar os planos de saúde e de criar um sistema de acesso público à saúde por meio do SUS é baseada na ideia de direitos sociais.

Os legisladores nos brindaram com um rol de direitos que transformaria (idealmente) nosso país em um paraíso em terras tupiniquins.  Em tese, temos direito a tudo: temos o direito social à educação, à saúde, à alimentação, ao trabalho, à moradia, ao transporte, ao lazer, à segurança, à previdência social, à proteção à maternidade e à infância, à assistência aos desamparados.

Mas quais desses "direitos" realmente são cumpridos?  Se nossos legisladores são tão bem intencionados ao nos conceder esses privilégios, por que nem todos têm acesso a eles?

Você pode fingir que as leis econômicas não existem, mas isso vai lhe custar caro.

A lei da escassez

Podem os direitos ser escassos? Se assumíssemos que todo cidadão brasileiro tem "direito" aos serviços acima definidos, seria possível admitir um cenário em que essas garantias não seriam cumpridas em razão de uma escassez?

Pensemos nos direitos individuais delineados em torno da filosofia liberal-clássica: o indivíduo tem o direito de que não tirem sua vida, não restrinjam sua liberdade, e não confisquem sua propriedade honestamente adquirida (por isso são conhecidos como "direitos negativos").  Existe um ponto em que o direito à sua liberdade torna-se escasso? Ou seja, haveria um momento em que, por um excesso de demanda, você não mais poderia exercê-lo pelo fato de ele simplesmente não mais estar disponível?

Por exemplo, quando um município entra em recessão econômica, e não mais possui recursos financeiros para manter todas as escolas públicas funcionando, o mesmo acaba por inadimplir o "direito" de seus cidadãos à educação. Isso nada mais é do que uma consequência lógica da escassez de recursos.  A escassez de recursos torna o seu "direito" à educação gratuita também escasso.

Por outro lado, será que você, em alguma situação, perde o seu "direito de que não tirem sua vida" por este também ser um direito escasso?

Obviamente que não.

O primeiro "direito" exige que haja uma transferência forçada de recursos (propriedade) de alguns pagadores de impostos para outros cidadãos.  Já o segundo direito implica apenas que um indivíduo não pode agredir gratuitamente o outro.

Perspectiva histórica

Os chamados direitos sociais podem ser encontrados, no plano internacional, no Pacto dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (ICESCR), datado de 1966 e em vigor desde 1976.

É possível fazer um paralelo entre o ICESCR e a Constituição da União Soviética de 1936, especificamente em seu capítulo X. Em ambos os casos, a seção de direitos é aberta com o "direito ao trabalho", presente no art. 6º do ICESCR e no art. 118 da Constituição Soviética.

Ambos os documentos enumeram alguns direitos trabalhistas relacionados à previsão anterior, como descanso, condições saudáveis de trabalho, salários adequados, sindicalização, entre outros.

Os principais direitos que chamam a atenção e que caracterizam as bases dos direitos sociais são o direito à educação (presente no art. 13 do ICESCR e art. 121 da Constituição Soviética), direito à seguridade social (presente no art. 12 do ICESCR e art. 120 da Constituição Soviética) e o direito à alimentação, vestuário e moradia (presente no art. 11 do ICESCR, mas ausente na Constituição Soviética de 1936).

Pode-se dizer que esses direitos sociais constituem o núcleo da teórica segunda geração dos direitos humanos, de características coletivas (se aplicam a um grupo ou classe), subjetivas (somente detêm esses direitos aqueles que os "conquistaram") e positivas (demandam uma prestação externa).

inf (2).png

Essa definição é universal, tanto que a Constituição Brasileira de 1988 reconhece, em seu artigo 6º, os direitos sociais à educação, à saúde, à alimentação, ao trabalho, à moradia, ao lazer, à segurança, à previdência social, à proteção à maternidade, à infância e à assistência aos desamparados.

Perspectiva econômica

Sob o ponto de vista da análise econômica do direito, essas garantias são muito distintas do conceito presente na "primeira geração" dos direitos humanos, que são os direitos individuais.

Analisando brevemente a origem filosófica e jurídica presente no Second Treatise of Government, de John Locke, que conduziu ao Bill of Rights norte-americano (de forma mais consistente), e na Déclaration des Droits de l'Homme et Du Citoyen francesa (de forma mais dispersa), as características de implementação são muito distintas, se não antagônicas.

Enquanto os direitos individuais — não ter sua vida tirada, não restringirem sua liberdade, e não confiscarem sua propriedade honestamente adquirida — exigem, em tese, tão-somente uma atitude negativa de não-violação, conforme descrito inclusive pelo documento francês quando afirma que "a liberdade consiste em poder fazer tudo que não prejudique o próximo", os chamados direitos sociais, ao contrário, exigem uma prestação positiva.

É bem verdade que alguns dos direitos individuais delineados no Bill of Rights norte-americano igualmente exigem prestações positivas, como, por exemplo, o direito de ser levado a julgamento por um tribunal de júri, o qual — em uma análise econômica — necessita que recursos sejam manejados e alocados de forma a garantir a prestação deste serviço pelo estado. Contudo, a fundamental diferença está no fato de que nenhum direito à prestação positiva advém senão em decorrência de um fato condicionador e eventual. Razão pela qual um sistema de justiça poderia ser autofinanciado.

O mesmo não ocorre quando se analisa os direitos sociais que, independentemente da condição, circunstância ou motivação, estão (ou devem estar) à disposição para uso e gozo dos cidadãos.

Por exemplo, não se faz necessário que haja um fato atípico para que alguém sob o regime constitucional de jure da União Soviética usufruísse o direito à educação; contudo, para que alguém nos EUA usufrua o direito de ser julgado por um tribunal do júri, faz-se necessário que tenha ocorrido uma situação atípica eventual, marcada — por exemplo — por uma denúncia ou acusação.

Em si, os direitos sociais nada mais são do que uma promessa (ou garantia) jurídica de que determinados recursos serão alocados em favor de um determinado grupo de pessoas, a qual podem ser consideradas "recipientes".

Sem dúvidas, sob o ponto de vista da análise econômica do direito, o que mais marca essa diferenciação entre as duas gerações é que, ao contrário da primeira, os direitos sociais possuem sua eficácia sujeita a fatores materiais finitos, uma vez que estão sob a lei econômica de escassez.

Como colocou o economista Thomas Sowell, "a primeira lição da economia é a escassez (...), e a primeira lição da política é ignorar a primeira lição da economia."[1]

Em outras palavras, todos os recursos materiais disponíveis ao ser humano são finitos e, logo, em algum grau, escassos. Inclusive aqueles necessários para a implantação dos direitos sociais, ainda que nossos governantes não queiram acreditar, sugerindo que professores — por exemplo — devem trabalhar por amor, e não por dinheiro.

O conceito de recursos aqui abordado não inclui somente os elementos materiais conhecidos pelo indivíduo, mas também o tempo, o dinheiro e as capacidades corporais e mentais. Tudo aquilo que pode ser engajado em um processo econômico de trocas é, em si, um recurso.[2]

Assim sendo, o "direito à educação" nada mais é do que uma soma de recursos confiscados de terceiros e alocados para um determinado segmento da população. A estrutura do local de ensino, o custo e o tempo do profissional são todos elementos econômicos finitos e, por isso, sujeitos à lei da escassez.

A mesma interpretação se aplica ao "direito à saúde", que envolveria o confisco de recursos de terceiros e sua subsequente alocação em fármacos, em infraestrutura hospitalar e em equipes médicas — e estes itens, por si sós, já são o resultado de uma série de outros recursos que foram alocados de forma a produzir essa combinação final, a qual poderia ser considerada um serviço médico de saúde.

A exata mesma lógica se aplica aos outros direitos sociais, como alimentação, moradia, aposentadoria, e — não nos esqueçamos — o transporte.

Direitos sociais são, acima de tudo, uma questão de produção, confisco e alocação de recursos.  Já os direitos individuais de primeira geração, ao contrário, são eminentemente negativos; não exigem uma prestação positiva.

Conclusão

Enquanto um cidadão respeita o direito à liberdade de outrem, não se está fazendo nada além de uma abstenção de sua conduta, sendo que a justiça (pública ou privada), em tese, só atuaria caso houvesse uma violação desse padrão.

Já quando um cidadão exerce um "direito social", ele está alocando para si recursos confiscados de outras pessoas e produzidos por elas.

Seria isso justo?


[1]SOWELL, Thomas. Basic Economics. 4ª Ed. Nova Iorque: Basic Books, 2007.

[2] LORENZON, Geanluca. A ANÁLISE ECONÔMICA DOS DIREITOS HUMANOS: O PROCESSO TRIFÁSICO DE AUTODESTRUIÇÃO HUMANA SOB O SOCIALISMO. Universidade Federal de Santa Maria, 2014.


4 votos

autor

Geanluca Lorenzon
é consultor empresarial em uma das maiores firmas do mundo. Foi Chief Operating Officer (C.O.O.) do Instituto Mises Brasil e advogado. Pós-graduado em Competitividade Global pela Georgetown University. Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria. Especialista em Organizações Políticas pela Theodor Heuss Akademie. Premiado internacionalmente em Direito Internacional. Ganhador em nível nacional do prêmio de melhor orador e melhores memoriais na maior competição de Direito do mundo, durante o ano de 2014. 

  • Conservador  17/02/2016 15:23
    Excelente artigo.
  • Thomas  17/02/2016 15:41
    Excelente.
  • Rafael   17/02/2016 15:44
    É economicamente possível, sim, manter direitos sociais (e universais) para sempre; o modo se chama: escravidão, o que sempre foi um fundamento ideológico e prático do socialismo, no qual os globalistas pegam carona.
    Escravo (produtor) não é cidadão e, portanto, não beneficiário dos tais direitos.
  • Viking  17/02/2016 16:06
    Vim empolgado com o titulo do texto, mas fiquei com a sensação que faltou algo, talvez um exemplo de como direitos sociais foram retirados pelo estado a partir da falta de recursos.
  • anônimo  17/02/2016 17:47
    "um exemplo de como direitos sociais foram retirados pelo estado a partir da falta de recursos"

    Entra em algum HPS que vc verá.
  • Viking  18/02/2016 10:56
    o que é HPS? desconheço essa sigla
  • anônimo  18/02/2016 11:13
    Perdão, Viking, acho q essa sigla é utilizada mais aqui na capital onde moro (significa hospital pronto-socorro).

    Vou mudar a sigla: SUS.
  • Coeficiente 100%  17/02/2016 16:06
    "We can ignore reality, but we cannot ignore the consequences of ignoring reality." (Ayn Rand)
  • Andre  18/02/2016 10:27
    S2 Ayn... se a leitura de Revolta de Atlas fosse obrigatória no ensino médio menos acéfalos teríamos acreditando no socialismo.
  • Francisco Seixas  17/02/2016 16:12
    Infelizmente, impera no mundo uma distorção que degrada lentamente a humanidade, as pessoas confundem liberdade com "direitos". Em outras palavras, liberdade passou a significar concessão.
  • ANDRE LUIS  17/02/2016 16:25
    Texto do tipo "água e óleo não se misturam". Meus preferidos!
  • Juan Domingues  17/02/2016 16:36
    O Brasil é um país socialista por tradição e, desde 1988, por ocasião de sua própria constituição.
    Não adianta muito falar em reforma trabalhista, reforma tributária, abolição da CLT, quando a própria lei maior que rege o país é baseada em um factóide populista e coletivista. Seria preciso eliminar completamente as ideias imbecis que estão presentas já na constituição para haver um progresso significativo do livre mercado no Brasil. E isso não deve ocorrer tão cedo.
  • Taxidermista  17/02/2016 16:45
    Tema importantíssimo, caro Geanluca. Os "direitos sociais", vistos em seu conjunto, significam, afinal de contas, o próprio arcabouço do Welfare State.

    E é importante também pq nós, libertários, precisamos fazer esse confronto no plano das ideias, e no que toca à área jurídica, como sabemos, o estatismo (associado à consolidação da noção de direitos sociais) é absolutamente dominante (e também em relação aos cidadãos em geral, fora da academia).

    Caro Geanluca, gostaria de colocar o seguinte, a título de colaboração: alguns juristas estatistas já realizaram a proeza de subverter a semântica (como é de praxe) para defender a tese de que inclusive as liberdades (direitos negativos) dependem do estado (e, consequentemente, do financiamento via tributação) para sua concretização. Em outros termos, a tese é a de que "todos os direitos são positivos".

    É o caso do famoso progressista Cass Sunstein, com sua tese de que "why liberty depends on taxes": www.amazon.com.br/The-Cost-Rights-Liberty-Depends/dp/039332033

    Uma olhada no sumário e a gente já vê o teor da coisa: "all rights are positive"; "the necessity of government performance"; "no property without taxation"; "welfare rights and the politics of inclusion", etc.

    E, como não poderia deixar de ser, temos seguidores dele no Brasil; p.ex: "Introdução à teoria dos custos dos direitos", de Flavio Galdino (defendendo a mesma tese de que "todos os direitos são positivos e integram as opções dadas às escolhas trágicas"), e outro livro de viés ainda mais esquerdista, bem recente, chamado "Teoria Jurídica da Liberdade", de Ricardo Marcondes Martins (que, basicamente, defende aquela conversa de que "liberdade genuína é liberdade material", etc., utilizando diversos chavões, como "fracasso do neoliberalismo", etc., etc.).

    Enfim, o estatismo é o estado da arte na academia jurídica (ao menos em sua grande maioria); temos um longo e árduo - porém necessário - caminho a percorrer no plano das ideias, inclusive pq esse discurso estatista também domina a área econômica: de fato, como vc sabe, caro Geanluca, o "Law and Economics", inclusive nos EUA, é dominado pela abordagem neoclássica (basta lembrar o mais famoso, Richard Posner), e sabemos bem como essa abordagem chancela intervenções estatais, além de aniquilar a essência do direito de propriedade, conforme Hoppe já demonstrou várias vezes.

    De resto, gostaria de indicar, aos eventuais interessados, uma grande obra que trata sobre o tema do seu artigo, de autoria do libertário randiano David Kelley: www.amazon.com/Life-Ones-Own-Individual-Welfare-ebook/dp/B001P5HPX4/ref=asap_bc?ie=UTF8

    Abraço.


  • Marazul  17/02/2016 17:11
    O colapso é atingido quando começa a faltar produtos nas prateleiras, devido ao fato de que somente uma parte população está efetivamente produzindo(indústrias).
    Então quem fabrica alguma coisa vai querer cobrar mais pelo seu produto(escassez). O governo então intervirá gerando balbúrdia(Vide Venezuela).
  • André  17/02/2016 17:29
    Começo do colapso? está mais é perto do desfecho:

    STAGE 1. The Decay Begins

    Everything is good and the economy is thriving. A high standard of living has been achieved. This is the way things should be. Goods are cheap and readily available. Everything seems to be in abundance. Stores are filled with retail items ready to be purchased. Life in general is good. The nation's working infrastructure is solidly intact and working well. However, the idea that everyone is entitled to have what others have earned now permeates society. Redistribution of Wealth Policies are implemented and quietly woven into the fabric of society. Unchecked and under the guise of fairness and equality, these policies slowly decrease productivity and increase dependency on government entitlement and welfare programs.

    Primary Assets:

    Career
    Home Value
    Savings
    Investments – Stocks and bonds
    Health Insurance
    Lifestyle Image
    Good Credit Rating for Debt Accumulation
    STAGE 2. The Slippery Slope

    The economy goes into a slow but steadily increasing decline. Unemployment is on the rise. Ever increasing numbers of people receive government assistance in one form or another. People are paid not to work. Government spending has increased dramatically. The price of gold, silver, and other precious metals rise to prices unheard of just a few years earlier. Inflation reaches the double digit levels.

    Primary Assets:

    Cash
    Precious Metals, Gold and Silver coins
    Job Stability
    Elimination of debt
    Health Insurance
    Home Equity
    Automobile with good MPG
    Acquiring secluded land more than 40 miles from densely populated areas
    STAGE 3. It is Going to Get Worse

    The total collapse of the economy begins after a significant and prolonged decline. The government implements price controls. Shortages on essential goods become widespread. Foreclosed houses sit vacant and deteriorating by the tens of thousands. Middle class neighborhoods begin to look like slums. The government begins to print currency to pay its bills and support the tens of millions on public assistance. Inflation increases even more and unemployment exceeds 25%. Banks and businesses fail at ever increasing rates. Nobody seems to have any money. Many are now homeless. Labor unions instigate strikes, civil unrest, and large scale riots. Government services are interrupted and unreliable. Local and national infrastructure is in decay. Violent gangs begin to appear and assert themselves. The government begins confiscation of firearms from law abiding citizens. Violence is everywhere. Cities and urban areas become very dangerous places to live.

    At this stage, the country seems pretty much beyond the point of no return. However, things can still be reversed even at this stage if the right person at the top really believes in the basic fundamental concepts of Freedom, Independence, Liberty, and Individual Rights and is not afraid to do what is necessary to reverse the current trend. He will be vilified and hated because of his attitude toward personal responsibility, cutting entitlements, and ending welfare programs. Of course, if the right person were in power and did what needed to be done, none of this would have happened in the first place.

    Primary Assets:

    Gold and Silver coins
    Cash
    Job
    Automobile
    Home
    Short term food supplies
    Short term fuel stores
    Firearms and ammo
    Plans to relocate to a secluded rural hideaway
    Small livestock – chicken, rabbit, fish…
    A close network of like minded people
    Survival knowledge and skills
    STAGE 4. The Grab for Power

    The collapse can transition to this stage at any time after Stage 3. Most of the middle class have lost everything. What used to be well manicured middle class neighborhoods are filled with the carcasses of empty houses damaged and destroyed by vandals. The nation's infrastructure has been seriously neglected and is in need of a major overhaul. The power grid becomes unreliable. Rolling blackouts are a daily occurrence. You can no longer buy or sell gold or own foreign currency. Inflation is out of control. Now the economy collapses. There is a rush for everything and the shelves go empty in a matter of hours. Society falls into chaos. The control of urban areas shifts when violent gangs takeover control of the streets and urban neighborhoods. The government issues restrictive measures in an attempt to control the economy. Everything is in short supply and heavily rationed. Food and gasoline is very expensive and there are very long lines to get them when they are available. Affordable quality health care is non-existent and your job is a distant memory. You will do without what you are unable to provide for yourself. You will discover what it is to live in a third world country.

    Primary Assets:

    Relocation to the rural hideaway
    Firearms and ammo
    Long term food supplies (1 year minimum)
    Adequate fuel stores
    Security plan to protect the group and assets
    Trained dog for security
    A working knowledge of survival gardening
    Survival knowledge and skills
    Once all of the above has come to pass, the realization of the current circumstances at this moment must be all too obvious. It is too late to prepare at this point. What you did not acquire earlier, you are not going to possess now. Anything of value necessary for your survival has already been claimed. The situation gets worse… much worse.

    Stage 5 is next… and it is not pretty.

    STAGE 5. Freedom, Liberty, and Independence is Lost

    The government implements martial law. Fighting between civilians and government forces break out nationwide. Maintaining more than a 30 day supply of food is considered hoarding food and is illegal. Severe poverty and starvation become a common sight. The government offers marginally acceptable food, water and shelter in exchange for your Freedom, Liberty, and Independence. Democracy ends and a Socialist form of government takes over under the guise of fixing society's problems with the false promise that peace and prosperity will return better than it was just a few years ago. A Totalitarian regime assumes power and the individual freedoms and liberties once enjoyed by the people are completely eliminated.

    Primary Assets:

    Rural Hideaway
    Security plan to protect the group and assets
    Living below the radar in a community of like minded people
    Firearms and the ability to use them
    Guard dog for security
    Survival knowledge and skills
    A working and producing garden capable of feeding 150% of the group
    A stable supply of clean water
    Vegetable seeds for long term food production and barter
    The will to live and survive in a harsh political climate
    As you can see, priorities change as the world changes. Your most prized assets of today – your good credit, luxury automobile, and career are no longer important after the economy collapses.

    www.shtfplan.com/emergency-preparedness/societys-five-stages-of-economic-collapse_02282012

    Venezuela está no estágio 4, Brasil em algum ponto do estágio 3.
  • Marazul  17/02/2016 19:00
    Pois é,"atingido", significa final. Se não me engano, eu já li aqui mesmo, em português, esses estágios de desgraçamento dos países que se arvoram à socialização econômica.
  • Bartolo de Sassoferato  17/02/2016 19:05
  • Bartolo de Sassoferato  17/02/2016 19:06
  • Marazul  17/02/2016 19:11
    Lulalá....com sinceridade...maioria acreditou.O cara é um gênio da mentira e da enganação. Pra mim ele é o satanás do socialismo moderno.Ele é muito mais esperto do que jamais possamos imaginar.Ele está para o socialismo como "Tristão e Isolda" está para a música. Ele é perigoso e pode voltar.Hoje ouve conflito na porta do fórum onde ele ia depor. É ele , sempre ele...senti arrepios quando li a notícia das brigas.
  • Marazul  17/02/2016 19:46
    Onde está escrito "ouve", é houve.
  • Max Rockatansky  17/02/2016 19:45
    E a "filosofia" da redistribuição de dinheiro via estado também contempla, claro, os "direitos sociais" dos "artistas":


    "a cantora Claudia Leitte foi autorizada pelo Ministério da Cultura a captar R$ 356 mil para publicar sua biografia. Consta que essa senhora ganha 150 mil reais de cachê por show":

    www.oantagonista.com/posts/claudia-leitte-e-as-tettas-do-esttado

  • mauricio barbosa  17/02/2016 20:28
    Ontem eu ouvi um hangout de um estatista(Não me lembro o nome do energúmeno)metendo a lenha no anarcocapitalismo afirmando(ou melhor esbravejando)que nós anarcocapitalistas somos idiotas por puro preconceito dizendo que só o estado monopolístico tem competência para resolver conflitos e que nós por pensarmos diferentes somos idiotas e crianças imaturas e a conclusão que cheguei é que o sujeito está apelando por um simples motivo o IMB está incomodando tanto socialistas quanto conservadores e um dos exemplos citados por ele foi a existência do Pcc e do comando vermelho ou seja como seria o tratamento para eles e a minha resposta é muito simples para quem é pacifico e honesto o PNA e direitos humanos é aplicável e quanto ao Pcc e comando vermelho numa sociedade ancap seriam eliminados a bala pois a autodefesa(Porte de armas de qualquer calibre) é permissível nestes casos e o sujeito é tão descarado que nem põe a cara para bater e a minha resposta para ele é esta,não sou criança e nem idiota,estatistas tanto a esquerda quanto a direita só tem o meu desprezo seus amantes de ditadura vai louvar o deus estado naquele lugar seus repugnantes,vamos continuar a incomodar chega de sermos enganado pelo estado babá... Uma sociedade ancap nunca será o paraíso na terra mas com certeza será uma sociedade mais justa e quanto a economia de escala e prática de dumping também citado por ele devo lembrá-lo que são bem vindas para nós consumidores pois o que mais queremos é preço baixo e se estas práticas eliminarem concorrentes tanto faz pois em uma sociedade ancap só se estabelece o mais competente ou seja não é o numero de concorrentes que interessa mas sim a qualidade do empreendedor e sugira que ele leia o artigo:

    Monopólio bom e monopólio ruim-como são gerados e como são mantidos
    Hans sennholz 12\02\2013

    Leia e reflita e assim pare de relinchar bravatas contra o anarcocapitalismo seu estatista incomodado.

    Vida longa ao IMB.
  • Pobre Paulista  18/02/2016 00:00
    A tecla 'vírgula' do seu teclado está quebrada, né?
  • mauricio barbosa  18/02/2016 01:10
    Mais uma vez vem mais um querer corrigir meu português,credo patrulhamento linguístico é o fim da picada,viva a liberdade de expressão e a língua portuguesa é patrimônio nosso independente de regras gramaticais aprovado por um congresso nacional corrupto e engula essa rico paulista ou pobre sei lá o quê...Sem ofensas.Falar errado ou certo não importa o que importa é ser entendido e compreendido qualquer dúvida é só perguntar meu caro.Fico no aguardo.
  • Pobre Paulista  18/02/2016 11:28
    Hm... Discípulo de Saramago, certo?
  • Luis Saravia de la Calle  18/02/2016 12:49
    Não, haja vista que o colega deu a entender que vc verteu um preconceito linguístico, creio que ele é discípulo do Marcos Bagno, aquele esquerdista da UNB: https://escrevivencia.files.wordpress.com/2014/03/marcos-bagno-preconceito-lingc3bcc3adstico.pdf
  • Pobre Paulista  18/02/2016 17:22
    Uau! Realmente, as normas gramaticais são uma imposição burguesa e patriarcal da elite branca opressora.


    Comunicação é realmente um luxo.
  • Pobre Paulista  18/02/2016 17:31
    Luis Saravia de la Calle.... Vc já leu isso aí? Sobra até para a Rede Globo kkkkkk

    Esses esquerdopatas são doentes.
  • Luis Saravia de la Calle  18/02/2016 19:06
    Caro Pobre Paulista:

    Sim, essa gente é absoluta e inequivocamente doente.
  • mauricio barbosa  18/02/2016 23:32
    A gramatica é uma imposição estatista e o Marcos Bagno tem o meu respeito pois apesar de esquerdista ele é um cara sensato e eu não sou preconceituoso e respeito quem pensa diferente de mim desde que seja no alto nível pois detesto gente debochada que não sabe dialogar e brincar,muito pelo contrário gostam de rebaixar os outros para se sentir superior,atitude típica de estatistas ao querer impor seus valores para cima de todo mundo como coisa que seus valores são superiores e voltando a vaca fria,o Marcos Bagno demonstra que a língua não é patrimônio de grupos sociais pois ela é livre,um verdadeiro exercício de liberdade ou seja em nenhum momento ele ataca as elites,burguesia ou apela para conflito de classes,muito pelo contrário ele condena a padronização da língua coisa típica de estatistas que gostam de impor sua moralidade,crenças e ideologias,mais uma vez esse cara Marcos Bagno tem o meu respeito e admiração.Viva a liberdade linguística e abaixo imposições linguísticas seja de qual grupo social ela vier doa a quem doer.
  • Luis Saravia de la Calle   19/02/2016 13:28
    mauricio barbosa:

    vc está enganado: a gramatica não é uma "imposição estatista".

    O seu pensamento é que é próprio ao relativismo cultural (próprio dos progressistas/esquerdistas).

    Do fato de que a gramática seja uma ordem espontânea e viva - e é - não decorre a inexistência de critérios objetivos de certo e errado relativamente à gramática. Ao negar isso - critérios objetivos de certo e errado - você faz a mesma coisa que os relativistas culturais, com todas as implicações disso.


    Aquele abraço.
  • mauricio barbosa  19/02/2016 14:21
    Chame do que quiser,relativismo cultural ou não viva a liberdade e abaixo o conservadorismo,ditadura,socialismo,esquerdismo,direitismo todas essas pragas filha do estatismo,gramatica para quem ti quero e olha minha resposta abaixo ao Newton.Um abraço.
  • Luis Saravia de la Calle   19/02/2016 16:38
    "em nenhum momento ele ataca as elites,burguesia ou apela para conflito de classes,muito pelo contrário ele condena a padronização da língua coisa típica de estatistas que gostam de impor sua moralidade,crenças e ideologias"

    100% equivocado.

    Eu coloquei o link do livro do cara ali: (https://escrevivencia.files.wordpress.com/2014/03/marcos-bagno-preconceito-lingc3bcc3adstico.pdf)

    O que ele defende é diametralmente oposto ao que vc afirma. Sobra até para a "rede Globo". Ele não coloca a culpa no "estado" (e nem poderia, pq é um estatista); ele coloca a "culpa" (pela "padronização"), justamente, nas "elites", na "burguesia" e na "grande imprensa burguesa".

    O cara é adepto do mais puro niilismo e relativismo sociais; adepto da glorificação da "cultura da comunidade".

    Se vc ainda tem dúvida, olha o que o cara diz:

    "O português brasileiro precisa ser reconhecido como uma nova língua. E isso é uma decisão política": (www.jornalopcao.com.br/entrevistas/o-portugues-brasileiro-precisa-ser-reconhecido-como-uma-nova-lingua-e-isso-e-uma-decisao-politica-37991/)

    Ele quer que o português "brasileiro" seja reconhecido por meio de "decisão política". Se isso não é estatismo então não sei o q seria estatismo, meu caro.

    E sobre a discussão do "nóis pega o pexe", ele se saiu com essa: "discussão sobre livro didático só revela ignorância da grande imprensa" (www.viomundo.com.br/voce-escreve/marcos-bagno-discussao-sobre-livro-didatico-so-revela-ignorancia-da-grande-imprensa.html)
  • Batista  19/02/2016 16:00
    Maurício,

    Já tivemos algumas discussões acerca da língua portuguesa, já pedi desculpas, mas permita-me discordar, numa boa, quando você diz que:

    "[...] A gramatica é uma imposição estatista [...]".

    Negativo. O estado está pouco se fod*@#& para a nossa língua materna, haja visto os esforços do referido em imbecilizar a população. A alta cultura já era; não há grandes nomes nas academias. A imposição, se é que existe, é de deseducação, via destruição do idioma, nunca o contrário.

    "[...] o Marcos Bagno demonstra que a língua não é patrimônio de grupos sociais pois ela é livre,um verdadeiro exercício de liberdade ou seja em nenhum momento ele ataca as elites,burguesia ou apela para conflito de classes,muito pelo contrário ele condena a padronização da língua coisa típica de estatistas que gostam de impor sua moralidade,crenças e ideologias[...]"

    Não, não, não. Meu, não vá por esse caminho. Preste atenção, isso é relativismo. Isso que esse bico do Marcos Bagno diz é a mesma coisa que uma cartilha/manual do "mequi" divulgou anos atrás, algo mais ou menos como "se você entende e se faz entender, tá tudo certo, não precisa se apegar a regras formais. Liberte-se das regras do português". Inconcebível haver uma luta de classes dentro da própria língua. Falar correto ficou parecendo coisa de burguês, quando deveria ser algo almejado por todos.

    Admiro de montão a variedade de sotaques Brasil afora, palavras diferentes com o mesmo significado, gírias regionais, mas quando o assunto é a norma culta, aí não deve haver flexibilidade.

    E tem mais: na minha opinião, em se tratando da nossa língua materna, temos a obrigação de saber o mínimo para utilizá-la corretamente, independente do nível social. Sei que não sou um profundo conhecedor, e nem me atreverei a sê-lo; erro, mas busco melhorar a cada dia.
  • mauricio barbosa  18/02/2016 11:23
    Pobre Paulista a língua é viva e não são regras gramaticais que a limitam pelo contrário ela é evolutiva e meus conhecimentos de gramatica e suas aplicações são limitadas por opção pessoal e quanto a sua crítica ela em nada me afeta pois o mais importante é a mensagem passada e ser tiver dúvidas é só perguntar,correto.Um abraço e passe bem.
  • Newton  19/02/2016 02:13
    Mauricio Barbosa, já que afirma que o importante é a mensagem passada, creio que um português correto ajudaria a passar sua mensagem de uma maneira mais clara, fato este que seria amplamente favorável às suas pretensões.
    Mas claro, é só uma sugestão, se você é adepto do "nós pega os peixe" ninguém tem nada com isso. Afinal de contas, a língua é um código padronizado justamente para ser compreendida pelo maior número possível de pessoas. Se isso vai contra seus desejos, beleza.
  • mauricio barbosa  19/02/2016 11:00
    Newton respeito sua opinião e sinto muito desaponta-lo ao não usar a norma culta de nosso "querido português",na realidade o método MEC aplicado pelas escolas públicas e privadas afasta-nos de querer aprender esse código fascinante que é a gramática ou seja cria trauma e desânimo em todos os estudantes e esse método de forçar a memorização é uma tortura pois o que deveria ser ensinado é pesquisar,degusta-lá,ler a gramatica e criar o hábito de consulta-la e gostar de aprende-lá,enfim convidar o aluno a banquetear-lá e criar novas normas ou suprimir normas estúpidas e sem lógica e é que isso deveria ser feito mas...A merda do estado não tá nem ai para a qualidade do ensino essa desgraça de monopólio deveria ser extinta da face da terra pois a liberdade com responsabilidade é muito melhor do que essa ditadura disfarçada de democracia e liberdade que chega a me dar náuseas e revolta no bom sentido é claro pois devemos combater esse câncer(O estatismo)de forma pacífica e ordeira pois violência só gera violência olha a Síria a merda que virou,olha o nazismo a desgraça que foi aquele experimento nacionalista,racista,xenofobista e genocida e quando falo em armas falo para defesa pessoal contra bandidos e nunca,mais nunca para atacar ninguém,PNA sempre e viva o IMB sem fanatismo é claro.Caro Newton e demais comentaristas espero ter ficado clara a minha posição pois hoje com a internet qualquer dúvida com relação a escrita está mais fácil da ser compreendida pois a interação via computador dinamizou as comunicações entre as pessoas,tecnologia(Internet,e-mail,facebook,etc) essa que é fruto do livre-mercado(Trocas voluntárias sem imposições da merda do estado) o que torna o uso da gramática em alguns casos,veja bem em alguns casos obsoleta.
    Um abraço e fico alegre quando as pessoas respeitam o direito das outras e PNA sempre.

  • Batista  18/02/2016 16:49
    Aquela máxima do "não há almoço grátis" é mais atual do que nunca...
  • Thiago Teixeira  19/02/2016 05:13
    Este foi um dos textos mais relevantes que li nos ultimos tempos...

    Parabéns!
  • Nelio  19/02/2016 13:02
    Perfeito

    Nunca tinha parado pra pensar nisso

    Excelente artigo
  • Anti-social  20/02/2016 23:19
    O que me deixa raivoso e, a ao mesmo tempo, triste é que não vejo perspectiva nenhuma de alguma melhora no cenário nacional.

    Antes (anos 80), o inimigo era comum: a inflação. Hoje, há a divisão criada entre aqueles que acham que tudo é de direito e que deve realmente ser bancado por quem ganha mais (imensa maioria) e aqueles que não enxergam a coisa assim (pequenina parte da população).

    Às vezes me empolgo um pouco, pois vejo amigos compartilhando ideias liberais, mas infelizmente sofremos o erro de halo, pois vemos o nosso 'mundinho' à nossa volta e temos a impressão falsa de que algo irá mudar... Até que os socializados zumbis progressistas defensores das minorias aparecem pra gritar alto e manter tudo como está.

    Um estagiário lá do meu trabalho, cara já com a cabeça boa, voltada para o conservadorismo e liberalismo econômico, me disse algo que tenho que admitir, é a mais pura verdade: a situação só mudará quando o nível de privação e problemas de ordem econômica ficar insuportável, pois fora isso, nada muda antes dos nossos filhos serem avós!
  • Emerson Luis  24/02/2016 10:32

    Os militantes leem um artigo como este e logo sacam o monopólio da moral e o debater intenções em vez de resultados: "Oh! Vocês são contra os pobres terem acesso a assistência médica, transporte e educação?!"

    NÃO, caros doutrinados. Pelo contrário, nós queremos justamente que a situação dos pobres melhores e que todos tenham acesso a estes e outros serviços - e de qualidade. A questão é como fazer isso.

    TUDO o que é estatizado (de facto ou de jure) decai em quantidade e qualidade. Se saúde, transporte e educação não fossem tão regularizados, a oferta de serviços de qualidade seria bem maior e melhor.

    E se uma parcela tão grande de nossa renda não fosse tirada de nós para financiar a burocracia estatal, teríamos condições de contratar esses serviços e ainda ajudar instituições de caridade e/ou ajudar diretamente.

    * * *
  • a  27/05/2017 22:47
    A esquerda mundial está morta. Refugia-se, atualmente, no terrorismo. Deve ser eliminada.


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.