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Embora deva ser totalmente descriminalizada, a maconha é repulsiva

N. do E.: o IMB sempre foi um inflexível defensor da descriminalização de absolutamente todos os tipos de drogas.  No entanto, e por motivos óbvios, a defesa da descriminalização das drogas de maneira nenhuma implica a defesa do uso de drogas, como alguns caluniadores gostam de inferir.  O artigo a seguir fala sobre isso.

 

Podem me odiar à vontade, mas irei dizer mesmo assim: a maconha é nojenta.

Fumar maconha é, dentre todos os tipos de fumo, o pior hábito de todos.  A coisa fede.  O cheiro é muito pior que o de cigarros convencionais.  Não dá para ficar em um mesmo ambiente com pessoas fumando maconha.

A maconha também deixa as pessoas abobadas e com um raciocínio lento.  Consequentemente, ela destrói encontros sociais ao tornar toda a ocasião menos inteligente.  No que mais, é extremamente rude fumar maconha perto de pessoas que, como eu, não toleram o cheiro da coisa e nunca encostariam em um baseado.  Especialmente irritante é a tentativa de menosprezar e escarnecer aqueles de nós que têm interesse zero em fumar uma planta que transforma o fumante em um otário.

É por esse motivo que devo me confessar particularmente estupefato ao constatar quão estranhamente badalada e em voga a maconha se tornou.

Quando eu era criança, fumar maconha era considerado um ato depravado e perigoso.  Hoje, se você falar isso perto de praticamente qualquer pessoa com menos de 30 anos de idade, ela lhe dará um sermão sobre quão maravilhosa a maconha realmente é.

Os defensores da maconha podem citar todos dados supostamente científicos que quiserem, mas eu sei mais apenas por causa da minha experiência de vida.  Eu ainda me lembro de quando a maconha deixou de ser proibida e passou a ser modismo.  Eu fazia faculdade no estado da Virginia e morava com outros quatro caras no andar de cima de uma casa.  Eles eram absolutamente viciados na planta.

Todas as noites — e eu realmente enfatizo que eram todas as noites —, eles juntavam dezenas de latas de cerveja, ligavam o rádio em uma estação de rock, acendiam seus baseados e fumavam ininterruptamente das 5 da tarde até 1 da manhã.  Eles simplesmente ficavam sentados no sofá conversando coisas idiotas em um tom de pseudo-profundidade.  Eles falavam sobre o universo, sobre a vida em outros planetas, sobre personagens de desenho animado e por aí vai.

Normalmente, eu jamais teria má vontade para com a maneira que outros voluntariamente escolhem se divertir, mas fazer isso todas as noites?  Com o tempo, não consegui conter meu crescente sentimento de desprezo.

Eles continuamente me pressionavam a se juntar a eles.  A coisa foi se transformando em alta pressão.  Inevitavelmente, acabei cedendo e dei uma tragada seguida de uma inalada.  Fiquei instantaneamente nauseado.  Assaltei a geladeira e fui para a cama, odiando a mim mesmo.  Nunca mais fumei novamente e jamais o farei.

Desde então, nos anos subsequentes, fumar maconha deixou de ser visto como um hábito de derrotados e se transformou em uma cultura universal entre os jovens.  Parece haver dezenas de maneira de fumar maconha — enrolada num papel, cachimbo, bongos, comestível etc.  Não consigo me manter atualizado.  E as variedades de maconha disponíveis surpreendem.  Sempre que me oferecem a erva, recebo uma completa apresentação sobre a modalidade em questão, como se estivesse em um restaurante chique participando de uma degustação de vinhos.

As alegações feitas em defesa da substância estão cada vez mais implausíveis.  Se você realmente parar para ouvir as pontificações dos usuários, terá a certeza de que a maconha é o caminho mágico para uma vida longa, bem-sucedida e repleta de êxtase.  A única porta de entrada que ela oferece é para a felicidade.

Já o que eu vejo é muito mais óbvio.  A maconha transforma você em um otário.  Há um quê do personagem Salsicha, do desenho Scooby-Doo, em cada fumante: aquele jeito preguiçoso, levemente desmiolado, de andar rastejante e de fala lenta e desconexa, resultantes de se querer utilizar a maconha para anestesiar reações normais às ansiedades da vida.

Provavelmente é verdade que a maconha não seja mortífera, e não estou aqui para conjecturar se ela é prejudicial à saúde.  Os perigos da maconha são mais sutis.  Seu uso pressupõe que todas as ansiedades desta vida devem ser abolidas, sempre e a cada tragada.  Inale a fumaça mágica e exale todos os seus problemas.

Nisso eu não acredito.  A mente necessita de ansiedade; ela tem de ter esse treino, especialmente em idades mais jovens.  Desapontamentos, frustrações, medos e preocupações devem fazer parte da narrativa da vida, pois estes sentimentos apenas se intensificam com o avançar do tempo.  Se descobrirmos uma maneira mágica de entorpecer nossos sentidos em relação a estes sentimentos, e a uma idade jovem, como poderemos funcionar bem em um mundo adulto?

No que mais, e deixando tais considerações de lado, a estética da maconha é totalmente cafona.  Já a testemunhei inúmeras vezes.  Sempre que sou convidado para uma "reuniãozinha" após algum evento público, sempre fico com a esperança de que não envolva maconha.  E quase sempre erro.  Tão logo a fumaça (e seu fedor) começa a envolver o recinto, o nível da conversação entra em queda livre.

E então eu perco todo o dia seguinte tentando tirar o cheiro das minhas roupas e do meu cabelo.  É de embrulhar o estômago.

É também algo que me entristece ver pessoas me julgando tão severamente pelo simples fato de eu não ser um usuário de maconha.  Já tive amizades extremamente promissoras que foram bruscamente interrompidas tão logo confessei que não fumava maconha.  A pessoa, de início, parecia apenas desapontada com a revelação.  Depois, simplesmente passou a agir como se "bem, se você não fuma maconha, você jamais poderá ser meu amigo".

Quaisquer que sejam as consequências que a maconha tem sobre as pessoas, uma postura de tolerância em relação aos não-usuários não é uma delas.  "Preconceito fanático" é uma descrição cabível.  Aliás, nunca entendi como foi que se tornou socialmente obrigatório ser agressivo com os fumantes de tabaco, mas infinitamente tolerante — e até mesmo festivo — com os fumantes de maconha.

Apenas para deixar minha opinião bem clara, sou totalmente a favor da descriminalização da maconha (e de todas as drogas).  Não quero que maconheiros sejam encarcerados.  Não quero que sejam molestados.  Não quero nem mesmo que a maconha seja tributada.  Se você quer cultivar uma planta, empacotá-la, vendê-la e consumi-la, por mim tudo bem.  Assim como quem não toma banho e se veste mal, usuários de maconha causam danos apenas a si próprios.

Já está bastante óbvio que, quanto mais a polícia persegue a maconha, mais popular ela se torna.  Tenho, aliás, uma crescente suspeita de que, com efeito, foi a própria ilegalidade que gerou a implausível popularidade da maconha.  Fumar maconha é uma maneira fácil de "ser contra as regras" e "desafiar o status quo".  O melhor argumento em prol da retirada da maconha da lista dos frutos proibidos é que sua própria normalidade já a submeteria ao tribunal do bom gosto e das boas maneiras.  E, neste tribunal, estou praticamente certo de que a maconha seria condenada.

Adoraria ver o regresso dos bons e velhos tempos em que o uso da maconha era amplamente visto como depravado e ignóbil, um hábito de derrotados.  Porém, para regressarmos a isso, será essencial abolir a guerra estatal contra a maconha, para que padrões normais (e não-estatais) de desaprovação social — mais perspicazes, mais severos e mais eficazes — voltem à cena.  Quando isso ocorrer, a realidade de que fumar maconha é um hábito nojento voltará a ser óbvia para todos.


2 votos


  • Cicero  16/10/2015 14:23
    Primeiro artigo que não gosto aqui. Também não gosto de maconha, mas achei que o artigo foi uma opinião muito pessoal baseado na experiência de vida do escritor. Mandaram mal nessa.
  • Ali Baba  16/10/2015 14:53
    @Cicero 16/10/2015 14:23:43

    Primeiro artigo que não gosto aqui.

    Primeiro que você lê, queridão?

    Prepare-se... não tem muita coisa que você vai gostar nesse site...

    Também não gosto de maconha, mas achei que o artigo foi uma opinião muito pessoal baseado na experiência de vida do escritor.

    E qual o problema com isso? Você acha que as pessoas não devem ter opinião em absoluto ou só não gosta das pessoas que têm opinião diferente da sua?

    Mandaram mal nessa.

    Caros colegas do IMB: Continuem mandando mal assim, por favor.
  • Lucas Araújo   16/10/2015 19:04
    " Meu Deus que desgraça! O altor do artigo deu uma OPINIÃO PESSOAL! Que absurdo isso é lastimável! Quem ele esta achando que é para dar sua propiá opinião?! MIMIMI..."
    Parece que a opinião alheia so tem validade se for "regulamentada" atravez da edição de um livro, uma tese de mestrado, uma faculdade, uma referencia bibliográfica (de uma obra escrita por uma pessoa tão humana e cheia de opiniões quanto qualquer outra), um gráfico estatístico.

    Eu particularmente encontrei argumentos racionais nesse artigo, me identifiquei com o autor, e gostei!
  • anônimo  16/10/2015 19:17
    @lucas araujo

    Hehehe boa, agora vai ver o facebook do mises.... deprimente.
    Consequências da popularização da página.
  • Leonardo  16/10/2015 19:58
    Ali Baba não precisava desse tom de deboche e de destrinchar parte por parte da simples e curta crítica do Cicero, ficou desnecessariamente agressivo. A crítica do Taxidermista foi mais elegante.
  • Taxidermista  16/10/2015 14:59
    Já eu discordo frontalmente do comentário do Cicero.
    O IMB "mandou muito bem nessa". O fato de o artigo ter sido "uma opinião muito pessoal baseado na experiência de vida do escritor" deixou o ensaio ainda mais excepcional, porquanto é Jeffrey Tucker falando pelos libertários que, como eu, acham a "cultura do maconhismo" coisa de fracassados que se acham "cool", mas, como todos libertários, são absolutamente contrários a essa tara da proibição estatal e da "guerra contra as drogas".

    Esse parágrafo, em especial, é puro deleite:

    "Já está bastante óbvio que, quanto mais a polícia persegue a maconha, mais popular ela se torna. Tenho, aliás, uma crescente suspeita de que, com efeito, foi a própria ilegalidade que gerou a implausível popularidade da maconha. Fumar maconha é uma maneira fácil de "ser contra as regras" e "desafiar o status quo". O melhor argumento em prol da retirada da maconha da lista dos frutos proibidos é que sua própria normalidade já a submeteria ao tribunal do bom gosto e das boas maneiras. E, neste tribunal, estou praticamente certo de que a maconha seria condenada."

    Fantástico.

    Sobre a posição libertária contra a proibição estatal às drogas, recomendo o capítulo 4 de "Libertarianism Today", de Jacob H. Huebert.
  • Bryan Holland  16/10/2015 20:03
    Comentário OK, porém, foge da realidade. Há tempos a polícia deixou de perseguir a maconha. Bastante tempo, mesmo. As apreensões são da mesma forma que se apreende produtos falsificados, contrabando, etc, mas não há uma busca específica por maconha ou uma tentativa de marginalizar mais a droga por parte da polícia. Principalmente no Brasil.
  • anônimo  16/10/2015 23:23
    Na minha cidade acontece perseguicao,, sim. Quem eh encontrado com a droga responde um TC e recebe medida punitiva.
  • Nogueira  16/10/2015 20:11
    Também não vejo problema em o autor trazer uma experiência vivida como exemplo(claro que não é só nisso em que o texto é baseado).

    O problema que eu acho, é que de qualquer forma em que o movimento é combatido, seja pela prisão do usuário ou da descriminalização das drogas, o ganhador vai ser um só: os partidos que levantam a bandeira para defender os grupos envolvidos.

    Se a polícia prender o drogado, agente tem que arcar com o custo do preso. Se o drogado ficar livre, agente tem que arcar com o tratamento. Essa é a situação.

    A discussão está entre prender ou em apostar na recuperação através de um tratamento. Eu particularmente acho que nenhuma das duas resolve. Só o indivíduo tem capacidade de se curar da dependência. Se ele não quiser, não vai ter jeito.




  • João Pedro  16/10/2015 21:03
    Leio todos os artigos do site, e sempre percebo que qualquer comentário que não elogie sofre diversos tipos de ironias e retaliações. Também não gostei do artigo, não me passou nada.
  • Luciano  16/10/2015 21:19
    Leio todos os comentários dos artigos, e sempre percebo que qualquer comentário que seja crítico, mas que não fundamente sua crítica em argumentos, sofre merecidamente diversos tipos de ironias e retaliações. Também não gostei do seu comentário, não me passou nada.
  • Alguem  16/10/2015 22:05
    Já comigo foi o contrário, o texto me deu mais vontade de usar do que de não o fazer. Sofro de sérios problemas com ansiedade, sair todo dia da cama com a sensação de que vou morrer ou de que vou ter um desmaio a qualquer momento, trabalho, faculdade e provas têm sido uma tortura pra mim mas eu devo continuar fazendo tudo isso... Mesmo assim, se tivesse um jeito de me desligar pra me sentir melhor, a tal da maconha funciona assim como o autor relata? "Desliga" a gente mesmo? Mesmo que me deixe mais imbecil, pelo menos a minha aflição me daria um descanso... Enfim, texto interessante, uma opinião pessoal logo pouco importa se eu gosto ou não. Os argumentos do autor são suas experiências de vida assim como as minhas são exatamente o contrário: nunca vi ninguém usar maconha, sequer reconheço o cheiro então acho que por isso argumentar se torna tão difícil, é a vida dele!
  • Denis Falqueto  17/10/2015 01:11
    Se você acha que fugir dos seus problemas é a solução, então você tem um problema a maia. A maconha também tem efeitos amplificadores em pessoas com tendências a esquizofrenia. Não existe solução fácil para problemas difíceis.
  • anônimo  20/10/2015 00:44
    Caro, a maconha para muitas pessoas não é considerada uma "fulga" da realidade. É simplismente uma agragação de valores e pensamentos que, com toda certeza, o senhor nunca teve. Sou maconheiro e não fujo dos meus problemas, enfrento eles como qualquer um. Gostei do artigo, opiniões contrarias a minha sempre são boas.
  • Luís Gustavo  17/10/2015 02:30
    Cara, só acho que o seu problema são seus amigos, não a maconha. A maconha não dá personalidade a ninguém, as pessoas continuam como elas são, só não há inibição. Encontre novos amigos, usuários ou não e não discrimine todos que fumam tendo como base alguns amigos babacas. Só para deixar claro, eu não sou usuário mas tenho vários amigos que fumam e não são babacas, conseguimos conviver normalmente, a droga nunca me foi oferecida e nunca fui discriminado por eles.
  • Diogo Silva  17/10/2015 19:02
    Adorei o texto. Sou a favor da descriminalização, mas não respeito toda essa devoção não. Os usuários canonizaram o "produto". Não dá, parecem os jovens raivosos usados por Mao Tse pra promover a "revolução cultural".
    A partir do momento que defenderem o direito de se entorpecer de maconha, tal qual fazem com a cocaína e o crack, guardando seus possíveis prejuízos pessoais, me junto a estes no discurso. Mas enquanto houver toda essa massificação paradisíaca em torno do assunto, sou obrigado a fazer minhas ressalvas, mesmo apoiando a mesma causa...
  • Anarquista  17/10/2015 22:25
    Eu ja gostei do artigo apesar de, ou talvez exatamente por, utilizar a maconha. É apenas uma opiniao do autor, e acho que seria ótimo se as pessoas que são contra o uso utilizassem argumentos para convencer no lugar de repressão violenta.
    Também me parece produtivo, pois muitas pessoas contrárias ao uso atribuem aos libertarios a 'defesa' das drogas, e é bom que fique claro que a opinião pessoal não é algo que deva ser imposto.
    Confesso ter problemas quando utilizam essa argumentação - que libertarios são a favor de drogas - pois pessoalmente sou a favor do uso, e tenho que suprimir minha opinião nessas conversas para não confundir o interlocutor que seja anti drogas (diferentemente da experiência do autor convivo muito mais com pessoas que não fazem o uso de maconha).
    Esse acabou sendo um ótimo texto para mostrar a quem venha atacar o libertarianismo com essa argumentação, de que o mesmo não deve a menos a priori ser a favor do uso, apenas contra sua repreensão coercitiva.
    Discordo do autor apenas em sua opinião pessoal, o que acho bom já que considero produtivo a divergência de opiniões quando exposta de maneira não violenta.
  • Wesley de Oliveira  18/01/2016 17:02
    Exatamente. Não goatei de ser chamado de "perdedor" e "Otário", mas deixando a ofensa pessoal de lado, o artigo não tem nenhum argumento plausível, apenas a opinião completamente pessoal do escritor sobre a sua experiência ruim e seu gosto a respeito da droga. Eu uso e não acho q isso me torne um idiota, mas isso é uma escolha minha, assim como o escritor escolheu não usar a maconha, mas talvez goate do alcool. Que diferença faz entre uma droga e outra se são apenas maneiras diferentes de se entorpecer?
  • doctorguy  06/05/2016 23:40
    Concordo Cicero, tudo bem não gostar da maconha mas não precisa rotular os usuários partindo da premissa vivenciada pelo autor.

    Tem gente que gosta e tem gente que não gosta, ponto. Agora afirmar que TODO fumante de maconha ENCHE a cara de álcool e é idiota e é isso e aquilo já foge do IDEAL LIBERTÁRIO do instituto, que é o pacto de não-agressão. Palavras também podem ferir e agredir.

    Se o autor é contra a maconha, tem todo direito de dizer, enfatizar, trazer informações científicas que promovam o desuso da droga. Porém xingar, menosprezar, taxar, rotular, generalizar, transforma a discussão em um "nós contra eles".
  • Raphael Cavalcanti  16/10/2015 14:31
    Ótimo artigo pra passar na cara daqueles caras que ficam dizendo que libertários querem que as pessoas sejam vagabundas maconheiras...
  • User  16/10/2015 17:27
    Sou empresário trabalho todos dias até mais que o horário comercial em minha loja de informática bem sucedida, tenho 2 faculdades, conquistei tudo sozinho sem "presente de parentes", apos o trabalho vou todos os dias a academia, mas quando estou em casa gosto de fumar um e relaxar escutando uma musica boa, levar meu dog caminhar etc...com a maconha sai do tabagismo de 10 anos e pode acreditar cigarro empreguina nas roupas no carro em tudo a maconha tem sim seu aroma mais aguçado mas se extingue rapidamente, tudo isso é muito tabu e preconceito, meu ponto de vista maconha não é tudo isso, acredito que os usuários de álcool socialmente tem muito mais danos a saúde dele e dos próximos pq bêbado é um bixo escroto fedorento a mijo ridículo dono da verdade e corajoso (muito mais atrás de um volante). Experimente no lugar daquela cervejinha de domingo fume 1, na segunda vc ta 0 bala, sem ressaca disposto e muito mais feliz!
  • Mr Citan  16/10/2015 18:28
    O seu relato é a prova de que existe sim um fanatismo da maconha, aonde a incompatibilidade de gostos pessoais, já é taxada de preconceito.
    P.S. - Evite o "apelo a autoridade" quando for opinar alguma coisa.
  • anônimo  16/10/2015 19:04
    Uma coisa que ele falou é verdade. Se todo mundo que bebe, fumasse maconha, teríamos menos violência. Afinal, maconheiro é tudo bobão.
  • Bryan Holland  16/10/2015 20:06
    O preconceito está, na verdade, no texto. Achar que maconha é coisa apenas de vagabundo, 'bobão' (tão 4a série esta) e burro, é um absurdo. Até porque é bem possível que grande parte dos ídolos da maioria aqui sejam - ou foram - consumidores da erva e nem por isso deixaram de ser sensacionais para muitos.
  • ZinDf  16/10/2015 20:24
    Trocar um vício por outro da na mesma. A diferença é que fumar maconha tá na modinha.
  • Maconheiro Libertario  23/10/2015 00:29
    Óbvio que não. Trocar um vicio na literatura produzida por Marx e por outro vicio na literatura de Mises nunca será o mesmo.
  • Alfred  16/10/2015 14:32
    Está ai um texto polêmico que não vai agradar nem conservadores, esquerdistas e pseudos liberais.

    Mas foi uma ótimo leitura e concordo com a opinião exposta.
  • Alma sombria  16/10/2015 15:24
    Como conservador estou plenamente de acordo com o artigo ;)
  • Carlos  16/10/2015 15:42
    Eu até ia discordar de alguns pontos do texto, mas aí fui ler as opiniões "ponderadas e embasadas" dos apologistas da maconha na página do IMB no Facebook.

    https://www.facebook.com/MisesBrasil/posts/10153054346286356

    Rapidamente, passei a concordar com cada linha do autor do artigo, muito especialmente com aquele parágrafo que fala do fanatismo dos apologistas da maconha.
  • anônimo  16/10/2015 19:14
    Maconheiros, e estou dizendo uns 90% para mais porque vivo em um ambiente alternativo, são apologistas fanáticos da maconha.

    Mesmo se fosse descriminalizada (o que eu e o site defendemos) acho que isso ainda não mudaria. Droga é droga. Deixa o usuário completamente bobão.
  • Fernando  16/10/2015 14:37
    Tenho a mesma posição que o autor, mas sobre bebidas alcoólicas.
    Não bebo, não gosto de gente bêbada, não participo de eventos onde o foco é bebedeira.
    Já deixei de participar de muita coisa e deixei de ter vários amigos por causa disso, e paciência.
    A liberdade é a mesma para os dois lados - para o outro encher a cara e para eu não fazer isso.
  • cmr  16/10/2015 17:22
    Eu já adoro uma cachaça.
    Bebo raramente mas bebo.
    O que eu chamo de raramente ?, R: Sei lá, depende... Que tal todas as noites antes de dormir ?.kkkkk
  • Alexandre  17/10/2015 16:12
    Eu tive problemas parecidos com os do autor no mundo do álcool. Não gostava da ressaca, do cheiro e da perda do bom senso que o álcool traz. A maconha, em todos os aspectos, quando comparada com álcool, é muito menos prejudicial, IMO, como droga para "encontros sociais". A pessoa só fica completamente lesada após muitos baseados ou quem faz o uso seguidamente, mesmo assim, fica menos lesada do que alguém que se embebeda todos os dias.
  • Anderson S  16/10/2015 14:38
    Para os críticos de plantão (pessoas que aproveitam para criticar por criticar), o texto deve ser lido como uma declaração, confissão pessoal, e não uma constatação empírica ou fundamentação metafísica.

    Já sobre o último parágrafo:

    "Adoraria ver o regresso dos bons e velhos tempos em que o uso da maconha era amplamente visto como depravado e ignóbil, um hábito de derrotados. Porém, para regressarmos a isso, será essencial abolir a guerra estatal contra a maconha, para que padrões normais (e não-estatais) de desaprovação social — mais perspicazes, mais severos e mais eficazes — voltem à cena. Quando isso ocorrer, a realidade de que fumar maconha é um hábito nojento voltará a ser óbvia para todos."

    É impossível que tal coisa venha (volte) a acontecer, e isso pelo simples fato de que nossa sociedade é altamente progressista, o que contrapõe uma visão conservadora/restauradora, infelizmente.

    Se o indivíduo defender algum tipo de comportamento e princípios que seja contra a mentalidade progressista - "abaixo todos os padrões patriarcais-repressores-fascistas-blablabla-etc" - é prontamente taxado de ser contra a liberdade (ironia, não?).

    Quando me perguntam como é que sou libertário e conservador (em costumes) ao mesmo tempo, digo que não passa de uma defesa para tantas porcarias que surgiram e continuam a surgir.

  • brunoalex4  16/10/2015 14:39
    Só tenho uma coisa a dizer: perfeito!!!
  • Nelio  16/10/2015 14:42
    Excelente artigo

    Agora se prepare pro ataque dos Zé Droguinhas
  • Ramon  16/10/2015 14:45
    Eu penso exatamente como o autor.
    Fumar maconha tem exatamente o mesmo status de comer merda. Por mim a pessoa pode ser livre para comer merda, mas eu não sou obrigado a achar bonito
  • Carlos  16/10/2015 15:09
    Gostaria de saber a visão dos libertários e a possivel solução para o problema das cracolândias.
  • Graieb  16/10/2015 15:13
    Enquanto as ruas forem estatais e o espaço for "público", não há solução.

    A maneira correta de resolver a situação é esta: os governos devem legalizar o uso de propriedades privadas para que drogados possam se drogar livremente (até a morte). Aí não haveria nenhum problema de conflito de interesses. Não haveria praças, parques e demais locais públicos sendo tomados por zumbis. É assim que tem de ser.

    Feito isso, drogados terão de se virar para encontrar alguma propriedade privada na qual se drogar -- ressaltando que, atualmente, as drogas são proibidas mas os zumbis ocupam impunemente a propriedade pública para fazer suas nojentices.
  • Ricardo  17/10/2015 00:36
    Se drogar livremente até a morte é solução para o problema das drogas?
  • Kadu  17/10/2015 14:20
    Se consideramos que somos livres, inclusive com o aval divino do livre-arbítrio, respondo: SIM!
  • Ricardo  17/10/2015 19:56
    Caro Kadu, vamos analisar essa sua afirmação a partir de duas situações distintas mas que levem ao mesmo resultado. A morte do drogado.

    1° Ele quis cometer suicídio. Isso é problema dele, sendo uma escolha pessoal do indivíduo, acho que não temos muito o que discutir.

    2° Ele morreu por overdose. É uma situação totalmente distinta da anterior, ele não quis se matar. A morte dele em nada beneficia a sociedade (em última instância é um consumidor a menos para o seu fornecedor).

    Como a segunda opção pode ser uma solução para o problema das drogas?
  • Paulo  16/10/2015 15:13
    Opinião é isso ai, não necessariamente tem de agradar a todos.
  • Alguem  16/10/2015 15:13
    Assim como quem não toma banho e se veste mal, usuários de maconha causam danos apenas a si próprios.
    ---------------------
    o que há de errado em se vestir mal?
    È sério mesmo eu quero entender o julgamento de valor que há por traz de se vestir mal, e como isso seria mal para a pessoa.
  • Ninguém  16/10/2015 15:19
    "o que há de errado em se vestir mal?"

    No mínimo, terá dificuldades para conseguir empregos bem remunerados (lamento) e não será visto como uma pessoa séria.

    De resto, o autor disse que o problema é exclusivo de quem se veste mal. Por que você está tão brabinho com a opinião subjetiva e não-coerciva de alguém?

    "È sério mesmo eu quero entender o julgamento de valor que há por traz de se vestir mal, e como isso seria mal para a pessoa."

    Acho que você está excessivamente delicado. Se eu lhe conhecer pessoalmente e falar que você é feio, você ficará na cama para o resto da vida, deprimido, e dormindo abraçadinho com o travesseiro? Parece que sim.
  • Max Rodrigues  16/10/2015 16:04
    "Devemos ser uma obra de arte ou vestir uma." - Oscar Wilde
  • MTAD  26/10/2015 13:03
    Independente da maconha ou não, todos somos vencidos por um vício, seja legal ou ilegal, assim como todos temos manobras de como encarar os problemas e soluções ao decorrer da vida, logo o julgamento sobre as ações de cada um acredito que cabe ao indivíduo e não do coletivo.
  • Andre  16/10/2015 16:23
    "...como isso seria mal para a pessoa."

    só quem se veste mal sabe o quanto se vestir mal é prejudicial à si mesmo, socialmente.
  • Anonimo  30/10/2015 15:54
    Se vestir mal é ralativo.O Tucker com aquela gravatinha borboleta dele ia passar vergonha se fosse pedir um emprego no vale do silício, onde todo mundo com QI bem maior que o dele prefere jeans, camiseta e uma roupa mais informal.
  • Cupertino  30/10/2015 16:37
    O nível dos detratores e críticos mostra bem que tipo de gente o autor descreveu. E mostra que ele está repleto de razão quando comentou sobre a "inteligência" desta gente.
  • Felipe  30/10/2015 17:12
    Por que?

    Dê um exemplo aí...
  • R Santos  16/10/2015 15:16
    Maconha causa amnésia e mais umas paradas aí que eu não me lembro...
  • João  16/10/2015 15:25
    Putz, maconha tem um aroma tão bom, difícil alguém que não goste. Também discordo emoutros pontos. Ninguém usa droga para debater alguma coisa. As pessoas bebem para ficarem eufóricos, dançarem, perderem a vergonha, etc, assim como quem fuma maconha faz para relaxar, ouvir música, ler algum livro, mas não para debater alguma coisa com alguém.
    Só não venham dar opinião sobre se dar o cu é bom ou ruim, melhor manter o site discutindo os eventos relacionados com mudanças econômicas, como por exemplo, as consequências da proibição da maconha.
  • Fernando  16/10/2015 15:45
    João, a julgar pelo seu comentário desconexo, posso imaginar o que você fumou antes de escrever
  • Joao  16/10/2015 16:07
    O que não conseguiu entender? Tem segundo grau? Olha que está simples hein...
  • Alfred  16/10/2015 16:12
    "Só não venham dar opinião sobre se dar o cu é bom ou ruim, melhor manter o site discutindo os eventos relacionados com mudanças econômicas"

    Quem está dando um pitaco aqui é você.

    O site publica o que ele bem entender. E em defesa do artigo, foi uma opinião muita bem escrita e que está de acordo com a visão liberal/libertária.
  • Joao  16/10/2015 16:22
    Sim, eu dando pitaco (ou opinião) e repito: não devem se preocupar com escolhas individuais como usar álcool, usar maconha, dar o cu, comer méquidonaldi, correr morro abaixo, pagar pra ver jogo de futebol, etc e sim fazer comentários relacionando os eventos da sociedade com a economia, compreende?
    Se eu acho fumar maconha ruim, não é problema meu e não quero que saibam da minha opinião, mas se estão usando dinheiro dos impostos que pago para combater o tráfico ai sim é problema meu. Sabemos que maconha se fuma sendo proibida ou não, devido as escolhas individuais, se faz bem ou não, se eu acho feio ou bonito, não muda em nada, o problema não é esse.
  • Ricardo  16/10/2015 16:35
    Ou seja, você quer estipular o que uma página de internet, que é propriedade privada de seus administradores, pode ou não falar. Como já suspeitado, você é um totalitário.

    Queria ver como você reagiria se eu estipulasse o que você pode ou não falar na sua casa.
  • Joao  16/10/2015 16:55
    Ai que está a questão. Nunca foi uma página de opinião sobre gosto pessoal. O que você gosta ou não gosta não tem nada que ver com liberdade individual ou liberdade econômica, capisci? Pode pegar o exemplo que for, não tem valor algum. Já está até confundindo vocês, achando que ser libertário é dar opinião sobre ser feio ou bonito beber, fumar ou usar pochete kkkkkk Pessoal do site fugiu totalmente da proposta.
  • Arquimedes  16/10/2015 17:10
    "Nunca foi uma página de opinião sobre gosto pessoal. O que você gosta ou não gosta não tem nada que ver com liberdade individual ou liberdade econômica, capisci? Pode pegar o exemplo que for, não tem valor algum."

    Ué, a defesa do comunismo, do socialismo e de qualquer tipo de intervencionismo também é, na prática, a manifestação de um gosto pessoal. Vai dizer que isso não tem a ver com "liberdade individual" ou com "liberdade econômica"?

    Sendo assim, pela sua lógica, sempre que este site criticar comunismo, socialismo e intervencionismo ele estará cometendo o supremo sacrilégio de atacar "um gosto pessoal".

    Igualmente, defender estatais, saúde pública, educação para todos e até mesmo a própria existência do estado é também uma atitude que exprime um gosto pessoal. Logo, atacar esses sistemas configura um ataque aos "gostos pessoais" de estatistas e intervencionistas, e isso não pode acontecer.

    Consequentemente, o IMB está doravante proibido de falar sobre absolutamente qualquer coisa, pois irá ofender as sensibilidades do João.
  • Joao  16/10/2015 17:28
    Que conversa fiada. Existem mil razões para descriminalizar maconha, mas nenhuma é relacionada com gosto pessoal.

  • Taxidermista  16/10/2015 19:53
    "Que conversa fiada. Existem mil razões para descriminalizar maconha, mas nenhuma é relacionada com gosto pessoal."


    Constata-se, realmente, uma tremenda dificuldade de interpretação de textos.

    Ora, o autor do texto defende justamente que os gostos pessoais contrários à maconha não devem servir de razão/justificativa para a proibição da droga.

  • Gabriel  16/10/2015 20:30
    ''Que conversa fiada. Existem mil razões para descriminalizar maconha, mas nenhuma é relacionada com gosto pessoal.''


    Sim. E o autor do artigo é totalmente favorável a discriminação.

    Não estou entendendo como é que a discussão foi parar em proibir isso ou discriminar aquilo, sendo que, novamente, o autor deixou bem claro que é favorável a discriminação não só da maconha como de todo as drogas.

    Qual é o seu ponto, João?
  • Joao  17/10/2015 12:56
    Meu ponto é respeitar a liberdade de decisão, ou seja, não tem que ver com gosto, as pessoas devem ser livres para fazer o que quiserem consigo mesmas, o que gostam, o que não gostam ou o que não sabem se gostam. Não deve ter interferência sobre as decisões individuais.
    Por isso repito, mesmo que seja com boa intenção, em prol da liberdade, o gosto pessoal do autor não tem validade alguma. A liberdade deve ser uma premissa, ou seja, vem antes do saber se gosta ou não de alguma coisa, logo, o gosto pessoal de alguém não interessa a sociedade.
  • Taxidermista  18/10/2015 00:29
    "Meu ponto é respeitar a liberdade de decisão, ou seja, não tem que ver com gosto, as pessoas devem ser livres para fazer o que quiserem consigo mesmas, o que gostam, o que não gostam ou o que não sabem se gostam."

    Prezado Joao,
    leia de novo essa sua frase, com calma.
    Você está dizendo que o seu "ponto" é que a "liberdade não tem que ver com gosto", mas as pessoas "devem ser livres para fazer o que gostam ou o que não gostam".

    Vamos de novo?

    Você diz que "liberdade não tem a ver com gosto"; mas, ao mesmo tempo, diz: "as pessoas devem ser livres para fazerem o que gostam ou o que não gostam".

    Vamos mais uma vez?
    Segundo você, liberdade não tem a ver com gosto, mas as pessoas devem ser livres para fazerem o que gostam ou o que não gostam.

    Agora me diga, depois de ter lido isso com calma: você não consegue enxergar a autocontradição explícita na sua assertiva?
  • Taxidermista  16/10/2015 17:50
    "O que você gosta ou não gosta não tem nada que ver com liberdade individual ou liberdade econômica"

    É mesmo, é?
    Tem gente que gosta de empreender, mas tem gente que gosta de atrapalhar quem gosta de empreender. Todavia, para o nosso amigo Joao, o que as pessoas gostam ou não gostam "nada tem a ver com liberdade".

    Tem gente que gosta de poder usufruir de produtos mais baratos, e isso às vezes só se consegue com produtos importados, mas tem gente que gosta de impedir você de usufruir de produtos mais baratos, ao argumento de "proteger a indústria nacional". Porém, para o nosso amigo Joao, o que as pessoas gostam ou não gostam "nada tem a ver com liberdade".

    De fato, o amigo Joao tem um conceito de "liberdade" bastante curioso.

    E esse conceito curioso se desdobra:

    "Se eu acho fumar maconha ruim, não é problema meu e não quero que saibam da minha opinião".

    Uma vez que você não quer que saibam de sua opinião, você deduz que o Tucker também não deveria querer que soubessem da opinião dele? Ora, você tem a liberdade de não expressar a sua opinião; logo, o Tucker tem a liberdade de expressar a opinião dele a respeito, e as pessoas têm a liberdade de querer saber a opinião do Tucker. Ah, havia esquecido, para você o que as pessoas gostam ou não gostam "nada tem a ver com liberdade"...

    "mas se estão usando dinheiro dos impostos que pago para combater o tráfico ai sim é problema meu"

    Nesse trecho você demonstra que simplesmente não compreendeu a mensagem do texto: o Tucker pretende enfatizar que a posição libertária - ou seja, a defesa da cessação da utilização do dinheiro dos impostos para combater tráfico - não implica apologia às drogas.

    Amigo, você confunde liberdade com aquilo que você considera "digno/importante de ser expressado". E o pior: você acha que as pessoas são livres apenas para expressar aquilo que você considera digno/importante de ser expressado, uma vez que você acha que "o que as pessoas gostam ou não gostam nada tem a ver com liberdade".

    De resto, quem diz uma coisa dessas - "não devem se preocupar com escolhas individuais" - é alguém que desconhece por completo tanto a economia da escola austríaca quanto o libertarianismo.
  • Joao  16/10/2015 18:44
    Não tem mesmo. Pode pensar de modo contrário ao que você expôs. Se você não gosta de empreender não quer dizer que seja bom isso, compreende? Estão misturando gosto pessoal com o que é melhor para todos. Se você gosta de Estado grande por ter um emprego público não quer dizer que seu gosto seja o certo.
    O que vale são argumentos legítimos, fundamentados na realidade dos fatos, nos resultados conhecidos, na lógica. Se você não gosta de beber então devemos proibir o álcool? Quais as consequências de uma proibição dessas? Qual o sentido de eu saber se você gosta ou não gosta?
    Voltando ao tópico, se o autor gosta ou não de maconha (ou seja lá do que for que ele goste ou não) não interessa. Não são gostos pessoais que devem influenciar na decisão de escolha individual. Se 99% das pessoas não gostam de fumar maconha não quer dizer que o 1% restante não possa gostar e seja proibido de fumar. Será difícil entender isso?
  • Taxidermista  16/10/2015 19:23

    Caro Joao:
    seu discurso é praticamente ininteligível.

    "Se você não gosta de empreender não quer dizer que seja bom isso, compreende?"

    Em que momento eu disse que gostar de fazer alguma coisa implica ser bom nessa coisa?

    "Estão misturando gosto pessoal com o que é melhor para todos."

    Em que momento eu disse que o gosto de uma pessoa implica que esse gosto seja o melhor para todos?

    "Se você gosta de Estado grande por ter um emprego público não quer dizer que seu gosto seja o certo."
    Bom, aqui você está refutando a você mesmo: lembra-se da sua frase "se estão usando dinheiro dos impostos que pago para combater o tráfico ai sim é problema meu"?
    Seja como for, e de novo, em nenhum momento foi afirmado algo semelhante.


    "O que vale são argumentos legítimos, fundamentados na realidade dos fatos, nos resultados conhecidos, na lógica."

    É mesmo? Seria bom você aplicar isso ao seu discurso.

    "Se você não gosta de beber então devemos proibir o álcool?"

    Bom, com essa sua frase eu passo a ficar em dúvida se você está falando sério, ou se está de gozação. O texto do Tucker é exatamente sobre o fato de que não gostar de algo não implica querer proibir esse algo, lembra?

    "Qual o sentido de eu saber se você gosta ou não gosta?"

    Imagine que você é um empreendedor do ramo de bebidas alcóolicas. Agora imagine alguém chegando para você e perguntando "qual o sentido de saber se os consumidores gostam ou não da bebida que você produz?". Imaginou o que você pensaria a respeito dessa pessoa? Pois agora aplique isso que você imaginou para você mesmo.

    "Não são gostos pessoais que devem influenciar na decisão de escolha individual."

    É mesmo? O que deve influenciar a decisão de escolha individual então? Se alguém vai numa loja comprar uma roupa ela deve deixar de lado seus gostos pessoais na hora de sua decisão individual? Incrível.

    "Se 99% das pessoas não gostam de fumar maconha não quer dizer que o 1% restante não possa gostar e seja proibido de fumar."

    E quem disse o contrário? De novo, o texto é contra a proibição, lembra?

    "Será difícil entender isso?"

    Repito: o seu discurso é praticamente ininteligível.












  • Joao  16/10/2015 18:56
    Daqui a pouco aparece um dizendo que se 51% não gostam então ninguém pode gostar kkkkk surreal! O gosto pessoal não interessa, deve-se respeitar a liberdade individual, simples assim. O gosto pessoal do autor não tem valor algum. Se você quiser fumar maconha, usar pochete, comer bacon, dar o cu, comer méquidonadis, etc, faça! Não me interessa os motivos que o levam a fazer isso e minha opinião não é relevante. E nem a opinião de um ditador. Podem escrever mil linhas ai que nada muda esse fato.
  • Taxidermista  16/10/2015 19:43

    "Daqui a pouco aparece um dizendo que se 51% não gostam então ninguém pode gostar kkkkk surreal!"

    Não há como saber de onde você extraiu a conclusão de que o autor do texto (ou alguém que respondeu a você) teria insinuado algo próximo a isso. Repito: o Tucker afirma que não gosta de maconha, mas defende o direito dos demais de gostarem da erva, defendendo, inclusive, a descriminalização.

    "O gosto pessoal não interessa, deve-se respeitar a liberdade individual."

    Essa sua cisão entre gosto (e escolha) pessoal e liberdade individual é um verdadeiro enigma. Respeito à liberdade individual implica respeito ao livre exercício dos gostos (e escolhas) pessoais, desde que esse exercício não interfira no mesmo exercício pelos demais.

    "O gosto pessoal do autor não tem valor algum."

    Você parece que ainda não entendeu que o autor não se limitou a expor seu gosto pessoal: ele faz isso para reforçar um argumento em prol da liberdade e em prol da descriminalização das drogas. E volta a lhe dizer: imagine-se como um vendedor em uma loja de whisky. Agora imagine alguém entrando em sua loja. Agora repita sua frase: o gosto desse (possível) cliente por whisky não tem valor algum!". Consegue ver como seu discurso "faz sentido"?

    "Não me interessa os motivos que o levam a fazer isso e minha opinião não é relevante."

    De novo, do fato de você considerar sua opinião irrelevante você infere que a opinião do Tucker seria irrelevante, e pior: você conclui que todos deveriam achar irrelevante a opinião dele, e você ainda conclui que ele próprio, Tucker, não deveria expor a opinião dele, porque você a considera irrelevante. A sua opinião está bem mais próxima da opinião de um ditador do que você imagina.

    "Podem escrever mil linhas ai que nada muda esse fato."

    Ou seja, uma mente confusa e dogmática.

  • Diego S  16/10/2015 21:56
    Joao,

    Ou vc tem dificuldade de interpretação de texto ou está passando vergonha desnecessariamente. O site valoriza a LIBERDADE DE ESCOLHAS INDIVIDUAIS e RESPEITO CA PROPRIEDADE PRIVADA ( a qual inclui seu corpo). Ora o autor deste texto é BEM CLARO, ao afirmar que não gosta de maconha (respeite a liberdade individual de cada pessoa) , mas ainda assim DEFENDE a descriminilizacao da mesma (respeito a liberdade individual dos outros), mesmo achando ele o uso maléfico (respeito a propriedade privada - inclui o corpo). Ou seja, qual ponto do texto vc não entendeu? Se vc respeitar esses dois pilares, não precisa se expor de ignorante (desconhecimento do assunto) desnecessariamente.
  • Joao  17/10/2015 13:05
    Liberdade de decisão vem antes de gosto pessoal. Pessoal ai escreve mil bobagens para confundir e para complicar o simples.
  • Taxidermista  18/10/2015 00:48
    "Liberdade de decisão vem antes de gosto pessoal. Pessoal ai escreve mil bobagens para confundir e para complicar o simples."

    Prezado Joao,
    é você que parece incapaz de enxergar as bobagens que você está escrevendo, que mostram como você está confuso ao tentar simplificar algo que, definitivamente, não é simples para você.


    "Liberdade de decisão vem antes de gosto pessoal".

    Será mesmo, Joao?
    Imagine o seguinte cenário: você, por hipótese, gosta muito de Coca-Cola.
    Agora imagine que no país A exista uma abundância de Coca-Cola, sem qualquer restrição no comércio da bebida.
    O ditatorial país B, todavia, proíbe o comércio da bebida; as pessoas são proibidas de beberem Coca-Cola.
    No país A, portanto, você pode dar vazão ao seu gosto por Coca-Cola: não é cerceada a sua liberdade de decisão de comprar e beber Coca-Cola.
    No país B, ao contrário, você não pode satisfazer o seu gosto por Coca-Cola, gosto que, assim, resta frustrado porque é cerceada a sua liberdade de decisão de comprar e beber Coca-Cola.
    À vista disso, você continua afirmando que "liberdade de decisão vem antes de gosto pessoal"?
    Esse exemplo serve, também, para mostrar como você está equivocado em sua insistência em insinuar que "gostos pessoais não tem importância alguma": ora, uma coisa é você não querer saber (ou não se importar com) o gosto de determinada pessoa em relação a algo; outra coisa, bem diferente, é dizer, de maneira generalizada, que "os gostos pessoais são irrelevantes".





  • Edi "Doppelgänger" Rorato  16/10/2015 22:29
    Por favor, continuem discutindo, pena que não tenho um beque para acompanhar esse raciocínio fantástico de vossa senhoria.
    Para completa, vou ser um pouco ambíguo: Um monte de conservador enrustido querendo ser liberal, pq senão vão trair Mises, isso é engraçado. Hoje em dia é tão difícil encontrar pessoas honestas (inclusive em opiniões). Sim, o sistema nos corrompe. Vê-se que o autor do texto reprime sua repulsa para o bem comum. Louvável ou deprimente?
    Todos estão errados: liberais, conservadores, comunistas, capitalistas, etc. Os seres humanos não pensam da mesma maneira, bem como não é estável em suas convicções ("Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante..." Seixas, R.) e nenhum sistema se adapta as mudanças de opinião do ser humano. O mundo que você vive e suas experiências pessoais estão estritamente ligadas a seu contexto de vida, social, cultural, etc e a suas opiniões estarão atreladas a ela e ela poderá mudar.
    "Si vis pacem, para bellum." (Provério Latino) - "Se queres paz, prepare-te para guerra." Este dito foi magistralmente completado por Humberto Gessinger em Hora do Mergulho: "Se não queres nada, descanse em paz."
    PS: Eu gosto dos utópicos, comunistas e libertários, todos tem razão. Eu quero um estado mínimo que faça o máximo. Eu disse que seria ambíguo.
  • Gangbanger  16/10/2015 22:45
    Esse aí quase - quase! - se igualou ao "Típico Filósofo/Típico Universitário"
  • Luis Gustavo  17/10/2015 02:35
    Uma alma boa no meio do inferno, que coisa linda, parabéns!
  • Guilherme Oliveira Marinho  16/10/2015 15:32
    É triste ver o Tucker não tem mais nada para fazer do que um texto preconceituoso e com diversas mentiras para atrair sei lá quem aos ideais libertários. Pior é ver o Helio e a trupe do IMB se deliciando com esse tipo de arquivo.

    Não há qualquer tipo de evidencia (principalmente científica) que suporte um maior nível de "burrice" por parte dos usuários de maconha. E também não há absolutamente nada nesse texto que sirva para qualquer tipo de aprendizado.

    Fico triste em ver a linha editorial do Tucker e do IMB.
  • Marcelo Lemos Serrano  16/10/2015 15:58
    Esse Guliherme é tão libertário, mas tão libertário, que quer censurar até a opinião não-coerciva de uma pessoa sobre uma planta!

    "Não há qualquer tipo de evidencia (principalmente científica) que suporte um maior nível de "burrice" por parte dos usuários de maconha."

    Quando fazia faculdade, havia quatro pessoas que fumavam maconha diariamente. O diálogo com essas pessoas era impossível: arrastado, desconexo, de raciocínio lento, e busca incessante por palavras. Não dava para conversar com eles por mais do que 40 segundos.

    Coincidência ou não, recentemente vi pelo Facebook dessas pessoas que até hoje elas se tornaram um absoluto nada na vida.

    "E também não há absolutamente nada nesse texto que sirva para qualquer tipo de aprendizado."

    Na verdade, o maior aprendizado está justamente na pirraça feita por pessoas como você e aquelas que estão comentando no Facebook. Não há maneira mais efetiva de dar razão a um articulista do que ver confirmada na prática as coisas que ele descreveu. Em cores vivas. Acho que nunca antes os detratores de um artigo fizeram tanto para cofirmá-lo.

    "Fico triste em ver a linha editorial do Tucker e do IMB."

    Está cada vez melhor. 100% libertária, sem jamais defender a agressão de inocentes, e inclusive mantendo-se no sagrado direito de falar o que quer, sem se deixar patrulhar pelo politicamente correto. Que continuem assim.
  • Ze Dendagua  16/10/2015 16:38
    Marcelo Lemos Serrano 16/10/2015 15:58:23

    "Quando fazia faculdade, havia quatro pessoas que fumavam maconha diariamente. O diálogo com essas pessoas era impossível: arrastado, desconexo, de raciocínio lento, e busca incessante por palavras. Não dava para conversar com eles por mais do que 40 segundos."

    Isso me remeteu a uma certa governAnta.
  • Beto  16/10/2015 18:45
    Marcelo Lemos Serrano

    Discordar com o texto agora é querer censurar? Caraca, alguns levam as coisas a extremos por aqui não? Discordar agora virou sinônimo de censura. O cara não fala em nenhum momento sobre proibir este tipo de texto...

    E o pior que era tão difícil rebater o cara sem recorrer a falácia e sarcasmozinho infantil, pois existe sim muito estudo científico que prova que maconha deteriora o cérebro, principalmente se usado nas fases de desenvolvimento onde o cérebro ainda não está "finalizado".

    Lembro sempre dos comentários do Leandro quando vejo esse tipo de resposta dos "defensores libertários". O cara é um dos mais fodas por aqui e nunca precisou recorrer a ataque pessoal ou falácia pra responder comentário. Pessoal deveria seguir o exemplo dele.
  • Thiago   16/10/2015 16:02
    Sem dúvida, o brasileiro deve ser um dos povos mais coitadistas e vitimistas do mundo.

    Você dá uma simples opinião a respeito de um comportamento -- opinião essa que não embute nenhuma exortação por coerção, muito pelo contrário -- e o sujeito já vem a público chorar, gemer, espernear (sem, obviamente, fornecer nenhum contra-argumento) e pedir para você ser calado. E ainda se diz libertário!

    Ainda melhor do que esse Guilherme acima foi a seguinte opinião postada no Facebook:

    Flagra só o nível dos comentários de alguns maconheiros no Facebook:

    "E qual a utilidade de almofadinhas de gravata borboleta cujo único emprego é escrever em think tank como esse Jeffrey Tucker e tantos outros?

    Qualquer maconheiro que trabalhe de gari na prefeitura fará mais falta à sociedade do que um cara desses.

    Aliás isso é um filtro que quem quer se dizer "libertário" ou qq denominação aqui do lado de cá da ferradura tem que começar a aplicar: "Essa pessoa tem um emprego de verdade?"

    Que é muita gente que só estuda e escreve, nunca trabalhou na vida. Escrever não é trabalho. Qq pessoa inteligente escreve e além de escrever se expressa de mil outras maneiras.

    O cara ter que ser um eterno desempregado de gravata borboleta pra escrever? Não entendo isso...

    Opinião de desempregado, pelo menos pra mim, não interessa"


    Espero sinceramente que o IMB não queira cortejar esse tipo de "libertário" e que continue se mantendo firme nos princípios que sempre o nortearam, sem jamais ceder à patrulha dos invejosos e rancorosos.
  • Andre  16/10/2015 16:30
    "...preconceituoso..."

    O texto não foi preconceituoso, foi pós-conceituoso, já que o autor conheceu muitos maconheiros antes de escrever esse texto.
  • Taxidermista  16/10/2015 18:20
    Guilherme:

    Segundo a sua lógica, a pessoa precisa gostar de maconha (e/ou de maconheiro) para não ser tachado de "preconceituoso"?

    E quais foram as "mentiras" ditas no texto?

    "para atrair sei lá quem aos ideais libertários".

    Como assim? Essa é a interpretação que você fez do "objetivo" do autor do texto?

    "Não há qualquer tipo de evidencia (principalmente científica) que suporte um maior nível de 'burrice' por parte dos usuários de maconha".

    Você está seguro dessa sua afirmativa? Uma pesquisada básica pode refutar essa sua afirmativa tão categórica, hein... De mais a mais, ainda que seja verdade isso, o texto do Tucker em nada corrobora sua assertiva de "preconceito" ou da existência de "mentiras" no ensaio. Ele está expressando a sua opinião sobre a "cultura do maconhismo", visando a reafirmar e a esclarecer a posição do libertarianismo a respeito.

    "Fico triste em ver a linha editorial do Tucker e do IMB".

    Bom, cada qual com suas sensibilidades; você já percebeu que várias pessoas não ficaram nem um pouco "triste" com isso.
  • Lucas Araujo  16/10/2015 19:23
    Ta na cara que o cara que comentou merda ou é usuário de maconha ou não é e nunca conviveu com maconheiro algum na vida! Acho que o cara estava usando maconha no momento em que comentou merda!
  • Jorge Aragão  16/10/2015 15:48
    Só disse verdades!
  • Lucas Menezes  16/10/2015 15:58
    Eu, como um jovem conservador, acredito na liberdade. Não quero que o Governo (Nem VOCÊ, nem Deus, nem qualquer outra porra) me diga o que fazer e o que não fazer.
    Fumo maconha, estudo GÊNIOS liberais e conservadores diariamente, estou no segundo semestre de Relações Internacionais e, acredite, eu sou uma pessoa MUITO mais produtiva quando estou "CHAPADÃO" e nem por isso saio queimando meu baseado na frente de pessoas e crianças no meio da rua.

    É isso que muito me enoja em algumas vertentes do pensamento conservador atualmente. Essa MANIA de bater de frente com alguns assuntos que deveriam ter sido encerrados a muito tempo.

    Maconha não mata, é inegável seus inúmeros benefícios para sociedade/medicina, etc. E, infelizmente, se tornou uma bandeira da esquerda. Sou a favor da guerra as drogas, mas sou contra a classificação de maconha como "droga". Bom avaliar também, que maconha não é só o fumo, enrolado na seda, que deixa a pessoa "boba". É também um remédio, que cura diversas doenças.

    https://www.youtube.com/watch?v=5r4et_ntdOs

    ABRAÇOS amigos.
  • anônimo  16/10/2015 16:59
    Mas ele está falando uma opinião pessoa dele.

    Ninguem está fazendo juízo de valor.

    Mas está enfatizando que os libertarios não estão nem ai com a sua vida privada.

    Apenaa está mostrando que nem todos os libertarios gostam de drogas. Ou seja a maioria nem gosta, mas não está nem ai para quem gosta ou não.

    Agora usar droga é uma escolha pessoal. E a pessoa que usa deve saber os pros (se tem) e contras.

    Quanto se faz mal ou não isso é muito relativo. Tem pessoa que tem um organismo especifico.

    Tem gente que vicia em comer chocolate. Tem gente que não vicia nem com droga.

    Mas no caso dele não foi um experiência boa.





  • jackson  16/10/2015 17:42
    Velho, vc é libertário e é a favor da guerra as drogas?

    deu tela azul, cara. travou geral.

    simplesmente não faz sentido.
  • Sérgio  16/10/2015 16:04
    Drogas como a maconha, que prejudicam somente o usuário, sou a favor que seja liberada. Nunca ví um maconheiro se transformar num monstro canibal, ou se transformar em um zumbi agressivo. A maconha está mais ou menos no mesmo nível que o alcool. Então não deveria ser proibida.

    Entretanto, drogas como o crack, oxi, que provocam alterações quimicas no cerebro do usuário e o transformam num zumbi agressivo capaz de matar a própria mãe, e estas drogas sintéticas que transformam o usuário em um monstro canibal, devem ser proibidas, sim.
  • anônimo  16/10/2015 17:03
    Ai é problema de segurança.

    Se a pessoa tem uma doença mental e sai matando todo mundo é só prender a pessoa e julga-la.

    Agora eu não vou sair fazendo testes psicologicos em td mundo pra saber quem é psicopata ou não..rs

    Se proibir qualquer substancia vai criar o mesmo problema.

    E na verdade se liberar e baratear as mais fracas com certeza não vão surgir outras fortes.

    Na época da lei seca o pessoal vendia basicamente álcool puro nos EUA.

    Ninguem usa droga pra morrer. Usa sabendo que pode morrer.

    Então sempre irá procurar a com melhor "qualidade" se assim posso dizer.

  • Sérgio  16/10/2015 17:47
    O problema é estamos falando de substâncias que provocam alterações químicas no cérebro do usuário de forma que ele não sabe o que está fazendo. Substância que transformam as pessoas em monstro agressivo.
  • anônimo  16/10/2015 19:56
    Alcool transforma as pessoas em monstros agressivos...rs

    Não tem como prever e controlar isso.

    Não tem como, ainda mais o estado.

    Agora em um mundo libertario todo mundo pode andar armado e teria segurança em varias ruas praticamente 1 guarda por rua.

    Se vier um monstro desse levará chumbo...rs




  • Tiago RC  16/10/2015 16:06
    Achei que o Tucker generalizou um pouco aí. Da mesma forma que é possível se divertir socialmente consumindo álcool sem ser alcoólatra, acredito ser possível se divertir socialmente consumindo maconha sem ser um "Salsicha". E, convenhamos, o que é pior, um Salsicha ou um alcoólatra? E, falando em álcool, essa história de "se você não bebe álcool não pode ser meu amigo" também existe.

    Apesar disso concordo com a conclusão de que o uso da maconha seria mais inofensivo caso ela fosse descriminalizada. Da mesma forma como o álcool era mais danoso durante a Lei Seca, deve haver verdade na conclusão dele de que muita gente usa maconha apenas por rebeldia.

    Para quem se interessa sobre por que algumas pessoas vão longe demais nas drogas (ou em outras dependências como jogos de azar) enquanto a maioria não, esse artigo é muito interessante: www.huffingtonpost.com/johann-hari/the-real-cause-of-addicti_b_6506936.html
  • Lucas  16/10/2015 16:15
    Opinião é opinião. Só acho desnecessário um artigo ser inteiro sobre uma visão pessoal. Assim como também não gostaria de um artigo que fosse endeusando a maconha de um ponto de vista pessoal.

    "Já o que eu vejo é muito mais óbvio. A maconha transforma você em um otário. Há um quê do personagem Salsicha, do desenho Scooby-Doo, em cada fumante: aquele jeito preguiçoso, levemente desmiolado, de andar rastejante e de fala lenta e desconexa, resultantes de se querer utilizar a maconha para anestesiar reações normais às ansiedades da vida."
    Puro preconceito de alguém que não conhece MESMO o que fala.
    Eu poderia muito bem falar que maconha deixa inteligente, pois no Ensino Médio eu era péssimo em matemática e física, e hoje, sou um dos melhores alunos da turma de Engenharia. Isso porque já fui de fumar todo dia. Conheci gente lesada assim, mas esses parecem forçar esse jeito. Querem ser vistos como "O maconheiro(a)". Ridículo.

    Eu gosto do cheiro da maconha, as vezes fede sim, pois é um fumo estragado e de qualidade 0 oriundo do tráfico. Mas se você for a um coffee shop em Amsterdã encontrará diversos tipos de fumo, com os mais diversos cheiros. E segundo relatos, não tem nada a ver com LIXO que fumamos aqui.
    No mais, a modinha hoje em cima da maconha realmente cansa. Pessoas metidas a "cool" por fumar um. Não precisa sair falando pra todo mundo que fuma, ou sair contando as experiências por aí. Tenho um amigo que só sabe falar das maconhas e drogas que já usou, e é um saco!
    Eu gosto muito de fumar de cabeça vazia, ou seja, sem preocupações e afazeres. É um hobbie. Mudou muito minha cabeça para melhor. Acredito que com moderação dá para levar numa boa qualquer coisa praticamente. Quanto a usar, fica a critério de cada um. Mas é fácil entender porque o autor perdeu amizades. Ninguém merece um chatão reclamando toda hora ou ficando de cara feia.


  • Marques  16/10/2015 16:34
    Primeiro você diz que opiniões pessoais não devem ser dadas e critica quem faz isso. Aí, logo em seguida, você próprio sai dando sua opinião pessoal sobre o autor, sobre a maconha e sobre o mundo.

    Parabéns pela coerência, irmão. (Dica: repense aí se o seu uso da maconha "com a cabeça vazia" realmente está sento tão inócuo assim).
  • Taxidermista  16/10/2015 18:56
    Simplesmente incompreensível:

    O cidadão primeiro afirma que esse trecho - "Já o que eu vejo é muito mais óbvio. A maconha transforma você em um otário. Há um quê do personagem Salsicha, do desenho Scooby-Doo, em cada fumante: aquele jeito preguiçoso, levemente desmiolado, de andar rastejante e de fala lenta e desconexa, resultantes de se querer utilizar a maconha para anestesiar reações normais às ansiedades da vida - implicaria "Puro preconceito de alguém que não conhece MESMO o que fala"; mas depois ele próprio afirma isso:
    "Conheci gente lesada assim, mas esses parecem forçar esse jeito. Querem ser vistos como "O maconheiro(a)". Ridículo. (...) A modinha hoje em cima da maconha realmente cansa. Pessoas metidas a "cool" por fumar um. Não precisa sair falando pra todo mundo que fuma, ou sair contando as experiências por aí. Tenho um amigo que só sabe falar das maconhas e drogas que já usou, e é um saco!"

    Ou seja, quando o Tucker relata suas impressões sobre maconheiros com base nos maconheiros que ele conhece(u), isso seria "puro preconceito de quem não conhece o que fala".

    Todavia, o mesmo comentarista relata suas impressões sobre alguns maconheiros com base nos maconheiros que ele conhece(u). Aí, conclui-se, não haveria "preconceito", e o comentarista seria um "conhecedor do que fala".

    Incrível.
  • Andre  16/10/2015 19:08
    "Todavia, o mesmo comentarista relata suas impressões sobre alguns maconheiros com base nos maconheiros que ele conhece(u). Aí, conclui-se, não haveria "preconceito", e o comentarista seria um "conhecedor do que fala".".

    Também já percebi isso nas pessoas que gostam de gritar "PRECONCEITO!!!" a todo instante:

    Se você tem uma opinião negativa sobre um grupo X você é preconceituoso.
    Se você tem uma opinião positiva sobre um grupo X você é esclarecido.

    As pessoas que gostam de gritar "MISÓGINO!", "RACISTA!", "HOMOFÓBICO!", "ISLAMOFÓBICO!"...
    e tantos outros usam exatamente o mesmo princípio.

    Acho que só não usam o termo "MACONHAFÓBICO!", porque essa palavra soa de forma um pouco cacofônica.
  • ZinDf  16/10/2015 20:44
    Você queria que o autor tivesse como uma referência uma daquelas pesquisas do tipo que "cheirar peido previne cancêr"?

    Tem casos que é melhor você ter uma opinião própria a respeito de uma coisa do que se basear em pesquisas que não tem nada a ver.
  • Não existente  16/10/2015 16:19
    Não excelente artigo..... como alguém pode escrever um "artigo" baseado em "experiências pessoais" ? Bom que seja, mas onde está escrito que ela é "cafona" ou que quem fuma tende a ser mais "retardado"? por favor, só me diga as referências bibliográficas, o autor, ano, e página. Se for baseado somente em "experiência de vida" faça me o favor.... leia mais....

  • leopoldo  16/10/2015 16:33
    O texto é extremamente rico,porém age com uma sana a tudo o que é VIRIL... concordo que com a proibição a maconha recebeu um valor a mais, tanto economico como social, é exatamente por isso que existem pseudos maconheiros, ou aqueles que querem impurrar guela a baixo que a maconha é boa, faço uso nao vejo como algo bom mas certamente nao define o que eu sou o que eu poderia ser, porque sou o que sou e óbviamente a maconha fez parte disso, e foi um momento chave na minha vida.
  • Lambert  16/10/2015 16:39
    Sua eloquência deixa claro que você "faz uso".
  • anônimo  16/10/2015 16:55
    Sou conservador e concordo 100% com o texto.

    Concordo também com o fato de que as drogas devam ser descriminalizadas e não "legalizadas".
  • Newton  16/10/2015 17:07
    Meus caros,

    Um grupo de pessoas fumando seu baseado em um local que não incomodasse ninguém, tudo bem!! Mas as coisas quase sempre não funcionam desse modo, normalmente é porta de entrada para outras drogas. Atualmente nem é a maconha o começo, é o narguile. Tenho meninos onde moro, que começaram com narguile, passaram para maconha, hoje são viciados e traficantes. Essa discussão vai muito além de uma visão libertária ou não, há desdobramentos na vida das famílias, que só quem passou ou passa por isso sabe a dor.


    Um grande abraço e parabéns pelo site.
  • Luiz  16/10/2015 17:13
    Como conservador, acho que tanto alguns cristão, como positivistas
    são um tanto quanto desonestos, aqueles que defendem uma sociedade com menor
    interferência do Estado, pedem que o mesmo haja com imposição na vida das pessoas.
    Pasmem, sou cristão também, mas hipocrisia cansa né ? não bebo, e também não fumo. A
    a falta de clareza e argumentação das pessoas que são contra o uso ou a descriminalização, são geralmente de seres criados dentre de um casulo, pouco conhecem a vida real. É preciso respeitar as liberdades de cada um, como de crença, sexual, se quer ou não fazer o uso de drogas, eu sempre aconselho que não usem.
  • Breno  16/10/2015 17:39
    Maconha está para a sociedade assim como Hakuna Matata está para o Rei Leão.

    É isso.
  • Renato Souza  16/10/2015 18:13
    Uma coisa que não suporto é gente dizendo: "Essa é uma discussão que deveria estar encerrada".

    NENHUMA discussão estará encerrada ate que as pessoas a encerrem.
  • Marcus Rodrigues  16/10/2015 18:50
    Não sei se é um problema do texto, esse é o primeiro texto que leio no IMB e cheguei aqui por meio de um tio. Fiquei intrigado com o que observei nos comentários, parece haver uma espécie de competição sobre quem é mais libertário ou o que é ser libertário, todos pautados nos seus referências e em ataques ad hominem. O texto é bem escrito, mas é necessário que se crie a atmosfera de que classe social pertence o autor e em que contexto a vida dele foi desenvolvida. Não conheço o autor e esse texto não me deu muitos motivos para me interessar pela figura ou o que tem a dizer, embora não exclua a possibilidade de gostar de algum texto em outra área, só que é um texto carregado de pessoalidade e de conotações errôneas, preconceituosas e conservadoras, mas quem sou eu para julgar os gostos de alguém. Entretanto, uma pequena parte do texto me incomodou bastante e apenas por ele eu não deixei de comentar e seguir minha vida tranquilamente. E foi o trecho a seguir:

    "Quaisquer que sejam as consequências que a maconha tem sobre as pessoas, uma postura de tolerância em relação aos não-usuários não é uma delas. "Preconceito fanático" é uma descrição cabível. Aliás, nunca entendi como foi que se tornou socialmente obrigatório ser agressivo com os fumantes de tabaco, mas infinitamente tolerante — e até mesmo festivo — com os fumantes de maconha."

    Não busco aqui argumentar sobre isso, mas convido-os a refletirem sobre isso, acredito que boa parte de vocês já teve contato com alguém que já fumou, fuma ou tem certa curiosidade em provar a maconha. Eu nasci e moro ainda hoje em um bairro pobre de Salvador então há uma certa naturalidade em lidar com as drogas, já que as mesmas estão suficientemente presentes nesses ambientes, porém até meus 19 anos nunca provei nada além do álcool. Durante o ensino médio convivi com amigos que já haviam provado e gostado, que não tinham gostado, que nunca provaram e os que usavam sempre ou em raros casos. Uma das coisas que eu observei em TODOS os lugares que eu fui, que eu conheci, que convivi e TODAS as pessoas com que eu ando que usam é que ninguém tenta te forçar a fumar maconha. Sim, eles te perguntam se você usa, se gosta, mas nunca me pressionaram para fumar, já não posso dizer o mesmo do álcool.

    Entendo que o texto é dele, que a opinião é dele e que a vivência é dele e de vocês que concordam em tudo, mas convido que reflitam sobre essa passagem, pois as vezes reproduzimos discursos que não experienciamos e isso acaba levando desinformação à frente, acaba demonizando pessoas que estão fazendo o que querem sem ferir o espaço de ninguém e são pessoas que geralmente são mais fáceis de lidar do que gente alcoolizada, por exemplo: experimente pedir gentilmente à um grupo de bêbados que abaixe o som e aguarde a reação.

    Abraço.
  • Fernando  16/10/2015 19:30
    Eu ia parar de ler no "mas é necessário que se crie a atmosfera de que classe social pertence o autor", mas resolvi seguir.

    Devia ter parado.

    Falou, falou, e não falou nada. Vc cita uma passagem do texto e "discorda concordando" com o que o autor escreveu, sobre a atual tolerância com o uso.

    E a sua conclusão é a mesma do autor: Quem quer usar, use. Quem não quer usar, não use. Quem acha uma imbecilidade usar, que ache. Se esse é o primeiro texto que você leu por aqui, sugiro que leia outros, especialmente os que falam sobre o princípio de não agressão.
  • Felipe  16/10/2015 20:24
    Muito interessante o seu comentário, Marcus.

    Especialmente este trecho: "mas convido que reflitam sobre essa passagem, pois as vezes reproduzimos discursos que não experienciamos e isso acaba levando desinformação à frente"

    Sábias palavras.

    Bem vindo ao IMB.
  • Érico  16/10/2015 19:02
    Eu sinceramente espero que não continuem mandando matérias sobre achismos por aqui. Este é um dos únicos sites que está livre disto, e realmente espero que consigam manter a qualidade e objetividade que sempre teve. Isto é uma sugestão direta para os admins.

    Antes que alguém venha criticar meu comentário: Não, não fumo maconha. Sim, é um site privado e eles postam o que bem entendem. Se deixar de me agradar eu simplesmente posso (e vou) buscar outro melhor. Mas como consumidor, antes prefiro entrar em contato com o prestador de serviços para expressar meu desagrado.
  • Veríssimo  16/10/2015 19:13
    Descrever experiências de vida e constatações decorrentes de inúmeras interações humanas está longe de ser um mero "achismo".

    Você, obviamente, tem todo o direito de não ter gostado do texto, mas se o seu argumento é que o autor apenas disse "achismos", então sua reclamação enquanto consumidor carece do mais básico fundamento.

    Se você apenas dissesse que "o autor falou mal de uma vaca sagrada e ele não poderia ter feito isso", sua crítica ao menos seria mais procedente.
  • Erico  16/10/2015 19:35
    Se tem necessidade de mais detalhes, tudo bem. O site sempre manteve um posicionameto ''amoral'' com relação a seus posicionamentos, e há uma grande carência de sites assim. Gostei muito do que ele disse. Mas há muitos outros com este tipo de relato. Se ele criasse um artigo falando sobre como o libertarianismo é ''universalizável'' e aceita qualquer tipo de opinião, seria mais adequado ao escopo atual que o mesmo segue.
  • Paranaense  16/10/2015 19:20
    "Adoraria ver o regresso dos bons e velhos tempos em que o uso da maconha era amplamente visto como depravado e ignóbil, um hábito de derrotados. Porém, para regressarmos a isso, será essencial abolir a guerra estatal contra a maconha, para que padrões normais (e não-estatais) de desaprovação social — mais perspicazes, mais severos e mais eficazes — voltem à cena. Quando isso ocorrer, a realidade de que fumar maconha é um hábito nojento voltará a ser óbvia para todos."

    O autor começou o artigo na linha conservadora, tentou terminar na linha libertária, e no último parágrafo acabou admitindo que a única solução é conservadora (contrária à militância libertário-esquerdista-partido-verde-gramscista).
  • Goiano  16/10/2015 19:45
    Não tenho problemas quanto a isso, mas -- e infelizmente! -- pedir para "abolir a guerra estatal contra a maconha" não é exatamente uma bandeira conservadora. Gostaria que fosse.
  • Slaine  16/10/2015 20:02
    'abolir a guerra estatal contra a maconha PARA QUE PADRÕES NORMAIS DE DESAPROVAÇÃO SOCIAL VOLTEM À CENA'
  • Emerson Luis  15/03/2016 11:22

    As bandeiras progressistas só se sustentam enquanto houver um "Estado de Bem Estar Social" que protege as pessoas das consequências de suas ações obrigando todos a "socializar" estes resultados em vários sentidos.

    A partir do momento que as pessoas são livres para fazer o que quiserem desde que (1) não prejudiquem outros e (2) que elas próprias arquem com os custos e consequências dos seus atos, elas percebem que muitas destas bandeiras levam à autodestruição e então os valores conservadores passam a fazer sentido.

    Liberalismo não é libertinagem, é liberdade com responsabilidade.

    * * *
  • Taxidermista  16/10/2015 19:59
    "acabou admitindo que a única solução é conservadora".

    Qual parte do texto em que o autor defende a descriminalização das drogas que você não entendeu?

    (Obs.: defender descriminalização das drogas não implica "militância libertário-esquerdista-partido-verde-gramscista". Acredito que o amigo já saiba disso.)
  • Paranaense  17/10/2015 00:50
    Goiano, a solução conservadora a que me refiro no caso, é onde o autor disse: "Adoraria ver o regresso dos bons e velhos tempos em que o uso da maconha era amplamente visto como depravado e ignóbil"
    Caros Slaine e Taxidermista: Me parece que voces estão sendo ingênuos. O autor está supondo que liberar o consumo e comércio da maconha vai fazer os padrões normais (e não-estatais) de desaprovação social — mais perspicazes, mais severos e mais eficazes — voltarem à cena! Pena que esses padrões normais (CONSERVADORES) não existem mais há um bom tempo, por culpa do MARXISMO CULTURAL. Se vocês não sabem, um dos objetivos do marxismo cultural é acabar com os valores éticos e morais da sociedade e da família. Valores éticos que muitos libertários gostam de escandalizar. Engraçado como os auto-proclamados libertários gostam de se alinhar à esquerda nas questões das LIBERTINAGENS pessoais, mas gostam do liberalismo dos conservadores na economia...
    A minimização do problema das drogas, no contexto atual do sociedade é quase impossível, Começaria com um retorno ás raízes conservadoras da moral cristã, e aí , só depois disso, as pessoas poderiam ter discernimento suficiente para pesar entre o uso ou não uso das drogas. Aí, não teria mais o apelo da relatividade moral que hoje domina qualquer debate. Aí sim, poderia ser liberado o consumo e comercio da maconha, como é com o álcool e o cigarro hoje.
    Para os apologistas da maconha, vejam esse site:
    blog.comshalom.org/carmadelio/37718-holanda-arrependida-liberacao-maconha-prostituicao-67-populacao-favor-medidas-liberais
    existem outros sites que falam sobre isso também, basta "arejar" a cabeça para ver...
  • Taxidermista  17/10/2015 05:19
    "Valores éticos que muitos libertários gostam de escandalizar; (...), libertários gostam de se alinhar à esquerda na libertinagem".

    Com essas frases, você assina o atestado de que realmente não sabe o que significa libertarianismo.
    Procure nesse site o texto do Rothbard chamado "mitos sobre libertarianismo", e ali você vai ver, dentre outras coisas, que libertarianismo não tem nada a ver com "libertinagem".
    Aliás, essa sua confusão entre libertarianismo e "libertatinagem" (bem como essa sua frase de que libertários "gostam de escandalizar valores éticos") mostra que você não entendeu o texto do Tucker.
  • Slaine  17/10/2015 09:49
    Eu sei que o marxismo cultural está firme e forte, os comentários por aqui confirmam isso.Só citei aquele trecho pra falar a mesma coisa que vc, que quando o Tucker fala de uma solução conservadora ele não estava se referindo à descriminalização por parte do estado.
  • Rodrigo Cardoso  16/10/2015 19:42
    Para todos que estão falando mal do artigo e da opinião pessoal do autor: vocês estão tremenda e vergonhosamente equivocados.

    O que o autor fez foi belo e moral: mesmo sendo pessoalmente contra, mesmo tendo boas razões para não usar e não estimular o uso da maconha, ele está defendendo o SEU direito de usar, cultivar, vender e empreender sem ser criminalizado.

    É muito fácil para os "pessoalmente interessados", i.e., maconheiros e cultivadores, defender uma bandeira por interesse próprio. Difícil e magnífico é defender a bandeira dos outros.

    Parabéns pela sinceridade e coerência do articulista. Mais uma dentro do mises.org!
  • Otávio Soares  16/10/2015 19:58
    Exato! Nêgo além de querer aprovação irrestrita para seus hábitos, acha um escândalo haver pessoas que não compartilham de seu entusiasmo para com a erva, mesmo que tal pessoa defenda inflexivelmente seu direito de fumá-la. E aí dizem que ele é preconceituoso e não entendeu todo o poder transcendental e metafísico de dar uns tapinhas.
  • Rhyan  16/10/2015 19:48
    Ninguém toma cachaça pra ficar mais inteligente. Talvez o uso da cocaína torne a pessoa mais comunicativa e social, mas não conheço os efeitos dessa droga no meu próprio corpo.
    Maconha é um droga muito introspectiva apesar de ser usada em grupo.

    Sou fã do Jeffrey Tucker e fiquei surpreso pelo artigo tão pobre. Parece artigo de um blog qualquer de alguém que gosta de opinar e escrever sobre qualquer coisa.
  • Taxidermista  16/10/2015 20:32
    "Ninguém toma cachaça pra ficar mais inteligente. Talvez o uso da cocaína torne a pessoa mais comunicativa e social, mas não conheço os efeitos dessa droga no meu próprio corpo.
    Maconha é um droga muito introspectiva apesar de ser usada em grupo."

    Pois bem, e aí? Qual a relação disso com o texto? O Tucker por acaso afirmou que as pessoas fumam maconha "para ficar mais inteligente"? O aventado caráter "introspectivo" da maconha nem sequer é abordado no texto.

    "Sou fã do Jeffrey Tucker e fiquei surpreso pelo artigo tão pobre."

    Você não disse pq o artigo seria "tão pobre". O seu parágrafo acima não tem qualquer correlação com essa adjetivação do ensaio do autor.

    "Parece artigo de um blog qualquer de alguém que gosta de opinar e escrever sobre qualquer coisa."

    O artigo não é sobre "qualquer coisa". É sobre liberdades individuais (o valor humano mais importante) e libertarianismo. Conforme falou o leitor Rodrigo, é uma defesa do "SEU direito [e do direito de todos] de usar, cultivar, vender e empreender sem ser criminalizado".
  • Rhyan  17/10/2015 17:32
    Acho que vc não leu o artigo. Esse diz exatamente isso. Pessoas que fumam maconha são idiotas e não socializam segundo o Tucker. É um artigo opinativo sem sentido para uma grande pessoa como o Tucker e um excelente site como o IMB.

    Se eu escrever um artigo dizendo porque não gosto de cebola vocês vão publicar?
  • Taxidermista  18/10/2015 00:13
    "Ele diz exatamente isso. Pessoas que fumam maconha são idiotas e não socializam segundo o Tucker."

    Rhyan, quem não leu o artigo foi você. Ou, se leu, precisar ler de novo. E de novo. E depois mais uma vez.

    Se você interpretou o artigo como sendo um texto em que o Tucker simplesmente teria dito que "pessoas que fumam maconha são idiotas e não socializam" você está com uma dificuldade de interpretação de textos tremenda, o que fica ainda mais estampado quando você diz "se eu escrever um artigo dizendo porque não gosto de cebola vocês vão publicar?"

    Prezado, vou te dizer mais uma vez: a artigo não é sobre "qualquer coisa" ou sobre simplesmente "não gostar de maconha ou de cebolas". É uma defesa das liberdades individuais (o valor humano mais importante) e uma exposição do libertarianismo relativamente a um tema específico. O autor mostra a posição do libertarianismo relativamente ao tema específico das drogas, argumentando que o gosto de determinadas pessoas, contrário às drogas, não deve servir de justificativa para proibi-las. Conforme falou o leitor Rodrigo, é uma defesa do "SEU direito [e do direito de todos] de usar, cultivar, vender e empreender sem ser criminalizado".
    Se você acha que isso é o mesmo que você dizendo que "não gosta de cebolas", você precisa, além de reler o artigo, rever seus pressupostos conceituais quanto à dimensão prática das liberdades individuais.
  • paulo  27/10/2015 19:49
    Eu penso que devemos aceitar incondicionalmente as decisões do usuário de drogas, discordando caso queira. Eu aceito que o outro fume, porém discordo de sua conduta. A ideia do artigo era para ser essa, mas o autor começou a atacar o usuário o chamando de abobado e com um raciocínio lento, ou seja, ridicularizando a pessoa que fuma. Agora eu pergunto qual o sentido de você ridicularizar a pessoa que fuma maconha? Ou você quer convence-la de que é errado fumar ou quer humilha-la para que seu ego fique inflado com ar de superioridade. Portanto eu penso que não pode existir liberdade com pessoas se relacionando desse jeito, é neste ponto fraco que as intervenções externas querem se fixar, pois as relações humanas não são sadias ao ponto de uma pessoa não conseguir discordar sem humilhar ou ridicularizar ou ofender o outro. São estas relações infantis que se apresentam cada vez mais na sociedade.


    Dizer que quem fuma é bobão, burro, idiota, mal educado só é mais uma forma de querer punir o comportamento. Esse modelo de punição já está ultrapassado, as pessoas precisam tentar compreender o outro de forma mais genuína sem querer enquadra-lo nas heranças culturais que nos são introjetadas.

    Quando você rotula de forma agressiva um usuário, você não consegue gerar nada além de bloqueio e um possível contra-ataque que provavelmente levará para um bate boca sem nenhuma produtividade, que é o que mais se vê nestes comentários. Liberdade é um conceito muito complexo e fica difícil cultiva-la com pessoas que não aceitam respeitosamente o outro (que não está agredindo ninguém). Por isso o primeiro passo para batermos no peito dizendo que somos a favor da liberdade é tentar cada vez mais compreender e aceitar o outro, mesmo que isso signifique também discordar de seus comportamentos.
  • Slaine  16/10/2015 21:09
    Não é um artigo pobre, ele escreveu sobre o gosto pessoal dele mas tocou em um ponto muito importante que vai muito além da maconha, que é o fato de que muita gente confunde a postura do libertarianismo quando este fala que X não deve ser considerado crime mesmo que X seja um ato lastimável.
  • Christian Gonzaga  16/10/2015 20:02
    De fato conheço muitas pessoas que usam maconha e sinceramente o autor não está errado!
    O cheiro é horrível, o de cigarro já é, mas a maconha se supera! Ainda considero, quem fuma qualquer coisa, um fracassado... Sinceramente não vejo graça, não dá para entender o que uma fumaça tem de tão "mágico". Mas não entendo reclamação da galera nos comentários, afinal você expôs apenas que não gosta, que não acha algo legal, e não que deva ser proibida! Galera precisa de mais interpretação.
  • anônimo  16/10/2015 20:07
    Tá faltando ainda o comentário do "TÍPICO alguma coisa"...

    Dessa vez ele vai sugerir alguma "bolsa-usuário", algum "vale-fumo".
  • Mr Citan  16/10/2015 20:47
    Ele está em algum lugar comemorando a saída do Levy. :-D
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  16/10/2015 20:16
    TUDO deve ser deixado ao sabor do Mercado: as pessoas têm que decidir suas vidas. Só não a Saúde, Segurança Pública, INSS e Direitos Trabalhistas, além dos direitos adquiridos, óbvio.
  • Felipe  16/10/2015 20:32
    "TUDO deve ser deixado ao sabor do Mercado: as pessoas têm que decidir suas vidas."

    "Só não a Saúde, Segurança Pública, INSS e Direitos Trabalhistas, além dos direitos adquiridos, óbvio."

    As duas frases são completamente incompatíveis... Então não entendi se você estava falando sério ou se foi algum tipo de ironia...
  • Rhyan  16/10/2015 20:32
  • Slaine  16/10/2015 21:12
    Quanto menor o universo amostral menos verdadeira é a estatística, vc sabia disso não sabia?
  • Fernando  16/10/2015 21:44
    Maconha é para fracassados ?

    Quem sabe a Withney Houston e Ray Charles não se deram bem pelo uso da cocaína ?

    O BOB Marley mitou no reggae e fumava baseado o dia inteiro.

    Qual é o problema se alguém plantar coca para consumo próprio ?

    Os milionários de Hollywood estão fumando muita maconha.


    Vender drogas pode ser falta de ética, mas produzir para consumo próprio é uma liberdade individual.

    Suicídio não é crime.
  • Ronaldo  16/10/2015 22:22
    Uma exceção não faz a regra.

    A maioria dos maconheiros e outros drogados são completamente desajustados.
  • Slaine  17/10/2015 10:01
    Onde foi que o Tucker disse que só fracassado fuma maconha?
    Falácia do espantalho.
  • Rhyan  17/10/2015 17:34
    O problema é a generalização. Não é sobre estatística. Lógico, alguém sob efeito de maconha não vai parecer um gênio, assim como alguém embriagado.

    As pessoas não usam drogas recreativas para ficar mais inteligente.
  • Slaine  20/10/2015 15:54
    Nem a generalização é problema, se o cara quer construir a opinião dele baseada nisso o problema é dele.Se 90% de maconheiros forem retardados e ele quiser generalizar, ele que arque com (oh que terrível) o risco de deixar de contratar um empregado que seja um desses 10% de maconheiros inteligentes.
    Sim as pessoas são livres pra discriminar.
  • Yves Marcel Cury  16/10/2015 21:05
    Ridículo, absolutamente ridícula essa matéria... bem digna de uma pessoa leiga que acha que sabe de tudo e nem almenos aguento um trago sem ter vontade de vomitar... fraco.... e ainda e fraco de cabeça... muitas pessoas não gosta pelo simples fato de ser proibida... tem tantas coisa que é muito pior e ninguém fala como alcool, tabaco e outra... porem achar que somos otário. só pq discutimos coisa sobre universo, desenho... me desculpe mais otário e você com esse argumento sem fundamento!!!! e sem cultura!! hj em dia a maconha e usada até para tratamento do câncer... e vc acha que é coisa que prejudica... vai se informar... seu velho...
  • Saint Laurent  16/10/2015 21:13
    Esse também é bem articulado e eloquente. Um ótimo propagandista da erva e seus efeitos.

    Pena que o autor do artigo não fala português. Iria se deliciar. Raras vezes na minha vida testemunhei os detratores de um artigo se apressarem tanto para confirmar cada palavra do autor.
  • Matheus  16/10/2015 22:22
    A Pessoal que escreveu esse artigo provavelmente não consume bebidas alcoólicas, dizer que não usa a Planta porque ela deixa abobada e etc é besteira, no caso você tem que ser contra o Álcool, porque ele deixa algumas pessoas violentas, algumas perdem o controle de si. Não que eu seja a favor da maconha, mas no caso acho o Álcool pior.
  • José Roberto Ferreira  16/10/2015 22:37
    Exatamente como previsto pelo autor do artigo, o estado do Oregon legalizou a maconha ... e ninguém mais se importou:

    fee.org/anythingpeaceful/oregon-legalized-pot-and-nobody-cares/
  • Rodrigo Polo Pires  16/10/2015 23:01
    Não gosto, então pode liberar. Que beleza, é bom não ser viciado, não conheci um viciado até hoje que gostasse de ser viciado. Também conheci maconheiros que não hesitariam em quebrar a cara de quem estivesse a fim de apanhar, e podem acreditar... de morrer. Vocês conhecem apenas bundas mole de faculdade, barras pesadas nunca viram, como também não viram pirralhos ficarem viciados com uma tragada. Otários são vocês que acham que liberar essa merda vai ser bom.
  • Slaine  17/10/2015 10:07
    Na verdade não é só liberar, um barra pesada desses no mínimo ia ter o que merece num mundo em que todo mundo tivesse o direito de andar armado.
  • Eu  17/10/2015 14:28
    Você usa álcool?
  • Felipe R  17/10/2015 00:02
    Tenho discurso um discurso parecido para com meus amigos conservadores e os esquerdistas com quem convivo. Só que eu faço um adendo ao argumento do senhor Tucker: entorpecentes serão naturalmente mau vistos, ou mesmo boicotados, pela inciativa privada produtiva, pois pessoas sob efeito prejudicam terceiros ao executar alguma atividade que envolva equipes ou que tenha interação direta com clientes (exceto talvez se for para algum processo criativo, e sozinho, como no caso de músicos).

    Meus amigos engenheiros de obra têm mais problemas com trabalhadores viciados em maconha que com alcoólicos, por exemplo (não é uma generalização, mas sim um depoimento, como o do articulista).
  • Fernando  17/10/2015 00:59
    Peraí, "entorpecentes serão naturalmente mau vistos, ou mesmo boicotados, pela inciativa privada produtiva"?

    De que planeta vc veio? Só para ficar no exemplo mais recente:

    www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/10/1693298-ab-inbev-e-sabmiller-anunciam-a-terceira-maior-fusao-da-historia.shtml


    Não apenas são bem vistos, como são abraçados pela iniciativa privada. E melhor ainda: a qualidade do produto aumenta. O que é melhor, um whisky padrão Red Label ou um moonshine feito num porão e contrabandeado pelo Al Capone? O mesmo se aplica a qualquer tipo de droga. Seria muito melhor, para quem quer se drogar, comprar de uma farmacêutica, sabendo da procedência, da qualidade e dos efeitos, do que comprar de um traficante.
  • Felipe R  17/10/2015 00:11
    Em tempo. Eu disse que tinha um adendo ao Tucker, mas me enganei. Ele expôs o mesmo no ultimo parágrafo.

    My bad.
  • Nóia  17/10/2015 00:37
    Sabe o que eu quero?

    Maconha!

    O barato é loco, Jão! Vamo acender um banza e manda fumaça pra cachola. Slk, mó briza, aí. Legaliza logo, pô! pra galera fica feliz.
  • RR  17/10/2015 01:23
    A pessoa para mim, tem o direito de usar a droga que quiser, desde que o cheiro ou fumaça não entre na minha casa... porque em lugares públicos (na rua), eu é que tenho que procurar outro lugar, não é? Não uso drogas (incluindo cigarro), não quero usar, e nem ficar perto de quem usa. Porque dessa forma, é ela quem está invadindo minha privacidade. Longe da minha pessoa, quem quiser usar que se f*** (se for amigo ou parente eu iria aconselhar a não usar, é claro). Substâncias que mexem com o cérebro, são viciantes, e causam danos irreparáveis, mesmo esses sendo imperceptíveis a curto prazo.
  • Rafael  17/10/2015 01:50
    O final do texto me fez discordar de Tucker. Se a maconha for vendida like bananas, a propaganda vai se tornar muito mais massiva, com todos os aparatos de produção que a melhor propaganda pode fazer. Logo, não creio que o consumo vai ser considerado desprezível somente pelo fato de não haver mais repressão estatal. Num exemplo factual, a sofisticação existente do mercado de maconha ocorreu graças à comparação com a maconha vendida em locais onde ela é ilegal (a famosa prensada), com a maconha desenvolvida em locais cuja repressão estatal é rara ou inexistente. Acredito que com a liberação, a maconha se tornaria muito mais apelativa em termos de propaganda, e consequentemente, seu uso seria muito mais atrativo do que é hoje. Dificilmente seu hábito se tornaria desprezível. O autor também se equivoca ao dizer que a maconha se tornou cool por causa da perseguição estatal. A maconha se tornou cool onde a maconha é pouco ou nada reprimida pelo estado; onde há repressão, a macinha é associada ao banditismo.
  • Caio Melvin  17/10/2015 01:54
    Concordo com 80% do artigo,acredito que a maconha seja algo asqueiroso,e até por isso,não acredito que a descriminalização seja o caminho,já que essa porcaria não traz nenhum engrandecimento moral a nenhuma civilização,ao contrário,como diz o próprio artigo,é um agente emburrecedor.Ou seja,sou contra a descriminalização,inclusive a decisão tomada pelo STF foi completamente burra.É por essas e outras que apenas sigo a lógica liberal estritamente na economia.O que deve ser feito é:rasgar a constituição de 88,intituir a pena de morte para péssimos elementos (incluindo os traficantes),aumentar o efetivo do exército e a fiscalização em nossas fronteiras e criminalizar o usuário de drogas com penas de 2 a 5 anos.Assim teremos um progresso real contra as drogas.
  • austriacos.com  17/10/2015 02:12
    "Podem me odiar à vontade, mas irei dizer mesmo assim: a maconha é nojenta."

    Sinto muito te desapontar, mas não tirei te odiar apenas por você sentir ogeriza por uma planta. A sua opinião não afeta em nada a minha vida.

    "Fumar maconha é, dentre todos os tipos de fumo, o pior hábito de todos. A coisa fede. O cheiro é muito pior que o de cigarros convencionais. Não dá para ficar em um mesmo ambiente com pessoas fumando maconha."

    Quer dizer que entre todos os tipos de fumo, o que denota o pior cheiro é, então, o que reflete também o pior hábito. Interessante a sua opinião, diz muito a respeito das suas preferências por odores.

    Com relação às pessoas fumando maconha no mesmo ambiente que você: direitos de propriedade.

    "A maconha também deixa as pessoas abobadas e com um raciocínio lento. Consequentemente, ela destrói encontros sociais ao tornar toda a ocasião menos inteligente."

    Talvez você fique menos inteligente ao fumar maconha, e talvez, também, todos os que você conhece tenham a mesma opinião. Contudo, é apenas a sua opinião, a qual não é compartilhada por alguns maconheiros, que acreditam ter encontros sociais mais inteligentes e produtivos se ela for temperada com muita maconha.

    Extrapolar a sua realidade para todo o resto é uma atitude que só reflete a pouca intimidade que você tem com o tema.

    "No que mais, é extremamente rude fumar maconha perto de pessoas que, como eu, não toleram o cheiro da coisa e nunca encostariam em um baseado."

    Entendi a sua opinião a respeito do cheiro da maconha. Que se resolva pelos direitos de propriedade.


    "Especialmente irritante é a tentativa de menosprezar e escarnecer aqueles de nós que têm interesse zero em fumar uma planta que transforma o fumante em um otário."

    Seria a "tentativa de menosprezar e escarnecer" a opinião de um maconheiro dizendo que você deve fumar. Entendi. A sua opinião que diz que a planta transforma o fumante automaticamente em um otário seria o que? Na minha opinião a sua opinião é apenas uma opinião, e em nada me afeta. Pode escarnecer a vontade, será apenas tentativa.

    "É por esse motivo que devo me confessar particularmente estupefato ao constatar quão estranhamente badalada e em voga a maconha se tornou."

    Certo, então você estupefato porque muitas pessoas agora tem opiniões diferentes das suas? Entendi. É realmente estranho as pessoas gostarem de coisas que você não gosta. Deveríamos todos prestar mais atenção à sua opinião

    "Quando eu era criança, fumar maconha era considerado um ato depravado e perigoso. Hoje, se você falar isso perto de praticamente qualquer pessoa com menos de 30 anos de idade, ela lhe dará um sermão sobre quão maravilhosa a maconha realmente é."

    Parece que as pessoas mudaram as suas opiniões com relação ao hábito de consumir maconha. Se as pessoas reagem à sua opinião de forma desagradável, porque você continua oferecendo-a?

    Talvez você devesse selecionar melhor as pessoas com quem conversa, pois alguém pode achar a sua opinião sobre maconha ofensiva. Sabe como é, pessoas tem opiniões diferentes sobre as coisas.

    "Os defensores da maconha podem citar todos dados supostamente científicos que quiserem, mas eu sei mais apenas por causa da minha experiência de vida. Eu ainda me lembro de quando a maconha deixou de ser proibida e passou a ser modismo. Eu fazia faculdade no estado da Virginia e morava com outros quatro caras no andar de cima de uma casa. Eles eram absolutamente viciados na planta."

    Não se preocupe, não irei te importunar com os dados que você, sem conhece-los, afirma serem "supostamente científicos". Não te incomodarei com isso pois sei que a sua larga experiência de vida em torno desta planta oferece todos os dados necessários para embasar a sua opinião e contraditar todas as outras.

    "Todas as noites — e eu realmente enfatizo que eram todas as noites —, eles juntavam dezenas de latas de cerveja, ligavam o rádio em uma estação de rock, acendiam seus baseados e fumavam ininterruptamente das 5 da tarde até 1 da manhã. Eles simplesmente ficavam sentados no sofá conversando coisas idiotas em um tom de pseudo-profundidade. Eles falavam sobre o universo, sobre a vida em outros planetas, sobre personagens de desenho animado e por aí vai."

    E como você pode ter certeza que era a maconha, e não a cerveja, que os deixava idiotas? Ah, já sei. Era a maconha, na sua opinião.

    "Normalmente, eu jamais teria má vontade para com a maneira que outros voluntariamente escolhem se divertir, mas fazer isso todas as noites? Com o tempo, não consegui conter meu crescente sentimento de desprezo."

    Repulsivo não é? Entendo a sua opinião.

    "Eles continuamente me pressionavam a se juntar a eles. A coisa foi se transformando em alta pressão. Inevitavelmente, acabei cedendo e dei uma tragada seguida de uma inalada. Fiquei instantaneamente nauseado. Assaltei a geladeira e fui para a cama, odiando a mim mesmo. Nunca mais fumei novamente e jamais o farei."

    Que maconheiros malvados! Te pressionaram tanto que foi inevitável! Meus deus, que absurdo!

    Contudo, vejamos o lado bom: serviu de experiência, e que baita experiência. Agora você pode falar da maconha com conhecimento de causa, já que provou e, na sua opinião, não foi bom pra você. E, claro, se não foi bom pra você é porque certamente não o será pra mais ninguém.

    "Desde então, nos anos subsequentes, fumar maconha deixou de ser visto como um hábito de derrotados e se transformou em uma cultura universal entre os jovens. Parece haver dezenas de maneira de fumar maconha — enrolada num papel, cachimbo, bongos, comestível etc. Não consigo me manter atualizado. E as variedades de maconha disponíveis surpreendem. Sempre que me oferecem a erva, recebo uma completa apresentação sobre a modalidade em questão, como se estivesse em um restaurante chique participando de uma degustação de vinhos."

    Exato, deixou de ser visto como um hábito de derrotados pois algumas pessoas se deram contas que fumar maconha não o torna, automaticamente, um derrotado. Essa é uma nova opinião que surgiu com relação ao tema, diferente da sua.

    A "gourmetização" da maconha é apenas um reflexo das novas legislações sobre o tema, que, agora, deixam as pessoas livres para consumir, produzir e comercializar a planta. O livre mercado opera milagres, não?

    "As alegações feitas em defesa da substância estão cada vez mais implausíveis. Se você realmente parar para ouvir as pontificações dos usuários, terá a certeza de que a maconha é o caminho mágico para uma vida longa, bem-sucedida e repleta de êxtase. A única porta de entrada que ela oferece é para a felicidade."

    As tais alegações são apenas opiniões também, tal qual a sua. Você não precisa considera-las verdadeiras. Te é dado a faculdade de discordar e não leva-las em consideração quando for pautar as próprias atitudes.

    "Já o que eu vejo é muito mais óbvio. A maconha transforma você em um otário. Há um quê do personagem Salsicha, do desenho Scooby-Doo, em cada fumante: aquele jeito preguiçoso, levemente desmiolado, de andar rastejante e de fala lenta e desconexa, resultantes de se querer utilizar a maconha para anestesiar reações normais às ansiedades da vida."

    Entendo o seu ponto de vista. Realmente quem se porta assim é um otário, ao menos na sua opinião. Eu tinha uma concepção diferente do que seria um otário, mas é só a minha opinão. Sem querer te incomodar, mas achava que um otário era aquela pessoa enganada facilmente, ao exemplo das que se deixam levar por crendices populares de estilo "manga com leite dá febre" ou "usar drogas te torna automaticamente em um otário".




    "Provavelmente é verdade que a maconha não seja mortífera, e não estou aqui para conjecturar se ela é prejudicial à saúde. Os perigos da maconha são mais sutis. Seu uso pressupõe que todas as ansiedades desta vida devem ser abolidas, sempre e a cada tragada. Inale a fumaça mágica e exale todos os seus problemas.

    Nisso eu não acredito. A mente necessita de ansiedade; ela tem de ter esse treino, especialmente em idades mais jovens. Desapontamentos, frustrações, medos e preocupações devem fazer parte da narrativa da vida, pois estes sentimentos apenas se intensificam com o avançar do tempo. Se descobrirmos uma maneira mágica de entorpecer nossos sentidos em relação a estes sentimentos, e a uma idade jovem, como poderemos funcionar bem em um mundo adulto?"

    Entendi. Então o perigo é começar jovem, pois o jovem precisar da ansiedade. E se ele não aprender a conviver com ansiedade quando jovem, como o fará quando adulto? Que pergunta irrespondível. Realmente os males da maconha são muito sutis.

    Ela acaba com a ansiedade, e isso é um problema, pois, na sua opinião, a ansiedade é necessária para o desenvolvimento pessoal do ser humano. Interessante a sua opinião.

    "No que mais, e deixando tais considerações de lado, a estética da maconha é totalmente cafona. Já a testemunhei inúmeras vezes. Sempre que sou convidado para uma "reuniãozinha" após algum evento público, sempre fico com a esperança de que não envolva maconha. E quase sempre erro. Tão logo a fumaça (e seu fedor) começa a envolver o recinto, o nível da conversação entra em queda livre.

    E então eu perco todo o dia seguinte tentando tirar o cheiro das minhas roupas e do meu cabelo. É de embrulhar o estômago."

    Você acha que a estética da maconha é cafona, pois o cheiro te incomoda. Entendo o seu ponto de vista. Você já falou sobre o cheiro antes, ele deve te incomodar mesmo. Talvez até te deixe ansioso, mas, claro, você se preparou durante toda a juventude para esses momentos.

    Sugiro que você saia do recinto tão logo perceba a fumaça pois o cheiro é realmente forte e vai impregnar nas suas roupas. Do contrário, terá que perder o dia tentando se livrar do cheiro. Somos reféns das nossas escolhas.

    "É também algo que me entristece ver pessoas me julgando tão severamente pelo simples fato de eu não ser um usuário de maconha. Já tive amizades extremamente promissoras que foram bruscamente interrompidas tão logo confessei que não fumava maconha. A pessoa, de início, parecia apenas desapontada com a revelação. Depois, simplesmente passou a agir como se "bem, se você não fuma maconha, você jamais poderá ser meu amigo"

    Se você não fuma maconha, arque com as consequências. Uma delas é não ser bem-quisto por pessoas que tem amizades apenas com maconheiros. Se isso te entristece é um problema unicamente seu, que pode ser resolvido tão logo você decida tornar-se um maconheiro. Ou você acha que todos devem gostar de você do jeito que você é?

    "Quaisquer que sejam as consequências que a maconha tem sobre as pessoas, uma postura de tolerância em relação aos não-usuários não é uma delas. "Preconceito fanático" é uma descrição cabível."

    Você defende um "preconceito fanático" com relação aos maconheiros e acha que os maconheiros deixam de ser seus amigos só porque você não fuma? Suas opiniões são de uma clareza ímpar.

    "Aliás, nunca entendi como foi que se tornou socialmente obrigatório ser agressivo com os fumantes de tabaco, mas infinitamente tolerante — e até mesmo festivo — com os fumantes de maconha."

    Não sei o que você quer dizer com 'socialmente obrigatário', masser agressivo com alguém apenas por ela exercer o seu direito sobre o próprio corpo seria uma medida nefasta, seja contra fumantes de tabaco, de maconha ou de ópio. Você defende esta medida? Entendi a sua opinião, ela depõe bastante sobre você.

    "Apenas para deixar minha opinião bem clara, sou totalmente a favor da descriminalização da maconha (e de todas as drogas). Não quero que maconheiros sejam encarcerados. Não quero que sejam molestados. Não quero nem mesmo que a maconha seja tributada. Se você quer cultivar uma planta, empacotá-la, vendê-la e consumi-la, por mim tudo bem. Assim como quem não toma banho e se veste mal, usuários de maconha causam danos apenas a si próprios."

    Que bom que você pensa assim.

    "Já está bastante óbvio que, quanto mais a polícia persegue a maconha, mais popular ela se torna. Tenho, aliás, uma crescente suspeita de que, com efeito, foi a própria ilegalidade que gerou a implausível popularidade da maconha. Fumar maconha é uma maneira fácil de "ser contra as regras" e "desafiar o status quo"."

    Não queria te incomodar com novas informações, pois você já pediu para que eu não fizesse, mas farei mesmo assim.

    Sinto te desapontar, mas a maconha, antes da proibição, era de uma popularidade magnifica em todos os cantos do planeta, inclusive no seu pais, os EUA (creio). A maconha era usada largamente pela indústria farmacêutica -- os remédios mais vendidos eram a base desta planta.

    Isso sem falar do uso têxtil e industrial, que era muito mais amplo do que o medicinal.

    Alias, o hábito de fumar maconha, que tanto te incomoda, só se popularizou depois da probição, já que é o meio mais simples de consumo. Conforme o conhecimento e tecnologia referentes ao preparo de produtos derivados da maconha foi sendo relegado ao esquecimento, consumir a maconha através de combustão foi tudo o que sobrou.


    "O melhor argumento em prol da retirada da maconha da lista dos frutos proibidos é que sua própria normalidade já a submeteria ao tribunal do bom gosto e das boas maneiras. E, neste tribunal, estou praticamente certo de que a maconha seria condenada."

    Aqui você se engana novamente, porém de maneira mais flagrante.

    Parágrafos atrás você mencionou que não consegue se manter atualizado sobre as novidades deste universo. Essas novidades refletem o interesse crescente das pessoas, o que contradiz a sua opinião de que existiria a condenação da planta no tribunal do bom gosto e das boas maneiras.

    Ao que parece a planta caiu no gosto do tribunal, e os jurados se refestelam sempre que se descobre uma nova e boa maneira de consumir a planta.


    "Adoraria ver o regresso dos bons e velhos tempos em que o uso da maconha era amplamente visto como depravado e ignóbil, um hábito de derrotados. Porém, para regressarmos a isso, será essencial abolir a guerra estatal contra a maconha, para que padrões normais (e não-estatais) de desaprovação social — mais perspicazes, mais severos e mais eficazes — voltem à cena. Quando isso ocorrer, a realidade de que fumar maconha é um hábito nojento voltará a ser óbvia para todos."

    Você pode ter os velhos e bons tempos ao seu lado quando quiser, para isso basta secessionar-se juntamente com aqueles que pensam parecido e desejem viver do mesmo modo que você. Não são os maconheiros que te impedem, e sim o Estado.

    Já demonstrei que a popularidade da maconha não é um efeito da ação estatal, mas, se você acha que legalizando será melhor, não tenho porque discordar de você. Contudo, creio que você se decepcionará mais ainda pois a tendência é de que surjam mais variedades de maconha, mais produtos derivados dela e mais pessoas se tornem usuárias, pois, na minha opinião, é o que ocorreria (e ocorrerá).

  • Slaine  17/10/2015 09:54
    Você faz um drama imenso reclamando da opinião do Tucker mas não nota que vc também está apenas jogando a sua opinião?

    Você pode ter os velhos e bons tempos ao seu lado quando quiser, para isso basta secessionar-se juntamente com aqueles que pensam parecido e desejem viver do mesmo modo que você. Não são os maconheiros que te impedem, e sim o Estado.

    Não me diga!!!Rapaz se vc não tivesse falado niguém teria notado.
  • austriacos.com  17/10/2015 17:36
    "Você faz um drama imenso reclamando da opinião do Tucker mas não nota que vc também está apenas jogando a sua opinião?"

    Sem dúvida é somente a minha opinião. O que tentei demonstrar é que o texto todo é formado pelas opiniões pessoais do autor, as quais ele ora extrapola como verdade para todo o univerao que o cerca, e ora aponta como argumentos para denotar uma (pseudo) causalidade entre proibição estatal e a ascensão da maconha na economia.

    Em síntese, os argumentos que ele usa para sustentar afirmativas como "quem fuma maconha se torna um otário" são risíveis, além de fazer beicinho porque alguns maconheiros não quiseram ser amigos dele, e depois ainda deixa nas entrelinhas que os maconheiros viraram as costas pra ele pois são preconceituosos e se faz de vítima, mesmo admitindo defender um "preconceito fanático" contra quem fuma maconha. Como levar a sério uma opinião como essas? Chega a parecer que o Típico Filósofo deixou o site e agora escreve no lugar do autor. Ele anda sumido, não?



    "Não me diga!!!Rapaz se vc não tivesse falado niguém teria notado."

    Poisé, achei bom deixar bem claro, pois o autor do texto parece nao ter percebido isso. Se o Estado sair de cena, a situação vai ficar pior, ao menos do ponto de vista do autor. Sendo assim, creio que reste a ele apenas a secessão.
  • Michel Bastos  17/10/2015 19:36
    Este artigo do Rockwell sobre estado, democracia e formas de governo também pode ser descrito como sendo de "pura opinião pessoal". E aí, vão xingá-lo também e dizer que ele não tem esse direito? Ou é só a deusa maconha que goza desse privilégio sacrossanto?

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1005
  • austriacos.com  17/10/2015 23:41
    "Este artigo do Rockwell sobre estado, democracia e formas de governo também pode ser descrito como sendo de "pura opinião pessoal". E aí, vão xingá-lo também e dizer que ele não tem esse direito? Ou é só a deusa maconha que goza desse privilégio sacrossanto?"

    Conforme eu disse acima, não há nada de errado em emitir opiniões, eu mesmo estou aqui, emitindo a minha. O que pretendi deixar claro é que "o texto TODO (desculpe pela enfase com caixa alta, não sei grifar) é formado pelas opiniões pessoais do autor, as quais ele ora extrapola como verdade para todo o univerao que o cerca, e ora aponta como argumentos para denotar uma (pseudo) causalidade entre proibição estatal e a ascensão da maconha na economia. "

    Percebe a diferença? Em outras palavras, quis dizer que a opinião do autor em vários pontos está obviamente equivocada, tal qual quando ele extrapola para todo o universo a sua curtíssima experiência pessoal e afirma que fumar maconha torna a pessoa, automaticamente, num derrotado.

    Opiniões podem ser dadas a vontade, e a crítica a essas opiniões devem ter a mesma sorte. Então se tiver algo que eu não concorde neste texto do Rockwell, sou livre para me manifestar nesse sentido, não é? Pois foi exatamente o que eu fiz aqui.

    Com isso creio que não dá pra ser mais claro do que estou sendo: não estou atacando o direito de criticar do autor; estou criticando a crítica, pois ela é falha.

  • Anonimo  17/10/2015 23:34
    "Não me diga!!!Rapaz se vc não tivesse falado niguém teria notado."

    Poisé, achei bom deixar bem claro, pois o autor do texto parece nao ter percebido isso.'


    Como é? O cara que passou praticamente a vida inteira falando dos abusos do governo não teria percebido que é o governo que proíbe a maconha?
    Quanto mais vc fala pior fica.
  • austriacos.com  18/10/2015 12:33
    "Como é? O cara que passou praticamente a vida inteira falando dos abusos do governo não teria percebido que é o governo que proíbe a maconha?"

    É isso mesmo. O autor traça uma causalidade espúria entre proibição estatal e a ascensão economica da maconha, inferindo que existe algum tipo de efeito rebote na proibição, quando afirma que é por causa dela que as pessoas estão demonstrando interesse crescente com relação à planta.

    Com isso em vista afirmei que ele está errado, que ele não oferece argumento nenhum para sustentar essa afirmativa além da sua limitada experiência pessoal, e sugeri que ele optasse, para atender aos seus propósitos, por defender a secessão e nao a legalização, pois essa última nao é um meio adequado para ele alcançar os fins que almeja.

    Por isso tudo, sugerona secessão. Se o autor passou a vida toda defendendo a secessão ou critica do o Estado, isso é irrelevante.
  • Anonimo  30/10/2015 16:48
    '"Como é? O cara que passou praticamente a vida inteira falando dos abusos do governo não teria percebido que é o governo que proíbe a maconha?"

    É isso mesmo. O autor traça uma causalidade espúria entre proibição estatal e a ascensão economica da maconha, '


    Eis o cérebro maconhístico em ação, o cara não consegue entender a diferença entre a questão de QUEM proíbe a merda da maconha e a suposta ascenção dela.
    Afinal veja só, é tudo a mesma coisa! És ó deixar a mente livre! Que nem o Einstein que viajava na velociadade da luz pra terra do Thor...
  • Leonardo Ramos Matias  17/10/2015 19:16
    A súbita e incontida ardência anal que este artigo gerou em uma determinada franja mostra cristalinamente que o movimento libertário brasileiro precisa ser urgentemente depurado.

    Adoradores de uma planta não podem se sobrepor à liberdade de expressão de terceiros, e essas pessoas totalitárias não podem assumir o controle do movimento. Caso contrário, tudo é natimorto.

    Embora os maconhistas ainda sejam minoria, o fanatismo dessa gente não pode solapar um movimento que visa a trazer liberdade para cada indivíduo. Se essa gente for vista com estando no controle do movimento libertário, tudo vai pro saco.
  • Maconheiro Libertário  20/10/2015 12:44
    Por favor, explique-me como eu poderia ser excluído de um grupo ao qual nunca pertenci?

    Se encontrar um meio de proceder com a exclusão, por favor o faça o mais rápido possível.

  • Rafael Valle  17/10/2015 02:37
    Engraçado é como maconheiro defende com unhas e dentes a erva.

    Eu amo cerveja e se alguém disser que não bebe, ou que não gosta, ou que faz mal, eu nem ligo.

    Agora, o autor do texto fala que não gosta de maconha mas diz que ela deve ser descriminalizada e que todos devem ser livres pra plantar, vender e comprar, e nêgo ainda xinga ele de preconceituoso? Vai entender.

    Brasileiro, realmente, ainda não está preparado para ser civilizado.
  • Charles Hertz  17/10/2015 21:46
    você bebe cerveja, legal, como todo brasileiro politicamente correto, acha que está ingerindo uma substância menos danosa do que as ilegais pleo estado, como a cannabis...

    e você, com seu cérebro burro, contaminado pelo alcool, acha que as pessoas que gostam da erva não tem motivos para ir contra esse texto... é sério isso? você leu o texto? o cara fala que quem fuma maconha é fracassado, dentre tantas outras merdas que falou, e você acha isso ok? se alguém fizesse um texto e dissesse que cerveja é nojenta e quem bebe é fracassado, você não iria discordar?
  • Johann Doppler  17/10/2015 22:17
    "se alguém fizesse um texto e dissesse que cerveja é nojenta e quem bebe é fracassado, você não iria discordar?"

    Eu simplesmente iria ignorar, pois tanto a teoria quanto a empiria mostra que tal afirmação é completamente improcedente. Jamais daria audiência para qualquer pessoa que dissesse tal coisa. E muito menos ainda brigaria com uma pessoa que defende a completa descriminalização da cerveja. Pra mim, tal pessoa séria até uma aliada.

    Já vocês maconheiros, com seu súbito faniquito, acabaram dando total razão ao autor do texto, principalmente quando ele fala do fanatismo de vocês. Eu mesmo tinha achado essa parte do texto meio exagerada, mas agora vejo que o autor descreveu vocês com perfeição. Poucas vezes vi pessoas tão obtusas. E poucas vezes vi objetos de uma crítica se apressarem tanto para dar razão ao seu crítico. Absolutamente patéticos. Merecem todos os epítetos que lhes são conferidos
  • Gabriel  17/10/2015 22:36
    ''e você, com seu cérebro burro, contaminado pelo alcool, acha que as pessoas que gostam da erva não tem motivos para ir contra esse texto... é sério isso? você leu o texto? o cara fala que quem fuma maconha é fracassado, dentre tantas outras merdas que falou, e você acha isso ok? se alguém fizesse um texto e dissesse que cerveja é nojenta e quem bebe é fracassado, você não iria discordar?''

    Ou seja, segundo os próprios críticos do artigo, o maior problema aqui é o autor não ter endeusado a planta.

    Patético.
  • Andre  18/10/2015 16:48
    "se alguém fizesse um texto e dissesse que cerveja é nojenta e quem bebe é fracassado, você não iria discordar?".

    Eu gosto de beber chá de erva-doce.
    Erva-doce e maconha são ervas.

    Se o Tucker dissesse que chá de erva-doce é nojento e que quem bebe é fracassado eu iriar rir muito! :)
  • Victor  17/10/2015 02:50
    Ridículo, na minha opinião. Tudo que ele disse aí é apenas um show de preconceito e moralismo ... O qual eu defenderei até a morte o seu direito de expressar.
  • Phillipe   17/10/2015 02:59
    Maneiro é que na comunidade dos Left-Libs no Facebook tem uma porrada de "libertário" caindo de pau no Tucker, e o cara teve de ir lá pessoalmente explicar o artigo. Nêgo é muito burro no Brasil, não consegue interpretar um simples texto desses.
  • Vinicius   17/10/2015 03:00
    Eu concordo 100% com o Tucker, e fiquei extremamente decepcionado com os "liberais, libertários" que ficaram contra essa posição do Tucker.

    Que a maconha volte a ser considerada um lixo como era antes e não ser parte da agenda "cool" de todo adolescente.
  • anônimo  17/10/2015 03:10
    Vou dar aqui uma inside information: ainda nos idos de 2009, quando o libertarianismo estava engatinhando no Brasil, participei de algumas reuniões comandadas por adolescentes e "recém-adultos" que estavam tentando formalizar o Liber (o Partido Libertário).

    Embora houvesse ali algumas pessoas sérias, boa parte (a quase totalidade dos adolescentes) se reunia ali apenas para "debater" a legalização da maconha (sei disso porque estava presente). De início, fiquei com a impressão de que essas pessoas se sentiram atraídas pelo libertarianismo apenas por causa da ideia da liberação das drogas. Cheguei inclusive a compartilhar essa minha impressão com mais duas pessoas (uma delas uma mulher, que concordou comigo).

    No entanto, aquela necessidade de auto-negação (eu não queria acreditar que estava perdendo meu tempo) me fez fechar os olhos e convencer a mim mesmo de que estava fazendo um juízo errado.

    O tempo foi se passando e esse meu temor foi se confirmando: a maioria ali só queria saber de maconha. Pode até ser que hoje haja pessoas mais responsáveis no comando do partido (espero muito que sim); mas, na minha época, só dava adolescente querendo maconha.

    Por que estou falando tudo isso? Porque vendo a reação de pessoas a este artigo tanto aqui quanto em várias comunidades do facebook, constatei que, para os adolescentes, a grande vibe do libertarianismo continua sendo as drogas. Parece que nada mudou.

    Se continuar assim, um movimento tão promissor está natimorto.
  • AnôNimo  17/10/2015 03:31
    Ao meu ver o grande problema com a liberalização das drogas, é que na cabeça das pessoas teremos o seguinte "se o governo liberou, então não deve fazer tão mal". Você equilibrado leitor deste site talvez não tenha essa visão tão rasa, mas pare e pense em quantos à seu redor iriam simplesmente experimentar e daí viciar, simplesmente porque agora poderiam fazê-lo sem risco de punição ou embaraço.

    Talvez a grande maioria dos leitores aqui já pratiquem este mesmo tipo de hábito mas em relação à bebidas alcoólicas, algo amplamente aceito em nossa sociedade, cujos efeitos nocivos são conhecidos desde que o mundo é mundo. Tomam umas geladas, umas caipirinhas à mais, um vinhozinho com amigos até ficar meio entorpecido... porque relaxa...é ou não é? Qual a diferença disso em relação a fumar maconha? o efeito que se busca é o mesmo! Sem hipocrisia, por favor.

    Voltando ao tema drogas "ilícitas", não que hoje a pessoa não possa comprar se estiver disposto à fazê-lo, mas infelizmente muito cabeça fraca por ai vai experimentar, porque agora pode... é como colocar um pote cheio de balas na mesa da sala... se tiver ali, você come... quem já teve pessoas próximas que passaram do nível "dar um tapa na pantera" para viciados... passa a ver com outros olhos o consumo de qualquer droga, seja ela lícita ou não.

    Novamente, não generalizem o conteúdo deste comentário. Meu caso, se me pagassem para fumar um baseado, Eu não o faria, porém, repito, pense em quantos à sua volta teriam o exato raciocínio que estou propondo acima. Ainda sim, decisão pessoal.

    Mas que cada ação boa ou má seja adequadamente recompensada. Matou porque estava dirigindo bêbado, chapado, cheirado, é homicídio culposo com dolo eventual. Assumiu o risco. Quando tivermos leis equilibradas, justas e que se cumpram, ai pode liberar.

    Tal como o autor, esta é minha opinião. Se ajudar alguém, bem, senão, passar bem!
  • Marcos  17/10/2015 03:47
    A verdade é que a maconha comprovadamente faz sim mal a saúde do usuário e seu uso é repugnante e incômodo para os que não usam. Infelizmente, vem sendo criada uma cultura de apologia a essa droga, censurando qualquer um que diga essas coisas óbvias, e incentivando o uso indiscriminado.

    Ao contrário do autor do texto, eu discordo que a guerra as drogas tenha algo a ver com isso e que tudo vai melhorar com a liberalização. Pelo contrário, há algo muito maior do que isso, um verdadeiro lobby poderoso, que vem se alimentando através do farto apoio da mídia e de pseudo ciência. Se liberássemos tudo amanhã, tudo continuaria rigorosamente a mesma coisa.

    Esse é o alerta que faço há tempos a muitos liberais. Se engajar em uma campanha de liberação de drogas que esteja ligada a ideologia esquerdista dominante não passa de suicídio. O resultado final certamente será a diminuição da liberdade. Infelizmente, muitos incautos teimam em fazer o discurso de "não somos direita nem esquerda, então nos unimos a cada lado conforme a questão", sendo usados apenas como massa de manobra.

    Ao finalmente terem sua "vitória", o que esses liberais vão ganhar é a conta dos tratamentos dos usuários de drogas, além do aumento de danos causados por esses usuários impunemente. Pior, os maconheiros em breve constituirão uma nova minoria, brigando por privilégios cada vez maiores, além de repressão estatal a qualquer um que não concorde com o estilo de vida deles.

    Querem liberar as drogas? Então criem antes um ambiente mínimo de responsabilidade e liberdade.
  • Snoopdog  17/10/2015 13:26
    A maconha não é inofensiva. O álcool e o tabaco também não são inofensivos. O açucar não é inofensivo.

    O principal ponto é que a vida dos outros não me interessa. Precisamos estar preocupados com quem quer trabalhar e empreender.

    O uso abusivo de drogas tem muitas explicações, mas algumas são mais comuns, como a falta de perspectiva de vida profissional e pessoal.

    Essa questão das drogas é bem parecida com a questão das armas. Se uma pessoa fizer uma cagada, colocam a culpa na droga e fazem um show de horrores para criminalizar até quem não faz uso abusivo, da mesma forma que fazem com as armas. Se alguém usou uma arma para matar, eles querem acabar com todas as armas do mundo.

    Milhões ou bilhões de pessoas estão se drogando no mundo e isso não causou o fim da espécie humana. Eu posso comprar um caminhão de cachaça agora e não faço isso, porque não tenho interesse.

    O principal ponto é o fim do socialismo, onde as pessoas são responsáveis pelos seus atos e são iguais perante as leis. Só isso poderá criar perspectivas e acabar com a desgraça que o governo está causando.

    Você acha que vale a pena trocar tiros e jogar granadas por causa da maconha ?
  • Marcosm  18/10/2015 00:45
    Estou de acordo que os atos de uma pessoa que fazem mal apenas a ela mesma não devem ser punidos. Se a maconha, ou qualquer outra droga, deve ser criminalizada ou não, isso depende das consequências que seu uso causam a terceiros.


    O meu ponto é a grande míopia de quem se coloca ao lado de socialistas em uma questão em que na prática haverá diminuição de liberdade. Responda sinceramente: o Brasil está pronto para liberalizar o consumo de uma droga sem que isso leve a uma imediata mudança de paradigma que trate os usuários como vítimas da sociedade? Os viciados não vão cair imediatamente nas mãos do estado do bem-estar social, sendo sustentandos pela população?

    Não adianta descriminalizar as drogas sem antes criar um mínimo de cultura libertária, além de tornar os grupos esquerdistas pró-maconha minoritários na elaboração de políticas. Sem isso, sinto muito, mas trocar tiros por causa das drogas ainda seria uma alternativa mais justa do que nos tornarmos escravos dos usuários.
  • Noia vagabundo  17/10/2015 04:19
    Eu defendo a legalização pq sou muito nóia e vagabundo e que quero entupir meu cu de maconha. Vou fumar tanto que meu sangue vai ficar verde e se fizerem exame pra detectar THC, o aparelho vai dar pau. E meu cérebro vai derreter. Minha casa vai parecer que tá pegando fogo dia e noite de tanto que vou queimar fumo. Ninguém na minha rua vai precisar comprar mais maconha. Será a felicidade dos nóia do bairro. Vai ser só passar perto da minha residência que já vão ficar tudo doidão.
  • Thiago Teixeira  17/10/2015 04:38
    Impressionante como a tolerância do autor aos maconheiros é o contrário da intolerancia do politicamente correto com ele, que não fuma.
    Tucker tem nojo de maconha, mas não rompeu amizades, e não tenta impor legalmente a sua preferencia aos outros, não tenta proibir os outros de usarem; contudo, não recebe a mesma compreensão de quem usa.
  • Rhyan  17/10/2015 06:32
    Ao senhor Leandro Roque, uma verdadeira aula de economia, aproveite a lição:

    Brasil precisa ter mais ambição e mudar modelo neoliberal, diz doutor em economia
  • Brant  17/10/2015 17:27
    "A depreciação do real é muito positiva, do pouco positivo que ocorre no Brasil. Um real sobrevalorizado só ajuda os especuladores e os rentistas. E o melhor momento para desvalorizar é quando a economia está em recessão - o efeito inflacionário é minimizado e se pode sentir seus reais efeitos"


    Afinal de contas quais são os requisitos para se obter um título de doutor em economia? Parece que possuir um cérebro saudável e funcional não faz parte das exigências.
  • Taxidermista  20/10/2015 15:45
    "Brasil precisa mudar o seu modelo neoliberal"??

    O economista aí é Doutor em Delírios e Devaneios, pelo visto.

    Poderia ser o caso de o sujeito ter um conceito próprio de "neoliberal", mas quando se lê as coisas que ele diz, logo se vê que se trata, de fato, de um esquerdopata verdadeiramente doentio.
  • Ilson  17/10/2015 10:24
    Achei essa matéria muito boa, penso dessa forma tbm.
    Nunca usei,tenho nojo.
    Os fracos e covardes acham q são pessoas normais usando drogas. Ficam fortes e corajosos.
    Me desculpem usuários mas suas mentalidades, suas opiniões não me interessa nenhum pouco.
    E nunca vai agregar valor nenhum na sociedade.
  • Luiz Silva  17/10/2015 12:09
    A liberação das drogas (estatização) é uma das bandeiras mais urgentes da esquerda, por isso os liberais/libertários deveriam olhar com mais cuidado para essa política, a deixando como prioridade menor nas disputas que envolveriam primeiro o fim da saúde e segurança estatais, direito a auto-defesa, porte de arma, "homeschooling", impostos, etc. Até hoje nunca vi partido de esquerda fazendo, no debate, concessões aos liberais/libertários em troca de apoio às suas propostas socialistas e, claro, ainda chegam a apelar às opiniões dos mesmos para questões como drogas e aborto, então, penso, uma maior habilidade em Guerra Política se faz necessária.
  • Eduardo  17/10/2015 13:31
    Quando acabou o PROED nas escolas virou essa merda kkkkkk

    lembro que tinha medo por que os policiais do PROED passava videos de pessoas com efeito da droga
  • Eduardo  17/10/2015 13:33
    Volta Proerd kkkkkkk
  • Jean  17/10/2015 19:10
    Caramba, como tem dodói aqui. Usuario que se ofendeu com o artigo ta parecendo gay que se ofende com alguém falando mal da sodomia.

    Eu já fui usuário de maconha, não desses esporádicos, fumava todo dia. Me arrependo amargamente. Estava em uma fase que para tudo tinha que fumar um: comer, tomar banho, ver tv, jogar, etc. Posso dizer que joguei minha adolescência fora, não estudava, não trabalhava, ficava o dia inteiro batendo cabeça na rua e dando trabalho para meus pais. Hoje em dia sou um f***do brigando para sustentar família enquanto tenho amigos de escola que estão muito bem financeiramente... Culpa da maconha ou da minha falta de controle?

    Hoje tenho nojo de maconha e outras drogas que usei, mas defendo totalmente o direito de alguém usar. Só não queiram que eu ache bonito. Da mesma forma, acho nojento dois machos se agarrando, mas entendo que não tenho direito nenhum de proibi-los de fazer o que bem entendem.
  • carlos mundô  17/10/2015 19:16
    O texto simplesmente excluiu todos os benefícios decorrentes do uso da maconha, a possibilidade de um usuário ser bem sucedido e ainda por cima mostrou total desconhecimento sobre os efeitos da maconha. Perdoe-me mas esse texto é uma bosta. Provavelmente o responsável pelo texto so conhece maconheiro através dos programas policias e esquece que também existem excelentes mestres, doutores, phds, enfim, não é uma planta que deixa alguém abestalhado, como podemos ver pelo modo de se expressar do autor do texto.
  • Vitor  17/10/2015 20:21
    Se FUMAR MACONHA é sinônimo de "ser derrotado" como você mesmo diz, então beber cerveja, fumar cigarro, e até mesmo TOMAR COCA COLA também é coisa de derrotado, pois todos os mencionados contém elementos químicos que causam vício cerebral, em outras palavras, se encaixam no conceito vendido pelo governo como DROGA. Sua opinião é formada por conceitos como NOJO e REPULSÃO, conceitos estes que colocaram em sua cabeça, e você, ser humano medíocre que é, provavelmente nunca usou o seu cérebro para questioná-los... Desse modo, você se enquadra como um DERROTADO INTELECTUAL, como 95% da população mundial. Procure estudar, investigar, o mundo é muito mais do que aquilo que te contaram.
  • Gontijo  17/10/2015 22:07
    "Se FUMAR MACONHA é sinônimo de "ser derrotado" como você mesmo diz, então beber cerveja, fumar cigarro, e até mesmo TOMAR COCA COLA também é coisa de derrotado, pois todos os mencionados contém elementos químicos que causam vício cerebral"

    Por mim, tudo bem. Ainda que discorde dessa sua opinião meramente figadal e raivosa, não darei nenhum chilique com sua mera opinião -- ao contrário de você, que não conseguiu conter a baba.

    "Sua opinião é formada por conceitos como NOJO e REPULSÃO, conceitos estes que colocaram em sua cabeça,"

    Conceitos que o autor adquiriu ao conviver com essas pessoas por mais de 30 anos. Ninguém "colocou" esses conceitos na cabeça dele. Esses conceitos foram formados em decorrência de uma vida.

    No entanto, e pelo visto, parece que a erva afetou inclusive sua capacidade de interpretar textos simples e diretos como esse. Sugiro interromper o vício antes que o estrago seja indelével.

    "e você, ser humano medíocre que é, provavelmente nunca usou o seu cérebro para questioná-los"

    Ele é um ser humano medíocre só porque não gosta de maconha?!?!

    Caramba, e eu achava que o autor tinha exagerado ao falar do fanatismo dos maconheiros... Pelo visto, ele pegou foi é leve. Vocês são muito mais imbecis e raivosos do que eu imaginava. Além de serem absolutamente incapazes de compreenderem um simples texto.

    "Desse modo, você se enquadra como um DERROTADO INTELECTUAL, como 95% da população mundial."

    A definição de ironia: um analfabeto funcional que não consegue interpretar um simples texto, e que não consegue fazer um único argumento racional, chama outros de "derrotado intelectual", e ainda se acha superior a 95% da humanidade.

    Para o bem dos maconheiros, é bom vir um usuário aqui que saiba, no mínimo, apresentar um argumento racional. Caso contrário, darei razão a todos aqueles que dizem que a erva destrói o cérebro. O seu, por exemplo, já era.

    "Procure estudar, investigar, o mundo é muito mais do que aquilo que te contaram."

    Você investiga o mundo quando tá sob o efeito da maresia? Se sim, o resultado foi catastrófico.
  • Wellington  18/10/2015 05:16
    "Já está bastante óbvio que, quanto mais a polícia persegue a maconha, mais popular ela se torna."
    Não, não está e vc refuta isso no proprio texto. Por que cocaina, uma droga tão pouco letal e de cultivo não ganhou popularidade nos anos recentes? Pq o movimento comunista esta se focando apenas na maconha. Que ainda é uma droga.
    Se você tratar esses babacas usuarios como otarios e combater os vendedores e portadores dessa merdas com punições rigidas os criminosos irão ver que o negocio não da futuro, e assim irão demovê-los.
    Mas essas drogas só destroem a vida dos usuarios, imoral coadunar com o comercio dessa merda.
  • Joao Girardi  18/10/2015 05:26
    Engraçado é que até não mais que uma década atrás, era consenso entre quase todos os cientistas, jornais e propagandas diziam que maconha fazia mal, e todo mundo sabia que fazia mal. Do nada, de repente a maconha passou a ser vista como algo bom e que faz bem.

    Eu tenho a impressão de que faltam pessoas que pensam com a própria cabeça: se começarem a aparecer propagandas e teses de que cocaína faz bem, capaz de aparecerem idiotas defendendo o uso e até pressionando os outros a usarem, citando um monte de "benefícios a saúde".

    Já era hora de alguém falar que fumar maconha é uma babaquice. Sim, e o fato de você poder fumar maconha é defendido pelos libertários, mas o fato de ser pauta de um programa político não muda o fato de que ainda continua sendo uma babaquice.
  • Garcia  18/10/2015 13:23
    Viram essa última de nossos queridos mestres estatais? Apedrejaram um carro chique, movidos pela pura inveja.

    www.estadao.com.br/jornal-do-carro/noticias/carros,raro-ultima-gtr-e-apedrejado-em-sao-paulo,26278,0.htm

    Pais, façam um favor a si próprios e a seus filhos: tirem as crianças da escola. Ensinem-nos em casa.
  • baprovenzano@gmail.com  18/10/2015 17:43
    Em comentários como os daí de cima e em outros fóruns (não só do Brasil), às vezes uma opinião posta em relação a um grupo de pessoas (no caso daq, os maconheiros) sempre desperta a fúria de indivíduos aqui ou ali. Quando que vão entender que o autor se refere ao todo desse grupo e não às exceções? O Stefan Molyneux, por exemplo, afirma que países com clima tropical são mais propícios à formação de pessoas do tipo "cigarra"...um brasileiro típico tomaria isso como ofensa kkk. Mas é como se no Brasil não houvesse tbm brasileiros tipo formiga...

    É claro que há maconheiros produtivos e úteis. Acredito que a maconha talvez os deixe mais criativos para determinadas áreas de atuação, sei lá, algo relacionado como arte ou algum em tipo de terapia. Mas, por que não a maioria seria como a relatada no texto? Convenhamos...

    Eu mesmo sou viciado na endorfina propiciada pelos 6km diários de corrida, me dá equilíbrio durante o dia. Estranho que eu não sou mal visto pela sociedade kkk. Que fique claro, não gosto de bebida ou fumo e não acho que devam ser proibidos. Cada um q se cuide, e caso ofenda alguém que seja "educado" a la Sam Colt.
  • André  19/10/2015 12:19
    Muitas verdades nesse artigo, mas achei um pouco exagerado e seguindo a linha de raciocínio do autor, o efeito do álcool deveria ser criticado em tom similar.
    Abç,
    André
  • Salsicha  19/10/2015 14:07
    "...a defesa da descriminalização das drogas de maneira nenhuma implica a defesa do uso de drogas"

    Heim??!! Eu entendi direito??!! Quer dizer que é pra liberar as drogas mas não é pra usar? Como é que é isso?

    E aquelas benesses todas que o uso livre das drogas proporcionaria, como o surgimento de fabricantes e comerciantes honestos e preocupados com o bem estar dos consumidores e o desaparecimento dos traficantes e o fim da violência? Se não tiver usuário, com é que vai ter mercado?

    Será que é pra vende mas num é pra compra?

    Velma, me explica esse negócio que eu não entendi nada!
  • Hanna-Barbera  19/10/2015 14:41
    "Heim??!! Eu entendi direito??!!"

    Só pelo seu uso dos acenos ortográficos de maneira excessivo, é bem capaz que você não entenda nem sequer uma operação aritmética básica, quiçá questões mais complexas do mundo moderno.

    "Quer dizer que é pra liberar as drogas mas não é pra usar? Como é que é isso?"

    É para descriminalizar as drogas, no sentido de que, quem usa, não deve ser mandado pra cadeia.

    Tão é simplesmente isso.

    Ainda tá com dificuldade pra seguir o raciocínio?

    "E aquelas benesses todas que o uso livre das drogas proporcionaria, como o surgimento de fabricantes e comerciantes honestos e preocupados com o bem estar dos consumidores e o desaparecimento dos traficantes e o fim da violência?"

    Isso aconteceria apenas se a produção e o comércio deixassem de ser ilegais e parassem de ser molestados pelos agentes armados do estado, algo que não está nem remotamente próximo de ocorrer.

    Continua com dificuldades?

    "Velma, me explica esse negócio que eu não entendi nada!"

    Acho que nem Hanna-Barbera conseguiriam efetuar o milagre de desenhar para você entender.
  • Salsicha  19/10/2015 15:01
    Só faltou explicar porque o MISES não defende o uso de drogas...

    Pode desenhar Hanna?
  • anônimo  19/10/2015 22:03
    Porque ele acha que não faz bem pra vc.
    Mas se vc quiser fumar mesmo assim, beleza, a vida é sua, o problema é seu e vc que arque com as consequências.
  • Emerson Luis  15/03/2016 12:29

    ""...a defesa da descriminalização das drogas de maneira nenhuma implica a defesa do uso de drogas"

    Heim??!! Eu entendi direito??!! Quer dizer que é pra liberar as drogas mas não é pra usar? Como é que é isso?
    "

    Porventura a descriminalização das drogas tornaria o seu uso obrigatório?

    Então você não usa drogas (supondo que não o faça) só porque é proibido? Não porque compreende que é ruim para você, independentemente de ser proibido ou descriminalizado? Quer dizer que, se o governo descriminalizar amanhã, você vai correndo ter um overdose? Mesmo que suas respostas sejam "sim", não é o nosso caso.

    O Estado-Babá cria verdadeiros estadodependentes!

    Eu tenho o direito de me deslocar até a cidade vizinha, mas não sou obrigado a fazê-lo e só irei ou não se for do meu interesse.

    "Nem tudo o que é lícito [ou legalizado] é proveitoso", disse Paulo de Tarso.

    * * *
  • Salsicha  19/10/2015 18:33
    Com o devido respeito, eu, como leitor do site, considero que o MISES deveria explicar porque, em primeiro lugar, se posiciona contra o uso de drogas e, em segundo, porque faz questão de dizer que é contra; em que pese se dizer a favor da sua liberação.

    A frase inicial que encabeça a publicação deste artigo - "...a defesa da descriminalização das drogas de maneira nenhuma implica a defesa do uso de drogas" denuncia o que, para mim, é no mínimo uma concessão ao senso comum. Eu, como leitor do site, infiro que esta posição implica que o MISES considera o uso de drogas nocivo, ou reprovável. O que não implica que "um usuário de drogas deve ser posto na cadeia" -argumento usado à exaustão nas últimas discussões.

    Acontece que este é apenas um lado da questão, o qual eu concordo plenamente. Não há nenhum benefício (para a sociedade) em se colocar um viciado na cadeia. Mas, ao contrário, para o viciado pode até ser muito conveniente, pois ele contará com abrigo e alimentação (e quem sabe tratamento) enquanto estiver sob custódia estatal às expensas dos contribuintes.

    OK. Estamos falando da livre comercialização de entorpecentes. Mas se se é favorável a que narcóticos possam ser vendidos livremente, não se pode condenar seu uso da maneira clara como foi dito na epígrafe do texto.

    No aguardo da publicação deste e do anterior feito em resposta ao coment do Hanna-Barbera
  • Velma  19/10/2015 20:08
    Espere aí, Salsicha, deixa eu ver se entendi isso direito: você está questionando, em tom desaforado, por que este Instituto não defende que as pessoas utilizem drogas? É isso mesmo? Você está dizendo que é inaceitável que o Instituto se posicione contrariamente ao uso de drogas? Você está dizendo que é inconcebível este Instituto não ser a favor do uso de drogas?

    É isso mesmo?

    Deus do céu, pelo visto, o Tucker pegou muito leve neste artigo. O fanatismo de maconheiro está em níveis muito acima do civilizado. Quer dizer então que é inconcebível e inaceitável este Instituto não ser a favor do uso de drogas? Quer dizer que é inconcebível e inaceitável este Instituto não defender o uso de maconha?

    Pior ainda: quer dizer que não apenas este Instituto não pode ser contra o uso de drogas, como ele ainda tem de ser um propagandista de seu uso?

    É isso mesmo?

    Você é um ser repulsivo -- igual à substância que comeu o cérebro e afetou o seu senso de ridículos.
  • anônimo  19/10/2015 22:07
    Mas se se é favorável a que narcóticos possam ser vendidos livremente, não se pode condenar seu uso da maneira clara
    Claro que pode, gosto cada um tem o seu, opinião cada um tem a sua, contanto que não obrigue ninguém a nada, tá valendo.
    Pelo libertarianismo eu posso ter certeza absoluta que vc vai foder sua vida fumando maconha, mas isso não me dá o direito de te prender.
  • Salsicha  20/10/2015 00:24
    Ta ficando cansativa essa vitimizacao esquerdofilica dos usuarios de drogas. Nao se trata de prender ou nao prender quem enche o cu de maconha - alias eu ja passei desse ponto. Se trata de defender ou nao o uso de drogas. Nao adianta vir com esse papinho - voce vai fuder a sua vida se fumar maconha (estou condenando o uso) mas eu apoio seu direito de fumar maconha e fuder a sua vida (estou defendendo o uso). Puro duplipensar.

    Como e possivel alguem defender a posse de um direito mas ser contra o seu usufruto?

    É como se eu dissesse: Você pode correr a 150 por hora se quiser, mas você vai fuder você e a sua familia.

    Nesse caso ou você é a favor que o sujeito esqueça toda a potencia que possui seu carro ou assuma os riscos e se divirta a valer. Só não da pra dizer: compre essa Lamborghini Miúra mas por favor nunca passe dos 50 por hora
  • Speed Racer  20/10/2015 15:57
    'É como se eu dissesse: Você pode correr a 150 por hora se quiser, mas você vai fuder você e a sua familia.'

    Exatamente, vc diz que o cara tem todo o direito de correr, mas espera que ele escolha voluntariamente não fazer isso
  • Salsicha  20/10/2015 10:38
    Ora meu caro Anônimo, vamos parar com essa vitimização esquerdopática dos viciados na base do "não vou prender você por você usar drogas" que já está ficando cansativo. A conversa aqui é outra: O MISES é ou não é a favor do uso de drogas? Ou se bate no cravo ou na ferradura.

    Se voce diz que eu vou foder a minha vida se eu fumar maconha, você é contra o uso de drogas. Mas se você diz que fará bem à sociedade se eu fumar e fizer parte de um mercado consumidor que irá por fim a uma série de males sociais, como o MISES vem defendendo à exaustão; então você não só está defendendo o uso de drogas (o meu uso), mas estará sendo imoral pois sabe que eu vou fuder a minha vida se eu fumar maconha.

    É como se eu fosse te vender uma Ferrari com 500 cavalos de potência e dissesse assim: Olha você pode andar a 200 por hora nesse carro, mas vai foder você e a sua família se fizer isso. Então, ou você compra e vai se divertir assumindo os riscos - você é a favor do uso de drogas ou você é um bom rapaz e só anda a 50 por hora - você é contra o uso de drogas. E aí para que comprar o carro? Pra desfilar por aí? Pra por na garagem e mostrar pros amigos? Posso dar muitos fins à minha propriedade privada, mas se eu vier a comprar um saco de pedras de crack não vai para eu por na prateleira vai?

    Agora chega a ser ridículo o Instituto fazer toda uma apologia ao livre mercado de drogas e em uma mesma frase se dizer contrário ao uso de drogas.

    Filosoficamente é uma contradição defender a posse de um direito mas condenar seu usufruto.

    Este é o segundo post que eu escrevi e o moderador não teve a macheza publicar. Espero que agora a carapuça caia. Chato cair em contradição.

    Né Velma?
  • Guilherme  20/10/2015 13:47
    Quer dizer então que ser contra a criminalização de algo implica necessariamente a defesa de sua prática?

    Interessante.

    Por essa sua lógica sensacional, se uma pessoa for contra a discriminação de homossexuais então ela necessariamente defende a prática do homossexualismo? É isso mesmo?

    Você defende que o homossexualismo seja banido? Se sim, então você quer que tal atividade se torne ilegal. Consequentemente, você quer que homossexuais sejam ou presos ou exterminados. Qual dessas duas práticas você prefere?

    Ah, você não defende que homossexuais sejam encarcerados e mortos? Bom, então só posso concluir que você inevitavelmente dá a bunda. Caso contrário, está incorrendo em uma intolerável contradição. Afinal, segundo você próprio, é impossível ser contra a discriminação de homossexuais sem ao mesmo tempo ser um praticante do homossexualismo.

    Qual deles é você, o passivo, o ativo ou o verdugo que fuzila todos os gays? Não há uma quarta alternativa.
  • Slaine  20/10/2015 15:48
    Mas se você diz que fará bem à sociedade se eu fumar e fizer parte de um mercado consumidor que irá por fim a uma série de males sociais, como o MISES vem defendendo à exaustão

    O Mises não diz isso não.O que ele diz é que entre a guerra às drogas como é hoje, e a descriminalização é melhor a descriminalização.Daí pra dizer que vc e a sua maconha fazem bem à sociedade são outros 500.
    Não sei porque é tão difícil assim de entender, contanto que não agrida os outros vc tem o direito até de COMER MERDA, agora ninguém tem é que achar isso bonito.
  • João  20/10/2015 01:21
    Meu amigo, foi infeliz nessa, seu post foi preconceituoso, BASEADO em uma experiência/opinião pessoal.
    Não posso também levar em consideração que sua experiência foi bem triste, deve ser por isso tanto desprezo.
    Boa sorte!
  • pedro  20/10/2015 14:04
    Concordo com voce quanto ao cheiro, voce tem o direito de nao ser incomodado por um cheiro que lhe é desagradavel. mas discordo, e muito, do seu julgamento quanto a uma conduta de outras pessoas. direito de ter opiniao nao se deve confundir com difamar ou ridicularizar terceiros. apesar de nao ser tao ofensivo assim, um artigo desses deveria ser mais impessoal e respeitoso. voce deveria respeitar qualquer conduta que nao fere a terceiros, se todos parassem de tomar conta da vida dos outros e focassem esse tempo e energia para melhorar a nos mesmos, teriamos um mundo bem melhor.
    respeitosamente, Pedro.
  • Arthur Steckelberg  20/10/2015 19:27
    Sempre gostei da objetividade e da imparcialidade (isenta de "neutralismos") bem sustentadas e fundamentadas em pesquisas e debates nas várias áreas do saber humano que sempre foram presentes na grande maioria dos artigos do mises.org.br. No entanto, vemos aqui uma posição extremamente preconceituosa, difamatória e sem qualquer embasamento teórico-científico senão a própria opinião pessoal e subjetiva do autor. Poderia ter pelo menos citado algum artigo falho da Veja sobre o quão nefasto é o consumo de canabinoides. Seu texto é tão desagradável que foi criticado negativamente inclusive por muitos daqueles que têm restrições quanto ao uso da maconha (recreativa).
  • Cristina  25/10/2015 00:32
    Gostei do artigo. Parabéns ao autor! Não dou a mínima para o que os outros fazem ou fumam, desde que não seja dentro da minha casa ou com o meu dinheiro! Quero distância dessa turma de fracassados que fumam maconha, hehe. Meu conselho aos maconheiros de plantão: Não tenham medo da vida, deixem as emoções fluirem naturalmente. Sejam homens. Encarem os problemas (e as soluções) de cara limpa!
  • Camila  28/10/2015 14:58
    Nem tudo é dinheiro e capitalismo. Uma sociedade deve ser pautada pela a ética, e a maconha tem a característica de desagregar a sociedade e contribuir para o mal. No campo da política, o uso da maconha irá corromper o tecido social, tornando as pessoas objeto de fácil manipulação e de engenharia social. Um ponto de convergência entre ética e política é o direito: condutas que atingem diretamente a sociedade e o bem comum devem ser normalmente penalizadas.
  • Um observador  30/10/2015 11:59
    Pergunta 1 - Então você é favorável à proibição do álcool?

    Pergunta 2 - Quem define quais são as condutas que atingem a sociedade?

    Pergunta 3 - Quem define o que contribui ou prejudica o para o "bem comum"?
  • carlos  30/10/2015 17:34
    A "sociedade" não deve ser absolutamente PN. Todos os indivíduos em sociedade não "devem" se comportar do modo como você acha que devem.

    "A maconha tem a característica de desagregar a sociedade".

    E maconha é dotada de consciência desde quando? A maconha age desde quando? Esse argumento é tão absurdo quanto afirmar que armas matam pessoas.

    Experimente pegar um .38 e o provoque a matar um desafeto seu. Ou, caso não tenha esse pendor homicida, que atire em uma parede então. Grite. Esperneie. Te garanto que o revólver / pistola quedará inerte.

    "No campo da política, o uso da maconha irá corromper o tecido social..."

    Curioso: se o "tecido social" está do jeito que está, com as drogas ainda proibidas, tem certeza que a descriminalização destas vai tornar a coisa pior? Mesmo? Tenho cá minhas dúvidas.

    [i]"...condutas que atingem diretamente a sociedade e o bem comum devem ser normalmente penalizadas."

    Hm. Então você quer agredir um indivíduo por "atingir" o nada - "Sociedade" não existe - e o indefinível.

    Leia o Arquipélago Gulag do Solzhenitsyn e sobre as purgas de Stálin. Afinal toda aquela gente morta era uma ameaça ao "bem-comum", tal como definido pela catilinária marxista - ou pela vontade do "tzar" Stálin.

    Ao fim e ao cabo o "bem-comum" é das melhores desculpas para o genocídio.




  • anônimo  11/11/2015 12:50
    Ela não disse nada sobre agredir, seu analfabeto funcional.
    'Penalizar' um cretino maconheiro moralmente, culturalmente ou até mesmo pelo ostracismo ou discriminando, não tem problema nenhum.
    Eu mesmo não dou emprego pra maconheiro nenhum.Achou ruim? Reclama pro jean willies.
  • Anarquista  30/10/2015 17:44
    Eu ja acho o contrario, a proibiçao da maconha tem a caracteristica de desagregar a sociedade e contribuir para o mal. (Na verdade não é tão direto assim, são opinioes divergentes e ideias autoritárias que tem esse poder)

    'irá corromper o tecido social, tornando as pessoas objeto de fácil manipulação e de engenharia social.'

    Esse argumento então é um tanto controverso, já que existiu foi uma grande manipulação e engenharia social para PROIBIR o uso da maconha, que era normal e usada por diversos produtores (não apenas recreativamente mas com subprodutos do cânhamo). Logo acredito que a manipulação e engenharia social são alcançados de diversas formas, inclusive com muito sucesso nessa área proibicionista.

    É um fenômeno muito novo a proibição, e importante dizer que a mesma só foi alcançada com coerção governamental (provavelmente uma grande dose de lobby deu suporte a essa pratica - a Ambev por exemplo tem um gasto com lobby anti drogas e financiam politicos para esse fim por motivos óbvios).

    Logo seria interessante que no ligar de apenas colocar suas opiniões de senso comum, substanciasse as mesmas, assim poderiamos entender o que você quer dizer com essas frases, por exemplo qual o motivo da desagregação? Quais os males a sociedade?
  • anônimo  10/11/2015 19:53
    uma pessoa que trabalha o dia inteiro, chega no final do dia no ambiente privado de seu lar quer tomar uma ducha, uma cerveja, fumar uma planta, comer um cogumelo magico ou escutar wesley safadao, problema dela
    contanto que isso nao afete terceiros , liberdade do individuo eh isso ae
    que opiniao eu tenho sobre ela ou o q ela faz eh irrelevante, se ela dentro do contexto social cumpre seu papel na sociedade
    da uma briga boa esse tema pq normalmente precisa se colocar diversos outros fatores junto ao ato do consumo recreativo, principalmente qdo a pessoa eh omissa quanto as suas responsabilidades, ou novamente atinja terceiros
    eu jamais fumaria um baseado pra ir trabalhar ou assistir uma palestra academica, mas nao vejo nenhum problema no raciocinio 'mole' se vc ta curtindo um album do pink floyd ou um filme do tarantino, enquanto devora um pacote de doritos com nutella
    e se vc sente uma repulsa maior na erva, imagino q nunca viu de perto alguem num rush de pcp, sucumbindo a uma infeccao generalizada pela injecao de heroina ou definhando no crack... mas novamente isso parte de acordo da otica do autor, e o proprio artigo comeca apresentando esse contexto... e mesmo que nao concorde com isso ou aquilo, ainda prefiro essa posicao aberta do que discurso moralista disfarçado de imparcialiadade
  • Wesley de Oliveira  18/01/2016 17:21
    Exatamente por aí. Ofensas gratuitas num discurso moralista e aem base solida para rebater qualquer argumento.
    Não quer usar não use.
    Quanto a afetar a terceiros, fumando na rua por exemplo, é uma questão de educação assim como todos saber que não se deve encher a cara de álcool antes de ir trabalhar.
    Se eu quisesse ler opiniões pessoais em vez de bons artigos eu estaria no facebook ou no twitter.
    (E não estou dizendo que o autor não pode dar opinião, mas fazer um artigo baseado só em opinião pessoal é ridículo.
  • Emerson Luis  15/03/2016 12:52

    Dois fatos me impressionaram nos comentários, dentre outros:

    Primeiro, a quantidade de Trolls (já esquerdalizaram a página da wikipédia sobre trolls!);

    Segundo, a quantidade de pessoas que tenta rebater o artigo sem terem lido e compreendido antes.

    Muitos confundem cinco questões diferentes:

    1- O comportamento X é bom, ruim ou neutro?

    2- A proibição do comportamento X foi um acerto do Estado?

    3- O comportamento X deve ser proibido ou restringido pelo Estado?

    4- Se o comportamento X não deveria ter sido proibido (ou seja, a proibição foi um erro), isso significa que ele deve ser imediata e totalmente descriminalizado?

    5- Se o comportamento X não deve ser proibido e/ou não deveria ter sido proibido pelo Estado, isso significa que ele é neutro e não pode ser criticado, nem se deve tentar dissuadir as pessoas?

    Além de confundirem, pensam que, se você responde "não" à terceira questão, então você obrigatoriamente tem que responder "sim" para a quarta e para a quinta.

    * * *
  • Pedro Orso Neto  12/04/2016 23:31
    Me chamar de Idiota por fumar maconha é Preconceito em!!!

    Compro 10 Reais de Maconha por mês há mais de 10 Anos...
    10 REAIS!

    Fumo uma ou duas vezes por semana um fininho, nunca deixando perder o foco, por vezes fico duas semanas, até mês sem fumar!
    Fumo somente quando estou muito agitado e com insônia...
    Isso me torna um babaca???

    Alguns pontos concordo plenamente...
    Fumar Durante horas até ficar "abobado" creio não seja saudável mesmo!

    Ridículo e Preconceituoso Generalizar assim!


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