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Do número de médicos à obrigatoriedade de trafegar mais lentamente que bicicletas: o governo em ação

Nas discussões sobre medicina no Brasil, persiste o mito de que, se o governo deixar a mão do mercado atuar livremente, as faculdades abrirão vagas sem limite e os médicos se esquecerão dos brasileiros mais pobres.

A ideia tem pouco fundamento: uma das tendências mais festejadas da medicina hoje são justamente as clínicas populares para atender pobres cansados da ineficiência dos hospitais públicos.

Uma delas, a cearense SIM, que faz consultas por R$ 60, planeja abrir 63 unidades no Norte e no Nordeste até 2019.

Mas a crença de que é preciso controlar o mercado alimentou uma intervenção pesada do governo Dilma na formação dos médicos.  Desde 2013, faculdades de medicina não podem abrir vagas como desejarem ou como indicarem seus estudos de mercado. Precisam esperar que o Ministério da Educação abra editais e decida quais regiões têm carência de médicos e poderão abrir cursos.

Na semana passada, essa intervenção se estendeu para as especialidades médicas. Um decreto de Dilma dá ao Ministério da Saúde o poder de "dimensionar o número de médicos, sua especialização, sua área de atuação e sua distribuição em todo o território nacional".

Veja só: a presidente deu a um grupo de burocratas de Brasília o poder de decidir a quantidade de médicos numa nação de 200 milhões de pessoas.

Uma lição que o último século ensinou repetidas vezes é que confiar no planejamento central não gera resultados muito humanos. Por mais benevolente e iluminado que seja o planejador, ele não consegue se atentar a todos os movimentos e necessidades de milhões de pessoas dispersas pelo país.

Na União Soviética, burocratas acreditavam que poderiam calcular a demanda de roupas, sapatos ou quilos de farinha e ainda determinar preços de milhões de produtos. A pretensão resultou em filas eternas para obter coisas simples como pão ou sapatos.

No Brasil, temos problemas em todas as áreas que deixamos na mão do planejador benevolente: a manutenção do poder de compra da moeda, a gerência da demanda de energia elétrica e até o suprimento de água, um bem abundante por aqui.

Não se trata de culpar um ou outro político, mas admitir que o sistema é complexo demais para um órgão central tentar coordená-lo. Isso fica claro no transporte coletivo. Toda semana abrem e fecham escolas, igrejas, empresas, fábricas, casas de shows. Surgem eventos e necessidades de transporte diferentes para bairros ou ruas específicas. Só os próprios agentes dispersos no sistema conseguem detectar necessidades das pessoas ao redor e abrir negócios para satisfazê-las.

Mas o planejador central proíbe iniciativas livres no transporte público, com a pretensão de que ele, e somente ele, é capaz de ordenar o sistema. Não daria certo nem se o planejador fosse um gênio da logística.

Agora, o governo quer levar esse modelo para a medicina.  E ainda há pessoas que elogiam a medida. "Já passou da hora de o governo federal assumir para si a responsabilidade de planejar e gerir os recursos humanos em saúde", disse a jornalista Cláudia Collucci, da Folha.

É interessante imaginar uma decisão semelhante para o jornalismo. Ora, há jornalistas especializados demais nas grandes cidades do Sul e do Sudeste. Precisamos obrigar alguns deles a trabalhar em jornais de bairro de Osasco e do interior do Amazonas. Seria um atentado à liberdade, não?

O aumento da burocracia ocorrido desde o começo do governo Dilma já está travando a inovação na saúde. Em 2010, a Anvisa deixou de aceitar certificações internacionais, como a do FDA (a Anvisa americana), para aprovar a importação de equipamentos médicos. Mas os burocratas da Anvisa demoram em média quatro anos para certificar equipamentos. Por causa da demora, um hospital interessado em trocar um aparelho de ressonância é impedido de importar máquinas de última geração. Só pode comprar a que foi lançada há quatro anos, que já tem a certificação da Anvisa.

Entraves como esse devem se espalhar pela formação dos médicos. O problema vai estourar justamente quando a população estiver envelhecendo e precisando de serviços de saúde. O triste é que, quando isso acontecer, os planejadores benevolentes vão culpar a mão do mercado, e não o excesso de regulação, pelos problemas da medicina no Brasil.

Em São Paulo, carros são obrigados pelo prefeito a transitarem a velocidades mais baixas que bicicletas

No final de julho, em São Paulo, as Marginais Tietê e Pinheiros tiveram seus limites de velocidades reduzidos, passando de 60 km/h para 50 km/h nas pistas locais, de 70 km/h para 60 km/h na pista central e de 90 km/h para 70 km/h na pista expressa.

O secretário de transportes da cidade, Jilmar Tatto, argumentou que a redução de velocidade tinha o objetivo de poupar vidas ao reduzir os atropelamentos — atropelamentos em uma via expressa!

E quem são as vítimas? Vendedores de bebidas e moradores de rua. É curioso que, em vez de simplesmente impedir o acesso de pessoas às marginais (como se faz em qualquer país civilizado do mundo), o governo opta por punir quem nelas transita.

Toda a decisão foi tomada sem nenhum embasamento técnico — o que, por si só, configura abuso de poder.

Como resultado, ficou famosa essa imagem em que uma bicicleta ultrapassa um carro na marginal em um horário em que o trânsito estava fluindo livremente:

No que tange aos automóveis, eis a atual situação do paulistano (você, leitor de outra cidade, pode se preparar: isso ainda vai chegar até você):

1) não se pode circular com um automóvel, 24 horas por dia, durante os sete dias da semana devido ao rodízio, que é ilegal;

2) o pouco espaço para estacionamento que havia foi tomado por faixas vermelhas para bicicletas;

3) as ruas importantes de duas faixas tiveram uma dessas faixas sequestrada para servir exclusivamente a ônibus;

4) as velocidades-limite baixaram em proporção inversa à colocação de radares:

5) as vias expressas perderam o direito de ter esse nome;

6) o prefeito Fernando Haddad (PT) diz que "as pessoas vão pensar duas vezes antes de tirar o carro da garagem",

7) o mesmo prefeito vislumbra um plano diretor que limite o número de vagas para automóveis a uma por apartamento

O prefeito tem dito que a redução do limite de velocidade nas marginais em São Paulo segue a tendência das capitais europeias.

Na mesma toada, a Folha deu uma notícia semana passada informando que Londres diminuiu em 40% as mortes no trânsito depois de reduzir a velocidade máxima de um quarto das ruas e avenidas para 32 km/h.

Quem lê a reportagem ou ouve as explicações de Haddad pode acreditar que só se anda devagar na capital inglesa. Não é verdade. Nas autoestradas londrinas similares às marginais de São Paulo, a velocidade máxima varia de 40 a 50 milhas por hora, ou 64 a 80 km/h.

Poucos turistas que visitam Londres sabem, mas a cidade tem estradas muito parecidas com as marginais paulistanas. Uma delas é a North Circular Road.

North_Circular_Road_-_geograph.org_.uk_-_1122436.jpg
North Circular Road, em Londres: velocidade mais alta que nas marginais paulistanas

Assim como a Marginal Tietê, a North Circular é uma autoestrada urbana, que corta a cidade pela metade (na altura da zona 3 do metrô), ligando leste a oeste. Também nasceu do urbanismo modernista dos anos 1950 e também é rodeada por galpões e atacadistas. A diferença é que em São Paulo há um rio não exatamente agradável entre as pistas.

Londres tem ainda um equivalente ao Rodoanel de São Paulo, a M25. Carros comuns podem andar nessa estrada a até 70 milhas por hora, ou 112 km/h. De novo, é um limite superior ao similar paulistano, 100 km/h.

Se a ideia do prefeito Fernando Haddad é copiar as cidades europeias, então deveria aumentar o limite de velocidade nas marginais.


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autor

Leandro Narloch
é jornalista e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, e do Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo, além de ser co-autor, junto com o jornalista Duda Teixeira, do Guia Politicamente Incorreto da América Latina, todos na lista dos livros mais vendidos do país desde que foram lançados. Escreve para a Folha de S. Paulo.


  • cmr  13/08/2015 14:49
    Tinha que fazer aqui igual foi feito na Córeia.

    Dividam o Brasil mais ou menos ao meio; em Brasil do norte e Brasil do sul.
    De um lado coloque os simpatizantes da esquerda e de outro os libertários.
    Nada mais justo.
  • anônimo  13/08/2015 14:55
    Por mim pode manter o Brasil, desde que separe São Paulo.
  • Opinador  13/08/2015 17:27
    Meu amigo.

    Em São Paulo o que tem mais é sindicalistas e esquerdista.

    Se privatizar o metro vão botar fogo em tudo.

    Se tirar "benefícios" vai ter uma greve geral que irá durar meses.

    Se demitir funças vão parar a avenida paulista.

    São Paulo só funcionaria se mudasse tudo, aí até o Acre funcionaria...rs

    São Paulo só é rico por causa da acumulação de capital e número de investimentos da época do café...

    E dos inúmeros imigrantes que vieram pra cá.

  • Thomaz  13/08/2015 15:40
    Pois é mas o comunista haddad foi eleito por SP. O que adianta separar do país se voces ja elegem os comunistas.
  • anônimo  13/08/2015 16:25
    Pois é, Paulistas não são muito inteligentes na hora de votar. Já elegemos Marta Suplicy, Kassab, Maluf, Celso Pitta, Tiririca, Feliciano, Haddad e ano que vem será Datena.

    Mas... ainda assim conseguimos nos desenvolver e carregar vários estados nas costas. Isso com Brasília conspirando contra.
  • cmr  13/08/2015 17:19
    Se São Paulo fosse livre do resto do país não seria muito diferente do que é hoje, o dinheiro que Brasília deixasse de roubar para enviar para o nordeste, seria consumido nos projetos socialistas que os paulistas mesmos apoiariam, o estado de São Paulo iria com mais dinheiro inchar, cargos públicos seriam distribuídos, etc... Ou seja, de repente é até bom que não sobre mais dinheiro no caixa de São Paulo, pois isso só fortaleceria os esquerdistas paulistas.

    A única saída é o Brasil do norte e o Brasil do sul, sendo que tem que haver uma filtragem no material humano. Na constituição do Brasil libertário pregar o comunismo, socialismo, marxismo, etc... seria CRIME, tipo prisão perpétua ou pena de morte.
  • Funcionario publico  13/08/2015 16:52
    Deem uma olhadinha no mapa da eleição de 2012. Verão que foi a Zona Sul, em maioria esmagadora nos bairros períféricos, quem elegeu esse prefeito.
  • Opinador  13/08/2015 17:28
    O cara com o nick funcionário publico falando de esquerdista. Só pode ser ironia...rs
  • Funcionario publico  13/08/2015 17:55
    Por que? Acaso rotulas todos os funcionários públicos como esquerdistas? Existem, sim, os que defendem o liberalismo, ainda que isso custe seus empregos.
  • Outro funcionário público  13/08/2015 18:10
    Isso é verdade. Eu mesmo trabalho para o estado e defendo o seu fim. Insanidade? Hipocrisia? Pode até ser, mas a existência do estado é errada e não é só porque ele me favorece que devo ignorar a realidade dos fatos.
  • Funcionario publico  13/08/2015 18:39
    Justamente.
  • Double  14/08/2015 03:59
    Bravo! Concordo em gênero, número e grau.
  • The Good, the Bad and the Ugly  14/08/2015 04:26
    "Eu mesmo trabalho para o estado e defendo o seu fim. Insanidade? Hipocrisia? Pode até ser, mas a existência do estado é errada e não é só porque ele me favorece que devo ignorar a realidade dos fatos".

    Defender o fim do estado enquanto se aproveita das mordomias aspônicas é realmente uma hipocrisia vergonhosa. Você mesmo afirma que a existência do estado é errada. Por quê? Porque o salário dos funças é pago com o roubo que são os tributos. E viver parasitando os outros seres humanos é algo que, no mínimo, pesa na consciência de pessoas decentes e sãs. Para a sua própria sanidade e tranquilidade de consciência recomendo, ir buscar emprego na iniciativa privada e continuar lutando por liberdade.
  • Funcionario publico  14/08/2015 12:15
    Ou seja, todos os "funças" pedirem demissão e procurar emprego na iniciativa privada.

    Amigo, você pode até ser liberal, mas possui as características radicais dos leitores de Carta Capital e do site Brasil247.com. Concordo com o peso tributário injusto, defendo a privatização como melhoria do país, mas não posso aceitar ser chamado de "ladrão do seu dinheiro".

    Vou dar o exemplo que coloquei em outro post. Os funcionários da OAS, Odebrecht, Camargo Correa, empresas ligadas ao PT, que estão envolvidas em escandalos de propina, podem ser rotulados de ladrões pelo fato de serem empregados dessas empresas?

    Reflita...
  • The Good, the Bad and the Ugly  14/08/2015 20:29
    "Ou seja, todos os 'funças' pedirem demissão e procurar emprego na iniciativa privada".

    A frase ficou sem sentido. Tente outra vez.

    "Amigo, você pode até ser liberal, mas possui as características radicais dos leitores de Carta Capital e do site Brasil247.com. Concordo com o peso tributário injusto, defendo a privatização como melhoria do país, mas não posso aceitar ser chamado de 'ladrão do seu dinheiro'".

    O seu salário só é pago porque aqueles que geram riqueza (iniciativa privada) são COAGIDOS a pagar tributos. Se eu não quiser pagar tributos o que acontece? Meus bens são expropriados. Se eu resisto à expropriação? Sou preso. Se eu resisto à prisão? Sou assassinado. Isso é coação, aceite você ou não. Se ser contra a coação é radicalismo, pois bem, sou radical.

    "Vou dar o exemplo que coloquei em outro post. Os funcionários da OAS, Odebrecht, Camargo Correa, empresas ligadas ao PT, que estão envolvidas em escandalos de propina, podem ser rotulados de ladrões pelo fato de serem empregados dessas empresas?"

    Argumento improcedente. Não estou falando de corrupção. Mesmo que não exista corrupção no sentido de desvio de recursos, a coação que o estado usa para obter suas receitas é por si só imoral.
  • Funcionario Publico  16/08/2015 20:14
    O exemplo que dei das empreiteiras que sugam, via acordos escusos, o dinheiro público, não é improcedente.

    Se VOCÊ fosse um empregado dessas empresas, estaria, no mínimo, na mesma condição; não seira funcionário público, seria celetista, mas seu dinheiro iria ser pago com RECURSOS PÚBLICOS ADVINDOS DE PROPINA, CHANTAGEM E ACORDOS POLÍTICOS.

    Vai radical...
  • The Good, the Bad and the Ugly  18/08/2015 01:45
    "O exemplo que dei das empreiteiras que sugam, via acordos escusos, o dinheiro público, não é improcedente. Se VOCÊ fosse um empregado dessas empresas, estaria, no mínimo, na mesma condição; não seira funcionário público, seria celetista, mas seu dinheiro iria ser pago com RECURSOS PÚBLICOS ADVINDOS DE PROPINA, CHANTAGEM E ACORDOS POLÍTICOS. Vai radical..."

    O seu exemplo é improcedente sim. E parece que você não tem capacidade para interpretar uma simples frase. O que critiquei no meu primeiro comentário foi a coação dos tributos exercida pelo estado para se financiar a si próprio (o que obviamente inclui o pagamento dos salários dos funcionários públicos). Demonstro a impertinência do seu exemplo afirmando que mesmo na hipótese de não haver "acordos escusos" pagos com "recursos públicos advindos de propina, chantagem e acordos políticos", ou seja, mesmo na hipótese de não existir qualquer corrupção na administração direta ou indireta do estado, ainda assim é imoral a coação que sofro para pagar tributos. Entendeu agora funça? Ou precisa desenhar?
  • Thomaz  16/08/2015 02:33
    ANCAP chega ser mais idiota que o comunista. O idiota não percebe que se você sair do estado o seu cargo seria, em alta probabilidade, ocupado por um socialista... e ele te manda brigar contra o sistema do lado de fora kkkkkk...é muito jegue!

  • Funcionário público  17/08/2015 15:47
    Justamente. Ainda não o que seria pior: o governo atual ou um governo na ótica desse radical.
  • The Good, the Bad and the Ugly  18/08/2015 01:57
    "Justamente. Ainda não o que seria pior: o governo atual ou um governo na ótica desse radical."

    Ainda não conseguiu entender. Mas pelo teor dos seus comentários, pedir que você entenda alguma coisa é demais. Explico: na minha ótica não haveria governo.
  • The Good, the Bad and the Ugly  18/08/2015 01:54
    "ANCAP chega ser mais idiota que o comunista. O idiota não percebe que se você sair do estado o seu cargo seria, em alta probabilidade, ocupado por um socialista... e ele te manda brigar contra o sistema do lado de fora kkkkkk...é muito jegue!"

    Jegue é quem trabalha incansavelmente para sustentar as mordomias de funças, e ainda acredita que está tudo ótimo. Se não for esse o seu caso, então você não trabalha ou deve ser outro funça. Pode escolher o que fica melhor: jegue ou parasita :D
  • anônimo  18/08/2015 09:56
    Jegue é quem acha que o cara está falando do SEU empreguinho ridículo quando manda sair do estado...é claro que a mensagem é pras massas, pra milhões de pessoas que não entendem como a coisa funciona e como o governo ferra tudo.
    Se a maioria do povo entendesse a verdade pode ter certeza de que essa sua vaguinha depois NÃO iria ser ocupada por um socialista...pq ela não iria existir.
  • anônimo  18/08/2015 09:46
    'Os funcionários da OAS, Odebrecht, Camargo Correa, empresas ligadas ao PT, que estão envolvidas em escandalos de propina, podem ser rotulados de ladrões pelo fato de serem empregados dessas empresas?'

    Essa não é uma analogia decente, um funcionário desses não se beneficia da propina, que fica mais com os grandes executivos.Já o funça se beneficia sim de salário, férias, estabilidade, um milhão de mordomias que o cara da iniciativa privada que sustenta ele não tem.
  • Funcionário público  18/08/2015 11:27
    Nada disso. Quem trabalha para quem chamam de "ladrão" não é "ladrão"? Assim, um funcionário do finado colombiano Pablo Escobar, que ficou conhecido como um dos maiores narcotraficantes da América do Sul, não poderia se envergonhar do seu salário?

    Parem de colocar a culpa do mundo no "funça". Tem um sistema roubando nosso dinheiro na cara dura, prometendo mundos e fundos e as pessoas preferem se odiar e colocar a culpa em quem não tem.
  • Outro funcionário público  19/08/2015 12:58
    Nada disso. Quem trabalha para quem chamam de "ladrão" não é "ladrão"?

    Não necessariamente. A empregada doméstica que trabalha para o ladrão não tem culpa de nada. Já o parceiro do ladrão que revende as coisas que ele rouba tem muita culpa sim. E nós, é bom saber, estamos mais para o segundo caso. Não estamos simplesmente prestando serviços para o ladrão, estamos ajudando diretamente o ladrão a manter sua atividade. Para ser mais preciso, a verdade é que nós não trabalhamos exatamente para o estado, nós somos o estado. Nós não trabalhamos para os ladrões. Nós somos os ladrões.

    Assim, um funcionário do finado colombiano Pablo Escobar, que ficou conhecido como um dos maiores narcotraficantes da América do Sul, não poderia se envergonhar do seu salário?

    Não necessariamente. O princípio da sua fortuna foi vender produtos para pessoas que queriam consumi-los. Qual a vergonha disso? Quem comprou seu produto sabia perfeitamente bem o mau que ele fazia e, ainda assim, decidiu comprá-lo. No entanto, Pablo Escobar não era um mero comerciante de entorpecentes, ele também cometia crimes de verdade. Por essa razão, há que se ponderar caso a caso se há ou não razão de se ter vergonha de trabalhar para ele.

    Parem de colocar a culpa do mundo no "funça". Tem um sistema roubando nosso dinheiro na cara dura, prometendo mundos e fundos e as pessoas preferem se odiar e colocar a culpa em quem não tem.

    A clássica dos socialista: "a culpa pelos crimes não é do criminoso, mas sim do SISTEMA". Que porra de sistema, meu chapa? A culpa é das pessoas. Pare de jogar a culpa em abstrações.
  • Pobre Paulista  14/08/2015 13:03
    Todos nós trabalhamos para o estado praticamente a metade de um ano, pois a carga tributária, somando impostos diretos e indiretos chega a quase 50%.
  • Outro funcionário público  14/08/2015 14:44
    Defender o fim do estado enquanto se aproveita das mordomias aspônicas é realmente uma hipocrisia vergonhosa.

    :-(

    Você mesmo afirma que a existência do estado é errada. Por quê? Porque o salário dos funças é pago com o roubo que são os tributos.

    Não, esse é só um dos motivos. Dá para escrever um livro só relacionando motivos pelos quais a existência do estado é errada.

    E viver parasitando os outros seres humanos é algo que, no mínimo, pesa na consciência de pessoas decentes e sãs.

    Não vou dizer que choro todos os dias por causa disso. Mas também não vou dizer que consigo viver tranqüilmamente com isso. É uma situação complicada.

    Para a sua própria sanidade e tranquilidade de consciência recomendo, ir buscar emprego na iniciativa privada e continuar lutando por liberdade.

    O Brasil não é um país muito amigável para a iniciativa privada e nem se tornará um no nosso tempo de vida. Por isso enquanto estiver aqui serei funcionário público. Mas, quando tiver as condições de dar o fora daqui, certamente não trabalharei mais para o estado.
  • Funcionario publico  14/08/2015 16:42
    Não dê ouvidos a radicalismos.

    Os caras que detonam o funcionalismo público, o fazem porque equiparam numa mesma balança os cargos comissionados de R$ 20.000,00, R$ 30.000,00 com um que ganha R$ 800,00, R$ 1.000,00, dizendo que ambos estão roubando do Estado.

    A diferença é que o primeiro não teve sequer mérito, não fez concurso, nem seleção. Está lá por criterios apenas políticos ou outros escusos.

    No segundo caso, o indivíduo estudou, fez concurso, e é humilhado por fazer o seu dever.
  • The Good, the Bad and the Ugly  14/08/2015 20:53
    "Não dê ouvidos a radicalismos. Os caras que detonam o funcionalismo público, o fazem porque equiparam numa mesma balança os cargos comissionados de R$ 20.000,00, R$ 30.000,00 com um que ganha R$ 800,00, R$ 1.000,00, dizendo que ambos estão roubando do Estado. A diferença é que o primeiro não teve sequer mérito, não fez concurso, nem seleção. Está lá por criterios apenas políticos ou outros escusos. No segundo caso, o indivíduo estudou, fez concurso, e é humilhado por fazer o seu dever".

    Errado. Ambos são pagos com a expropriação da propriedade alheia.
  • Funcionario Publico  16/08/2015 20:25
    Verdade suprema: está errado!

    Mais uma vez digo. Você coloca todos na mesma situação e julga de maneira linear.

    Veja o exemplo do porteiro de prefeitura. O cara está lá, ganhando o mesmo - ou até menos - que um celetista e ele é ladrão? Outro: uma empresa privada, séria, que preste consultoria para um órgão público, também está "roubando nosso dinheiro"?

    Se você tem raiva do político, do assessor que ganha uns R$ 30.000,00 para representar o partido, ótimo, eu também não conformo com isso e defendo a privatização geral. Se lutarmos por um Estado cada vez menor, já seria um grande avanço. Mas isso seria algo gradativo, e que não começaria, óbvio, através da pregação de ódio contra uma classe que não está ficando rica, milionária, com o nosso erário.

    Agora, criminalizar todos os trabalhadores públicos é, sim, radicalismo. Esse posicionamento deve afastar desse site pessoas que queiram mudar a opinião, modo de pensar, simplesmente por ver que seriam achincalhadas aqui. E a história já mostrou que as atitudes radicais, os posicionamentos radicais, levaram a consequencias desastrosas em todo o mundo, em todos os tempos. Vamos continuar a apostar nesse erro?
  • The Good, the Bad and the Ugly  18/08/2015 02:10
    "Verdade suprema: está errado!"

    Verdade suprema apenas no fantástico mundo dos funças.

    "Veja o exemplo do porteiro de prefeitura. O cara está lá, ganhando o mesmo - ou até menos - que um celetista e ele é ladrão? Outro: uma empresa privada, séria, que preste consultoria para um órgão público, também está 'roubando nosso dinheiro'?"

    E se eu não concordar em pagar o salário de funcionário público nenhum? É correto que eu seja coagido a fazê-lo?

    "Se você tem raiva do político, do assessor que ganha uns R$ 30.000,00 para representar o partido, ótimo, eu também não conformo com isso e defendo a privatização geral. Se lutarmos por um Estado cada vez menor, já seria um grande avanço. Mas isso seria algo gradativo, e que não começaria, óbvio, através da pregação de ódio contra uma classe que não está ficando rica, milionária, com o nosso erário".

    Sim, em termos pragmáticos o estado deverá ser diminuído gradativamente. Mas o ponto é que a coação que o estado usa é por si só imoral.

    "Agora, criminalizar todos os trabalhadores públicos é, sim, radicalismo. Esse posicionamento deve afastar desse site pessoas que queiram mudar a opinião, modo de pensar, simplesmente por ver que seriam achincalhadas aqui".

    Se acha que é radicalismo não tem problema. Vai postar no Vermelho.org. Veja que artigo "radical": www.mises.org.br/Article.aspx?id=365




  • Funcionário público  18/08/2015 11:46
    Já vi que a cultura do CTRL C + CTRL V predomina nas suas respostas. Será uma prova de que tens dificuldades em construir argumentos, teses próprias, mas tão somente voves recortando trechos dos outros para "bater em cima"? Mudar nicks para responder assuntos passados tb não é legal...

    Mas, vamos. Defender um país sem Estado e totalmente livre de impostos é utopia. Não há nesse mundo um caso assim. Ou tem e eu não conheço? O máximo são países de mente aberta, mas nunca sem a interferência - mesmo que discreta - da ação política.

    Isso me lembra sindicalistas que, com o microfone na mão, em cima do caminhão, ridiculamente batem o pé com propostas inviáveis, mas não as abandonam por convicção de que um dia lograrão êxito. Ou conseguirão converter o máximo de pessoas na proposta. E assim nunca discutem propostas viáveis. É tudo ou nada. Ou Estado mínimo ou ficar do jeito que está. Que seria melhor, dentro das possibilidades?

    Há outros comentaristas no site que defendem o Estado mínimo. Quem sabe esse não poderia ser o ponto de partida para alguma mudança?

    Pronto, você já pode copiar algum trecho da minha resposta e responder bonitinho...
  • Um observador  19/08/2015 02:54
    Funcionário público,

    Copiar e colar trechos de comentários, para fazer respostas específicas por trecho, é uma prática extremamente comum em qualquer debate civilizado. E funciona muito bem.

    Dito isso, uma dica: não perca seu tempo no debate "estado mínimo vs. anarcocapitalismo". Estamos tão longe de qualquer um dos dois que simplesmente não faz diferença.
    Se você considera o anarcocapitalismo algo utópico ou ruim, então deixe ele para lá... Se você apenas defender a redução do estado já será muito bom.

    Eu, pessoalmente, não tenho nada contra o anarcocapitalismo. Se alguém achar uma forma de implantá-lo amanhã, estou dentro. Mas simplesmente não dou bola para ele. Prefiro muito mais focar em estado mínimo (minarquia) quando converso com amigos e parentes. Desse jeito é muito mais simples para os outros compreenderem as vantagens da liberdade (chegar falando de ausência completa de estado para alguém que não está iniciado é dar um tiro no pé - vc só vai parecer um maluco).

    Enfim, desencana... Se você só quer saber de estado mínimo, tudo bem. O importante é divulgar a ideia de que a liberdade é sempre o melhor caminho.

    Mas tem um ponto importante: se você é funça, então você é pago com dinheiro que foi retirado a força de outras pessoas. Isso é um fato incontestável, não existe discussão. Se isto faz de você um ladrão ou uma pessoa ruim, aí é outra questão... Da minha parte, eu prefiro que um cargo público seja ocupado por alguém que tenha simpatia pela causa libertária. Já que o cargo será ocupado de qualquer jeito, melhor um liberal que um socialista. Então, se você é funcionário público (desde que não trabalhe na receita, legislativo ou em alguma agência reguladora), beleza. Busque o melhor para você e a sua família. Só não vale entrar de greve ou chiar caso o seu cargo venha a ser extinto (e tomara que seja em algum momento, tanto o seu como todos os outros cargos públicos).
  • anônimo  21/08/2015 12:25
    'Defender um país sem Estado e totalmente livre de impostos é utopia. Não há nesse mundo um caso assim. '

    Não sei se vc é capaz de entender, mas não é o fato de existir ou não que torna isso uma utopia.Tem um milhão de outras variáveis que impedem que o ancap seja 'implementado', e a principal delas é a falta de terras livres.
  • The Good, the Bad and the Ugly  23/08/2015 07:15
    "Já vi que a cultura do CTRL C + CTRL V predomina nas suas respostas. Será uma prova de que tens dificuldades em construir argumentos, teses próprias, mas tão somente voves recortando trechos dos outros para 'bater em cima'?"

    O que você denomina "cultura do CTRL C + CTRL V" é o método racional e honesto de contrapor ideias. Reconheçamos que enquanto impugnei e refutei seus argumentos um a um, você, ao contrário, não pôde fazer o mesmo. Certamente essa é a causa da sua irritação.

    "Mudar nicks para responder assuntos passados tb não é legal..."

    Concordo. E acrescento que tal expediente é desnecessário, na medida em que se um argumento é verdadeiro (por exemplo, que a existência do estado é imoral) pouco importa quem ou quantos o defendam. E o mesmo ocorre se um argumento é falso. Agora, só para te lembrar, você está no site do Instituto Mises, um espaço virtual de libertários.

    "Mas, vamos. Defender um país sem Estado e totalmente livre de impostos é utopia. Não há nesse mundo um caso assim. Ou tem e eu não conheço? O máximo são países de mente aberta, mas nunca sem a interferência - mesmo que discreta - da ação política."

    Algumas vezes os próprios anarcocapitalistas acreditam que uma civilização sem estado e impostos é utopia. Nesse ponto discordo. O anarcocapitalismo não é utopia e nossa civilização judaico cristã possui institutos que provam a desnecessidade de haver essa entidade suprema chamada estado para controlar a vida dos indivíduos. Pense no direito internacional: nesse plano entidades soberanas (estados) resolvem seus conflitos com grande frequência sem existir uma autoridade coatora acima das mesmas. Por que não criar algo no plano dos indivíduos?

    Recomendo como leitura complementar esse excelente artigo do Paulo Kogos, tratando da imoralidade da existência do estado e dos impostos (e usando da "cultura do CTRL C + CTRL V").

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1748
  • The Good, the Bad and the Ugly  14/08/2015 20:42
    ":-("

    Por que a cara feia?

    "Não, esse é só um dos motivos. Dá para escrever um livro só relacionando motivos pelos quais a existência do estado é errada".

    Se você identifica outros motivos que demonstram a existência do estado como algo errado, ótimo!

    "Não vou dizer que choro todos os dias por causa disso. Mas também não vou dizer que consigo viver tranqüilmamente com isso. É uma situação complicada".

    Ok. Já é um bom começo.

    "O Brasil não é um país muito amigável para a iniciativa privada e nem se tornará um no nosso tempo de vida. Por isso enquanto estiver aqui serei funcionário público. Mas, quando tiver as condições de dar o fora daqui, certamente não trabalharei mais para o estado".

    Todos desejamos viver confortavelmente, mas ninguém tem direito de coagir e expropriar a propriedade de outrem para alcançar tal finalidade. Ganhar dinheiro com roubo é fácil, mas imoral.
  • Carlos  13/08/2015 18:19
    O que salva São Paulo é o interior, que continua fortemente conservador. A capital, apesar de ainda manter alguns redutos conservadores/liberais, já está tomada por pseudo-intelectuais de esquerda e por boquinhas famintas. Só observar os ultimos prefeitos para constatar isso.
  • alguem  13/08/2015 19:32
    È incrível, é só um estado ficar mais desenvolvido, que parece que brota do chão intelectuais para falar mal do capitalismo.
  • cmr  13/08/2015 21:28
    E brota do chão principalmente no estado que mais se desenvolveu.
    Vide São Paulo, o berço do esquerdismo brasileiro, onde o Lula, PT, PC do B, CUT, Une, MST, MTST, etc... e claro; o fórum de São Paulo, brotaram.

    Eu acho que São Paulo só não se perde de vez no esquerdismo, devido aos roubos que Brasília faz aos paulistas, sem dinheiro os esquerdistas não conseguem tanto poder.

    Imagine São Paulo livre do resto do Brasil, o dinheiro sobrando nas mãos dos esquerdistas, estes teriam tanto poder, que levariam a América Latina inteira para o buraco fácil, fácil.

    Por isso eu acho que os paulistas deveriam agradecer a Brasília, por raspar os cofres públicos de São Paulo, não deixando assim toda a bolada em mãos esquerdistas.
  • Thiago  14/08/2015 02:33
    Marcelo Simões, eu não acho que resultaria, SP não elege mais socialistas radicais, depois do Haddad eu acho que eles não querem mais saber disso, só 2016 nos dirá.
  • The Good, the Bad and the Ugly  14/08/2015 03:47
    "Por que? Acaso rotulas todos os funcionários públicos como esquerdistas? Existem, sim, os que defendem o liberalismo, ainda que isso custe seus empregos".

    Como se um funça realmente tivesse escrúpulos pra colocar em risco sua teta no estado. Se tivesse algum senso moral não teria sequer feito concurso público.
  • Funcionario publico  14/08/2015 12:40
    The Good, the Bad and the Ugly,

    Vamos ao exemplo da campanha do PT na TV recentemente. Mostrou panelas cheias (como se isso fosse o bastante), o povo comendo, rindo, como se isso fosse o que o povo precisa na totalidade. Falaram de discurso para o pobre, usaram atores da TV, figuras caricatas inúteis, para convencer.... o pobre! Isso mesmo, o discurso do PT foi para pregar, converter o já convertido. Não falaram nada para angariar novos adeptos, ou para atrair pessoas que pensem diferente. Simplesmente perderam tempo na TV no convencimento de quem já está mais do que convencido e acomodado com as benesses do Estado.

    Amigo, você está bom para pregar para convertidos, porque nunca irás convencer alguém esquerdista com esses argumentos desprovidos de educação. É... você está não só ofendendo os "funças", mas como a moral das pessoas. Inadimissível haver pessoas que se dizem liberais tratarem assim ao próximo. Tente, da próxima vez, conscientizar, ao invés de ofender! Ok? Para mudar a cabeça dos esquerdistas, você precisa ter poder de convencimento, persuasão, não poder ofensivo bélico de palavras.

    Você acha que eu condeno o recebedor de BF? Não! Condeno o programa de submissão ao Estado, não a pessoa em si. Tento conscientizar esse indivíduo que ele faz falta na população economicamente ativa, que poderia estar produzindo para seu país, trabalhando honestamente, estudando, ao invés de esperar o dinheiro cair no cartãozinho amarelo. Entende a diferença? Sim? Não?

    Outro, manda jogar pessoas ao mar, aos tubarões. Outro, defendem a extinção dos esquerdistas. Ainda não apareceu aqui, mas não surpreenderia aqui alguém defenda a morte de quem receba bolsa-permanencia-na-miseria (vulgo bolsa-familia), prisão dos funças e outras atrocidades pelo fato de não seguirem a cartilha, não a do liberalismo e respeito às pessoas, mas a cartilha do que alguns indivíduos aqui acham como a suprema verdade pessoal segundo sua mente.

    Talvez isso explique a grande quantidade de imbecis que amam o Estado e odeiem algo que tire-as da zona de conforto. Esses se sentem mais seduzidos pela mentirada esquerdista do que pelo radicalismo de quem as condena pelo simples fato de existirem.
  • The Good, the Bad and the Ugly  14/08/2015 21:03
    "Amigo, você está bom para pregar para convertidos, porque nunca irás convencer alguém esquerdista com esses argumentos desprovidos de educação".

    Nunca pretendi converter esquerdista algum. Pelo menos não com lisonjas. Meu forte é lógica mesmo. De diplomacia eu não entendo e nem quero.

    "Outro, manda jogar pessoas ao mar, aos tubarões. Outro, defendem a extinção dos esquerdistas. Ainda não apareceu aqui, mas não surpreenderia aqui alguém defenda a morte de quem receba bolsa-permanencia-na-miseria (vulgo bolsa-familia), prisão dos funças e outras atrocidades pelo fato de não seguirem a cartilha, não a do liberalismo e respeito às pessoas, mas a cartilha do que alguns indivíduos aqui acham como a suprema verdade pessoal segundo sua mente".

    Vai chorar? Você vem falar de respeito às pessoas. Quanta ironia, sou coagido a entregar minha propriedade ao estado e quem falta com respeito sou eu também. Deveria mesmo é ficar muito feliz em ser roubado.
  • Funcionário público  17/08/2015 14:43
    Aprenda a separar "pessoa" de "Estado".

    O dia em que aprender a respeitar o primeiro, serás respeitado pelo segundo.
  • Reason  14/08/2015 22:33
    A pessoa que é funcionário publico e nem sequer tem planos de entrar no mercado e ainda se diz defensor do livre mercado é um mentiroso compulsório, psicopata por definição.
    O que você está com medo é da dilma quebrar as contas estatais e quebrar com seu arranjo e se isso acontecer você vai correndo pro sindicato pq o mundo inteiro pode cair, menos o seu cargo de m.. e se for necessario que voce destrua o brasil inteiro pra defender seu cargo de m... assim voce o fará.
    Voce quer respeito? Aprende a ser gente primeiro e saia da fase bebê.
  • Funcionario publico  17/08/2015 14:54
    O médico que fez o parto na sua mãe quando você nasceu e que agora irá atendê-lo se necessitar.

    O seu professor (?) desde o ensino fundamental.

    O gari que limpa a rua da sua casa.

    O policial que faz a ronda na sua região.

    Esses são exemplos de "cargos de m*", como você disse, que um dia te serviram... será que são iguais aos políticos que roubam seu dinheiro?

    Respondo ao seu tom nada educado com uma outra pergunta: Afinal, quem é a m* na verdade: O político, o ladrão, ou o radical que se acha o dono da razão?
  • Mais um  17/08/2015 18:06
    Aposto que você deve ter na cabeceira da cama uma apostila tipo "1001 dicas para passar num concurso público". Entre os sites favoritos: "wwww.folhadirigida.com.br". Para de demagogia, se eu como advogado conseguir um cargo público concursado para ganhar 15 mil inicial vou deixar de ganhar seus 8 mil em escritório.

    Aqui tem é muita gente que vive de fantasias e aparências! Se eu conseguir um cargo público concursado para ganhar bem, quero que se dane quem é contra (invejaaaa), vou fazer o meu papel e movimentar a economia com meu trabalho. E ainda de quebra pego trabalho por fora (apoiando iniciativa privada ou clientes particulares). Afinal, utopia não paga minhas contas!!!!!!!!!
  • Felipe  17/08/2015 19:04
    Você até pode ter orgulho de ser um funcionário público, mas não diga que irá "movimentar a economia" empobrecendo aqueles que trabalham no setor privado.
  • Renato  13/08/2015 22:26
    De jeito nenhum!!!.... O correto é, pegar todos os socialistas que tornam nossas vidas um inferno para "revolucionar o Brasil", joga-los ao mar aberto, cheio de isca de peixe nos bolsos e vibrar quando os tubarões os pegarem.
  • Funcionario publico  13/08/2015 15:10
    Alguém já parou para pensar que essa diminuição de velocidade pode estar relacionada, além de fabricação de multas, com facilitação para assaltos nas marginais e demais vias? Ou estou enganado?

    Em relação aos médicos, lá vem outra represália ao povo que não votou na outra lá. O Ministério da Saúde "realizará estudos" para atender, claro, estados com demanda reprimida, onde a maioria foi de voto favorável. Assim, diminuição dos médicos em estados que não votaram nela, com respando técnico (político) de que não tem demanda.

    Fies priorizado para norte e nordeste, boicote de recursos para o estado do RS são exemplos que acredito servir...

    Dificil, muito dificil...
  • Luiz Soares  13/08/2015 15:12
    Artigo brilhante!! Narloch detonou de novo.

    Primeiro sobre essa questão dos médicos, pelo jeito que vai
    teremos que no futuro próximo voltar a nos consultarmos com
    curandeiros, benzedeiras e parteiras trarão as crianças para
    a vida em terras brazucas.

    Segundo sobre essa questão dos carros, acredito que há um certo tempo
    passamos por um processo para nos adaptarmos na marra para
    dirigimos carros feito os que dirigem os "ursinhos carinhosos",
    famoso desenho que era exibido na década de 90 na TV. Tudo é feito
    para a sua "proteção". Proteção uma ova! Esses estadistas estão nos
    dizendo: queremos vocês totalmente controlados, inofensivos, sem
    individualidade. Para o inferno, esses comunistas/socialistas!!





  • Andre Cavalcante  13/08/2015 18:45

    "Primeiro sobre essa questão dos médicos, pelo jeito que vai
    teremos que no futuro próximo voltar a nos consultarmos com
    curandeiros, benzedeiras e parteiras trarão as crianças para
    a vida em terras brazucas."

    Pelo menos os curanderos, benzedeiras e parteiras olham pra tua cara, te tratam pelo nome, e muitas vezes (efeito placebo ou mediunidade, tanto faz) ainda te curam. Já muitos médicos do SUS não olham pra ti, não sabem quem tu és, e se tu reclamar qualquer coisa, ainda és capaz de ser expulso do hospital ou ir preso por desacato a funcionário público!

    Abraços
  • Cristian - www.cwss.com.br  13/08/2015 15:33
    É uma pena que uma cidade tão dinâmica e moderna como São Paulo carregue o piano, quase que sozinha, do país inteiro. E ainda, que cidadãos na sua maioria, inteligentes e politizados, deixem-se ser escravizados por políticos burros e pretenciosos.

    Parece que as pessoas não pensam, eles delegam a sua vida e o seu futuro a essa gente.

    Uma verdadeira lástima.
  • Rafael Carneiro Reale   13/08/2015 15:39
    Sou estudante de medicina e venho acompanhado com muita tristeza e medo o que vem sendo feito com os médicos e medicina no Brasil. O governo quer facilitar e controlar a formação especialistas. Sei o quão difícil é conseguir passar em uma residência. É muito concorrido pois são poucas vagas pra milhares de médicos que são formados todos os anos. Mas sou contra abrir as pernas. Não tenho medo de enfrentar uma prova de residência pois minha profissão mexe com vidas humanas e quero ter a melhor formação possível para trabalhar.
  • Mr Citan  13/08/2015 15:42
    É incrível que desde que assumiu, este prefeito de São Paulo e todo o seu gabinete de burocratas, tem fé que vão resolver todos os problemas desta metrópole, com soluções que beiram ao amadorismo.

    Começou desde aquele programa "De Braços Abertos", para tentar (sem conseguir até agora) resolver o problema da cracolandia.

    Em seguida foi o programa de pintura de faixas para ciclistas, que de tão "bem planejado", conseguiu proezas como estas (msalx.vejasp.abril.com.br/2014/09/24/2058/jcclk/ciclovia-123.jpeg?1411603283), além de claro criar uma bela "luta de classes" dignas de Marx e Engels, entre ciclistas e motoristas

    E agora o novo limite de velocidade nas marginais e pistas expressas, que ao meu ver, vai ajudar e muito a bandidagem mais carente, a realizar os furtos e assaltos aos motoristas.

    Sinceramente, torço e muito para que este prefeito e todo o seu gabinete, continuem com a sanha do planejamento central, ao ponto até de limitar a circulação de pessoas dentro da cidade.

    Quem sabe assim paulistano aprende a não votar em esquerdista/populista.
  • Funcionario publico  13/08/2015 16:55
    O povo não aprende nada. Depois do "relaxa e goza" da Marta, o zé povinho coloca um socialista ex-aluno da USP no comando da mais importante cidade do país.
  • Anomalous  13/08/2015 15:59
    Não sei o que acontece nesse país, se todos são cúmplices. Mas o que vemos nos jornais e TV é discutirem apenas como resolver a crise econômica, quando o estrago feito pelo PT vai muito além disto. Se o estrago fosse apenas econômico eu poderia até relevar, mas a cada dia é uma imoralidade nova, muitas vezes travestida com um belo slogan.
    Isto, controlar o número de médicos formados no Brasil, é imoral. Imoral como a tentativa de empurrar garganta abaixo a ideologia de gênero às crianças, mesmo após ter sido retirado pela câmara. Imoral como tentar taxar heranças.
    Quando é que vão discutir os danos reais causados ao Brasil pelo PT? Não foi só a economia que ele danificou. A economia foi o dano menor.
    Marxismo é ensinado a crianças, alguém já pensou nas implicações disto no futuro?
  • Anderson  13/08/2015 18:00
    Anomalous,


    Verdade. O PT não só criou/alimentou uma economia insustentável (a longo prazo), como também tentou subverter a cultura, os valores morais da maioria dos cidadãos, e o pior é que obteve êxito em várias dessas investidas.

    O vitimismo aumentou assustadoramente, assim como o parasitismo, inveja, indecência e etc.

    Por exemplo, o estímulo a não reprovação é de uma... (melhor nem dizer), é como mandar uma mensagem aos alunos: "olha, vocês não têm mais pressão para passar de ano". E o aluno pensa: "opa, não preciso tirar um Dez na prova, ou melhor, não preciso nem sequer estudar tanto... qualquer coisa o professor vai passar um trabalho em grupo para elevar minha possível nota baixa".

    Por mais que o sistema de ensino no Brasil esteja atrasado e direcionado erroneamente (em todos os sentidos), o fim da reprovação é como mostrar para um aluno que ele não precisa ter responsabilidade por si mesmo, e que se ele falhar alguém estará lá ajudando-o (com jeitinho) a passar de ano (mais uma política assistencialista).
  • Mr Citan  13/08/2015 20:10
    Ao meu ver, o PT só aproveitou o momento que é governo, para acelerar o processo de socialismo, visando um projeto de poder e controle quase total do Estado e dos meios de produção.

    Pois se formos analisar, tudo isto começou desde que começou a Nova República, com a criação da constituição de 1988, que tem sido a constituição mais socialista que a república bananense já teve.

    Em seguida, os ditos "de direita" dos governos do PSDB, que implantaram Aprovação automática, e outras políticas afirmativas para que os acadêmicos já doutrinados, encontrassem terreno fértil para espalhar ainda mais socialismo.

    Pra sorte(?) nossa, como não conseguimos acumular riqueza, o socialismo está afundando a economia mais rápido do que se pensava, e o bananense sente no bolso e na barriga, que o fracasso disto é iminente.

    O Olavo tem razão: Enquanto não se tiver dotado o socialismo do mesmo nível de repulsa do nazismo e da escravidão, está bodega chamada banania vai sempre estar a mercê de aproveitadores.


  • Marcelo  13/08/2015 16:39
    o PT e a esquerda conseguiram criar uma coisa que eu não tinha em mim: ódio.
    ódio por tudo que vem desse lado vermelho lamacento e escabroso.

    quanto ainda vai nos custar a liberdade?
    cada dia que passa, aumenta mais a revolta.

    que um dia consigamos derrubar os comunistas, e que esse dia chegue logo.

    @Mr Citan: e ai, vai?
  • Mr Citan  14/08/2015 20:31
    "@Mr Citan: e ai, vai??"

    Se depender deste esquerdismo maldito, que pelo visto está virando "carne de vaca" aqui na banânia, eu me vou pro aeroporto mais próximo, e me mudo pra Estonia. :-D

    Mas eu tenho que de certa forma agradecer aos petistas e esquerdistas, pois graças as ações deles

    - Conseguiram despertar o interesse de muitos pelo libertarianismo.
    - Ajudaram a aumentar a simpatia das pessoas pela causa monárquica.
    - Estão conseguindo provar para o mais pobre, que socialismo é uma causa fadada ao fracasso.
  • Lucas Queiroga  13/08/2015 17:28
    Ao criticar a priorização do transporte coletivo, o articulista está indo na contramão de experiências de sucesso das principais metrópoles mundiais - como NY, Paris, Londres, Berlin, entre outras.
    Estou cada vez mais de acordo com o ideário liberal, mas acredito que o Estado tem sim seu papel (que deve ser o menor possível, mas que deve existir). Incentivar o transporte coletivo nas grandes cidades em detrimento do transporte individual é uma das poucas atribuições do Estado que considero importante.
  • Aquele que se joga  13/08/2015 17:42
    Do que você está falando? Você por acaso pulou esse trecho do artigo?

    "Não se trata de culpar um ou outro político, mas admitir que o sistema é complexo demais para um órgão central tentar coordená-lo. Isso fica claro no transporte coletivo. Toda semana abrem e fecham escolas, igrejas, empresas, fábricas, casas de shows. Surgem eventos e necessidades de transporte diferentes para bairros ou ruas específicas. Só os próprios agentes dispersos no sistema conseguem detectar necessidades das pessoas ao redor e abrir negócios para satisfazê-las.

    Mas o planejador central proíbe iniciativas livres no transporte público, com a pretensão de que ele, e somente ele, é capaz de ordenar o sistema. Não daria certo nem se o planejador fosse um gênio da logística."


    O articulista se posiciona claramente a favor de uma maior liberdade no mercado de transporte público, o que geraria ainda mais opções de transporte para as pessoas.

    Aprenda a ler antes de sair criticando.

    Sobre faixas de ônibus, uma coisa é elas existirem e serem utilizadas intensamente por ônibus; outra, bem diferente, é tais faixas serem um completo deserto ao mesmo tempo em que os carros ficam imóveis e engarrafados nas duas faixas restantes, sem poderem utilizar aquele deserto ao lado.

    Aponte uma cidade decente em que essa bizarrice ocorra.

    autoentusiastas.com.br/2013/08/faixas-da-alienacao/
  • Funcionario publico  13/08/2015 18:00
    Lucas,

    O problema é que quem usa ou já usou transporte coletivo já vê que esse modelo do "prefeito político uspiano" não vai adiante.

    Já que o transporte público é uma m*@#, agora o (des)governo insiste em piorar (ainda mais) a vida quem usa carro próprio. Primeiro, incentivam a compra de carro. Agora, falam que é para deixar em casa...
  • Lucas Queiroga  13/08/2015 18:21
    Aquele que se joga:

    Primeiramente, sua falta de polidez apequena o debate. Em segundo lugar, quando o autor cita:
    6) o prefeito Fernando Haddad (PT) diz que "as pessoas vão pensar duas vezes antes de tirar o carro da garagem",
    Exatamente isso, as pessoas devem pensar duas vezes antes de tirar o carro da garagem. Essa é uma escolha individual, mas que afeta a coletividade da cidade. O cidadão deve ter a liberdade de escolher seu modo de locomoção, mas as ruas não comportam o volume de carros (crescente) da população - veja os estudos sobre projeções para o trânsito de SP.
    Daí a importância de estimular o transporte coletivo E desestimular o transporte individual, inclusive com faixas de ônibus que tomam espaço dos carros.
  • Funcionario publico  13/08/2015 19:04
    Quando eu era pequeno, via os pontos dos coletivos cheios de gente e vivia me perguntando: se eu comprar um ônibus, poderei coloca-lo nas ruas e parar nos pontos assim como os ônibus que existem na cidade? Cobraria mais barato, o povo teria mais opções de horário, resolveria o problema dos ônibus cheios, e eu ainda ganharia dinheiro.

    Não é que criança às vezes é mais racional do que nós, adultos...!?
  • Mateus Piroga  13/08/2015 19:54
    Daí a importância de estimular o transporte coletivo E desestimular o transporte individual, inclusive com faixas de ônibus que tomam espaço dos carros.

    E que tal simplesmente estimular a liberdade para que cada cidadão decida a droga do transporte que vai utilizar?
  • Lucas Queiroga  13/08/2015 22:26
    Mateus Piroga:

    "E que tal simplesmente estimular a liberdade para que cada cidadão decida a droga do transporte que vai utilizar?"

    Imagine esse cenário: alguns motoristas decidiram usar carretas como meio de transporte urbano. Além de piorar o trânsito, emitir mais poluentes, eles ainda usarão mais vagas de estacionamento e congestionarão ainda mais as ruas. Imagine que vários motoristas tomassem essa decisão. O Estado não deveria reagir frente à piora que essas escolhas individuais causariam à coletividade?

    (esse é um exemplo exagerado, mas a ideia é justificar que o Estado deve sim ter políticas públicas no que se refere à mobilidade urbana) - como a priorização dos meios de transporte coletivo em detrimento dos de transporte individual.
  • anônimo  14/08/2015 00:45
    Usar carreta? Os pobres caminhoneiros já o fazem, e com rendimento sofrível graças ao monopólio estatal das vias.
    As pessoas vão usar o transporte de melhor custo benefício e segurança para elas, que infelizmente não é a bicicleta, graças a cidade caótica e infernal que o estado propiciou.
    Dar mais poder e legitimidade ao agressor é ser cúmplice de toda tragédia que está este país.
  • Funcionario publico  14/08/2015 12:49
    Libera o transporte público para q empresa que quiser entrar. Com concorrências, mais ônibus, mais horários disponíveis. Preço menor, mais linhas, mais qualidade, maior atendimento. Menos stress, menos filas nos pontos, menos gente se empurrando para entrar no busão.
  • Andre Dias  13/08/2015 21:08
    Sucesso em NY?
    Após quase 10 anos da polêmica implantação das ciclofaixas, a porcentagem de indivíduos que usava a bicicleta como transporte passou de 1% para 3%. Isso é sucesso? Eu considero um fracasso evidente, principalmente se formos levar em consideração o espaço que foi retirado dos próprios ônibus, taxis e evidentemente dos carros particulares.
    Não existe "engenharia social". As pessoas usam o transporte que elas querem, os que estão mais acostumadas culturamente por uma série de motivos. Não é uma mera canetada de um burocrata que muda isso.
    Em muitas regiões da Europa e Ásia a bicicleta é popular há séculos.
    Os governantes de muitas cidades e países europeus investem em ciclovias e faixas PORQUE as pessoas usam a bicicleta, não PARA FAZER AS PESSOAS USAREM bicicleta. Essa é uma diferença fundamental. No primeiro modo de agir esta evidenciado o pragmatismo. No segundo o autoritarismo daqueles que acham que podem mudar o mundo á força e utilizando indivíduos como cobaias no processo (frequentemente fracassado).
  • Nilo BP  13/08/2015 23:42
    É extremamente importante lembrar disso. Tem um monte de gente "razoável" por aí que diz: "ah, se o transporte público fosse bom podia tirar o carro". Podia o c*cete! Os motoristas têm tanto direito de usar as ruas quanto o pedestre, e até mais, porque pedestre não paga nenhuma taxa simplesmente por usar a rua, como é o caso de quem tem um veículo.
  • Opinador  13/08/2015 17:32
    A velocidade tem que ser controlada. Claro!

    Principalmente nas esburacadas ruas de sampa.

    Mas desde que feita com coerencia.

    Mas não quer dizer que seja o governo que deva fazer isso.

    Ou seja, o governo está propondo uma "solução" para seu próprio mal planejamento pra variar.

    É por isso que a solução é privatizar as vias de São Paulo, principalmente as vias expressas:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1614


  • maria cristina correa  13/08/2015 17:32
    Como Haddad ousa comparar Sao Paulo com Londres, Paris ou Nova York/ E o transporte publico? É igualzinho, certo? A pavimentacao entao? Identica! A poluicao emitida pelos veiculos? Tal e qual! Comunista idiota,nao aprende q desregulamentar é a alma do negócio, quanto mais eles se metem, pior fica.
  • cmr  14/08/2015 13:55
    É porque os paulistanos medianos acham que vivem em uma cidade de primeiro mundo, tipo por ex. Zurique, Amsterdã, etc...

    Os políticos sabem disso e usam o ego do povo, simples assim.
  • Edujatahy  14/08/2015 15:17
    Cmr, me permita corrigir. As medidas de Haddad são extremamente impopulares entre os paulistanos. Só quem ficou conhecido foi esquerda caviar, que felizmente, ainda são uma minoria
  • Pedro Tavares  13/08/2015 17:45
    Já viram A Revolta de Atlas?

    Estamos bem no meio dele.
  • Raposo Tavares  13/08/2015 18:15
    Assim sendo, pergunto: quem é John Galt?
  • Dam Herzog  13/08/2015 19:18
    O artigo acima fala dos males do intervencionismo. Cada intervenção sempre é mal sucedido leva a outra intervenção que piora mais o que se queria consertar. Então temos governantes que não tem a minima noção do que seja a palavra livre mercado e que intencionalmente ou não tentam regula-lo, levando a consequências indesejáveis. Não tem também noção do que seja a propriedade privada como sendo algo que o dono pode fazer dela o que quiser. Dai manipularem como a pessoa deve usar os frutos de seu trabalho, assumindo a teoria do fascismo-nazismo. Você é o dono mas vai usar seus bens do jeito que eu estado mandar. Ai, contra o principio da não agressão ameaçar as pessoas a se comportar como servos obedientes. Sabemos que o processo de mercado é o maior produtor de bens e serviços e que esse tem o máximo de produtividade se livre e desempedido. Temos que abri as fronteiras, redimir palavra capitalismo, redimir o lucro, rever as leis trabalhistas, rasgar a constituição socialista ensinar o que é poupança, mercado, e propriedade privada e que o governo não produz absolutamente nada que antes não tenha tirado da iniciativa privada, que a maior fonte de corrupção surge nas propriedades do governo. Por fim defender a liberdade individual e dizer não a democracia. As empresas publica são o meio de cultura para corrupção. Desestatização total.
  • Lucas  13/08/2015 19:47
    Olá, primeira vez que comento por aqui. Geralmente acho os texto muito bem escritos e com um grande embasamento, mas realmente não entendi a parte que diz:

    2) o pouco espaço para estacionamento que havia foi tomado por faixas vermelhas para bicicletas;

    3) as ruas importantes de duas faixas tiveram uma dessas faixas sequestrada para servir exclusivamente a ônibus;

    As bicicletas são um excelente meio de locomoção, pq é ruim trocar faixas de automoveis por ciclofaixas(assumindo que tenha um estudo antes para a colocação da mesma)?

    Faço a mesma pergunta para os onibus.

  • Arthur  14/08/2015 00:51
    Em si, ninguém é contra ciclofaixa. Mas é preciso haver um mínimo de decência para sua implantação. E decência á algo que Fernando Haddad não tem.

    Veja, por exemplo, esta ciclofaixa na porta de uma escola. A rua é curta — cerca de 700 metros — e estreita. O prefeito meteu a ciclofaixa lá e criou uma outra, azul, rente ao que restou de espaço para o tráfego de veículos, destinada ao embarque e desembarque das crianças. Como há um trânsito grande de vans, é evidente que diminuiu a segurança dos estudantes.

    A grande sorte de todos é que não há bicicletas. Se houvesse bicicletas, aí, sim, o risco seria imenso. Várias crianças poderiam ser atropeladas.

    aqui neste bairro residencial o maluco pintou uma ciclofaixa – a qual ninguém usa, ainda bem – na porta das casas e simplesmente proibiu os moradores do local – que pagam IPTU caríssimo – de estacionar seus carros em frente suas casas, algo que sempre fizeram. Quem agora estacionar seu carro em frente à sua propriedade será multado.

    E o que dizer dessa ciclofaixa em um ponto de ônibus?! De novo, ainda bem que não há bicicletas trafegando por essas estrovengas. Houvesse, quem desembarcasse do ônibus seria inevitavelmente atropelado.

    Sobre faixas de ônibus, uma coisa é elas existirem e serem utilizadas intensamente por ônibus; outra, bem diferente, é tais faixas serem um completo deserto ao mesmo tempo em que os carros ficam imóveis e engarrafados nas duas faixas restantes, sem poderem utilizar aquele deserto ao lado.

    Aponte uma cidade decente em que essa bizarrice ocorra.

    autoentusiastas.com.br/2013/08/faixas-da-alienacao/
  • Dalton C. Rocha  13/08/2015 19:58
    O artigo além de misturar a (absurda) proibição de importações de equipamentos médicos com o direito de abrir MAZORCAS, tendo como fachadas "faculdades de medicina", no modelo cubano, simplesmente prega que apenas com mais "médicos" diplomados,"faculdades de medicina", no modelo cubano, em se terá então melhor saúde. Mais ainda. O artigo fala de providência de trânsito, que exceto pela burrice e pelo petismo, nada tem a ver com medicina.
    O artigo escreve: "Nas discussões sobre medicina no Brasil, persiste o mito de que, se o governo deixar a mão do mercado atuar livremente, as faculdades abrirão vagas sem limite e os médicos se esquecerão dos brasileiros mais pobres."
    De 1808(D. João VI) a FHC em 2002(são 194 anos), se abriram MENOS vagas em "faculdades de medicina", que sob Lula e Dilma(2003 a 2015, o que são 12 anos e uns meses).
    Levando-se em consideração a recomendação da OMS, em médicos per capita, bastariam cerca de 10 mil vagas em medicina, por ano, no Brasil. Tem já mais do triplo disto e vão abrir mais vagas nestas MAZORCAS, tendo como fachadas "faculdades de medicina", no modelo cubano.
    Sabendo que Fidel Castro(que só trata a família e si com médicos graduados na Espanha) manda para cá os melhores "médicos" cubanos, que veja o site www.perito.med.br/p/cubanadas-na-saude-do-brasil.html

    Simplesmente, não há milagres em saúde pública. Nos finais de anos de FHC, mas se acelerando sob Lula e Dilma tivemos no Brasil, estas mesmas coisas, já vistas na Venezuela, onde o processo começou antes e seguiu mais acelerado:

    1- Importação massiva de "médicos" cubanos, graduados nestas MAZORCAS. Cada bairro de Havana tem uma ou mais "faculdades de medicina", sendo o marxismo- leninismo, a principal cadeira, com 2/3 das horas de aulas. A Venezuela foi a maior importadora mundial de "médicos" cubanos sob o governo de Hugo Chavez desde sua posse, em 1999 até os anos Dilma, no Brasil. Nem precisa dizer que 100% dos "médicos" cubanos são agentes do serviço secreto daquela cleptocracia.
    2- Uma multiplicação massiva em números, de MAZORCAS, tendo como fachadas "faculdades de medicina", no modelo cubano. Parte feita por empresários/ propinários inescrupulosos, em busca de lucro. A parte restante da formação de médicos pela multiplicação do número de vagas em universidades públicas, sem que ocorresse qualquer aumento das condições de formar novos médicos. No caso da UFBA, que foi a primeira faculdade de medicina do Brasil, já em 1808, o site www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/sem-pagamento-predios-da-ufba-sofrem-corte-de-energia/?cHash=b9d2e490d430bbe08ca8f90e257f1b72 mostra que nem verbas para pagar a conta de energia existe, para a UFBA. Imagine, como está a formação de novos médicos, naquela que já foi uma das melhores faculdades de medicina no Brasil.
    3- A pregação aos quatro ventos, que as duas coisas já descritas acima, se terá, uma saúde pública melhor e mais barata.
    Na Venezuela, onde este processo começou antes que aqui, que vá ao site g1.globo.com/mundo/noticia/2015/08/escassez-leva-doentes-recorrem-remedios-veterinarios-na-venezuela.html e que veja o resultado.
    A abjeta aplicação tanto da multiplicação de vagas em medicina, como a importação de "médicos" cubanos não é por acaso e tem umas coisas em comum:
    1- Foram feitos por Lula e Dilma. FHC iniciou o processo, mas pouco avançou sob ele.
    2- São ambas providências desastrosas, em todos os prazos.
    3- Visam obter votos pelos "médicos" cubanos, como pela pregação contra uma medicina não socializada. Os "médicos" cubanos são um problema, não uma solução. O mesmo ocorre com MAZORCAS, que se dizem faculdades de medicina.
    4- Visam destruir qualquer faculdade séria de medicina do Brasil, no caso das federais, pelo corte de verbas. E no caso das particulares sérias, nos últimos anos tem de escolher entre ser destruídas pela concorrência desleal de MAZORCAS de modelo cubano, que se dizem "faculdades de medicina" ou se fazer mais uma delas.
    5- Estabelecer, como antes houve na Venezuela, a cubanização total da sociedade brasileira, usando a medicina. Não foi tal "mercado" que pediu a abertura de dezenas de milhares de vagas em MAZORCAS/faculdades de medicina de modelo cubano. Foi decisão de Lula, Dilma e ( em parte) de FHC.
    6- Como o próprio artigo escreve: "Uma lição que o último século ensinou repetidas vezes é que confiar no planejamento central não gera resultados muito humanos." De fato, não há nada de humano em trazer para o Brasil, agentes cubanos, para supostamente baixar os preços dos serviços médicos.

    É como eu sempre digo. Cuba é o futuro da Venezuela. A Venezuela é o futuro da Argentina. E a Argentina é o futuro do Brasil.
  • anônimo  14/08/2015 12:22
    'O artigo além de misturar a (absurda) proibição de importações de equipamentos médicos com o direito de abrir MAZORCAS,'

    Não tem nada de absurdo, se vc soubesse ler entenderia que o objetivo do artigo é falar das c****** do governo, e esses são apenas dois exemplos.

    'simplesmente prega que apenas com mais "médicos" diplomados,"faculdades de medicina", no modelo cubano, em se terá então melhor saúde.'

    Em momento nenhum ele fala isso.É vc que não consegue compreender o que lê, e isso se chama analfabetismo funcional.

    Mais ainda. O artigo fala de providência de trânsito, que exceto pela burrice e pelo petismo, nada tem a ver com medicina.

    E daí? Isso já foi explicado. Estranho é vcs achando que medicina é o centro do universo.
  • Típico Universitário  13/08/2015 21:13
    Tem é que acabar com as marginais e com os carros, mesmo. Por mim, a prefeitura transformava as ciclovias em autovias e todas as vias de trânsito seriam exclusivas para bike.

    Não gostou, coxinha? Vai ter que malhar as pernas na maior cidade do continente? Pois é.
    É culpa da privatização que o senhor defende.

    Compra uma casa perto do trabalho que aí você pedala menos para queimar as gorduras que você só ganhou graças a 16 anos de PT. kkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Ah é, lembrei, o preço dos imóveis é "justo" e o ministro é coxinha com os juros, então não dá pra financiar mais. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    O plano diretor é o tapa na cara das empreiteiras paulistas. Cobram preços abusivos e agora, nem mais vão poder construir e vender livremente. Chega de abusar dos consumidores.

    [b]Oferta restrita JÁ. Preços menores JÁ.[b]

    #HaddadLindo
  • Funcionario publico  14/08/2015 13:06
    Fica difícil responder seu comentário. Acho que se fosse no site Brasil247 seria facil responde-lo e voc? ainda me chamaria de "cumpanhero".

    E imaginar que esse é o futuro do Brasil. Serão os futuros professores, médicos, analistas, economistas, políticos, administradores....

    Gente, o Titanic já bateu, já está entrando água, os violinistas já se reuniram para tocar "la última canción", o comandante do navio já entregou o comando faz tempo (presidente = Temer).
  • Zenna Rocha  13/08/2015 21:41
    Gosto muito do IMB, acho massa mesmo!Agora que mal ah em uma bicicleta ultrapassar um carro? Pra mim foi um elogio ao prefeito. Ta certo que - não moro em São Paulo - foi citado uma via ai que não comportava a tal minima velocidade mas, dai a generalizar a questão que diga-se de passagem e uma questão também ambiental e por um transito mais humano, achei que não olharam vários lados inclusive os ciclistas, pedestres e um transito mais humanizado. Sim, parabéns ao Mises gosto demais.

  • Pobre Paulista  14/08/2015 22:43
    Realmente não há mal nenhum em uma bicicleta ultrapassar um carro.

    Também acho que o prefeito deveria limitar o uso de colheitadeiras para vermos pessoas com foices sendo mais eficientes que os tratores.

    E porquê não limitar a velocidade dos trens de carga? Assim poderíamos filmar os jegues dando tchauzinho ao maquinista! Seria épico ver a classe dominada mandando uma banana para os capitalistas opressores, não?

    Para encerrar este assunto, devíamos também limitar a velocidade dos aviões. Que se dane as leis da física, afinal se as da economia não precisam ser respeitada, porquê as da física seriam? Com a limitação da velocidade dos aviões poderemos, segundo a lógica Haddadista, fazer com que os aviões cheguem de maneira mais rápida e segura a seus destinos.

    Realmente não vejo limites para o sucesso desta medida.
  • Patrick  13/08/2015 21:51
    Eu sou Médico Oftalmologista com especialização em doenças infecciosas e inflamatórias e vejo um decreto desses e me pergunto,até quando? Quem esses burocratas estúpidos pensam que representam com esses projetos populistas cuja premissa principal é aumentar a oferta de "especialistas" a população,sem a mínima preocupação com a qualidade do atendimento? Em que país estamos que o estado quer substituir os conselhos de Medicina na inscrição e autorização de médicos especialistas? Qual a competência dessas pessoas que quebraram o país,roubaram e dilapidaram a maior empresa brasileira,aparelharam toda a burocracia de modo a se perpetuar no poder,puseram médicos cubanos para atender uma população carente que não compreende o que é discutido na consulta em função do idioma em troca de milhões do nosso dinheiro fluindo para Cuba? Cretinos,estúpidos,bandidos,ladrões,incompetentes todos esses comunistas sem vergonha que se instalaram no poder com o voto cooptado de milhões de brasileiros alienados e subjugados pelo assistencialismo,enquanto essa quadrilha avança em sua agenda destruindo conquistas importantes da sociedade civil e restringindo liberdades em nome de "justiça social".
    Até quando vamos aguentar esse governo,esse partido,cujo um dos representantes,o prefeito de SP,ousa avaliar interferir na quantidade de vagas reservadas em cada apartamento. Quem é ele para decidir a respeito de tal coisa? Quem lhe outorga tal poder?
    Essa gente não vai parar nunca e não há oposição nesse país,todos partidos tem viés de esquerda e são covardes e fomentadores do fisiologismo político que domina a vida pública.
    A realidade é que não há uma opção claramente melhor,mas esses comunistas tem de sair ou vão destruir o país assim como aconteceu em todos países onde estiveram no poder.
  • Henrique Zucatelli  13/08/2015 22:10
    Centralizar é o esquema perfeito somente para sustentar arrogância e mediocridade.

    Recentemente tomei uma decisão arriscada aqui na minha empresa: descentralizei as vendas de maneira totalmente desregulada, com base no pressuposto de que quem escolhi para essa missão iria dar conta desse experimento. Eu mesmo achei que ia dar errado, pois estava tudo segmentado verticalmente.

    Para minha surpresa, deu certo de uma maneira tão impressionante que repeti o mesmo na produção, onde até o gerente teve que varrer o chão junto com os ajudantes, enquanto estes agregaram algumas funções que eu julgava que fossem incapazes de exercer.

    Meus queridos, mais uma surpresa. Depois de algumas semanas, vi que todos se equilibraram naturalmente, de maneira totalmente natural, onde cada um ficou com uma função principal mas não única, e ajudam mais prontamente aos demais, muitas vezes sobrecarregados ou não contentes com o que faziam.
  • Anderson  14/08/2015 01:03
    Parabéns,


    Essa é uma das características de um líder, formar novos líderes. Um líder deixa legado justamente quando prepara sucessores. No caso da tua empresa, o retorno financeiro e o estresse reduzido são pontos notáveis, para você.
  • Henrique Zucatelli  14/08/2015 18:06
    Obrigado.

    Eu realmente não tenho ideia se isso dá certo em todas as empresas... na minha deu muito certo por ser super enxuta (trabalho com 1/3 de funcionários de meus concorrentes). No começo deu muito medo.

    Será que alguém mais tem experiencias semelhantes?
  • Anderson  14/08/2015 23:13
    Henrique,


    Pois é, não é toda empresa que é capaz de trabalhar assim, é preciso contar com funcionários valiosos.

    Um artigo breve mas interessante: www.sobreadministracao.com/fatores-positivos-de-uma-gestao-descentralizada/
  • Giovanni Sponhardi  13/08/2015 23:24
    "....faculdades de medicina não podem abrir vagas como desejarem ou como indicarem seus estudos de mercado. Precisam esperar que o Ministério da Educação abra editais e decida quais regiões têm carência de médicos e poderão abrir cursos."

    Isso foi um soco bem dado no meu queixo :(

    Caraleo minha mente esta se transformando em um ANARCOCAPITALISTA. Governo só fode meu
  • Thiago Teixeira  13/08/2015 23:34
    Sou médico generalista.

    Essa estória de o PT aumentar o controle sobre a classe médica* é porque não consegue atender aos nossos interesses num regime de quase livre-mercado, em que não nos sujeitamos a condicões precárias de trabalho, baixo pagamento e pouca confiabilidade do empregador (especialmente prefeituras de interior); a nossa liberdade de recusar as propostas de emprego ofertadas pelo estado é um inimigo aos planos demagógicos do PT.

    A quantidade de médicos formados a cada ano aumentou enormemente nos ultimos anos com o aumento de faculdades particulares. O governo entendeu que se beneficia do barateamento relativo da mão-de-obra. Só que este processo estava ocorrendo numa taxa lenta para as necessidades políticas do PT, então ele trouxe os escravos cubanos num esquema de dar nojo! Havia uma barreira legal para o trabalho deles no Brasil, o CFM é quem expede o registro e a autorização de atuação na atividade médica, e se recusou a ceder aos cubanos, historicamente o índice de aprovação deles no REVALIDA é em torno de 10%. O Ministério da Saúde tentou nos atropelar, tentou obrigar o CFM a ceder, mas o judiciário decidiu a nosso favor. O MS criou então uma aberração, o registro de médicos do ministério da saúde, e permitiu que os estrangeiros do programa Maus Médicos trabalhassem no Brasil. Responsabilização por eventuais erros desses "médicos", cai sobre quem? Ninguem.

    Ainda há um gargalo nas residencias médicas, ainda com ampla maioria de vagas ofertadas por intituicoes públicas, e ainda com baixa oferta. Há um movimento do governo Dilma no sentido de aumentar a quantidade de especialistas, mas com o pingo de autonomia que as melhores instituicoes tem, elas se recusam a prover esse aumento de vagas sem conseguir manter a qualidade da formação.

    E as entidades médicas também criam uma barreira de qualidade: para ceder título de especialista, ou o cidadão é oriundo de uma residencia médica de qualidade de formação já reconhecida, com grande carga horária prática, e é dispensado de avaliação para receber o título, ou ele fez um curso de especialização "nas coxas" e por responsabilidade exige-se que ele preste uma prova para comprovar a qualidade dessa formação mais enxuta. Este é o ponto atualmente sob ataque de Dilma: ela quer retirar essa atribuição das sociedades de especialidades para transferir ao MEC.


    Em algumas especialidades nota-se claramente uma "saturação", em outros ainda há demanda não atendida. Claramente isso é consequencia da intromissão estatal, claramente ela é incapaz de resolver o problema, e claramente ela está é aumentando.

    E a culpa dos problemas do sistema ainda é jogada nos profissionais.

    Estado, esse é o teu jeito covarde de atuar. E o PT é tua expressão mais madura!!


    *desculpem o termo coletivo, utilizei a bem da simplificação
  • Henrique Zucatelli  14/08/2015 18:14
    Caro Doutor.

    Cada um com seu corporativismo. O PT Estatal e o CFM privado.

    Fosse um governo liberal, não só cubanos poderiam entrar, mas sim QUALQUER médico.

    Por que só o CFM pode arbitrar qual médico é capaz de atuar no país? Quem decidiu isso, e quando? Te respondo: 1951. E o próprio governo federal.

    Ou seja, corporativismo puro. Quem regula a qualidade ou não dos médicos na realidade deveria (em um ambiente livre) ser o mercado.

    Aprontou com o paciente? Multa, cadeia, enfim. Por que são outros médicos que julgam o suposto réu? R: corporativismo novamente.

    O que me deixa mais irônico aqui no Mises são profissionais de setores cartelizados e Funcionários Estatais querendo falar sobre livre mercado. É pra rir.
  • Thiago Teixeira  17/08/2015 17:51
    Meu caro,
    a própria existencia do CFM obstrui a criação de um mercado de certificados privados de qualidade. Aceito isso. O CFM é um cartel. Entendo isso.

    Repito: sou a favor da liberalizacao, mas com comprovacoes de qualidade.
    O CFM realiza o REVALIDA, que é uma barreira de qualidade aos estrangeiros. Se os caras não suprem os requisitos, não passam na prova... É irresponsabilidade deixá-los entrar, como o MS fez, atropelando o CFM.

    Entenda, dentro do status quo atual, a acão limitadora do CFM é coerente. Se ele deixasse os cubanos entrarem, seria co-responsável por profissionais pouco qualificados serem apresentados aos brasileiros

    Denúncias dos erros médicos? Ocorrem às dezenas por semana! Mas os militantes cubanos estão numa situação jurídica aberrante! Nem sei como estão procedendo as denúncias...

    Reitero: tem que haver um mercado privado de certificacoes de qualidade e a emissao de receitas de antibióticos tem que ser restrita. Só aí o CFM pode ser extinto.

    Vocês libertários não param para pensar um segundo sequer sobre processos de transição.
    O sexto motivo pelo qual permaneço minarquista.
  • Marcelo Simoes Nunes  14/08/2015 00:45
    Disse Vitor Hugo: "o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente".É espantoso como os poetas compreendem a natureza humana infinitamente melhor do que os ditos "cientistas sociais". Engana-se que pensa que políticos (especialmente os esquerdistas) são apenas interventores centralizantes. Antes de mais nada eles são corruptos. E o transporte público não poderia ser melhor exemplo. A simples desregulamentação do transporte público em pouco tempo faria o trânsito de São Paulo parecer um sonho perto do que é. Muita gente que hoje usa o automóvel estaria usando o trasporte público, se ele fosse livre, simplesmente porque ele seria infinitamente melhor. Mas isso não encheria os bolsos de políticos e dos amigos do rei. Então se paga muito por um transporte péssimo. Abra a livre concorrência e veja o resultado. E enquanto isso não ocorre, esse prefeito farsante cria falsas polêmicas entre ciclistas e motoristas e passageiros de ônibus. É uma beleza! Fico aqui, no sossego do interior de SP, imaginando como seria gostoso e saudável ir de bike para o trabalho num percurso de uns dez quilômetros, digamos, nessa cidade cheia de pirambas, que é São Paulo, e de ar tão puro. Fico me vendo chegar ao emprego fedendo e coberto de uma fuligem negra, que, em alguns anos, levaria meus pulmões a desenvolver um enfisema ou um câncer, isso, se não morresse atropelado antes. Ah! mas se isso ocorresse, a culpa seria do maldito automóvel, não é mesmo, Sr. Hadad?
  • Vinicius  14/08/2015 00:52
    Impressão minha ou viver no Brasil está pior que de costume?
    Burocratas avançando forte nas decisões individuais, governo falido e passando a conta para a população, erosão do poder de compra, desemprego acelerando e nenhuma solução no horizonte.
  • Thiago Augusto  14/08/2015 02:51
    Na Medicina, acho que seria irresponsável liberar maus profissionais no mercado.
    Acho que o estado poderia atuar numa barreira de qualidade, ou regular uma barreira administrada pelas entidades de classe. Como uma prova da OAB.
    Liberar os cursos sob esse sistema de barreira de qualidade seria interessante. Dando diplomação automática aos formados em "Mazorcas" está sendo perigoso.

    Há uma disparidade muito grande de informações entre o cliente e o profissional. O cliente não tem sequer como avaliar se o profissional presta. A avaliação da qualidade do atendimento é dominada pela cortesia tratamento pessoal, a qualidade da conduta nessa situação de grande disparidade de informação não é avaliável.

    É duro para os austríacos ouvirmos isso, mas alguma entidade coletiva tem que proteger os cidadãos, no caso da Medicina.
  • Marcos Costa Ramos  14/08/2015 03:15
    Concordo com você. Mas isso já foi abordado neste artigo. Cito trecho:

    Em primeiro lugar, é bom deixar claro que pessoas diplomadas também cometem erros crassos, principalmente em medicina e engenharia.

    Em segundo, as pessoas que querem seguir essas áreas podem sim obter um diploma e utilizá-lo como diferencial no mercado. Mas nada impediria que os não diplomados também tentassem mostrar sua competência. A chave de tudo, mais uma vez, chama-se concorrência. É isso que determinaria a qualidade dos serviços.

    Ademais, as próprias entidades de classe poderiam — no interesse da defesa de sua própria imagem — criar registros com os nomes das pessoas de fato capacitadas para determinados serviços. Seria do interesse dela fazer com que os profissionais da sua área fossem os melhores. Afinal, um profissional ruim mancharia toda a reputação da classe.

    Essa solução privada já existe hoje em várias áreas — a Microsoft solta certificados de qualificação de programação que o mercado exige; a SAP também. Da mesma forma, o CREA e seus concorrentes provavelmente teriam de instituir certificações para engenheiros, arquitetos, etc.

    Na área médica, hospitais e empresas de seguro saúde também seriam forçadas pelo mercado a instituir suas certificações próprias.

    Sim, hoje existem os conselhos federais. Porém, estas são também entidades coercivas, pois utilizam o estado para impedir justamente os não diplomados de exercerem sua profissão.
  • Thiago Teixeira  14/08/2015 06:57
    Sim, o CFM é falho, de fato...

    Estava pensando em algo, voce postou em seguida, seguradoras teriam total interesse em fazer exames admissionais, que foderiam funcionar secundariamente como certificados de qualidade. Mas também atenta contra a liberdade obrigar todo médico a se segurar.
    Os que o fizerem poderiam ter abatimento total da anuidade do CRM.

    Válido também a questão dos hospitais e convênios fazerem testes para admitir os profissionais.

    Mas acredito que tem de haver algum título comprobatório de qualidade, antes de permitir o diplomado atender pessoas. Obrigatoriamente.
    E digo mais, com necessidade de renovação regular, para botar o peão para se atualizar! Sugiro a cada 5 anos.

    Nós próprios admitimos as falhas de nossa formação e hoje quase todos que tentamos aprovação em residencias médicas fazemos o Medcurso.
    O Medcurso é interessantíssimo, sinceramente acho que merece um artigo.
  • cmr  14/08/2015 13:47
    "Mas acredito que tem de haver algum título comprobatório de qualidade, antes de permitir o diplomado atender pessoas. Obrigatoriamente."

    O "tem que haver..." e "obrigatoriamente" conflitam com os ideais libertários.
    Não tem como ser contra o estado defendendo a interferência do estado.
  • anônimo  14/08/2015 12:15
    'Na Medicina, acho que seria irresponsável liberar maus profissionais no mercado.
    Acho que o estado poderia atuar numa barreira de qualidade, ou regular uma barreira administrada pelas entidades de classe. Como uma prova da OAB.'


    Irresponsável ou não, se o cara quiser se consultar com a mãe dinah o problema é dele, a vida é dele e vc não tem nada com isso.
    Se o cliente não sabe se o médico presta a solução seriam certificações privadas, e não algo estatal como o exame da OAB.
  • Thiago Augusto  14/08/2015 16:17
    Ok, não precisa ser via CFM, mas entenda, precisamos de um sistema de certificação amplo.

    Estou fazendo um chamado ao mundo real. Façam comigo um exercício de imaginação.
    Suponha que hoje conseguimos que qualquer pessoa possa atuar como médico. Alguns cidadãos conseguem fazer uma propaganda bem-feita e mentem que tem formacao para tal. Enganam pessoas de boa-fé, porque ainda não há um sistema de certificacao privada, com concorrencia, eficiente.
    Quanta gente ia MORRER até que descobrissem que certos "profissionais" são pura fraude?

    É diferente de voce ir a um restaurante, por uma maionese mal-conservada no sanduíche, ter diarreia uns 3 dias, sobreviver e então queimar o filme do restaurante, fazê-lo perder clientela, e até mesmo processá-lo.
    É muito diferente de você encomendar um console de video-game e ele dar pau com poucas semanas de uso.

    É semalhante a um engenheiro mecânico fazer um projeto de suspensao de carro com uma falha catastrófica e morrerem umas 100 pessoas até a montadora revisar o projeto e a produção até encontrar a falha.
    É também semelhante a um mestre-de-obras comandar a construcao de um prédio pequeno e ele desabar com umas 12 famílias dentro.

    Entenda, defendo que a transição seja bem-feita e que haja um sistema de certificação amplo e claro, com a informação de sua existencia amplamente disseminada.

    Não podemos irresponsavelmente ignorar o baixo grau de informação das pessoas.
  • Um observador  14/08/2015 17:08
    "Estou fazendo um chamado ao mundo real."

    "Suponha que hoje conseguimos que qualquer pessoa possa atuar como médico."

    Amigo, essas duas frases não podem andar juntas. No dia em que for liberado para qualquer um ser médico, as certificadoras (quaisquer que sejam) já estariam mais desenvolvidas. Então esse cenário que vc descreveu não é realmente uma preocupação.
  • anônimo  14/08/2015 12:11
    Poucas classes se beneficiam mais do governo do que os médicos
    Então se existe limitação pra novos cursos de medicina, quem sai ganhando? Os médicos já formados.
    E várias outras vantagens, pra comprar uma porcaria de um remédio vc é obrigado a pagar uma consulta com um médico só pra uma rabiscada num papel.
  • Rafael  14/08/2015 13:06
    Daí a crucial importância de se desregulamentar a profissão, gerando uma muito necessitada concorrência para quebrar esse cartel protegido pelo estado.

    Mas o que fez o governo? Como você corretamente apontou, decretou uma lei que fecha ainda mais o mercado e fortalece ainda mais o cartel.
  • Thiago Teixeira  14/08/2015 16:32
    Na verdade é o contrário, o governo está atropelando o "cartel" e substituindo por algo pior, o seu controle.
    E adianto a voces quais serão as consequencias imediatas se der certo: queda da qualidade dos profissionais com certificação.


    Em relação à restricao da compra dos remédios, preocupo-me um pouco com remédios que seram danosos à saúde daquele paciente, como antiinflamatório num idoso que possa precipitar insuficencia renal. No caso, ele prejudica só a si mesmo. Só causa prejuizo aos outros porque vai parar num programa de diálise e gastar uns 6.000 por mes do dinheiro dos pagadores de impostos.

    Mas há casos em que a bobagem de uma pessoa tem repercussões diretas em outras pessoas. Por exemplo, uso equivocado de antibióticos. Gera bactérias resitentes que ela pode transmitir a outra pessoa e matá-la. E ela ainda permanecer viva porque tem uma imunidade melhor.

    Estou dizendo que tem que ser só alguem com CRM que pode carimbar uma receita de antibiótico HOJE? Sim.
    Se for criado um sistema de certificacao superior à validação automática de graduados, o que eu defendo, podemos migrar para a autorização da venda mediante o carimbo desses profissionais certificados.

    Podem me chamar de anti-libertário (de fato sou minarquista), mas seria IRRESPONSABILIDADE liberar geral. Na verdade, é uma agressao ao outro, arriscar-se a gerar um microorganismo resistente e transmiti-lo.
  • Ricardo  14/08/2015 20:35
    Cara, quanta besteira.

    Você se incomoda se o governo tirou o monopólio do CFM e roubou pra si e pede que ele volte pro CFM.
    Sobre os remédios exige que somente os médicos possam receitar.

    Diga o que quiser, mas não há nada de libertário nem mesmo de minarquista nisso, você está apenas defendendo um monopólio em seu próprio benefício.

    Se eu quero comprar antibióticos, antidepressivos e tarjas pretas e a indústria farmacêutica quer me vender, então seria possível num mundo libertário. É uma negociação livre onde ambas as partes estão de acordo.

    Vc quer liberdade pra vc em detrimento da dos outros e chama isso de libertarianismo. É deprimente.
  • Thiago Teixeira  14/08/2015 21:43
    Onde foi que eu disse que era libertário, cidadão? Leia com atenção antes de criticar!

    Pois tá. Estamos numa corrida contra as bactérias multirresistentes, e você não tá nem aí. Pode fazer a merda que quiser consigo aí que eu não me importo, só gostaria muito que tua bactéria do mal não chegasse aqui até mim. MAS CHEGA!

    Rivotril, veneno, I don't care. Só quem sofreria seria você. Estou falando de uma coisa que pode ter implicacoes para outras pessoas, inclusive para mim, para meus parentes.

    Aí você ainda vem me acusar de estar defendendo corporativismo... Tenha santa paciencia!
    Leia direito! Escrevi que é desejável que haja certificacoes alternativas ao registro do CFM, indo de uma entidade de classe para o setor privado. Mas não, o que está havendo agora nas especialidades é que saiu das sociedades de especialidades para o Estado. Piorou! Nessa conjuntura, defendo sim a volta ao menos ruim!
  • anônimo  14/08/2015 23:02
    Parabéns pela criatividade, essa é nova: do auto da sua arrogância vc se dá o direito de mandar na vida dos outros por causa das malditas bactérias.Como se a ciência fosse estacionar nesse ponto.
  • anônimo  14/08/2015 22:52
    'Só causa prejuizo aos outros porque vai parar num programa de diálise e gastar uns 6.000 por mes do dinheiro dos pagadores de impostos.'

    Isso só acontece num sistema com a medicina socializada, mais um ponto conveniente pro cartel dos médicos, que ganham uma desculpa pra serem os parasitas e interferir numa transação voluntária entre duas pessoas.
  • Thiago Teixeira  15/08/2015 20:12
    Concordo com você que a medicina socializada é que faz que nos importemos com as m... dos outros. E não a defendo.

    Agora, sobre a questão dos antibióticos... Não arredo pé. Inclusive, estou aberto a ser convencido. Tente.

    E não sou arrogante, tenho formação nesta profissão. Sou obrigado a saber mais que leigos. É o que me faz ser procurado...
    Portanto, não me tratem como um burocrata sabichão. Tenho conhecimento e experiência na área.

    O que a ciencia preconiza é que façamos tratamentos com antibióticos bem direcionados, dentro de determinados critérios, na posologia adequada, pela duração adequada, a fim de não criarmos bactérias resistentes. As que já surgiram à revelia, preconiza-se isolamento.
    Mas nestes casos, quando detectamos, não temos a menor ideia de quantas pessoas já foram contaminadas por aquele individuo.

    Sinceramente, há uns 5 pontos que me fazem permanecer minarquista e nao aderir ao libertarianismo. O controle epidemiológico é um deles.

    PS: "no auto de sua arrogancia" é com "l", "alto"
  • Drauzio Varíola  15/08/2015 21:37
    Sobre a questão das bactérias e antibióticos, peço que vá na seção de comentários do artigo Uma organização criminosa chamada ANVISA e leia a discussão que o leitor Renato Araújo apresentou a esse mesmo respeito. Lá são levantados pontos muito interessantes a respeito desse problema. Ah sim, os comentários não estão todos agrupados num único bloco, portanto, tenha a gentileza de usar o Ctrl+F.

    Agora uma dúvida: quais seriam esses outros 4 pontos?
  • anônimo  16/08/2015 09:16
    '@ Renato: Uma maneira de matar bactérias? Cara pega um livro de farmacologia e olhe os aminoglicosídeos, as quinolonas, a família das tetraciclinas, os macrolídeos. Quatro tipos está bom? Sem falar nos anti virais. que existem sim, e funcionam! Então por favor, se vc quer defender o governo tudo bem. Mas pelo menos não falte com a verdade.
    E sim, novos antibióticos. Que não tem sido investigados por que os governos os tornaram pouco atraentes economicamente. E novas maneiras de matar as bactérias como os bacteriófagos só para citar uma.'


  • anônimo  16/08/2015 09:04
    'Concordo com você que a medicina socializada é que faz que nos importemos com as m... dos outros. E não a defendo.'

    Não é a medicina socializada que faz com que nós nos importemos com os problemas dos outros, o que faz isso é a consciência de cada um, o que a medicina socializada faz é que sob esse pretexto vc seja obrigado a dar dinheiro pro governo pra que ele supostamente cuide das m***** dos outros.
    Concordou errado com algo que nunca foi dito.
  • Thiago Teixeira  16/08/2015 22:53
    Whterever. Voce entendeu meu ponto e continua procurando pelo em ovo.
    .
    Porque não sou libertariano, mas sim minarquista?
    1) barreira sanitaria e controle de qualidade na medicina
    2) forças armadas para defesa contra agressores externos
    3) aparato jurídico, para mediacao de conflitos
    4) polícia
    5) ainda não estou certo deste ponto, educação básica. Via vouchers para os pobres. Porque interessa para o país que todo mundo saiba ler, interpretar e fazer contas; para poder por exemplo ser apresentado à escola austríaca.
  • anônimo  17/08/2015 09:45
    Nada de novo no front.
  • rene  17/08/2015 12:05
    Gostei. Também me considero minarquista. Acho que o libertarianismo seria catastrófico e extremamente perigoso. Ainda bem que é impossível que ele aconteça.
  • anônimo  17/08/2015 14:22
    Catastrófico pq? Vc acha que as empresas de segurança privada iriam guerrear entre si? Eu também já pensei isso, mas indo além do óbvio, o que impede os estados de guerrearem entre si, num mundo minarquista?
    Todo mundo é anarquista.A anarquia de vc é a anarquia de países.
  • anônimo  17/08/2015 14:58
    O problema do anarcocapitalismo não é uma guerra entre empresas de segurança. O problema é provar que duas instituições com poderes judiciais e de segurança podem coexistir numa mesma região.

    Não existe no mundo nenhum contra-exemplo, todo lugar é ocupado por alguma instituição jurídica monopolística.

  • anônimo  17/08/2015 17:12
    Realmente, é impossivel provar que duas empresas judiciais e de segurança ocupem a mesma jurisdição, se você partir da premissa que isso só pode ocorrer depois de ser provado... Considerando que você quer um exemplo prático, já que teorias para essa explicaçao ja existem.

    Se formos usar essa premissa nada novo poderia existir nunca, porque ele precisa existir antes pra provar que é possivel e se nao existe nem tente fazer ate ele existir. Ao menos seguindo essas premissas, sua conclusão esta realmente correta
  • anônimo  17/08/2015 14:15
    Aí do lado tem um botão search, onde vc vai encontrar uns dez artigos sobre cada um desses pontos, devidamente destruídos.
    O sistema de vouchers, Milton Friedman era um dos maiores entusiastas dessa coisa, e até ele teve que ver que não funcionava.
  • Thiago Teixeira  17/08/2015 18:04
    Exatamente, por isso permaneço indeciso em relação à educação.

    Quanto à segurança/sistema jurídico, creio em federalização, dentro de cada entidade um sistema próprio, e a liberdade de "protestar com as pernas". Nesses territórios, seria interessante uma força armada própria, não tê-las seria ingenuidade. Além de toda a população ter armas. Tenho dúvidas se um serviço militar obrigatório de um ano nao seria interessante, prático (apesar de anti-liberal): Israel e Suíça tem, e são exemplos de casca-grossa que ninguem com juízo mexe. Os próprios EUA, sua parte rural, é muito bem armada. Isso intimida potenciais invasores.

    Já temos exemplos de minarquias bem-sucedidas. De fato, não temos ainda exemplos de nações anarco-capitalistas bem-sucedidas.
    Acompanho Liberland com atenção.

    .

    Sobre pegar os livros de farmacologia, infectologia e pesquisar na internet...
    Vai... Há compêndios que mandam a gente tratar infecção de vias urinárias e respiratória com sulfa, coisa que não funciona há mais de 15 anos... Kkkkkk... Boa sorte, teimosão...
  • Ricardo  19/08/2015 12:32
    Tenho medo de você, caro.

    Sua agressividade nas respostas me leva a crer que sua minarquia acabaria em ditadura (nem entro no mérito que sua definição de minarquia é sua apenas).

    Você constantemente apela pro argumento autoridade como se a ciência não mudasse constantemente.

    Senhora Dilma também lutava pela liberdade...
  • Thiago Augusto  20/08/2015 04:54
    Cara, você está sendo imensamente ofensivo comigo ao se referir a mim e Dilma Roussef no mesmo post.

    Após esse tipo de ofensa, você espera que eu tenha sangue de barata e não seja agressivo nas minhas réplicas?

    Este espaço é um dos que o debate rola no nível mais alto de descortesia em que eu tive o desprazer de participar.

    Mas sigo firme, a experiencia ainda sim é enriquecedora.

    .


    Argumento da autoridade... Ciencia metamorfoseante... Vamos lá...

    Na "minha versão de minarquia", teríamos médicos formados aos montes, só uma fração com certificações de qualidade, e as pessoas com liberdade de escolher consultar um mais caro ou mais barato, melhor ou pior, com ou sem certificação.
    Especificamente os antibióticos haveriam de ficar fora dessa ciranda, restritos aos profissionais de qualidade certificada, em prol do uso da melhor ciência produzida até o momento, e proteção de toda a população, ou melhor, de todos os indivíduos! De outra forma, totalmente liberada, a liberdade de cometer erros dos outros indivíduos traria até mim bactérias multirresistentes, à revelia de minhas ações corretas (ou melhor, bem embasadas). O tolhimento da liberdade seria um preço a se pagar pela segurança sanitária, pela minha liberdade de não sofrer com as ações dos outros.

    Há certas coisas que estão acima de opinião pessoal. Eu como médico proponho condutas aos meus pacientes, muitas vezes o que eles gostariam que fosse feito não tem embasamento científico portanto não ganha meu apoio. Há sempre a porta aberta para pegar minha receita e amassar, jogar fora, aí a responsabilidade é deles.

    .

    Sobre o serviço militar obrigatório, de fato é agressivo; em assembleia eu opinaria a seu favor, mas provavelmente não seria alcançada unanimidade, então eu iria atrás de treinamento para mim, e colocaria meus filhos e filhas para ficarem bem casca-grossa, PARA DEFESA. Caso algum debandasse para a iniciativa de agressão ao próximo, ficaria decepcionado e o deserdaria prontamente.

    Ou havendo algum estado próximo com uma abordagem mais compatível com minhas ideias, eu migraria para ele com satisfação.

    Só penso que, num mundo repleto de sociais-democracias expansionistas, não cuidar da defesa seria muita ingenuidade.
  • anônimo  20/08/2015 19:12
    Cara que conversa mais sem sentido essa sua.Serviço militar OBRIGATÓRIO (num estado minarquista? vc não sabe do que está falando) não seria aprovado então vc colocaria seus filhos e filhas pra aprender a atirar...vc está misturando tudo.Defesa territorial é uma coisa, defesa pessoal é outra.
    E mesmo defesa territorial não é o bicho de sete cabeças que os governos querem que as massas acreditem, daí o porquê deles precisarem criar seus próprios inimigos, pra que os eleitores lá na matrix continuem pensando que precisam de um estado forte pra os proteger.
  • Thiago Teixeira   21/08/2015 05:31
    Ok, admito, misturei mesmo.

    Já admiti também, serviço militar obrigatório é uma agressão. Que eu aceitaria bem, acho que tem um bom custo-benefício.

    Sobre o temor por invasões estrangeiras ser mera manipulação estatólatra, pergunta o que os poloneses acham. Os malaios, os sírios...
  • anônimo  21/08/2015 12:21
    'Sobre o temor por invasões estrangeiras ser mera manipulação estatólatra, pergunta o que os poloneses acham. Os malaios, os sírios...'

    De novo misturou tudo, esses povos se ferraram justamente porque dependiam de um poder central pra sua proteção.Deixe uma população educada, inteligente e rica se armar e aí sim, vamos ver o quão realista é a ameaça de invasão num país desses.
  • anônimo  21/08/2015 12:14
    E mesmo que seja errado uma pessoa espirrar uma bactéria superpoderosa em outra (considerando que isso é equivalente a uma agressão e viola o PNA) daí pra concluir que POR ISSO o governo tem que se meter são outros quinhentos.
    É a mesma coisa que falar:'ah eu sou contra assaltos, acho errado, POR ISSO o governo tem que se meter e controlar todo mundo pra prevenir isso'.
  • Thiago Teixeira  20/08/2015 16:57
    Seu temor é este?
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=291
    Simplista...
    Com vigilância constante do crescimento do Leviatã, e liberdade de migrar para minarquias vizinhas, esvaziamos o poder do estado.


    Tem um ponto inconsistente na minha argumentação pró-regulação de certificados que ninguém se deu ao trabalho de apontar, tive que perceber sozinho...


    Ofensas genéricas, postura arrogante, superficialismo... Aí o arrogante e agressivo sou eu...
  • Tati  14/08/2015 13:58
    Nosso principal problemas são nossas estradas mesmo que quisermos andar rápido e pedir para perder uma roda do carro, claro que estou generalizando, não e todo o Brasil que e assim, mas fica complicado, nosso pais e 1 so como um todo e deveria ter otimas estradas com tanto pedagio, eu mesmo para ir trabalhar pago 2 vezes o pedagio por dia, uma na ida e outra na volta, isso ajuda a manter a estrada meia boca, mas com a arrecadação que e feita poderia ser muito melhor, falta investimentos, melhorias, e principalmente um orgão fiscalizador.
  • Henrique Zucatelli  14/08/2015 21:03
    Tati, creio que seja nova aqui.

    O maior fiscal do mundo é o mercado. E entenda o mercado como eu e você. E é o livre mercado que faz as coisas serem boas, bonitas e baratas. A concorrência se encarrega disso.

    Se tiver a opção de escolher rodar em uma estrada perfeita ou em uma esburacada, você tomará a decisão mais sensata.

    O segredo para estradas lisas como seda é a desregulamentação, a liberdade para qualquer empresa comprar aquele pedaço e cuidar, ou no melhor dos mundos, qualquer empresa abrir uma estrada, ferrovia etc.

    Mais fiscalização significa mais funcionários Estatais olhando o trabalho que outros funcionários estatais deixam de fazer todos os dias.

    Na contra mão da lógica liberal está o Estado.
    No primeiro momento contratam uma montanha de gente com salários gordos, vários cargos incógnitos e comissionados.
    No segundo momento, depois de limpar o cofre, chamam algum compadre empresário para fazer um esquema, onde a obra vai custar o dobro e o político leva sua parte.
    No terceiro momento, vendo que a obra não fica pronta, estabelece órgãos fiscalizadores (mais gente sugando o dinheiro espoliado do contribuinte).
    No quarto momento, SE a obra ficar pronta, ela terá custado X vezes mais do que o normal, e funcionando pela metade.



  • Joao Girardi  14/08/2015 14:01
    Eu ouço muitas pessoas reconhecerem que o livre comércio é mais eficaz que o estado quando se referem a criação e distribuição de bens e serviços, mas dizem que o Estado devem se encarregar da criação e distribuição de serviços de saúde por ser um serviço essencial. Serviços de saúde são um bem econômico como qualquer outro, são escassos e portanto estão sujeitos as leis de oferta e demanda, não há desculpa para deixá-los nas mãos do Estado. O que mais me assusta é que eu já ouvi de alguns liberais isso, pensem no absurdo: você está prestes a deixar uma instituição que não é capaz de administrar um carrinho de churros administrar algo tão delicado quanto a sua vida.
  • Marco  14/08/2015 23:39
    Não é difícil entender um governo e dirigentes comunistas: são psicopatas ideia-fixa, consideram-se donos absolutos da verdade, truculentos, além de terem as mentes repletas de estrume marxista.
    Não têm planos de governo - apenas de poder - e no mais e como sempre, além de corruptos e incompetentes ao extremo, vivem de improvisações!
    Eleger os comunistas e instalar o diabo no poder é apenas questão de opção pessoal; tanto faz!
  • Victor Antunes  15/08/2015 12:52
    Enquanto isso: "Tcheco funda 'país livre' em terra de ninguém na Europa"

    noticias.terra.com.br/mundo/europa/tcheco-funda-pais-livre-em-terra-de-ninguem-na-europa,04deb2e38318c7f6be254b126cdaf99a22zxRCRD.html

    Será interessante ver o desdobramento disso...Tomara que a ideia dê certo e se propague!

    Algum milionário disposto a procurar uma terra de ninguém pelas fronteiras do Brasil pra fundar um país livre, sem esses burocratas infelizes que atrapalham a vida de todos???
  • Dalton C. Rocha  15/08/2015 17:47
    "Carlos Vital Tavares Corrêa Lima


    Programa Mais Médicos vem sendo eficaz?

    NÃO

    A verdade omitida

    As medidas governamentais improvisadas e, por consequência, provisórias, muitas delas editadas com nítido interesse eleitoral, como as que deram origem ou estimularam o consumo com uma pseudoinclusão social –sem investimentos em educação, tecnologia e infraestrutura– determinaram uma grave crise política, a volta da inflação e da recessão no país.

    A lei que instituiu o Mais Médicos decorre da aprovação legislativa de mais uma dessas medidas de exceção e desprovida de razão.

    Decorridos dois anos da implantação desse programa do governo com base em publicidade milionária e falaciosa, continuam as divulgações de dados estatísticos sob seus resultados, sem informações das metodologias utilizadas nas pesquisas, na tentativa de se evitar as críticas que possam tornar evidentes as suas inconsistências.

    Propaga-se, por exemplo, o maior controle de morbidades, como hipertensão arterial e diabetes, de modo paradoxal às conclusões emitidas pelo TCU (Tribunal de Contas da União) em seu relatório de auditoria sobre o Mais Médicos.

    Entre outros pontos levantados, o TCU constatou a fragilidade do sistema de supervisão e de tutoria do programa. Concluiu, por meio do cruzamento de informações, que dos 13.790 inscritos na época da verificação, 4.375 (31,73%) não possuíam supervisores indicados.

    Os auditores também revelaram que em 49% dos primeiros locais atendidos pelo programa com a chegada dos bolsistas, houve dispensa de profissionais anteriormente contratados pela rede pública. Assim, fica fácil de constatar que há menos médicos e menos saúde.

    Em nove meses, o total de médicos nessas localidades passou de 2.892 para 2.288. Ocorreu a diminuição no volume de consultas médicas em 25% dos municípios.

    Outras distorções ressaltam a precariedade do programa. Por exemplo, a lei nº 12.871/13 determina que até outubro de 2018 o governo dote as Unidades Básicas de Saúde com equipamentos e infraestrutura de qualidade. Contudo, é evidente que sem financiamento e gestão adequada essa meta não será atingida.

    O atual ritmo do Programa de Aceleração do Crescimento na área da saúde é indício dessa dificuldade do governo federal. Após quatro anos de seu lançamento, de 14.425 obras prometidas em Unidades Básicas de Saúde, mais de 2.100 sequer saíram do papel.

    De modo complementar, o corte de quase R$ 13 bilhões no orçamento do Ministério da Saúde, em 2015, compõe esse perverso ciclo, alimentado pela carência de recursos e pela descontinuidade de ações administrativas em Estados e municípios, além da leniência e da corrupção.

    Não se pode ignorar a falta de assistência à população em regiões longínquas e até em áreas metropolitanas. Portanto é natural que alguém se apresentando como médico e ouvindo as queixas dos pacientes faça surgir a esperança de atenção à saúde, que, no entanto, não se traduzirá em fatos concretos, em respostas efetivas, mas apenas em expectativas de caráter paliativo.

    Quando há incentivo e condições de trabalho não existe falta de médico no Brasil para ocupação dos postos de trabalho nestas regiões.

    O Estado precisa oferecer infraestrutura adequada para que o atendimento seja realmente eficaz e valorize recursos humanos nacionais, oferecendo aos médicos e às equipes multiprofissionais acesso à educação continuada, possibilidade de progressão funcional e remoções por mérito e tempo de serviço, no contexto de uma carreira de Estado.

    O país ganhará com essas medidas bem planejadas uma verdadeira assistência à dignidade, à saúde e à vida dos 150 milhões de brasileiros dependentes do SUS. Haverá mais médicos e mais saúde.


    CARLOS VITAL TAVARES CORRÊA LIMA, 65, é presidente do Conselho Federal de Medicina

    Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br > www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/229526-a-verdade-omitida.shtml

    "Arthur Chioro


    Programa Mais Médicos vem sendo eficaz?

    SIM

    Mais saúde para os brasileiros

    É inegável que os primeiros dois anos do programa Mais Médicos transformaram o acesso à saúde no país. Não foram mudanças meramente institucionais, existentes no papel e invisíveis ao cidadão. Foram transformações reais, palpáveis, que mudaram a vida dos brasileiros que mais precisam do SUS (Sistema Único de Saúde).

    Estamos falando de 63 milhões de brasileiros que agora encontram o médico no posto de saúde, fazem consultas, recebem tratamento adequado e conseguem resolver cerca de 80% de seus problemas de saúde, evitando complicações.

    Os 18.240 médicos do programa estão em mais de 4.000 municípios –sem distinção de partido a que pertencem seus prefeitos–, nos distritos indígenas, áreas quilombolas, periferias e outras regiões com dificuldades de manter o médico atendendo todos os dias. Uma verdadeira revolução no acesso e na universalização da atenção básica.

    Um dos primeiros indicadores do impacto do Mais Médicos é o maior crescimento do número de consultas. Nos municípios participantes houve um aumento de 33% em um ano, enquanto as cidades que não aderiram apresentaram crescimento de apenas 15%, segundo a Rede Observatório do Programa Mais Médicos –composta de 14 instituições, sendo 11 universidades.

    Esse aumento já se reflete no dia a dia dos prontos socorros e nas unidades de urgência e emergência. O cuidado diário na porta de entrada do SUS reduziu em 4% as internações nas cidades participantes, entre 2013 e 2014.

    O índice chega a 8,9% nos locais em que o Saúde da Família, com o Mais Médicos, cobre mais de 36% da população. A expectativa é que em 2015 mais de 110 mil brasileiros deixem de ser internados por causas sensíveis à Atenção Básica.

    Os dados nos mostram o que já havia revelado pesquisa da UFMG: os usuários de serviços com o Mais Médicos dizem ter atendimento todos os dias. Antes, essas cidades costumavam contar com médicos apenas duas, às vezes uma vez por semana. Centenas nem podiam contar com médico algum.

    Hoje essas pessoas podem ir ao posto de saúde em qualquer dia útil para serem atendidas. É por isso que 85% dos 14 mil entrevistados acham que a qualidade do atendimento está melhor ou muito melhor e dão nota oito para a iniciativa.

    Esses dois anos também trouxeram avanços importantes na melhoria da estrutura dos postos de saúde e na expansão da formação médica no país. O Ministério da Saúde tem repassado recursos para 91% dos municípios brasileiros construírem novas unidades e melhorarem a rede existente.

    No longo prazo, ganhou impulso a ampliação das vagas de graduação e de residência, de forma criteriosa, com qualidade e orientada para as necessidades do SUS. Das 11,4 mil vagas de graduação comprometidas pelo governo federal até 2017, 5.306 (46%) já foram autorizadas, e das 12,4 mil novas vagas para residência até 2018, já foram abertas 7.742 (62%).

    Esses resultados mostram que temos hoje um programa de sucesso. Apesar da forte resistência enfrentada no início, em grande parte motivada por perspectivas ideológicas e corporativas que ignoravam as verdadeiras necessidades da população, os interesses do povo brasileiro prevaleceram. Temos muito ainda a realizar, mas nos traz uma imensa satisfação ver o que, juntos, conseguimos concretizar até aqui.

    Agora, quem mais precisa do SUS encontra atendimento básico, efetuado por uma equipe completa de Saúde da Família, com a presença do médico. Um direito que até então era negado a cidadãos e cidadãs. Agora é feito de forma acolhedora, humanizada, fazendo a diferença na saúde dos brasileiros.


    ARTHUR CHIORO, 51, médico sanitarista e professor universitário, é ministro da Saúde" > www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/229528-mais-saude-para-os-brasileiros.shtml
  • Thiago Teixeira  15/08/2015 20:16
    Não consigo nem ler inteira a fala de um político... Putz...
  • Gunnar  17/08/2015 20:46
    Viram a última da França? g1.globo.com/natureza/blog/nova-etica-social/post/franca-aprova-artigo-de-lei-que-pune-empresa-que-praticar-obsolescencia-programada.html

    Primeiro a proibição do Uber, depois aquela lei dos alimentos perto da data de vencimento, agora isso. Essa porcaria caminha a passos largos para ir de Brasil a Venezuela da Europa.
  • anônimo  17/08/2015 23:08
    É só o bom e velho ranço anti-capitalista em ação.

    Em engenharia trabalha-se com trade-off. Em geral, novas funcionalidades ou antigas que funcionem de um modo melhor implicam em uma complexidade maior do projeto, mais peças e uma menor margem de variação dos parâmetros, fazendo com que a confiabilidade e robustez do produto caia. Ademais, essa 'obsolescência programada' pressupõe que já no presente conheça tudo que será inventado no futuro e que os métodos de fabricação também já existam, o que é um absurdo.

    Um celular lançado na era pré-Youtube jamais poderia rodar os vídeos em full-hd por streaming pois não havia rede pra isso, o processo de fabricação de processadores para sistemas embarcados da época dificilmente conseguiria produzir um que descompactasse um vídeo em 1080p em tempo real e, mesmo se conseguisse, a bateria acabaria em poucos minutos.

    No mais, a oferta de produtos cresceu de forma tão assustadora nos últimos anos ao mesmo tempo que o preço caiu que confiabilidade não é mais uma característica que o consumidor, em geral, procura sobretudo para produtos mais baratos. Produzir um celular que dure mais de 3 anos seria jogar dinheiro fora, na própria matéria cita o lixo eletrônico assumindo que tudo ali estragou. Eu, por exemplo, nunca tive um celular que parou de funcionar, troquei-os por pura vontade de ter um novo. No Japão é comum usar o celular por anos, muitos ainda usam aqueles de teclas, provavelmente durabilidade é algo demandado por lá.

    Mais especificamente sobre essa lei, parece-me espantoso usar o senso comum para embasar uma lei, daqui a pouco estaremos proibindo que a fila ao lado no supermercado ande mais rápido.

    Seria interessante um texto aqui no Mises sobre isso.
  • Carlos  19/08/2015 17:49
    Todo motorista de carro tem o direito de pagar o roubo do IPVA,taxa de licenciamento,seguro obrigatório, indústria das multas, inspeção veicular(que voltará no próximo governo), manutenção caríssima por conta dos impostos, na verdade no Brasil não existe a propriedade do automóvel, o que há é uma concessão governamental, ainda mais quando levamos em conta tudo que é mencionado no texto onde o motorista não tem nenhum direito, e cada vez mais está sendo restringido no uso do "seu" bem.
    Mas quanto a redução da velocidade, além do objetivo de multar e controlar é claro que o haddad quer que as bicicletas dividam as ruas com os carros e até tirem eles das ruas, o proprietário de automóvel só tem direito de pagar a conta.
  • Thiago Teixeira  20/08/2015 16:46
    E o principal ponto não é atacado, a responsabilizaçao e punição de quem faz m...
    Eita Brasil troncho!
  • Carlos  21/08/2015 12:32

    Exatamente, aquele que mata no trânsito não é punido, só aquele que bebeu uma cerveja e foi parado na blitz que paga dois mil de multa e tem seu carro apreendido.
  • Emerson Luis  08/12/2015 13:35

    " Desde 2013, faculdades de medicina não podem abrir vagas como desejarem ou como indicarem seus estudos de mercado. Precisam esperar que o Ministério da Educação abra editais e decida quais regiões têm carência de médicos e poderão abrir cursos."

    E o que impede alguém de cursar medicina em uma dessas faculdades em "regiões têm carência de médicos" e depois de formado se mudar para onde é mais profissionalmente promissor? Interventores são jênios!

    * * *


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