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Uma teoria libertária sobre a livre imigração
Não há solução sem se levar em conta a propriedade privada

Os problemas gerados pela livre emigração e imigração de seres humanos frequentemente levam a situações de confusão entre os teoristas libertários e os demais defensores da liberdade.

Em primeiro lugar, a doutrina libertária tradicionalmente se declara, sem ressalvas, a favor do princípio da completa liberdade de emigração e imigração.  Essa posição se baseia no reconhecimento de que fronteiras — meras linhas políticas imaginárias — representam um flagrante ato de intervencionismo e coerção institucional da parte do estado, o que frequentemente tende a afetar, ou até mesmo proibir, a livre movimentação de seres humanos.

Adicionalmente, várias leis de imigração e vários mecanismos de controles de fronteiras surgem como resultado da ação política de grupos de interesse privilegiados, como os sindicatos, os quais se esforçam para restringir a oferta de mão-de-obra com o intuito de artificialmente elevar os salários.  Na medida em que essas regras intervencionistas sobre a emigração e a imigração afetam ou impedem acordos voluntárias firmados entre ambos os lados (nativos e estrangeiros), não há dúvidas de que eles violam os princípios básicos que deveriam governar toda e qualquer sociedade libertária. 

Entretanto, e embora isso pareça paradoxal, as ações subversivas do estado não se manifestam somente na obstrução da livre movimentação de pessoas; o estado muitas vezes também age com o intuito de fazer uma integração forçada entre certos grupos de pessoas e os nativos de um determinado estado ou região, contra a vontade destes.  Essa ação coerciva do estado ocorre tanto intranacionalmente quanto internacionalmente.

Assim, dentro de cada nação, medidas voltadas para a integração coerciva de determinadas minorias e grupos são frequentemente implantadas à força, tais como leis anti-discriminação, leis de ação afirmativa, leis de cotas etc.  Em nível internacional, muitas nações abrem indiscriminadamente suas fronteiras para estrangeiros e permitem que estes entrem nestes países e façam uso gratuito dos bens públicos (ruas, estradas, praças, parques, praias, serviços de saúde, serviços de educação etc.) na condição de "caroneiros", gerando significativos custos externos para os nativos (que arcam com tudo via impostos), os quais são então obrigados a aceitar a integração forçada com esses estrangeiros contra sua vontade ou sob condições com as quais não concordam.[1]

À luz dessa natureza aparentemente contraditória, os problemas supracitados demonstram a grande importância de se isolar a real origem de cada problema e, em seguida, construir uma teoria libertária sobre a imigração que esclareça os princípios que deveriam governar os processos de emigração e imigração em uma sociedade livre.

A teoria pura dos movimentos individuais em um ambiente libertário

Devemos começar nossa análise assumindo um modelo puramente anarcocapitalista, isto é, um modelo no qual nenhum pedaço de terra, nenhum centímetro quadrado do mundo, é 'público'.  Cada centímetro quadrado de cada pedaço de terra, esteja ele em uma rua, em uma praça ou em vizinhanças, é privatizado.

Sob este cenário, torna-se óbvio que nenhum dos problemas relacionados à imigração, diagnosticados na seção anterior, pode surgir aqui.  Se cada centímetro do território é propriedade privada, o proprietário tem o direito de aceitar e excluir quem quiser.  Consequentemente, as condições, o volume e a duração das viagens pessoais serão estritamente aquelas acordadas e decididas mutuamente pelas partes envolvidas.  Nenhum imigrante parasitará a propriedade privada de terceiros.  Entretanto, até mesmo movimentos em massa de pessoas à procura de trabalho são concebíveis neste arranjo, desde que os empregadores envolvidos estejam dispostos a fornecer trabalho para os imigrantes, a fornecer a eles a possibilidade de encontrarem acomodação, a arranjarem e até mesmo pagarem pela viagem deles etc.  Em suma, os possíveis contratos entre os lados envolvidos serão muito variados e irão contemplar toda a riqueza que as circunstâncias e características especiais de cada caso permitirem.

Sob essas condições, fluxos migratórios, longe de serem prejudiciais, são altamente favoráveis ao desenvolvimento social e econômico, impulsionando a civilização para o progresso.  O argumento de que a abundância de mão-de-obra é prejudicial aos salários da classe trabalhadora não se sustenta: seres humanos não são um fator de produção uniforme, e não se comportam em termos exclusivamente biológicos em relação a recursos escassos — como ocorre, por exemplo, com os ratos e outros animais, cujo aumento populacional sempre tende a diminuir os recursos disponíveis para cada indivíduo.  Os seres humanos, ao contrário, são dotados de uma inata capacidade criativa empreendedorial, o que significa que um aumento no número de pessoas permite, em um ambiente dinâmico, um crescimento exponencial (sem limites) das descobertas e da exploração de novas oportunidades capazes de fazer evoluir o padrão de vida dos indivíduos em todos os aspectos.

Dada a limitada capacidade da mente humana em assimilar informações ou conhecimento, e considerando-se o crescente volume de informação utilizado no processo social conduzido pela força do empreendedorismo, torna-se claro que o avanço da civilização requer um contínuo crescimento e aprofundamento da divisão do trabalho — ou, se você preferir, do conhecimento. 

Tal idéia simplesmente significa que qualquer processo de desenvolvimento implica, de uma perspectiva vertical, um conhecimento cada vez mais profundo, especializado e detalhado, o qual, com o intuito de se ampliar horizontalmente, requer um volume crescente de seres humanos, ou seja, um contínuo crescimento populacional.

Em termos mundiais, esse crescimento populacional ocorre gradualmente no longo prazo, com mais seres humanos nascendo do que morrendo.  Porém, nos curto e médio prazos, a única resposta rápida e efetiva aos contínuos ajustes exigidos pelas mudanças econômicas e sociais é por meio de fluxos emigratórios e imigratórios.  Tais fluxos permitem um rápido aumento na divisão do trabalho (ou seja, geram um aumento na quantidade de conhecimento disponibilizado em relação a áreas específicas), desta forma superando o obstáculo gerado pela limitada capacidade de assimilação de cada mente humana individual ao rapidamente aumentar o número de pessoas envolvidas nos processos de interação social.

O desenvolvimento das cidades como centros de riqueza econômica e entrepostos de civilização é uma clara ilustração do processo de expansão do conhecimento possibilitado pela imigração, processo este que foi explicado logo acima.  O contínuo despovoamento das áreas rurais e o subsequente movimento em massa de trabalhadores para os centros urbanos, longe de empobrecê-los, promoveu seu desenvolvimento e riqueza em um processo auto-acumulativo que se tornou uma das mais características manifestações do desenvolvimento humano desde a Revolução Industrial.

Adicionalmente, fluxos de emigração e imigração, no ambiente libertário que estamos considerando, tendem a multiplicar a variedade e a diversidade das possíveis soluções para os diferentes problemas que surgem.  Tudo isso favorece a seleção cultural e econômica, bem como o desenvolvimento social, uma vez que todos os movimentos ocorrem como resultado de acordos voluntários; no que mais, sempre que as circunstâncias se alteram ou as pessoas envolvidas não as consideram apropriadas, os envolvidos têm a chance de emigrar ou se mudar para outros empreendimentos em outras localidades geográficas.[2]

Finalmente, temos de chamar a atenção para o fato de que, em um ambiente libertário no qual todos aqueles bens e recursos que hoje são considerados "públicos" já foram privatizados, nenhum dos dois efeitos negativos identificados acima em relação aos casos de integração forçada estimulada por vários governos atuais ocorreriam.  Leis anti-discriminação, leis de ação afirmativa, leis de cotas ou simplesmente a enxurrada de imigrantes nas ruas ou em qualquer cidade seriam reduzidas a um mínimo.  Todas as locomoções sempre seriam feitas utilizando-se meios de transporte privados, satisfazendo-se as condições contratuais estipuladas pelos seus proprietários e pagando-se o correspondente preço de mercado.  Diferentes agências iriam se especializar em organizar os itinerários e garantiriam a priori a necessária liberdade de acesso para cada meio de transporte.

Igualmente, e por interesse próprio, os respectivos proprietários de cada pedaço de terra iriam se certificar de que os viajantes utilizassem os meios de transporte apropriadamente e garantiriam que seus clientes passassem por eles sem se tornarem hóspedes permanentes e indesejados.  Isso iria evoluir, com uma variedade e riqueza de arranjos sociais e instituições jurídicas e econômicas que ainda não somos capazes de imaginar hoje, uma vez que o mercado e a criatividade empreendedorial não têm a permissão de atuar em relação aos bens que, hoje, são considerados públicos.

Podemos, portanto, chegar à conclusão de que a emigração e a imigração, por si sós, quando sujeitas aos princípios gerais da lei em um ambiente em que todos os recursos são privados, não apenas não representam nenhum problema de integração forçada ou de custos externos, como na realidade se transformam em uma força-motriz muito importante para o desenvolvimento econômico e social, para a criação de riqueza e para a variedade da cultura e da civilização.[3]

Problemas gerados pela coerciva intervenção estatal

A análise acima nos permite isolar e identificar a real origem dos problemas diagnosticados no início deste artigo em relação à imigração e à emigração. 

Todos os problemas se originam da coerciva intervenção estatal em diferentes níveis.

Inicialmente, a coerção estatal é feita com o intuito de criar barreiras para atrapalhar ou proibir, em maior ou menor grau, movimentos que foram voluntariamente acordados e aceitos pelos agentes envolvidos.  Em seguida, e simultaneamente, o estado insiste em impor diferentes medidas de integração forçada, tanto explicitamente (por meio de leis anti-discriminação e de ação afirmativa) quanto indiretamente, ao declarar que importantes áreas territoriais (ruas, praças, parques, praias etc.) são públicas e, portanto, livremente acessíveis.

Dado que o governo não define adequadamente quais são os relevantes direitos de propriedade dos "estrangeiros" e dos "nativos", essa intervenção estatal se torna a causa de todos os problemas e conflitos que surgem em decorrência da emigração e da imigração.

As ações subversivas do estado, nesta área, aparecem em dois níveis. 

Primeiro, em nível intranacional — isto é, dentro das fronteiras de cada país.  Aqui, os típicos problemas da integração forçada e das externalidades negativas que inevitavelmente surgem em decorrência do simples fato de haver recursos "públicos" — e, portanto, livremente acessíveis por todos — surgem em sua forma mais virulenta.

Segundo, em nível internacional.  Os efeitos do intervencionismo estatal também se manifestam internacionalmente, isto é, entre diferentes países, em decorrência da regulação dos fluxos migratórios através das fronteiras.

A maneira como isso ocorre é dupla e contraditória.  De um lado, o governo cria dificuldades para aqueles movimentos que são voluntariamente desejados e acordados pelos agentes envolvidos (nativos de um país que querem contratar, legalmente, mão-de-obra de estrangeiros).  De outro, o governo, involuntária e artificialmente, estimula imigrações em massa de estrangeiros em decorrência dos programas sociais e assistencialistas fornecidos por seus programas de bem-estar social, programas esses financiados pelos impostos dos nativos e implantados por meio de políticas redistributivistas.

Consequentemente, hoje, há esse paradoxo: aqueles que querem seguir escrupulosamente as leis percebem que seus processos de emigração são impossíveis, mesmo que eles tenham sido voluntariamente aceitos e desejados por ambos os lados envolvidos.  Ao mesmo tempo, a existência de bens públicos e a livre disponibilidade dos benefícios ofertados pelo estado assistencialista atraem, como um ímã, um contínuo fluxo imigratório, majoritariamente ilegal, o qual gera conflitos e custos externos significativos.  Nativos pagam impostos para financiar programas assistencialistas, e estes são utilizados por imigrantes ilegais.

Tudo isso estimula a xenofobia e promove subsequentes medidas intervencionistas, as quais agravam ainda mais os problemas, e fazem com que os cidadãos sejam incapazes de diagnosticar corretamente a verdadeira origem do problema.  Assim, gera-se um ambiente de grande confusão e transtorno, e os cidadãos facilmente se tornam vítimas da demagogia de políticos e acabam apoiando novas medidas intervencionistas que, além de serem contraditórias, são também ineficientes e prejudiciais.

Uma solução para os problemas atuais gerados pelos fluxos de emigração e imigração

Obviamente, a solução ideal para todos esses problemas seria a total privatização dos recursos que hoje são considerados públicos, bem como a abolição da intervenção estatal sobre as áreas de emigração e imigração, em todos os níveis.  Em outras palavras, dado que os problemas identificados se originam dos efeitos maléficos da coerciva intervenção estatal, e não da emigração e imigração per se, então um sistema puramente anarcocapitalista eliminaria a maior parte desses problemas.

No entanto, enquanto o conceito de estado-nação continuar existindo, temos de descobrir e propor soluções "práticas" que permitam que os problemas sejam resolvidos no longo prazo.  Em relação a isso, vários teóricos libertários vêm desenvolvendo um modelo de secessão e descentralização que visa a desmembrar as atuais e fortemente centralizadas nações-estado em unidades políticas cada vez menores, o que inevitavelmente levaria a uma redução no intervencionismo estatal.

Essa redução surgiria naturalmente do fato de que os diferentes estados que surgiriam desse desmembramento (estados cada vez menores e menos centralizados) teriam de concorrer entre si para atrair cidadãos e investidores (e também para evitar a saída de ambos).  Essa dinâmica os obrigaria a adotar medidas cada vez mais libertárias e cada vez menos intervencionistas.

Neste processo de concorrência entre estados cada vez menores e mais descentralizados, fluxos de emigração e imigração teriam uma função essencial: tais movimentos constituiriam aquilo que podemos chamar de "votar com os pés".  Cada cidadão, ao sair de um país para emigrar para o mais próximo, estaria revelando quais estados são os mais intervencionistas e os obrigaria a desmantelar seu aparato regulatório e a desregulamentar, sempre que possível, a maior parte do aparato coercitivo, tributário e intervencionista de seus respectivos governos.

Como disse Hans-Hermann Hoppe:

Estados pequenos têm inevitavelmente de ser libertários — caso contrário, as pessoas trabalhadoras e produtivas irão desertar.  Governos pequenos possuem vários concorrentes geograficamente próximos.  Se um governo passar a tributar e a regulamentar mais do que seus concorrentes, a população emigrará, e o país sofrerá uma fuga de capital e mão-de-obra.  O governo ficará sem recursos e será forçado a revogar suas políticas confiscatórias.  Quanto menor o país, maior a pressão para que ele adote um genuíno livre comércio e maior será a oposição a medidas protecionistas. 

A maior esperança para a liberdade vem justamente dos países pequenos.  Um mundo formado por dezenas de milhares de países, regiões e cantões, e centenas de milhares de cidades livres e independentes, como as atuais "excentricidades" de Mônaco, Andorra, San Marino, Liechtenstein, Hong Kong e Cingapura, resultando em crescentes oportunidades para a migração economicamente motivada, seria um mundo formado por pequenos estados liberais economicamente integrados por meio do livre comércio e por uma moeda-commodity internacional, como o ouro.  Seria um mundo de prosperidade, crescimento econômico e avanços culturais sem precedentes.

Entretanto, a identificação de soluções ideais e "práticas" para os problemas apresentados pela emigração e imigração não nos isenta da obrigação de estudar os princípios aos quais os fluxos migratórios deveriam estar sujeitos considerando-se as atuais circunstâncias em que vivemos, nas quais estados fortemente intervencionistas existem. 

Esses princípios devem ser compatíveis com ideais libertários e, ao mesmo tempo, levar em conta as grandes restrições, dificuldades e contradições geradas pela existência de nações-estado, em conjunto com os sérios efeitos das injustiças e das ineficiências gerados por suas intervenções. 

Princípios sobre os quais devem se basear os atuais processos de emigração-imigração

Por vários motivos, é indispensável estabelecer vários princípios — compatíveis com idéias libertárias — que deveriam conduzir os atuais processos de emigração e imigração. 

Em primeiro lugar porque, mesmo que o processo de desmembramento dos estados proposto por Murray N. Rothbard, Hans-Hermann Hoppe e outros já estivesse acontecendo, não haveria nenhuma garantia de que as medidas estatais estabelecidas por cada governo em relação à emigração-imigração seriam corretas do ponto de vista libertário.

Como o próprio Hoppe reconhece, "a secessão resolve esse problema ao permitir que territórios menores adotem autonomamente seus próprios padrões de admissão e determinem de maneira independente com quem eles querem se associar em seu próprio território e com quem eles preferem manter relações mais distantes".  No entanto, é bem possível que esses padrões também sejam bastante intervencionistas e proíbam o livre trânsito voluntariamente acordado entre nativos e estrangeiros, desta forma gerando resultados que radicalmente violam princípios libertários.

Adicionalmente, enquanto os estados continuarem existindo (por menores que eles sejam), e, dentro deles, ruas, estradas e terras "púbicas" continuarem sem direitos de propriedade adequadamente definidos ou defendidos, pode continuar havendo fenômenos de integração forçada e de ocupação em massa, os quais, como é o caso das favelas no Brasil, geram significativos custos externos e violam seriamente os direitos de propriedade dos nativos.

No que mais, é necessário propor soluções que, além de levarem à direção correta e não serem incompatíveis com princípios libertários, sejam também "eficazes" na medida em que fornecem uma resposta para os mais urgentes problemas observados atualmente (por exemplo, em relação à emigração através da fronteira entre México e os EUA ou entre a África ou o Oriente Médio e a Europa).  Em suma, uma série de regras que deveriam ser criadas para impedir que a imigração seja utilizada para fins coercivos e intervencionistas.

O primeiro destes princípios é o de que as pessoas que estão imigrando devem fazê-lo por sua própria conta e risco.  Isso significa que a imigração não deve ser subsidiada pelo estado assistencialista e por seus programas sociais — ou seja, por benefícios fornecidos pelo governo e financiados por meio de impostos pagos pelos nativos.  Esses benefícios incluem não apenas os tradicionais benefícios fornecidos por qualquer estado assistencial (educação estatal, saúde estatal, seguridade social etc.), como também incluem aqueles benefícios gerados pela possibilidade de se utilizar livremente os bens públicos.

Se os imigrantes adquirirem o direito de receber os benefícios assistenciais distribuídos pelo estado, tais benefícios — os quais são, em última instância, transferências compulsórias de renda de um grupo (nativos) para outro (imigrantes) — irão se tornar um ímã capaz de atrair descontroladamente vários grupos de imigrantes.  Vale ressaltar que alguns grupos de imigrantes (embora não todos), quando tomam sua decisão de emigrar, levam em conta principalmente os benefícios sociais que eles esperam receber no país para o qual estão se mudando. 

Para certos grupos de imigrantes, mesmo que eles representem uma minoria, basta que em seus cálculos mentais eles se considerem subsidiados — isso já servirá para gerar um perverso efeito de estímulo artificial à imigração, em detrimento dos cidadãos do país hospedeiro.

Por outro lado, dado que não têm direito a utilizar nenhuma benesse do estado, os imigrantes devem ser isentos de fazer "contribuições" para a Previdência Social.  Consequentemente, os imigrantes deveriam, para seu próprio bem, recorrer ao sistema privado de educação, saúde e previdência.

Portanto, a primeira regra à qual os imigrantes deveriam estar sujeitos é: imigrantes não devem ter direito a qualquer benefício estatal (nem saúde pública, nem educação pública, nem previdência pública e nem programas de transferência de renda).  Isso irá impedir que determinados grupos oportunistas se aproveitem do sistema e se beneficiem com subsídios financiados pelos impostos dos nativos.  A segunda regra à qual os imigrantes deveriam estar sujeitos é: são isentos de pagar a Previdência Social (à qual não têm direito) e, com isso, estão livres para recorrer aos serviços privados de saúde, educação e previdência.

Assim, dois objetivos muito positivos do ponto de vista libertário são alcançados: primeiro, os subsídios, os incentivos e os estímulos à imigração em decorrência de políticas coercivas de redistribuição de renda seriam evitados; segundo, contribuiria para um rápido desmantelamento do sistema de previdência pública baseado no insustentável sistema de "repartição simples", desta forma estimulando o desenvolvimento de sistemas privados baseados na poupança e na capitalização, os quais os imigrantes adquiririam na condição de novos clientes.

O segundo princípio que deveria nortear os atuais processos migratórios é: todos os imigrantes devem ser capazes de demonstrar que possuem meios independentes para se sustentar; que não irão ser um fardo para as instituições de caridade ou para os programas assistencialistas do estado; e, em geral, que irão ser capazes de se manter pelo trabalho.  Em outras palavras, os imigrantes devem ser capazes de demonstrar que eles aceitam fazer parte do grupo social que os está recebendo em troca de ofertar sua mão-de-obra ou suas capacidades empreendedoriais.

Há várias maneiras de se colocar este princípio em prática, embora nenhuma delas seja perfeita.  Talvez a mais apropriada seja pedir para que cada imigrante tenha, a todo e qualquer momento, um nativo que garanta seus recursos econômicos, seja ao lhe fornecer um emprego ou um contrato de emprego, ou ao atuar como o depositório de um determinado volume de dinheiro.  No caso de refugiados, demonstrar que há uma instituição privada responsável por cuidar dele.

Logicamente, a flexibilidade de mercado requer que, durante períodos de tempo razoáveis, trabalhadores estrangeiros tenham a chance de procurar um novo emprego antes de serem repatriados para seus respectivos países de origem caso sejam demitidos ou deixem seu emprego voluntariamente.

O terceiro essencial princípio ao qual todos os processos migratórios deveriam estar sujeitos é: sob nenhuma circunstância, o direito de votar em eleições deve ser rapidamente concedido a imigrantes, uma vez que isso pode criar um risco de exploração política pelos diferentes grupos de imigrantes envolvidos nos correspondentes fluxos migratórios.

Aqueles que emigram devem estar cientes do que estão fazendo ao se mudarem para um novo país e para um novo ambiente cultural onde supostamente irão melhorar suas condições de vida.  Sendo assim, a imigração não deveria dar a eles o direito de utilizar o mecanismo da coerção política (representada pelo voto democrático) para fomentar medidas de redistribuição de renda ao seu favor ou para modificar os processos espontâneos dos mercados nacionais nos quais eles estão entrando.

É verdade que, à medida que o processo de desmembramento das nações em estados cada vez menores for se intensificando, o direito de votar e as eleições políticas irão gradualmente perder importância, e serão, na prática, substituídos pelo ato de "votar com os pés" — ou seja, pelo fluxo migratório saindo de áreas consideradas pouco favoráveis ao capital, ao trabalho e ao investimento e indo para áreas consideradas mais favoráveis.  Entretanto, continua sendo verdade que, enquanto esse processo de descentralização não estiver avançado, a concessão automática de direitos políticos para emigrantes pode se tornar uma verdadeira bomba-relógio que será usada por maiorias circunstanciais para destruir o mercado, a cultura e a linguagem de cada país.

Sendo assim, a proposta é que, somente após um longo período de tempo, quando se considerar na prática que os imigrantes já absorveram completamente os princípios culturais da sociedade que os recebeu, a concessão de cidadania, inclusive os concomitantes direitos políticos e eleitorais, pode ser considerada.  O princípio estabelecido pela União Européia de que todos os imigrantes estrangeiros podem votar nas eleições do município em que residem não pode ser aceito.  Somente quando tais residentes estiverem vivendo no novo país por um número mínimo de anos e já tiverem adquirido direitos de propriedade no município em questão (casas ou outros imóveis) seria justificável conceder a eles o direito ao voto.

Finalmente, em quarto e último, o mais importante princípio que sempre deveria ser obedecido nos fluxos emigratórios e imigratórios é: todos os imigrantes devem, a todo e qualquer momento, respeitar as leis do país, principalmente as leis criminais, independentemente de raça e credo.  Especificamente, eles deveriam, de maneira escrupulosa, respeitar todos os direitos de propriedade já estabelecidos na sociedade que os recebe.  Qualquer violação desses direitos deveria ser punida, não somente com as penalidades previstas no código penal, mas também com a expatriação (definitiva na maioria dos casos) do imigrante em questão.

Já testemunhamos como os mais visíveis problemas gerados pela imigração surgem do fato de que não há definição ou defesa clara dos direitos de propriedade dos nativos — como ocorre quando os imigrantes ocupam terrenos que são propriedade de terceiros, fecham ruas, e passam a viver utilizando benesses estatais —, o que significa que os imigrantes que chegam ao país frequentemente geram significativos custos externos para os cidadãos nativos, o que leva ao surgimento de vários surtos de xenofobia e violência que impõem um alto custo social e tende a gerar resultados jurídicos e políticos cujo preço é normalmente pago pelos inocentes.

Esses conflitos seriam minimizados em proporção ao grau em que a definição e a defesa dos direitos de propriedade se tornarem crescentemente efetivos e serem ampliados para incluir recursos (ruas, praças, praias e terras) que atualmente são considerados públicos e, portanto, livremente acessíveis a todos.  Um dos problemas mais evidentes dessa ausência de direitos de propriedade sobre bens públicos é o aumento do número de mendigos e moradores de ruas constituídos por imigrantes nos países europeus.  Logicamente, enquanto não houver a privatização total desses bens públicos, o uso deles deve ser regulado para evitar esse tipo de ocupação em massa.



[1] O próprio Murray N. Rothbard conta como se tornou ciente do problema gerado pela imigração forçada em nível internacional: "Comecei a repensar minha visão sobre imigração quando, após o colapso da União Soviética, vários russos foram encorajados a emigrar para a Estônia e para a Letônia com o intuito de destruir a cultura e o idioma dessas pessoas" Murray N. Rothbard "Nations by Consent: Decomposing the Nation-state", Journal of Libertarian Studies, Volume 11, 1994, p. 7.

[2] Deve ser ressaltado, no entanto, que a revolução tecnológica na área da informática (principalmente em decorrência da internet) está fazendo com que os movimentos geográficos sejam cada vez mais desnecessários para se alcançar os objetivos almejados pela ação humana.

[3] É possível imaginarmos várias soluções empreendedoriais que surgiriam espontaneamente ao simplesmente observarmos, para fins de comparação, como foram solucionados todos aqueles grandes problemas que outrora foram gerados por um grande fluxo de turistas, fenômeno esse que hoje é extremamente comum ao redor do mundo. 

O desenvolvimento dos meios de transporte, a criação de linhas aéreas, a construção de hotéis, o surgimento das indústrias de turismo e lazer, a proliferação de agências de viagem e de todos os tipos de intermediários que organizam e garantem as viagens do início ao fim — todas essas são instituições que, em um campo muito mais vasto (qualquer movimentação feita em transporte privado), surgiriam em um arranjo anarcocapitalista.  Vale lembrar que o volume de viagens com fins turísticos ou de negócios é enorme.  Por exemplo, meu país, a Espanha, recebe mais de 40 milhões de turistas anualmente, um valor maior do que o número de habitantes do país.

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autor

Jesús Huerta de Soto
, professor de economia da Universidade Rey Juan Carlos, em Madri, é o principal economista austríaco da Espanha. Autor, tradutor, editor e professor, ele também é um dos mais ativos embaixadores do capitalismo libertário ao redor do mundo. Ele é o autor de A Escola Austríaca: Mercado e Criatividade Empresarial, Socialismo, cálculo econômico e função empresarial e da monumental obra Moeda, Crédito Bancário e Ciclos Econômicos.


  • M.S. Batista  10/09/2015 14:27
    Leandro,

    Agradeço pelo retorno! Estava aguardando a manhã inteira pelo artigo sobre o assunto.

    Agora uma pergunta: acreditas que essa entrada em massa na Europa, de pessoas fugindo e outras simplesmente se infiltrando, poderá abalar a economia da Zona do Euro, bem como afetar a moeda?
  • cmr  10/09/2015 15:11
    Me intrometendo na conversa...

    Do jeito que está sendo feito, o colapso da Europa é só uma questão de tempo.

    Vá na Alemanha e veja a quantidade de casas que foram construídas só para sustentar vagabundos estrangeiros, com todos os direitos de um nativo e não retornando nada. E ainda tem gente dizendo que esses estrangeiros são bem vindos, é o politicamente correto ferrando o mundo.

    Eu trabalhei lá ilegalmente, o estado alemão não me concedeu visto mas jogava para o alto vistos para africanos, muçulmanos, e outros "coitadinhos".

    Meu patrão ficava p. da vida com isso, dizia que a Europa está condenada com essa meritocracia invertida, de negar visto para quem quer trabalhar e sustentar vagabundos que infelizmente são a maioria, dizia ele.

    Obs: Hoje eu não recomendo que ninguém tente trabalhar ilegalmente em lugar nenhum, as leis estão cada vez mais rígidas tanto para o estrangeiro quanto para o patrão que contratar um ilegal para trabalhar. Ilegal na Europa ? só os que querem parasitar, o resto vai é preso e deportado.
  • Anomalous  10/09/2015 15:54
    CMR, também me intrometo, acho que sou um dos mais intrometidos que comenta nesse site.
    Mas acho um erro falar de imigração sem levar em conta duas coisas:

    1. O objetivo dos extremistas muçulmanos em querer islamizar a Europa;
    2. Os governantes, principalmente de esquerda, ajudando os extremistas no seu plano.

    Na minha opinião isto deve ser levado em conta.
  • David Bor  16/09/2015 17:21
    Tem toda razão! O próprio ISIS ou Daesh já disse que há cerca de 4000 jihadistas dentre os
    soit disant refugiados ou migrantes.
    A coisa toda foi planejada e orquestrada, pois se a guerra na Síria já dura mais de 4 anos porque só agora todo mundo resolveu ir morar na Alemanha e outros países da Eurábia?
    Ocorre que depois de Auschwitz fica muito ruim para a União Eurábica deportar ou impedir refugiados -supostos ou não - e que viverão sem trabalhar às custas das muitas bolsas que existem por lá.
  • M.S. Batista  10/09/2015 16:22
    Permitam mais uma pitada de sal: o juros do FED subirá, não se sabe agora, dezembro ou ano que vem, mas subirá. Isso irá atrair os investidores aos EUA. Acredito que isso "puxará" investimentos do mundo para a economia norte-americana.

    O que eu disse não pode ter coisa alguma a ver, mas pode estar se desenhando uma crise na Zona do Euro ao analisarmos esses fatos: crise/calote na Grécia, invasão de imigrantes, juros do FED.

    Se eu estiver "viajando", por favor, me corrijam.
  • Matias  10/09/2015 15:37
    Não se trata de fugir da guerra. Eles são seres humanos. Querem a vida boa. Querem a vida boa da Alemanha, da Suécia, ou da Dinamarca, porque é lá que todos os benefícios. "Vida boa" significa benefícios sociais. E eles estão chegando lá. Uma vida melhor construída por gerações de trabalhadores europeus.
  • Quagmire  30/09/2015 21:26
    Eu e meus irmãos, como terceira geração de alemão, não conseguimos cidadania, porque meu bisavô veio ao Brasil antes de 1914.
    Iriamos liquidar todos os nossos bens por aqui e levar nosso capital para Alemanha, algo entre 20 e 25 milhões de reais. Seria um plano para daqui uns cinco anos, para que nesse meio tempo pudêssemos nos desfazer de tudo e ir finalizando nossos negócios.
    Mas nos foi negado.
    Iriamos investir no país, gerar emprego, renda... E como aqui no Brasil, eu não iria usar nada público (como educação, saúde...).

    Agora nosso plano é ir para Nova Zelândia ou Austrália. Países que estão entre os Top 5 com maior liberdade econômica e são exemplos em vários artigos aqui no site.
    Já temos um conhecido na Nova Zelândia e é outro nível.
    Na cidade que ele mora a prefeitura comprou 5 carros de luxo para os políticos e na mesma semana povo foi as ruas protestar, venderam logo em seguida os carros para acalmar a todos.
  • Evo Morales  30/09/2015 22:38
    Vá para a Nova Zelândia ou Dinamarca. Ambos possuem a melhor proteção à propriedade privada do mundo.
  • Quagmire  03/10/2015 17:35
    Austrália não seria melhor?
    Carga tribuária menor e uma divida publica % PIB menor. Acredito que todo país muito endividado possui a tendencia de aumentar cada vez mais a carga tributária como forma de financiar seus gastos inúteis.
    E cidadão australiano pode viver na Nova Zelândia e vice versa, caso mude de ideia depois.

    g1.globo.com/economia/noticia/2015/06/pelo-5-ano-brasil-e-ultimo-em-ranking-sobre-retorno-dos-impostos.html
    pt.tradingeconomics.com/australia/government-debt-to-gdp
    pt.tradingeconomics.com/new-zealand/government-debt-to-gdp
    pt.tradingeconomics.com/denmark/government-debt-to-gdp

    Interessante que todos desde 2008 estão em tendencia de alta no endividamento.


  • Evo Morales  04/10/2015 03:43
    Pode ser, mas eu acho a carga tributária um critério muito volátil, prefiro um critério mais perene, como a proteção à propriedade privada.

    Clique em "Property Rights", aqui.
  • Edujatahy  10/09/2015 14:46
    Gostei do artigo.
    Principalmente da proposta de imigrantes não serem permitidos a usar serviços públicos mas também não serem obrigados a custeá-la...
    Seria uma vitória para a liberdade além de acabar com o monopólio estatal de tais serviços...


    Em um cenário assim...
    Posso me tornar imigrante? :-)

  • Mohamed Attcka Todomundo  11/09/2015 15:09
    sempre q leio o Jesús Huerta de Soto fico c/ receio de ter encontrado Jesus. mas ai me dei conta de que encontrei Jesús, e ñ Jesus
  • cmr  10/09/2015 14:50
    Excelente texto, totalmente livre de retóricas e falácias.

    O autor só foi bem generoso no parágrafo citado abaixo:

    "Para certos grupos de imigrantes, mesmo que eles representem uma minoria, basta que em seus cálculos mentais eles se considerem subsidiados — isso já servirá para gerar um perverso efeito de estímulo artificial à imigração, em detrimento dos cidadãos do país hospedeiro."

    Eu morei 6 meses na Alemanha e o que mais vi foram vagabundos estrangeiros parasitando o estado alemão. Conversei com nativos e eles confirmaram a minha hipótese; tem muito imigrante vagabundo na Alemanha parasitando o estado, aliás, tem na Europa inteira.

    A maioria dos imigrantes africanos, muçulmanos vão para lá para parasitar o estado, estes recebem casa, comida, dinheiro, etc... E não retornam nada. Isso gerou a xenofobia que está cada dia mais forte na Europa.

    Pois é, o estado cria problemas para depois alegar ser o único capaz de resolvê-los.
  • Rafael  10/09/2015 18:31
    A estratégia criada pela Escola de Frankfurt que é usada pela esquerda moderna é essa mesmo. Sabendo que vivemos em uma Democracia e não em um mundo Anarcocapitalista, os órgãos globalistas, como a ONU, devem promover imigração em massa de pessoas de países pobres estatistas para países livres desenvolvidos.

    Como estamos em uma democracia, tais imigrantes, que são em sua maioria absoluta pobres vindos de países já dominados por populistas e estatistas, serviriam apenas para dar mais votos para o candidato esquerdista que prometesse aumentar o Welfare State em países livres para "dar um vida digna para os pobres que chegaram ao país".

    E não apenas os imigrantes, mas os próprios órgãos de informação (que são atualmente em sua maioria progressistas e "anti-discriminação") usariam a realidade de tais imigrantes pobres para convencer os cidadãos do país para votar no candidato social-democrata (ou populista) para aumentar o Welfare State prometendo melhorar a vida dos imigrantes pobres e que o candidato de oposição que defende o liberalismo econômico é um "porco racista, fascista e xenofóbico que não se importa com os pobres imigrantes".

    Não é por acaso que a esquerda possui tesão que ocorra imigrações em massa de países pobres estatistas para países ricos livres. É justamente porque sabem que estamos em uma Democracia e que mais imigrantes pobres querendo coisas "de graça" é mais votos para o político populista aumentar o Welfare State.

    Essa estratégia de imigração em massa para aumentar o Welfare State está sendo um sucesso na Europa.
  • cmr  10/09/2015 20:13
    Sim é verdade, e acrescentando:

    O enrijecimento das leis de imigração, que a cada governo acontece, é apenas para o imigrante ilegal que está lá trabalhando, sem ser nenhum peso para o estado, e para o patrão que emprega esse ilegal. Para estes é cadeia e deportação, para o patrão multas pesadas e até cadeia.

    Tente imigrar para a Europa como uma mão de obra qualificada e veja a burocracia extrema, é uma loucura, fora a demora. Já os "coitadinhos", acostumados com o estatismo, entram pela porta dos fundos e rapidamente são legalizados no país.

    O que está havendo na Europa é uma meritocracia invertida, quanto pior melhor.

    A população nativa é que vê a cada dia, o seu dinheiro sendo gasto em assistencialismo barato e o seu país virando uma republiqueta do terceiro mundo.
  • M.S. Batista  11/09/2015 11:52
    Rafael,

    Isso é justamente o que está acontecendo no Brasil. Senegaleses, haitianos, bolivianos, venezuelanos e agora esse povo do Oriente Médio, ao serem considerados cidadãos brasileiros, em forma de retribuição, votarão em quem?
  • José  15/09/2015 15:55
    Concordo com tudo e acrescentaria que o aumento da criminalidade por causa do Islã na Europa cristã (e secular) é mais uma justificativa para o Estado aumentar a sua carga tributária para fiscalizar mais a população.

    Enfim, Imigração em pequena escala, espontânea, não promovida por entidades como a ONU e ONGs progressistas e que sempre ocorreu, não é ruim. Mas o Multiculturalismo atual, que a Esquerda progressista tanto defende, vai trazer um estrago monstruoso na vida dos cidadãos europeus. Tanto por causa do Estado, tanto por causa dos muçulmanos, que são as minorias defendidas pelo mesmo Estado que aumenta seu poder sobre a população europeia prometendo defendê-la (não questione, é a lógica sacrossanta do Estado social-democrata moderno).
  • anônimo  15/09/2015 17:17
    José, acho que vc quis dizer terrorismo (que não deixa de ser violência).
  • Rafael  18/09/2015 00:20
    Acho que esse vídeo explicou muito bem o que eu quis dizer na minha resposta.

    https://www.youtube.com/watch?v=zJcmivtfyPk

  • Silvio  10/09/2015 14:57
    Finalmente um artigo sobre imigração!
  • Felipe  10/09/2015 15:16
    Imigração sempre é algo positivo para uma nação.

    Alguém que toma a iniciativa de mudar de um país e arriscar uma nova vida não é alguém com perfil de um parasita. Um imigrante, em geral, são trabalhadores e com enorme potencial ao empreendedorismo, e dificilmente ficam reclamando algo do estado (até porque eles fugiram de algo pior).

    O que prejudica a integração dos imigrantes são as atuais políticas distributivas e os direitos trabalhistas. Geralmente o problema não se dará com o imigrante, mas sim com seus filhos, que muitas vezes não carregam os valores dos pais e sofrem para arrumar um emprego, e por consequência, acabam preferindo viver da esmola estatal ou do crime.
  • Tiago RC  10/09/2015 15:22
    Portanto, a primeira regra à qual os imigrantes deveriam estar sujeitos é: imigrantes não devem ter direito a qualquer benefício estatal (nem saúde pública, nem educação pública, nem previdência pública e nem programas de transferência de renda). Isso irá impedir que determinados grupos oportunistas se aproveitem do sistema e se beneficiem com subsídios financiados pelos impostos dos nativos. A segunda regra à qual os imigrantes deveriam estar sujeitos é: são isentos de pagar a Previdência Social (à qual não têm direito) e, com isso, estão livres para recorrer aos serviços privados de saúde, educação e previdência.


    Qualquer pessoa sensata iria querer ser imigrante nesse contexto. Seria injusto não dar a opção de tratamento equivalente aos nativos. Mas se os serviços estatais forem opcionais, obviamente que pessoas produtivas vão optar por não usá-los, e todo o sistema assistencialista quebraria.
    Seria ótimo, mas não espere muito apoio dos estatistas... a distribuição forçada de renda é essencial para eles.
  • Anomalous  10/09/2015 15:23
    Não tenho nada contra indivíduos honestos migrarem de um local para outro e também sou contra o Estado forçar que pessoas mudem de um local para outro. Isto, inclusive, foi feito em larga escala pelas ditaduras socialistas/comunistas do século XX.
    Existe apenas um problema, é que nem todos são honestos, mas isto não é uma coisa que pode ser identificada olhando apenas o passaporte. Já há vários casos de imigrantes muçulmanos que entraram na Europa e que agora estão fazendo terrorismo.
    Houve também casos durante a guerra fria que a Alemanha Oriental infiltrava agentes na Alemanha Ocidental.
    É um tema complicado, mas será que vale a pena um país abrir suas fronteiras para qualquer um entrar?
    Apesar de tudo, no Brasil entra qualquer indivíduo sem qualificação e sabe-se lá com que intenção.
  • Anderson  10/09/2015 15:31
    Bom, essa imigração em massa subsidiada pelo governo é um problemão!

    É aquela coisa, "intervenção governamental gera distorções". E é isso o que está para acontecer nos países europeus.

    Uma migração natural é aquela em que o indivíduo quer se mudar para outro país/região com o intuito de melhorar sua vida (seja financeiramente, culturalmente ou em questão de segurança). Para que seu plano dê certo, é preciso que haja uma preparação, como aprender o idioma, história, "cultura comum" e modos de viver do país a que se deseja viver, além de também se preparar acumulando capital (para sobreviver nos meses iniciais) e profissionalmente (se possível, com cursos ou alguma especialização).

    Nesse tipo de migração, o sujeito vai ter que se adaptar a nova nação (até para poder conseguir emprego e tocar a vida), para isso, torna-se necessário uma convivência e uma aculturação por parte do indivíduo migrante, é preciso que ele entenda que será uma espécie de "neo-nativo", caso queira ter sucesso no novo país.

    E, claro, isso só é possível quando o país desejado (para emigrar) tem um livre mercado (ou, realisticamente, um mercado pouco regulado e pouco espoliado) "aliado" (não no sentido de parceiros, mas no sentido de ocorrer paralelamente) a um estado não assistencialista. Num país desse porte, as pessoas vão ter que se manter por suas contas (ou através das ajudas das famílias), e com o imigrante não será diferente, ele vai ter que ser um indivíduo que trabalhará e construirá sua vida sem problemas com terceiros, e até mesmo vai incorporar a cultura local, a fim de se tornar "aceito pelo grupo".

    O que os governos europeus estão fazendo é pura sacanagem com a população nativa, estão distorcendo tudo. Vão trazer pessoas que não têm perfil de "bom imigrante" (o indivíduo que se prepara para o novo país), e as consequências vão ser as que foram apontadas pelo artigo.
  • Felipe  10/09/2015 15:38
    Sensacional o artigo.

    Jesus Huerta é muito fera. A forma como ele conduz o texto e expõe as ideias, construindo o argumento a partir de diferentes cenários, é genial.

  • M.S. Batista  10/09/2015 15:57
    Leandro,

    Se me permite, gostaria de sugerir um artigo sobre o rebaixamento brasileiro, da perda do grau de investimento e as consequencias que isso trará para a keynesiana economia brasileira. E quais as atitudes defensivas a serem tomadas nesse contexto.
  • mauricio barbosa  10/09/2015 16:09
    Engraçado,os sindicatos,a mídia e outros intelectuais vivem reclamando que há trabalho escravo e que o trabalhador sem carteira assinada é explorado e blá-blá-blá.Mas ensinar com a mesma veemência que o trabalhador ao poupar boa parte de seu salário e com isso formar um patrimônio e um colchão de liquidez em tempos de crise e até mesmo tirar umas férias por vontade própria ao largar o emprego e curtir a vida por um tempo,ter mais lazer e paz e também em caso de guerra igual a que os sirios estão enfrentando poder com esse dinheiro (acumulado por anos de trabalho e suor)fugir com dignidade afinal só quem tem dinheiro é bem recebido em terras estrangeiras e estes mesmos imigrantes não estariam passando por estas humilhações e sofrimentos enquanto refugiados haja vista que os mesmos só recebem todas essas benesses dos governos assistencialistas europeus se estiverem dentro da cota estabelecida pois do contrário são deportados feito cachorro sem dono pois todos sabemos que estados assistencialistas são bonzinhos enquanto tiverem recursos para tanto pois do contrário se tornam malvados igual os estados falidos do outrora terceiro mundo.
    OBS:Os judeus foram expulsos de suas terras no século um DC e viveram perseguidos e humilhados na europa cristã e nem por isso baixaram a cabeça,pois eles aprenderam que poupando eles sempre teriam recursos para fugir e se estabelecer em novas terras.Este povo abençoado por Deus tem muito a ensinar a todos nós pois numca se colocaram como vítima,coitadinho,refugiado e o holocausto nazista foi uma maldade sem tamanho que fizeram com eles e mesmo assim eles continuam de pé sem ficar choramingando indenizações(que teriam direito pois foram confiscadas suas propriedades) dos alemães e eu não sou judeu mas tenho amor e admiração por esse povo maravilhoso,trabalhador,honesto e poupadores,um exemplo de fé,persistência,dignidade e fervor para todos os povos da terra.
  • Jew Jitsu  10/09/2015 21:09
  • mauricio barbosa  10/09/2015 22:03
    Coloquei entre parenteses que eles tem direito de reclamar de suas propriedades confiscadas e demonstrei a diferença deles em relação a nós(Brasileiros e outros povos) que apelamos para o coitadismo o tempo todo e por exemplo o hamas só sabe fazer guerra e posar de vítima ao invés de investirem em tecnologia e inovações para tirar os palestinos da miséria e por ai vai e é lógico que em uma guerra não há bandidos e mocinhos mas cá para nós Israel é a vítima pois está cercado de inimigos árabes e numa situação dessas é admirável a força e tenacidade deles para suportar tamanho ódio com certeza é o povo escolhido e abençoado por Deus, sem sombra de dúvida...
  • anônimo  11/09/2015 09:53
    'ao invés de investirem em tecnologia e inovações para tirar os palestinos da miséria'
    Santa ignorância... investimento nenhum vai tirar os palestinos da miséria.Então vc não sabia que é o estado de Israel que controla tudo que entra e sai dos territórios ocupados? E que pra 'lutar contra o terrorismo' eles destroem a infra estrutura de casas, água e de energia elétrica daquele pessoal?
  • mauricio barbosa  12/09/2015 00:21
    Meu amigo investir em tecnologia não tem nada a ver com destruição de casas,carros ou seja lá o que for e se israel fosse este monstro destruidor a faixa de gaza já teria sido varrida do mapa e a cisjordânia idem,meu amigo o desinformado e ignorante aqui não sou eu,pois nada impede eles desenvolverem sistema anti-míssil,afinal eles recebem ajuda do Irã e para seu governo o isis tem atacado posições do hamas dentro da faixa de gaza(engraçado o hamas e o isis são duas organizações políticas e estatistas que se opõem entre-si,curioso fiel matando fiel )e são sugadores de dinheiro do setor produtivo,o governo de Israel também suga dinheiro,mas pelo menos investe em tecnologia para se defender do ódio dos estatistas árabes e de socialistas boçais,enfim sou pró-israel o povo de Deus e não sou anti-árabe pois eles também são descendentes de Abraão,mas infelizmente seus líderes são incompetentes ao ousar provocar os judeus e desperdiçadores de dinheiro do setor produtivo...
    Na paz e um abraço!
  • Tiago silva  10/09/2015 16:26
    Já fazia falta um artigo sobre imigração,texto simplesmente genial,tão genial que expande a mente até lugares nunca antes visitados.

    Ainda falando sobre a crise síria como vocês se posicionam em relação ao estado islâmico,devem ser combatidos ou não?
  • Julio  10/09/2015 16:31
    O maior problema sera como lidar com os infiltrados, extremistas islâmicos, comunistas e afins... Barreiras de imigração tbm são feitas para segurança vide EUA pós 11 de setembro.
  • Investidor  10/09/2015 16:37
    Vcs estão dormindo no ponto ao não falarem do downgrade.
  • Leandro  10/09/2015 17:02
    De novo? Falar o quê? Não houve um único artigo sobre a economia brasileira publicado por nós, este ano, que não falasse que isso iria acontecer.

    Aliás, o rebaixamento foi prevista por nós ainda em 2014:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1984

    Depois, fizemos apenas uma narrativa em tempo real do inevitável:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2040
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2101
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2120
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2155
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2180

    Ou seja, se tem alguém que "dormiu no ponto", certamente não fomos nós.

    O que aconteceu ontem já era tão certo quanto o nascimento do sol. E já estava majoritariamente precificado pelo mercado. A nós restaria apenas publicar um artigo dizendo: "Bem que avisamos".

    Sobre o rebaixamento em si, você é bem-vindo para participar da discussão aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2120&comments=true#ac151155


    P.S.: ao contrário de outros sites, que fazem de tudo por uma audiência, nós não publicamos artigos no calor do momento. Isso é uma armadilha em que muitos ainda seguem caindo. A quantidade de besteiras que se diz no afã de querer fazer uma análise aprofundada sobre uma notícia recente é monumental.

    Nossos artigos são cuidadosamente selecionados e pesquisados, e contêm análises acuradas e fundamentadas. Não são artigos redigidos em 5 minutos. Não são artigos que se perdem em platitudes e lugares-comuns. Somos um site de análises aprofundadas, e não um site de notícia em tempo real. Temos um compromisso de qualidade com o leitor. Por isso nossas análises são sempre acertadas.

    Sendo assim, se algo de relevo acontecer hoje, dificilmente publicaremos um artigo exclusivamente sobre isso amanhã. A quantidade de informações erradas e análises imprecisas que tal artigo provavelmente conteria seria arrasadora. Contamos com sua compreensão.
  • Jarzembowski  10/09/2015 16:55
    Aprovo e concordo com o texto, só que tem o seguinte, quando o Hoppe diz que
    O governo ficará sem recursos e será forçado a revogar suas políticas confiscatórias. Quanto menor o país, maior a pressão para que ele adote um genuíno livre comércio e maior será a oposição a medidas protecionistas., ele parte do princípio que a reação do governo aos desastres causados pelas suas intervenções será racional e prudente - e NUNCA será. Nunca.
    Quando o governo ficar sem recursos ele sempre vai achar uma forma nova de espoliar, de regular e intervir. E nós que temos a infelicidade de termos nascido no Brasil sabemos que a criatividade dos burocratas é ilimitada quando se trata de agredir e vilipendiar.
    Além disso, quando tudo o mais falhar, é muito fácil culpar uma crise internacional(mesmo que não exista nenhuma), a imprensa golpista, o governo anterior, as medidas de austeridade(mesmo que o gasto do governo só aumente) ou qualquer outra coisa. Nem a lei de responsabilidade fiscal é seguida aqui - nem o mínimo do mínimo da prudência na gestão das contas públicas, que está expresso de forma categórica em lei é observado.
    Eu não vejo absolutamente nada no atual arranjo que vá fazer com que o Estado e seus burocratas prestem contas pelos seus descalabros e muito menos sejam induzidos ou forçados a agir na direção da liberdade, independente do tamanho do caos que tenham gerado.

  • mauricio barbosa  10/09/2015 17:41
    A presidenta,o molusco,fhc,aécinho,bolsonaro ou seja lá quem for numca conseguirá alcançar cem por cento dos seus objetivos por uma razão muito simples, o estado,a maquina pública per si é ingovernável, por exemplo fhc tentou e insinuou acabar com a estabilidade(medida necessária) dos estatutários federais e não conseguiu,a presidenta tenta aumentar impostos e está nas mãos da oposição enfim amigos a democracia é igual ao socialismo só é belo e romântico no papel e na teoria e para mim a filosofia libertária só tem minha admiração e respeito devido a seu pragmatismo ou seja o indivíduo enquanto ser autônomo,trabalhador.empreendedor,independente,dotado de vontade própria e honesto ele produz mais,muito mais se ele for livre e poder gozar dos frutos do seu trabalho,daí a resistência que todos temos de ser sobretaxado com impostos e mais impostos que beira a escravidão e subserviência a uma sistema opressor e injusto em que vivemos e sobrevivemos.Enfim viva a liberdade...
  • anônimo  10/09/2015 21:28
    'Quando o governo ficar sem recursos ele sempre vai achar uma forma nova de espoliar, de regular e intervir. E nós que temos a infelicidade de termos nascido no Brasil'

    Hoppe foi impecável, vc que não entendeu direito.Não existe 'nós que temos a infelicidade de nascer no brasil'...ele está falando do mundo ideal, feito por várias cidades estado de tamanho e jurisdição mínimos.
  • Sergio  10/09/2015 17:37
    Excelente texto!

    Realista e bem argumentado.
    A livre circulação de pessoas é boa e natural, mas aumento de gastos...
  • Renato  10/09/2015 17:53
    É lindo ver a generosidade da esquerda, quando dizem que os imigrantes sirios, haitianos, etc, tem de ser acolhidos com todo o amor e carinho em qualquer país. A esquerda realmente me cativa com tanto amor pelo ser humano.

    Pena eles não aplicarem esse mesmo discurso quando se trata de bens vindos de fora produzidos por esses mesmos imigrantes que eles tanto defendem. Nesse caso, o estado pode e deve fazer de tudo pra impedir que o mundo transacione e compre os produtos produzidos pelos pobres de outros países.
  • Dissidente Brasileiro  10/09/2015 19:31
    Ou melhor: quando há pessoas que discordam do governo e estas são sistematicamente perseguidas, torturadas e mortas pelo regime, que justifica suas ações como sendo "para proteção dos interesses do país e defesa da revolução do povo", ou alguma outra bobagem nesse sentido. De fato esses FDP têm muito amor pelo ser humano, alguém duvida?
  • Marco  10/09/2015 18:39
    O caso das imigrações para a Europa - nenhum país árabe enriquecidos recebeu nenhum deles até agora, como Qatar, A Saudita etc.; a meu ver, tem finalidade de infiltrar os muçulmanos para ocupar pacificamente o continente europeu, visando futura dominação, já que os filhotes do instigador de ódios Alcorão e da deusa da lua Alah são "politicamente corretos"!
    Sem contar os guerrilheiros do ISIS e doutros grupos "refugiados"!
    Não são também aliados dos tais quais totalitaristas comunistas, e não já declararam sem rodeios que querem dominar o mundo e exterminar os cristãos?
    Eles não se adaptam a povo algum: formam guetos e depois querem expulsar os anfitriões!
    Vejam o inferno que está a convulsionada França: 71,4% das prisões por crimes diversos são do Islã e na Inglaterra têm quarteirões sob a sharia!
    Dentre mais, confiram apenas uma sura do Alcorão de um deus do mesmo nível de Baal, Moloc, Thor, Satã, tanto faz:
    "O castigo, para aqueles que lutam contra Alá e contra o seu mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo."
    Alcorão, Surata 5,33.
    ... Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! Sura 8,12.
    Quem recebe imigrantes desse naipe não condena à morte seus pósteros?

    .
  • Vinicius  10/09/2015 19:57
    De acordo, imigração é muito mais que questão econômica, é preciso afinidade religiosa, a tal da moral judaico-cristã parece bastante útil lá nas área dominadas pelo ISIS:

    spotniks.com/ela-ajudou-refugiados-sirios-na-ilha-de-lesbos-e-contou-pra-gente-o-que-viu/

    Os refugiados/imigrantes sírios de fato estão sofrendo, mas seus pares muçulmanos intencionalmente os forçam a ir a Europa, onde já tem uma razoável representação nos parlamentos e 40% das crianças nas escolas belgas, que chamam carinhosamente de Belgistão.

    Tantos imigrantes decentes e escolhem os piores possíveis.
  • anônimo  10/09/2015 22:03
    Não existe a 'tal da moral judaico cristã'.
    Cristianismo é radicalmente diferente de judaísmo.A base do criatianismo não é o velho testamento, mas sim a divindade de Jesus.Já pros judeus Jesus não é Deus, não é salvador, não é nada.
  • Angela  12/09/2015 10:48
    Marco você esta com toda razao. E uma politica de ocupacao de espaco que ja vem acontecendo há anos pelos muculmanos. Olha um detalhe que descobri esses dias atraves de um documentario, que chama cartas abertas, é uma producao francesa/alema, que faz análises Geopoliticas ótimas e pode ser visto no canal Arte aqui na Alemanha, pra quem nao domina o alemao pode tentar o frances, enfim. Num desses programas era sobre o Qatar, lá pelas tantas descobre-se que o Skeik deles já tem uma fatia enorme da Wolkswagen e mais outras participacoes aqui na Europa, ai fui contrar pro meu marido que é alemao e ele me disse que é a mesma coisa com a Mercedes, quer dizer os caras estao montado nos petrodólares tem dinheiro de sobra, ligue um ponto ao outro e está aí um bom motivo para essa política de ocupacao de espacos e nao me venham em falar em Merkel estadista etc e tal, é muita ingenuidade, essa gente nao tem pátria e sao empregados do grande capital de quem manda realmente de fato no mundo, seja cristao, judeu ou muculmano e so seguir o dinheiro. So pra terminar quem mais tá ajudando aqui sao pessoas ligadas a igrejas e instituicoes de ajuda, a maioria dos alemaes sao contra essa loucura, sei o que digo moro aqui ha quase trinta anos e se for contar tudo que sei e estou vendo nestes dias insanos vou precisar de muito espaco, já tentei expor os fatos em jornais e blogs ai no Brasil a maioria censurou e um outro me chamou de xenófoba. Tenho pena dos euroupeus e particularmente dos alemaes, uma cultura esta sendo destruida a olhos vistos.Fato.
  • Fernando Amoedo  10/09/2015 18:49
    O que o artigo não levou em consideração foi a forma como os imigrantes muçulmanos se comportam nos países que os acolhem.
    Eles não se integram à cultura local, formam suas próprias comunidades onde mantém os costumes originais e ainda tentam a todo custo impor as suas leis (Sharia) ao resto da população. Tomem por base os problemas enfrentados pela França com os véus muçulmanos e burcas, e mais recentemente a Inglaterra onde existem bairros controlados pelos muçulmanos onde a polícia não entra, mulheres são forçadas a usar véu e ladrões têm as mãos decepadas.
  • João  10/09/2015 19:32
    Não leva em consideração?! O artigo dedica vários parágrafos exclusivamente a este assunto, inclusive linkando para um vídeo que mostram muçulmanos fechando ruas em Paris.

    Mais atenção menos calúnias, por favor.

  • Silvio  10/09/2015 19:53
    Confesso que não vi problema algum na parte do ladrão.
  • João Pedro Kugler Leal  15/05/2017 23:42
    Eu vejo pelo fato de diminuir a capacidade do fdp de acabar restituindo o valor usurpado e uma restituicão pelos danos morais tambem.
  • Felix  10/09/2015 20:32
    Esse lance de cortar a mão no Brasil ia ser show...
  • Silvio  10/09/2015 18:57
    Na primeira nota do presente artigo é mencionado um estudo do Rothbard acerca do problema da imigração. Como achei a leitura muito interessante e atual, resolvi traduzir a parte desse estudo cujo trecho citado foi extraído e, aproveitando a oportunidade, tomo a liberdade de apresentá-lo:

    Fronteiras Abertas, ou o Problema do Campo dos Santos

    A questão das fronteiras abertas, ou livre imigração, tornou-se um problema premente para os liberais clássicos. Isso se dá, primeiramente, porque o estado de bem-estar social crescentemente aumenta os subsídios aos imigrantes para entrar e receber auxílio permanente e, em segundo lugar, porque as fronteiras culturais têm se tornado cada vez mais inundadas. Eu comecei a repensar minhas idéias sobre imigração quando, à época do colapso da União Soviética, tornou-se claro que as pessoas de etnia russa foram encorajadas a afluir para Estônia e Letônia a fim de destruir as culturas e línguas desses povos. Anteriormente teria sido fácil descartar como irrealista o romance anti-imigração de Jean Raspail intitulado 'O Campo dos Santos', no qual praticamente a totalidade da população da Índia decide se mudar, em pequenos barcos, para a França, e os franceses, infectados pela ideologia esquerdista, não se dispuseram a evitar a destruição econômica e cultural nacionais. À medida em que os problemas do estado de bem-estar social têm se intensificado, tornou-se impossível continuar descartando as preocupações de Raspail.

    Entretanto, pensando a imigração à base do modelo anarcocapitalista, tornou-se claro para mim que um país totalmente privatizado não teria 'fronteiras abertas' de modo algum. Se cada pedaço de terra num país fosse de propriedade de cada pessoa, grupo, ou companhia, isso significaria que nenhum imigrante poderia entrar lá a menos que fosse convidado a entrar ou a ele fosse permitido alugar ou comprar propriedades. Um país totalmente privatizado iria ser tão 'fechado' quanto os habitantes particulares e donos dos imóveis desejassem. Parece claro, então, que o regime de fronteiras abertas que existe de fato nos EUA realmente equivale a uma abertura compulsória pelo estado central, o mesmo estado encarregado de todas as ruas e áreas públicas, o que não reflete genuinamente os desejos dos proprietários.

    Sob total privatização, muitos conflitos locais e problemas de 'externalidade' - não apenas o problema imigratório - seriam apropriadamente resolvidos. Com cada local e vizinhança pertencentes a empresas privadas, companhias, ou comunidades contratuais, a verdadeira diversidade iria reinar, de acordo com as preferências de cada comunidade. Algumas vizinhanças seriam étnica ou economicamente diversificadas, enquanto outras seriam étnica ou economicamente homogêneas. Algumas localidades iriam permitir ou pornografia, ou prostituição, ou drogas, ou abortos, enquanto outras iriam permitir nenhuma ou todas essas atividades. As proibições não seriam impostas pelo estado, mas iriam simplesmente ser requisitos para residência ou uso de alguma área pertencente a uma pessoa ou comunidade. Os estatistas, que têm comichões para impor seus valores sobre todo mundo, iriam ficar desapontados, enquanto que cada grupo de interesse iria ao menos ter a satisfação de viver em vizinhanças nas quais as pessoas compartilham de seus valores e preferências. Embora a propriedade sobre a vizinhança não iria proporcionar a Utopia ou uma panacéia para todos os conflitos, iria ao menos proporcionar uma 'segunda melhor' solução com a qual a maioria das pessoas poderia conviver.
  • Luiz  10/09/2015 19:46
    Eu sou a favor da livre migração e emigração, mas não de terroristas! Tenho pena pelas crianças e as mulheres, mas é claro que no meio existem extremistas.

    Se bem que no islã é difícil de falar em extremismo: como posso considerar alguém que se explode um extremista e alguém que enterra uma mulher até o pescoço e joga pedras na cabeça dela como um moderado?

    Às vezes eu acho que libertários são um pouco ingênuos, acreditam na bondade infinita do ser humano tipo os esquerdistas ruousseaunianos.
  • Dissidente Brasileiro  10/09/2015 21:14
    O que está havendo na Europa na minha opinião são duas coisas: pragmatismo e relativismo moral. O relativismo não considera o estrago cultural que a imigração em massa e a integração forçada fazem, e o pragmatismo só vê um lado: o do aumento da arrecadação tributária devido à inserção destas pessoas no mercado de trabalho. Ambas as características são implícitas aos esquerdistas, tipo unha e carne.

    O problema é que todo esquerdista é cínico por definição, portanto eles não enxergam o enorme elefante branco na sala: Esses imigrantes em sua maioria vêm de países pobres e como possuem baixa escolaridade acabam ficando com os chamados "subempregos" - e devido à sua alta taxa de natalidade acabam por ficar dependentes das benesses estatais, já que seus baixos salários não são suficientes para se manterem perante o alto custo de vida europeu. Então o aumento da arrecadação é descompensado pelo prejuízo causado pela concessão desenfreada de "benefícios" estatais - some-se à isto as características antissociais e culturais deles e você tem a receita certa para o caos e a ruína a longo prazo das sociedades que optaram por este tipo de "pedalada", digamos, "social-fiscal".
  • anônimo  10/09/2015 21:35
    'Às vezes eu acho que libertários são um pouco ingênuos, acreditam na bondade infinita do ser humano tipo os esquerdistas ruousseaunianos. '
    E as vezes eu acho que os brasileiros estão cada vez mais analfabetos funcionais, onde é que os libertários falaram que acreditam nisso?
  • Felipe  10/09/2015 22:08
    Às vezes eu acho que libertários são um pouco ingênuos, acreditam na bondade infinita do ser humano tipo os esquerdistas ruousseaunianos.

    Onde você leu que os libertários acreditam na bondade do ser humano? Fiquei curioso.
  • Marcelo Werlang de Assis  10/09/2015 20:01
    O capítulo VII deste livro (www.mises.org.br/Product.aspx?product=84), do qual sou o orgulhoso tradutor, aborda o assunto analisado com excelência por Huerta de Soto neste texto.

    Infelizmente, a descivilização está tomando conta do mundo...

    O IMB, de longe, é a maior instituição cultural que já existiu no Brasil.

    Amplexos!
  • Típico Universitário  10/09/2015 20:23
    A crise na Síria é produto da perda do PT nas articulações internacionais. Desde os 7x1 comprados pelo capital internacional e ostentados pelas relações exteriores de Israel, o Brasil perdeu seu protagonismo no Oriente Médio e assim, toda a humanidade saiu perdendo. Lembrar-vos-ei que Lula, o maior sindicalista da história do país, nos salvou de uma guerra nuclear ao defender o direito do Irã de desenvolver armas atômicas frente ao imperialismo estadunidense. Se o PT ainda tivesse voz, ele estaria apelando à humanidade e ao entendimento cultural das necessidades do povo sírio de abrigo, comida, educação (no idioma deles) e saúde permanentemente pagas pelos opressores alemães.

    Hoje, resta a ele somente dar presságios animadores sobre seu retorno à política nacional - e consequentemente, à economia brasileira.

    Queremos o torneiro de novo com a força do povo. Coxinha quer miséria aqui e Disney em Miami, é ele quem devia estar se afogando tentando fugir da bomba de IR. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    #VoltaLula
  • Anomalous  10/09/2015 20:40
    Para de ler Brasil247, tá fazendo mal pra sua cabeça.
  • Edujatahy  10/09/2015 21:04
    kkkk.

    Acho que o Típico Universitário deveria ter um blog próprio para vermos os esquerdistas caindo na armadilha.

    Porque você não faz um perfil fake para isso meu caro? Seria sensacional você postando estas coisas no grupo do pt.
  • Adelson Paulo  11/09/2015 11:47
    O Grande Líder Lula agora está muito ocupado fazendo campanha eleitoral na Argentina, para ajudar o glorioso candidato apoiado pela majestosa Cristina Kirchner, na histórica luta do movimento peronista em defesa dos pobres contra o imperialismo financeiro ianque, usurpador das riquezas da América Latina.
  • M.S. Batista  11/09/2015 12:05
    Tipico Universitário = Típico Filósofo.
  • anônimo  10/09/2015 21:37
    Beleza, agora já que o assunto é terrorismo seria ótimo se o IMB fosse além do óbvio e traduzisse um artigo sobre como o estado americano ajudou a criar o ISIS
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  10/09/2015 22:28
    Bobagem. A Terra precisa de um controle populacional severo: HÁ GENTE DEMAIS. É preciso controlar os nascimentos ou morrerão muitas pessoas. O estoque de recursos é limitado.
  • Anderson  11/09/2015 14:00
    Controlar voluntariamente é uma coisa. Controlar arbitrariamente é outra.

    O planeta não precisa de controle populacional, exceto em algumas regiões. Na verdade, o que precisa é uma melhor distribuição de pessoas pelo território, existem casos em que há muitas pessoas num só território (e muitas vezes esses territórios não possuem edifícios verticalizados, o que acaba por piorar a convivência de muitas pessoas num mesmo lugar).

    Agora, claro, é preciso bom senso dos casais quanto ao número e momento para ter/criar filho(s). Existem muitos casos, principalmente em países periféricos, em que pessoas com poucos rendimentos têm filhos, o resultado é o que conhecemos bem, nesse país; filhos que crescem sem o apoio financeiro adequado e sem a educação dos pais (já que eles não poderão ficar com seus filhos por causa do trabalho, eles labutarão bastante para obter renda para todos da casa).

    Outro caso, de falta de planejamento de família, é o de casais que têm filho(s) na "hora errada", pessoas que ainda estão construindo a vida, adquirindo capital, decidem (intencionalmente ou não) ter filhos, e o resultado pode não ser tão bom, já que a criança, muitas vezes, não nascerá num lar propriamente dos pais (casas alugadas, por exemplo), não terão o tanto de apoio financeiro que poderiam desfrutar, caso nascessem num momento posterior.

  • Lel  11/09/2015 14:24
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=2060
  • Andrezito   11/09/2015 23:48
    Lel estava procurando o noticiário, do mito do superpovoamento e a obsessão com o controle populacional, que todos devem ler, por ser um artigo interessante, o o bom que você achou. abraços
  • Marina  11/09/2015 02:07
    Estou procurando emprego. Algum liberal aqui oferecendo emprego?
  • Pobre Paulista  11/09/2015 10:30
    Eu. Sabe programar em python ou tem conhecimentos de webdesign ou proramação front-end? Está disposta a trabalhar numa start-up que ainda não tem muita receita (e nem sequer uma sede física)? Se sim pode me mandar seu currículo.
  • Renan  11/09/2015 14:07
    Eu sou um consultor de negócios buscando recolocação, minha experiência é com gestão de processos, definição e implementação de indicadores de desempenho e governança organizacional. Posso atuar como home-officer ou em uma sede. Nem precisa ser CLT, nem full-time, trabalho até como autônomo. Skype: faria.renan1
  • Anarquista  11/09/2015 15:57
    Pobre paulista, teria um email ou local para que mande o curriculo? Estou interessado se o que falou for verdade!
  • Pobre Paulista  15/09/2015 23:48
    @Anarquista 11/09/2015 15:57:35

    É sério sim, eu estava apenas tentando desmascarar a autora do post, mas não pensei neste (previsível) efeito colateral.

    Só não sei como entramos em contato... Tem alguma idéia? Eu não gostaria de divulgar meu e-mail pessoal neste canal.

    Aos moderadores do site, perdão pelo incidente.
  • austriacos.com  16/09/2015 11:04
    Pra contatos rápidos e discretos eu costumo usar o app telegram. Ele pede um número de telefone igual whatsapp, mas vc não precisa divulgar o número, bastando apenas comunicar o nome do usuário.

    É possível também abrir um chat criptografado com outro usuário, destruição de msg por tempo, avisa quando a outra ponta bate um printscreen, e etc.


  • austriacos.com  16/09/2015 11:08
    A propósito, aos interessados em entrar num grupo de chat libertário, meu user no telegram é @mcapital. Fiquem a vontade pra adicionar.
  • Anarquista  16/09/2015 22:42
    @Pobre Paulista 15/09/2015 23:48:47

    Caso queira conversar sobre essa possibilidade, deixo meu e-mail para contato, por lá podemos combinar, segue: gms89@outlook.com

  • Eu  11/09/2015 11:21
    Depende, você está procurando emprego em qual área?
  • Renan Faria  11/09/2015 15:31
    Eu era de uma consultoria, mas meu perfil é bem generalista, voltado para eficiência organizacional. Se não for uma função muito técnica, como RH ou finanças, posso me adaptar a praticamente todas as áreas e tipos de mercado possíveis.
  • Thiago Teixeira  11/09/2015 05:42
    Sou da opinião que os imigrantes buscam uma economia aquecida, para um minimo de vida digna. A questao do welfare state ajuda secundariamente.

    Creio que os europeus resisitirao à ideia de criar uma subcategoria de cidadãos.
    Como os alemaes sao bons de conta, cortaram o assistencialismo. (Quero crer nisso...)

    E seria mais interessante mandar diplomatas la para Beirute para selecionar sirios com reserva financeira razoavel, que possam comprar terrenos e se sustentar por um tempo.

    Ademais, defendo o direito de quem fazer caridade espontanea diretamente que o faça.
  • Matias  11/09/2015 13:46
    Este sr resume em 1 minuto a situação.

  • anonimo  12/09/2015 01:11
    Acredito que cotas de refugiados seja uma dívida de guerra da Alemanha com a Rússia.
    Alemanha vai dar abrigo a 800 mil Sírios, e a Síria esta sobre uma tutela da Rússia.
  • André Diniz  12/09/2015 15:28
    Uma pergunta bem breve : como ficaria hipoteticamente a situação do refugiado ou mesmo do asilado?Haveria espaço para requerer refúgio ou asilo?Na atual situação o refúgio não pode ser negado.A figura da extradição e deportação se operaria como?
  • Nill  13/09/2015 14:01
    O mundo é muito mais complexo do que imaginamos.
    Imigração é algo muito mais complexo do imaginamos. E a atual imigração na Europa é muito mais complexa do que foi a imigração dos seculos XIX e XX para os EUA,Brasil,Argentina.

    No seu artigo! Jesús Huerta de Soto simplificou muito as coisas. Mostrou a atual imigração para a Europa como algo muito menos complexo do que realmente é.
    Felizmente os leitores lembraram que as coisas são muito mais complicadas do que diz o artigo de Jesús Huerta de Soto.
    O artigo não levou em consideração a imigração muçulmana e os perigos da religião islâmica como bem lembrou o leitor Marco. Disse ele : "Dentre mais, confiram apenas uma sura do Alcorão de um deus do mesmo nível de Baal, Moloc, Thor, Satã, tanto faz:
    "O castigo, para aqueles que lutam contra Alá e contra o seu mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo."
    Alcorão, Surata 5,33.
    ... Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! Sura 8,12.
    Quem recebe imigrantes desse naipe não condena à morte seus pósteros? "

    Também quero lembrar de outro fato não levado em consideração pelo artigo de Jesús Horta que é a baixíssima taxa de natalidade da Europa. A Europa corre o perigo de ter sua população grandemente reduzida neste século. As mulheres europeias não querem saber de ter filhos preocupam mais com a carreiras. br.wsj.com/articles/SB10001424127887324081704578232092437741164

    Para resolver o problema da imigração da Europa a primeira coisa a fazer é saber o tanto do que ele é complexo . Não dá para comparar com as imigrações nos EUA e Brasil nos séculos XIX E XX, imigração do campo para a cidade,do nordeste para São Paulo,etc que eram muito menos complexas. Imigração é coisa complicadíssima no mundo de hoje.

    Jesús Horta quer falar realmente da imigração deveria escrever os artigos 1,2,3,4,5........ e não simplificar as coisas. Cuidado as Ideologias simplificam muito o mundo como disse Cherteston.
  • Full  13/09/2015 14:55
    Já você escreveu inúmeros e palavrosos parágrafos apenas para dizer absolutamente nada e repetir platitudes de que as diferenças religiosas e culturais mundiais são muito mais complexo do que um simples artigo pode abordar (duh!), ignorando completamente que o autor abordou sim a questão cultural (embora, obviamente, não com toda a riqueza de detalhes que você exigiu, já que, pelo visto, queria até que o autor discorresse sobre o Corão). Leia de novo e seja menos afoito ao palpitar (e o autor se chama Huerta e não Horta).
  • Amigo do Estado  15/09/2015 05:22
    Quer dizer que se eu for para os EUA ou Canadá e trabalhar ilegalmente por lá, vocês vão achar isso "normal" ou "justo"? Onde é que vocês estão com a cabeça que não respeitam as leis dos países?
  • Edujatahy  15/09/2015 15:00
    Meu deus do céu!
    Você realmente leu o texto?

    Onde está escrito trabalhar ilegalmente no texto? Onde?!?
  • anônimo  15/09/2015 16:13
    Nunca subestime a estupidez brazuca.
  • Amigo do Estado  15/09/2015 18:42
    "Em primeiro lugar, a doutrina libertária tradicionalmente se declara, SEM RESSALVAS, a favor do princípio da completa liberdade de emigração e imigração."

    Você leu (se é que leu) mas não entendeu.

  • Inimigo do Povo  16/09/2015 12:48
    De acordo com o próprio texto, isso pode até ser normal, mas não justo, uma vez que a existência de bens públicos e a livre disponibilidade dos benefícios ofertados pelo estado assistencialista atraem, como um ímã, um contínuo fluxo imigratório, majoritariamente ilegal, o qual gera conflitos e custos externos significativos. Nativos pagam impostos para financiar programas assistencialistas, e estes são utilizados por imigrantes ilegais.
  • Edujatahy  16/09/2015 14:59
    Ser a favor da completa liberdade da emigração e imigração significa desrespeitar leis de algum país?
    Você que tirou suas próprias conclusões distorcidas.
  • Dissidente Brasileiro  17/09/2015 00:19
    O errado são vocês que dão corda a um infeliz com o nome de "Amigo do Estado". Simplesmente ignorem este troll.
  • Um observador  17/09/2015 01:21
    Ele não é um troll, pois colocou uma questão bem razoável e ainda apareceu para um segundo post.

    Mas a bola está com ele agora... A dúvida do Edujatahy é a mesma que a minha.
  • Amigo do Estado  17/09/2015 05:04
    Como alguns aqui são lentos em sacar uma ironia, um chiste!
    Este instituto é contra qualquer forma de estado e suas leis coercivas, correto?
    Então qual é o problema de uma pessoa ir querer morar e trabalhar em outro país, honestamente?
    O problema é que alguns encasquetaram com a palavra "ilegalmente" que escrevi no primeiro comentário. E como me apresentei com o nome "Amigo do Estado", imediatamente meia dúzia de gatos pingados quiseram mostrar serviço apresentando-se como bons defensores anarcocapitalistas, pensado que eu seja um socialista de carteirinha. Tss, tss...

    Como diz o autor do texto, sobre o terrível crime de imigrar e trabalhar "ilegalmente": "Essa posição se baseia no reconhecimento de que fronteiras — meras linhas políticas imaginárias — representam um flagrante ato de intervencionismo e coerção institucional da parte do estado".
  • Edujatahy  17/09/2015 12:33
    Vamos lá. Em nenhum momento achei que você era socialista de carteirinha, me pareceu muito mais um neoconservador querendo rixa com libertários.

    O que o senhor ignora, pelo visto, é que o autor demonstra que a posição libertária é:
    a doutrina libertária tradicionalmente se declara a favor do princípio da completa liberdade de emigração e imigração.

    Isto é algo evidente para qualquer libertário.

    No entanto, o que o autor discorre é, dado que existe hoje um estado assistencialista e dada que as fronteiras são impostas a força pela figura do estado ele propôs soluções que se mantivessem em linha com o pensamento libertário MESMO existindo o estado agressor. Ou seja, as soluções propostas proporcionariam a "livre" circulação de imigrantes sem ilegalidade dentro do país.

    Você está, convenientemente pelo visto, ignorando todo o restante do artigo.


  • Dissidente Brasileiro  17/09/2015 17:58
    Vejam só a sensacional idéia que os vagabundos esquerdistas da Finlândia tiveram. Parece que esses caras dormem e acordam pensando somente em qual maldade eles vão praticar no dia seguinte:

    noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/09/17/finlandia-ira-aumentar-impostos-de-ricos-para-abrigar-mais-refugiados.htm

    É claro que os árabes além de destruir e perverter a cultura e sociedade alheias, também precisam de suporte financeiro dos finlandeses produtivos, pois sua única razão de existir quando não estão praticando terrorismo e espalhando selvageria é rezar para Alá e entupir o mundo de filhos, portanto não sobra tempo nenhum para eles trabalharem...
  • Rafael  18/09/2015 00:17
    A estratégia da Escola de Frankfurt está sendo um sucesso indiscutível na Europa.
  • Dissidente Brasileiro  18/09/2015 14:39
    Um sucesso total, veja só: Blonde Danish teenager, 15, murdered her mother with a kitchen knife after watching ISIS videos of the beheading of British hostages online

    www.dailymail.co.uk/news/article-3235062/Blonde-Danish-teenager-15-murdered-mother-kitchen-knife-watching-ISIS-videos-beheading-British-hostages-online.html

    Tem coisas que só o multiculturalismo faz por você.
  • anônimo  19/09/2015 18:46
    15 anos não é mais idade pra ser influenciado desse jeito, essa é uma história muito mal contada
  • anônimo  22/09/2015 22:46
    Quando ele disse "foi um sucesso" acho que ele quis dizer que foi um sucesso no eles estavam planejando, ou seja, aumentar o número de parasitas no assistencialismo dos países europeus.
  • Gabriel  19/09/2015 20:28
    Nada melhor para se dominar uma nação do que exportar cidadãos do seu povo para o outro pais a ser dominado, melhor ainda fazer isso enviando entre eles mulheres e crianças, para ganhar o apoio dos idiotas (ou nem tão idiotas assim) do politicamente correto.

    Obviamente que os terroristas islâmicos não conseguirão invadir a Europa de maneira forçada, então a tática mudou, tentando se apropriar da sua cultura de maneira progressiva até que, quando as pessoas se deem conta, não haja mais o que fazer.
  • anônimo  19/09/2015 23:49
    Os refugiados de verdade não querem a bosta da europa, eles prefeririam ter o país deles, mas tem que fugir do ISIS. E pesquise aí pra ver quem foi que armou o ISIS
    https://www.youtube.com/watch?v=pHFnvFbThDE
  • Dissidente Brasileiro  22/09/2015 17:19
    Mais uma da "religião da paz". Vejam o nível de civilização desses caras, é isso que os países da Europa estão aceitando dentro de seus territórios. Se a população de lá não fizer nada, ninguém mais vai fazer:

    noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2015/09/22/soldados-americanos-sao-instruidos-a-ignorar-abusos-a-meninos-por-aliados-afegaos.htm
  • anônimo  23/09/2015 13:30
    'Aliados afegãos'. Depois esses mesmos aliados estão matando os mesmos americanos retardados que acham que o Ron Paul está errado.
  • anônimo  20/09/2015 08:37
    Líder do ISIS admite ser financiado pelos EUA
    www.globalresearch.ca/isis-leader-admits-to-being-funded-by-the-us/5476728
  • Tobias Botelho  28/09/2015 16:23
    Boa tarde.

    Logo nas primeiras linhas deste artigo, me ocorreu uma dúvida.

    Pelo que entendi, os libertários acham que as fronteiras territoriais (meros limites políticos imaginários) não devem existir pois este restringe a livre circulação dos indivíduos entre os países, coibindo os livres acordos, a troca de propriedades voluntárias etc. Ou seja, essas mesmas linhas políticas imaginárias são intervenções estatais que podam as liberdades individuais de indivíduos interessados em expandir, começar ou recomeçar atividades em outros países.

    Porém, esbarramos num problema social. Se os muçulmanos, sabidamente ansiosos por uma oportunidade de expandir o alcance de seus costumes, de sua cultura e, acima de tudo, do seu modelo de Estado teocrático, pudessem circular e se instalar livremente entre os países, isso não causaria (ou aceleraria) danos na identidade e na cultura dos povos receptivos a médio e longo prazos?

    Por exemplo, o que está acontecendo na Suíça, onde grupos pedem a remoção da cruz da bandeira nacional com o argumento de que o símbolo desrespeita os imigrantes muçulmanos. Outro exemplo corrente: na Alemanha, os imigrantes estão agredindo mulheres por "estarem se mostrando muito" e exigindo blusas compridas para circulação em determinados locais. Ora, isso nunca foi costume em lugar nenhum da Europa, e os muçulmanos estão se fazendo de "minoria" para levantar a voz como portadores de direitos afirmativos.

    Eu sei que os libertários são contrários a qualquer tipo de política afirmativa/assistencialista, mas esse não é o ponto do meu raciocínio. O fato é que pequenas comunidades muçulmanas são o bastante para desequilibrar a harmonia de uma sociedade de cultura ocidental (veja o caso de Paris, que tem quase todo o subúrbio tomado de muçulmanos locais).

    Essa atitude de forçar uma mudança cultural na marra, coagindo e ocupando espaços onde não são desejados, não é uma intervenção de um grupo de indivíduos que permite coibir a liberdade dos demais? Como um libertário enxerga e elucidaria essa questão?



  • Magno  28/09/2015 16:50
    "Se os muçulmanos, sabidamente ansiosos por uma oportunidade de expandir o alcance de seus costumes, de sua cultura e, acima de tudo, do seu modelo de Estado teocrático, pudessem circular e se instalar livremente entre os países, isso não causaria (ou aceleraria) danos na identidade e na cultura dos povos receptivos a médio e longo prazos?"

    Isso não tem a ver com fronteiras, mas sim com costumes e tradições locais (que são as que realmente importam) e, acima de tudo, com propriedade privada.

    Segundo a teoria libertária, muçulmanos não têm o direito de "chegar tardiamente" a um determinado local e impor à força sua cultura. Muçulmanos têm o "direito" de impor sua cultura apenas naqueles lugares dos quais eles se "apropriaram originalmente". Eles não podem chegar a um local já colonizado por outros e impor sua cultura, seus costumes e suas construções de mesquitas.

    Em termos práticos, muçulmanos têm o direito de impor sua cultura apenas nas regiões que eles já colonizaram (como os países árabes e persas). Mas eles não têm o direito de adentrar outras propriedades já "colonizadas" por outros povos e daí obrigá-los a aceitar sua cultura, seus costumes e sua religião. Isso, no mínimo, envolve agressão ao direito de propriedade.

    "Por exemplo, o que está acontecendo na Suíça, onde grupos pedem a remoção da cruz da bandeira nacional com o argumento de que o símbolo desrespeita os imigrantes muçulmanos."

    Mesmíssimo raciocínio acima. Assim com suíços não têm o direito de ir às regiões colonizadas por muçulmanos e pedir que eles alterem sua bandeira, muçulmanos também não podem ir a uma região colonizada por suíços pedir que estes alterem sua bandeira.

    "Outro exemplo corrente: na Alemanha, os imigrantes estão agredindo mulheres por "estarem se mostrando muito" e exigindo blusas compridas para circulação em determinados locais."

    Isso não tem nada a ver com fronteiras. Isso é agressão pura e direta ao indivíduo: ao seu corpo (que é sua propriedade), à sua liberdade e à sua vida, e deve ser punida com severidade (libertários debatem sobre a proporcionalidade da agressão, mas uma corrente majoritária defende o "dois olhos por um olho". Ou seja, tem de haver punição e restituição. Apenas agredir o agressor seria a punição. Já a restituição começa no segundo olho).

    "Ora, isso nunca foi costume em lugar nenhum da Europa, e os muçulmanos estão se fazendo de "minoria" para levantar a voz como portadores de direitos afirmativos."

    Essa aí é a bandeira da esquerda progressista, que é completamente demente e uma total afronta aos princípios libertários. Libertários sérios estão mais distantes da esquerda progressiva do que Plutão do sol.

    "Eu sei que os libertários são contrários a qualquer tipo de política afirmativa/assistencialista, mas esse não é o ponto do meu raciocínio. O fato é que pequenas comunidades muçulmanas são o bastante para desequilibrar a harmonia de uma sociedade de cultura ocidental (veja o caso de Paris, que tem quase todo o subúrbio tomado de muçulmanos locais)."

    Não se houver um genuíno direito de propriedade. Todos os casos que você citou representam agressões diretas aos direitos de propriedade, agressões essas que são chanceladas e até mesmo estimuladas pelo estado.

    "Essa atitude de forçar uma mudança cultural na marra, coagindo e ocupando espaços onde não são desejados, não é uma intervenção de um grupo de indivíduos que permite coibir a liberdade dos demais?"

    Corretíssimo.

    "Como um libertário enxerga e elucidaria essa questão?"

    Da maneira explicada acima: direitos de propriedade estabelecidos pela apropriação original.
  • Rodrigo Pereira Herrmann  28/09/2015 17:20
    [vamos avisar aos muçulmanos que ele não têm o direito libertário de sair por aí colonizando culturalmente o mundo ou impondo suas pretensões imperialistas à força]

    é a confusão mais comum dos novos liberais/libertários de confundir política (e geopolítica) (e ação política) (e etc) com disputa de ideias e sofisticados argumentos. é ingênuo, na melhor das hipóteses.
  • Magno  28/09/2015 17:42
    Do que você está falando, prezado Rodrigo?

    De minha parte, acabei de mostrar que a simples imigração de muçulmanos com essas intenções deve ser sumariamente proibida, dando à população os próprios meios para coibi-la.

    E, caso ainda assim ela ocorra, tais muçulmanos devem ser ou encarcerados e punidos (caso comentam crime) ou, na mais branda das hipóteses, devem ser enviados de volta para seus países, sendo que a despesa deve ser financiada pelo próprio. (Se ele não tiver como pagar, o que raramente é o caso de ativistas, ele deve ser obrigado a fazer trabalhos baratos até ter condições de custear seu retorno -- essa será sua punição).

    E você, o que sugere? Qual a intervenção estatal que você defende para conter o influxo de muçulmanos ativistas? Por favor, ilumine o mundo mostrando como o presidente Rodrigo Herrmann seria parcimonioso com o dinheiro dos pagadores de impostos implantando "big government programs" que efetivamente coibissem a entrada de muçulmanos em cada centímetro das fronteiras do país.
  • Rodrigo Pereira Herrmann  28/09/2015 18:06
    eu não sugiro nada, não. mas vou-te iluminar com algo que você ignora então. A única maneira de conter o avanço muçulmano (que além de cultural, agora é territorial) é com a oposição de uma outra ordem, de uma outra cosmovisão. e isso só quem fornecia era o cristianismo, até o momento em que a europa cedeu ao materialismo científico e à cultura de secularização. agora que restou apenas uma massa disforme e fragmentada, o islã não terá nenhuma dificuldade de impor sua própria ordem. esse pessoal adora libertários e demais que rejeitam a metafísica religiosa. "é sempre bom contar com parceiros que vão aplainando o terreno antes de a gente ocupá-lo".
  • Magno  28/09/2015 18:26
    Ah, entendi. A solução prática e eficaz está na "adoção de uma cosmovisão". Isso sim vai barrar muçulmanos...

    Sobre utilizar o cristianismo para deter a imigração de muçulmanos, boa sorte com esse papa atual, que prega justamente ao contrário (e os evangélicos não são muito melhores em suas soluções, pois todos os que são contra recorrem ao estado para fazer valer sua vontade).

    Sigo no aguardo de suas soluções práticas. Falar apenas em "cosmovisão" não me parece ser um plano muito eficaz.

    P.S.: é, por favor, pare com ess espantalho (coisa típica da esquerda) de dizer que a imigração de muçulmanos tem os libertários como seus grandes aliados. Não só isso é uma fragorosa mentira, como também o número de libertários no mundo com real poder político beira o nulo. Vá caluniar em outros sites.
  • anônimo  28/09/2015 18:07
    Culturalmente eles podem fazer o que quiser, o que não podem é usar de força.
    E sinceramente, essa islamofobia fanática é um ponto de vista muito simplista feito pra justificar o imperialismo americano naquelas bandas.
  • Emerson Luis  25/02/2016 10:42


    Paradoxo: Todas as verdadeiras soluções são muito difíceis justamente porque a maioria das pessoas só quer soluções fáceis (conseguir o que se quer sem trade-off).

    welfare state + politicamente correto + imigração muçulmana descontrolada = tragédia anunciada.

    * * *
  • felipe prado  06/05/2016 17:40
    Li o texto e observei algumas coisas: Primeiro: Que os Estados Unidos não mais existiriam. A Alemanha, Austrália, NZ e todos os países nórdicos que são exemplos globais de qualidade de vida e super desenvolvimento humano, econômico e social, também, iriam implodir! Israel?! Em hipótese alguma continuaria de pé, uma vez que seria imediatamente tomado por todas as nações árabes ao seu redor! Segundo: Imagina que, a Alemanha abra as suas fronteiras apenas para os chineses, certo?! Imediatamente um mar de chineses entrariam no país, e desse mar de chineses, tu pega 50 mil engenheiros chineses que ganham 20 dólares por hora e oferecem mão de obra no lugar de 50 mil engenheiros alemães que ganham 300 dólares por hora. Dito isso, um ano depois, a Alemanha abre as fronteiras para vietnamitas, e 50 mil engenheiros vietnamitas oferecem mão de obra por 5 dólares a hora (o que de fato, aconteceria). A quase perfeita social democracia alemã, conquistada a custo de muito sangue e suor, viria água a baixo em poucos anos, e seria inevitável o caos! Terceiro: Dado o possível nível inferior (creio eu) de qualificação dos engenheiros chineses e vietnamitas em relação aos engenheiros alemães, logo, grandes marcas como Porsche e BMW por exemplo, perderiam qualidade, mas talvez, aumentariam a lucratividade. Isso, sendo apenas em hipótese. Terceiro (essa não é hipótese): O liberal é absolutamente idêntico ao comunista em um aspecto: ambos são profundamente deslumbrados com um possível mundo de sonhos! O comunista, no seu mundo planificado, estatal. E o liberal, no seu mundo desregulamentado, ou seja, liberal. Quarto: As empresas, basicamente, nunca podem dar aumento, os empresários estão sempre reduzindo os seus custos, e historicamente todas as conquistas dos trabalhadores em todo o mundo, vieram de lutas que inclusive foram precedidas de morte e tudo o que é tipo de covardia e violência por parte de quem domina o poder financeiro! Os liberais falam do Estado vilão! E os comunistas do empresário vilão! Ou seja, o sujo falando do mal lavado! Os tais "acordos voluntários", lindos e coloridos na cabeça dos liberais, não levam (nunca levam, jamais levam) em conta a situação das partes. Dado o fato de que o empresário (principalmente o grande) jamais pode dar qualquer tipo de aumento ou benefício há não ser com muita insistência ou paralisações por parte dos empregados, não seria incomum ver (assim como não é) os empresários pagando uma miséria para trabalhadores comuns, ou até mesmo para trabalhadores altamente qualificados, uma vez que não existiria nenhuma regulação ou sindicato. E por fim, falando em mercado, a lógica é muito simples: a fatia dos dividendos para os acionistas, a maioria já milionários ou bilionários, precisa ser cada vez maior, uma vez que eles querem lucrar, e com razão, pois investiram. A grande sacada é que os sindicatos são (e de fato, quase sempre são vilões) considerados os vilões pelos liberais, ok?! Sabemos que não são santos, mas por vezes ajudam os trabalhadores (talvez no Brasil, não muito, sei lá). Porém, o conselho administrativo e os acionistas de grandes empresas que miram unica e exclusivamente o corte de custos, de salários e de benefícios dos caras que geram toda a riqueza das empresas, ou seja, os funcionários, não são vistos como vilões, mas em partes, são sim e muito. Liberais dizem categoricamente: "No livre mercado, ninguém bota uma arma na tua cabeça e te obriga a trabalhar em determinado lugar"! Em partes, estão corretos! E em outra parte, estão muito errados! A arma existe e ela é, mais do que a mão do mercado: invisível! A arma é invisível! É o prato de comida na mesa, as contas que nunca param de chegar, o filho que precisa comer, vestir, estudar, acordar e dormir. É a esposa doente que não pode trabalhar, é a desqualificação e a situação que, muitas vezes, durante uma vida inteira, fez o cara ser apenas mais um na multidão e, praticamente, não ter meios para procurar bons empregos, qualidade de vida e etc., etc., etc! Enfim, sou contra tantas regulações e intervenções por parte do Estado na economia, mas agora, liberar, privatizar e desregulamentar tudo, como sugere o fantástico mundo dos liberais, aí é o caminho para barbárie. Lembrando sempre que: quem tem dinheiro, tem poder, então, como quem não tem dinheiro, não tem o poder, quem sabe daríamos início a uma nova era de escravidão e servidão global. E quem sabe (com certeza), uma vez que poucas pessoas (em relação a totalidade) ascendem ao poder financeiro, essas poucas pessoas ricas, livres, sem sindicatos, sem regulamentações, enfim, livres como sugerem os liberais, nos colocariam de novo, na condição de dominação e subserviência total, assim como fizeram em mais 400 anos de escravidão. Posso estar muito errado, mas esta é a minha observação hoje. E olha, dando-se os fatos históricos globais, não sei se estou tão errado assim.
  • Ex-microempresario  15/05/2017 20:19
    Pessoal, acabei de ler o texto de Felipe Prado, inteirinho. Acho que mereço pelo menos uns aplausos, não ?

    Para quem não tiver o mesmo espírito de aventura, um resuminho:

    - Segundo o Felipe, empresas européias como a Porsche e a BMW estão morrendo de vontade de demitir seus funcionários e substituí-los por imigrantes, sabendo que são incompetentes, porque isso aumentaria seus lucros.

    - Segundo o Felipe, a única coisa que as empresas fazem para ter lucro é cortar custos, salários e benefícios.

    - Segundo o Felipe, o pobre nunca pode ter bons empregos porque ele é obrigado a aceitar qualquer emprego, mesmo que não queira, para pagar as contas e botar o prato de comida na mesa e sustentar a esposa doente que não pode trabalhar.

    - Finalmente, segundo o Felipe, parágrafos são desnecessários.
  • Gabriel  16/05/2017 00:31
    Seu último ponto é o mais importante e imagino ser por isso que ninguém leu essa logorreia. Muito corajoso você.
  • Cético   16/05/2017 11:14
    Cabe ao felipe explicar porque ainda tem gente que ganha acima do salário mínimo.
  • saoPaulo  18/05/2017 12:43
    Complementando o resumo do Ex-microempresario (15/05/2017 20:19):

    "Imediatamente um mar de chineses entrariam no país, e desse mar de chineses, tu pega 50 mil engenheiros chineses que ganham 20 dólares por hora e oferecem mão de obra no lugar de 50 mil engenheiros alemães que ganham 300 dólares por hora"
    Como engenheiro na Alemanha, posso dar meus pitacos... Vamos às contas então:
    20$/hora * 8hora/dia * 5dia/semana * 52semana/ano = 41600$/ano = 37575.65€/ano
    Ou seja, o salário de um engenheiro chinês seria de cerca de €37500,00 por ano. Nada mal! Considerando que o típico engenheiro alemão recém formado ganha cerca de €36000,00 por ano! Só não entendi por que um empregador se daria ao trabalho de contratar um estrangeiro quando pode contratar um alemão pelo mesmo preço...
    Agora vejamos quanto o Felipe Prado acha que um engenheiro alemão ganha:
    37575.65€/ano * 300 / 20 = 563634.75 €/ano
    Santo Deus! Meio milhão de Euros por ano! O Alice, pode descer do mundo da fantasia! Tomemos o maior sindicato alemão, que é também o maior sindicato industrial europeu, IG Metall. Tomemos a maior tarifa constante na tabela de salários de 2017: €6155,00 para EG11, Hamburg + Unterweser. Somemos a isto a bonificação por tempo de estudo: €1094,00. Ou seja, €7249,00 por mês, ou €86988,00 por ano. Somemos também um bônus de 10% por ano, prática normal em multi-nacionais: €95686,80 por ano. E isso para um engenheiro com décadas de experiência, ganhando o máximo que o sindicato exige.
    Interessante notar também que IG Metall somente é exigida para empregados diretos, não para terceirizados. Em geral, terceirizados ganham mais que "internos", pois não gozam da "estabilidade" destes ("internos" têm contratos de trabalho com duração ilimitada, e são mais difíceis de serem demitidos que terceirizados, que normalmente têm contratos de trabalho com duração de seis meses). Se a lógica do Felipe estivesse correta, nenhuma empresa alemã terceirizaria trabalho, visto que os custos salariais são mais altos.
    Além disso, também existem outros empregados que preferem não participar do IG Metall para não terem sequer o teto superior! Um colega de trabalho meu é um destes e, acreditem, vale cada centavo! Gostaria muito de ver um vietnamita a $5,00/hora no lugar dele, só pra ver a empresa parar e o circo pegar fogo! Ou até mesmo um time de 10 vietnamitas!

    "Dito isso, um ano depois, a Alemanha abre as fronteiras para vietnamitas, e 50 mil engenheiros vietnamitas oferecem mão de obra por 5 dólares a hora (o que de fato, aconteceria)."
    E por que diabos engenheiros vietnamitas trabalhariam por $5,00 a hora, quando qualquer lixeiro ganha mais que €780,00 por mês?!?!?!
    Aliás, se o sujeito morar em Munique, só o aluguel é maior que isso!

    "Terceiro (essa não é hipótese): O liberal é absolutamente idêntico ao comunista em um aspecto: ambos são profundamente deslumbrados com um possível mundo de sonhos!"
    Disse o sujeito que acha que engenheiros alemães ganham meio milhão de euros por ano... Ele não faz ideia de como o mercado de trabalho alemão funciona, não faz ideia de como os sindicatos funcionam, e ainda vem querer dar pitaco de como as coisas deveriam ser. A definição de estúpido: um ignorante que acha que entende de algo.
    O senhor é um fanfarrão, caro Felipe!

    "Quarto: As empresas, basicamente, nunca podem dar aumento"
    Eu fui promovido ano passado. E não tive que matar ninguém! Apenas trabalhei duro. Conhece este conceito, Felipe, o conceito de trabalhar duro?

    "não seria incomum ver (assim como não é) os empresários pagando uma miséria para trabalhadores comuns, ou até mesmo para trabalhadores altamente qualificados, uma vez que não existiria nenhuma regulação ou sindicato."
    E quem te disse que liberais são contra sindicatos, caro ignorante que acha que entende de liberalismo...? Liberais são contra a filiação obrigatória a sindicatos, se alguém quiser se juntar a outros trabalhadores para poder barganhar maiores salários, não é o liberal que vai querer proibir.
    Custa pesquisar um pouco antes de escrever merda?

    "Enfim, sou contra tantas regulações e intervenções por parte do Estado na economia, mas"
    Ignorem tudo antes do 'mas'.

    "liberar, privatizar e desregulamentar tudo, como sugere o fantástico mundo dos liberais, aí é o caminho para barbárie."
    Sim, claro, muito mais realista é achar que políticos cuidarão da vida das pessoas melhor que empresários malvadões...

    "Lembrando sempre que: quem tem dinheiro, tem poder, então, como quem não tem dinheiro, não tem o poder, quem sabe daríamos início a uma nova era de escravidão e servidão global."
    Se um empresário desembolsa R$15.000,00 para contratar um engenheiro, cerca de R$10.000,00 vão parar no bolso do governo, contando custos de contratação e impostos diretos e indiretos sobre o trabalhador. E o que é feito com este dinheiro? Educação, saúde e segurança no estado da arte? Não! O engenheiro tem que pagar dobrado por tudo isso, dos R$5.000,00 que lhe restaram. Este dinheiro que ele é obrigado a pagar para o governo vai para os salários de funças vagabundos, viagens e hotéis de luxo pro Temer, aposentadoria de políticos de um mandato só, etc.
    Então, seu idiota, não nos venha falar de escravidão, pois este já é o cenário atual, ou eu posso rescindir o contrato social do meu filho, e não sabia? Se isso for possível, volto para o Brasil amanhã mesmo!
  • Joyless  15/05/2017 19:58
    Muito linda a teoria, ineficaz na prática, pois desconsidera os impactos culturais causados pela imigração desenfreada.

    O que fazer como a crescente ocupação da Europa por imigrantes inseridos numa cultura liberticida? Ou os libertários acreditam que a liberdade econômica desconectada da base religiosa-filosófica da qual se origina, será capaz de resistir as pretensões totalitárias do islã?
  • Emerson  16/05/2017 00:24
    "pois desconsidera os impactos culturais causados pela imigração desenfreada"

    Abordado explicitamente no artigo. E em vários trechos. Comentou sem ler. Como, aliás, fazem todos os críticos.
  • Joyless  16/05/2017 15:37
    O texto toca muito superficialmente na questão cultural, dizendo o que devemos esperar/exigir do bom imigrante, mas passando longe do combate as ideologias liberticidas que podem vir arraigadas em suas religiões e manifestadas em suas condutas.

    Peguemos o islã como exemplo: Muçulmanos podem perfeitamente se adaptar (ou pelo menos não bater de frente) à cultura local enquanto não formam uma minoria expressiva e bem organizada, que é justamente o problema da Europa atualmente, ao longo das ultimas décadas milhares entraram lá e ficaram quietinhos, agora vemos a merda toda que está acontecendo.

    Para esse tipo de estratégia de ocupação o libertarianismo não tem nenhuma proposta sensata.
  • Renato  16/05/2017 16:16
    O curioso é que toda a invasão muçulmana ocorreu exatamente sob um arranjo de controle estatal das fronteiras, subsídios governamentais, assistencialismo para imigrantes, e imposição forçada -- pelo estado -- do multiculturalismo.

    Aí vem o cidadão e diz que o libertarianismo, que se opõe a tudo isso, iria gerar o problema que foi causado exatamente pela presença do estado.

    Dissonância cognitiva?
  • Joyless  16/05/2017 17:14
    Não camarada, disse que o Libertarianismo não tem uma solução sensata para combater ideologias liberticidas, que por meio da imigração descontrolada podem tomar conta de uma sociedade e destruí-la por dentro.

    Mesmo que a invasão islâmica seja uma ação intencional vinda das elites europeias por meio da ação estatal, não significa que o libertarianismo - pelo simples fato de ser contra a existência do estado - não possa causar o mesmo problema à sociedade que o adopte.
  • LUIZ F MORAN  15/05/2017 21:55
    "Extinção das fronteiras " é totalmente contraditório com as premissas libertárias: Vida / Liberdade / Propriedade.
    O que estamos assistindo na prática na Europa é um brutal choque de culturas onde os imigrantes impõe, aos cidadãos que o acolheram (por determinação coercitiva do Estado), sua cultura e seus costumes que ferem e destoem principalmente a Liberdade.
    Esses imigrantes, em sua maioria por questões de ordem religiosa, estão colocando a integridade física e a vida dos cidadãos locais em constante perigo, rejeitando de forma intolerante os costumes e tradições de quem os acolheu.
    Para mim é uma temeridade, é o mesmo que morar num condomínimo com vários prédios e apartamentos, sendo todos eles desprovidos de porta ou fechadura, impondo a livre circulação dos condôminos entre todos os imóveis quando bem entenderem.
  • Reserva de mercado  16/05/2017 11:40
    "Extinção das fronteiras " é totalmente contraditório com as premissas libertárias:

    Ele não quis dizer extinção das fronteiras privadas, e sim extinção das fronteiras que separam um Estado do outro.
    Já que as fronteiras atuais nada mais são que linhas imaginárias que demarcam onde um Estado acaba e o outro começa.
  • Joyless  16/05/2017 17:23
    Não podem ser meramente "imaginarias" linhas fronteiriças que delimitam a autoridade de um estado e o alcance de uma cultura.
  • Joyless  16/05/2017 17:41
    Não podem ser meramente "imaginarias" linhas fronteiriças que delimitam a autoridade de um estado e o alcance de uma cultura.
  • anônimo  16/05/2017 22:09
    Marx e Engels também defendiam a extinção do Estado, diziam eles: [...]murcharão até desaparecerem.
    É óbvio que este arranjo atual tem que ser enterrado, defendo um Estado mínimo atendo-se apenas a garantir nossa Liberdade, Vida e Propriedade, e isto implica em preservação das tradições e da cultura de cada Nação.
  • Walter  17/05/2017 00:03
    Falou besteira.

    Marx profetizou que o estado desapareceria sob o comunismo. Mas ele nunca explicou como ou por que isso iria acontecer. Sua teoria era bizarra. Ele dizia que, para abolir o estado, era necessário antes maximizá-lo. A ideia era que, quando tudo fosse do estado, não haveria mais um estado como entidade distinta da sociedade; se tudo se tornasse propriedade do estado, então não haveria mais um estado propriamente dito, pois sociedade e estado teriam virado a mesma coisa, uma só entidade — e, assim, todos estariam livres do estado.

    O raciocínio é totalmente sem sentido. Por essa lógica, se o estado dominar completamente tudo o que pertence aos indivíduos, dominando inclusive seu corpo e seus pensamentos, então os indivíduos estarão completamente livres, pois não mais terão qualquer noção de liberdade — afinal, é exatamente a ausência de qualquer noção de liberdade que o fará se sentir livre.
  • anônimo  17/05/2017 00:30
    Não falei besteira arrogante !
    Só explanei uma pequena parte do lixo que esses doentes do século xix profetizavam.
    Não seja petulante.
  • anônimo  17/05/2017 09:40
    Não falei besteira não, Marx e principalmente Engels defendiam SIM que o Estado deveria aos poucos ir murchando até desaparecer, e que, em seu lugar surgiria uma "sociedade proletária"onde tudo seria de todos e ninguém seria jamais oprimido, um lugar imaginário de total perfeição e de pleno convívio pacífico, um verdadeiro conto de fadas.
  • saoPaulo  18/05/2017 19:00
    Falou besteira sim anônimo, ficar putinho não vai mudar este fato. Apenas nos explique qual mecanismo Marx dizia que murcharia o Estado e notará que o Walter está certo...
  • anônimo  18/05/2017 22:41
    Anônimo, esse é justamente o problema. Não existe, no próprio estado, um mecânismo que o faça diminuir e os donos do poder não tem o mínimo interesse em tal feito.

    O que causa uma redução do estado, em geral, costuma ser necessidade de reduzir o tamanho do gigante por atrapalhar o desenvolvimento do país, como alguns países que adotaram a prática recente descobriram. Uma pesquisadinha no site e você descobre quais são.
  • Skeptic  15/05/2017 23:57
    Jesús é foda! Evidentemente foi crucificado por keynesianos-troskos.
  • Benzoato de Sódio  16/05/2017 22:40
    Não levam em consideração que para os muçulmanos a motivação não é apenas a economia e o welfare state. Esse povo acha que quando aplicarem a sharia na Terra toda será o paraíso na Terra e o tal do madhi vai vir reinar a Terra.
    E impor a sharia é diametralmente oposto a liberdade. Quando os libertários se tocarem já vão estar usando burca.
  • anônimo  17/05/2017 00:33
    É isso mesmo, parece até que neste tema os libertários adotam o discurso mais fétido da esquerda que tanto abominam: politicamente correto.
    Estariam com medo da pena imposta pela sharia ?
  • Bode  17/05/2017 00:44
    Ao ignorar as razões humanitárias e o amor ao próximo, na atenção a refugiados, mas o autor do texto se apequena.
  • Touro  17/05/2017 03:14
    Ou seja, um (o anônimo, de 17/05/2017 00:33) diz que o autor foi politicamente correto demais ao não criticar a imigração.

    Já você (Bode, de 17/05/2017 00:44) diz que o autor "se apequenou" ao não defender a imigração.

    Quando os dois extremos criticam o mesmo argumento, pode saber que ele é sensato e racional.
  • anônimo  17/05/2017 08:51
    Não se trata de racionalidade e sim de pontos de vista distintos a depender do que cada um crê.
    Acretide, isto existe no mundo real.
  • Pobre Paulista  17/05/2017 12:34
    Não é amor verdadeiro se somos obrigados a amá-los ;-)


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