Mitos escandinavos: "impostos e gastos públicos altos são populares"

Há um grande número de mitos envolvendo os países nórdicos que simplesmente não resistem a uma análise mais detalhada.

Dentre estes mitos estão a ideia de que a alta expectativa de vida dos países nórdicos é decorrente de um setor público inchado; a ideia de que generosos programas públicos explicam, por si sós, os baixos níveis de pobreza nórdica; e o mito de que os países nórdicos são como aviões sem asa que desafiam a gravidade ao não serem negativamente afetados por altos impostos.

Não obstante esses mitos, há sim uma teoria de esquerda que os países nórdicos comprovaram ser correta: políticas social-democratas podem ser populares entre o eleitorado.

Embora os partidos social-democratas tenham recentemente perdido boa parte do apoio de que sempre desfrutaram (Dinamarca, Noruega e Finlândia hoje têm governos, respectivamente, liberais, conservadores e de centro [com uma coalizão de direita]), eles conseguiram dominar a política nórdica por um longo período de tempo.  

Por algum tempo, a Suécia ganhou a pecha de ser um estado formado por um só partido, dado que os Social Democratas detiveram o poder de maneira quase que consecutiva de 1932 a 2006 — período este interrompido por governos de centro-direita entre 1976 e 1982 e depois entre 1991 e 1994 (tendo sido este o governo que implantou as grandes reformas).

Para um observador externo, pode parecer surpreendente que o povo nórdico tenha repetidas vezes elegido governos que gostam de aumentar impostos.  A explicação simplista para esse fenômeno é a existência de apoio ideológico para políticas assistencialistas.

Entretanto, há também outro motivo que vale a pena ser examinado em maiores detalhes: o público em geral não está totalmente ciente do custo total, em termos de maiores impostos, gerado pela expansão do setor público.  Os políticos foram bem-sucedidos em criar uma ilusão fiscal: os atuais níveis elevados de tributação não teriam sido aceitos pela população caso essa tributação houvesse sido feita de maneira mais direta e transparente.

Antes de as políticas terem se radicalizado ao final da década de 1960, a carga tributária nos países nórdicos era de aproximadamente 30% do PIB — valor muito próximo ao de outros países desenvolvidos.  À época, todo esse fardo tributário era bastante visível, pois a maior parte da tributação se dava por meio de impostos diretos, os quais apareciam no contracheque dos empregados.

Ao longo do tempo, uma fatia cada vez maior da tributação passou a ser arrecadada por meio de impostos indiretos.  Estes são bem menos visíveis para os que arcam com eles, uma vez que tais impostos ou são cobrados antes de o salário ser formalmente pago ao empregado, ou já estão incluídos nos preços dos bens de consumo.

A Finlândia é um exemplo bem interessante dessa política.  A carga tributária do país foi de 30% do PIB em 1965.  Os impostos indiretos, tanto na forma de VAT (imposto sobre o valor agregado, essencialmente um imposto sobre vendas) quanto de contribuições compulsórias para a previdência social, equivaliam a 25% da tributação total. 

Já em 2013, a carga tributária total já havia aumentado para 44% do PIB, sendo que metade disso estava na forma de impostos indiretos (ou, utilizando um termo mais apropriado, impostos ocultos).

Como mostra o gráfico abaixo, os governos finlandeses financiaram a expansão do setor público por meio da elevação dos impostos indiretos (ocultos), e não por meio da elevação dos impostos diretos (visíveis). 

Impostos ocultos e visíveis na Finlândia (como porcentagem do PIB)

20150806_nima1.png

Gráfico 1 - Finlândia: a linha vermelha mostra a evolução dos impostos indiretos (VAT e previdência social); a linha verde mostra a evolução dos outros impostos (diretos); a a linha azul são os impostos totais.  Fonte: base de dados tributária da OCDE e cálculos próprios.

Já a Dinamarca seguiu um caminho em que tanto os impostos ocultos quanto os visiveis foram elevados

Impostos ocultos e visíveis na Dinamarca (como porcentagem do PIB)

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Gráfico 2 - Dinamarca: a linha vermelha mostra a evolução dos impostos indiretos (VAT e previdência social); a linha verde mostra a evolução dos outros impostos (diretos); a a linha azul são os impostos totais.  Fonte: base de dados tributária da OCDE e cálculos próprios.

Já na Noruega e na Suécia, os impostos visíveis são hoje menores do que eram na década de 1960, muito embora a carga tributária total seja consideravelmente maior. 

Como pode ser visto no gráfico abaixo, resta claro que os governos de ambos os países seguiram uma estratégia baseada em substituir a receita oriunda de impostos visíveis pela receita oriunda de impostos ocultos.

Consequentemente, embora o trabalhador comum esteja pagando cada vez mais para o governo, os contracheques desse mesmo trabalhador mostram, enganosamente, uma redução na tributação.

Impostos ocultos e visíveis na Noruega (como porcentagem do PIB)

20150806_nima3.png

Gráfico 3 - Noruega: a linha vermelha mostra a evolução dos impostos indiretos (VAT e previdência social); a linha verde mostra a evolução dos outros impostos (diretos); a a linha azul são os impostos totais.  Fonte: base de dados tributária da OCDE e cálculos próprios.

Impostos ocultos e visíveis na Suécia (como porcentagem do PIB)

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Gráfico 4 - Suécia: a linha vermelha mostra a evolução dos impostos indiretos (VAT e previdência social); a linha verde mostra a evolução dos outros impostos (diretos); a a linha azul são os impostos totais.  Fonte: base de dados tributária da OCDE e cálculos próprios.

Em outras palavras, com a exceção da Dinamarca, o aumento na tributação se deu integralmente por meio de um aumento na tributação indireta (oculta).

Isso está totalmente de acordo com as previsões sobre "ilusão fiscal" feitas pelo economista italiano Amilcare Puviani, ainda em 1903.  Puviani explicou que os políticos têm todos os incentivos para ocultar o real custo do governo, e o farão recorrendo cada vez mais a impostos indiretos e cada vez menos a impostos diretos.  Como consequência disso, afirmou Puviani, o público irá subestimar o verdadeiro custo das políticas adotadas.

Desta maneira, é possível criar a ilusão de que um setor público em contínuo inchaço beneficia indivíduos e famílias ao mesmo tempo em que custa menos do que de fato custa.  Na prática, em vez de financiar o estado por meio de sua declaração de imposto de renda, o indivíduo financia o estado cada vez que vai ao supermercado comprar comida ou ao shopping comprar roupas.

O Nobel James Buchanan e outros estudiosos desse fenômeno explicaram que é mais fácil para os políticos elevarem impostos ocultos e indiretos do que impostos visíveis e diretos.

É por isso que não deveria ser surpresa nenhuma constatar que aqueles que defendem uma maior carga tributária optaram por seguir uma estratégia similar à dos países nórdicos.  A ONG esquerdista Roosevelt Institute, dos EUA, recomenda abertamente a adoção de "impostos menos visíveis, os quais os americanos têm mais probabilidade de apoiar".

A própria reforma do sistema de saúde americano, o Obamacare, representa uma forma de tributação indireta — por meio de um sistema extremamente complexo — que é ainda mais difícil de ser percebida pelo cidadão comum do que o sistema adotado nos países nórdicos.

Em qualquer país do mundo — seja nos EUA ou Reino Unido [N. do E.: no Brasil, essa sempre foi a tática] —, a adoção e o aumento de impostos menos visíveis é um caminho muito mais fácil para aumentar a carga tributária do que elevar os impostos visíveis. 

[N. do E.: é sempre bom ressaltar que, segundo o site Doing Business, nas economias escandinavas, você demora no máximo 6 dias para abrir um negócio (contra mais de 130 no Brasil); as tarifas de importação estão na casa de 1,3%, na média (7,9% no Brasil); o imposto de renda de pessoa jurídica é de 25% (34% no Brasil); o investimento estrangeiro é liberado (no Brasil, é cheio de restrições); os direitos de propriedade são absolutos (no Brasil, grupos terroristas invadem fazendas e a justiça os convida para um cafezinho); e o mercado de trabalho é extremamente desregulamentado.  Não apenas pode-se contratar sem burocracias, como também é possível demitir sem qualquer justificativa e sem qualquer custo.  E tudo com o apoio dos sindicatos, pois eles sabem que tal política reduz o desemprego.  Não há uma CLT (inventada por Mussolini e rapidamente copiada por Getulio Vargas) nos países nórdicos.]

Eis aí uma lição que a esquerda mundial pode realmente aprender com os nórdicos [e com o Brasil].

Mas, é claro, a questão permanece: não seria muito mais moral e ético ter um sistema honesto, em que as pessoas saibam exatamente quanto estão pagando pelo governo?

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Leia também:

Aumentar impostos sobre os ricos e sobre os lucros é uma medida economicamente destrutiva

O imposto sobre as grandes fortunas e os baixos salários no Brasil


1 voto

SOBRE O AUTOR

Nima Sanandaji


O estado matou a liberdade dos açougues em prol dos empresários corporativistas

Há dez anos havia uma predominância muito maior de açougues de bairro. Eram comércios na maioria das vezes confiáveis e a procedência das carnes normalmente não era tão duvidosa quanto a vendida no supermercado.

Geralmente os donos desses açougues eram pais de família que manipulavam a carne com certo rigor, contratavam gente da vizinhança pra dar aquela força no comércio, faziam o bom e velho fiado pra quem não podia pagar na hora, enfim, era um tempo onde havia maior proximidade entre os produtos de consumo e o consumidor.

Mas eis que apareceu o governo e suas "bondades". E aí o açougueiro foi para o abismo com uma série de taxações, regulações, decretos, portarias, leis inúteis, legislações pesadas e tudo o mais necessário para acabar com um negócio promissor e confiável sob a desculpa de proteger os clientes daquele "malvadão" que – absurdo! – quer trabalhar e lucrar com o comércio de carnes.

E são tantas regras "protecionistas" que, sabendo da impossibilidade dos donos em cumpri-las de forma plena, os fiscais do governo se aproveitam da situação para caçar "irregularidades" como "a cor da parede", pedindo aquele salário mínimo para assinar o alvará de funcionamento.

Enquanto isso, o estado isentou as grandes empresas de impostos e multas sempre que possível, bem como das regras sanitárias que o açougueiro da esquina tem que cumprir. Enquanto o dono do açougue do bairro era impedido de obter uma mísera linha de crédito para investir em seu negócio, o governo fornecia uma gorda verba para as grandes empresas por meio do BNDES.

E veio o período maquiavélico de "aos amigos os favores, aos inimigos a lei", onde não há nada que impeça as grandes empresas. As dívidas caíam de 1 bilhão para 320 milhões, a "fiscalização" sanitária se tornou aliada e o Ministério da Agricultura passou a conceder seus selos livremente para os amigos do governo. Claro que isso teve um custo, pago com aquela verba pra campanha eleitoral para "resolver" tudo.

E o resultado não poderia ser diferente: nos baseando na confiança em um selo estatal e no sorriso técnico do Tony Ramos afirmando que "carne confiável tem nome!".

O corporativismo, ou seja, a aliança entre estado e grandes empresários, nos trouxe resultados deploráveis. Mas o malvado continua sendo o seu José da esquina, aquele que queria vender suas carnes e terminou fechando por excesso de burocracia estatal. Enquanto isso, os corporativistas da JBS, BRF e companhia cairão no esquecimento em breve.

O corporativismo brasileiro é um desastre sem fim.
Prezado Paulo, você reclama que teve emprego e salário, mas não ganhava tanto quanto os funcionários mais antigos e experientes. Você foi contratado a um salário menor e achou isso injusto. Queria já chegar ganhando o mesmo tanto que funcionários melhores e mais experientes, que já estavam lá há anos. É isso mesmo?

Não posso acreditar.

Outra coisa: você teve salário e emprego (e ainda teve plano de saúde!) graças à possibilidade de terceirização. E se fosse proibida a contratação de terceirizados? Será que você teria tido esse emprego e esse salário? Será que você sequer teria tido essa chance?

Desculpe, mas parece que você está cuspindo no prato que comeu. Você teve emprego e renda (e plano de saúde!) graças a uma liberdade de contrato, e agora vem dizer que essa liberdade foi ruim para você? Bom mesmo seria se o mercado de trabalho fosse restrito. Aí sim você já seria contratado como presidente...

É interessante como você parte do princípio de que o mundo não só lhe deve emprego e renda (e plano de saúde!), como ainda lhe deve um emprego extremamente bem-remunerado imediatamente após a contratação (você já quer entrar ganhando o mesmo tanto que os funcionários mais antigos e experientes).

De fato, ainda estamos deitados em berço esplêndido. Aqui todo mundo só quer saber de direitos.


P.S.: ainda no aguardo de você responder à pergunta do Leandro (a que aparentemente te deixou assim tão zangado): a terceirização nada mais é do que permitir que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?
Esse comentário não faz o menor sentido. Vc usa a linguagem jurídica e estatal para condenar pessoas, mas sem nenhum processo. Ter um cargo publico não pode ser crime no regime atual. Se vc se revelasse seria claramente processado por calunia e difamação. Pois não crime sem lei que o prescreva. Que é isso? Os libertários querem se unir aos marxistas para ditar regras de moral ao mundo. A existência de um aparato que extorque e atrapalha o desenvolvimento da população, pode ser imoral mas não pode ser considerado crime no sistema atual. Tente convocar uma assembleia constituinte libertaria e acabe com o sistema atual e talvez no seupais seja crime. Como podemos responder por crimes, contra uma legislação ideológica que ignoramos, que não aprendemos nem em casa e nem na mídia. Embora os recursos da receita federal sejam usados de ma fé, isso não faz da sua existência um crime. Antes de tudo existe um regulamento, produzido pelo consentimento da sociedade que prevê a existência daquele órgão. Pelo seu ponto de vista todas as pessoas são criminosas porque o estado não tributa tudo, mas regulamenta tudo. Então para ser um libertário coerente eu teria que cancelar meu CPF, abrir mão de todo beneficio estatal que veio parar nas minhas mão, mesmo sem que eu ferisse ninguém, renunciar minha cidadania brasileira, o que mais. Resumindo ter pessoas que respeitem os direitos civis e as liberdades individuais dentro do estado, é bem melhor do que ficar se gabando e massageando o próprio ego dizendo pra todo mundo, olha só nós estamos certo, todos vocês são ladroes, sem fazer nada pela liberdade.
Se há custos trabalhistas artificialmente altos e estes puderem ser reduzidos, então eles serão reduzidos.

Se uma empresa opera com custos trabalhistas artificialmente altos -- por imposição do governo -- e estes custos podem ser reduzidos -- porque há outros trabalhadores dispostos a fazer mais por menos --, então eles serão reduzidos.

Se a empresa não fizer isso, então ela estará -- por definição -- operando de forma ineficiente. Ele não durará muito. Com efeito, essa empresa só irá durar se operar com uma reserva de mercado garantida pelo governo. Aí sim. Excetuando-se isso, ela estará queimando capital e comprometendo sua capacidade de investimento e expansão no futuro. Será rapidamente abarcada pela concorrência.

No mais, é interessante notar que as pessoas querem livre concorrência para tudo e todos, menos para elas próprias. Todos nós queremos competição entre empresas para que haja produtos melhores e preços menores, mas não queremos competição para o nosso emprego. Quando a concorrência chega até nós, queremos que políticos criem leis que garantam nossa estabilidade. Agora, querem até proibir empresas de contratar outras pessoas que não nós mesmos. Há totalitarismo maior do que esse?

Vale ressaltar o óbvio: essa lei da terceirização nada mais é do que uma permissão para que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente -- por favor, me digam -- seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?
Ei, Marcelo Siva, quer falar de escravidão? Vamos lá (aliás, é hora de você começar a responder perguntas, como todos fizeram com as suas):

Quem é que adota políticas -- como déficits orçamentários e expansão do crédito via bancos estatais -- que destroem o poder de compra do dinheiro, perpetuando a pobreza dos mais pobres?

Quem é que, além de destruir o poder de compra do dinheiro -- gerando inflação de preços -- ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial, com isso impedindo duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para barracões, favelas e outras áreas com poucas expectativas de vida?

Quem é que impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo?

Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, gera desemprego, estimula a informalidade e impede que os salários sejam maiores?

Quem é que confisca uma fatia do salário do trabalhador apenas para que, no futuro, quando este trabalhador estiver em situação ruim, ele receba essa fatia que lhe foi roubada de volta (e totalmente desvalorizada pela inflação)?

No aguardo das suas respostas.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2383

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Ricardo G  10/08/2015 14:26
    Excelente artigo!

    Alguém tem dados sobre os impostos no Brasil? Quantos % são diretos e quantos são indiretos?

    Obrigado.
  • Marques  10/08/2015 14:47
    Números de 2014:

    Imposto de Renda: $ 309,14 bilhões

    Todos os outros impostos federais (IPI, IOF, COFINS, CSLL, PIS/PASEP, II, Cide, previdência e outros): $ 878,8 bilhões.

    www.bcb.gov.br/pec/Indeco/Port/ie4-08.xls


    IMPORTANTE: os números acima são apenas para o governo federal. Para valores estaduais e municipais você terá de ir atrás de cada estado e cada cidade.
  • Tiago RC  10/08/2015 15:02
    Acho que seria correto acrescentar a arrecadação do INSS como um imposto federal. Na prática é um imposto: o governo arranca teu dinheiro e, se você tiver sorte, te dará um "serviço" no futuro. Só que no caso do INSS, parte dele é visível no contracheque, parte só o patrão vê.

    Mesmo sem ver os dados tenho quase certeza que no caso dos estados, a situação pode ser ainda mais pro lado dos indiretos, já que o ICMS é de longe a principal arrecadação destes. O IPVA seria o único imposto direto nesse nível que eu me lembro, e não é tão significativo.

    Municípios talvez usem mais impostos diretos, já que a principal arrecadação desses vem do IPTU.
  • Marques  10/08/2015 15:08
    Mas o INSS está considerado nos cálculos acima. Veja de novo. E veja a planilha do Excel. É bem simplezinha.
  • Tannhauser  10/08/2015 15:34
    Notei conflito de dados da receita de 2014 divulgada na mídia e a exposta na planilha.

    Arrecadação Federal Abril/2014 (mídia): R$ 114 Bilhões
    Arrecadação Federal Abril/2014 (Planilha): R$ 105 Bilhões

    Além disso, a notícia conclui, com base nos dados divulgados, que houve queda na arrecadação no ano de 2015 (R$ 109 Bi), quando comparado a 2014 (R$ 114 Bi).

    Não postarei a notícia aqui. Busque no Google por "Arrecadação federal tem pior mês de abril em cinco anos".

    Quais dados estão corretos? Seria devido ao regime de caixa e de competência?

  • Marques  10/08/2015 16:15
    Você pode comparar com os dados daqui, que são ainda mais completos (pois levam em conta outras fontes adicionais de arrecadação:

    www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/352024/RCL.xls/48cdb9f6-2108-48ad-8620-514bb46fc29f

    Por esses números, de fato houve queda em abril de 2015 em relação a abril de 2014.
  • Tannhauser  10/08/2015 19:35
    Realmente, pela nova planilha houve redução na receita no mês de abril.

    No entanto, comparando o 1º semestre, houve aumento da arrecadação no ano de 2015 em relação a 2014.

    Achei um pouco estranho, pois segundo a Globo.com haveria queda da arrecadação.

    Alguém sabe explicar essa incongruência?
  • Andre  10/08/2015 21:20
    não é a comparação entre receita real x receita nominal? Para comparar a receita entre dois anos, tem que se levar em conta a inflação, não?
  • Yuri  10/08/2015 21:43
    Houve queda de arrecadação em termos reais. Se a arrecadação subir menos que a inflação do período, ocorre queda.

    Quanto ao percentual de tributos diretos x indiretos, no Brasil o quadro é o seguinte:

    A União é sustentada basicamente pelo IR (direto) e pelo IPI (indireto)

    Os Estados são sustentados pelo ICMS (indireto), correspondendo a mais de 90% da receita.

    A maioria dos municípios é sustentada por repasses da União e dos Estados. Os maiores municípios (grandes capitais como SP, RJ, BH, Fortaleza, Recife, Salvador etc) têm como principal fonte de receitas o ISS (indireto). As fontes secundárias são o IPTU e o ITBI. O maior repasse aos municípios é geralmente o percentual de ICMS dos Estados que eles têm direito.


    No Brasil, o IVA é dividido em 3 impostos = IPI (União, setor industrial) + ICMS (Estados, setor industrial e comercial) + ISS (Municípios, setor de serviços). O IVA é a parte "indireta" da tributação.

    Então nosso país é um misto de tributos diretos e indiretos, sendo que os diretos representam a maior fatia da arrecadação, visto que a União é o ente com maior recurso, disparado, e sua receita é boa parte formada pelo IR.

  • Eric TStocchero  10/08/2015 14:57
    No Brasil é tão escondido que foi criado o sistema tributário mais complexo do mundo. Muitas vezes nem as empresas sabem quanto devem arrecadar e para isso já existe até a ferramenta de consulta fiscal ao fisco estadual, municipal e federal.
  • Anderson  10/08/2015 15:39
    E com isso é preciso contratar mais funcionários para trabalhar nessa área tributária (advogados, contadores...).
  • anônimo  10/08/2015 15:16
    Concordo que esconder é desonesto, mas não apoio o que pode ficar subentendido por esse artigo ("impostos diretos são menos piores"). Talvez não tenha sido intenção do autor deixar essa implicação, mas enfim, o texto abre espaço para essa interpretação.

    A melhor jurisdição do mundo no que concerne impostos, as Ilhas Cayman, não cobra nenhum imposto direto. E não são os únicos. Todos os paraísos fiscais "classe A" funcionam assim, com nenhum ou quase nenhum imposto direto - e quando têm algum imposto direto, é sobre bens/imóveis tipo IPTU, não sobre renda ou riqueza (ex: Bahamas).

    Impostos sobre renda/riqueza são nocivos em múltiplos sentidos. O estado tem que saber quanto você ganha/possui para poder tributar sua renda/riqueza. Isso por si só é perigoso, e cria um governo que passará por cima de diversos direitos básicos apenas para poder garantir essa fonte de renda. Vide até onde os EUA estão indo com essa história de FATCA, todas as violações à privacidade financeira em nível mundial etc.
  • Antônimo  10/08/2015 16:14
    "Concordo que esconder é desonesto, mas não apoio o que pode ficar subentendido por esse artigo ("impostos diretos são menos piores")."

    Essa sua frase entre aspas não está, em momento algum, nem sequer subentendida no artigo. Por favor, pare de calúnias baratas.

    "Talvez não tenha sido intenção do autor deixar essa implicação, mas enfim, o texto abre espaço para essa interpretação."

    Só de sua parte.

    "Impostos sobre renda/riqueza são nocivos em múltiplos sentidos. O estado tem que saber quanto você ganha/possui para poder tributar sua renda/riqueza."

    Era só o que faltava: querer atribuir a este site a defesa de impostos sobre a renda, quando há vários artigos (destaco este e este) falando justamente o contrário.
  • Tiago Moraes  10/08/2015 22:05
    Amigo, a essência do texto é mostrar como foi possível para os países nórdicos elevarem tanto suas Cargas tributárias. Isso foi feito através da manutenção dos impostos diretos estáveis, concomitante a uma expansão substantiva dos impostos indiretos. E a explicação dada pelo texto é que o contribuinte não consegue enxergar que está pagando impostos indiretos. É apenas isso que o texto fala, essencialmente, não há, em nenhuma linha dele, uma defesa a tributação direta.
  • Thiago Teixeira  10/08/2015 15:20
    O Estado é uma máfia sutil...
  • Subtil  10/08/2015 17:21
    Sutil como um elefante numa loja de cristais.
  • NICHOLAS BURGOS RIBEIRO  10/08/2015 15:36
    É muito interessante tudo isso.

    No domingo, 09 de agosto de 2015, ao pegar uma passagem de ônibus leito de São Paulo para o Rio de Janeiro, deparei-me com os seguintes absurdos:

    Preço da Tarifa Normal : R$149,65
    Pedágio : R$10,23
    Taxa de embarque : R$5,12
    ___________________________________
    Total da Tarifa : R$165,00

    Valor do ICMS (12%) : R$19,80
    Valor de outros impostos: R$54,45

    Considerando apenas os impostos e sobre o valor total, teremos o valor de 45% só de impostos, o que já é uma excrescência.

    Nicholas Burgos Ribeiro
  • Yuri  10/08/2015 21:47
    Sim sim...

    é que eles estão considerando as contribuições federais na passagem.

    Essa é uma das provas de que aumentar o IR dos ricos não é benéfico aos pobres, como já escrito aqui.

    O custo da tributação é sempre somado para definir o peso do Estado e esse peso sempre recai sobre quem tem menos recursos.

    Quem quiser beneficiar o pobre, tem que lutar pela redução da carga tributária e não pelo aumento.
  • Anderson  10/08/2015 15:37
    Interessante, eu tinha lido um artigo do IMB, ontem (eu acho), sobre os países nórdicos (Suécia, especificamente), e, diga-se de passagem, um excelente relato. É esse aqui: mises.org.br/Article.aspx?id=113#acNew




  • bruno  10/08/2015 16:22
    Conversa com o autor do texto:

    Scandinavian Socialism: Dangers of the Welfare State
    www.youtube.com/watch?v=D0hnA341AWE

    O cara realmente acha que é possível controlar esse monstro de Welfare State
  • IRCR  10/08/2015 16:54
    Leandro,

    Saberia dizer se na Dinamarca onde o BC atua como uma CB com Euros, o governo se financia com emissão títulos públicos comprados com operação open market ?

    Tens alguma estatística sobre tal questão para os outros países ?
  • Leandro  10/08/2015 18:09
    "Saberia dizer se na Dinamarca onde o BC atua como uma CB com Euros, o governo se financia com emissão títulos públicos comprados com operação open market ?"

    O Banco Central da Dinamarca, embora mantenha uma política de câmbio semi-fixo (o câmbio não é fixo, como pode ser visto aqui) em relação ao euro, mantém todas as características de um Banco Central: faz operações de mercado aberto, compra títulos do sistema bancário, gera liquidez, determina juros etc.

    Não é um Currency Board.

    Adicionalmente, o governo dinamarquês emite títulos como qualquer outro governo. A dívida pública do governo dinamarquês está em 45% do PIB.


    P.S.: há uma incorreção técnica na sua frase. Títulos emitidos pelo Tesouro são comprados no mercado primário (que não é open market). Open market refere-se ao mercado no qual o Banco Central compra os títulos do Tesouro que já foram comprados pelo sistema bancário e que estão em posse do sistema bancário.
  • IRCR  10/08/2015 22:00
    Leandro,

    Obrigado. Mas esse regime não seria bem parecido com o brasileiro da década de 90 ? BC com cambio semi fixo ?
    Não haveria algum risco do BC dinamarquês sofrer algum ataque especulativo ?
  • Leandro  10/08/2015 22:17
    Enquanto o BC mantiver reservas maiores que a base monetária, e enquanto a taxa básica de juros do Banco Central Europeu for igual ou menor que a taxa básica de juros do Banco Central da Dinamarca, de tal arranjo se mantém tranquilamente.

    E os dados mostram que é exatamente isso o que ocorre.

    M0: 59,2 bilhões

    Reservas: 627 bilhões
  • IRCR  11/08/2015 01:59
    Leandro,

    Okay. Usar o M0 é a melhor métrica ? (pq não o M1 ou M2). Mas as reservas do Brasil não eram maiores que o M0 na época ? e a taxa de juros aqui não era maior que do FED ?
  • Leandro  11/08/2015 02:11
    "Usar o M0 é a melhor métrica ?"

    Para um Currency Board, é a necessária. Para um Banco Central que segue uma política de câmbio atrelado, é a mínima.

    "pq não o M1 ou M2"

    Se as reservas cobrirem M1 e M2, tanto melhor.

    "Mas as reservas do Brasil não eram maiores que o M0 na época ?"

    Muito pouco. As reservas começaram a desabar fortemente e, antes de chegarem a um valor crítico, o BC preferiu liberar o câmbio. O arranjo já havia se tornado insustentável pelos motivos explicados sucintamente aqui e mais detalhadamente aqui.

    "e a taxa de juros aqui não era maior que do FED?"

    Sim, mas qual era o contexto mundial? A crise asiática no segundo semestre de 1997 havia gerado fortes desvalorizações no baht tailandês, no novo dólar taiwanês, na rúpia indonésia, no ringgit malaio, no won sul-coreano, no peso filipino e no dólar cingapuriano. O dólar de Hong Kong, que opera sob um Currency Board, havia sido o único que conseguiu manter sua taxa de câmbio intacta.

    Depois, em agosto de 1998, a coisa voltou a degringolar. A Rússia entrou em crise financeira, e o governo russo anunciou uma forte desvalorização do rublo seguida de uma moratória. Adicionalmente, a retomada dos confrontos na Chechênia e o início de uma nova guerra entre os separatistas e o governo russo pioraram ainda mais o humor dos investidores estrangeiros, que ainda estavam abalados pela crise asiática. Houve uma maciça fuga para o dólar.

    Com a crise russa, Hong Kong voltou a ser atacada por especuladores. Mas a âncora cambial se manteve. Com isso, o Brasil se tornou a bola da vez. Especuladores e investidores desconfiavam que o Banco Central não fosse capaz de manter sua política de venda de dólares a fim de manter o câmbio relativamente inalterado (na Ásia, apenas Hong Kong havia obtido sucesso). O crescente endividamento do governo prenunciava calotes. Temerosos quanto a este calote e quanto a uma iminente desvalorização do real, investidores estrangeiros começaram a tirar seus dólares do Brasil. Paralelamente, os especuladores também atacaram.

    O Banco Central brasileiro vendeu maciçamente os dólares de suas reservas internacionais, em uma tentativa desesperada de manter o câmbio. US$34 bilhões foram queimados apenas para evitar que o câmbio se alterasse mais acentuadamente (algo nada bom às vésperas de uma eleição presidencial).

    Jamais desconsidere o contexto dos eventos econômicos.
  • IRCR  11/08/2015 18:03
    Leandro,


    Obrigado novamente. No mais, caso a Dinamarca sofresse um cenário similar desses, seu arranjo poderia ruir ? ou conseguiria aguentar firme como em HK na época ?
  • Carmen Sandiego  10/08/2015 17:04
    Qual seria a diferença entre países nórdicos e países escandinavos?
  • Acme  10/08/2015 17:32
    Tecnicamente, países nórdicos incluem Groenlândia, Ilhas Faroe e Islândia.
  • Lucas Braga  10/08/2015 17:40
    Escandinávia é uma região geográfica. Por extensão, pode ser usada para se referir à Islândia, Groenlândia e Faroe.


    Quando se refere aos países nórdicos, o que está em questão é a etnia.
  • Niklas Persson  15/08/2015 03:20
    Finlandia NAO vem a ser considerada Escandinavia, pelo menos os suecos sabem que finlandeses sao apenas nordicos, mas com aquele idioma horrivel, sangue misturado com eslavo e olhos muitas vezes puxados...finlandeses nao sao escandinavos!
  • Ana Magalhães  19/01/2016 14:41
    Será que o IDH destas países também é ilusório?

    Os números que vemos nas estatísticas estão sendo maquiados também, para dar a impressão que estes países estão em boa situação, quando na verdade não estão?

    Depois de ler este artigo, fico com dúvidas. Alguém que já tenha viajado até lá poderia fazer um relato?
  • Tiago Moraes  16/08/2015 10:32
    Não amigão, é exatamente o contrário.O termo "países nórdicos" é que se refere a fatores geográficos (Europa Setentrional). Enquanto que o termo "Escandinávia" faz referência a povos nórdicos cuja história e origens étnicas são comuns. São os casos de Suécia, Noruega e Dinamarca. Quando se fala em Escandinávia, a referência passa a ser restrita esses três países.
  • Fernando  10/08/2015 18:33
    Tributar os ricos não vai resolver o problema. Isso pode ser chamado de imposto da inveja. Prejudicar quem produz, quem faz inovações e corre riscos no mercado, vai destrói a economia.

    Nós vivemos uma tributação aloprada. Agora o governo quer mudar o icms. Os governos estaduais querem dividir o imposto entre origem e destino.

    O icms vai virar um imposto de importação dentro do país, para mercadorias que circulam entre estados.

    Depois que fizerem isso, podem esperar, vai ter prefeito querendo receber imposto de alguém que compra um carro no municício vizinho, ou compra alguma coisa pela internet em uma cidade que está no mesmo estado, etc. Esse icms vai virar um imposto de importação dentro do mesmo país. Aí será o perfeito manicômio tributário, onde as empresas precisaram entrar em contato com as secretarias da fazenda de todos os estados e quem sabe de todos os municípios.

    Ou seja, essa concentração de impostos em Brasília não serviu pra nada e querem vandalizar ainda mais o sistema tributário. É a teoria do caos, onde ninguém briga por concentração de impostos em Brasília e ainda querem zoar ainda mais a arrecadação nos estados.

    Enfim, esse país é o campeão em colocar barreiras para quem quer trabalhar.








  • João Marcos Toledo Theodoro  10/08/2015 19:35
    Seria moral e ético apenas se não existisse imposto algum.
  • Alexandre  10/08/2015 19:56
    Eu concordo que a CLT onera o empregador, ilude o empregado e sustenta políticos demagogos. Por outro lado, como estes países sem leis trabalhistas nos moldes da CLT se regulam as relações de trabalho no sentido de evitar abusos, expor o trabalhador ao perigo não fornecendo EPIs, etc, ou seja, normas sobre segurança, saúde, etc?
  • Magno  10/08/2015 20:14
    Pergunte aos cidadãos da Áustria, da Alemanha, da Dinamarca, da Suécia, da Noruega, da Dinamarca, da Finlândia, da Islândia, da Itália, de Liechtenstein, de Cingapura, da Suíça e de vários outros.

    Não há salário mínimo nesses países.

    https://en.m.wikipedia.org/wiki/List_of_minimum_wages_by_country

    Como resolver pendengas? Utilizando a instituição clássica dos contratos. Houve quebra de contrato? Promessas não foram cumpridas? Sistema judiciário.

    Simples e efetivo. Não precisa de Sarney, Dilma, Renan, Collor ou Cunha para decidir nada.

    Assombroso, não?
  • anônimo  10/08/2015 23:24
    Uma das melhores formas de evitar abusos é não abusando, sem a CLT o estado não comete um abuso contra o trabalhador, me parece bem mais efetivo
  • Peter  10/08/2015 20:40
    Os países escandinavos não são social democracia, isso é um dos maiores erros propagado.

    Esse países são uma combinação de estado assistencialista com liberalismo econômico. Possuem excelentes índices de liberdade econômica, são abertos comercialmente e carregam moedas fortes. Isso somado a políticas assistencialistas.

    Já a social democracia é definida como um modelo que inclui o estado assistencialista e uma economia regulado (Brasil?), além, claro, do sistema democrático.

    Vocês, do IMB, deveriam começar a corrigir esse erro tão propagado.
  • LegDf  11/08/2015 15:31
    Se os recursos dos programas assistenciais do governo vem de uma redistribuição forcada de capital privado para o estado, um dia o país vai quebrar. O estado não gera riqueza, precisa tributar as empresas e trabalhadores. A medida que essa tributação aumenta, as empresas perdem a capacidade e investir e gerar empregos.
    Sei não, mas eu acho que estado assistencialista não combina com liberalismo economico.
  • Peter  11/08/2015 20:15
    LegDf, a redistribuição é parcial, e os estados escandinavos não só suportam como ainda crescem. Não estou defendendo este modelo, até porque eles contam com um setor privado já rico e livre.

    E sim há liberalismo econômico, pelos motivos já citados acima. E é justamente o liberalismo que permite não só o estado assistencialista, mas também o bom padrão de vida dos escandinavos.
    É importante entender isso para não cair da mentira de que os países escandinavos são socialistas ou social-democratas.
  • Leandro  11/08/2015 20:59
    Enquanto a taxa de criação de riqueza for maior do que o confisco dessa riqueza (e consequente destruição dela pelo governo), a sociedade continuará enriquecendo.

    Se uma sociedade for extremamente produtiva, de modo que ela consiga produzir cada vez mais com a mesma quantidade de insumos e mão-de-obra, então ela consegue aguentar níveis crescentes de tributação.

    Já se a tributação crescer no mesmo ritmo do aumento da produtividade, então a riqueza da sociedade fica estagnada.

    Já se a tributação crescer a um ritmo mais alto do que o aumento da produtividade, então a sociedade empobrece.

    Os nórdicos estão transitando do primeiro para o segundo estágio. O Brasil já está no terceiro.
  • LegDf  12/08/2015 01:37
    Pelo que se ver com esse tipo política, o estado assistencialista um dia acaba crescendo mais que a economia. O que os esquerdistas querem é manter os seus cargos e salários, eles tendem a usar o assistencialismo e os cargos públicos como barganha política. Quem paga isso tudo é o capital privado. Não é atoa que nesses estados escandinavos, o governo está aumentando apenas os impostos ocultos. Agora é só descer ladeira abaixo.
  • Leonardo  10/08/2015 20:59
    Leandro ou quem dispuser das informações,

    No trabalho de disseminação das idéias libertárias, os escandinavos sempre são evocados como contra exemplos. O que costumo argumentar, baseado em textos que já li por aqui, é de que a política assistencialista é razoavelmente nova e que, embora a arrecadação/PIB seja alta, teriam características atraentes para a livre iniciativa, dentre as quais uma política fiscal responsável (superavits fiscais), tarifas de importação baixas, regras de tributação mais simples, etc

    Já existe algum artigo ou poderia me passar fontes que aprofundem sobre as seguintes questões nos países nórdicos:

    Normas trabalhistas
    política fiscal
    regras de tributação PJ e importação
    e outros fatores que justifiquem o fato de estes países estarem razoavelmente bem colocados nos rankings de liberdade econômica

    Obrigado
  • Auxiliar  10/08/2015 21:32
    O melhor ainda é o doing business:

    www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/sweden/
    www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/norway/
    www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/denmark/
    www.doingbusiness.org/data/exploreeconomies/finland/


    Para saber sobre política fiscal e aliquotas de impostos, o Tradin Economics:

    www.tradingeconomics.com/sweden
    www.tradingeconomics.com/norway
    www.tradingeconomics.com/denmark
    www.tradingeconomics.com/finland


    À exceção da alíquota máxima do imposto de renda de pessoa física, todo o resto é mais liberal do que no Brasil. Em todos os países.
  • Leonardo  11/08/2015 13:08
    Valeu! Vou dar uma olhada
  • Fórum Austriacos  10/08/2015 23:50
    Boa noite amigos,

    Esta é uma mensagem de divulgação do fórum www.austriacos.com

    Criei este fórum com o objetivo de me aproximar de outras pessoas que tenham a vida orientada pelos ideais libertários e/ou da Escola Austríaca. Tenho certeza que outros indivíduos sentem a mesma necessidade, haja vista que o Brasil é um pais composto majoritariamente por estatistas.

    Infelizmente sou daqueles que trabalha 8-12 horas por dia pra sustentar a minha família (bem como a classe parasítica de políticos e apaniguados) e, para piorar, não sou da área de TI. O que quero dizer é que não tenho tempo e nem conhecimento para implementar melhorias técnicas no fórum, corrigir erros e etc. Contratei um profissional para me orientar na aquisição dos serviços de hospedagem, licença do fórum, instalação e para dar um pequeno suporte ao fórum, de maneira que ele fique sempre minimamente funcional.

    Além disso, nunca tive contato com qualquer fórum de economia, o que torna difícil para mim a tarefa de criar adequadamente as seções onde os tópicos serão alocados.

    Conto com a ajuda de vocês para desenhar o fórum, seja do ponto de vista técnico ou mesmo de conteúdo. Todas as sugestões e dicas são muito bem-vindas.

    Aos interessados, fiquem a vontade para abrir tópicos sobre qualquer assunto (exceção, claro, à apologia de conteúdo socialista).

    Aos que desejam apenas observar ou aos que estão esperando algum movimento para entrar em ação, peço que ao menos se registrem (email fake, sem problemas), para demonstrar que existem foristas interessados em se aproximar.



    Obrigado e desculpem por qualquer erro de português que eu tenha eventualmente cometido.


    Obrigado também ao IMB por facilitar a divulgação do espaço,
  • Antônio  11/08/2015 01:12
    A classificação entre inpostos diretos e impostos inderetos é a mesma que a das contas nacionais?
    Impostos inderetos: sobre o consumo
    Impostos diretos: sobre o patrimônio
    É isso?

    Se for isso: entre esses dois males, o imposto indireto não seria o menos pior deles do ponto de vista do crescimento econômico?

    Alguém bem treinado em economia poderia me responder se existe uma diferença de prazos entre o efeito da tributação direta e indireta?
  • Auxiliar  11/08/2015 01:33
    Sim, o imposto indireto é o "menos pior" deles, sem dúvida nenhuma.

    Explicações aqui:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=667

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=769


    Não obstante, há vários efeitos deletérios dos impostos indiretos que não podem ser negligenciados:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1453



  • Marcelo Boz  11/08/2015 14:33
    Caros,

    Alguém conhece um estudo apontando a relação entre renda per capita e carga tributária?
    Creio que o nosso país fica no topo nessa relação, pois não conheço pais com renda de $15.000,00 com carga de 35% do PIB.
    Falou-se aqui que a média da carga tributária entre os escandinavos é de 44%, mas veja a renda per capita deles. Está algo que mais que o dobro da nossa! Pesa menos no bolso deles. Não digo que seja uma pluma, mas não é o tijolo que nos pesa por cá dessas bandas!

    Att
    Marcelo Boz
  • Leandro  11/08/2015 15:08
    Em verdade, nossa carga tributária real é a terceira maior do mundo. Se tudo o que é sonegado (e ainda bem que é sonegado) fosse efetivamente pago, nossa carga tributária seria de 46% do PIB. Ficaríamos atrás apenas de Dinamarca (48%) e Eritréia (50%).
  • Lucas  11/08/2015 16:36
    Mais de 130 dias para abrir uma empresa no Brasil? Você foi bem econômico aí... Levei NOVE meses para abrir uma empresa SIMPLES NACIONAL.

    A média aqui tem sido essa, não sei se muda de estado para estado. (SC)
  • Mendes  11/08/2015 16:52
    Varia de estado para estado, mas a média é próxima a esta:

    exame2.com.br/mobile/pme/noticias/brasileiro-leva-119-dias-para-abrir-empresa-diz-estudo
  • Thiago Cardoso  13/08/2015 20:35
    Tributação é a arte de retirar penas de um ganso, de modo a ouvir o menor número possível de grunhidos.
  • RAIMUNDO JESUS  14/10/2015 19:09
    todos os políticos brasileiros situação oposição ao pegarem para si mas todo o poder absoluto das antigos atuais=aristocracias=monarquias=reis de portugal=brasil=e como dos=ditadores=militares=em= 1889=1985=antiga=nova=república=mas ao invés de repassar imediatamente todo o poder absoluto ao seu povo cidadão eleitor=pegaram o poder absoluto mas só para todos eles políticos
    =
    obs que desde=1500dc=na verdade todo o brasil e todos os brasileiros e como nenhum dos grandes clubes brasileiros filantropias ong's empresas públicas prefeituras municipios estados etc nunca já mais estiveram e ou estão em=crises=desempregos=inflações=atrasos medievais-burrocráticos-burrocracias=etc=pois na verdade todos os atuais menos de 210 milhões de brasileirso sempre paga mos e estamos pagando mas por causa da nossa própria interna total omissão procrastinação preguiça apatia alienaçao passividade submissidade covardia-total-cegueira-mas encima dos quase 02 trilhões anuais impostometros tesouro nacional bndes banco central do brasil banco do brasil cef etc riquezas recursos naturais nióbio tantalo terras raras pré-sal gás natural petroléo uranio césio ti tanio bauxita etc isto é tudo é culpa de agirmos desde 1500dc como o avestruz enfiar a cabeça o corpo todo na terra para não vermos sabermos ouvirmos nada etc
    =
    e então depois sempre estamos pagando todas as consequencias efeitos resultados das nossas internas=omissões=etc=por por causa disto daí ádvém mas todos os tipos variações de corrupções so negações etc e daí todos os tipos de-misérias-mindincancias-atrasos-medievais-etc-obs que nada de nada no brasil é1000%transparencia etc tudo mas tudo mesmo aonde tem direto ou indiretamen te úm único centavinho pú blico dos quase 02 trilhões anuais dos impostometros riquezas recursos naturais tudo é=censura=de=informação=conhecimento=sabedoria=transparencia =etc=mas absur damente em pleno 03ºmilenio século xxi anos 2015 16 era da holografia tudo internet biometria digital online bbb a fazenda células troncos mãos pés bionicos era de tudo no celular na tv etc
    =
    por exemplo se caso a=antiga=cpmf=tivesse tido 1000%transparencia 1000%democracia direta reta participativa-etc-e ela tivesse ido mas 1000% para para áquilo á qual ela foi criada, para toda a saúde pública brasileira, hoje a saúde brasileira estaria mas mil vezes melhor que a saúde dos paises primeirississimos mundos etc em todos os sentidos direções, mas, não por causa da total omis são etc mas por parte de todos cidadões brasileiros ela=antiga=cpmf=sofreu todos os tipos de dru(desvinculação receita união)desvios extravios extorsões etc aonde acabou beneficiando só 01 02 pessoas empresas políticos e prejudicando todos os outros mais de 99,999% da população brasileira e isto sempre aconteceu e acontece mas com todos os tipos de impostometros tributos riquezas recursos naturais no brasil américa latina áfrica coréiadonorte etc-falta-lhes-transparencia-democracia direta reta participativa etc
    =
    pois para resolver algo não é indo contra-áquilo-ou-com-o-anti-áquilo-isto é só indo mas só contra o efeito a consequencia o resultado a resposta etc mas a solução definitiva é sempre indo mas á fa vor do seu oposto contrário=desemprego=x=empreendedorismos, corrupção=x=1000%transparencia como o=extrato=trimestral=fgts=1000%democracia direta reta mas sempre participativa comoé nos condominios apartamentos reuniões assembléias consultivas popular-obs que no brasil como panacéia universal só falam só em eleições diretas e ou em só em leis anti corrupções etc mas nun ca já mais náquilo que eliminaria eficazmente totalmente todos os tipos variações de=corrupções=desempregos=inflações=etc-que sempre foi e é o seu oposto contrário=transparencia=democracia direta reta mas sempre participativa=empreendedorismos=etc
    =
    pois depois de elege-los honestamente ou não urnas eletronicas fraudáveis sem comprovantes sem transparencia ou não voce é punido castigado voce terá que esperar por 04, 08 anos por mais in capazes inaptos corruptos chucros ignorantões assassinos torturadores direto ou indiretamente etc que sejam voce tem-angustiadamente-tem que esperar até o fim dos seus mandatos, por pior que sejam mas em todos os sentidos direções pois por exemplo tudo e todos ao entrar em qualquer tipo de serviço privado público tem um tempo comprovatório mas menos os políticos etc e os políticos são um tipo de servidores públicos pois são gestores administrado res públicos etc
    =
    e os politicos então sem pre fizeram do simples ci dadão eleitor depois de elegê-los como algo inferior a baixo dos deuses semideuses, isto é, abaixo dos políti cos, pois todos os políti cos sempre agiram e agem mas como se fossem=deuses=semideuses=seres=especiais=de= asgard=olimpo=imunidades=impunidades=pois ao pegarem para si mas todo o poder absoluto imediatamente montaram um secular sistema que auto se perpetuam eou se beneficiam protegem no poder pois absurdamente tudo dos políticos é sigilo ou segredo de estado, como se fossem seres especiais, seres de luz, acima do bem do mal, algo necessário só na era do-ai-5-ditadura-militar-1964-1985-mas daqui prá frente é algo absurdo medieval
    =
    obs que cada centavinho que adentra nos bolsos dos políticos direto ou indiretamente vem tudo direto ou indiretamente dos bolsos mas dos menos hoje 210 milhões de brasileiros, átravés dos quase 02 trilhões anuais impostometros tesouro nacional bndes etc riquezas recursos naturais nióbio tantalo terras raras pré-sal etc mas mesmo assim todos os políticos não querem que nada deles sejam-transparentes etc
    =
    pois para passarem imediatamente o poder absoluto á todos os seus internos cidadões é sempre fazendo com que álém de=1000%eleições diretas para tudo=é terem tudo internamente com= 1000%transparencia responsabilidade fiscal retorno como o trimestral extrato fgts=1000%democracia direta reta mas sempre participativa como sempre foi e é nos condominios apartamentos síndicos zeladores reuniões assembléias consultivas populares tudo num painel lo cal site transparencia atualizados segundos á segundos itens por itens e sempre á vista de todos ali tudo aber to ás claras tudo com biometria digital online internet tudo com inicio meio fim des tinos finais
    =
    =1000%disque denuncia anonima sobre todos os tipos variaçoes de corrupções sonegações fraudes golpes propinas subornos dru(desvinculação receita união)desvios extravios extorsões-princi palmente encima de cada centavinho que iria á favor de todos os tipos de obras públicas serviços publicos e como á favor dos filhos netos sobrinhos e ou pessoas como pais avos tias sogros etc que ás vezes estão na total dependencia das locais servidoras públicas profissionais concursadas ou não-etc-obs que existe disque denuncia anonimadamente sobre tudo o que se imagina ou não mas menos contra corrupção=contra-o-dru=etc por quê¿¿¿qual a real razão motivo¿¿¿
    =
    obs que os políticos só permitem que voce sómente só vota elege e nada mais que isto=nada em termos de=transparencia=etc=aonde depois acabam sabendo que quanto maior for a corrupção mindincancia quintos mundos for um munici pio estado país nação filantropia etc mais rico e poderoso acabam ficando os seus locais políticos profissionais mesmo que antes não tinha úma única cueca furada e podre e do outro lado mais min dingos vão ficando cada vez mais e mais ainda todos os seus locais moradores municipes etc e é aonde todos os seus internos políticos profissionais acabam ficando mais e mais ainda bilionários mili onários e ou numa boa etc em pouquississimos tempos
    =
    óbviamente tudo em nome de laranjas familiares parentes amigas amantes cargos de confiança etc aqui no brasil no exterior nos paraísos fis cais nas di taduras latinas africanas e nos países comunistas etc e só permite que as contas secretas de alguns ficam á mostra para manipulá-lo etc mas e ás dos outros milhares de politicos empresá rios etc eis aqui um verdadeiros desafio mas para todos os tais hacker's mostrar as contas secretas valores mas de todos eles e ainda por cima quem são os verdadeiros e ocultos donos etc
    =
    obs que só acontece-dru-etc-mas só encima dos tais locais obras públicas serviços públicos etc e como só encima de cada centavinho que direto ou indiretamente vai á favor das locais servidoras pú blicas aonde ás vezes as locais servidoras públicas só recebem só=20%=e localmente somem com os outros mais de=80%=mas nunca jamais incide-dru-etc-encima de cada centavinho que vai direto ou indiretamente pro bolso dos seus locais políticos municipais estaduais federal
    =
    apesar que todos os políticos são na verdade servidores públicos são gestores públicos administradores públicos gerentes supervisores superintendentes zeladores síndicos etc mas só aonde tem di reto ou indiretamente úm único centavinho público, e tudo que vai direto ou indiretamente pro bolso dos políticos vem tudo direto ou indiretamente das mesmas fontes origens que vai direto ou indi retamente ao bolso mas de todas as outras locais servidoras públicas, pois fora isto os políticos não são chamados para nada só se caso a tal empresa que os contrata tem algo alguma coisa envolvi do direto ou indireta mente com o setor público-etc
    =
    pois isto tudo acima=transparencia=etc=é o que faria qualquer país nação estado municipio clube de futebol filantropia ong's autarquias sindicatos conselhos registros de profissionais etc serem pri meirississimos mundos mas em todos os sentidos direções mas para nada acima ir adiante tudo e todos os políticos mídia em geral dos países quintos terceiros mundos sempre falaram falam que as tais nações países municipios estados etc são em primeiro lugar=primeirississimo-mundo=e ou só átravés sómente só das eleições diretas daí depois é que veio a transparencia etc
    =
    =não=não é verdade pois eleições direta sempre teve tem na maioria dos países quintos mundos ou primeirississimos mundos e na verdade vem sempre em primeiro lugar veio tudo acima 1000% transparencia etc daí imediatamente se tornam primeirississimos mundos etc pois na verdade os políticos só passaram á todos os cida dões mas só o direito o dever a obrigação o dever civico de cidadania porém imposto de cima para baixo mas só de votarem elegerem agora voto com biometria digital=transparencia=mas só para votar quase todos os anos mas só isto e nada mais que isto, e deixar depois todas as tais decisões finais prerrogativas finais para serem decididas aprovadas sancionadas só entre quatro paredes
    =
    obs que se o povo tivesse alguma força poder depois de eleger os politicos como tem os cidadões eleitores dos países primeirississimos mundos, o povo iria querer saude educação segurança lazer a dministração pública etc mas de primeirississimos mundos e ou ter copadomundo jogosolmpicos olimpiadas estádiodefutebol-padrão-primeirississimos-mundos-etc
    =
    obs que as máximas das máximas lideranças japonesas na onu se pronunciou que antes de ajudar os flagelados os haitianos os mindingos etc de outras nações primeiramente vai ajudar os da nação japonesa agora hipócripara mostrarem ao mundo o quanto são bonzinhos solidários então as máximas autoridades brasileiras querem ajudar todos os haitianos flagelados mindingos do mundo to do enquanto os s tamente eus internamente cidadões estão sendo comidos vivos passando=fomes=secas=nordestinas=enchentes=desempregos=juros=abusivos900%á300%=enquanto a inflação a nual é menos de=10%=etc=
    =
    tudo no brasil é feito mas só para prejudicar todos os brasileiros senão na hora mas futuramente pois dão esmolas oficiais promessas de se aposentarem etc mas aonde a pessoa a familia se acostu ma mal mas depois não tem como andar sózinhas com as suas próprias pernas átravés do=empreendedorismo=, coisas absurdas que não tem nem mesmo nos países quintos mundos pois vamos ver o quanto o povo brasileiro é solidário¿¿¿quando para começarem á economizar começarem á substituir todo(a)s trabalhadore(a)s como as domésticas e outras profissionais nascidos no brasil pelo (a)s o(a)s que nasceram no haiti na áfrica na bolivia venezuela etc¿¿¿
    =
    antes de continuar obs que a inocencia infantilidade do povo brasileiro é tão gigantesco que mesmo recebendo na sua maioria absoluta=de=51%á99,999%=dinheiro vivo direto ou indiretamente dos quase 02 trilhões anuais impostometros riquezas recursos naturais etc mas só por quê áquilo tem aparencia ou fala como santidade imaculada honestidade e ou seja uma local autoridade políica ju rídica policial militar etc e ou na sua legenda nome e ou é algo-filantropia-ong-assistencial-sem fins lucrativos-etc-etc-ali tudo e todos inocentemente acham que nada ali não precisa de nenhum tipo de transparencia democracia direta reta participativa etc
    =
    mas tudo e todos esquecem que por nada ser 1000%transparencia biometria digital etc no secular milenar banco do vaticano veja o quanto de corrupções sempre teve tem ali e mesmo que quem sempre ali mandou e desmandou sempre foi e é o honestississimo íntegro ético papa e como a santa imaculada íntegra igreja católica apostoli ca romana va ticano e seria e ou é a mesma coisa se a li tivesse qualquer outro tipo de denonimação religiosa líder religioso etc a verdadeira defintiva solução chave sempre foi e é1000%transparencia etc e numa verdadeira plena democracia não existe """CENSURA=Á=INFORMAÇÃO"""principalmente aonde tem ali envolvido direto ou indiretamente úm único centavinho público dos quase 02 trilhões anuais impostometros riquezas recursos natura is etc setor e obras públicos empresas públicas mesclado ou não com particulares, servidoras públicas, etc ali por causa dáquele úm único centavinho público tudo tem que ser transparente etc
    =
  • Emerson Luís  07/12/2015 14:01

    Os esquerdistas falam tanto que sempre se deve considerar o contexto histórico e que precisamos considerar os fatos em termos relativos e por diversos ângulos, mas eles próprios mão o fazem.

    PS: Sempre me surpreendem comentários maiores do que o artigo.

    * * *
  • Luiz  02/06/2016 18:55
    Tenho uma dúvida em relação à tarifa de importação, nesses sites como doing business ou heritage costumam citar que no Brasil essa tarifa está em torno de 6 a 7%. Porém várias notícias citam que o imposto de importação é de 60% e podendo aumentar dependendo do ICMS.

    Minha dúvida é: Qual a diferença de tarifa de importação para Imposto sobre importação? Quando se compra um importado se paga os dois?
  • Alfredo  03/06/2016 03:05
    60% é quando a importação é via internet. E as taxas podem ser ainda maiores dependendo de impostos estaduais, como o ICMS, cobrado em cima do valor do produto após a taxa de importação. Como em alguns estados o ICMS pode chegar a 18%, a tarifa total sobre a importação pode totalizar 89% do valor da mercadoria.


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