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Em vários países, a população já percebeu quem realmente ganha ao se sediar a Olimpíada

Sediar as Olimpíadas não é mais tão popular quanto costumava ser.  No final de julho, a cidade de Boston desistiu de ser candidata à sede das Olimpíadas de 2024.  A cidade foi obrigada a cancelar sua candidatura por causa da pressão da população, que se manifestou contra "o endividamento, as remoções e a militarização do espaço público" que os jogos olímpicos impõem a todas as cidades-sede.

Basicamente, os cidadãos e pagadores de impostos da cidade de Boston não estavam interessados em arcar com as contas de uma enorme farra que seria feita em prol dos mais ricos e mais poderosos grupos de interesse de Boston: as empreiteiras que fariam as obras (provavelmente com algum superfaturamento), os políticos que receberiam os "agrados" dessas empreiteiras, as redes de hotéis e a própria mídia.

Ao passo que, em outras épocas, os jogos olímpicos realmente representavam o esporte e a camaradagem internacional, eles rapidamente se transformaram em um bastião do corporativismo, também chamado de "capitalismo de compadrio".  O colunista britânico Peter Hitchens afirma que essa transformação começou a ocorrer ainda quando Hitler e Goebbels transformaram os jogos olímpicos "em um espetáculo pomposo, com a cerimônia da tocha e tudo mais".  Desde então, o Comitê Olímpico Internacional vem se mostrando muito à vontade em manter esse ritual.

Hoje, as Olimpíadas se transformaram em uma maneira de obter favores diplomáticos e de exibir a riqueza e a influência dos governos nacionais.  Com efeito, não é de se estranhar que as futuras cidades-sede das Olimpíadas exibam uma propensão ao autoritarismo, com a China e a Rússia competindo entre si para sediar futuros eventos.  O Comitê Olímpico Internacional (COI) irá, em breve, escolher entre Cazaquistão e China para sediar os jogos de inverno de 2022.  (Oslo, na Noruega, recentemente cancelou sua candidatura após os pagadores de impostos do país protestarem contra as exigências — "típicas de uma diva de cinema", segundo a impressa norueguesa — feitas pelos membros do COI, que queriam benesses financiadas integralmente por impostos).

E faz sentido que regimes autoritários e nacionalistas sejam bem-sucedidos em suas candidaturas para sediar as Olimpíadas.  Quanto menos um regime tem de se explicar aos cidadãos pagadores de impostos que arcam com a fatura do evento, maior é a sua facilidade em satisfazer as onerosas exigências do COI; maior é a sua facilidade de fazer as dispendiosas obras e de fornecer as "garantias" exigidas pelo COI, sempre financiadas por impostos.

As ruínas dos últimos jogos olímpicos

Enquanto isso, os pagadores de impostos dos países desenvolvidos já acordaram para os altos custos e para os parcos benefícios de se sediar as Olimpíadas.  Muitos já viram estas fotos do jornal britânico The Guardian, que mostram o atual estado das instalações olímpicas construídas para os jogos de Atenas de 2004.  Os bilhões de impostos que foram gastos pelo governo grego na construção dessas instalações se evaporaram completamente, e tudo o que restou foram estádios decrépitos e piscinas olímpicas cheias de lama.

Na época da escolha de Atenas, os gregos foram assegurados de que sediar as Olimpíadas representaria a entrada do país em uma nova era de grande prestígio internacional e de sucesso econômico.  Desnecessário dizer que tal futuro róseo nunca se materializou. 

Ainda menos tempo se passou desde as Olimpíadas de 2008 em Pequim; porém, como mostram estas fotos, as já abandonadas instalações de Pequim terão, daqui a alguns anos, uma aparência muito semelhante às instalações de Atenas.

E enquanto o Brasil espera o início dos jogos olímpicos de 2016, os brasileiros já estão tendo um vislumbre do que ocorrerá futuramente com as instalações olímpicas que estão sendo construídas: os estádios da Copa do Mundo, construídos ainda no ano passado, já se tornaram gigantescos (e caros) elefantes brancos, como mostra essa reportagem.  Um enorme estádio construído para a Copa [o Mané Garrincha, em Brasília] funciona hoje como um estacionamento para ônibus.  Vários outros estão simplesmente se deteriorando sob o quente e úmido ar brasileiro.

O alto custo de eventos esportivos

Vários pesquisadores sérios (isto é, pessoas que não estão ali apenas para produzir "declarações impactantes" em prol do governo) já vêm há anos demonstrando que sediar grandes eventos esportivos não produz riqueza para as economias locais.

"Se há uma área na economia em que há consenso entre os economistas, é esta", disse Michael Leeds, um economista da Temple University. "Não há impacto substantivo".

"Por exemplo, se todos os times esportivos de Chicago repentinamente desaparecessem, o impacto sobre a economia de Chicago seria uma fração de 1%", disse Leeds.

Mas grandes eventos esportivos como as Olimpíadas são muito piores, pois eles inevitavelmente geram pesados transtornos para a população local: o comércio local é fechado e há uma pesada militarização da polícia local para propósitos de "segurança".  Aqueles que já tiveram a infelicidade de morar próximo a estes eventos sabem que o trânsito pode ficar interrompido por vários dias seguidos, e o comércio dentro do perímetro de segurança perde todos os seus clientes. 

Quando o evento acaba e todos os visitantes vão embora, o comércio local não vê nenhum benefício que compense o maciço fardo tributário e o enorme endividamento gerados pelo evento.

Adicionalmente, o Journalist's Resource compilou uma prestativa lista de sérios estudos sobre os impactos de grandes eventos como os jogos Olímpicos.  Conjuntamente, os estudos revelam uma grande ausência de benefícios econômicos em se sediar as Olimpíadas e eventos similares.  Há um enorme abismo separando as promessas grandiosas feitas por políticos antes do evento e os benefícios concretos que podem ser observados após o evento.  Em todos esses estudos, vê-se repetidamente frases como estas:

  • "Os efeitos econômicos de longo prazo do legado dos eventos parecem ser bastante modestos."
  • "O impacto do êxito dos atletas nacionais sobre a felicidade da nação ... é estatisticamente insignificante."
  • "As Olimpíadas de Pequim conseguiram apenas impactos limitados sobre a imagem da cidade."
  • "Os resultados indicam que não houve impacto de longo prazo sobre o comércio ou sobre o emprego."

A politicagem por trás dos eventos: quem realmente se beneficia

Não é de se estranhar que os brasileiros — muitos dos quais vivem sem uma infraestrutura urbana decente, como rede de saneamento — tenham protestado em 2014 contra o uso de bilhões de reais de impostos para a construção de estádios que iriam beneficiar apenas um ínfimo número de brasileiros ricos. 

Assim como os noruegueses, e agora dos bostonianos, os brasileiros sabem a quem esses grandes eventos internacionais — muito especialmente as Olimpíadas — realmente interessam: tudo se resume a prestígio e diversão para a classe política.  Os eventos são um parque de diversões para políticos, empreiteiras e grandes empresários, os quais irão se beneficiar imensamente dos lucrativos contratos para construir os estádios, as piscinas e as luxuosas edificações, nas quais farão festinhas privadas com os ricos e famosos.

Por maiores que sejam seus defeitos, os políticos da Noruega ao menos responderam positivamente às demandas dos pagadores de impostos noruegueses, cancelaram a candidatura para sediar os jogos de inverno de 2022.  Os políticos de Boston também foram forçados a fazer o mesmo, não sem antes terem tentado ridicularizar as vozes dissonantes – o prefeito de Boston disse que os opositores à candidatura eram apenas "dez pessoas no twitter" — e dito as platitudes de sempre sobre os supostos benefícios oriundos de obrigar os pagadores de impostos a arcar com mais um projeto político vaidoso.

Após a cidade de Boston ter sido forçada a retirar sua candidatura, o jornal local The Nation corretamente diagnosticou a façanha como sendo "uma vitória dos ativistas e uma derrota para os grandes grupos de interesse da cidade".

Negócios corporativistas como as Olimpíadas ajudam a nos lembrar que há uma grande — aliás, intransponível — diferença entre defender o livre mercado e defender grandes empresas.  Empreiteiras e outras grandes empresas sempre estarão muito à vontade em espoliar os pagadores de impostos caso saibam que esse dinheiro irá para seu bolso ou para subsidiar projetos do seu interesse. 

Por outro lado, empreendedores, empregadores e pagadores de impostos que não possuem poder organizacional, que não fazem lobby e que não têm políticos em sua folha de pagamento não têm importância nenhuma para esses "líderes" empresariais que influenciam políticos e suas políticas.

Para a infelicidade destes, muitas pessoas educadas já começaram a perceber o esquema e as negociatas.  Estádios bonitos, instalações vistosas e mega-eventos globais sem dúvida nenhuma são ótimos para as contas bancárias dos ricos e poderosos.  Mas aqueles que arcam com a fatura disso tudo não melhoram em nada sua situação.


4 votos

autor

Ryan McMaken
é o editor do Mises Institute americano.


  • cmr  14/08/2015 14:49
    Isso tudo sem falar na imensa quantidade de miseráveis que entram no país, sob o pretexto de assistir aos jogos, e depois vem pedir asilo. E muitos conseguem, mesmo sem ter nada a oferecer ao país além de despesas.

  • Rafael Junqueira  14/08/2015 18:29
    Baseado em que dados você está afirmando que eventos desse porte atraem expressiva leva de migrantes miseráveis?

  • cmr  14/08/2015 21:20
    g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/07/ganeses-que-vieram-ver-copa-do-mundo-pedem-refugio-no-brasil.html

    copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/07/17/ganenses-aproveitam-brecha-na-lei-da-copa-e-pedem-refugio-no-brasil.htm

    Todos os megaeventos de abrangência internacional viram gincanas de vistos e asilos políticos, e os governos gostam de pagar de politicamente correto e abrem as porteiras.

    Quem é a favor de ajuda humanitária, faça-a com o SEU próprio dinheiro, não venham gastar o MEU dinheiro na SUA caridade.
  • Joao Victor Gelio  14/08/2015 15:03
    Ótimo artigo! Moro no Rio de Janeiro e fico triste de ver a falta de mobilização para expurgar essas empreiteiras e políticos. É impressionante a relação quase familiar das duas classes. Vemos constantemente esses políticos sendo eleitos com financiamento de campanha dessas empresas e inclusive já vimos na mídia jantares internacionais envolvendo prefeito e Governador em jantares com 'chefões' e empreiteiras. A princípio, grande parte da população sabe disso, mas insiste em eleger essa escória.
  • Nélson Rubens  15/08/2015 20:49
    Quase familiar não. Sérgio Cabral, por exemplo, era casado com a filha de um dono de empresa de ônibus, ramo tradicionalmente favorecido pelo estado.
  • Anderson  14/08/2015 15:06
    Eu vi uma entrevista com um economista norte-americano em que ele dizia que a única Olimpíadas a trazer retorno financeiro foi a de Los Angeles. Infelizmente, não possuo o link para essa reportagem, ela foi exibida em um canal de TV (e pelo que pesquisei, aparentemente não foi postada na Internet).

  • Leandro  14/08/2015 15:41
    É verdade. O evento de Los Angeles foi o único que de fato trouxe lucro para a cidade que a realizou, o que foi uma grande surpresa.

    O curioso é que na época de se escolher a cidade-sede – processo esse que ocorreu logo após o desastre financeiro dos Jogos Olímpicos de Montreal, de 1976 --, nenhuma outra cidade se apresentou, temerosas que estavam de repetir o fiasco canadense. Isso deixou Los Angeles sozinha na disputa.

    E um dos motivos desse lucro é que a cidade utilizou o Los Angeles Memorial Coliseum, que fora construído para as Olimpíadas de 1932 (outra época em que ninguém queria sediar os jogos). Sendo assim, a cidade não precisou gastar tanto dinheiro na construção de novas instalações – diferentemente do Rio, onde toda uma vila olímpica está sendo construída.
  • Marcelo  14/08/2015 16:17
    e sobre as olimpiadas de Barcelona, Leandro, tem informações se elas foram de fato lucrativas, ou é apenas marketing do governo local para justificar todos os gastos feitos na época? vira e mexe aparece alguma matéria citando os jogos de 1992 como caso de sucesso.
  • Leandro  14/08/2015 17:59
    Fala-se à boca miúda que ajudou a melhorar o sistema de transporte.

    Se isso for verdade, então a imbecilidade é ainda mais patente: se foi necessário gastar montanhas de dólares construindo estádios e instalações olímpicas apenas para ter como efeito colateral a melhora dos transportes, não seria um pouquinho mais simples, mais racional e muito mais barato apenas melhorar diretamente o sistema de transportes, sem ter de torrar dinheiro com estádios, piscinas e demais bobagens?

    Será que é impossível melhorar o transporte sem um concomitante gasto com estádios, estádios, piscinas, campos de tiro com arco, quadras de rúgbi, de softbol, de esgrima, de halterofilismo e pistas de atletismo?
  • Rodrigo Pereira Herrmann  14/08/2015 18:18
    " Será que é impossível melhorar o transporte sem um concomitante gasto com estádios, estádios, piscinas, campos de tiro com arco, quadras de rúgbi, de softbol, de esgrima, de halterofilismo e pistas de atletismo? "

    é muito mais difícil levantar os recursos pra obras dessa magnitude sem um evento como catalisador. são as questões políticas. e as negociações econômicas relacionadas.

    não deveria, mas funciona assim, como sabemos. por isso, acho que haverá um legado pra cidade do Rio, sim. mesmo que a um custo alto.
  • corsario90  15/08/2015 13:37
    Que legado?? BRT?? Fala sério!!! No trecho barra-santa cruz é um buraco atrás do outro!! Nossa rede de metro carioca é ridícula!! Para aumentar uma linha até a Barra tem que gastar bilhões em estádio?
    BRT: vc colocar um ônibus dentro de uma faixa exclusiva, isso é investimento??
    A vila do PAN no Rj está entregue as baratas e os proprietários foram ludibriados, isso é investimento ou legado?
    Olha o legado para os enganados: esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/2016/rj-moradores-da-vila-do-pan-2007-sofrem-com-afundamento,e0bcab7f55175410VgnVCM3000009af154d0RCRD.html
  • Ronaldo  14/08/2015 18:48
    Mas sem estádio, como é que vai ter os jogos? Isso vocês não explicam.
  • Traveco  15/08/2015 02:29
    Este é o melhor site da internet. Além de aprendermos economia, os comentaristas dão um show à com um montão de piadas (intencionais ou não).
  • Andre  14/08/2015 17:33
    Leandro,

    Vale ressaltar, também, que esse sucesso das olímpiadas de Los Angeles ressucitou o "espírito olímpico" dos países.

    Como você citou, Los Angeles não tinha concorrentes pois ninguém enxergava benefícios em sediar a Olimpíada e tinham medo do prejuízo que poderiam ter.

    Será que se LA não tivesse conseguido este sucesso, poderíamos ter um cenário onde as Olimpíadas tivessem menos prestígio hoje? Grande parte destas demandas "típicas de uma diva de cinema" como o texto colocou vem da força que o nome do evento carrega. Caso contrário, talvez pudesse se tornar um negócio mais atraente com custos menores e menos exigências...
  • Vinicius  14/08/2015 18:23
    A mídia da época vendeu essa idéia do resgate do espírito olímpico para coloca-la em patamar muito superior a olimpíada anterior, Moscou 1980, por razões ideológicas.
    E o povo burro como sempre comprou.
  • Anderson  14/08/2015 23:20
    Leandro

    Ou seja, todas querem ser um Los Angeles, porém, acabam como uma Atenas...
  • anônimo  16/08/2015 21:38
    Esses eventos mundiais nada mais são do que uma grande festa. E para fazer uma festa, além da bebida, comida, garçons, é preciso "enfeitar" o local. E esse enfeite pode sair mais caro do que o objetivo inicial. Acho que esse poderia ser o "x" da questão. O legado será a despesa de manutenção dos elefantes brancos.

    Já ouvi dizer que o ex-presidente João Figueiredo descartou a possibilidade de sediarmos a Copa de 1986, pois viu que aquilo não seria vantajoso para o Brasil, que havia outras prioridades no momento, ao invés de gastar com festa.
  • Italiano  14/08/2015 15:49
    E nada de novo há debaixo do sol.
  • Carlos Pestana  14/08/2015 15:53
    Na época em que o Brasil foi escolhido para sediar a Copa (2007) e as Olimpíadas (2009), vivíamos a apoteose do Brasil gigante lulista. Lembro-me vivamente de que, aquele que ousasse, ainda que de maneira muito polida e educada, questionar os benefícios de se sediar estes eventos, era imediatamente rotulado de "vira-lata", "vendido", "ressentido" e "invejoso das incríveis façanhas do governo Lula".

    Essa mesma gente está hoje decepcionada com os inúteis gastos da Copa e já se prepara para arcar com toda a fatura das Olimpíadas. I say "deal with it".
  • Adelson Paulo  15/08/2015 01:30
    Não podemos deixar de mencionar o inesquecível (apesar de ele estar querendo que se esqueçam dele no momento) governador Sergio Cabral, com seu inebriante discurso de "colaboração" e "harmonia" com o governo federal de Lula e Dilma.
  • Dom Pedro  14/08/2015 16:06
    "Por exemplo, se todos os times esportivos de Chicago repentinamente desaparecessem, o impacto sobre a economia de Chicago seria uma fração de 1%", disse Leeds.

    Se todos os clubes de futebol brasileiro desaparecessem, qual seria o impacto econômico? Haveria algum? Considerando que os clubes são, na grande maioria dos casos, insolventes, acredito que o impacto sobre a economia poderia ser POSITIVO... Vejamos...

    -Os torcedores usariam o dinheiro dos ingressos ou do pay-per-view para coisas mais importantes, ou o poupariam;
    -Os anunciantes usariam a verba gasta com outra coisa, ou anunciariam de outras formas, como os anunciantes da maioria dos clubes são estatais, o contribuinte ganharia na hora;
    -As áreas ocupadas pelos estádios e pelos clubes poderiam ser utilizadas de forma mais útil (nem que fosse como estacionamento);
    -Milhares de jovens que sonham em vão ser jogadores de futebol planejariam um futuro melhor para si e não abandonariam os estudos prematuramente;
    -Terminaria a violência gratuita das torcidas organizadas, e a polícia teria folga para se preocupar com coisas mais importantes;
    -Os funcionários dos clubes (faxineiros, porteiros, seguranças) não terão dificuldade em encontrar novos empregos, e que paguem em dia, talvez até mais;
    -A torcida do Vasco finalmente ia parar de sofrer...
    Eu só vejo vantagens!
  • Funcionario publico  14/08/2015 17:06
    Bons argumentos!!!! Ainda mais a questão do Vasco!!!!

    Aí entra a questão da lavagem do dinheiro. E os grupos que usam do esporte para lava-lo? Será que eles permitiriam?

    O problema é que geralmente depois de algum grande evento, o país sede sofre economicamente para pagar a conta deixada, além do gasto permanente de manutenção das obras (vide estádios da Copa). Gastamos na construção e gastaremos permanentemente na manutenção!

    Desde o fim da Eleição de 2010 venho falando: "Gente, veremos a situação que se estabelecerá no país após esses dois grande eventos a serem sediados. Após a Copa de 2014, virá a prévia. Mas preparem-se para a crise que virá em 2017 após as Olimpíadas de 2016 no Rio. O bicho vai pegar e o país vai demorar uns 20 anos para acertar as contas".

    Acho que não acertei as datas. A crise que achei que fosse vir pesada em 2017, já está consolidada em 2015. Ou sera que... será ainda pior em 2017???
  • Andre  14/08/2015 17:41
    Dom Pedro,

    Concordo em partes com você.

    Teria que haver uma reformulação em alguns setores. Hoje, com o futebol sendo o negócio que é, existem inúmeras empresas que existem para atender ao esporte e só ao esporte.

    Sejam fornecedores de material esportivo, agências de mkt esportivo, parte da mídia e por aí vai...

    Acredito que consigam arrumar espaço em outro setor da economia, mas enxergo um impacto no CURTO prazo para todas essas empresas e, consequentemente, seus funcionários. Só não tenho dados suficientes pra dizer o quão significativas elas são no contexto da economia do país.

    O que acha?
  • Dom Pedro  17/08/2015 13:39
    Acabar com os Clubes de futebol não é a mesma coisa que acabar com o futebol! Quem gosta de jogar vai poder continuar se reunindo com amigos e praticando o esporte! Quem sabe isso não leva até ao renascimento dos Clubes como agremiações esportivas amadoras...

    Quanto ao impacto sobre os fabricantes, eles vão migrar para outras áreas rentáveis... Ou fabricar material para os clubes amadores... enfim, se eu aprendi algo nesse site, foi que o mercado se regula melhor sem ninguém mandando nele, e os (bons) empresários estarão sempre atentos a novas oportunidades!

    Claro que haveriam impactos (ajustes) no curto prazo... mas esse é o Capitalismo, estamos constantemente expostos as tempestades... E é melhor assim!

    Na verdade, meu único ponto é que entidades imensamente insolventes, como os grande clubes brasileiros, não deveriam existir (a não ser que bancados exclusivamente por seus torcedores-associados), e muito menos receber dinheiro público. Nada contra o esporte, muito pelo contrário! E longe de mim querer dizer o que as pessoas devem fazer e do que elas devem gostar! Meu problema não é tanto com os Clubes, mas sim com a CBF...

    Abraços a todos, e parabéns pelo grande trabalho que este site realiza.
  • Leandro  14/08/2015 17:54
    Eu defendo – pacífica e argumentativamente, é claro – o fim do futebol desde que saí da adolescência (a única idade em que é aceitável gostar de bobagens). Nunca conseguirei entender pessoas que têm histeria com essa coisa esquisita.

    Uma dona de casa vibrando com uma novela é muito mais compreensível do que um marmanjo se descabelando só porque 10 machos não conseguiram enfiar a bola no retângulo de outro macho e/ou porque seu macho deixou a bola dos 10 machos adversários entrar.

    Aliás, por motivos óbvios, acho muito mais lógico que mulheres, e não homens, gostem de assistir a jogos de futebol.

    Mas às vezes o errado sou eu.
  • Capitalista da ZL  14/08/2015 18:09
    O fim do futebol Leandro, como assim? Gosto de futebol, mas não sou histérico e compreendo alguns argumentos que são contra.
  • Leandro  14/08/2015 18:11
    Se você não é do tipo que solta foguetes nas noites de quarta-feira, que não berra das janelas, que não discute nem briga por causa disso, então você é apenas um telespectador passivo, exatamente como eu defendo.

    Se todos fossem assim, perfeito.
  • Rodrigo Pereira Herrmann  14/08/2015 18:12
    Mestre, permita-me,

    tem muitos torcedores que apreciam o jogo (estratégia, escalação, o desenvolvimento da partida, as soluções técnicas, a habilidade dos jogadores, etc). esses, geralmente, gostam ou gostaram de praticar esse esporte chamado futebol e tendem a ser mais comedidos.

    de qualquer maneira, a competição e a agremiação são coisas intrínsecas à natureza masculina, servindo como simulacro/substitutivo à guerra.

    o futebol, quando encarado como lazer/esporte/atividade-lúdica é muito bom, prazeroso e motivo para reunir pessoas. é preciso evitar os aloprados, só isso (sei que às vezes é difícil).

    (acho estranho as mulheres gostarem de futebol, por qualquer razão que seja)





  • Thiago Teixeira  14/08/2015 17:20
    Kkkkkk... Até aqui o Vasco leva lenhada...
    .
    Parabéns, Noruegueses e bostonianos!
    .
    Esses caras não conseguem achar um modo lucrativo para as cidades de realizar os jogos? Que se explodam entao, e achem guarida apenas em países de gente besta.
    Vejam outro caso: a Copa de 2018. Espanha e Portugal ofereceram uma candidatura barata. Mas não ia sobrar muita coisa para Blatter, então ganhou a Rússia.
    .
    Esse artigo é novamente a Teoria da Escolha Pública em ação. Não faz parte da EA nem do libertarianismo, mas é uma ferramenta valiosíssima, não é?
  • Marcelo Boz  14/08/2015 17:37
    Moro no Rio de Janeiro e trabalho perto de onde estão sendo executadas as obras para as Olimpíadas.
    O transtorno para o transito são imensos, e pior, todas essas obras são para os jogos em específico e não para uma melhor infraestrutura da região.
    O mesmo ocorreu em relação aos jogos do Pan-Americano.
    Todas a propaganda era que após os jogos, todos os parques esportivos iriam servir à cidade e de local para os nossos atletas treinarem em alto nível para enfrentar de igual para igual com atletas de potências olímpicas.
    Vá ver! Tudo ficou jogado às baratas e somente agora, 8 anos depois, estão sendo reformados para as os jogos de 2016.
    É o resserviço, fazer de novo o que já estava feito, gastando altos valores. Algo que era só promover manutenção no decorrer desses anos.
    Há alguma dúvida que tudo aquilo vai ser abandonado após os jogos de 2016?

    Att
    Marcelo Boz
  • Andre  18/08/2015 14:22
    "Todas a propaganda era que após os jogos, todos os parques esportivos iriam servir à cidade e de local para os nossos atletas treinarem em alto nível para enfrentar de igual para igual com atletas de potências olímpicas.".

    Ainda que de fato isso tivesse ocorrido, e que os atletas brasileiros levassem TODAS as medalhas em TODAS as modalidades os brasileiros em suas esmagadora maioria não teriam
    ganho absolutamente NADA.

    Mas a maioria deles ficaria feliz se isso ocorresse, mesmo não tendo ganho nada.
    Na verdade até perderam, de fato.
  • Maverique  14/08/2015 18:34
    Ótimo texto, realmente bastante revelador. Vendo as imagens e claro lendo alguns relatos tu fica bem chocado sabendo que nosso dinheiro vai pelo ralo do sanitário. Quem dera ao menos poder "cagar" umas notas de 100, ao menos limpava e pagava as contas que acumulam sempre todo mês.

    Pessoal fora o comentário revoltado, gostaria de tirar uma dúvida com o pessoal que tem muito mais conhecimento. Havia lido em um comentário sobre essa diferenciação de libertário e liberal: "Libertário defende liberdades civis, liberal pela liberdade econômica". Buenas, a minha dúvida é que já tinha ouvido falar que ambos casos define-se como mesma coisa. Sempre que li aqui que o pensamento libertário são sobre liberdade individual e econômica, e não como foi colocado a pouco.
    Portanto a minha dúvida é se esse pensamento procede ou é errôneo? E claro a visão é universal, digo para todos países, ou temos uma versão "tupiniquin"?
  • Luciano A.  15/08/2015 06:27
    Na minha opinião, os libertários defendem a liberdade econômica e são progressistas nas questões sociais (a favor da descriminalização das drogas, casamento gay, etc).

    Enquanto aqueles que se dizem apenas liberais também defendem a liberdade econômica, mas são conservadores e se opõem às drogas, gays, etc.

    Posso estar errado, mas essa é a impressão que eu tenho.

    Acredito que é assim para a maioria dos países, exceto os EUA, pois lá os democratas (esquerdistas progressistas) se apropriaram do termo "liberal". Os direitistas de lá passaram a se denominar "conservadores". Alguns destes conservadores são liberais (no sentido clássico), mas a maioria está mais para corporativistas como as principais vertentes do Partido Republicano.

    Espero te ter ajudado.
  • Rennan Alves  15/08/2015 18:57
    "Na minha opinião, os libertários defendem a liberdade econômica e são progressistas nas questões sociais (a favor da descriminalização das drogas, casamento gay, etc)."

    Prezado Luciano, parece que você desconhece o que realmente é o progressismo. Como tais questões sociais podem ser progressistas, se foram eles que proibiram o uso de drogas e a liberdade de contrato (casamento)?

    "Enquanto aqueles que se dizem apenas liberais também defendem a liberdade econômica, mas são conservadores e se opõem às drogas, gays, etc."

    Esta parte não ficou clara. Um coisa é você ser contra drogas, gays, etc. (conservador), outra completamente diferente é você ser contra estes itens e utilizar o braço do estado para agredir terceiros com estes pretextos(neoconservador).

    Artigos para se inteirar.

    A diferença entre genuínos capitalistas e progressistas
    A esquerda progressista e a consagração da culpa
    Progressistas, reacionários, histeria e a longa marcha gramsciana
    A Spectre is Haunting America: An Interpretation of Progressivism



  • Luciano A.  15/08/2015 21:09
    Interessante os artigos, não os tinha lido.
    Não sabia destas coisas, agora já nem sei dizer o que é um "progressista".

    Também desconhecia a diferença entre conservador e neoconservador.

    Acaba sendo muito confuso, pois as pessoas nem sempre usam as mesmas definições e estas ainda podem mudar totalmente com o tempo.

    De qualquer forma, obrigado pelos esclarecimentos.
  • Iceman  15/08/2015 07:06
  • Maverique  15/08/2015 13:55
    Iceman, mas existe essa divisão entre libertário e liberal?
  • Pobre Paulista  15/08/2015 16:11
    Liberal: Paul Krungman
    Libertário: Ron Paul.

    Sim, existe. São antônimos.
  • Silvio  15/08/2015 21:01
    Krugman é liberal só se for no sentido que se usa esse termo nos EUA, que nada mais seria do que um sinônimo de esquerdista.
  • anônimo  15/08/2015 23:03
    Sim. Os esquerdistas, socialistas e progressistas dos EUA roubaram o significado da palavra "liberal" nos EUA e subverteram as ideias originais do Partido durante a Guerra Fria.

    A maioria dos Liberais clássicos estão no Partido Republicano (Conservatives) e uma minoria no Partido Libertário (libertarians).
  • Luciano A.  15/08/2015 21:22

    Bom texto, eu sou minarquista e sempre vi os libertários como "liberais progressistas", mas realmente como não há uma definição exata de "progressismo" e muitos dos que usam esse nome são estatistas da pior espécie, é melhor não associá-lo aos libertários,

  • Luiz  14/08/2015 18:56
    Assustador ver as condições das obras da Grécia. Mas achei interessante mostrar que não valeu a pena todo o dinheiro investido, pois hoje em dia não possuem dinheiro para a manutenção, é a mesma coisa esses estádios Brasileiros, precisaram ser privatizados para que não falissem. Só agora que caiu a fixa, o Brasil acabou de sediar uma copa bilionária, e agora vai gastar mais ainda com as olimpíadas, infelizmente teremos ai mais um rombo nas contas públicas.
  • sandrolima_hotmail.com  14/08/2015 19:19
    Sei que não tem nada a ver com o artigo, mas vejam...

    noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2015/08/14/tcheco-funda-pais-livre-em-terra-de-ninguem-na-europa.htm

    Embora cético que os outros países deixe tal iniciativa seguir adiante...
  • Leonardo  14/08/2015 19:28
    Novo país livre (quem sabe...)

    noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2015/08/14/tcheco-funda-pais-livre-em-terra-de-ninguem-na-europa.htm
  • Mr Citan  14/08/2015 20:51
    A cara de pau dos burocratas, em especial a presidAnta de república bananense, é de ficar espantado.

    Vejam só este editorial no site de notícias da Estonia.

    "news.err.ee/v/opinion/2ab3f6c7-997d-4846-ba1f-5f6eec40414a/dilma-rousseff-brazils-heart-is-already-beating-faster-in-anticipation-of-rio-2016

    "Teremos também o legado monumental de modernização urbana do Rio de Janeiro. Uma vasta gama de obras de infraestrutura estão em andamento: a nova linha do metrô, uma linha de eléctrico que liga a totalidade do centro do Rio e pistas expressas para ônibus que interligam todos os locais de competição."

    " O objetivo de grande parte desse investimento é para melhorar o transporte público e de locomoção para as pessoas durante e após os jogos, em particular das pessoas que vivem nos lugares mais remotos e precisam de transporte público de alta qualidade.

    "Atletas e turistas será muito bem recebido pela sociedade brasileira, como aconteceu na Copa do Mundo de 2014, quando o país encantou o mundo com a sua atmosfera festiva e segurança global e eficiência.

    Tem vários trechos cheios de cascata.
    Coitados dos estonianos que forem na conversa desta cascateira.
  • Thiago Teixeira  14/08/2015 22:31
    Quantos daqui têm coragem de ir para a Liberland?
  • Fernando  15/08/2015 02:40
    Os petistas irão assistir os jogos olímpicos de dentro da cadeia.
  • Ismael  15/08/2015 06:07
    Ao que parece segue se um desarranjo ao "mundo grego". Estaríamos nos despedindo de um certo ideal de um passado épico ou estamos revisitando este passado para analisar sem a aura histórica?
    As Olimpíadas perdem seu encanto, a iconografia grega da demonstração de força e habilidade física começa não ser mais interessante. A economia grega está em frangalhos, se qualquer professor insistir em distribuir baboseiras filosóficas gregas pra fazer gancho para a propaganda de socialismo em sala de aula, poderá ser confrontado por algum aluno que esteja antenado com as consequências do fracasso econômico grego de hoje.
    Como diria piada de Homer Simpsons num episódio da série zuando contra os ingleses "...não dá pra acreditar que esta nação já dominou o mundo um dia!"
  • LUCIANO SILVA  15/08/2015 19:10
    Perguntas:

    1ª) A copa do mundo e as olimpíadas não seriam crimes contra o país sede?

    2ª) Supondo que uma pessoa ou grupo de pessoas comprassem 5 minutos de intervalo de televisão em horário nobre e expusessem as informações de um artigo como esse. Elas seriam tratadas pelo Governo como:

    a ( ) BENFEITORES, pois cumprem o que está na CF88 (CAPÍTULO V - DA COMUNICAÇÃO SOCIAL)
    Art. 221. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios:
    I - preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas;

    b ( ) AGITADORES, pois não obedecem a LEI No 1.802, DE 5 DE JANEIRO DE 1953.
    Art. 17. Instigar, públicamente, desobediência coletiva ao cumprimento da lei de ordem pública.
    Pena: - detenção de seis meses a 2 anos.

    c ( ) ZOMBADORES, pois agem em desacordo a LEI No 1.802, DE 5 DE JANEIRO DE 1953.
    Art. 22. Praticar ato público que exprima menosprezo, vilipêndio ou ultraje ao nome do Brasil, ou a qualquer dos símbolos nacionais dos Estados ou dos Municípios.
    Pena:- detenção de 1 a 2 anos.

    d ( ) MENTIROSOS, pois as informações transmitidas(incontestáveis) ferem à LEI Nº 7.170, DE 14 DE DEZEMBRO DE 1983.
    Art. 26 - Caluniar ou difamar o Presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação.
    Pena: reclusão, de 1 a 4 anos.
    e ( ) Não serão tratadas de nada, pois o conteúdo não seria transmitido por nenhuma emissora.
  • Vestiburrando  15/08/2015 21:10
    1. Uma vez que as finanças do país já estavam deficitárias quando do lançamento das candidaturas (e permanecem assim até agora), sim, seriam.

    2. Emissoras são concessões estatais, logo, alternativa 'e'.
  • Rafael Andrade  15/08/2015 23:49
    Que os eventos esportivos em geral se tornem 100% privados, sem ajuda NENHUMA do poder público local, OU que pelo menos as nações interessadas em mandar seus atletas para o determinado evento que financiem tudo. Assim, apenas participa do evento a nação que investir no mesmo. A nação anfitriã não tem obrigação alguma de retirar uma única moeda do seu Tesouro para bancar todas essas coisas. Ao contrário, deveriam receber por isso, uma vez que estão incorrendo em custos de oportunidade e pelo fato de estarem cedendo o espaço.
    Essas são as soluções mais racionais que eu consigo enxergar para esse problema.
  • anônimo  17/08/2015 14:26
    Existe a lenda (que nunca acreditei) de que os jogos olimpicos de Barcelona foram amplamente vantajosos para a cidade.....fui visitar há uns 5 anos atras esta excelente cidade e dei um pulo em montjuic , estádio olimpico e imediações...estavam literalmente as moscas, tipico de um elefante branco abandonado....alguns turistas e alguns garotos gatos pingados " brincando de skate lá....triste de ver....um amigo catalão me disse na época que cogitavam destruir o estadio olimpico, uma vez que o mesmo é pouco usado.....não sei se é verdade....O palau San Jordi, é usado ainda em alguns jogos de bascket, mas nunca lota.
  • Douglas Silva  17/08/2015 20:34
    Olá, fugindo um pouco do assunto, fugindo bastante talvez. Qual a visão do IMB e/ou a visão libertária de polícia? Cresci numa favela da Zona Leste de SP, e obviamente a repulsa a polícia é algo predominante entre os mais pobres. Escutei muito rap, é como todos sabem cantores de rap não gostam nem um pouco de polícia. Brutalidade policial, corrupção, racismo, abuso de autoridade, preconceito contra os pobres são temas bem comuns entre esse gênero musical, e durante a maior parte do tempo, nunca parei para refletir de fato, simplesmente repetia, é claro, nem tudo que estava nas músicas era mentira. Pro libertarianismo, a polícia tem como finalidade a proteção/ajuda na defesa da propriedade privada, da vida? Ou coisas como reintegração de posse, combate ao tráfico/bingos, é algo válido?
  • Gabriel  17/08/2015 23:32
    ''Qual a visão do IMB e/ou a visão libertária de polícia?''

    Aqui.
  • Marco  20/08/2015 20:43
    O PT, por ser extremante caótico e devasso, contando com omissão dos que deviam o denunciar, caso da direção da CNBB e de famosas seitas protestantes - essas então apreciam serem donas da verdade e evangélicas - aplica o 6º mandamento do Decálogo de Lênin, dos 10 mandamentos dos comunistas:
    "COLABORE COM O ESBANJAMENTO DO DINHEIRO PÚBLICO E PONHA A IMAGEM DO PAÍS EM DESCRÉDITO, ESPECIALMENTE NO EXTERIOR, AINDA CAUSE PÃNICO E DESASSOSSEGO NA POPULAÇÃO PELA INFLAÇÃO"
  • Emerson Luis  08/12/2015 13:54

    "Em vários países, a população já percebeu quem realmente ganha ao se sediar as Olimpíadas"

    A população desses países também percebeu quem paga pelas Olimpíadas.

    * * *
  • Elizabeth Almeida  27/07/2016 00:52
    Só vi comemoração quando o Rio foi eleito cidade sede das Olimpíadas 2016.
  • Pablo Habibe  27/07/2016 00:53
    As olimpíadas e a copa foram planejadas para coroar o projeto de mil anos de poder do PT...
  • Malaquias  08/08/2016 14:18
    Dando um UP nesse artigo.

    Atualíssimo.


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