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O estado intervencionista se mantém porque sabe explorar o medo dos indivíduos
Os políticos são detestados, mas o estado continua sendo amado e visto como um porto seguro.

Existem dois instintos subjacentes a toda a ação humana: o instinto da criação e da realização; e o instinto do medo e da insegurança.

Quando o instinto de realização e criação é dominante no indivíduo, a liberdade se torna para ele o valor mais precioso.  Quando, pelo contrário, a segurança é o instinto dominante, a inércia ou a estabilidade surgem como o valor mais apreciado.

No campo político — isto é, em toda essa área social na qual as pessoas procuram determinar regras e procedimentos comuns, aos quais todos os elementos de uma sociedade devem estar sujeitos —, aqueles dois valores são materializados em duas ideologias ou princípios de valores: o liberalismo e o intervencionismo.

O liberalismo se assenta essencialmente no primeiro daqueles valores: a liberdade.  Já o intervencionismo se assenta inteiramente no segundo, a inércia.

Por sua própria definição, o liberalismo tem um caráter muito menos político do que o intervencionismo: o liberalismo simplesmente recorre ao essencial princípio da ação humana — inerente a cada indivíduo — para efetuar realizações e criações. 

O liberalismo representa a ação positiva.  E ele requer apenas única ação negativa: os indivíduos não podem agredir e coagir terceiros inocentes.  Não se pode agredir a integridade física e a propriedade (inclusive a renda) de outros indivíduos. É apenas este aspecto, de um modo geral, que é para o liberal o objeto de ação política. 

Já o intervencionismo se assenta em um conjunto de valores essencialmente negativos. Sob o intervencionismo, estabilidade e segurança financeiras são preferidas em detrimento da realização pessoal.  Consequentemente, a inércia e o medo adquirem total proeminência ao passo que a liberdade pessoal vai se apequenando continuamente.

No intervencionismo, o campo de ação política estende-se indefinidamente, já que deve ser garantida a priori (em teoria), a todos os indivíduos, a tal segurança financeira. Como o ser humano, em liberdade, é a maior fonte possível de criação na natureza, e esta criação implica uma alteração contínua de padrões sociais e econômicos (aquele que sabe criar mais valor ficará financeiramente mais rico, e o que não souber ficará estagnado), o intervencionismo tem de recorrer a vários tipos de repressão para coibir essa "desestabilizadora" liberdade criativa do homem.  Os tipos mais comuns de repressão são regulações burocráticas, legislações restritivas e impostos progressivos.

Da regulação e da legislação surge a coibição da realização e da criação; e dos impostos surgem a espoliação e a redução do incentivo material àquela criação. Destes três modos de coerção surge uma sociedade cujo centro principal de ação é a ação política — a ação que consiste em A decidir o que B pode ou deve fazer.

O intervencionismo é por isso o ecossistema natural da política. Em uma sociedade em que as ideias socialistas prevalecem (clique aqui para entender a definição moderna de 'socialismo'), a instituição central do corpo político, o estado, cresce e prospera, pois sua ação é legitimada pelos valores essenciais da ideologia predominante. A ação política torna-se assim um dos principais campos da ação humana. Compensa mais trabalhar para o estado do que trabalhar para o consumidor. O estado é utilizado para restringir a concorrência nos negócios privados (concorrência entre empresas, profissões e setores) e para obter rendimentos que seriam ilícitos em uma sociedade verdadeiramente livre.

A legislação, a regulação e o nível de impostos não têm limites — basta que sejam justificados com o chavão de "garantir o bem comum". Todos os setores são "regulados" pelo estado, desde as universidades privadas (cujos cursos estão sujeitos à aprovação do Ministério da Educação e cujos currículos são integralmente definidos por este) aos serviços de táxi, passando pela proibição do comércio funcionar aos domingos e culminando na concessão de poder a uma ordem profissional para regular os padrões de qualidade dos seus profissionais quando o objetivo último é travar a concorrência dos jovens licenciados.  De um extremo ao outro, a livre concorrência é proibida por agências reguladoras em todos os grandes setores da economia, e sempre em prol dos grandes empresários já estabelecidos neste setor.

Enfim, uma lista interminável que, com o argumento de regular, qualificar e legislar, tem como objetivo último a estabilidade e a segurança de organizações e grupos de pessoas em detrimento de outras. 

O problema insolúvel do intervencionismo é que, para garantir a estabilidade de uns, promove a instabilidade e a destruição de outros. Em qualquer um daqueles exemplos é possível ver que, de um modo arbitrário, uns ganham e outros perdem.  Em regra, o fator determinante para se ganhar é fazer parte do estado ou então estar próximo dele, por meio de amigos no alto escalão ou tendo influência ($) junto ao mesmo.

Mas, a partir de um certo ponto, todos os cidadãos são presas da própria figura do estado, mesmo os que vivem essencialmente dele e para ele. Quando o estado se instala em todo o seu esplendor intrusivo e tentacular, torna-se uma máquina com vida própria: os governos passam, os políticos passam, os altos funcionários e os sindicatos passam, mas as regulamentações e as legislações ficam, e a instituição estatal torna-se sempre um pouco maior a cada novo ciclo de ocupantes.

Cada mortal que passa pela estrutura burocrática do estado gosta de acrescentar uma legislação, uma regulação, uma secretaria, repartição ou agência, um cargo, um imposto ou uma taxa.

Pessoas que fariam um grande bem a todos caso se dedicassem a criar e a produzir em seu benefício e do próximo, dedicam-se antes ao ofício político.  Funcionários públicos que poderiam ter uma carreira mais válida do ponto de vista de realização pessoal e mais legítima do ponto de vista do bem social trocam a incerteza "do setor privado" pela segurança e comodismo do estado. Atividades que prosperariam mais se deixadas à livre concorrência já não são imagináveis fora do estado pelo comum dos cidadãos.

O estado é detestado porque é intrusivo e autoritário, mas ao mesmo tempo é santificado, pois faz o que "os privados" não fariam — o cidadão comum já não consegue conceber que a educação, a saúde e a segurança social não sejam providos essencialmente pelo estado.

Ele acredita que, se não fosse o estado a ajudar os pobres, os desempregados e os aposentados, estes estariam todos na sarjeta (isto é, metade da população). Ele não consegue conceber que uma sociedade livre tem os seus próprios mecanismos naturais de solidariedade e que estes são pouco visíveis agora precisamente porque o estado monopolizou a assistência social absorvendo os recursos da sociedade civil que seriam destinados a esses fins. "Por que farei caridade se já pago impostos para que o estado faça a caridade por mim?"

O cidadão comum sente-se intimidado quando os intelectuais de esquerda o lembram dos trabalhadores da revolução industrial e das crianças que trabalhavam 10 horas por dia — mas não se lembra que esses trabalhadores foram para a cidade porque ganhavam aí muito mais do que no campo. E se na cidade e nas fábricas escuras e sujas as condições ainda estavam longe do ideal (estava-se no começo), esses heróis do proletariado morriam de inanição nos campos idílicos fantasiados pela esquerda onde as crianças trabalhavam igualmente, mas morriam muito mais. É como a China "comunista neoliberal": os trabalhadores chineses ganham uma miséria quando comparados aos ocidentais, mas ganham 10 vezes mais do que no campo, e ainda mandam dinheiro para lá.

Apesar de todas as "ajudas" do estado serem sempre pagas pelo cidadão comum, ele de alguma forma acha que está se beneficiando dele; e se não estiver agora poderá vir a beneficiar depois. A quantidade de impostos que ele paga não é muito sentida, pois os impostos indiretos já são retidos pelas lojas, o imposto de renda e o INSS são retidos na fonte, e toda a cornucópia de outros impostos sobre o consumo já ficam na fatura — mais da metade do que ele paga na gasolina são impostos, mas nem se nota.

Os políticos são considerados moralmente corruptos, o atual modelo democrático-partidário está moralmente falido e financeiramente também (mas pode-se aumentar sempre os impostos). E o próprio estado já não é considerado pessoa de bem pela maior parte das pessoas. 

Mas enquanto essa ideologia intervencionista — que nada mais é do que um desdobramento da ideologia socialista —, predominar na mente dos cidadãos, não se pode esperar outra coisa senão o progressivo crescimento desse estado, até ao ponto de putrefação e ruptura total.


17 votos

autor

Rui Santos
é economista e pesquisador-chefe do Instituto Ludwig von Mises de Portugal.


  • Wilson Júnior  22/07/2015 15:18
    E socialistas batem no peito, cheio de orgulho e exaram: somos favoráveis à intervenção na economia em todos os ramos. Certamente não sabem o q falam. Mas se a intenção é subverter tudo...
  • oneide teixeira  23/07/2015 13:30
    Claro que sabem, não subestime o socialismo.
    Nada é o que parece ser.
    O socialista não comete erros por isso estão dominando a politica.
    Ingênuo é aquele que pensa o contrário.
  • AHR  08/11/2016 11:06
    Wilson,
    Eles sabem sim... mas julgam a si próprios como criancinhas indefesas, inaptas e que precisam de alguém que os proteja (o estado).
    Para isso delegam para esse outro bando de criancinhas a responsabilidade para dar-lhes de mamar.
    São todos criancinhas choronas no final das contas.
    Abç,
    AHR
  • Márcio  14/11/2016 14:08
    A nossa sociedade é paternal,
    todos esperam por alguém que limpe sua barra, faça por ele, utilize o "qi" em trabalhos e empresas.
    A política hoje, com coligações e cc's é um exemplo da nossa sociedade e cultura, apenas um reflexo de como funciona a grande maioria, sempre tem alguém que da uma ajudinha, e acaba devendo algo em troca, fazendo com que fique acomodado, esperando as coisas caírem do céu.
  • Mak  21/11/2016 00:08
    Isso! Encontrei aqui uma linha que me parece estou a trilhar...
  • Mak  21/11/2016 00:21
    O fomento sobre a economia liberal, o tamanho do Estado aqui no Brasil e o seu fracasso devem ser fomentado nas universidades, principalmente nos cursos de ciências humanas. Queria saber se alguém me sugere algo que ajude a alimentar essa ideia.
  • Charles Pdf Oliveira  22/07/2015 15:20
    Excelente! Um estado paternalista, e como vários amigos meus me criticaram e criticam por não ter entrado no estado, hoje eles estão bem e eu falido....

    Como o texto disse: Compensa mais trabalhar para o estado do que trabalhar para o consumidor. O estado é utilizado para restringir a concorrência nos negócios privados (concorrência entre empresas, profissões e setores) e para obter rendimentos que seriam ilícitos em uma sociedade verdadeiramente livre.
  • Renato Gaio  22/07/2015 18:21
    Charles, como disse hoje eles estão bem, mas quando o estado com esse arranjo socialista entrar em colapso eles não estarão bem.

    como o artigo no link abaixo analisa, esse esquema sujo demora mais um dia cai e todos que nele confiam vai junto, continue firme e produzindo que vai gerar bons frutos.

    mises.org.br/Article.aspx?id=2136

    Abraços
  • AHR  08/11/2016 11:09
    Chales, aqui no meu estado (RS), meus parentes já começam a sentir o reflexo da falência do poder público. Salário parcelado, falta de insumos, etc e, creio eu, esse é só o começo.
  • Victor Antunes  22/07/2015 16:21
    Acho que é o artigo mais forte que li nos últimos meses aqui no Mises. Sensacional! Parabéns pela escrita!
  • LUCIANO SILVA  23/07/2015 02:15
    Os artigos do Instituto Mises são tão bons que fica até difícil escolher o que comentar após as leituras. Somente os títulos:
    A) O estado intervencionista se mantém porque sabe explorar o medo dos indivíduos
    B) Governar é errar ... à custa dos outros
    C) Estatal não é público
    D) Por que o socialismo sempre irá fracassar
    E) Afinal, o que é um direito?
    e vários outros, já seriam mais que suficientes para longas discussões nos comentários. No entanto, ainda somos presenteados com belíssimos textos e a coerência dos escritores com o pensamento libertário. Vou pedir ao pessoal para que leiam o texto da guia SOBRE NÓS da página inicial, após a leitura desse artigo.
  • Luiz Afonso  22/07/2015 16:30
    excelente texto. O intervencionista é aquele que acredita no Estado, ele acha que somente ele pode prover das necessidades dos cidadãos, embora muitos saibam que ele é ineficiente e corrupto não conseguem imaginar viver sem o Estado Babá.

  • Fernando  22/07/2015 16:41
    Isso que o governo faz é o escravagismo moderno.

    O governo não aprendeu nada em séculos de escravidão.





  • Carlos  22/07/2015 17:44
    Aprendeu que a melhor forma de se manter um escravo é fazendo ele pensar que é livre...
  • Felipe  22/07/2015 18:07
    Na verdade a melhor forma de se manter um escravo é fazendo ele ter medo da liberdade.
  • Dam Herzog  22/07/2015 17:24
    No estado estatista como o Brasil a iniciativa privada impede que a poupança nacional seja destruida, pois a ação humana privada ainda existe e há acumulação de poupança. A ação deletéria do socialismo (a pior invenção da humanidade) destroi riquezas mas como existe o mercado este não deixa a acumulação de poupança acabar. Será que teremos que esperar dezenas de anos para atingir a total destruição da riqueza para acontecer a falência total do social-estatismo para termos uma chance de chegar ao anarco-capitalismo ou a tecnologia será capaz de diminuir esta distancia?
  • Lopopo  22/07/2015 18:43
    "Existem dois instintos subjacentes a toda a ação humana: o instinto da criação e da realização; e o instinto do medo e da insegurança."
    (...)
    "No campo político aqueles dois valores são materializados em duas ideologias ou princípios de valores: o liberalismo e o intervencionismo."

    Essa é uma das razões pela qual a maioria dos indivíduos que estão nesse site são HOMENS.

    Homens preferem liberdade, mulheres preferem segurança.

    Desta maneira, mulheres tendem a ser esquerdistas, acreditando erroneamente que o intervencionismo gera segurança.

    Some isso com o fato de que mulheres de alto QI são muito mais raras do que homens de alto QI ( as estatísticas demonstram que para cada 7 gênios masculinos há 1 gênio feminino apenas).. aí já viu né... pouquíssimas mulheres frequentarão esse site e entenderão o funcionamento do liberalismo econômico , que requer que o indivíduo tenha um raciocínio lógico e dedutivo mínimo para ser compreendido.

    Já os homens de baixo QI e mulheres de baixo QI, naturalmente tendem a ser esquerdistas e feministas.
  • Trololo  22/07/2015 21:32
    Esse assunto é polêmico, tão polêmico quanto mamilos.

    É fato que o público do IMB mais parece uma sala dum curso de engenharia da computação. E também é fato que, por mais que seja disseminado o discurso feminista emancipatório, mulheres tendem sim a buscar segurança ao invés de liberdade. No entanto, acho que já é ir demais da conta, tão somente levando em conta esses fatos, contestar a inteligência feminina. É verdade que a proporção de pessoas geniais do sexo masculino é muito maior do que a verificada no sexo feminino? Sim, é, todavia, as pessoas geniais são uma pequena fração da população em geral. Seria o mesmo que afirmar serem os homens criminosos por natureza só porque a proporção de criminosos do sexo masculino é muitíssimo superior à proporção de mulheres bandidas (bandidas no sentido literal do termo). Todavia, não podemos perder de vista que criminosos são uma pequeníssima parcela da população em geral e é um absurdo fazer generalizações tomando por base meia dúzia de gatos pingados.
  • Marcelio  24/07/2015 12:18
    Puts, que teoria rasa que você escreveu. Aqui não é Fórum do Búfalo.
  • Osmar Neves  22/07/2015 20:16
    Por favor, alguém comente isso aqui:


    veja.abril.com.br/blog/mercados/economia/o-paper-sobre-economia-que-esta-chocando-quem-o-le/
  • Santos  22/07/2015 21:01
  • Osmar Neves  23/07/2015 13:45
    Obrigado!
  • Rodrigo Pereira Herrmann  22/07/2015 20:21
    "Existem dois instintos subjacentes a toda a ação humana: o instinto da criação e da realização; e o instinto do medo e da insegurança."

    Disagree. Na verdade existe só um, cujo fluxo para mais ou menos bloqueado/distorcido se expressa nesse ou naquele 'instinto' (sem qualquer referência reichiana). Mas o 'drive' vital, básico, é um. O medo e a insegurança resultam, mais das vezes, do apego, ainda que o instinto de sobrevivência corporal seja insofismável.

    Poder-se-ia fazer uma correlação dos sistemas nervosos simpático e parasimpático, ou dos 'nadis' da filosofia hindu, idá e pingala. Freud falava de pulsão de vida e de morte. Mas em última análise são a mesma energia.

    Agora, o que o colega "Lopopo" acima coloca sobre homens e mulheres é uma verdade lapidar: HOMENS buscam, acima de tudo, liberdade; MULHERES buscam segurança.
  • maurao  22/07/2015 23:36
    ESSES COXINHAS... Só o comunismo pode salvar o mundo. Olha o que o capitalismo faz na africa a a america latina.
  • Danilo  23/07/2015 03:50
    Cara eu leio esses artigos isso parece tão longe da realidade,moro no norte do país aqui voto é trocando por botina cesta básica, metro de areia na porta de casa um milheiro de tijolo vcs estão louco o Brasil está longe demais disso, aqui grilagem de terra mata demais depois vem o INCRA tentar resolver alguma coisa.
  • Joao Girardi  23/07/2015 03:51
    Outro artigo excelente. Essa associação de liberdade com vontade de se destacar/sucesso e de intervencionismo com estagnação/segurança me lembra muito com a ideia de diversidade individual e igualdade coletiva que li esses tempos em um blog. Quem quiser dar uma conferida só acessar os links abaixo (por favor não julguem os textos pelo nome bizarro do site hehehe)

    anarcho-monarchism.com/2011/12/27/the-difference-between-left-and-right/
    e
    anarcho-monarchism.com/2012/08/22/left/

    Ao que parece ele se baseou em Erik von Kuehnelt-Leddihn. Até agora não vi artigos dele aqui no IMB. O que é estranho pois me parece que ele foi um dos membros que ajudou a fundar o Mises Institute, seria interessante traduzirem alguns artigos dele. Pesquisando na internet achei alguns muito bons na FEE, como esses aqui:
    fee.org/freeman/detail/the-roots-of-anticapitalism
    e fee.org/people/detail/erik-kuehnelt-leddihn para ver o restante

    Ele também tem obras publicadas no Mises Institute, tem uma visão um pouco mais conservadora e não falam tanto de economia mas ainda sim são fantásticas:
    https://mises.org/profile/erik-von-kuehnelt-leddihn
  • oneide teixeira  23/07/2015 13:46
    "predominar na mente dos cidadãos"
    Se depender da ação politica dos "liberais" não vai mudar nada.
    Em termos de ciência econômica os liberais não tenho uma critica sequer.
    Agora em termos de guerra politica são primários.
    Levam uma surra diária dos socialistas.
    O PCO tem mais poder politico, ou seja "corações e mentes" que todos os "liberais" do Brasil.
  • Eneida  23/07/2015 14:10
    "O PCO tem mais poder politico, ou seja "corações e mentes" que todos os "liberais" do Brasil."

    Qual a sua fonte para afirmar isso? Cite pelo menos um -- só um! -- fato empírico que comprove essa sua afirmação.
  • Virgílio  23/07/2015 21:29
    Os doidos conseguiram formar um partido político (o próprio PCO). Os liberais ainda não.
  • Eu-ô  24/07/2015 13:55
    Na buxa!
  • Ragnister  16/09/2015 14:00
    Agora temos o partido Novo, e isto só prova que o brasileiro é analfabeto político. Um partido liberal ter que se chamar "Novo" é uma vergonha nacional. Todos os países com IDH alto tem liberdade econômica alta, e só agora, em 2015 temos um partido que defende a liberdade econômica.
  • 4lex5andro  05/11/2016 13:46
    Novo e Psl tem viés liberal, pelo menos em tese.

    Poderiam ter maior espaço se uma reforma política decente acontecesse, eliminando as coligações, o coeficiente eleitoral para o legislativo e o voto compulsório.
  • anônimo  24/07/2015 16:02
    Socialismo sempre terá a vantagem de fundamentar argumentos nas emoções e no coitadismo. Os liberais sempre estarão em desvantagens na política. E isso se agrava ainda mais se tivemos uma sociedade fraca, depressiva e preguiçosa.
  • Os melhores comentários que já vi!  05/11/2016 14:11
    Anônimo arrebentou:

    As IDEOLOGIAS, todas elas, APELAM para a EMOÇÃO e jamais para a razão.
    Daí que se permitem as maiores CONTRADIÇÕEs e afirmações IMBECIS e totalmente SEM NEXO.
    Para a emoção, de nada vale a lógica ou os fatos. Atente-se que o MÊDO, a RAIVA ou a PAIXÃO (emoções) imbecilizam o individuo, por exemplo o pânico os faz gritar e fugir em momentos improprios, os faz também paralizar quando deveriam se movimentar. A RAIVA faz o tolo agredir um objeto inanimado e assim ferir-se ou dar-se prejuizo. Já a PAIXÃO cega o tolo de tal forma que não consegue ver o óbvio nem julgar um fato, sempre delirando em auto justificativas (pseudo justificativas).

    Enfim, quando alguém esta tomado pela emoção se torna absolutamente irracional. A VAIDADE faz o indivíduo MANIPULÁVEL, pois que desejando que aquilo que lhe dizem seja uma verdade conveniente, faz exatamente aquilo que o bajulador ou manipulador deseja que faça. Por mais óbvia que seja a manipulação, ainda assim o vaidoso se entrega ao comando alheio para moldar-se ao que lhe foi dito como valorizador: "alguém inteligente e integro como você jamais seria contra o socialismo".

    Enfim, as emoções IMBECILIZAM os tolos e inseguros que a elas se entregam para sentirem-se melhores do que são ou para "protegerem-se" pelo imobilismo ou pela dinâmica histérica SEM QUALQUER ANÁLISE RACIONAL das SITUAÇÕES.

    Igualmente o Virgilio arrebentou:

    "virgílio 23/07/2015 21:29
    Os doidos conseguiram formar um partido político (o próprio PCO). Os liberais ainda não. "

    Mostrou na bucha e com brilhantismo que o bobo que imaginou-se genial não passaou mesmo de um tolo ao pedir "um único exemplo" que confirmasse a afirmação sobre a eza política dos liberais/libertários (ONos conservadores não é fraqueza, mas sim cuimplicidade com seus irmão ADORADORES de ENTIDADES MISTICAS, como Deus ou o Estado, atribuindo-lhes sabedoria suprema e direito cósmico sobre os indivíduos.

    Sim, comnservadores são nacionalistas, sectários de ideologias e adoradores de símbolos e COLETIVOS REPRESENTATIVOS, como religiões sobrenaturais ou religiões econômicas onde um deuses (Estado ou seres sobrenaturais) representam superiormente seus cultuadores que para eles ORAM ou cantam HINOS de LOUVOR em posições de submissão e adoração. SEMPRE PEDINDO FAVORES, PROTEÇÃO e GLÓRIAS enobrecedoras. O mesmo comportamento de TORCEDORES que se querem representados por seus TIMES, como se tais fossem ENTIDADES REPRESENTATIVAS ( o MITO AGREGANTE).
  • anônimo  05/11/2016 19:39
    O que você está falando não corresponde com a Realidade.
    Quase 100% dos esquerdistas são ateus e a grande maioria dos ateus são esquerdistas.

    www.washingtonexaminer.com/majority-of-atheists-are-liberal/article/2510230
  • O pior comentário  05/11/2016 23:27
    O discrso da esquerda é o VITIMISMO e o COITADISMO que se originou no CRISTIANISMO.

    O cristianismo foi a ideologia (promessa de futuro incerto para justificar o presente canalha) que veio semear a CIZÂNIA na sociedade romana no modelo SUN TZU.

    O Império cresceu demais e o custo desse crescimento gerou disputas internas e custo material também. Assim, sem povos suficientes a conquistar e saquear os governos romanos perceberam que teriam que SAQUEAR a PRÓPRIA POPULAÇÃO ROMANA e por isso JOGAR POBRES contra RICOS num apelo moral: pobres são bons e meritórios e ricos são ganaciosos, egoístas e malvadões.

    O DISCURSO DA ESQUERDA é o MESMO do cristianismo: condenam o egoismo (egoísta = aquele que pensa mais em si que em mim), condenapção PELOS pobres".

    o LENDÁRIO Jesus (mitologia cristã) expulsou os mercadores do templo e os ofendeu: empresários são maus e ganaciosos que querem acumular tesouros na terra.

    O cristianismo é a MORAL do ESCRAVO e Jesus recomendava aos ESCRAVOS, amarem seus senhores e sobretudo os maus, pois não ha virtude em amar os bons.

    Nas EPISTOLAS de PAULo ou ROMANOS este "inspirado por deus" manda que SE OBEDEÇA OS GOVERNATES e SE PAGUEOS IMPOSTOS ...PORQUE TODO GOVERNANTE O É POR VONTADE DE DEUS.

    Por isso os REIS se diziam ESCOLHIDOS POR DEUS.

    RELIGIÃO É POLITICAGEM e DEFESA de UM ESTAMENTO TOTALITÁRIO, TAL e QUAL DEFENDEM os ESQUERDISTAS.

    INEXISTEM RELIGIOSOS LIBERAIS!!!!
  • Maníacos ideológicos  06/11/2016 10:12
    Thomas More foi o autor de UTOPIA.

    A tal UTOPIA seria o país comunista concebido pelo FERVOROSO CRISTÃO CATÓLICO Thomas More.

    Antes mesmo de Marx já existiam os SOCIALISTAS que Marx chamou de "SOCIALISTAS UTÓPICOS" e estes eram fervorosos cristãos. Foi o cristianismo gerado em boa inspiração platônica que inventou o Socialismo e seu COITADISMO e VITIMISMO.

    Marx PLAGIOU o cristianismo num descarado SINCRETISMO com o CRISTIANISMO ao ponto de PROFETIZAR que haveria um "apocalipse" socialista e que deste adviria o MILÊNIO SOCIALISTA com a destruição da burguesia malvada e pecaminosa em sua ganância e ontade de ACUMULAR CAPITAL. Sim, Marx condenava a acumulação de tesouros na terra.

    Mussolini e Hitler foram fervorosos cristãos socialistas.

    Enfim, tal e qual esquerdistas os adoradores de entidades misticas nsobrenaturais não se diferem e afirmam asneiras sem qualquer comnhecimento sobre o que falam.
    Leonardo Boff, FREI BETO, Evarisdto Arns, Don HELDER CÂMARA, Papa Paulo VI e atualmente o patusco Papa Francisco são LIDERANÇAS fervorosamente cristãs. ...onde estão os similares cristãos anti socialistas????
  • Benito Mussolini era um ateu declarado, imbecil mentiroso  06/11/2016 19:27
    A União Soviética foi o primeiro Estado a objetivar a eliminação completa da religião e sua substituição pelo ateísmo universal. O regime comunista soviético confiscou propriedades religiosas, promoveu amplamente o ateísmo nas escolas, perseguiu crentes e investiu na ridicularização das religiões. O confisco de bens religiosos apoiou-se principalmente em denúncias falsas de acúmulo ilegal de riqueza.
    A grande maioria da população do Império Russo era, na época da Revolução, formada por crentes religiosos, enquanto que os revolucionários tinham como objetivo romper completamente com a crença religiosa e o poder das igrejas. Após a revolução, promoveu-se amplamente a ideia da oposição entre "ciência" e "superstição religiosa". Não havia lugar na nova ordem comunista para a chamada "ficção subjetiva" da espiritualidade religiosa. No entanto, os principais cultos religiosos persistiram e foram tolerados, porém desencorajados e colocados dentro de limites restritos.

    O ateísmo de Estado da União Soviética era conhecido como "Gosateizm" e era baseado na ideologia do Marxismo-Leninismo. Como o fundador do Estado soviético, Lênin declarou:
    "A religião é o ópio do povo; este provérbio de Marx é a pedra angular de toda a ideologia do marxismo a respeito da religião. Todas as religiões e todo o tipo de organização religiosa sempre foram consideradas pelo marxismo como órgãos de reação burguesa, usados para a proteção da exploração e estupefação da classe trabalhadora."
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Ateísmo_de_Estado
    https://pt.wikipedia.org/wiki/Ateísmo_marxista-leninista

    O ateísmo Marxista-leninista defendeu firmemente o controle, repressão e eliminação da religião. Dentro de cerca de um ano da revolução, o Estado nacionalizou todos os bens de igrejas, incluindo os seus edifícios. No período de 1922 a 1926, 28 bispos ortodoxos russos e mais de 1.200 sacerdotes foram executados. Vários outros foram perseguidos.
    Os cristãos pertenciam a várias igrejas: ortodoxa (que possuía o maior número de seguidores), católica, batista e vários outras denominações protestantes. A maioria dos muçulmanos na União Soviética eram sunitas. O judaísmo também tinha muitos seguidores. Outras religiões como o budismo e xamanismo, também eram praticadas em menor número.

    O ateísmo era a doutrina oficial do Partido Comunista. Apesar de objetivar a extinção completa das religiões, num primeiro momento algumas igrejas foram poupadas da destruição e fechamento arbitrário. Havia também uma certa tolerância e a liberdade de crença era prevista na constituição.
    O marxismo-leninismo defende a supressão e finalmente o desaparecimento das crenças religiosas, consideradas como "não cientificas" e "supersticiosas". Nas décadas de 1920 e 1930, organizações como a Liga dos Ateus Militantes (também chamada de Sociedade dos Sem Deus) participavam ativamente de campanhas de propaganda anti-religiosa. O ateísmo era norma nas escolas, organizações comunistas (como, por exemplo, na Organização dos Jovens Pioneiros) e na mídia. No entanto, a intensidade dos esforços para erradicar determinadas religiões variaram ao longo dos anos em que a União Soviética existiu, dependendo dos interesses estatais. Em 1923, um correspondente do The New York Times relatou que cristãos estavam comemorando a páscoa pacificamente em Moscou, apesar das ações violentas de repressão em anos anteriores. As políticas e práticas oficiais não apenas variaram com o tempo, mas também se diferiam em suas aplicações de acordo com determinadas nacionalidades e religiões.

    https://en.wikipedia.org/wiki/East_Germany#Religion
    https://en.wikipedia.org/wiki/West_Germany#Religion

    Em 1929, com o início da Revolução Cultural na União Soviética e o aumento da militância radical do Partido e da Komsomol, surgiu um grande movimento dominante em favor do fechamento de igrejas e prisão de sacerdotes, aprovado por Stalin. Instruções secretas de "linha dura" não divulgadas oficialmente foram emitidas para organizações locais do Partido. Quando as manobras anti-religiosas instigaram a ira da população rural e condenações do Papa e outros porta-vozes de igrejas no Ocidente, o regime decidiu afastar-se dessa política, que de qualquer maneira nunca tinha sido endossada oficialmente.
    Apesar de todos os líderes soviéticos terem como objetivo de longo prazo o desenvolvimento de uma população soviética coesa, eles experimentaram métodos diferentes para esse objetivo. Para o regime soviético, questões relacionadas a nacionalidade e religião sempre estiveram intimamente ligadas. Portanto, de acordo com a necessidade e os interesses estatais, algumas religiões podiam ser mais condenadas em alguns locais do que em outros e até mesmo podia haver o apoio de determinadas crenças para promover a aproximação com o povo de tempos em tempos.
  • NOOOOSSAAAAA  07/11/2016 13:53
    O bolchevismo sovietico perseguiu tanto a religião que a IGREJA ORTODOXA lá se manteve e ainda colaborava timidamente com os MANÍACOS BOLCHEVIQUES!!

    Muitas Igrejas permaneceram abertas na Russia bolchevique posteriormente URSS.

    O Papa Paulo VI adorava trocar mimos com Brejnev.

    Ora, a Igreja Ortodoxa NUNCA deixou de existir e o socialismo "científico" de Marx apenas se opôs ao socialismo utópico dos carolas religiosos. Certamente que Stalin poderia ter acabado com a Igreja ortiodoxa ou pelo menos expropriado seus templos e propriedades. ...MAS NÃO FEZ ISSO e apenas perseguiu indivíduos não dedicados a seu socialismo.

    Tarado ideológico É TUDO IGUAL:

    Debater com um esquerdista ou um religioso sempre resulta nas mesmas baboseiras afirmativas sobre COITADINHOS PERSEGUIDOS port quererem o "BEM COMUM" e a "SALVAÇÃO e LIBERTAÇÃO" dos pobres e oprimidos.

    Ideologia = virus mental.
  • anônimo  16/09/2015 12:24
    Creio que seja algo natural, pelo menos para a maioria dos indivíduos, que a segurança venha antes da liberdade. Isso fica visível em situações que provoquem vácuos de poder, como na Síria. Aqueles refugiados estão se lixando para a liberdade, eles querem é segurança para suas famílias, e só então irão se preocupar com a liberdade.

    Creio que essa característica do ser humano de segurança e depois liberdade explique esse jogo milenar de estado x indivíduo. Não creio que a solução seja a anarquia, mas cabe, eternamente, a nós todos lutamos para que o leviatã fique domesticado.
  • sinônimo  16/09/2015 13:59
    Eles estão tão despreocupados com a liberdade que estão fugindo para os países mais livres do mundo.
  • Antônimo  16/09/2015 14:39
    Sim e não, eles estão fugindo para países como Alemanha e França, países com uma forte seguridade social.

    Mas é fato que países livres são lugares mais seguros, por questões obvias.
  • parônimo  16/09/2015 15:02
    Sim e sim. É claro que eles estão fugindo para países com forte seguridade social. Mas, se esse for o motivo principal para a escolha de seus destinos, por que eles estão passando ao largo de países soviéticos como o Brasil e Cuba, que são assistencialistas ao extremo?

    Pode-se argumentar então que eles estão é fugindo para países ricos. Ok, se for assim, por que esses emigrantes não escolheram como alvo principal os países ricos do Oriente Médio que, além de serem ricos, são mais próximos e neles se professa majoritariamente o islamismo, a mesma religião da maior parte dos refugiados?
  • Cacau  24/09/2015 01:57
    Como destruir o marxismo no Brasil? Reúnam os marxistas em um único lugar, ofereçam para eles um território para que eles formem o seu próprio país. O Brasil é imenso, podemos ceder uma terra pra eles. Logo apos eles irem para lá, basta promover um ataque massivo com bombas de NEUTRONS. Não destruirá nada, e só morrerão pessoas, e será o fim dessa praga marxista que assola esse país. 1 Dólar em breve valerá 5 dilmas. ANOTEM!
  • Breaking Bad  04/11/2016 15:13
    Não precisa bombardear. Deixe a própria natureza fazer o serviço. Marxistas são parasitas e parasitas sem hospedeiros morrem. Simples assim. Nenhum marxista topa formar uma comunidade só com gente da própria laia, afinal, quem toparia de livre e espontânea vontade fazer o papel dos explorados?
  • Emerson Luís  14/10/2015 11:36

    O pior é que quem já nasce em um sistema intervencionista não consegue conceber um sistema liberal e se acomoda a ele ou tenta ampliar ainda mais o controle.

    * * *
  • mauricio barbosa  04/11/2016 14:16
    Escravos uni-vos contra o leviatã...
  • Ciro Gomes 2018  04/11/2016 14:18
    Nenhum pais se desenvolveu sem o estado intervir nem que seja o minimo possivel na econômia
  • Pobre Paulista  04/11/2016 15:13
    Cadê aquele pessoal que defende os "políticos liberais" agora?
  • Andre  04/11/2016 16:06
    Os mesmos que defendem funças liberais?
  • Felipe  04/11/2016 16:58
    Depende do que você quer dizer com "defender 'políticos liberais'"...

    Se é preferir um político liberal a um político socialista, então eu sou um defensor!

    Se é preferir um político liberal a político nenhum, então não sou um defensor.

  • Capitalista Keynes  04/11/2016 15:13
    Países mais desiguais precisam de mais Estado.......a medida que forem desenvolvendo e TODOS tiverem a mesma chance de concorrer a bons empregos ai o Estado pode soltar as rédeas.

    O que acontece é que o filhinho de papai estuda nas melhores escolas tem mais chances de conseguir melhores empregos que o favelado....e não me venham com 1 exemplo em 1 milhão de um favelado que pelo seu suor conseguiu se dar bem...isso é mais difícil que a Mega-Sena mas existe. Mas 99,999999% não é assim.

    A corrida é desigual....o rico sempre sai na frente.... inicia nos 50m uma corrida de 100m....o pobre sai do 0m....não há meritocracia que resolva este abismo ....fora o o network do rico que por conhecer seus pares tem mais chance ainda que um pobre favelado.....aí só o Estado para corrigir estas distorções.
  • Luis  06/11/2016 00:23
    Primeiro, a educacao no Brasil esta pessima por que nao existe mais respeito e disciplina na sala de aula. A culpa e' dos alunos e dos pais dos alunos. Assim nao tem como comparar Brasil com outros pases que eram pobres (Coreia do Sul) e nos ultrapassaram.

    Quando o governo propoe um reforma, que ja havia sido discutida e estava na gaveta, os esquerdistas resolvem atrapalhar.

    Do jeito que esta a educacao no Brasil, nao tem reforma economica que de jeito.
  • mauricio barbosa  04/11/2016 15:14
    O estado burguês(Maioria dos países) que Karl Marx citava em suas obras está a serviço do capital corporativista,enquanto o estado proletário(União Soviética,Cuba,Coréia do norte))está a serviço do Partido Comunista,enfim o estado é uma agência a serviço de uma classe dominante,seja de empresários corporativistas ou seja de burocratas vermelhos...
    O povo escravizado sustenta e fica com as migalhas dos poderosos nos dois arranjos(Burguês ou Proletário),enfim precisamos de Liberdade e ela passa pela desconstrução do estado,seja minimizando-o ou extinguindo-o...
    Eu particularmente sonho com a extinção deste sistema injusto,caro,ineficiente e bestial...
    Só para relembrar leiam o livro de l Samuel na Bíblia no Capítulo 8.
    Sábias palavras do nosso Deus acerca do poder humano.
  • Andre  04/11/2016 17:29
    Estão achando ruim? Pois vai piorar, olha o nível da reforma tributária que o relator está montando:

    congressoemfoco.uol.com.br/noticias/relator-da-reforma-tributaria-quer-cpmf-para-financiar-previdencia/
  • Murdoch  05/11/2016 19:46
    Esses políticos estão com algum tipo de demência, é a única explicação que eu consigo imaginar.
    Os gastos correntes inúteis do governo para cortar é um sacrifício, enquanto o governo não fazer o dever de casa, sempre haverá ambições por mais impostos.
    De um ponto de vista "otimista" em relação ao impostos, eu prefiro a ideia do imposto único. Não sei como está esse projeto no congresso, mas deve estar parada sem qualquer progresso.
  • THIAGO FELIPE  05/11/2016 00:22
    BOA NOITE!
    SEU ARTIGO PODE SER USADO EM SALA DE AULA PARA DESCREVER E APONTAR CAUSAS E EFEITOS NA REALIDADE BRASILEIRA. PASSAMOS DÉCADAS SENDO INCLINADOS NA ESCOLA E GRANDE MÍDIA PARA POSIÇÕES INTERVENCIONISTAS. MAS, VALORES CONSERVADORES, LIBERAIS ECONÔMICOS, EMPREENDEDORISMO ETC. NÃO SUMIRAM E CREIO QUE PODEM SER RESGATADOS MAIS RÁPIDO QUE A PROPOSTA ANTERIOR.
  • Aluno Austríaco  05/11/2016 20:40
    O estado de bem estar social é o direito de roubar, confiscar e expropriar as pessoas.

    O maior destruidor das leis é o próprio estado, quando ele mesmo cria privilégios, mamatas, tetas, isenções, bolsas, assistêncialismo, subsidios, etc.

    Ninguém usa as leis de modo mais desigual do que o estado.

    Ninguém desrespeita mais o estado democrático de direito do que o governo .

    Ninguém usa as leis em benefício próprio do que o próprio governo.
  • Ernane  06/11/2016 12:49
    Muito boa essa abordagem do artigo, agora fico a imaginar os demais nacionais que estão/vivem na inanição.....?
    Certo é que o [b]estado é um grande engodo[b].............!
    Compreendo também que a casta politica de burocratas canalhas estão acabando com a sociedade usando remédios democráticos para solapar a democracia.
    Pior que boa parte da sociedade não estão se dando conta pois a letargia às consome de tal forma que parecem "zumbis".
  • Cristiano  09/11/2016 23:31
    Texto muito bom!!!!
  • 4lex5andro  11/11/2016 02:22
    O Estado dessa vez aponta pra net.

    meiobit.com/354606/brasil-procurador-mp-sp-especialista-crimes-digitais-policia-civil-propoem-criacao-agencia-reguladora-apps-briga-entre-justica-e-whatsapp-principal-motivo/

    É impressionante como, da parte do governo, não cessam propostas que envolvam regulamentos anacrônicos, novas estatais e aumento de gastos [e depois, tributos] do erário.
  • Irineu Silva  12/11/2016 01:32
    Meu professor de historia disse que o capitalismo fica feliz quando cria um pobre de direita. Como refuto isso?
    E ele seguiu dizendo que pobre tem que ser de esquerda.
  • Andre  12/11/2016 14:08
    Pergunta por que os pobres não votaram no Freixo, Hadad, Luciana Genro e não foram lá defender a Dilma, quando ele mentir ou bugar responde que pobre quer ter um emprego bom, comprar apto de 2 dorm, um carro popular, criar bem os filhos, aposentar e ter uma chácara ou uma casa no litoral, como o socialismo pode promover isso para os pobres sendo que justamente os países menos esquerdistas obtém melhores resultados promovendo esses desejos?
  • saoPaulo  12/11/2016 22:47
    Como refuto isso?
    Não tente refutá-lo. Ele é muito mais experiente que você e usará tipos de falácias que você sequer conhece ainda.
    Além disso, ele exerce uma relação de poder contigo, e confrontos diretos podem te trazer malefícios.
    Continue seus estudos, busque a verdade por si próprio (já que não pode contar com seu professor), seja cético com relação a tudo que aprende -- inclusive no Mises! -- e, quando achar que tem munição suficiente, comece a tentar convencer seus colegas de turma. Será mais produtivo que tentar convencer um marmanjo doutrinado por anos de faculdade estatal, e que ainda pode te ferrar.
  • Consciente  12/11/2016 18:02
    Esse pessoal da escola austríaca de economia tem a mania de condenar o estado e sua regulação. Com frequência citam países com economia desregulada que deram certo, como Singapura, e Taiwan. Se esquecem que são paraisos fiscais e sem recursos naturais, como a Suiça, que se dão bem apenas porque existe regulação estatal em outros países, e portanto são atrativos ao capital de riquezas produzidas alhures.
  • Penitente  12/11/2016 18:41
    É a primeira vez que vejo alguém dizer que países enriqueceram porque não tinham recursos naturais. É também a primeira vez que vejo um crítico, involuntariamente, dizendo que países enriqueceram porque desregulamentaram, destributaram e desburocratizaram mais que outros.

    É exatamente isso mesmo. Que bom que você percebeu.

    Tem certeza que você quer continuar por esse caminho argumentativo?
  • anônimo  21/11/2016 16:41
    Uma dúvida, como seria a fiscalização sanitária no livre-mercado?

    Procon interdita restaurantes com baratas e produtos vencidos no Leblon


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