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Aquilo que se vê e aquilo que não se vê na questão do desarmamento

Nota do editor: o artigo a seguir foi adaptado para a realidade brasileira.

 

Sempre que ocorre um homicídio que choca a opinião pública — por exemplo, quando um lunático comete um massacre em algum local público, como escola, cinema ou parques —, os defensores do desarmamento, ajudados pela mídia, previsivelmente intensificam os clamores por políticas ainda mais restritivas sobre a venda de armas.

Só que os defensores da proibição de armas, ao agirem assim, incorrem em uma clássica falácia que, embora esteja associada a políticas econômicas, também é completamente aplicável a todas as políticas governamentais, incluindo controle de armas.

No século XIX, o economista francês Frédéric Bastiat explicou que, para que possamos realmente entender as consequências de uma política, temos de considerar tanto "aquilo que é visto como aquilo que não é visto".  Segundo ele:

Na esfera econômica, um ato, um hábito, uma instituição, uma lei não geram somente um efeito, mas uma série de efeitos.  Dentre esses, só o primeiro efeito é imediato.  Manifesta-se simultaneamente com a sua causa.  É visível.  Os outros só aparecem depois e não são visíveis.  Podemo-nos dar por felizes se conseguirmos prevê-los. 

Entre um mau e um bom economista existe uma diferença: o primeiro se detém no efeito que se vê; já o outro leva em conta tanto o efeito que se vê quanto aqueles que se devem prever. 

Esta foi também a lição ensinada por Henry Hazlitt, discípulo intelectual de Bastiat, em seu famoso livro Economia numa única lição.  Hazlitt identificou a "persistente tendência de os homens verem apenas os efeitos imediatos de uma dada política, ou apenas seus efeitos sobre um determinado grupo de indivíduos, e negligenciarem quais serão os efeitos de longo prazo daquela mesma política sobre todos os outros grupos de indivíduos. Esta é a falácia de ignorar as consequências secundárias".

O mais famoso exemplo de negligência daquilo que não é visto é, obviamente, o caso da vidraça quebrada

[Nota do editor: se um moleque quebra uma vidraça de uma padaria, obrigando seu proprietário a incorrer em gastos para trocar a vidraça, um economista keynesiano diria que tal ato de vandalismo foi bom para a economia, pois, ao ser obrigado a gastar dinheiro com uma vidraça nova, o padeiro não apenas irá estimular o mercado de vidros, como também irá estimular toda a economia.  O vidraceiro terá mais dinheiro para gastar com seus fornecedores, e os fornecedores terão agora mais dinheiro para gastar com outros setores da economia.  Toda a economia sairá ganhando.  A vidraça quebrada proporcionou dinheiro e emprego em várias áreas. 

Porém, há as consequências que não são vistas.  O padeiro ficará com menos dinheiro, fazendo com que ele deixe de comprar um terno.  Se antes ele teria a vidraça e o terno (ou o equivalente em dinheiro), agora ele terá apenas a vidraça.  O alfaiate deixou de ganhar dinheiro.  Os fornecedores do alfaiate deixaram de ganhar dinheiro.  Igualmente, os fornecedores de insumos para a padaria — plantadores de trigo, criadores de fermento, cultivadores de leite etc. — também deixarão de ganhar dinheiro, pois a padaria teve de economizar para trocar a vidraça.

O que o vidraceiro ganhou, o alfaiate, todo o setor de tecidos e todo o setor de fornecedores perderam.  Estes não poderão gastar este dinheiro com outros setores da economia.  Sendo assim, não houve nenhuma criação líquida de emprego.  Em suma, se a vidraça não houvesse sido quebrada, o proprietário da padaria poderia ter gasto seu dinheiro para melhorar sua situação em vez de meramente restaurá-la. Isto é o que não é visto.]

Se olharmos apenas para as consequências óbvias e imediatas, avaliaremos mal e incorretamente as circunstâncias, de modo que qualquer política daí resultante será ruim.  Esse é o problema com o desarmamento.

As vendas não vistas de armas

Quando ocorre um latrocínio ou uma chacina, os defensores do desarmamento reagem à notícia dizendo que se, o assaltante/assassino não tivesse tido acesso a armas de fogo, aquele assalto ou homicídio não teria ocorrido. Bom, é claro que isso é verdade: afinal, por definição, os tiros requerem uma arma.

Mas, ao contrário do que pensam os desarmamentistas, isso não prova nada.  

Em primeiro lugar, vale ressaltar que, quase sempre, a arma utilizada pelo bandido/assassino não foi obtida pelas vias legais, o que já mostra que o mundo idealizado pelos desarmamentistas é falho: afinal, bandidos estão conseguindo armas no mercado negro, o qual nem a União Soviética foi capaz de banir. 

No entanto, pelo bem do debate, suponhamos que a arma realmente tenha sido adquirida por vias legais, de modo que, segundo os desarmamentistas, isso prova que qualquer tipo de venda de armas tem de ser proibida.  E agora?

Agora, os desarmamentistas têm de provar que, caso a lei deles estivesse integralmente em vigor, bandidos não seriam capazes de obter arma nenhuma, por nenhum método. 

Será que um bandido que não conseguisse comprar uma arma legalmente — na mente dos desarmamentistas, o bandido irá à loja de armas, preencherá a papelada, fará seu registro nos dados da Polícia Federal e acabará tendo sua aquisição negada em decorrência de seu histórico criminoso — desistirá tão facilmente de sua aquisição?  Será que ele, justamente por ser bandido, não recorrerá ao mercado negro?  Por acaso seria forçoso dizer que um bandido não teria dificuldade nenhuma em recorrer ao mercado negro para adquirir uma arma?  

A teoria do desarmamento desaba perante este simples fato: pessoas que utilizam armas para infringir a lei também infringirão a lei para obter armas.

Quem defende o desarmamento tem de provar que os bandidos irão repentinamente se tornar cidadãos exemplares e cumpridores da lei.  Sem isso, não há teoria que se sustente.

O grande problema é que os desarmamentistas, na prática, agem como se todas as armas fossem vendidas apenas no mercado legal, com cartão de crédito, cupom fiscal e tudo.  Eles não enxergam, e consequentemente não levam em consideração, os meios alternativos para a aquisição de armas.

As vítimas não vistas

Só que a incapacidade dos desarmamentistas de considerar o que não é visto não pára por aqui. Após cada assassinato, latrocínio ou chacina, ouvimos repetidas vezes a declamação de estatísticas que versam sobre quantas pessoas são assassinadas por armas de fogo a cada ano. A implicação é que, não houvesse armas de fogo, a taxa de assassinatos diminuiria. Somos também continuamente lembrados de como muitos acidentes caseiros com armas ocorrem; e, finalmente, somos informados de que, se a posse legal de armas fosse restringida ainda mais severamente, menos pessoas morreriam a cada ano por disparos.

Sendo perfeitamente franco, sim, algumas pessoas que foram mortas poderiam estar vivas hoje.  Só que há também o outro lado: algumas pessoas que não foram mortas porque usaram armas estariam mortas hoje. Como assim?

Isso pode surpreender muita gente, por não ter nenhuma publicidade, mas pessoas usam armas defensivamente, e quase sempre sem dispará-las.  E, ao utilizá-las, impedem tentativas de assalto, de invasão de propriedade, de roubo de carro.  Em muitos casos, um pai de família, ao ouvir ruídos estranhos oriundos do lado de fora de sua casa, pode simplesmente chegar à janela, dar um tiro (para o alto ou para algum objeto estático, de maneira perfeitamente segura) e avisar que está armado: isso basta para desestimular que sua casa seja invadida por bandidos.  Quantas vidas ele salvou?  Isso não entra na estatística.

Esse recente vídeo, que mostra uma tentativa frustrada de assalto no Brasil, é emblemático.

Já esse outro vídeo, ainda mais impressionante, mostra uma tentativa frustrada de invasão de domicílio no Arizona.

Como aponta John Lott, da Escola de Direito da Universidade de Chicago, nos EUA, as pessoas utilizam armas defensivamente dois milhões e meio de vezes a cada ano.  Este número inclui os incidentes em que massacres são prevenidos ou reduzidos, invasões de domicílio são impedidas e até mesmo casos de mães que impedem assaltos quando suas crianças estão em seus carros.

Em um artigo para o The American Enterprise, Lott escreveu: "Na superfície, os tiroteios em escolas ou locais públicos parecem um forte argumento para a restrição da posse privada de armas. Mas a verdade é que armas manejadas por cidadãos vêm salvando vidas em tais incidentes, incluindo alguns recentes".  

Ele relembra um tiroteio ocorrido na década de 1990 em uma escola em Pearl, Mississipi, o qual só não gerou um número maior de vítimas (duas mortes) porque o vice-diretor da escola conseguiu ir até seu carro, pegar sua arma e a utilizar para conter o agressor até que a polícia chegasse.

Um caso similar ocorreu para acabar com um incidente de tiroteio em uma escola de dança em Edinboro, Pennsylvania: um adolescente com problemas mentais, após escrever uma nota suicida, começou a atirar a esmo no pátio da escola.  Após matar uma pessoa e ferir duas, o proprietário surgiu com um fuzil, rendeu o adolescente e o fez deitar-se no chão até a chegada da polícia.

Todas as mortes que não ocorreram devido ao fato de pessoas decentes estarem armadas não são computadas pelas estatísticas e, portanto, não podem ser vistas e acabam não entrando no debate sobre as vidas salvas por armas.

Se as armas forem proibidas, são as pessoas decentes, e não os criminosos, que perderão um método essencial de autodefesa — e também da defesa de terceiros.  Consequentemente, mais pessoas poderão morrer nas mãos de criminosos do que hoje.

Isso pode ser negativamente demonstrado com um incidente real. Em outubro de 1991, um misógino chamado George Hennard Junior entrou em uma cafeteria em Killeen, Texas, e abriu fogo, matando 23 clientes e ferindo outros 28.  Seus alvos preferenciais eram mulheres.  Logo em seguida, ele se suicidou.  Alguns clientes conseguiram fugir arremessando cadeiras contra as janelas do estabelecimento.  Segundo os relatos, o maníaco calmamente recarregou sua arma várias vezes, sem ser molestado, pois todos no recinto estavam desarmados.

Suzanne Gratia Hupp era uma das pessoas que estava lanchando lá com seus pais e viu ambos serem assassinados. Acontece que esta mulher normalmente carregava uma pistola em sua bolsa (o que naquela época era ilegal). Mas, naquele dia, temendo a revogação de uma licença ocupacional recentemente obtida, ela deixou a arma em seu carro quando ela e seus pais entraram na cafeteria. Ela está convencida de que, se ela tivesse a arma consigo, poderia ter neutralizado o atirador. Seus pais, bem como várias outras vítimas, poderiam ter sido poupados.  Eles podem ser contabilizados entre as vítimas do desarmamento.

Após esse massacre, o Texas aprovou uma lei permitindo a seus cidadãos portarem armas de maneira não-visível.  Desde então, não se registraram novas ocorrências desse tipo no estado.

O que nos leva a um outro tipo de "não visto" na questão do desarmamento.  A maioria dos estados americanos já legalizou o porte de armas para cidadãos que satisfazem a alguns critérios objetivos.  Onde o porte de armas é permitido, são os criminosos que são atormentados pelo que "não é visto".  Eles não têm como saber quem tem uma arma e quem não tem.  

Isso cria, no linguajar econômico, um "problema do carona" para os bandidos.  Aquelas pessoas que escolhem não portar armas se beneficiam do fato de que outras pessoas podem estar, e de fato estão, portando.  Criminosos, tipicamente, não gostam de atacar alvos que representam algum perigo.  E, dado que os criminosos não têm como saber com antecedência quem está ou não está portando uma arma, eles são obrigados a partir do princípio de que qualquer pessoa pode estar armada — mesmo que a vítima em potencial não esteja armada, alguém próximo a ela pode estar.

Isto é um modo de criar segurança nas ruas e em estabelecimentos comerciais.

[N. do E.: recentemente, no estado americano de Ohio, um homem portando uma arma impediu uma chacina. Várias potenciais vítimas foram salvas, inclusive uma criança de um ano. Ninguém morreu e o maluco foi preso. A mídia convencional, convenientemente, não noticiou o fato.]

Conclusão

Um mundo sem armas não seria um mundo mais seguro do que um mundo em que pessoas decentes são livres para portá-las.  Sem armas, os bandidos maiores, mais fortes e mais poderosos teriam vantagem sobre vítimas menores e mais fracas.  Quem mais sofreria com isso seriam as mulheres.  Nos EUA, a cada ano, aproximadamente 200.000 mulheres nos EUA utilizam armas de fogo para se proteger de crimes sexuais. Por outro lado, no Reino Unido, onde a posse de armas é severamente restrita, há aproximadamente 125% mais vítimas de estupro por 100.000 pessoas a cada ano do que os EUA.

Em um mundo sem armas, o "não visto" seriam as vítimas de espancamentos fatais e de esfaqueamentos, as quais teriam permanecido vivas caso possuíssem armas de fogo com as quais pudessem se defender.


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autor

Sheldon Richman

é vice presidente da The Future of Freedom Foundation e editor da revista mensal Future of Freedom. Durante 15 anos foi o editor da The Freeman, publicada pela Foundation for Economic Education.


  • Emerson Luís  19/06/2015 14:14

    A visão dos "progressistas" é mais infaltil do que os quadrinhos da Disney.

    * * *
  • Paulo  20/06/2015 12:50
    Mais "infaltil" que seu comentário?
  • Peter Racz   19/06/2015 14:30
    A Suíça inteira é prova de que armas não fazem a violência já que lá todo homem adulto tem uma arma militar em casa e lá há muito menos crimes do que aqui, incomparavelmente menos e incomparavelmente mais segurança.
  • GremistaBob  21/06/2015 15:24
    Não só todos os homens adultos têm armas em casa na Suíça, mas são treinados bem para o uso. Eles tem treinamento mensalmente em "shooting ranges" locais. Um bandido na Suíça esteja arriscando a vida dele se invade a casa de alguém.
  • David barbosa  19/06/2015 14:37
    Os artigos do IMB são de fácil compreensão e muito esclarecedores. Obrigado e continuem com o trabalho!
  • anônimo  19/06/2015 14:38
    www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/06/150619_restricao_armas_ac

    Noticias como essa me deixam triste

    A maior parte da população quer uma coisa, mas o estado e mídias querem outras, e continuam defendendo o desarmamento a todo custo.
    Ate o titulo da matéria e escrito já se fazendo um juízo do que e certo e o que errado.
  • Gunnar  20/07/2015 16:20
    E essa então (está nas relacionadas)? www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/09/140916_salasocial_eleicoes2014_controle_armas_jf_cq

    "Para o pesquisador (Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, sociólogo, professor da PUC-RS e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública), embora o Estatuto do Desarmamento tenha passado a penalizar de "forma adequada" o porte ilegal de armas, o fato de os índices de homicídios no Brasil continuarem entre os maiores do mundo faz com que novas medidas sejam necessárias."

    É o Keynes do desarmamento. Se a o remédio não só não atingiu os resultados obtidos mas, ao contrário, constatou-se o efeito inverso, é porque não aplicamos remédio suficiente. Triste, muito triste.
  • Alberto Linhares   19/06/2015 14:44
    Há anos atrás não sofri um assalto na via Anhanguera de madrugada, pois portava uma arma. Havia parado no acostamento por pane motor, quando um carro com cinco sujeitos mal encarados pararam logo atrás. Imediatamente saquei meu 38 do bolso, e os caras vazaram. Nunca disparei um tiro com está arma, mas com certeza me livrou de uma boa.
  • bruno  19/06/2015 19:54
    Bom você se deu muito bem nessa,agora pare para pensar,bandidos troca tiros com policiais a todo momento,porque os 5 não reagiram contra você? A minha resposta é,provavelmente a arma deles não era verdadeira ou apenas um tinha uma arma. São 5 contra você,geralmente pessoas assim não tem medo de morrer ou matar. Você simplesmente foi um caso raro. Agora pense você em uma invasão domiciliar ,você contra os mesmo 5, eles bem armados e você com uma pistola,você consegue trocar tiros com os bandidos,consegue inclusive matar um deles,os outros bandidos fogem e tudo se resolve. Mais como a matéria diz,vamos olhar para o futuro,esses bandidos com espírito único de vingança volta meses depois,dessa vez eles pegam você desprevenido e dessa vez eles não querem seus pertence,eles simplesmente quer sua vida e de seus familiar e que ali estiver. Bom esse artigo só mostra uma coisa,com ou sem armas nada vai mudar,mais com elas você so tem a aumentar o numero de vitimas por armas de fogo. Tenho vários amigos que tem armas e eles se acham o rambo. Isso não e um filme onde o bonzinho sempre mata 5,10 pessoas bem armadas.
  • kalleldf  20/06/2015 15:02
    agora pense na situação dos mesmos cinco bandindos invadindo a residencia armados e o cidadão sem uma arma para se proteger, eles invadem, estupram sua mulher e sua filha e ainda arrebentam ele na porrada, qual dor seria maior? Enfrentar uma vingança futura de bandidos depois de proteger sua mulher e filha de um estupro, ou então aceitar o fato por não ter como se proteger?

    Baixou o espirito da maria do rosario ai foi?
  • bruno  21/06/2015 00:48
    Agora imagine essas armas caia nas mãos dos militantes do partido que ai está. Ai você pode me responder. Ah mais vai ter a documentação e regularização! Bom, quem irá disser se alguém pode ou não porta a tal arma é, adivinha quem? ESTADO!
  • Amos  21/06/2015 06:10
    Bruno, abra sua mente, se existisse a possibilidade deste homem estar armado provavelmente os supostos "bandidos" nem tivessem tentado cometer um crime, hoje existe a certeza da ausência de armas na sociedade e consequentemente a atuação dos bandidos é facilitada, veja o exemplo, o cara apenas mostrou sua arma e foi suficiente para que 5 bandidos abandonassem o ato.
    Ele não ter uma arma não faria com que os bandidos deixassem de cometer o crime por pena, ele ocorreria da mesma maneira.
  • Jeferson  24/06/2015 18:29
    O mais provável é que, independente deles estarem armados ou não, eles evitariam o conflito. A lógica é extremamente simples: não vale a pena uma pessoa tomar um tiro pra roubar um carro, mesmo que os outros 4 matem o dono. Os bandidos sabem que um deles pode tomar um tiro, e eles preferem evitar que isso aconteça pelo mesmo motivo que qualquer pessoa normal, mesmo em superioridade, a idéia básica que passa pela cabeça deles é "e se for eu?". Ninguém quer tomar tiro. Nos vídeos postados no artigo podemos ver bandidos ARMADOS, e em maior número, fugindo do cidadão armado.
  • Cesar Faria  24/06/2015 20:15
    Bruno, pare pra pensar em todo o cenário que voce projetou... foi praticamente um filme longa metragem!... Estamos falando de cessar a agressão e a única forma de fazê-lo é usando a mesma ou maior quantidade de força. Estamos falando de defesa da sua vida e das pessoas que estão com você. Se o bandido vir pra te atacar, você precisará estar preparado, pois caso não esteja, sofrerá por isso. Se o agressor vier outras vezes, esteja preparado a todas elas. Olha o que você está falando, "deixa ele fazer o que quiser agora, para não querer voltar", isso é uma ilusão que vocÊ foi convencido em algum momento de sua vida! Como já vimos muitas vezes, se um bandido consegue roubar/furtar um local, ele voltará várias vezes, e se voce conseguir afugentá-lo, dificilmente voltará e se voltar, afugente-o novamente, mas voce não sofreu nenhuma violência nenhuma vez! Pense Bruno, na boa, você foi convencido e o que falou não funciona dessa forma.
  • jose roberto amorim  24/06/2015 20:27
    bandido não não se arrisca se alguns dele possa ser ferido ou morto, pele simples fato de uma morto ou ferido pode levar toda quadrilha a ser descoberta e presa .
    Então se Os bandidos perceberem que pode pelo menos levar uma facada desistiram.
    Bandidos não como familiares que se arriscam para que ou outros se salvem.
  • Mack740  14/07/2015 18:32
    bruno, só porque você acha que os cinco bandidos tinham só uma arma, ou que as armas que eles tinham era de brinquedo, não quer dizer que seja verdade. A única coisa que podemos afirmar é que o camarada conseguiu evitar ser assaltado, e apenas por ter mostrado que não ia ser uma vítima fácil - por estar armado. Na verdade, o que você mesmo escreveu é a essência do artigo - as pessoas insistem em desconsiderar situações em que a arma de fogo evitou crimes, a ponto de considerar que esses eventos não ocorrem. Outro ponto: cuidado com o chavão de que bandido não tem o que perder, que não tem medo de morrer ou de matar. Isso é imaginar o bandido como algum tipo de criatura mística, e não como um ser humano como outro qualquer: que pensa se algo vale a pena ou não, que age por impulso, que tem sua própria medida de risco e quer que suas empreitadas deem certo. A única diferença em relação aos outros seres humanos é que o bandito não se importar em pisar nos outros para conseguir o que quer. O primeiro poder que uma arma de fogo tem não é o poder de fogo em si, mas o PODER DE DISUASSÃO.
  • Hans  19/06/2015 14:50
  • Vegas  19/06/2015 14:59
    Recentemente tive um leve debate (via face) com um amigo sobre desarmamento, e em outras oportunidade quando este assunto é levantado fica claro que as pessoas estão fortemente crédulas de que a liberação do uso de armas por civis é maléfica para a população, exatamente por não olharem para os efeitos secundários. Alguns argumentos e histórias que já ouvi:

    - Meu pai conta caso antigo de qdo tinha arma, ele sempre comprava legalizada, aí de vez em qdo aparecia alguém querendo comprar a arma dele, ele raspava o número, vendia, e registrava BO de perda/roubo. E esse cara que comprou devia estar para fazer uma besteira, senão ele comprava legalizado.

    - Uma situação de assalto, o ladrão só quer levar algum dinheiro, aí aparece um herói armado, erra o tiro e mata um familiar seu. E aí, vc vai ficar feliz?

    - Se a população estiver armada a polícia perderá sua força de repressão.

    - Se um ladrão pula na sua casa vc prefere mesmo dar-lhe um tiro e depois ser preso por homicídio? A polícia então não faz sentido.

    Paro por aqui, dá nos nervos só de escrever... as 3 últimas por acaso vieram de um graduado em direito. Nada contra a formação em si, ou contra a pessoa, é um amigo de longa data e tem as melhores intenções, mas é um curso que, pelas perguntas, dá pra perceber a fortíssima doutrinação sobre a necessidade do estado protetor e principalmente da lei sobre a moral.

    Respondi-o com bons argumentos, e como foi uma conversa pela internet tiver tempo de reunir as estatísticas disponíveis neste site principalmente.
    Ele não me respondeu ainda, faz algumas semanas já, e acho que não irá.

    Mas é mesmo preocupante a opinião pública a respeito deste assunto, precisamos divulgar com mais frequência o prejuízo secundário da restrição do porte de armas.
    Um PM estava comentando estes dias que um colega de trabalho teve a casa invadida, atirou no ladrão, disparo não fatal. Ficará afastado por cerca de 4 meses por não ter sido enquadrado legítima defesa.
    Não entendo muito bem a legislação de uso de armas por aqui, mas fica nítido e os ladrões já perceberam que os próprios policiais estão sendo punidos quando fazem uso de arma de fogo.

    A ladroagem deita e rola... é triste isso.

  • Paul Kersey  19/06/2015 15:05
    Se um ladrão invade a sua casa e você dá cabo do vagabundo, a ÚLTIMA coisa que você deve pensar em fazer é chamar a polícia.

    Se você fizer isso, não só a sua arma será confiscada -- deixando a sua família totalmente vulnerável --, como você irá em cana.

    O que fazer? Leve o corpo para um lugar deserto (você tem de conhecer a sua cidade), desove, e volte pra casa. Dá trabalho? Dá. É perigoso? É. Mas ainda assim é muito melhor do que perder sua arma, ser preso e deixar sua família desprotegida.
  • Felipe  19/06/2015 15:30
    Paul,

    Eu não sou adepto dessa teoria de que quem atira em ladrão vai preso.

    Você poderia me indicar um único caso de alguém que teve a casa invadida, matou o invasor e foi efetivamente preso?

    Obrigado
  • Bronson  19/06/2015 16:23
  • Pedro  19/06/2015 19:30
    Você não é dessa teoria porque não conhece a legislação brasileira. Se você mata um bandido que entrou na sua casa e fica no local você vai ser PRESO EM FLAGRANTE, mesmo sendo legitima defesa, você pode conseguir depois ter um pedido de liberdade provisória aceito e responder o processo em liberdade, mas vai ser preso em flagrante e vai tomar processo na cara.

    Portanto se alguém entrar na sua casa e você matar esse alguém, a primeira coisa que você deve fazer é sumir do local, contratar um advogado, esperar passar o flagrante para então se apresentar à delegacia e é claro, rezar muito para que a "justiça" da máfia não julgue que houve algum "excesso" (se é que isso existe na prática) de legitima defesa, caso contrário é cana.

    E mais, se você conseguir espantar o invasor sem mata-lo (intimidando-o apenas ao apresentar a arma ou dando um tiro na direção dele), NÃO CHAME A POLICIA, pois se chamar eles vão para sua casa não atrás do invasor, mas atrás da SUA ARMA.

    Lembre-se que a legislação brasileira é feita para beneficiar o bandido, esse é o modus operandis da esquerda gramsciana, inverter os valores e destruir a sociedade em suas bases ética e moral.
  • Felipe  23/06/2015 15:32
    Pedro,

    Você tem razão... Eu não sabia desses detalhes da legislação - que a polícia é obrigada a prender em flagrante o cara que agiu em legítima defesa (pois a existência de legítima defesa só pode ser concedida por um juiz, não pela polícia).

    Ou seja: ainda duvido muito que alguém seja efetivamente preso e condenado por ter agido em legítima defesa.
    Mas mesmo agindo dessa forma a pessoa corre o risco de passar algum tempo numa delegacia/presídio junto com criminosos de verdade, enquanto aguarda a análise do caso por algum juiz. Lamentável.
  • anônimo  24/06/2015 01:32
    Felipe, fico comovido com a sua crença em todos.
    Embora seja praticamente impossível afirmar categoricamente que sejam presos, já que todos são julgados (quem pode afirmar que realmente foi legítima defesa ou não?)

    não tenho ideia da verdade nessa noticia, mas implanta dúvidas

    carlosbritto.ne10.uol.com.br/coisas-do-brasil-policial-e-preso-apos-matar-assaltante-alegando-legitima-defesa/
  • Felipe  24/06/2015 11:47
    Felipe, fico comovido com a sua crença em todos.

    anônimo, não entendi o que você quis dizer com essa frase. Esse "todos" se refere ao que?
  • anônimo  24/06/2015 14:49
    Me referi a sua crença ao duvidar que alguém seja condenado e preso por agir em legítima defesa.
    Como não se tem como saber quem será o juiz de todos os caso, e pode ser qualquer um, usei a palavra todos. Mas poderia me referir também a crença na justiça vinda do poder judiciário.

  • jose roberto amorim  24/06/2015 20:43
    ficou preso é bem diferente de foi preso
    Muitos foram presos nenhum ficou preso
  • Andre  19/06/2015 15:34
    "Paro por aqui, dá nos nervos só de escrever... as 3 últimas por acaso vieram de um graduado em direito. Nada contra a formação em si..."

    Aí é que está, justamente por ser um graduado de direito ele deve ter recebido doses cavalares de lavagem cerebral esquerdista. Assim sendo, muito provavelmente, foi justamente a formação dele que o cegou para a realidade.
  • Vegas  19/06/2015 17:18
    Andre, concordo com vc, certamente o conteúdo do curso de direito influenciou muito nesta visão que ele tem de lei x legitimidade moral, especialmente se notar-mos o padrão que adotam os juízes das varas de trabalho (a maioria)... o "trabalhador coitado e explorado" já entra com 70% da causa ganha, e se falar que apanhavam em serviço não tem nem discussão.

    O que quis foi isentar outros que também passaram por este curso e que nem por isso seguem cegamente estas ideias estranhas, e logicamente sem nexo.
    Também quis pontuar que não só os formados em direito, este pensamente me parece ser uma tônica na sociedade.

    Eu mesmo, formado em administração, até há algum tempo atrás achava bacana quando saía notícia de que a receita federal melhorava sua máquina de recolher tributos, na ilusão de q assim melhorasse o serviço estatal provido pelo governo. Tudo incentivado pelos conhecimentos dos mestres acadêmicos.

    Santa inocência, ainda fico rindo disso, achando vantagem em ser roubado.
  • Alexandre  20/06/2015 17:09
    "- Se a população estiver armada a polícia (estado) perderá sua força de repressão."

    Quem deu esse argumento acabou de dar o melhor argumento contra o desarmamento. Um uma sociedade livre, onde todos podem ter armas sem restrição, o governo/estado tem de pensar duas vezes antes de tocar indevidamente em um cidadão. Na verdade, o que se estabelece é um equilíbrio de forças entre sociedade e estado que previne os abusos. A sociedade tolera em parte a ação de um estado pequeno para punir delinquentes, mas o estado sabe que a população em armas é mais forte do que ele e que qualquer abuso tirânico terminará em um banho de sangue onde o estado sairá perdendo.

    É exatamente isso o que acontece na Suíça.
  • jose roberto amorim  24/06/2015 20:33
    O cara é filho de Bandido camuflado e pensa que todo mundo é filho de bandido.
    raspar numero de arma para vender é coisa de bandido.
  • Ruben  19/06/2015 15:00
    Que delicia esse video do corolla, quando eu vejo noticias de bandido dando facadas por ai ou coisas do tipo eu tenho que tomar um remedio que eh assistir videos tipo esse do corolla pra ficar mais tranquilo. Ver bandido tomar tiro eh tao gostoso.
  • Thiago Bianchine Moura  19/06/2015 15:14
    A principal função de uma arma não é ferir, não é matar. A principal função de uma arma é intimidar. Sem o porte legal de armas por parte dos cidadãos honestos, os bandidos não se sentem intimidados.
  • Riccardo  19/06/2015 15:35
    Intimidar eh uma forte arma psicologica de estar armado, mas principal funcao de uma arma eh matar e ferir sim. Se o medo nao resolve a bala tem q resolver.
  • Douglas  19/06/2015 15:17
    Muito bom esse artigo. Uma pena o Brasil ser um país atrasado que restringe absurdamente o porte de arma.
  • Mr Citan  19/06/2015 15:20
    E como todo bom democrata, o Obama apela para a politicagem, aproveitando do momento de comoção da tragédia alheia, pra conseguir por em prática o controle de armas.

    "www.infowars.com/obama-blames-guns-for-south-carolina-shooting/

    O bom e velho discurso esquerdista: "Vamos controlar as armas, e com certeza, controlaremos a violência".

    O problema deste discurso bonito, é que os maus não vão aderir a este controle.
    Quem vai se ferrar é o cidadão de bem, que vai depender do Estado pra se proteger, ou seja, vai estar ainda mais desprotegido.

  • Tutu Barão Maynard Keynes  19/06/2015 15:41
    Um pouco de assalto é bom para a economia, principalmente em épocas de recessão. Ajuda a manter a roda da economia girando e ainda, de bônus, ajuda a combater a desigualdade.
  • Um observador  19/06/2015 16:15
    "Agora, os desarmamentistas têm de provar que, caso a lei deles estivesse integralmente em vigor, bandidos não seriam capazes de obter arma nenhuma, por nenhum método."

    Não é bem assim.
    Exigir essa prova seria cair na falácia do nirvana. O que os desarmamentistas precisam provar é que a proibição reduz o número de mortes de inocentes.
  • Magno Álvaro  19/06/2015 16:18
    Ué, mas para que a proibição reduza o número de mortes de inocentes, bandidos e pessoas mal intencionadas não poderão ter acesso a armas.

    Ou não?

    Ao defender o desarmamento, desarmamentistas querem que bandidos e pessoas mal intencionadas não tenham acesso a armas, as quais serão utilizadas para fazer o mal.

    Logo, desarmamentistas, por definição, partem do princípio que suas lei impedirão ao máximo possível que pessoas ruins tenham acesso a armas.
  • Bye Bye Brazil  19/06/2015 16:21
    "Antes julgado por 7, que carregado por 6"
  • Ricardo Funes  19/06/2015 16:28
    O Desarmamento não tem nada a ver com a criminalidade. Tem a ver com o controle do povo. Depois que você entende isto, os números positivos ou negativos viram apenas numerologia.
  • Alexsandro Lourenço   19/06/2015 16:36
    Sou a favor da posse em domicílio , mas deveria haver pelo menos, uma avaliação psicológica antes da posse e que não houvesse passagem pela polícia previamente ... Há muito maluco por aí , não sou a favor do porte, pois uma simples briga de trânsito ou discussão banal pode terminar num tiroteio , o brasileiro não é muito conhecido por ser emocionalmente controlado ... Qualquer besteira tira o brasileiro do sério fora a mistura com álcool
  • Marcos Rocha  19/06/2015 16:41
    "não sou a favor do porte, pois uma simples briga de trânsito ou discussão banal pode terminar num tiroteio"

    É exatamente por saber que o outro pode estar armado que os ânimos serão bem mais contidos. Se um cidadão lhe dá uma fechada no trânsito, a hipótese de ele estar armado fará com que você pense várias vezes antes de abaixar o seu vidro e xingá-lo. A sociedade fica muito mais civilizada assim.

    Como diz o ditado americano: boas cercas criam bons vizinhos.

    "o brasileiro não é muito conhecido por ser emocionalmente controlado ... Qualquer besteira tira o brasileiro do sério fora a mistura com álcool"

    Ao contrário, o brasileiro é um dos povos mais passivos que conheço. Haja vista que ninguém se revolta contra governo. Brasileiro só fica agressivo quando está em manada e quando sabe que os outros estão em menor número e estão desarmados. Mesmo assim, no primeiro som de tiro sai todo mundo correndo.

    Se o brasileiro supuser que o outro pode estar armado, então ele será mais passivo ainda.
  • Pedro  19/06/2015 19:47
    ""Há muito maluco por aí , não sou a favor do porte, pois uma simples briga de trânsito ou discussão banal pode terminar num tiroteio""

    Um sujeito que está disposto a matar por causa de uma briga de trânsito está preocupado em respeitar uma lei que o proíbe de portar uma arma?

    A Alerj pensou isso no que diz respeito ao porte de facas, para os nobres deputados do RJ, multar pela simples posse de uma faca vai impedir que meliantes cometam furtos e assassinatos com elas, pois certamente estão muito preocupados em tomar uma multa né????
  • Franklin Cordeiro  19/06/2015 17:18
    "pessoas que utilizam armas para infringir a lei também infringirão a lei para obter armas."

    Esse argumento derruba qualquer tipo alegação desarmamentista. Curto e grosso!
  • Dalton C. Rocha  19/06/2015 18:02
    O artigo não diz em quanto se é vantajoso, se ter arma, numa situação de crime. O site www.airgun.com.br/forum/viewtopic.php?f=6&t=5371&start=825 tem uma série de reações e o placar de reações, desde 2007. Os resultados lá são os seguintes:
    "Com mais esta reação, o placar desde 1/1/07 fica em:

    611 Bandidos mortos.
    301 Bandidos feridos e presos.
    163 Bandidos presos após a reação.
    695 Bandidos fugiram.
    3 Bandidos foram mortos após a reação.
    59 Vítimas armadas mortas.
    68 Vítimas armadas feridas.
    3 vítimas feridas s/ tiro.
    1 Bandido linchado e morto.
    827 Reações armadas."

  • José Salomão  19/06/2015 18:41
    O porte de arma tem seus prós e seus contras, sendo assim porque não considerar a popularização (e o aperfeiçoamento) de armas não-letais.
  • Henrique Zucatelli  19/06/2015 21:55
    Armas para serem enquadradas em não letais já são por analogia, menos agressivas e de alcance bem limitado. Uma coisa é enfrentar um rstuprador, outra é encarar três malas armados.

    O bom mesmo é ter os dois, no seu carro, na sua casa etc.
  • Carlos Mello  19/06/2015 19:05
    Artigo nota 10.
    Muito elucidativo, pena que os esquerdistóides "não sabem ler"

    Parabéns.
  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  19/06/2015 20:22
    Avisem-me dos depósitos.
  • Sergio  20/06/2015 01:44
    Excelente artigo!
    Principalmente agora que os democratas estão transformando essa tragédia em um circo e se aproveitando para promoverem sua agenda desarmamentista.
  • Marcelo Simoes Nunes  20/06/2015 03:37
    A matéria é cristalina, mas discordo do seguinte: provavelmente o primeiro objeto fabricado pelo ser humano foi uma arma. A humanidade chegou até aqui armada. Quem quer desarmar a população é o estado e seus defensores. O direito de ter arma é atávico e pétreo. É indiscutível, independentemente de quaisquer estatísticas a favor ou contra. Argumentos desse tipo são utilitaristas. Ajudam ou prejudicam, mas questão de fundo é moral. São os sagradíssimos direitos à vida, à propriedade, à legítima defesa. Não há o que negociar.E ponto final.
  • David  20/06/2015 21:49
    A miséria não gera violência. Mas a violência ajuda a gerar miséria.

    Quantos negócios são perdidos por ano por causa da violência ?
  • anônimo  22/06/2015 02:14
    Por outro lado, um video que mostra como faz falta uma arma:



    Se esse gaúcho tivesse uma arma, o final teria sido diferente...
  • jose roberto amorim  24/06/2015 19:49
    Em 1973 na br 116 nas proximidades de santa Rita de Caratinga duas horas da madrugada viajando sozinho em meu fusquinha quando noto uma rural paradas e pessoas acenando para parar , em segundos penso pode ser alguem precisando de ajuda como pode ser assalto. passaei direto e parei a uns cem metros adiante e peguei minha Arma na bolsa da porta , as pessoas correram em minha direção GRITEI QUE PARASSEM QUE EU QUE EU ESTAVA ARMADO E perguntei o que queriam>
    responderam que tinham uma Mulher em Parto e que o carro havia acabado a gasolina.abri o capu do fusca e mandei que viesse Um pegar a gasolina de arma em punho fiquei vigiando , o cara assustado pegou gasolina agradeceu quis pagar mas não recebi.
    Talvez pela simples existencia e posse minha arma tenha salvado uma mãe e uma criança pois sem arma não ousaria Parar.
  • Vban Vitor  24/06/2015 21:23
    Qual o procedimento para obter autorização do governo para comprar uma arma hoje em dia?
  • Gunnar  20/07/2015 16:36
    É um emaranhado kafkiano de burocracias e leva tempo, mas, com muita persistência, sai.

    www.dpf.gov.br/simba/armas/aquisicao-de-arma-de-fogo

    O que você provavelmente nunca conseguirá tirar é o porte.

    www.dpf.gov.br/simba/armas/porte-de-arma-de-fogo

    Ou seja, pode até comprar uma arma, mas ela terá que ficar dentro de sua casa e você continuará saindo à rua desprotegido.
  • Senhorita  20/07/2015 00:21
    A questão do desarmamento virou um problema de segurança nacional, com o País cheio de haitianos, cubanos, angolanos (homens em idade militar), parece que um exército vermelho está se formando debaixo de nosso nariz. As armas não nos protegem apenas contra ladrões, mas contra o próprio Estado. E está na cara que o Brasil tem interesses escusos com os vizinhos vermelhos. Além disso, o que você prefere ter quando um vagabundo invadir sua casa para assaltar; uma arma ou um telefone pra ligar pra polícia?


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