Por que Ludwig von Mises não teria temido o Estado Islâmico

"Ao lutar contra as sociedades menos desenvolvidas, as mais desenvolvidas sempre descobriram que levam sua maior vantagem na falta de unidade nas fileiras inimigas"

Ludwig von Mises, Socialism, p. 273

 

A intervenção do governo americano no Iraque, como bem ensinam as teorias sobre a intervenção do estado, não tinha como dar certo.  Não apenas nada saiu como o planejado, como também os custos em termos de vidas perdidas e em termos financeiros foram estarrecedores.

Para piorar, e também como acontece em todas as intervenções governamentais, ocorreu no Iraque uma consequência não-premeditada do intervencionismo: o esfacelamento da região levou à ascensão dos brutais terroristas do Estado Islâmico, organização também conhecido pela sigla ISIS (Islamic State of Iraq and Syria), cuja autoproclamada intenção é criar um califado na região.

O surgimento dessa organização terrorista serviu para criar um consenso político onde antes não havia: EUA, Europa, Jordânia e Arábia Saudita juntaram esforços com Rússia, Afeganistão, Nigéria, Paquistão, Talibã, Al-Qaeda e Hezbollah para combater os terroristas do ISIS.

Direita e esquerda parecem concordar com a necessidade de eliminar essa organização terrorista, a qual é vista como a maior ameaça para a humanidade.  Mesmo pessoas que haviam se posicionado firmemente contra a guerra no Iraque passaram a assumir uma postura de que "desta vez é diferente", e que o ISIS é de fato uma organização que tem de ser combatida pelos governos, pois representa uma ameaça global.

Com efeito, é sim bem possível que desta vez seja diferente.  As bárbaras ações dos membros do Estado Islâmico demonstram uma até então impensável brutalidade, a qual é difícil de ser ignorada. 

Dado que é impossível, este artigo não tem a pretensão de afirmar se tais pessoas estão, do ponto de vista da política externa, certas ou erradas em sua avaliação sobre o ISIS ser a maior ameaça para a humanidade.  Com efeito, este artigo não tem a pretensão de fazer uma análise de assuntos relacionadas a política externa.  Devo dizer abertamente que nada do que será escrito aqui deve ser visto como uma declaração de conhecimento sobre especificidades do Estado Islâmico, sobre quão poderosa de fato é essa organização, e se ela representa algo a ser realmente temido, ao contrário de Saddam Hussein — que, olhando em retrospecto, parecia não ser.

Este artigo terá, no entanto, a pretensão de fazer uma análise da situação exclusivamente sob um ponto de vista econômico.  Mais especificamente, este artigo tentará abordar a suposta ameaça do Estado Islâmico por meio das idéias do grande pensador econômico austríaco, Ludwig von Mises.  O palpite é que o ISIS não teria amedrontado Mises.

E o ISIS não teria intimidado Mises porque tal organização surgiu e cresceu exatamente naquele tipo de sociedade "menos desenvolvida" à qual Mises se referiu como sendo não-ameaçadora em seu clássico livro Socialism

Sem em nenhum momento tentar minimizar os horrores dos atentados de 11 de setembro, as ações repugnantes do ISIS, ou a capacidade de grupos terroristas ou extremistas fazerem novos atentados naquele que é considerado o símbolo máximo do mundo desenvolvido (os EUA), é justo supor que Mises ficaria um tanto espantado com todo esse estardalhaço feito em relação ao ISIS.  Afinal, tal organização não surgiu e não foi formada dentro de nenhum país minimamente sofisticado ou desenvolvido.

A realidade é que essa organização — que conseguiu fazer com que esquerda e direita se unissem em prol de uma reação musculosa — nasceu em uma região do mundo que: a) é uma das menos produtivas economicamente, b) não criou um único bem de consumo desejado pelos consumidores do mundo (sim, ali há o recurso natural do petróleo, mas riqueza gerada pelo petróleo é majoritariamente uma criação de engenhosidade ocidental), c) não possui uma única universidade que tenha alguma reputação.  Ou seja, é uma região hoje habitada por pessoas economicamente atrasadas, pouco produtivas e sem engenhosidade. 

Não obstante, todos estão temendo o ISIS?

Ainda mais incompreensíveis são as reportagens sobre essa organização.  Uma recente matéria de capa do The Wall Street Journal tinha a seguinte manchete: "O Estado Islâmico e sua economia baseada na extorsão".  A reportagem explicou que o ISIS é uma organização que se financia por meio da "extração coerciva de tributos de uma população de 8 milhões de pessoas", e também consegue levantar fundos por meios de "atividades criminosas e terroristas". 

Certo.  Então quer dizer que um grupo que se financia por meio de espoliação de indivíduos que não são ricos nem produtivos representa uma ameaça para todo o mundo capitalista, desenvolvido e civilizado? 

Uma coisa é você ter uma organização que tributa (de maneira previsível) centenas de milhões de indivíduos extremamente produtivos e ricos, como é o caso do governo americano.  Essa, sim, é uma organização a ser temida.  Outra coisa, completamente distinta, é você ter um grupo terrorista que sobrevive da espoliação violenta de indivíduos pobres e nada produtivos.  Pode esse grupo representar uma ameaça para o mundo rico e desenvolvido?

Mises, muito provavelmente, estaria fazendo escárnio do atual consenso dos governos mundiais em relação ao ISIS exatamente porque toda a base da existência do ISIS é o roubo e a coerção violenta de indivíduos pobres e pouco produtivos.  Tais fundamentos não têm como durar para sempre.  Como ele escreveu em Socialism, "Toda a civilização ainda existe porque os homens foram bem-sucedidos em reagir aos ataques dos redistributivistas".

O mundo rico e desenvolvido prosperou exatamente porque conseguiu se manter relativamente livre.  Já uma entidade terrorista que se financia por meio do esbulho de pessoas pobres e pouco produtivas deve ser vista como uma ameaça irrefreável para o mundo?

O que é curioso nisso tudo é ver como vários membros da direita estão caindo nessa narrativa e se contradizendo fragorosamente.  Embora tais pessoas digam, corretamente, que baixos impostos e menos barreiras regulatórias irão gerar mais riqueza e mais crescimento econômico, essas mesmas pessoas, paradoxalmente, passam a acreditar que políticas de redistribuição forçosa de renda são eficazes em criar exuberância e poderio avassalador em uma região pobre do Oriente Médio.  Não é irônico?

Ainda mais interessantes são os relatos de quão habilidosos são os terroristas do ISIS.  Quem ler a supracitada matéria do jornal sem um olhar mais crítico irá ficar com a impressão de que o ISIS é gerido por uma equipe de consultores da McKinsey e não por militantes radicais.  Segundo a reportagem, "os radicais do grupo administram um metódico sistema de extorsão sobre o comércio, cobram taxas sobre o uso do transporte público, e impõem pagamentos de proteção a cristãos e outras minorias religiosas que optaram por viver sob o comando dos militantes em vez de fugir".

É possível tal cenário gerar um crescimento vibrante em algum lugar do mundo?  Muito menos em um local pobre e pouco produtivo, e a lógica econômica sugere que o ISIS não será capaz de alterar essa realidade.

Há quem diga que as receitas do petróleo podem estar financiando o ISIS.  Se isso for verdade, então o melhor que o governo americano poderia fazer é adotar uma política de valorização do dólar, o que derrubaria os preços do petróleo.  Com o dólar forte e os preços do petróleo em queda, as receitas obtidas com a venda dos barris de petróleo cairiam acentuadamente e os produtores de petróleo do Oriente Médio ficariam sufocados.  Isso reduziria os valores obtidos pelas extorsões do ISIS.

No que mais, se a qualidade intelectual e administrativa dos líderes políticos dos países ricos e avançados já não é nada impressionante, como deve ser então a qualidade dos radicais que lideram o ISIS?  Não é necessário ser nenhum especialista em política externa para deduzir que provavelmente não há uma coleção de Thomas Jeffersons e George Washingtons no alto escalão dessa entidade que está apavorando o mundo. 

Se a classe política de qualquer país minimamente civilizado raramente concorda entre si (a suposta ameaça representada pelo ISIS é um raro exemplo de consenso) e as rixas são constantes, por que então deveríamos imaginar que as atividades de uma organização criminosa são definidas por um competente, calmo e estudado consenso do seu alto escalão, de modo que uma inação agora causaria massacres nas cidades ocidentais? 

De novo, pode até ser que dessa vez seja diferente, e de fato o ISIS seja uma exceção.  Esse artigo, como dito, não pretende dar aulas de política externa.  Entretanto, a mais básica lógica econômica sugere algum ceticismo quanto ao real poder do ISIS em escala global.  Com tempo, ensina a lógica econômica, organizações que se baseiam nesse tipo de arranjo se ramificam e se esfacelam. 

Como explicou Mises em Socialism, "Apenas temporariamente podem aquelas nações que possuem uma baixa organização fazer grandes empreendimentos militares.  A desunião interna sempre atuou para dispersar seus exércitos muito rapidamente."

Adicionalmente, Mises também afirmou que "Sociedades mais desenvolvidas conseguem alcançar uma maior riqueza natural do que as menos desenvolvidas; consequentemente, elas têm mais recursos e capacidade para preservar seus membros da miséria e da pobreza.  Elas também são mais bem equipadas para defender seus membros de eventuais inimigos" (ênfase minha).

Infelizmente, Mises não está entre nós para participar das discussões sobre o ISIS, mas seus escritos sugerem que ele teria um olhar cético sobre todo o estardalhaço a respeito dessa mais recente ameaça terrorista.  Repetindo: pode ser que, de fato, dessa vez seja diferente.  Mas, se isso ocorrer, então toda a lógica econômica estará refutada.


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O estado matou a liberdade dos açougues em prol dos empresários corporativistas

Há dez anos havia uma predominância muito maior de açougues de bairro. Eram comércios na maioria das vezes confiáveis e a procedência das carnes normalmente não era tão duvidosa quanto a vendida no supermercado.

Geralmente os donos desses açougues eram pais de família que manipulavam a carne com certo rigor, contratavam gente da vizinhança pra dar aquela força no comércio, faziam o bom e velho fiado pra quem não podia pagar na hora, enfim, era um tempo onde havia maior proximidade entre os produtos de consumo e o consumidor.

Mas eis que apareceu o governo e suas "bondades". E aí o açougueiro foi para o abismo com uma série de taxações, regulações, decretos, portarias, leis inúteis, legislações pesadas e tudo o mais necessário para acabar com um negócio promissor e confiável sob a desculpa de proteger os clientes daquele "malvadão" que – absurdo! – quer trabalhar e lucrar com o comércio de carnes.

E são tantas regras "protecionistas" que, sabendo da impossibilidade dos donos em cumpri-las de forma plena, os fiscais do governo se aproveitam da situação para caçar "irregularidades" como "a cor da parede", pedindo aquele salário mínimo para assinar o alvará de funcionamento.

Enquanto isso, o estado isentou as grandes empresas de impostos e multas sempre que possível, bem como das regras sanitárias que o açougueiro da esquina tem que cumprir. Enquanto o dono do açougue do bairro era impedido de obter uma mísera linha de crédito para investir em seu negócio, o governo fornecia uma gorda verba para as grandes empresas por meio do BNDES.

E veio o período maquiavélico de "aos amigos os favores, aos inimigos a lei", onde não há nada que impeça as grandes empresas. As dívidas caíam de 1 bilhão para 320 milhões, a "fiscalização" sanitária se tornou aliada e o Ministério da Agricultura passou a conceder seus selos livremente para os amigos do governo. Claro que isso teve um custo, pago com aquela verba pra campanha eleitoral para "resolver" tudo.

E o resultado não poderia ser diferente: nos baseando na confiança em um selo estatal e no sorriso técnico do Tony Ramos afirmando que "carne confiável tem nome!".

O corporativismo, ou seja, a aliança entre estado e grandes empresários, nos trouxe resultados deploráveis. Mas o malvado continua sendo o seu José da esquina, aquele que queria vender suas carnes e terminou fechando por excesso de burocracia estatal. Enquanto isso, os corporativistas da JBS, BRF e companhia cairão no esquecimento em breve.

O corporativismo brasileiro é um desastre sem fim.
Prezado Paulo, você reclama que teve emprego e salário, mas não ganhava tanto quanto os funcionários mais antigos e experientes. Você foi contratado a um salário menor e achou isso injusto. Queria já chegar ganhando o mesmo tanto que funcionários melhores e mais experientes, que já estavam lá há anos. É isso mesmo?

Não posso acreditar.

Outra coisa: você teve salário e emprego (e ainda teve plano de saúde!) graças à possibilidade de terceirização. E se fosse proibida a contratação de terceirizados? Será que você teria tido esse emprego e esse salário? Será que você sequer teria tido essa chance?

Desculpe, mas parece que você está cuspindo no prato que comeu. Você teve emprego e renda (e plano de saúde!) graças a uma liberdade de contrato, e agora vem dizer que essa liberdade foi ruim para você? Bom mesmo seria se o mercado de trabalho fosse restrito. Aí sim você já seria contratado como presidente...

É interessante como você parte do princípio de que o mundo não só lhe deve emprego e renda (e plano de saúde!), como ainda lhe deve um emprego extremamente bem-remunerado imediatamente após a contratação (você já quer entrar ganhando o mesmo tanto que os funcionários mais antigos e experientes).

De fato, ainda estamos deitados em berço esplêndido. Aqui todo mundo só quer saber de direitos.


P.S.: ainda no aguardo de você responder à pergunta do Leandro (a que aparentemente te deixou assim tão zangado): a terceirização nada mais é do que permitir que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?
Esse comentário não faz o menor sentido. Vc usa a linguagem jurídica e estatal para condenar pessoas, mas sem nenhum processo. Ter um cargo publico não pode ser crime no regime atual. Se vc se revelasse seria claramente processado por calunia e difamação. Pois não crime sem lei que o prescreva. Que é isso? Os libertários querem se unir aos marxistas para ditar regras de moral ao mundo. A existência de um aparato que extorque e atrapalha o desenvolvimento da população, pode ser imoral mas não pode ser considerado crime no sistema atual. Tente convocar uma assembleia constituinte libertaria e acabe com o sistema atual e talvez no seupais seja crime. Como podemos responder por crimes, contra uma legislação ideológica que ignoramos, que não aprendemos nem em casa e nem na mídia. Embora os recursos da receita federal sejam usados de ma fé, isso não faz da sua existência um crime. Antes de tudo existe um regulamento, produzido pelo consentimento da sociedade que prevê a existência daquele órgão. Pelo seu ponto de vista todas as pessoas são criminosas porque o estado não tributa tudo, mas regulamenta tudo. Então para ser um libertário coerente eu teria que cancelar meu CPF, abrir mão de todo beneficio estatal que veio parar nas minhas mão, mesmo sem que eu ferisse ninguém, renunciar minha cidadania brasileira, o que mais. Resumindo ter pessoas que respeitem os direitos civis e as liberdades individuais dentro do estado, é bem melhor do que ficar se gabando e massageando o próprio ego dizendo pra todo mundo, olha só nós estamos certo, todos vocês são ladroes, sem fazer nada pela liberdade.
Se há custos trabalhistas artificialmente altos e estes puderem ser reduzidos, então eles serão reduzidos.

Se uma empresa opera com custos trabalhistas artificialmente altos -- por imposição do governo -- e estes custos podem ser reduzidos -- porque há outros trabalhadores dispostos a fazer mais por menos --, então eles serão reduzidos.

Se a empresa não fizer isso, então ela estará -- por definição -- operando de forma ineficiente. Ele não durará muito. Com efeito, essa empresa só irá durar se operar com uma reserva de mercado garantida pelo governo. Aí sim. Excetuando-se isso, ela estará queimando capital e comprometendo sua capacidade de investimento e expansão no futuro. Será rapidamente abarcada pela concorrência.

No mais, é interessante notar que as pessoas querem livre concorrência para tudo e todos, menos para elas próprias. Todos nós queremos competição entre empresas para que haja produtos melhores e preços menores, mas não queremos competição para o nosso emprego. Quando a concorrência chega até nós, queremos que políticos criem leis que garantam nossa estabilidade. Agora, querem até proibir empresas de contratar outras pessoas que não nós mesmos. Há totalitarismo maior do que esse?

Vale ressaltar o óbvio: essa lei da terceirização nada mais é do que uma permissão para que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente -- por favor, me digam -- seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?
Ei, Marcelo Siva, quer falar de escravidão? Vamos lá (aliás, é hora de você começar a responder perguntas, como todos fizeram com as suas):

Quem é que adota políticas -- como déficits orçamentários e expansão do crédito via bancos estatais -- que destroem o poder de compra do dinheiro, perpetuando a pobreza dos mais pobres?

Quem é que, além de destruir o poder de compra do dinheiro -- gerando inflação de preços -- ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial, com isso impedindo duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para barracões, favelas e outras áreas com poucas expectativas de vida?

Quem é que impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo?

Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, gera desemprego, estimula a informalidade e impede que os salários sejam maiores?

Quem é que confisca uma fatia do salário do trabalhador apenas para que, no futuro, quando este trabalhador estiver em situação ruim, ele receba essa fatia que lhe foi roubada de volta (e totalmente desvalorizada pela inflação)?

No aguardo das suas respostas.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2383

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • cmr  08/10/2015 14:32
    "Elas também são mais bem equipadas para defender seus membros de eventuais inimigos"

    Ou seja, armas totalmente liberadas...
  • Felipe  08/10/2015 14:50
    De fato, há um exagero ridículo quando se diz que o ISIS ameaça a civilização ocidental.

    Até agora a única coisa que o grupo fez foi se aproveitar de regiões que já estavam destruídas (Síria e Iraque).

    Mas sim, eles tem que ser contidos, justamente devido a fragilidade da síria e do Iraque no momento, há muitas vidas que estão refém desses grupos.
  • Alguem  08/10/2015 20:21
    O que mais me dá ódio são pessoas que deixam seus países que quando comparados ao ISIS são o paraíso (Suíça, Inglaterra etc) e eu aqui querendo me mandar dessa bagunça... Dá vontade de dar uma surra em um desses!
  • Julio  08/10/2015 14:50
    O real problema é essa população de 8 milhões que vivem sobe essa ameaça de liberdade. Mesmo que não consiga arranhar a vida no ocidente, o mediterrâneo sofre com o radicalismo, acho que assim como os cristãos, o islamismo na sua mais alta cúpula é administrada por ateus, não existe interesse em doutrinar o ocidente e sim em subjugar e subtrativo dinheiro para seus bolsos.
  • Rafael  24/12/2016 03:26
    Como assim, mais alta cúpula com ateus?
  • Rothbard  08/10/2015 14:55
    O que o isis está fazendo é o mesmo processo de estabelecimento de um governo,gerando morte,destruição,(impostos),o que já foi explicado por rothbard.
  • AT  15/10/2015 04:28
    E por David Hume.
  • mauricio barbosa  08/10/2015 15:01
    Duas perguntas,1:Porque o dólar forte derruba o preço do petróleo.2:Porque os estados ricos estão tão preocupados com esta minuscula organização.será um mero pretexto para a industria de armas faturar mais uma vez com a desgraça alheia...
  • Auxiliar  08/10/2015 15:14
    1. Explicado em detalhes no artigo linkado nesta mesma frase (esta, afinal, é a função dos hyperlinks).

    Eis o artigo linkado: www.mises.org.br/Article.aspx?id=2190

    Eis o trecho:

    Há muita confusão a respeito do boom das commodities ocorrido na década passada. Sim, a China influenciou bastante, mas o papel do dólar foi decisivo. O boom das commodities está intimamente ligado ao dólar fraco.

    Todas as commodities (de minério de ferro a petróleo, passando pelo ouro) são precificadas em dólar. Sendo assim, sempre que o dólar está fraco, os preços das commodities estão em alta, e vice-versa. Sempre.

    O boom das commodities (principalmente minério, petróleo e ouro) na década de 2000 foi "auxiliado" pelo enfraquecimento do dólar. E o atual "arrefecimento" das commodities também está ligado ao fortalecimento do dólar. O gráfico do dólar em relação ao ouro [mostrado no artigo] ilustra perfeitamente esse fenômeno.

    E como as receitas e as dívidas das mineradoras são cotadas em dólar, elas sofrem diretamente esse ciclo econômico gerado pela flutuação do valor do dólar: o enfraquecimento do dólar gera um aumento nos preços do minério, e isso leva as mineradoras a expandirem seus investimentos. Tão logo o dólar se fortalece, as commodities caem de preço e todos esses investimentos expansivos se revelam errôneos. E então cortes de custos — demissões — são feitos.

    A Vale está passando por isso. As petrolíferas americanas também.
  • mauricio barbosa  08/10/2015 16:57
    Auxiliar e a resposta da 2 pergunta?Alguém mais se qualifica?
  • Auxiliar  08/10/2015 17:15
    Não tenho problemas quanto ao seu item 2.
  • anônimo  09/10/2015 10:11
    2 O 'problema' na verdade é o governo da Síria, do Assad. Esse é um governo que não está alinhado com os interesses da polícia da terra, os EUA, e portanto os EUA tem que fazer algo para o desestabilizar e quem sabe até derrubar um dia, daí eles financiaram e treinaram um monte de facções contra esse governo, inclusive os caras do ISIS.
    Então o que as nações ricas estão querendo na verdade não é derrubar o ISIS e sim o controle da Síria, essa é uma disputa de poder entre EUA e Rússia, Rússia ajudando militarmente e querendo preservar o tal do Assad, seu aliado, e EUA querendo uma desculpa pra acabar com tudo levando inclusive o Asssad e instalar um governo favorável aos seus interesses.
    Basta ver a retórica americana: 'Rússia está ajudando o ISIS, Assad também deve cair'...
  • Evo Morales  11/10/2015 09:29
    E qual o interesse dos E.U.A. na Síria?
  • anônimo  09/10/2015 10:12
    'o ISIS não teria intimidado Mises porque tal organização surgiu e cresceu exatamente naquele tipo de sociedade "menos desenvolvida" '

    Mas que foi financiada pelo governo mais poderoso do mundo.
  • Dom Comerciante  10/10/2015 21:41
    Você disse muito bem: "o ISIS 'foi' financiado pelo paísmais poderoso do mundo". Só que não são mais financiados pelos americanos, agora são financiados por uma população oprimida e pelo petróleo da região.
  • Rothbard  08/10/2015 15:07
    O isis actua como um organismo predatório,conhecido pelo nome de estado.
  • LG  08/10/2015 15:31
    "Uma recente matéria de capa do The Wall Street Journal tinha a seguinte manchete: "O Estado Islâmico e sua economia baseada na extorsão". A reportagem explicou que o ISIS é uma organização que se financia por meio da "extração coerciva de tributos de uma população de 8 milhões de pessoas", e também consegue levantar fundos por meios de "atividades criminosas e terroristas"."

    Na verdade o ISIS se financia de países que - secretamente - adotam sua agenda anti-cristã e anti-desenvolvimentista.

    Dia desses não pararam um navio boliviano traficando armas para o ISIS? veja.abril.com.br/noticia/mundo/navio-boliviano-foi-flagrado-com-carregamento-de-armas-para-extremistas-do-estado-islamico/

    Por certo, alguém maior está financiando essa causa. Entendo (e até concordo) com Mises que o ISIS é menor do que aparenta ser. Mas como diz um velho ditado: "Pequenas rachaduras, fazem cair enormes pontes".

    Acho que o ISIS deve ser combatido agora, enquanto é pequeno.
  • Samsung  08/10/2015 15:52
    "Na verdade o ISIS se financia de países que - secretamente - adotam sua agenda anti-cristã e anti-desenvolvimentista."

    Fontes?

    E o que tais pessoas ganhariam com um califado islâmico, no qual elas literalmente perderiam suas cabeças?

    "Dia desses não pararam um navio boliviano traficando armas para o ISIS?

    Pelamor, hein? Essa notícia virou motivo de chacota internacional. Segundo as fontes (ênfase minha):

    "The Haddad 1, a rusty 65-metre vessel built in 1976 and registered in the port of La Paz, was intercepted off Ierapetra, southeast of Crete, earlier this week, as it was heading to the Libyan city of Misrata."

    Porto de La Paz?!?!

    Não apenas La Paz fica a milhares de metros de altitude, como a Bolívia não tem saída para o mar!

    Outra coisa, não era um navio, mas sim um barquinho fuleiro comandado por um egípcio, um turco e um sírio, carregando algumas matralhadoras e munições.

    Isso aí vai deixar o mundo ocidental de joelhos? Poupe-me.
  • Popeye  08/10/2015 17:52
    Porto de La Paz?!?!

    Sim, porto de La Paz: https://www.searates.com/port/la_paz_mx.htm

    Não apenas La Paz fica a milhares de metros de altitude, como a Bolívia não tem saída para o mar!

    Isso é verdade, mas nem sempre foi assim. Até a Guerra do Pacífico, a Bolívia tinha sim saída para o mar. Daí porque até hoje esse país mantém uma marinha. Além disso, mesmo não mais tendo território em faixa litorânea, isso não quer dizer que a Bolívia não possua acesso a portos e mais portos. E contando.

    Outra coisa, não era um navio, mas sim um barquinho fuleiro comandado por um egípcio, um turco e um sírio, carregando algumas matralhadoras e munições.

    Além disso, essa sua distinção entre barco e navio é furada. Navio não é apenas um barco grande. Além das proporções mais avantajadas, o navio é uma embarcação que possui tripulação (um comandante egípcio, um turco e um sírio) e que opera em grandes distâncias (da Líbia à Grécia, por exemplo). Para mais diferenças entre uma coisa e outra, veja esse link.
  • Haroldo  08/10/2015 18:24
    "Sim, porto de La Paz: https://www.searates.com/port/la_paz_mx.htm"

    Isso é zoeira, né? Esse La Paz aí é no México. (E o pior é que eu tão achando que você tá falando sério...)
  • Evo  08/10/2015 15:56
    Kkkk, "porto de La Paz" e "navio boliviano" foi excelente, e mostra bem o nível dessa gente conspiracionista.

    Daqui a pouco, "um grupo de judeus nazistas" e de "membros negros da Ku Klux Klan" entram na parada também.
  • Pobre Paulista  08/10/2015 18:15
    Ei, eu já vi um adesivo dizendo "Abaixo o Nazi-Sionismo". Juro. Pena que não consegui bater uma foto na hora, estava dirigindo. Foi dentro da USP, em frente ao IPT, durante uma greve, em agosto ou setembro deste ano.
  • Silvio  08/10/2015 20:14
    Não se preocupe, Pobre Paulista. Alguém já fez esse serviço: https://sibenews.files.wordpress.com/2012/11/carro-nazista.jpg?w=812
  • Pobre Paulista  08/10/2015 22:23
    Aí eu dei um google no termo e descubro que tem esquerdopatas dizendo que o holocausto nunca existiu, isso é tudo acordo entre os nazistas e judeus, e daí que surgiu este termo.

    Essas pessoas tem problema mental. Só pode ser.
  • Alvaro  08/10/2015 15:55
    Acho que dizer que foi a invasão americana que provocou o surgimento do ISIS é demasiadamente simplista. Acaso Hezbollah e Boko Haram também é culpa dos americanos?

    Existem inúmeros outros fatores envolvidos que não podem ser resumidos nos econômicos e que - especialmente quando se fala de fé - são pouco compreendidos pois envolve experiências pessoais e sociais únicas.

    Sei que a maioria dos libertários defende o princípio da não agressão, mas e quando um ditador sanguinário extermina seus opositores políticos e diferentes povos na sua região (entre outros Saddam Hussein com suas armas químicas contra os kurdos), o que fazer? Ajudar ou cruzar os braços? Não é importante lutar pela liberdade deles não?

    Não sou ingênuo de achar que as coisas são "preto no branco" mas se Saddam não era um mal a ser combatido, então não existe mais mal no mundo.
  • Dias  08/10/2015 16:08
    "Acho que dizer que foi a invasão americana que provocou o surgimento do ISIS é demasiadamente simplista. Acaso Hezbollah e Boko Haram também é culpa dos americanos?"

    Dos americanos, não. Da intervenção do governo americano nos assuntos internos de outros países, sim.


    "Existem inúmeros outros fatores envolvidos que não podem ser resumidos nos econômicos"

    Isso nunca foi um argumento econômico.

    "Sei que a maioria dos libertários defende o princípio da não agressão, mas e quando um ditador sanguinário extermina seus opositores políticos e diferentes povos na sua região (entre outros Saddam Hussein com suas armas químicas contra os kurdos), o que fazer? Ajudar ou cruzar os braços? Não é importante lutar pela liberdade deles não?"

    Você tem toda a liberdade de formar um exército privado, com mercenários altamente bem pagos, e ir lá dar cabo do malvado. Com as redes sociais, então, buscar doações voluntárias para tal empreitada é uma barbada.

    Nada contra.

    Apenas se certifique de que, após matar o malvado, aquele grupo ainda pior que se opunha a ele não tomará o poder.


    "Não sou ingênuo de achar que as coisas são "preto no branco" mas se Saddam não era um mal a ser combatido, então não existe mais mal no mundo."

    O que veio após a deposição desse mal? Um mal ainda maior. Por pior que tenha sido, sob Saddam havia várias liberdade que hoje não mais existem no Iraque: o cristianismo era tolerado, os costumes eram mais liberais, mulheres podiam se vestir como quisessem, e inclusive o porte de armas era liberado (havia lojas de armas em Bagdá, algo que não ocorrem em Nova York).

    E o que veio depois da intervenção estatal americana? Coisa muito pior.
  • Vinicius  08/10/2015 16:11
    Para ter protegido os curdos bastavam uma zona de exclusão aérea e um facilitar rotas de tráficos de armas pelo cáucaso, o resto os próprios curdos o faria
  • anônimo  09/10/2015 10:19
    'Não sou ingênuo de achar que as coisas são "preto no branco" mas se Saddam não era um mal a ser combatido, então não existe mais mal no mundo.'

    Saddan sempre foi o mesmo, mas enquanto era o capacho dos EUA ninguém se incomodava com nenhuma atrocidade que ele viesse a cometer. Foi só quando começou a botar as asinhas de fora e ameaçou largar o dólar como moeda de reserva que foi transformado em monstro pela mídia.
    Ainda hoje os EUA são aliados de um monte de ditaduras sangrentas e ninguém da tal 'direita' americana está nem aí
  • Ike  09/10/2015 12:21
    Exato. Toda essa turma -- Saddan, Qadaffi, Assad, Mubarak -- era secular e sempre foi indiferente para os EUA. Aí bastou algum deles sair da linha (Saddam queria passar a usar o euro; Qadaffi abertamente falou em abandonar o dólar e ir para o ouro), que o governo americano foi lá e insuflou rebeliões para derrubá-los e substituí-los por fundamentalistas radicais.

    O governo americano adora fundamentalistas no poder porque isso lhe confere a justificativa para novas invasões expansionistas.

    Que a esquerda e a direita caiam nesse engodo é perfeitamente compreensível; agora, ver alguns supostos libertários indo para o mesmo caminho é desanimador. Ainda bem que eles não são a maioria aqui.
  • Andre Luiz Ponte Aguiar  08/10/2015 15:58
    Será que o ISIS é financiando somente por impostos sobre pobres improdutivos? Duvido muito disso.
  • Ribeiro  08/10/2015 16:07
    Pode ser que não. Mas aí são necessárias fontes.
  • Thiago Teixeira  08/10/2015 17:17
    Há fortes rumores de que eles também se financiam com venda de petróleo. Até Assad compra deles de vez em quando.
    Algum estado vizinho deve estar sendo proxy da venda de petroleo para o ocidente. Desconfia-se da Turquia, membro da OTAN.

    Aí eu questiono: para estrangular o ISIS economicamente, não bastaria um "cercamento" do territorio, um bloqueio sem furos da saída de petróleo e da estrada de armas?
  • Rene  08/10/2015 16:11
    Considerar o ISIS como uma ameaça ao ocidente pode mesmo ser um exagero. Mas simplesmente cruzar os braços e deixar eles caírem sozinhos nem de longe me parece ser a melhor opção. Ok, eles sobrevivem extorquindo dinheiro de populações pobres e ainda colocam várias barreiras que impedem estas de enriquecerem. Lógico que este arranjo é insustentável no longo prazo. Mas não deixo de pensar nas pessoas que estão sofrendo hoje com estes terroristas.

    Decapitações, pessoas sendo queimadas vivas, crianças sendo vendidas como escravas sexuais, são só parte dos horrores que a população destes países estão passando. As vítimas que estão sofrendo diariamente nas mãos destes terroristas não podem esperar. Levando essas coisas em conta, não vejo com maus olhos que os países livres se unam para combater o ISIS. O que deve ser feito para eliminar esta praga da face da terra, eu não sei. Mas simplesmente fazer pouco caso destes terroristas e deixa-los livres para agir como quiserem até o dinheiro deles acabar, me parece um ato de omissão criminosa, tendo em vista a quantidade de crimes contra a humanidade que acontecem no oriente médio.

    Entendo que o foco do artigo é simplesmente dizer que o ISIS não é tão grande assim como a mídia pinta, e que dificilmente o autor acredite que nada precisa ser feito. Mas pelo menos em minha opinião, o autor poderia ter deixado mais claro o que ele espera que seja feito para combater estes terroristas.
  • Girard  08/10/2015 16:16
    Em momento algum há a defesa de que se "fique de braços cruzados".

    Sabe qual é o grande problema? Os governos não permitem a ação legal de exércitos privados formados por mercenários financiados por empresas que teriam interesse na extinção do ISIS. Aí os próprios governos, que não se entendem (por acaso há diálogo entre EUA, Rússia e Síria), acham que podem resolver tudo perfeitamente por conta própria.

    Aí dá uma merda ainda maior. E com o apoio da população mundial.
  • Rene  09/10/2015 11:49
    Concordo contigo, Girard. O governo nos rouba e usa o dinheiro roubado para atrapalhar nossas vidas. E tudo o que o governo faz costuma ser caro e de má qualidade. A vida é injusta. Acho que vou chorar.

    Um exército particular formado por mercenários treinados poderia mesmo ser bem mais eficiente do que a coalizão de países contra o ISIS. Entretanto, como você mesmo disse, os governos não permitem que este exército seja criado. Pode ser que daqui a algumas décadas a coisa mude, mas as pessoas que estão sendo massacradas pelo ISIS estão sofrendo hoje. Não podem esperar algumas décadas. Se os governos, por culpa deles mesmo, são os únicos que possuem meios de ação para atuar nesta área, eles tem obrigação de fazer isso.

    Podemos até atuar ativamente para que entidades privadas também tenham meios de ação. Isso demandaria muito planejamento, tempo e energia. No momento em que o exército privado estiver formado, treinado, com armamento e munição, aí sim eu apoiaria completamente que entidades privadas o financiassem para que este fosse lá e acabasse com o problema de vez. Eu mesmo faria uma doação.

    Quando ocorre um incêndio em um edifício, a primeira coisa que os bombeiros fazem é salvar as vítimas. Depois disso, é controlar o fogo, para que não se espalhe e gere mais destruição. Por último é que eles procuram entender as causas do incêndio. Em minha modesta opinião, ficar discutindo que o ideal seria a existência de exércitos privados para combater o ISIS seria mesma coisa que os bombeiros ficarem olhando para o edifício Joelma pegando fogo e dizendo: "Ah, o ideal seria que existissem escadas de incêndio com portas à prova de fogo, extintores de incêndio a cada 15 metros de qualquer ponto do edifício, hidrantes em pontos estratégicos, sistema de Sprinklers...", enquanto ignoram que existem centenas de pessoas morrendo lá dentro.

    O oriente médio está em chamas, e por culpa dos governos mesmo, não há um sistema de combate ao fogo. As pessoas estão morrendo. Temos que salvar as vítimas com o que temos em mãos agora. Depois nós tentamos mudar o mundo.
  • Risp  11/10/2015 12:17
    "Mas o Estado Islâmico está matando sírios inocentes!!!!":
    Aqui no Brasil, milhares são assassinados todos os anos, e o Estado não faz o suficiente para barrar esses assassinatos.
    Vide os morros do Rio, ou a periferia de Salvador ou do Recife.
    Com certeza, muitos inocentes são massacrados, talvez num número absoluto maior que em Aleppo.
    Daí eu pergunto: qual a legitimidade do governo suíço de mandar tropas (ou bombardeiros, ou drones com pontaria cirúrgica) para resolver a violência na periferia do Recife?
    Absurdo, não é? Pois é... A mesma legitimidade do governo suíço de gastar o dinheiro roubado de seus cidadãos em Pernambuco, tem o governo americano de usar dinheiro dos impostos para "salvar" os dissidentes sírios: NENHUMA.
    "Falta de Legitimidade" = você não tem o direito de se meter nisso, da mesma forma que a Igreja Universal não tem o direito de invadir a sua casa para te dar um sermão e te fazer tratar com mais carinho a sua mulher (por mais razão que a sua mulher tenha).
  • Angelo Viacava  08/10/2015 16:19
    E seria possível analisar somente do ponto de vista econômico um assunto que exige análise mais ampla?
  • Magno  08/10/2015 16:34
    Do ponto de vista da durabilidade de um empreendimento, sim.

    O comunismo soviético durou muito tempo principalmente porque invadiu o espoliou o capital de países até então ricos e produtivos (a Tchecoslováquia, por exemplo, era uma das nações mais industrializadas da Europa).

    Já um grupo terrorista que se financia majoritariamente por meio do esbulho de pobretões esfomeados não tem como se manter por muito tempo.

    A própria al-Qaeda, que era financiada por alguns milionários e que tinha pessoas comprovadamente inteligentes e disciplinadas em seu alto escalão não progrediu após o ataque de 11 de setembro (o qual só foi possível porque uma lei aprovada pouco antes proibia pilotos de portarem armas).
  • Angelo Viacava  08/10/2015 16:45
    Mas o ISIS é realmente financiado somente pelo esbulho de pobretões e esfomeados?
  • Jorge Ribeiro  08/10/2015 16:51
    Você sabe de algo mais?
  • Ricardo  08/10/2015 20:22
    Ah histórias, não sei se confirmadas que ele se financia pela venda de petróleo, há também boatos que o ISIS receberia ajuda financeira da Arabia Saudita.
  • Ângelo Viacava   09/10/2015 09:12
    Realmente, pesquisei no Google e na Wikipédia e não descobri nenhuma fonte de financiamento externo que assista o ISIS. Nenhum recibo sequer. Concluo, então, que não existe. Obrigado por me abrir os olhos.
  • Rothbard  08/10/2015 16:23
    Rene qualquer pessoa é livre para ir lutar contra o isis,você mesmo pode se alistar,pode formar um exército (privado9 e ir lá combater,agora obrigar outras pessoas a combaterem é moralmente errado,e além disso qualquer regime só se sustenta através do consentimento,leia la boétie.
  • Thiago  08/10/2015 16:55
    Lembro-me de quando os piratas somalis começaram a atacar navios em 2007, e várias pessoas começaram a dizer que aqueles raquíticos dominariam os mares. Certa feita, eles tiveram a infeliz ideia de atacar um navio de turistas israelenses. Os seguranças do navio passaram fogo nos famélicos, e metade dos terroristas da organização morreu ali. A outra metade se aposentou.
  • Silvio  08/10/2015 17:10
    Não apenas o estado islâmico, mas qualquer estado poderia ser classificado como uma organização terrorista que se financia por meio de extração coerciva de tributos e outros atos criminosos.

    Essa guerra contra o ISIS não passa de uma disputa entre gangues. Quem vê algo além disso, não passa de um paspalho ingênuo cegado por propaganda ideológica.
  • Joao pires  08/10/2015 17:37
    Rio de Janeiro, São Paulo, e algumas capitais do nordeste me dariam mais medo do que o ISIS
  • Roberto Cláudio  08/10/2015 18:25
    Esqueçam o Iraque e a Síria. Perigoso mesmo é passar alguns dias em Maceió.
  • Thiago Teixeira  08/10/2015 17:41
    Compartilho da opinião de alguns aí acima, é moralmente defensável uma intervenção externa para ajudar as pessoas da Síria, que estão sendo oprimidas e coagidas pelo ISIS, que estão sofrendo ataque à sua LIBERDADE.

    Acho o válido o questionamento de se essa intervenção deve ser bancada pelos estados ocidentais. A proposta de tropas mercenárias é uma solução interessante. Eu tiraria grana do meu bolso para ajudar. Não condeno quem não queira fazer o mesmo. E todo mundo segue a vida.

    Aí vem o questionamento seguinte: o que fazer em seguida? Como garantir que não assuma um outro grupo radical?
    Um único modelo de governo me vem à mente: Pinochet. Uma ditadura que abafe as dissidencias políticas (até porque na região só há partidos socialistas e islâmicos), que garanta a liberdade religiosa, e especialmente a liberdade economica; justiça, paz "à força", constituicao enxuta, direitos de propriedade, e liberdade de troca; começar a aliviar a repressão só depois de uns 20 anos. Aí então, já vai estar todo mundo rico, familiarizado com o ocidente, bem-informado, relegando a religião ao seu lugar, longe do estado.
  • Paranaense  08/10/2015 20:01
    Certa vez em uma viagem pelo cone sul, comentei descaradamente para um simpático senhor argentino que eu havia notado muita diferença entre os carros modernos e importados do Chile e os arcaicos citroens da década de 60, abundantes na Argentina. Sabe o que ele respondeu? "A Argentina não teve um Pinochet" . Depois desse comentário minha visão esquerdista (sim, fui doutrinado na escola), começou a ruir. Hoje fico a imaginar um Pinochet no Brasil. O único que me parece possível é um tal deputado do RJ, capitão reformado, defensor da família, da moral e dos bons costumes, o único que tem coragem de dizer o que muitos pensam...
  • Thiago Teixeira  09/10/2015 15:50
    Só que este senhor não é tão liberal...

    Aqui no Brasil estamos tendo mais problemas com o marxismo agora do que na época de Joao Goulart, é verdade.. Mas não acho quenoutra ditadura militar positivista seja a solucao.
    O sr Jair daria no máximo um bom ministro da justiça. Presidente? Deus nos livre.
  • Anomalous  08/10/2015 17:56
    Ao meu ver a coisa está sendo simplificada aqui. Se fosse só isso, zero subtraindo de zero, não teriam mais dinheiro para comprar armas.
    O ISIS se financia claramente, há quem queira provas, pela venda de petróleo no mercado negro e pela venda de artefatos pilhados também no mercado negro. Creio que os impostos cobrados das minorias não devem ser suficientes nem para eles viverem.
    Talvez a pior consequência do EI seja as massas de falsos refugiados que entraram na Europa. Lembrando que há ali uma grande ideologia de destruição do ocidente. Esses falsos refugiados vão ter filhos "a rodo" e com o tempo vão ser mais numerosos do que os nativos, que se reproduzem pouco.
    Mas tem gente que vai refutar linha por linha do que eu disse sem usar nenhum argumento, apenas a alegada falta de evidências. Evidências que saltam aos olhos.
  • Dedalus  08/10/2015 18:26
    A venda de artefatos pilhados garante um bom estoque, mas não um fluxo contínuo de receitas.

    Sobre o petróleo, você próprio admitiu não ter evidências (e se protegeu dizendo que alguém pedir evidências seria uma obstrução ao debate).

    Sobre os imigrantes, estes são em sua maioria sírios que estão fugindo da guerra civil do país gerada por uma insurreição de rebeldes contra o governo, os quais estão sendo agora massacrados pela Rússia. Há terroristas infiltrados entres os imigrantes? Sem dúvidas. Haveria terroristas infiltrados caso não existisse o ISIS? Sem dúvidas. Logo, a questão se mantém.
  • Anomalous  08/10/2015 18:54
    Caso não existisse o ISIS não haveria um fluxo tão grande de pseudo-refugiados.
  • Dedalus  08/10/2015 19:04
    Concordo.

    E caso os governos ocidentais não interviessem para desestabilizar os governos seculares destes países, não haveria ISIS e nem ondas de refugiados.

    Aliás, governos ocidentais adoram criar encrenca no Oriente Médio, retirando seculares e colocando fundamentalistas no poder: assim eles podem manter seu rebanho ocidental em profundo estado de temor. Aí os otários amedrontados saem clamando por cada vez mais proteção de seus governos, abrindo mão de suas preciosas liberdades civis -- as quais não mais são devolvidas.
  • Anominuos  09/10/2015 02:29
    Concordo também.
  • Marcos  08/10/2015 18:40
    A questão é a seguinte: o ISIS surgiu depois que os EUA retiraram suas tropas do Iraque. É uma ilusão acreditar que apenas milícias terrestres seriam capazes de combater os terroristas do ISIS. Só será possível combater os terroristas dos ISIS com apoio dos países mais fortes militarmente (como EUA, Israel, a OTAN). Por exemplo, o ISIS só foi expulso de Kobane, devido aos bombardeios aéreos da 'coalização', as milícias curdas não seriam expulsar o ISIS de Kobane, sem o apoio dos EUA:

    "As forças curdas, em um primeiro momento pouco equipadas, se beneficiaram do apoio crucial dos bombardeios que a coalizão internacional encabeçada por Washington lança contra posições dos jihadistas desde 23 de setembro."


    g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/curdos-expulsam-o-estado-islamico-da-cidade-siria-de-kobane.html
  • Rocha  08/10/2015 18:58
    "o ISIS surgiu depois que os EUA retiraram suas tropas do Iraque."

    A frase correta é: o ISIS surgiu depois que o governo americano fez uma completa lambança na região, derrubando e desestabilizando governos seculares (como o de Saddam e de Assad) e abrindo caminho para a tomada do poder por fundamentalistas islâmicos.

    O problema é que os amantes do governo americano preferem perder um debate a reconhecer que seu deus é falho.
  • Luiz Goerck  09/10/2015 09:31
    Mas o Ísis só chegou ao "poder" depois da retirada das tropas americanas, certo?
  • cmr  09/10/2015 13:28
    E era para as tropas americanas estarem lá até hoje ?.

    Se sim, então transformem aquilo lá logo em um território americano, sob o comando da casa branca, imponham o inglês como língua, coloquem na tv reality shows, comédias sem graça, McDonalds, starbucks em cada esquina, coloquem uma filial da Disney em Bagdá; e não se esqueçam da bandeira listrada em todas as escolas, prédios públicos, e até em empresas privadas.

    E não se esqueçam de liberar a imigração latina, para o povo impor o espanhol como língua, como já ocorre em vários estados americanos.

    OBS: apenas estou propondo uma alternativa, já que é para ter tropas americanas lá, então que façam o serviço direito e não um servicinho meia boca, que foi o que fizeram.
  • Helio Jr.  08/10/2015 20:00
    O Isis ampliou sua invasão pelo ocidente sem uso de armas.
    Antes como imigrantes e agora como refugiados que , com o tempo
    vão dominando politicamente as nações que os abrigaram.
    França e Suécia(Progressistas) e outros países têm grandes problemas
    com os mulçumanos.
  • Dalton C. Rocha  08/10/2015 20:04
    O artigo é um dos mais ridículos que já vi, no site www.mises.org.br/ . Vou só citar alguns trechos entre "aspas" e fazer um comentário a eles:1- "Ao lutar contra as sociedades menos desenvolvidas, as mais desenvolvidas sempre descobriram que levam sua maior vantagem na falta de unidade nas fileiras inimigas"Aonde tal dito de Von Misse se aplica ao Islã? Todas as formas de Islã são claras em dizer que:A) Toda e qualquer pessoa que deixar o Islã, paga com sua vida.B) Toda e qualquer pessoa que criticar o Islã, paga com sua vida.C) Toda e qualquer pessoa que criticar Maomé, paga com sua vida.D) Toda e qualquer pessoa que jogar um Alcorão no chão, paga com sua vida.E) Toda e qualquer pessoa que pregar outra religião a um muçulmano, paga com sua vida.F) No Islã não existe diferença entre crime e pecado.G)O Islã deve ser imposto à humanidade inteira, embora isto possa ser disfarçado, até que istoocorra. Este disfarce tem até uma palavra árabe para ele, que é Takyia.H) Não pode haver verdadeira paz, entre (Dar al Islã) parte da humanidade submissa ao Islã e a parte da humanidade ainda não submissa a ele( Dar ao Harb). Caso os não islâmicos tenham poder militar, se pode fazer uma falsa paz, até que a guerra entre Islã e seus inimigos comece de novo. Tal falsa paz, entre islâmicos e os não islâmicos tem uma palavra árabe para ela, que é "Hudna".Aonde há a falta de unidade nestas "fileiras inimigas?2- "O surgimento dessa organização terrorista serviu para criar um consenso político onde antes não havia: EUA, Europa, Jordânia e Arábia Saudita juntaram esforços com Rússia, Afeganistão, Nigéria, Paquistão, Talibã, Al-Qaeda e Hezbollah para combater os terroristas do ISIS."E por acaso, isto é ruim? Desde quando uma rábula de ladrões que roubam, matam, estupram e, até escravizam; deve ser deixada ao sabor das leis do mercado?3- "Dado que é impossível, este artigo não tem a pretensão de afirmar se tais pessoas estão, do ponto de vista da política externa, certas ou erradas em sua avaliação sobre o ISIS ser a maior ameaça para a humanidade. Com efeito, este artigo não tem a pretensão de fazer uma análise de assuntos relacionadas a política externa. Devo dizer abertamente que nada do que será escrito aqui deve ser visto como uma declaração de conhecimento sobre especificidades do Estado Islâmico, sobre quão poderosa de fato é essa organização, e se ela representa algo a ser realmente temido, ao contrário de Saddam Hussein — que, olhando em retrospecto, parecia não ser."Esta é a menos pior parte do artigo; aquela em que o autor ventila que nada sabe do Islã e nunca exigiu a extinção da Al-Qaida quando esta mandou seus membros explodir as embaixadas americana na Tanzânia e no Quênia, em 1998. Ver site https://en.wikipedia.org/wiki/1998_United_States_embassy_bombings
    4- "Este artigo terá, no entanto, a pretensão de fazer uma análise da situaçãoexclusivamente sob um ponto de vista econômico. Mais especificamente, este artigo tentará abordar a suposta ameaça do Estado Islâmico por meio das idéias do grande pensador econômico austríaco, Ludwig von Mises. O palpite é que o ISIS não teria amedrontado Mises.E o ISIS não teria intimidado Mises porque tal organização surgiu e cresceu exatamente naquele tipo de sociedade "menos desenvolvida" à qual Mises se referiu como sendo não-ameaçadora em seu clássico livro Socialism."Quando Mises falou deste tipo de sociedade primitiva, ele não estava falando de Islã. Estava falando de tribos primitivas e pequenas, não de uma fé antissemita e anticristã que tem mais de 1,6 bilhões de adeptos hoje. Parece até que mesmo sendo judeu, mesmo assim Ludwig Von Mises jamais viveu em nenhum lugar de maioria de maometanos. O autor além de basicamente nada entender de Islã, parece tão por fora quanto, sob Mises.5- "Sem em nenhum momento tentar minimizar os horrores dos atentados de 11 de setembro, as ações repugnantes do ISIS, ou a capacidade de grupos terroristas ou extremistas fazerem novos atentados naquele que é considerado o símbolo máximo do mundo desenvolvido (os EUA), é justo supor que Mises ficaria um tanto espantado com todo esse estardalhaço feito em relação ao ISIS. Afinal, tal organização não surgiu e não foi formada dentro de nenhum país minimamente sofisticado ou desenvolvido.A realidade é que essa organização — que conseguiu fazer com que esquerda e direita se unissem em prol de uma reação musculosa — nasceu em uma região do mundo que: a) é uma das menos produtivas economicamente, b) não criou um único bem de consumo desejado pelos consumidores do mundo (sim, ali há o recurso natural do petróleo, mas riqueza gerada pelo petróleo é majoritariamente uma criação de engenhosidade ocidental), c) não possui uma única universidade que tenha alguma reputação. Ou seja, é uma região hoje habitada por pessoas economicamente atrasadas, pouco produtivas e sem engenhosidade.Não obstante, todos estão temendo o ISIS?"Este idiota que escreveu este artigo, John Tamny, comete, mais de 1.400 anos depois, o mesmo erro dos reis de Bizâncio e da Pérsia, também sobre o Islã. Por ser analfabeto, o profeta Maomé mandou um escriba escrever uma carta para o rei de Bizâncio e outro para o rei da Pérsia. Ambos "poderosos", sequer quiseram responder ao governante analfabeto de uma pequena cidade, chamada Medina, na atual Arábia Saudita. Umas décadas depois, todo o Império Persa estava sob o Islã e o Império Bizantino estava mortalmente ferido pela perda irreversível do Egito, Síria, Líbano, Líbia, Argélia, Marrocos, etc.Como é que que Mises não ficaria um tanto espantado com todo esse estardalhaço feito em relação ao ISIS? Afinal, o Islã além de prometer vida eterna com 72 virgens, neste mundo, quem luta pelo Islã e vence tem dinheiro, poder, fama e sexo. Mises dedicou sua vida a lutar contra um Islã secularizado, chamado socialismo, que em 1917, já dava a quem luta por ele e vence tinha: dinheiro, poder, fama e sexo.6- " Uma recente matéria de capa do The Wall Street Journal tinha a seguinte manchete: "O Estado Islâmico e sua economia baseada na extorsão". A reportagem explicou que o ISIS é uma organização que se financia por meio da "extração coerciva de tributos de uma população de 8 milhões de pessoas", e também consegue levantar fundos por meios de "atividades criminosas e terroristas".Certo. Então quer dizer que um grupo que se financia por meio de espoliação de indivíduos que não são ricos nem produtivos representa uma ameaça para todo o mundo capitalista, desenvolvido e civilizado? "
    Já que um grupo que se financia por meio de espoliação de indivíduos que não são ricos nem produtivos representa uma ameaça para todo o mundo capitalista, desenvolvido e civilizado, então:A- Lenin teria morrido de sífilis na Suíça, não no poder.B- Mao Tse Tung teria morrido em sua fazenda, numa prisão ou num hospício. Ele morreu no poder.C- Fidel Castro teria morrido no exílio no México, não estando no poder em Cuba de 1959 até hoje.D- Lula estaria vivendo com aposentadoria de um salário mínimo, em Pernambuco. E Dilma seria uma pobre ex-presidiária, como são suas colegas das Brigadas Vermelhas da Itália, Action directe da França, etc.E- Já que um grupo que se financia por meio de espoliação de indivíduos que não são ricos nem produtivos representa uma ameaça para todo o mundo capitalista, desenvolvido e civilizado, então por que A, B, C e D são totalmente distintos que aconteceu de fato e nos casos C e D totalmente distinto do que segue acontecendo?7- "Mises, muito provavelmente, estaria fazendo escárnio do atual consenso dos governos mundiais em relação ao ISIS exatamente porque toda a base da existência do ISIS é o roubo e a coerção violenta de indivíduos pobres e pouco produtivos. Tais fundamentos não têm como durar para sempre. Como ele escreveu em Socialism, "Toda a civilização ainda existe porque os homens foram bem-sucedidos em reagir aos ataques dos redistributivistas"."Já que "Tais fundamentos não têm como durar para sempre.", então por que o Islã existe há mais de 1400 anos e é a maior religião do mundo e aquela que mais tem adeptos; na maioria por nascimentos?Sim. "Toda a civilização ainda existe porque os homens foram bem-sucedidos em reagir aos ataques dos redistributivistas". Se existe civilização foi por que os católicos medievais não seguiram o triste caminho dos jacobistas, nestorianistas, coptas e demais tipos de Cristianismo, que colaboraram com o Islã na Idade Média e acabaram na insignificância, há mais de mil anos.
    8- "O mundo rico e desenvolvido prosperou exatamente porque conseguiu se manter relativamente livre. Já uma entidade terrorista que se financia por meio do esbulho de pessoas pobres e pouco produtivas deve ser vista como uma ameaça irrefreável para o mundo? "
    Quando a Al-Qaida explodiu embaixadas americanas na África, em 1998, muita gente que vivia no World Trade Center também achava que uma entidade terrorista que se financia por meio do esbulho de pessoas pobres e pouco produtivas, não devia ser vista como uma ameaça irrefreável para o mundo. Em 2001, eles mudaram de opinião.9- "O que é curioso nisso tudo é ver como vários membros da direita estão caindo nessa narrativa e se contradizendo fragorosamente. Embora tais pessoas digam, corretamente, que baixos impostos e menos barreiras regulatórias irão gerar mais riqueza e mais crescimento econômico, essas mesmas pessoas, paradoxalmente, passam a acreditar que políticas de redistribuição forçosa de renda são eficazes em criar exuberância e poderio avassalador em uma região pobre do Oriente Médio. Não é irônico?"Quando dos primeiros ataques da Al-Qaida, se achou também que não valia a pena se disparar mais mísseis, contra eles. O resultado de tal pensamento ridículo foi a queda das torres do WTC, em 2001.10- "Ainda mais interessantes são os relatos de quão habilidosos são os terroristas do ISIS. Quem ler a supracitada matéria do jornal sem um olhar mais crítico irá ficar com a impressão de que o ISIS é gerido por uma equipe de consultores da McKinsey e não por militantes radicais. Segundo a reportagem, "os radicais do grupo administram um metódico sistema de extorsão sobre o comércio, cobram taxas sobre o uso do transporte público, e impõem pagamentos de proteção a cristãos e outras minorias religiosas que optaram por viver sob o comando dos militantes em vez de fugir".É possível tal cenário gerar um crescimento vibrante em algum lugar do mundo? Muito menos em um local pobre e pouco produtivo, e a lógica econômica sugere que o ISIS não será capaz de alterar essa realidade."Bem, este pessoal do ISIS está apenas repetindo o que os primeiros islâmicos, aqueles do século VII faziam exatamente igual e exatamente na mesma região. O autor nunca leu o Alcorão. Eu li. E não é um livro com qualquer intenção de "gerar um crescimento vibrante em algum lugar do mundo", mas sim um livro para colocar a humanidade inteira sob os ditames de um profeta analfabeto e comerciantes de escravos do século VII. Sob o Islã sempre imperaram a corrupção, ditadura, ignorância, etc. Só que o Islã tem mais de 1400 anos e é a maior religião do mundo e a que mais cresce. O autor parece achar que a maioria humanidade pensa com base no padrão dos PhDs da Universidade de Chicago. Nem daqui a 1400 anos, que a maioria humanidade pensará, com base no padrão dos PhDs da Universidade de Chicago.11- "Há quem diga que as receitas do petróleo podem estar financiando o ISIS. Se isso for verdade, então o melhor que o governo americano poderia fazer é adotar uma política de valorização do dólar, o que derrubaria os preços do petróleo. Com o dólar forte e os preços do petróleo em queda, as receitas obtidas com a venda dos barris de petróleo cairiam acentuadamente e os produtores de petróleo do Oriente Médio ficariam sufocados. Isso reduziria os valores obtidos pelas extorsões do ISIS."O John Tamny acha que o Isis vai recuar, caso os preços do petróleo recuem. Quando eles eatavam acima de US$150/barril, o Isis era insignificante e nem mandava em guarda de trânsito no Iraque. John Tamny acha que terroristas recuam ou avançam com base no preço do petróleo. O que mais ele acha? Ele acredita na existência do Papai Noel? Ele acredita no tal Trem-bala da Dilma?12- "Se a classe política de qualquer país minimamente civilizado raramente concorda entre si (a suposta ameaça representada pelo ISIS é um raro exemplo de consenso) e as rixas são constantes, por que então deveríamos imaginar que as atividades de uma organização criminosa são definidas por um competente, calmo e estudado consenso do seu alto escalão, de modo que uma inação agora causaria massacres nas cidades ocidentais".É o que o imperador bizantino Heraclius achava, há mais de 1400 anos atrás. E era o que o então presidente americano Bill Clinton achava, em 1998. O tempo mostrou que eles estavam totalmente errados, sobre o Islã. O Império Bizantino acabou em 1453. Era um império ferido mortalmente pelo Islã, já no século VII. A verdadeira pergunta não é se você deve lutar contra o Isis, Boko Haran, etc. A verdadeira questão é se você quer lutar contra eles agora, onde eles agora estão ou se você prefere lutar contra eles, em suas conquistas e ataques do futuro.
  • Andre Cavalcante  09/10/2015 13:32
    Olá Danton, só uma questão. Você já se deu ao trabalho de ler o Corão (questiono isso porque você coloca como crença certos princípios que são uma deturpação da mensagem do corão, a não ser que a tradução que li esteja muuuuiiiiito errada)?

    E sabes porque você falou, falou, falou e falou e não tem argumentos para contrapor aos do artigo? Porque se o Islã (pelo jeito você considera um muçulmano qualquer pior que o Hittler), com 1,6 bi (isso mesmo bilhões) de seguidores, se tivessem, ao menos um único objetivo político comum, não haveria força na Terra para resistir. Ou você acha que 360 milhões de norte americanos conseguiriam (mesmo com armas nucleares) barrar o que quer que seja de 1,6 bilhões? E, número por número, os cristãos representam 2 bilhões no planeta, e budistas e hinduístas representam outro tanto.

    A análise correta sobre a longevidade (único argumento do artigo e ainda assim frisando várias vezes que com o Isis pode ser diferente) de "ameaças" como o ISIS é que tal arranjo não se sustenta devido a uma questão econômica. Só. Nada sobre muçulmanos, islã, a situação de guerra e paz histórica no oriente médio, etc.

    Abraços
  • Torrente  10/10/2015 15:54
    A opção de mercenarios pare-se interessante mas eu a usaria como uma forma não agressiva direta ( ex sufocar economicamente o ISIS ) e sim como uma forma de ensinar alternativas e mostrar os benefícios de desvincular religião e estado.


    Mas infelizmente gente no mundo real mercenários seriam considerados segundo exercito dos EUA a mando dos Ilimunatti financiados pela nova ordem mundial bla bla bla, seriam colocados lado a lado de mercenarios como os da Russia.

    Triste dizer mas esse embrolio politico, armamentista, terrorista esta longe de ser solucionado.

    A maior arma é o conhecimento, e o pior bunker é a cegueira frente ao grande leviatã e no caso do ISIS a explosiva mistura Estado, Religião e terroristas.
  • Balduíno  14/10/2015 12:07
    Tenho acompanhado com afinco as teses apresentadas no Instituto Ludwig von Mises, apoio a liberdade, mas assim como o colega ainda não encontro explicação razoável para alguns fatos, principalmente quando envolvem fenômenos de ruptura. Para citar um exemplo, temos a notória ameaça à humanidade a partir da Coréia do Norte associada à sua capacidade nuclear que, assim como o ISIS, explora uma sociedade "menos desenvolvida". Acho que extrapolações como feitas neste artigo são artificiais e não se sustentam.
  • Nômade  14/10/2015 12:46
    "temos a notória ameaça à humanidade a partir da Coréia do Norte associada à sua capacidade nuclear"

    Incorporou o Costinha? Como é que um país comunista com uma população esquálida e famélica possui recursos para montar uma bomba nuclear? Como é que um país comunista com uma população esquálida e famélica sequer possui a inteligência para montar um poderoso aparato nuclear?

    Qual foi a grande demonstração militar já feita pela Coréia do Norte? O máximo que ela consegue é lançar mísseis que se estatelam no mar poucos segundos após o lançamento.

    Um sujeito que diz que uma economia comunista sem nenhuma riqueza e sem nenhum recurso é capaz de se tornar uma potência nuclear não entende nem sequer o mais básico sobre economia.

    O próximo passo é você dizer que acreditava piamente que aquelas marchas militares soviéticas com mísseis de papelão eram uma ameaça ao mundo.

    "Acho que extrapolações como feitas neste artigo são artificiais e não se sustentam"

    Já as suas ilações sobre "potências nucleares comunistas" são inteligentíssimas e possuem forte sustentação econômica.
  • Igor  08/10/2015 20:05
    Ótima análise. Mas o artigo deixou de acrescentar que pode e dizem até haver evidências que o ISIS está recebendo apoio financeiro de alguns governos que simpatizam com a formação do califado, além do líder ser um milionário e ter bastante influência.

    Concordo que mesmo com isso não quer dizer que o Ocidente está ameaçado, mas com a expansão desses terroristas e a continua ajuda financeira aliada a propaganda que está influenciando muitos jovens, até europeus e americanos, pode causar danos sim como contínuos ataques terroristas no Ocidente mas nada que irá gerar uma terceira guerra mundial.
  • Renato  08/10/2015 20:09
    Vamos criar um empreendimento para a função de alerta aos empreendedores.

    Um grupo poderia ser criado, mostrando o nosso cartão de visitas, para fazer o trabalho de divulgação entre os empreendedores. Assim que contratados, de comum acordo com esses empresários (troca voluntária), estabeleceríamos um preço razoável para começar a imprimir cartilhas explicando as pessoas, dentro do estabelecimento do contratante, se assim esse desejar, e até mesmo em torno das ruas desse estabelecimento.

    Mostraríamos aos poucos para as pessoas que pagar impostos é uma falácia. Só serve para sustentar a classe política...e também mostraríamos a existência de moedas digitais como o bitcoin para o empresário e para as pessoas.

    Aos poucos vamos tirar essa mentalidade estatal da cabeça de todos.

    Como eu sou do Rio de Janeiro, ficaria melhor que pessoas daqui entrassem em contato comigo.

    Trabalharíamos como se fossemos "fantasmas". O investimento seria feito diretamente com empresários que assim solicitasse nosso serviço. Se nós criarmos uma empresa com registro, ficaremos refém da classe política.

    Acredito que aqui ninguém vai querer isso.
  • Renan Faria  09/10/2015 11:49
    Me interessa. É preciso arregimentar interessados e montar um plano de ação/contingências. O Estado é praticamente impossível de ser removido, dado que há forças ainda piores que ele, mas podemos reduzir seu tamanho e os estragos que o Leviatã faz em nossas vidas.

    O email é renanfaria@globo.com
  • Renato  09/10/2015 18:24
    Renan Faria, vou te mandar um email. Antes quero saber se você é do Rio de Janeiro.
  • Alguem  08/10/2015 20:37
    "Se as tropas viessem a passar fome, a miséria e as
    doenças causariam
    mais devastação do que os longos anos da espada inimiga."
    Sun Tzu, A Arte da Guerra.
    É só acabar com a forma com que eles conseguem recursos e é vitória certa. Acho impressionante como o mercado é vital pra qualquer sociedade. Sua extinção leva a morte de um povo.
  • João Paulo  09/10/2015 02:03
    Eu não sou muito de escrever só para criticar, mas devo dizer que esse artigo é péssimo e depõe contra o liberalismo, pois alimenta justamente a velha alegação da esquerda (geralmente falaciosa) de que liberais não conseguem pensar em nada mais além de dinheiro.

    Analisar a questão do Estado Islâmico de um ponto de vista puramente econômico é por demais ingênuo para ser levado a sério. Parece que o autor estudou história com Marx e não entende que o materialismo histórico é uma tremenda bobagem.

    Voltando ao assunto, é evidente que o ISIS não pode se sustentar a longo prazo e, até onde eu sei, nenhum dos países aliados questiona isso. O ponto fundamental a ser compreendido, além da questão humana (que o autor prefere ignorar, mas ok), é que os ideais sobrevivem aos estados. Quando o ISIS fracassar, é perfeitamente possível que os mesmos valores do Estado Islâmico sejam replicados sob diversas outras diretrizes econômicas, assim como ocorreu com o comunismo no século passado depois do fracasso da revolução bolchevique (que, devemos lembrar, fracassou em poucos anos e teve de ser substituída pelo stalinismo para sobreviver, pois caso contrário iria à falência). Provavelmente todas essas experiências dariam errado, assim como no caso do comunismo, mas até lá quantos cadáveres o autor está disposto a aceitar?
  • Ricardo Malta  09/10/2015 02:23
    "Eu não sou muito de escrever só para criticar"

    Que bom que você ao menos é franco. Logo de cara já deixa claro que falará coisas sem nenhuma substância, como veremos mais abaixo.

    "mas devo dizer que esse artigo é péssimo e depõe contra o liberalismo, pois alimenta justamente a velha alegação da esquerda (geralmente falaciosa) de que liberais não conseguem pensar em nada mais além de dinheiro."

    Não tenho a mais mínima ideia de qual a ligação entre essa acusação tosca, o conteúdo do artigo e a sua crença de que o artigo depõe contra o liberalismo. Por acaso agora é bandeira do liberalismo defender a intervenção estatal em outros países? Por acaso é bandeira do liberalismo defender o bombardeio de civis estrangeiros (como fez Obama recentemente ao bombardear um hospital ou como fez Bush ao ordenar uma invasão que matou quase 40 mil civis iraquianos)?

    Se o governo americano mandar caças ao Rio para bombardear favelas comandadas pelo tráfico e matar vários civis isso seria uma medida liberal?

    Pior do que o ignorante, é o ignorante arrogante. Conheça o mínimo sobre um assunto antes de falar dele.


    "Analisar a questão do Estado Islâmico de um ponto de vista puramente econômico é por demais ingênuo para ser levado a sério."

    Claro. Apontar que uma organização terrorista não tem fundamentos longevos é, realmente, algo por demais ingênuo. Profissional mesmo é dizer que os políticos devem mandar os filhos dos outros para ir combater maníacos que não têm nada a perder enquanto existirem (e certamente serem trucidados nesse processo).

    E você realmente se leva a sério?

    "Parece que o autor estudou história com Marx e não entende que o materialismo histórico é uma tremenda bobagem."

    Outra frase completamente descolada. Acho que você deveria levar mais a sério o seu tradicional comportamento de não escrever apenas para criticar.


    "Voltando ao assunto, é evidente que o ISIS não pode se sustentar a longo prazo e, até onde eu sei, nenhum dos países aliados questiona isso."

    Que bom que você ao menos vê isso, pois o ponto do artigo é justamente esse.

    "O ponto fundamental a ser compreendido, além da questão humana (que o autor prefere ignorar, mas ok)"

    Calúnia pura e barata da sua parte, o que depõe enormemente contra o seu caráter. No quinto parágrafo do artigo, não apenas isso é mencionado, como ainda há um link para um vídeo que mostra todas as atrocidades do ISIS (algo repetido no nono parágrafo). Você se comprova muito baixo ao fazer aquela afirmação parentética.

    "é que os ideais sobrevivem aos estados"

    Isso, e apenas isso, refuta toda a sua participação aqui. Ora, se ideais sobrevivem ao estado, então a coisa simplesmente não tem solução. Você pode construir a maior coalizão governamental do mundo para destruir o ISIS e ser bem sucedido. Dentro de alguns anos, tudo voltará a ser como antes, com uma nova organização terrorista surgindo e formando novos integrantes ainda mais brutais.

    E então, de que adiantou lutar contra? Você perdeu vidas humanas à toa -- e isso segundo você próprio.

    "Quando o ISIS fracassar, é perfeitamente possível que os mesmos valores do Estado Islâmico sejam replicados sob diversas outras diretrizes econômicas"

    Ué, então agora é que você se auto-refutou mesmo. Já que o terrorismo é como um hidra, que se regenera sempre que uma parte é cortada, então lutar contra ele -- segundo você próprio! -- seria como enxugar gelo. Aliás, pior, pois enxugar gelo não leva à morte de milhares de inocentes.

    "Provavelmente todas essas experiências dariam errado, assim como no caso do comunismo, mas até lá quantos cadáveres o autor está disposto a aceitar?"

    É claro que você não poderia deixar de fechar com chave de ouro essa sua constrangedora primeira participação neste site: depois de se auto-refutar esplendorosamente, você atribui ao autor do artigo a responsabilidade moral pelas atrocidades do ISIS e ainda cobra que ele tome uma atitude para acabar com a matança.

    Aliás, e você? O que você está disposto a fazer para parar o ISIS? Já se alistou ou prefere ficar confortável em sua casa apenas defendendo que políticos mandem os filhos dos outros para a morte?
  • Seiya  11/10/2015 14:30
    Tem gente baixando o nivel total aqui hein. Fazendo deduções sobre o caráter dos comentaristas só porque ele discordou da suprema idéia perfeita do artigo... Parece que alguém pegou a mulher com outro ontem, kkkkkkkk. Vamos ser mais tolerantes ein. Muito machão de teclado. Isso só queima a imagem do site. Porque discordar significa que as pessoas tem um cérebro, e se você acha que ela está errada, argumente sem atacá-la. Não é porque alguém discordou, e por sinal, neste artigo parece que metade discordou, que a pessoa é um comunista stalinista infiltrado querendo trollar a página. Por favor...
  • Guilherme  11/10/2015 14:51
    Muito pelo contrário, Seiya. "Machão de teclado" é justamente quem fica pedindo mais guerras e mais intervenções estatais belicistas, mas utilizando os filhos dos outros. Só é respeitável quem pede guerra e imediatamente se alista para a batalha.

    Ficar no teclado do computador, no conforto da casa, pedindo que outros tomem providências (ou seja, sejam enviados para a morte) é sim uma postura deletéria, covarde, anti-humana e que deve ser impiedosamente combatida.

    E se você faz o mesmo, então também deve ser impiedosamente criticada.
  • Alguem  16/10/2015 01:31
    Nessa eu discordo de você, Guilherme, ambos são "machões de teclado", o que você disse não desqualifica o outro tipo de ser um destes "machões". Um comentário onde a pessoa deixa de analisar o argumentos para ofender tão superficialmente não são benéficas para uma discussão e não trazem crescimento para nenhum dos envolvidos. Creio que reprimir opiniões alheias simplesmente por discordar de nós e não por seu conteúdo ser refutado de forma sensata é exatamente o contrário do que o site faz.
  • Atylla  09/10/2015 02:25
    O ISIS, é o sonho de consumo da industria bélica americana, Bilhões em impostos, não é a toa que o mundo esta mais perigoso hoje do que em 2002, o mercado da guerra é extremamente regulado e lucrativo.
  • Edujatahy  09/10/2015 13:12
    É exatamente isso que acho.
    Podes perceber que existe um movimento cíclico nisso.

    Os estados super-potentes (e militarizados) não podem passar um período longo sem ter de entrar em uma guerra. Sempre tem uma ou duas "mini-guerras" por década

    O quanto disso é realmente para garantir a "segurança" do mundo e não apenas lobby da indústria armamentista?


  • Renata Mtv   09/10/2015 02:47
    Veja o exemplo do ETA, aconteceu exatamente isso: com a crise de 2008, acabou o $ das pessoas extorquidas e o resultado foi o enfraquecimento do movimento. Tiveram q trabalhar ... ou virar políticos
  • Gilson Brugemann   09/10/2015 02:51
    Já vimos essa novela com Bin Laden: o cara era doente acamado, diabético e fazia hemodiálise, mesmo assim a grande potência se cagava de medo. Como um grupo pobre, com espadas e facas, pode amedrontar um mundo todo? Genocidas canalhas, querem reduzir o mundo à idade da pedra. Aquele povo é insano em estado terminal.
  • Schneider  09/10/2015 04:05
    Senhores... a ameaça não é econômica ou militar!!! Ela é moral!

    Vocês acham que a migração em massa para a Europa por "refugiados" é por acaso?

    É a velha história de destruir a civilização de dentro. Objetivo que está inclusive no alcoorão.

    Façam as contas de quantas gerações os muçulmanos vão precisar para dominar a Europa pela simples força dos números.

    Essa é a ameaça!

    Eu também sou libertário e a favor do não intervencionismo externo. O problema é que os multiculturalistas destruiram as bases morais da cultura ocidental capazes de dizer não aos arroubos teocráticos islâmicos.

    Tudo que o ocidente têm feito nos últimos anos é ceder terreno em nome do politicamente correto. A própria criação do ISIS já vêm da intervenção contra ditaduras seculares em nome da "liberdade", que a esquerda (liberals) não têm a menor idéia do que é... Falta um John Adams, um Jefferson, um Madison...
    O mundo precisa deseperadamente de um Reagan e uma Tatcher.

    Do ponto de vista estritamente econômico concordo 100% com o artigo. Mas todos os valores que moldaram a cultura ocidental, principalmente aqueles dos "founding fathers" foram deixados de lado nessa análise.

    Enfim... Talvez eu seja conservador demais.

    Abraço à todos. Independente das opniões privadas de cada indivíduo, o mais importante é manter o debate aberto e civilizado (coisa que não existe no mundo islâmico, em geral.
  • Ricardo  09/10/2015 12:08
    Sobre os imigrantes, estes são em sua maioria sírios que estão fugindo da guerra civil do país gerada por uma insurreição de rebeldes contra o governo, os quais estão sendo agora massacrados pela Rússia. Há terroristas infiltrados entres os imigrantes? Sem dúvidas. Haveria terroristas infiltrados caso não existisse o ISIS? Sem dúvidas. Logo, a questão se mantém.
  • Paranaense  09/10/2015 13:06
    Concordo.
  • Pedro  09/10/2015 14:16
    Concordo com o Schneider!

    Uma análise puramente econômica vai nos dizer no máximo se o EI pode ou não ser rico do modo como é estruturado, se pode ou não prosperar ou será sempre pobre, ou se poderá se sustentar no longo prazo.

    A economia determina se um país será rico ou pobre, somente. Isso não quer dizer que o EI não representa incomodar um bocado, mesmo sendo pobre.

    Um país ser mais rico que outro não quer dizer que este vai vencê-lo militarmente. Os EUA eram mais ricos que o Vietnã e não conseguiram vencer. Alexandre, o grande derrotou o poderoso exército persa mas ficou 3 anos atolado no Afeganistão antes de conseguir prosseguir para a Índia. Sendo que só saiu do atoleiro ao casar-se com uma filha de um chefe tribal. Desconfio que os hunos não eram tão avançados como algumas civilizações que eles conquistaram.

    Lembrando que alguns países fornecem armas e suprimentos ao EI, porque têm interesses na queda do Assad. É dito que a Turquia faz isso, onde ela ganha em que o EI combate os curdos também. Agora com a Rússia lá, a Arábia Saudita certamente mandará uma enxurrada de armas anti-tanque ao EI.

    Não acho que o EI tenha como se expandir muito territorialmente. Acontece que a maior ameaça deles é a cultural, é de contaminar esse ódio contra todos os "infiéis". E se forem deixados em paz então terão tempo suficiente para planejar ataques terroristas pelo mundo. Um jornalista alemão passou dez dias com o EI e falou que o plano deles é de fazer uma limpeza através de armas atômicas. Impossível? Não sei. Esses dias pegaram um contrabandista num ex-país soviético que estaria negociando conteúdo nuclear com o EI. É urgente que o mundo acabe com estes animais.
  • Slaine  12/10/2015 15:43
    'O mundo precisa deseperadamente de um Reagan e uma Tatcher.'
    Só se for pra mandar eles de volta pro inferno.Reagen e Tatcher são da mesma escória de Bush ou Obama, uns vermes mentirosos que DIZEM lutar pela liberdade mas que ferram o próprio povo alimentando e criando os próprios inimigos, que vão servir pra convencer os súditos otários de que eles precisam do todo poderoso estado pra os proteger.
    E essa islamofobia irracional é conversa de quem quer que ninguém preste atenção nos crimes do estado de Israel.Que quer aquela terra toda só pra eles e se acha no direito de ocupar, matar e prender os árabes de lá.
  • Ademir Franco  09/10/2015 05:50
    Se o dólar alto derruba o preço dos barris de petróleo, porque no Brasil isso não acontece? O dólar está alto e o petróleo mais ainda.
  • Dutra  09/10/2015 12:10
    Essa pergunta é séria? Você conhece uma coisa chamada taxa de câmbio?

    O dólar forte derruba a cotação do barril de petróleo em dólares. E, de fato, o barril caiu de US$ 100 para US$ 45 em um ano, e o preço da gasolina dos EUA desabou.

    Agora, ao mesmo tempo em que o dólar se fortaleceu, o real foi para as calendas. O preço do dólar, em reais, foi de R$ 1,60 para quase R$ 4. Ou seja, o custo de importarmos petróleo mais do que dobrou.

    Como é que você queria que nos beneficiássemos se não temos moeda?

    Outra coisa: no Brasil, o setor petrolífero é dominado por uma estatal que ama os pobres. Consequentemente, o preço da gasolina e do óleo diesel -- totalmente sob o controle dessa estatal -- só faz subir.

    Nos EUA, o setor petrolífero é dominado por empresas privadas malvadas e gananciosas. Conseqüentemente, o preço da gasolina caiu e voltou ao mesmo valor nominal de 2004 (dez anos atrás!).
  • Ademir Franco  09/10/2015 16:47
    Olá, Dutra!

    A pergunta é séria sim, estou começando agora a me interessas nos assuntos de economia.
    Em relação à moeda fraca do Brasil em relação ao dólar agora eu entendi,obrigado. Agora ainda não entendi o dólar alto com a derrubada dos preços dos barris de petróleo.

    Outra dúvida, seria possível o dólar fortalecer e o real não sentir essa "pressão"? Por exemplo: Com o dólar voltando a ser valorizado, consequentemente o real seria desvalorizado, teria como o dólar se fortalecer e o real não perder o seu valor em relação ao dólar?

  • Leandro  09/10/2015 17:34
    "Agora ainda não entendi o dólar alto com a derrubada dos preços dos barris de petróleo."

    A força de uma moeda é diretamente proporcional ao seu poder de compra.

    Se uma moeda fica forte, então, por definição, uma mesma quantidade dela passa a comprar um número maior de bens. Conseqüentemente, os preços da cada um desses bens cotados nessa moeda irão cair.

    Imagina que $ 1 compra 2 balas. Isso significa que 1 bala custa $ 0,50.

    Se a moeda se fortalecer, de modo que $ 1 passa a comprar 4 balas, então cada bala passa a custar $ 0,25.

    A moeda se fortaleceu e, como consequência, os bens cotados nela ficaram nominalmente mais baratos.

    E vice-versa.

    Artigos recomendados:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2175

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2190

    "seria possível o dólar fortalecer e o real não sentir essa "pressão"?"

    Só se o real se fortalecesse simultaneamente ao dólar. Só assim.
  • Ademir Franco  09/10/2015 19:24
    Entendi, obrigado pela ajuda!
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  09/10/2015 11:22
    O "estado islâmico" deve ser eliminado sim. Quem apoia terrorista é um deles. Espero que o Instituto Mises não se enquadre nessa categoria. Não há desculpa ou perdão para terroristas.
  • Interessado  09/10/2015 12:07
    Os Institutos Mises mundiais defendem que você vá lá lutar contra o ISIS ou que você monte seu exército privado para combatê-los. Nada de ficar confortável em casa apenas mandando os filhos dos outros para os braços da morte. Isso não é postura de homem.
  • anônimo  09/10/2015 12:15
    hehehe essa resposta foi a melhor.
  • Pedro  10/10/2015 14:45
    Na boa pessoal.

    Uma coisa que não se discute é a eficiência de uma empresa privada contra uma estatal.

    Mas em se falar de exércitos, estamos falando de guerra.

    Desde quando exércitos mercenários ganham de exércitos regulares, de patriotas? Os mercenários sempre vão desertar quando a coisa ficar preta, quando sentirem o bafo da morte no cangote.

    Olhem os vídeos dos blindados sauditas no Yemen sendo massacrados pela guerrilha. Os sauditas contrataram muitos mercenários paquistaneses e de outros locais para popular suas fileiras, e estes estão abandonando os blindados intactos para o inimigo!

    É sabido que desde a antiguidade se usam mercenários, eles podem ter sua eficácia, mas ninguém aposta suas fichas neles, ninguém faz o grosso do seu exército com mercenários.

    Estamos falando de sentimentos, para se encarar o medo da morte. Quais são as motivações para se encarar o medo da morte? São a honra, a vergonha de ser considerado desertor, o amor, a lealdade e o patriotismo.

    Porque numa empresa privada estamos falando de um trabalho com motivações como promoção ou demissão. Na guerra, é morte, o furico aperta, é diferente.
  • cmr  09/10/2015 13:38
    Use as redes sociais para amealhar fundos e mercenários para a sua causa.

    Eu não duvido que um exército privado, chefiado por um "general privado", seja mais competente do que um exército chefiado por um general trapalhão indicado por um partido político para ser o ministro do exército.
  • bruno  09/10/2015 12:51
    Apenas um pequeno grande viés no ponto de Mises: algumas regras mudaram. Atitudes pontuais podem representar grande impacto. 1 avião, 1 atentado suicida, 1 bomba nuclear. Não há necessidade de uma mobilidade militar com extrema organização e grandes recursos para se ganhar batalhas - talvez para se ganhar a guerra sim, mas perder batalhas nesses termos se tornou inaceitável pelo impacto. Quem assistiu o filme do Batman em que o Coringa simplesmente QUEIMA todo o dinheiro da máfia e diz que tudo que ele precisa é gasolina, dinamite e pólvora e que todos tem uma coisa em comum, vai entender. Ele não ganhou a guerra, mas estabeleceu um caos absusrdo.

    Esse é o pior texto que já li neste site (e já li todos). Completamente infundamentado.
  • Piovanni  09/10/2015 15:20
    "Atitudes pontuais podem representar grande impacto. 1 avião, 1 atentado suicida, 1 bomba nuclear."

    Uma bomba nuclear tem de ser fabricada em um laboratório próprio. Não é algo que nômades consigam fazer. E, ainda que conseguissem, tal bomba -- que é um artefato enorme -- tem de ser transportada para o local da explosão. Não é algo que um muçulmano consiga fazer carregando uma mochila.

    Atentados suicidas sempre ocorreram na história do mundo. Curiosamente, nenhum ainda foi feito pelo ISIS -- algo que, é claro, pode vir a ocorrer ainda hoje. O ponto aqui é que atentados terroristas não são exclusividade do ISIS (o qual, repito, ainda não o cometeu).

    Atentados com aviões foram feitos por 10 dez pessoas com facas de plástico, as quais só lograram sucesso porque os pilotos comerciais -- em decorrência de uma lei aprovada semanas antes (sim, uma daquelas coincidências...) -- passaram a ser proibidos de portar armas.

    "Não há necessidade de uma mobilidade militar com extrema organização e grandes recursos para se ganhar batalhas - talvez para se ganhar a guerra sim, mas perder batalhas nesses termos se tornou inaceitável pelo impacto."

    Então o que você sugere?

    "Quem assistiu o filme do Batman em que o Coringa simplesmente QUEIMA todo o dinheiro da máfia e diz que tudo que ele precisa é gasolina, dinamite e pólvora e que todos tem uma coisa em comum, vai entender. Ele não ganhou a guerra, mas estabeleceu um caos absusrdo."

    Jesus do céu! É isso mesmo que eu tô lendo? Você está recorrendo a uma história em quadrinhos para fazer um argumento geopolítico?! E ainda quer ser levado a sério?! Puta que o pariu!

    Daqui a pouco você vem dizer que o aquecimento global é algo indiscutível porque o filme "O Dia Depois de Amanhã" lhe impressionou bastante...

    "Esse é o pior texto que já li neste site (e já li todos). Completamente infundamentado."

    Já o seu comentário certamente figura entre os mais imbecis que já li aqui (e olha que já li inúmeros), mesmo quando se considera a forte concorrência oriunda dos inúmeros comentários de marxistas e keynesianos que também vêm poluir este site. Parabéns, você chegou ao topo.
  • Nelio  09/10/2015 14:41
    Me desculpem, mas não consigo enxergar isso somente do ponto de vista econômico, também não consigo segmentar isso em esquerda x direita x liberais, apesar da esquerda simpatizar com esses terroristas quando convém

    Acredito que vocês estão subestimando o poder desses terroristas, ainda mais agora que a Europa abriu "inocentemente" as portas para eles..

    Não estamos lidando com uma entidade abstrata como o Estado, onde o combatemos com armas do mercado, mas sim com terroristas, psicopatas que não pensam duas vezes antes de torturar crianças e mulheres e executá-los como se fossem lixo sob qualquer desconfiança de "infidelidade", lembrando uma certa foice com martelo..

  • Brant  09/10/2015 15:21
    "Não estamos lidando com uma entidade abstrata como o Estado, onde o combatemos com armas do mercado, mas sim com terroristas,"

    Ué, e o que você sugere? Utilizar o estado -- essa entidade abstrata que combatemos com arma do mercado -- para combater terroristas? Você quer utilizar uma entidade que você combate para combater outra entidade?

    Se sim, estou curioso quanto ao método.
  • Nelio  09/10/2015 17:29
    "Ué, e o que você sugere? Utilizar o estado -- essa entidade abstrata que combatemos com arma do mercado -- para combater terroristas? "


    Não se faça de desentendido, por favor, quando eu menciono o Estado como entidade abstrata falo sobre a guerra do mercado contra o Estado pela liberdade econômica, nessa guerra utilizam-se "armas" de mercado.


    "Você quer utilizar uma entidade que você combate para combater outra entidade?
    Se sim, estou curioso quanto ao método."


    Não sei se você já percebeu, mas estamos lidando com um caso EXTREMO, e nesse caso em específico o único que detém recursos e "permissão" para intervir é o Estado, pode ter certeza que se eu pudesse formaria um exército e iria agora mesmo acabar com essa palhaçada toda, mas não tenho recursos, tampouco autorização "moral" para tal coisa, o Estado porém, o pode e tem, na hora que quiser, e olha só, com o nosso dinheiro.

    E enquanto você está preocupado em não se "unir" ao Estado por um bem maior mais pessoas inocentes continuam correndo, enquanto você se preocupa com suas ideologias esses terroristas inimigos da liberdade continuam ceifando vidas como se fossem lixo

    Não sei você, mas eu antes de ser um liberal, sou um ser humano

  • Thomas  09/10/2015 17:44
    "Não sei você, mas eu antes de ser um liberal, sou um ser humano"

    Ou seja, você é um "liberal" apenas quando lhe é conveniente. Basta surgir uma, em suas palavras, "caso extremo", e você joga toda a sua filosofia fora.

    O curioso é que "caso extremo" pode se aplicar a inúmeras ocasiões:

    1) O estado deve tomar dinheiro de terceiros para repassá-los a pessoas que perderam tudo em decorrência de enchentes, furacões, terremotos etc.?

    2) O estado deve tomar dinheiro de terceiros para custear a cirurgia de que está doente e não tem meios para pagar?

    3) O estado deve tomar o dinheiro de terceiros deve dar moradia para quem não tem?

    4) O estado deve tomar dinheiro de terceiros para dar para quem está desempregado?

    5) O estado deve tomar o dinheiro de terceiros para criar empregos a quem está desempregado?

    5) O estado deve tomar o dinheiro de terceiros para dar comida para quem está desnutrido?

    Se você respondeu 'não' para as perguntas acima (e eu estou imaginando que essa foi a sua resposta, pois você se diz um "liberal"), então não faz absolutamente nenhum sentido você dizer que o estado deve tomar o dinheiro de terceiros para mandar inocentes para a morte.
  • Nelio  09/10/2015 17:56
    Thomas

    Não sei se você é analfabeto funcional, mas vou explicar de forma bem simples:

    Eu não disse que o Estado DEVE tomar dinheiro para esses fins, mas como ele JÁ TOMOU, que se use para os devidos fins, entende?

    E vou repetir mais uma vez, antes de qualquer filosofia liberal, vem o lado humano, mas se for difícil pra você entender, deixa pra lá, não se esforce além do seu limite

    Tenha uma boa tarde
  • Thomas  09/10/2015 18:06
    Como era de se esperar, não apenas não respondeu a nenhuma das minhas perguntas, como ainda se fez de virgem ofendida.

    "Eu não disse que o Estado DEVE tomar dinheiro para esses fins, mas como ele JÁ TOMOU, que se use para os devidos fins, entende?"

    Errado! O estado não tomou dinheiro com o fim de "derrotar o ISIS". Isso não foi apropriado no orçamento enviado ao Congresso. E, ainda que fosse, não seria algo que seria resolvido em um único ano. Consequentemente, ano após ano, o estado teria de enviar novas propostas orçamentárias para o Congresso contemplando agora um dinheiro que será exclusivamente destinada a "acabar com o ISIS". E você, um liberal, defenderia esse contínuo esbulho, pois, acima de tudo, "você é humano".

    Aliás, sua situação só se complicou: dado que o estado já tomou dinheiro para fins variados, então não há nada de errado em o estado continuar fazendo aquelas 6 itens que perguntei acima (dos quais você se esquivou). Afinal, acima de tudo, "você é humano".

    E aí, você também defende aqueles 6 itens?
  • Nelio  09/10/2015 18:40
    Fica difícil argumentar quando você começa a colocar coisas que não falei.

    Vou explicar pela última vez, pois parece que você tem certa dificuldade de entender:

    NÃO SOU A FAVOR DO ESTADO TOMAR MEU DINHEIRO PRA CUSTEAR TERCEIROS, fui claro?

    Mas na atual situação o MEU dinheiro JÁ ESTÁ nas mãos do Estado, então cabe a ele fazer todos os itens que você listou e o que mais for necessário, pois a partir do momento que o mesmo me tira esse recurso com a intenção de "redistribuí-lo" ele assume essa responsabilidade

    É a mesma lógica que muitos liberais utilizam para a caridade, o Estado nos toma o dinheiro pra supostamente ajudar a quem precisa, isso não é o que quero ou defendo, é o que acontece, na vida real, e vai continuar acontecendo.

    Caso esses recursos ficassem em minha posse, não teria lógica eu cobrar do Estado alguma atitude nesses casos (incluindo a sua lista), mas como não está, vou exercer meu direito e cobrar daquele que me tomou.

    Sobre recursos pra combater o ISIS e afins, o Estado banca o exército, e quando eles tem interesse (leia-se financeiro) dão um jeito de intervir na situação e ainda saem como heróis, o que eu, e muitos estão cobrando agora, é que façam algo a respeito, pois a situação é gravíssima, e não pode esperar por resoluções diplomáticas ou de mercado, como sugeriu esse post.

    É tão difícil entender algo tão simples ou você não quer entender?

  • Andre  09/10/2015 15:23
    Leandro,
    Para corroborar com a ideia do seu artigo que o medo da ISIS é supervalorizado (se entendi corretamente), sugiro comparar de alguma forma o nro de execuções feitas por eles com de algum outro grupo criminoso (de preferencia um brasileiro).
    Imagino que a conclusão após a análise dos dados seja que: racionalmente deveríamos ter mais medo da organização criminosa brasileira que da ISIS.
    Em minha opinião a mídia que gira em torno da ISIS tbem turbina esse medo exagerado.
    Abç,
    André Roedel
  • Leandro  09/10/2015 15:34
    Prezado Andre, o artigo não é meu. Se fosse, teria o meu nome. Mas eu concordo com seu raciocínio.

    Grande abraço.
  • Anderson A  09/10/2015 15:50
    Sinceramente, de todos os anos em que acompanho o IMB (não são tantos, acho que uns 4 ou 5) esse foi o artigo em que não apenas não concordei como também não gostei (às vezes não concordo mas pelo menos gosto da maneira como é feita a análise, nesse artigo foi nem um e nem outro).

    Claro, foram estados que "brincaram" de guerra com outros estados, fazendo joguinhos para desestabilizar/derrubar governos mais autoritários. Ok. Só que, através desses joguinhos de puta (perdoem-me o palavreado, mas é o que parece, desconsiderando a violência dos atos), grupos radicais aproveitaram a oportunidade (de serem financiados na guerra contra os ditadores) e resolveram se radicalizar e se expandir mais ainda... Resultado, essa porcaria que vemos...

    Mas, ao contrário do que o autor do texto supõe, esses "estados radicais" (tais quais o ISIS) não vão deixar de existir por causa de uma futura escassez da fonte espoliada. É achar que esses grupos vão ficar fazendo a mesma coisa todos os dias, no mesmo território, com as mesmas pessoas; mas não, não é isso que eles continuarão a fazer, o objetivo desses psicopatas é a expansão, alcançar os infiéis... Ou seja, vão criar células em vários lugares (já têm vários pela Europa).

    Deixar a fera crescer para deixá-la morrer de velhice não é uma expectativa tão boa... Ao crescer, essa fera quererá caçar outros animais, além de encontrar pares e se reproduzir...

    Foram alguns estados ocidentais que tocaram fogo no palheiro, então que apaguem!
  • Adalto  09/10/2015 16:02
    Anderson, assim como absolutamente todos os outros, você falou, falou, falou ... e não disse absolutamente nada. E depois ainda vem gente reclamar que alguns comentaristas deste site (compreensivelmente) não são muito delicados no trato. Ora, como tratar bem quem só critica, não refuta e não oferece solução nenhuma?

    Muito bem, vou lhe dar a chance: o que você sugere para lidar com o ISIS?

    Você simplesmente disse isso: "Foram alguns estados ocidentais que tocaram fogo no palheiro, então que apaguem!"

    Beleza, agora vamos para a prática: você defende que os políticos do Ocidente mandem os filhos dos outros para limpar uma bagunça que eles próprios fizeram? Você defende que políticos que fizeram a merda toda mandem pessoas inocentes para ir lutar contra bárbaros, e serem mortos no processo?

    Ora, se você defende isso (e tudo indica que sim), então eu realmente estou surpreso de você ter dito que, em 5 anos de site, este foi o único artigo com o qual você não concordou e não gostou. Este site sempre se posicionou claramente contra guerras, contra agressões externas, contra o intervencionismo estatal em todos os âmbitos da vida, da economia e das relações externas. E só agora você descobre isso?

    Se você defende que políticos mandem para a morte pessoas que nada têm a ver com a lambança que eles próprios criaram, então, me desculpe a sinceridade, mas você descobriu muito tarde que este site não é para você.
  • Nelio  09/10/2015 17:36
    Anderson, perfeitos os seus dois comentários

    Infelizmente alguns liberais são tão utópicos quanto socialistas, no mundo encantado deles quando os recursos dos terroristas se esgotassem eles iam simplesmente levantar a bandeirinha branca e se render, ou declarar falência, mas enquanto isso não acontece, vamos fazendo esse joguinho de mercado e deixando mais vidas serem ceifadas..

    As vezes penso que algumas pessoas ainda não entenderam a gravidade da situação
  • Jarno  09/10/2015 16:05
    "Foram alguns estados ocidentais que tocaram fogo no palheiro, então que apaguem!"

    E aí, Anderson, na condição de ocidental, você está preparado para ir para lá e dar sua vida para arrumar a bagunça que os estados ocidentais promoveram lá? Não? Então quem você sugere que deva ir? Quais os argumentos para isso?
  • Anderson A  09/10/2015 16:35
    Adalto,


    Você também falou, falou, falou... e disse nada.

    É engraçado o sujeito critica o outro por ele querer que o estado que criou o problema os resolva. E vem e me diz que eu é que falei coisa com coisa.

    Eu já dei uma "solução" (que não é muito boa, mas serve como remendo para toda a cagada que o próprio estado fez).

    Agora, você maliciosamente inverte meus comentários para me atacar de "inválido". Ok.

    Eu é que pergunto, o que você sugere para que o ISIS se desmantele? Quer que ele continue a cortar a cabeça de milhares de pessoas, invada territórios privados,invada mais países e mate mais gente, para que num dia digam ao mundo: "Povos do planeta terra, declaramos que falimos, não conseguimos mais fazer crescer nosso estado. Desculpem-nos por tudo o que fizemos, encerramos nossas atividades...".

    É muita burrice supor que eles ficarão fazendo a mesma coisa até que a fonte seque. Acha mesmo que se nada for feito eles vão simplesmente, também, não se expandir? Acorda! Já têm grupos na Europa.


    Chega a ser engraçado que esses sujeitos ataquem a "solução", de outro indivíduo, propondo como solução uma "não solução".


    Jarno,

    Eu vou fazer nada, pois não sou soldado. Sabias que soldados estão subordinados aos joguinhos dos estados, né? Então pronto, não tenho nada a ver com isso. Se eu fosse soldado, e o meu país declarasse guerra a outro estado, teria de partir para o conflito; mas não o sou. Ok?

    Soldados fazem parte do estado, então... teoricamente, eles agem em consonância com o estado.
  • Marcelo Lemos  09/10/2015 17:08
    "É engraçado o sujeito critica o outro por ele querer que o estado que criou o problema os resolva."

    Meu caro, o "estado" não resolve problema nenhum. Quem resolve problemas são indivíduos. E só.

    Portanto, você dizer que "o estado" deve resolver o problema que ele próprio criou é simplesmente o mesmo que não dizer nada. A sua frase só fará algum sentido se você defender que políticos sejam literalmente enviados para o campo de batalha. Aí, sim, sua argumentação será irretorquível.

    "Eu já dei uma "solução" (que não é muito boa, mas serve como remendo para toda a cagada que o próprio estado fez)."

    De novo, você não deu solução nenhuma. Você simplesmente recorreu ao argumento fácil de dizer que uma entidade abstrata deve limpar a bagunça que ela própria fez. Ainda que você acredite nisso, você tem de explicar como uma entidade abstrata que é mestra em fazer cagadas pode repentinamente se tornar plenamente capacitada para fazer o exato oposto, que é limpar as cagadas que ela fez.

    Nem mesmo indivíduos conseguem ser ótimos nas duas coisas: normalmente, um sujeito bagunceiro é absolutamente imprestável para limpar a própria bagunça.

    Por fim, como erradicar por completo uma organização que se baseia em idéias religiosas? A única maneira que seria efetiva seria abolindo a religião dela. Como isso é impossível, sigo no aguardo de uma estratégia minimamente efetiva.

    Só pra ressaltar que, de todas as incursões militares recentes, a única que deu relativamente certo foi a Tempestade no Deserto, que tinha como único objetivo fazer as tropas iraquianas saírem do Kuwait. Ela não tinha o objetivo de aniquilar nenhuma organização ou movimento.
  • Seiya  11/10/2015 03:13
    Eu não consigo entender essa de que a Tempestade no Deserto deu certo porque não queria aniquilar nada, mas só expulsar o Iraque do Kuwait... E daí? Como se faz isso? Avançando as tropas sobre a posição inimiga e atirando, não? Não é a mesma coisa? Em 2003 os EUA não conquistaram o Iraque também? Se depois foi difícil de manter é outra história.

    Tem gente falando que o Estado não conserta nada e tal... Quer dizer que na Segunda Guerra os EUA deviam ter ficado na deles e as coisas iam se resolver por si só? Sejamos mais claros em que situação o Estado não conserta nada. Claro que muitas ele estraga, mas generalizar assim eu não entendo. Lembrando que a Alemanha tinha uma economia extremamente estatizada, como mostram outros artigos aqui do site.

    O que estão sugerindo? Que se cruzem os braços e o EI vai naturalmente sumir? Pode ser que daqui 10 anos eles definhem economicamente, mas e até lá?

    Eu acho que misturar economia, que é a criação de riquezas (o que leva tempo), com guerra, que tem que ser lutada no agora, não cai muito bem.

  • Toyo  11/10/2015 14:48
    "Eu não consigo entender essa de que a Tempestade no Deserto deu certo porque não queria aniquilar nada, mas só expulsar o Iraque do Kuwait... E daí? Como se faz isso? Avançando as tropas sobre a posição inimiga e atirando, não? Não é a mesma coisa?"

    As tropas iraquianas voltaram para o Iraque e Saddam permaneceu intocado. Como fazer isso com o ISIS? Vão "avançar atirando" até devolver os radicais para onde?

    Percebeu a diferença? Não? Então nada posso fazer por você?

    "Em 2003 os EUA não conquistaram o Iraque também?"

    Conquistaram? Tô vendo...

    "Tem gente falando que o Estado não conserta nada e tal... Quer dizer que na Segunda Guerra os EUA deviam ter ficado na deles e as coisas iam se resolver por si só?"

    Quem causou a Segunda Guerra foram os próprios governos.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1215

    "Lembrando que a Alemanha tinha uma economia extremamente estatizada, como mostram outros artigos aqui do site."

    O governo alemão tinha uma população rica, trabalhadora e extremamente produtiva para taxar (e que, à época, apoiava o esforço de guerra do governo), algo um tantinho diferente da situação do ISIS.

    E -- isso é importante -- após um três anos, a economia alemã já estava em total penúria, repleta de desabastecimentos, apagões e racionamentos.
  • Anderson S  13/10/2015 03:13
    Marcelo Lemos,

    Vou ser franco, pois parece que meu comentário não é levado a sério, apenas parte dele (parte que vos interessa para me rebater).

    Primeiramente, respondendo tua indagação.

    Sim, eu sei que indivíduos resolvem problemas, meu ponto não foi esse, e tua assertiva não é correta, nesse caso. Acontece é que estados (instituições) criaram todo o embaraço na região, confusões causadas pelas intervenções estatais com o objetivo de derrubar estados inimigos. E - e esse é o meu ponto - tais cirurgias descompassadas não podem deixar que o corpo fique moribundo até o momento de sua morte quando, ainda, há possibilidade de intervenção para corrigir alguns pontos. Ou seja, os indivíduos responsáveis por "tocar fogo no palheiro" devem tentar, no mínimo, consertar algumas coisas, principalmente o problema maior, o ISIS.

    Respondendo tua segunda pergunta,


    É possível, sim, resolver alguns desses problemas, e logo o do temeroso ISIS. Tu acusaste-me de não dar solução alguma e de recorrer a um argumento fácil, mas eu o respondi. Se é de fácil resolução ou não, é outra coisa, mas respondi, sim.

    Estados fazem merda, mas não quer dizer que farão merda eternamente e automaticamente. Fosse seguir esse raciocínio simplista, todos os estados guerreariam entre si, e controlariam ilimitadamente todas as propriedades privadas.

    É só lembrar do nazismo, fossem deixar Hitler invadir todos os países, já sabe o que aconteceria... Foi necessária algumas intervenções (como combater o nazismo). Ou, de um ponto de vista puramente econômico, se tentassem implantar um Currency Board ele não deveria, através desse raciocínio (de que intervenções estatais devem de maneira alguma existir), ser feito, muito menos ser apoiado, já que não passa de intervenções do governo (tentando consertar outras cagadas anteriores).

    Espero que eu tenha sido claro.
  • Marcelo  09/10/2015 22:09
    Documentos capturados dão conta de que o patrimônio do EI seria de dois bilhões de dólares, mais ou menos.

    www.theguardian.com/world/2014/jun/15/iraq-isis-arrest-jihadists-wealth-power

    É de 2014, então não sei o quão atual ainda é a informação.
  • Oliveira  10/10/2015 14:35
    Notícia falsa plantada por governos para obter mais fundos para a guerra.

    Billions already spent on war against ISIS despite strategy concerns

    Aliás, já parou pra pensar no quão esquisito é o fato de que o ISIS nunca fez absolutamente nada contra Israel?

    Why Aren't ISIS and Al-Qaeda Attacking Israel?

    The Fake War on ISIS: US and Turkey Escalate in Syria
  • Marcos  09/10/2015 23:35
    O artigo me surpreendeu positivamente por dois motivos. O primeiro foi abordar um tema de uma perspectiva que eu sequer havia pensado. O segundo foi a humildade em afastar outros fatores, como política externa e se concentrar apenas em um aspecto da questão. Em uma época de "especialistas" em comentários de internet que "resolvem" questões complexas com um comentário de cinco linhas, esse tipo de postura é elogiável. Em momento nenhum o autor teve a pretensão de resolver o problema com o ISIS.

    Na minha opinião, há uma questão muito mais perturbadora do que o suposto poderio do ISIS: o recrutamento em massa de jovens de países desenvolvidos para suas fileiras. Esse é um problema terrível de segurança e pode acabar trazendo a guerra para dentro desses países.
  • Primo  10/10/2015 00:22
    O autor do texto foi benevolente no argumento palpitario. Acredito que Mises seria mais ousado. Meu palpite é que ele nao apenas nao teria medo como apoiaria o ISIS. Do mesmo medo que a alemanha nazista era ineressante para barrar a união sovietica, o ISIS seria interessante do ponto de vista de barrar a expanção dos interesses ocidentais exploratorios no oriente. Existem rumores que estão usando moeda lastreada em ouro, caso seja verdade, eles desvirtuam as explorações fiduciarias e começam a aumentar o poder de barganha nas trocas com o resto do mundo. Ele é um estado que coexiste com outros estados, dessa forma o ISIS esta rompendo as fronteiras tradicionais e mesclacando a distribuição de poder, enfraquecendo ambos. Alem do mais qual o problema em falar que voce é mulçumano? Caso alguem te pergunte, voçê negaria que é brasileiro?
  • Leninmarquisson da Silva  12/10/2015 02:20
    Já no começo do texto tem um erro: "Não apenas nada saiu como o planejado..."

    O autor realmente acredita que essas intervenções tinham como intenção trazer paz e prosperidade à Síria, que apesar de não ser muito prospera, era um país pacífico?
    Desanima ler artigos onde o autor considera o governo como uma entidade benevolente mas equivocada, cheia de boas intenções mas que comete erros por ser ignorante economicamente.

    PORRA, a intenção dessas intervenções é de criar caos. É gerar a crise de imigrantes por toda a europa, é de criar um problema global que justificará a criação de um governo global. Ignorar isso torna o artigo totalmente broxante.
  • Joao Girardi  13/10/2015 00:05
    Sou obrigado a discordar do autor do artigo, eu digo que Mises estaria muito preocupado. Os terroristas islâmicos são mais organizados do que aparentam. O Islã é um bloco de crenças que o sujeito adere, a aparente desorganização militar é compensada por um esforço político e religioso de islamização do Ocidente e em especial na Europa que está sendo muito bem sucedido, e os governos ocidentais estão caindo que nem patos. Não é apenas a dominação política que está em jogo, mas a própria cultura ocidental e a moral judaico-cristã que estão com a corda no pescoço dessa vez.
  • Sérgio  13/10/2015 14:57
    Falando sério: alguém realmente acredita que é possível combater o ISIS, apenas com guerrilhas?

    Sem o apoio dos drones americanos e dos bombardeiros russos é impossível combater o ISIS. Os cristãos e os curdos seriam massacrados pelos terroristas....
  • RR  14/10/2015 04:15
    Quando eu vejo notícias sobre esse ISIS, penso: quem está financiando e facilitando suas ações? Porque esse grupo está obtendo ajuda financeira e apoio para continuar se expandindo, e a extorsão de 8 milhões de pessoas, numa região atrasada e arrasada pela guerra, como retrata o texto, não levantaria o montante suficiente. Não sou adepto de teorias de conspiração, mas penso que tem algo a mais por trás de tudo isso, e essa grande onda de imigração para Europa, por exemplo, foi gerada propositalmente.
  • Renato Lima  21/10/2015 02:31
    "um grupo terrorista que sobrevive da espoliação violenta de indivíduos pobres e nada produtivos"

    Será que é realmente essa a única maneira que o ISIS obtém seus recursos? Será mesmo que não existe nenhum outro país envolvido nisso? rs
  • anonimo  22/01/2016 22:14
    Impressão minha ou o IMB não tem nenhum artigo falando de como os EUA criaram o ISIS?
  • Porta-Voz  22/01/2016 23:41
    Recomende um, mas que seja repleto de fontes sólidas e confiáveis.
  • Julian Snowden  14/10/2016 21:47
    >Implicando que a criação da ISIS pelo regime norte-american foi mero acidente.


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