Existe uma página específica para este artigo. Para acessá-la clique aqui.

7 x 1

A grande diferença entre um país rico e um país pobre está na acumulação de capital.  

Capital é tudo aquilo que aumenta a produtividade e, em última instância, o padrão de vida de uma sociedade. 

Capital são todos os fatores de produção — como ferramentas, maquinários, edificações, meios de transporte etc. — que tornam o trabalho humano mais eficiente e produtivo.

Capital, em termos físicos, são os ativos físicos das empresas e indústrias.  São as instalações, os maquinários, os estoques e os equipamentos de escritório de uma fábrica ou de uma empresa qualquer.

Trabalhar menos e produzir mais é o resultado direto da acumulação de capital. Assim como um trator multiplica enormemente a produção agrícola em relação a uma enxada, o uso de máquinas e equipamentos modernos multiplica enormemente a produtividade dos trabalhadores — e, consequentemente, seus salários e sua qualidade de vida.

Mises explicou cristalinamente:

Com o auxílio de melhores ferramentas e máquinas, a quantidade dos produtos aumenta e sua qualidade melhora.  Assim, o empregador consequentemente estará em posição de obter dos consumidores um valor maior do que aquele que o empregado consumiu em uma hora de trabalho.  Somente assim o empregador poderá — e, devido à concorrência com outros empregadores, será forçado a — pagar maiores salários pelo trabalho do seu empregado.

Em um país rico, a quantidade e a qualidade das máquinas e das ferramentas disponíveis são muito maiores do que nos países pobres. A acumulação de capital, o empreendedorismo e a inventividade tecnológica são os pilares da economia.  Como consequência, a produtividade, a riqueza e o padrão de vida nestes países são muito mais altos. 

O vídeo a seguir, que compara como o tombamento de um caminhão é solucionado na Alemanha e no Brasil, é uma ilustração perfeita do nosso atraso em termos de acumulação de capital. 

As imagens são hilárias e, ao mesmo tempo, deprimentes.

Posted by Jair José Pereira on Quarta, 9 de dezembro de 2015




0 votos

SOBRE O AUTOR

Leandro Roque
é o editor e tradutor do site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.


OFF-TOPPIC: pessoal do IMB, seria possível vocês redigirem um artigo refutando as teorias conspiratórias sobre o Nióbio que abundam desde a época do Enéias? Quinta-feira o Instituto Liberal reiniciou o debate, e seria ótimo se vocês dessem continuidade. Eis o que comentei no website do IL, é o que resumidamente penso do assunto:

"Se há indícios concretos ou, ao menos, motivos para crer que as empresas autorizadas pelo Estado brasileiro a retirarem do solo e comercializarem este metal estão cometendo fraudes de qualquer natureza, em conluio com grupos estrangeiros ou não, a solução é, em se confirmando as irregularidades, rescindir os contratos de permissão em vigor e abrir este mercado para mais empresas interessadas no empreendimento - seja lá de onde elas forem. A que oferecer a melhor barganha leva as jazidas - e paga impostos sobre tudo o que produzir. Elevar o preço na marra? Claro, abusar desta condição de quase monopolista pode funcionar no começo, mas no médio prazo surgirão alternativas de melhor custo-benefício para atender a demanda daqueles insatisfeitos com a situação. Deixar de vender o Nióbio como comodittie e agregar valor ao mineral em nossa indústria da transformação? Seria ótimo, se nosso parque industrial não estivesse parado no tempo desde meados do século passado. Só falta criarem a estatal NIOBRÁS no Brasil, que dará origem ao escândalo do NIOBRÃO. O brasileiro não aprende mesmo: sempre achando que vai encontrar um bilhete premiado no chão e poderá passar o resto da vida bebendo e sambando."
"Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo"

Não me refiro à uma frase ou texto escrito nos artigos do IMB. Estou questionando a percepção daqueles que defendem esse modelo de afrouxamento da terceirização proposto pelo governo, pois essa discussão toda é parte da realidade em que estamos vivenciando. Aliás, não creio que esse artigo seja uma mera exposição teórico-dissertativa acerca do que seria e quais os benefícios de uma terceirização segundo os liberais, muito menos um texto desvinculado da conjectura atual, como você transparece para quem lê. Logo, minha indagação é pertinente, ainda que, o que questiono, não esteja explicitamente escrito no artigo.

Em relação ao artigo linkado, em momento algum vi algo a mostra que abordasse diretamente o problema terceirização-corporativismo privado que eu levantei acima. O que mais se aproxima seria esse trecho:
"Em primeiro lugar, a ideia de que custos menores para empresas é algo ruim. Além do fato de que custos baixos permitem maior acúmulo de capital — o que possibilita mais investimentos e mais contratações —, falta explicar como que custos de contratação menores podem ser ruins para pessoas à procura de emprego."
Sim, não há problema algum em um empresário tentar reduzir seus custos para se adequar a concorrência e auferir maiores lucros. O entrave se encontra, como eu falei, no empresário monopolista que não possui um fator invísivel para motivá-lo à otimizar sua produção. A mão visível do Estado garante que seu produto inevitavelmente será consumido e, com isso, seu lucro será certeiro. Por conseguinte, não há a preocupação constante deste em inovar, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade da sua mão de obra. Nesse sentido, a terceirização beneficia esse empresário, justamente por rebaixar seus custos com contratados (temporários ou não) à niveis abaixos daquilo que os empregados produzem, sabendo se que eles estão confortáveis em relação aos processos trabalhistas que enfrentarão (ajudinha estatal). Bem como, estagna ou retarda as inovações, tendo em vista que sua produção atual será adquirida pelos consumidores à um preço "monopolístico" durante um tempo maior que o de uma concorrência que existiria num livre mercado. Ademais, seu produto foi feito empregando mão-de-obra com um ônus muito abaixo daquilo que ela de fato produz. Desse modo, a margem de lucro é gigantesca, sendo que esse lucro pode sim ser revertido em capital para futuras melhoras, o que, na minha opinião, não aflinge ou preocupa de modo algum uma empresa monopolista, pois esta pode facilmente pegar crédito subsidiado de bancos estatais, ou ser empreendido em outros investimentos pessoais e, na minha percepção, fúteis e de pouco potencial de gerar valor no futuro.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Marcelo Gaio Mancio  14/12/2015 19:16
    O cara do trator só queria dar alegria pro seu povo...
  • Geneval Moreira  14/12/2015 19:21
    Ahahahaha isso aí aconteceu no Ceará e passou no jornal.

    https://www.youtube.com/watch?v=p8dI3G9gfdA&
  • max evangelista  14/12/2015 23:48
    O caminhão tava ligado?
  • anônimo  14/12/2015 19:25
    Vocês são um bando de reacionários que não sabem interpretar as coisas. No Brasil foi onde a situação foi corretamente resolvida: tiraram o caminhão da estrada rapidinho pra liberar a rodovia!
  • Robson  14/12/2015 19:50
    A meta foi alcançada e a pista ficou livre.. o resto é culpa do FHC. Lacra o 13.
  • Granvile Alencar  14/12/2015 19:29
    Me parece que foi na França. A tranportadora é francesa e os comentários ouvidos são em francês. Mas na Alemanha seria ainda melhor.
  • Schmidt  14/12/2015 19:58
    De fato, a empresa é francesa e os funcionários da empresa (que estão filmando e acompanhando o processo) são franceses. Mas a ocorrência foi na Alemanha. E há um método politicamente incorreto de comprovar isso: se fosse na França, os operadores das máquinas seriam negros.
  • anônimo  14/12/2015 21:35
    Ou estariam em greve hahaha
  • cmr  01/03/2016 14:33
    Ou estariam saqueando a carga e quebrando tudo... hahahahahahahah
  • Jorge Santos  14/12/2015 19:38
    Mas gente...
  • Gabriel  14/12/2015 19:42
    Sempre tem alguém pra fazer o característico "Rhiuuu" nesses momentos HAHAHHAA
  • Thiago Simões  14/12/2015 20:48
    Se for mostrar como pavimentam as ruas aqui e lá, dá mais vergonha ainda.
  • Marcos Rocha  14/12/2015 20:49
    Tá até bom. Normalmente saqueiam a carga do caminhão tombado.
  • Sociólogo da USP   14/12/2015 21:48
    Nenhum dos dois estão corretos. Melhor seria se o trabalho fosse manual, assim geraria mais empregos. A automação da mão de obra é uma invenção burguesa com intuito de reduzir seus custos para obter lucros estratosféricos. A consequência disso é a segregação da mão de obra: apenas os filhos de burgueses que tiveram acesso a uma educação privilegiada terão emprego, enquanto os mais abastados amargurarão uma ''obsolescência humana''

    Uma imagem que ilustra bem o meu comentário: goo.gl/TT8Pvr
  • Andre  15/12/2015 12:25
    Desvirar um caminhão manualmente?? Você está fumando maconha estragada aí na USP??

    Primeiro que um caminhão desses deve pesar mais de 12 toneladas. Na nossa empresa mesmo, virou uma caminhão caçamba de entulho, foi necessário uma patrola para desvirar o caminhão e mais um caminhão para levar os entulhos.

    Sai dessa merda de USP e vem ver a realidade aqui fora. Existem atividades que não tem como fazer manualmente.
  • Sociologo da USP  15/12/2015 16:13
    Exatamente por isso. Imagina quantos homens seriam necessários para substituir uma patrola, pois é...

    Mas a avidez lasciva do capital prefere deixar milhares de famílias sem o pão de cada dia para empregar máquinas que obsolescem o trabalhador humano(afinal, máquina não tem sindicato, máquina pode trabalhar 24h por dia, máquina não necessita de salubridade) e criam novas profissões que exigem cada vez mais especialidade. Mas ora, quem vai exercer tais novas profissões? Sim, isso mesmo, quem teve acesso à uma boa escola, à uma boa faculdade... Agora eu vos indago: como o camarada que foi suplantado pelo trator vai dar aos seus filhos tudo isso?

    O resultado é essa segregação do trabalho: quem é filho de burguês ganha um emprego para desenvolver o maquinário, quem não é só resta chorar e aceitar que está obsoleto.

    Nunca prestou atenção nas aulas dos seus professores de história ou sociologia(que provavelmente vieram da USP que você tanto vilipendia) sobre cercamento dos campos e revolução industrial???

    Os pacatos camponeses tinham uma vida singela e feliz produzindo somente aquilo que comiam, eis então que eles são expulsos e escravizados pelas grandes indústrias têxteis. Com o passar do tempo, essas industrias foram desenvolvendo novas tecnologias e modernizaram sua forma de produção(sempre nessa tara por reduzir custos), enquanto que os camponeses perdiam seus empregos e acabaram se tornando mendigos ou vadios.

    Eu duvido que vocês discordem que a revolução industrial foi a principal responsável pela decadência da qualidade de vida do ser humano. Se nada disso tivesse acontecido, talvez hoje viveríamos muito mais e melhor.

    Mas quem liga pra isso, né? Afinal de contas, a patrola também tem uma família pra cuidar e alimentar, né?
  • anônimo  15/12/2015 17:54
    "Os pacatos camponeses tinham uma vida singela e feliz produzindo somente aquilo que comiam"

    Creio que você já tenha ido ao passado para saber o quanto os camponeses eram felizes.


    "Eu duvido que vocês discordem que a revolução industrial foi a principal responsável pela decadência da qualidade de vida do ser humano. Se nada disso tivesse acontecido, talvez hoje viveríamos muito mais e melhor."

    Então a Etiopia deve ser o seu paraíso, lá não há o mínimo de desenvolvimento industrial, sendo o trabalho no campo a base da economia. Os camponeses também estão reunidos em cooperativas e com a propriedade da terra sendo do estado. Tudo com o que você sonha para o Brasil já existe na Etiópia.

    Que tal agora você pega um barco e dá uma voltinha por lá, em?
  • Júlio Marcos Bortolon Rodrigues  15/12/2015 20:46
    Também acredito que seja uma brincadeira.
    E um ponto que muitas vezes não é levantado, o que será que sente um homem que faz um trabalho sabendo que uma máquina poderia estar no lugar dele, não seria este um trabalho desmoralizante em demasia?
  • Consultor  15/12/2015 20:51
    Sempre estamos à procura de alguém que faça algo por nós. Se uma máquina é capaz de substituir o trabalho humano, então ela deve substituir o trabalho humano. O trabalho humano não deve ser desperdiçado em tarefas repetitivas que podem ser feitas por uma máquina de maneira igualmente eficaz e menos dispendiosa.

    Se algo pode ser feito por uma máquina, por que imobilizar algo tão versátil quanto o trabalho humano? O trabalho humano é o mais versátil de todos. Há inúmeras coisas que as pessoas podem aprender a fazer. Já uma máquina pode fazer bem apenas uma coisa; ela não pode fazer outra coisa fora daquilo para a qual projetada. Seres humanos não são como máquinas. Eles podem fazer muitas coisas.

    Se você trabalha no setor industrial, então você deve aspirar a uma posição que esteja entre uma máquina especializada e a resolução de um problema imediato. Existem todos os tipos de problemas imagináveis e inimagináveis nos processos de produção, o que significa que uma máquina não irá solucioná-los. Qualquer tipo de problema tem de ser resolvido pela mente humana, e por um ser humano equipado com uma ferramenta capaz de resolver o problema. É a criatividade humana, em conjunto com o uso de ferramentas, que é essencial para garantir a produção de uma máquina. Aspire a uma posição em que você tenha constantemente de utilizar sua mente.

    O segredo para se ter uma alta renda não é possuir uma capacidade de efetuar tarefas repetitivas. O segredo é ter uma mente criativa. O segredo está na mente criativa que é capaz de aplicar princípios gerais a casos específicos, e então encontrar ferramentas especializadas com as quais implantar seu plano.

    Se a sua ocupação requer que você apenas efetue coisas repetitivas, coisas que não requerem muito raciocínio, então seria bom você ficar esperto e começar a procurar algum setor que possua algum conjunto de problemas que alguém com suas habilidades possa resolver. É a capacidade de saber resolver problemas, e não a implantação de soluções mecânicas, que gera uma renda alta. É assim que trabalhadores se tornam líderes e patrões.

    Se você tem uma profissão manual que se resume a fazer processos repetitivos, é bom ir adquirindo outras habilidades. Se você pensa que poderá concorrer com uma máquina para fazer processos repetitivos, é bom repensar seu futuro. Em processos repetitivos, a máquina sempre irá vencer. Em algum momento surgirá uma máquina que fará o trabalho melhor do que você. E isso é ótimo para toda a humanidade. Adam Smith já havia observado que as habilidades mecânicas e repetitivas que são necessárias em uma divisão do trabalho não são boas para os homens.

    Qualquer indivíduo que queira trabalhar no setor industrial estará entrando em um setor cujos trabalhadores que possuírem grandes habilidades serão cada vez mais bem pagos, porém estarão constantemente pressionados a se manterem atualizados com as inovações tecnológicas. Quem não conseguir manter esse ritmo será eliminado pela concorrência.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1933
  • Batista  18/12/2015 11:10
    Sociólogo uspiano,

    Sua ideia de trabalho manual faz sentido.

    Afinal, há pouco tempo atrás, os trabalhadores e trabalhadoras do Egito e adjacências, bem como os "voluntários" que vieram de várias partes do mundo para ajudar, construíram as pirâmides e palácios com engenhosos e inteligentes trabalhos manuais, gerando milhões de empregos diretos e indiretos.

    Então, se no passado os trabalhadores conseguiram levantar pedras enormes usando a força bruta, por que motivo não conseguiriam levantar um caminhão agora?
  • Eduardo  15/12/2015 16:18
    Ele só pode estar ironizando.
  • Gustavo Ventura  15/12/2015 19:57
    Tomara que seja só ironia mesmo...
  • Ronaldo  15/12/2015 20:27
    Claro que está. Tá muito forçado kkkkkkkkk apesar de muita gente pensar assim...

  • Lord Keynes  14/12/2015 21:51
    Artigo desarrazoado. No segundo caso, um novo caminhão teve que ser construído. A demanda agregada foi estimulada!
  • Filósofo Alemão  14/12/2015 23:06
    Kkkkkkkkkkkk. Muito ilário! A diferença é monstruosa! A companhia pela falta mínima de conhecimentos de física!
  • Típíco Universitário  15/12/2015 13:27
    Este é o livre-mercado que vocês defendem. O caminhão caiu por falta de regulamentação estatal e seguiu adiante para proteger o caminhoneiro de ter sua mais-valia retirada porque a conjuntura da mecanização aliena o trabalhador continuamente ao não permitir que escape das condições hierárquicas de produção nem em seu momento de lisura.

    Eu comecei a rir quando vi o contraste na qualidade das estradas e na filmagem. É a globalização predatória mostrando as caras não só na forma como eles levantam o caminhão mas em todo o resto também. Olha a qualidade das estradas federais também: absurdo. É culpa do mercado.
  • Batista  18/12/2015 14:22
    Ah, quer saber? O transporte, para começo de conversa, nem deveria ser feito por caminhões. E nem via trem ou avião.

    A lógica é clara: mudem o meio de transporte. Os animais também tem o direito de trabalhar. Assim, o transporte via caminhão deveria ser substituído por carroças, charretes, jumentos, burros. Gente, sempre foi assim e porque os caras quiseram "inventar moda"?

    E tem mais: não polui o meio ambiente, gera mais empregos e ninguém se estressa. Afinal, se alguém tem pressa, que espere!
  • Thiago Teixeira  15/12/2015 17:40
    Que antas!... Kkkk...
  • Dissidente Brasileiro  16/12/2015 03:08
    Ué pessoal, vocês queriam o quê?? Isso aí é bR@ZiuL !

    É esse o rascunho de republiqueta bananeira terceiro-mundista esquecido por Deus, que muitos por aí defendem ardorosamente como o melhor lugar do mundo para se viver, e ainda imaginam que um dia tudo será diferente, afinal "brasileiro não desiste nunca"... são os frutos da nossa "rica e vibrante diversidade étnica e cultural", principalmente étnica, não é verdade?

    Fico tão empolgado de pensar no assunto que até me lembro daquela marchinha criada nos tempos da ditadura militar:

    Esse é um país que vai pra frente, oh, oh, oh, oh, oh!!

    Vai par frente sim... mas é do precipício (ou do paredão), oh, oh, oh, oh, oh!!
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
  • Primo  17/12/2015 11:47
    Realmente é gritante a diferença entre o socialismo alemão e o capitalismo brasileiro. Podemos ver nos dois casos que o ativo sofreu alguma avaria. No caso brasileiro, que está acostumado com a boa vida proporcionada pelo sistema de mercado, logo descarta qualquer forma de conserto e já descarta o produto que certamente deve estar coberto por seguro (grande oferta de serviço) ou com um preço de reposição de um novo compatível com a renda (grande oferte de produto, alta concorrência). No caso alemão, certamente o ativo não deve estar coberto por seguro ou a substituição do ativo não deve ser viável economicamente, o que explica o excessivo zelo no desbotamento. Ser brasileiro realmente é um privilégio.
  • Kim  01/03/2016 03:17
    Eu sou novo nessa area de economia e gostaria de saber por que o brasil nao consegue se inovar e ter uma infraestrutura de qualidade? Uma outra duvida que surgiu enquanto eu lia os comentarios é se um país X se desenvolver e comecar a substituir a mao de obra humana por maquinas(ex.industrias) os trabalhadores desempregados deverão seguir quais caminhos?? Eles deverão por exemplo se especializar em outros trabalhos, se inovarem e etc.


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.