Sete provas de que o governo faz mal à saúde

1. O governo cobra 41% de imposto sobre o protetor solar

Usar protetor solar é um ato simples para evitar câncer de pele, doença que atinge 180 mil brasileiros por ano. Mas quem optar por seguir as recomendações médicas e usar o produto terá que pagar 41% de imposto (veja aqui também). Com os tributos, o protetor solar brasileiro é um dos mais caros do mundo.

2. O governo proíbe remédios contra câncer (e prende quem os traz ao Brasil)

A primeira regra do tratamento de câncer é que tempo é tudo. Quanto antes o tumor for tratado, maior a chance de sobrevivência. Seria bom avisar isso para a Anvisa. 

Há pelo menos onze remédios contra câncer já aprovados pelo FDA (a Anvisa americana) e por agências europeias que não podem entrar no Brasil porque a Anvisa tarda em aprová-los. Essa burocracia está criando um mercado negro de remédios no Brasil. Em março, uma operação da Receita Federal combateu o crime terrível, cruel e hediondo de trazer remédios importados a doentes brasileiros.

3. Campanha contra o agasalho

A Campanha do Agasalho todo mundo conhece, mas pouca gente sabe que há no Brasil uma campanha com o objetivo contrário: cobrar mais de quem quer se proteger do frio.

Desde 2012, o governo sobretaxa em 97% o valor dos cobertores vindos do Uruguai, Paraguai e da China. O motivo da sobretaxa é que os produtos são muito baratos, e poderiam ameaçar fabricantes nacionais.

4. A Anvisa dificulta a importação de equipamentos médicos modernos

Até 2010, clínicas e hospitais interessados em adquirir máquinas e equipamentos mais modernos podiam importar qualquer produto que tivesse alguma certificação internacional. De repente, porém, decidiu-se que somente equipamentos certificados pela própria Anvisa entrariam no país.

Detalhe: a agência demora em média quatro anos para analisar e certificar equipamentos que já são usados em todo o mundo.

Hospitais que em 2015 quiserem comprar equipamentos que emitem menos radiação só podem escolher os lançados até 2011.

5.  Carro mais seguro paga mais imposto

Em 2011, montadoras da Ásia chegaram ao Brasil oferecendo carros com airbags duplos e laterais e freios ABS, na mesma faixa de preços dos "peladões" nacionais.

A reação do governo não foi aplaudir ou celebrar a inovação, mas sobretaxar os veículos para que eles deixem de competir com os das montadoras nacionais. Até hoje, as importadoras não voltaram ao patamar de vendas anterior. (Ver aqui, aqui, aqui e aqui)

6. O governo restringe o número de médicos no país

O Brasil tem 2 médicos por mil habitantes, e boa parte deles concentrados em grandes cidades. É menos do que a meta do Ministério da Saúde (2,5 por mil).

Como piorar esse quadro? Dificultando a criação de cursos de medicina.

Desde 2013, para se abrir uma nova turma é necessário esperar que os funcionários do Ministério da Educação lancem um edital autorizando o negócio. Um menor número de médicos significa, por oferta e procura, serviços piores e preços maiores por consulta.

7. O governo proíbe cigarros que provocam menos câncer

Cigarros eletrônicos têm dez vezes menos substâncias cancerígenas que cigarros comuns e não produzem fumaça, apenas vapor, sem prejudicar a saúde de quem vive perto de fumantes.

Por isso os "e-cigarettes" são febre no mundo todo — com exceção da Turquia e do Brasil.

Desde 2009, a Anvisa proíbe a venda do produto por aqui. O mais incrível é que os diretores da Anvisa dizem que têm como objetivo aprimorar, e não atrapalhar, a saúde no Brasil.


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SOBRE O AUTOR

Leandro Narloch
é jornalista e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, e do Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo, além de ser co-autor, junto com o jornalista Duda Teixeira, do Guia Politicamente Incorreto da América Latina, todos na lista dos livros mais vendidos do país desde que foram lançados. Escreve para a Folha de S. Paulo.



O estado matou a liberdade dos açougues em prol dos empresários corporativistas

Há dez anos havia uma predominância muito maior de açougues de bairro. Eram comércios na maioria das vezes confiáveis e a procedência das carnes normalmente não era tão duvidosa quanto a vendida no supermercado.

Geralmente os donos desses açougues eram pais de família que manipulavam a carne com certo rigor, contratavam gente da vizinhança pra dar aquela força no comércio, faziam o bom e velho fiado pra quem não podia pagar na hora, enfim, era um tempo onde havia maior proximidade entre os produtos de consumo e o consumidor.

Mas eis que apareceu o governo e suas "bondades". E aí o açougueiro foi para o abismo com uma série de taxações, regulações, decretos, portarias, leis inúteis, legislações pesadas e tudo o mais necessário para acabar com um negócio promissor e confiável sob a desculpa de proteger os clientes daquele "malvadão" que – absurdo! – quer trabalhar e lucrar com o comércio de carnes.

E são tantas regras "protecionistas" que, sabendo da impossibilidade dos donos em cumpri-las de forma plena, os fiscais do governo se aproveitam da situação para caçar "irregularidades" como "a cor da parede", pedindo aquele salário mínimo para assinar o alvará de funcionamento.

Enquanto isso, o estado isentou as grandes empresas de impostos e multas sempre que possível, bem como das regras sanitárias que o açougueiro da esquina tem que cumprir. Enquanto o dono do açougue do bairro era impedido de obter uma mísera linha de crédito para investir em seu negócio, o governo fornecia uma gorda verba para as grandes empresas por meio do BNDES.

E veio o período maquiavélico de "aos amigos os favores, aos inimigos a lei", onde não há nada que impeça as grandes empresas. As dívidas caíam de 1 bilhão para 320 milhões, a "fiscalização" sanitária se tornou aliada e o Ministério da Agricultura passou a conceder seus selos livremente para os amigos do governo. Claro que isso teve um custo, pago com aquela verba pra campanha eleitoral para "resolver" tudo.

E o resultado não poderia ser diferente: nos baseando na confiança em um selo estatal e no sorriso técnico do Tony Ramos afirmando que "carne confiável tem nome!".

O corporativismo, ou seja, a aliança entre estado e grandes empresários, nos trouxe resultados deploráveis. Mas o malvado continua sendo o seu José da esquina, aquele que queria vender suas carnes e terminou fechando por excesso de burocracia estatal. Enquanto isso, os corporativistas da JBS, BRF e companhia cairão no esquecimento em breve.

O corporativismo brasileiro é um desastre sem fim.
Prezado Paulo, você reclama que teve emprego e salário, mas não ganhava tanto quanto os funcionários mais antigos e experientes. Você foi contratado a um salário menor e achou isso injusto. Queria já chegar ganhando o mesmo tanto que funcionários melhores e mais experientes, que já estavam lá há anos. É isso mesmo?

Não posso acreditar.

Outra coisa: você teve salário e emprego (e ainda teve plano de saúde!) graças à possibilidade de terceirização. E se fosse proibida a contratação de terceirizados? Será que você teria tido esse emprego e esse salário? Será que você sequer teria tido essa chance?

Desculpe, mas parece que você está cuspindo no prato que comeu. Você teve emprego e renda (e plano de saúde!) graças a uma liberdade de contrato, e agora vem dizer que essa liberdade foi ruim para você? Bom mesmo seria se o mercado de trabalho fosse restrito. Aí sim você já seria contratado como presidente...

É interessante como você parte do princípio de que o mundo não só lhe deve emprego e renda (e plano de saúde!), como ainda lhe deve um emprego extremamente bem-remunerado imediatamente após a contratação (você já quer entrar ganhando o mesmo tanto que os funcionários mais antigos e experientes).

De fato, ainda estamos deitados em berço esplêndido. Aqui todo mundo só quer saber de direitos.


P.S.: ainda no aguardo de você responder à pergunta do Leandro (a que aparentemente te deixou assim tão zangado): a terceirização nada mais é do que permitir que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?
Esse comentário não faz o menor sentido. Vc usa a linguagem jurídica e estatal para condenar pessoas, mas sem nenhum processo. Ter um cargo publico não pode ser crime no regime atual. Se vc se revelasse seria claramente processado por calunia e difamação. Pois não crime sem lei que o prescreva. Que é isso? Os libertários querem se unir aos marxistas para ditar regras de moral ao mundo. A existência de um aparato que extorque e atrapalha o desenvolvimento da população, pode ser imoral mas não pode ser considerado crime no sistema atual. Tente convocar uma assembleia constituinte libertaria e acabe com o sistema atual e talvez no seupais seja crime. Como podemos responder por crimes, contra uma legislação ideológica que ignoramos, que não aprendemos nem em casa e nem na mídia. Embora os recursos da receita federal sejam usados de ma fé, isso não faz da sua existência um crime. Antes de tudo existe um regulamento, produzido pelo consentimento da sociedade que prevê a existência daquele órgão. Pelo seu ponto de vista todas as pessoas são criminosas porque o estado não tributa tudo, mas regulamenta tudo. Então para ser um libertário coerente eu teria que cancelar meu CPF, abrir mão de todo beneficio estatal que veio parar nas minhas mão, mesmo sem que eu ferisse ninguém, renunciar minha cidadania brasileira, o que mais. Resumindo ter pessoas que respeitem os direitos civis e as liberdades individuais dentro do estado, é bem melhor do que ficar se gabando e massageando o próprio ego dizendo pra todo mundo, olha só nós estamos certo, todos vocês são ladroes, sem fazer nada pela liberdade.
Se há custos trabalhistas artificialmente altos e estes puderem ser reduzidos, então eles serão reduzidos.

Se uma empresa opera com custos trabalhistas artificialmente altos -- por imposição do governo -- e estes custos podem ser reduzidos -- porque há outros trabalhadores dispostos a fazer mais por menos --, então eles serão reduzidos.

Se a empresa não fizer isso, então ela estará -- por definição -- operando de forma ineficiente. Ele não durará muito. Com efeito, essa empresa só irá durar se operar com uma reserva de mercado garantida pelo governo. Aí sim. Excetuando-se isso, ela estará queimando capital e comprometendo sua capacidade de investimento e expansão no futuro. Será rapidamente abarcada pela concorrência.

No mais, é interessante notar que as pessoas querem livre concorrência para tudo e todos, menos para elas próprias. Todos nós queremos competição entre empresas para que haja produtos melhores e preços menores, mas não queremos competição para o nosso emprego. Quando a concorrência chega até nós, queremos que políticos criem leis que garantam nossa estabilidade. Agora, querem até proibir empresas de contratar outras pessoas que não nós mesmos. Há totalitarismo maior do que esse?

Vale ressaltar o óbvio: essa lei da terceirização nada mais é do que uma permissão para que uma pessoa tenha maior liberdade para contratar outra pessoa para fazer um trabalho. Só isso. Qual exatamente -- por favor, me digam -- seria um argumento racional e respeitável contra esse acordo voluntário e livremente firmado entre duas partes?
Ei, Marcelo Siva, quer falar de escravidão? Vamos lá (aliás, é hora de você começar a responder perguntas, como todos fizeram com as suas):

Quem é que adota políticas -- como déficits orçamentários e expansão do crédito via bancos estatais -- que destroem o poder de compra do dinheiro, perpetuando a pobreza dos mais pobres?

Quem é que, além de destruir o poder de compra do dinheiro -- gerando inflação de preços -- ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial, com isso impedindo duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para barracões, favelas e outras áreas com poucas expectativas de vida?

Quem é que impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo?

Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, gera desemprego, estimula a informalidade e impede que os salários sejam maiores?

Quem é que confisca uma fatia do salário do trabalhador apenas para que, no futuro, quando este trabalhador estiver em situação ruim, ele receba essa fatia que lhe foi roubada de volta (e totalmente desvalorizada pela inflação)?

No aguardo das suas respostas.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2383

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Wellington Kaiser  04/05/2015 14:46
    Texto muito bom, superlight para pessoas que tem preguiça de ler textos grandes. Também pode servir de chamariz para outras ideias do Mises. Ótimo pro pessoal compartilhar no facebook.
  • Diego  04/05/2015 15:07
    O estado quebra perna do cidadão, oferece a muleta e ainda cobra caro por ela.
  • Rene  04/05/2015 15:49
    E ainda quer que você se sinta agradecido, porque "graças a ele, você pode andar".
  • Estevam  04/05/2015 17:11
    E se tentar andar sem ele ainda te chama de ingrato, e se não quer suas muletas terá que pagar mesmo assim, senão você é que será o ladrão.
  • Pedroca  04/05/2015 19:19
    E se tentar reclamar nas redes sociais sera censurado em nome da humanização da rede.
  • Maizum  05/05/2015 00:52
    Isso porque o estado sempre sabe o que é melhor para todos nós, mesmo quando não concordamos com suas "soluções" jeniais.
  • Vagner  06/05/2015 19:05
    E se solicitar ao estado que ele pare de quebrar suas pernas, você será chamado de criança porque não entende que ter as pernas quebradas é necessário para que não haja violência contra indivíduos pacíficos.
  • Luys  04/05/2015 15:08
    Protetor é melhor comprar pelo ebay ou algo assim.
  • XVY  05/05/2015 00:40
    Até a droga do pacote chegar à sua casa, por causa do sempre ágil trabalho dos Correios, você já desenvolveu um tumor.
  • Alexandre  04/05/2015 15:09
    A ANVISA se acha melhor que o FDA americano e proíbe a comercialização de inúmeros fármacos e princípios ativos aprovados nos EUA, Europa e até mesmo pela rigorosíssima agência japonesa...."por falta de estudos" dizem eles....desprezando conclusões científicas de estudos dos melhores centros de pesquisas e universidades do mundo....
  • Andre Cavalcante  04/05/2015 17:22
    Nada Alexandre

    Por trás da Anvisa há uma porção de empresas que se beneficiam de um mercado fechado. Eles sabem muito bem que as outras organizações mundiais são mais competentes, mas para que concorrer com elas? O bom mesmo é ter um mercado cativo de medicamentos, substâncias, médicos e, claro, impostos.
  • Luiz Silva  04/05/2015 22:09
    Falta de estudos = um "faz-me-rir" aqui na minha mão
  • Mr Citan  04/05/2015 15:24
    Eu incluiria como "Menção Honrosa", os altos impostos sobre medicamentos, e também a grande vontade dos políticos de manter estes impostos, com a vergonhosa desculpa de que "resultaria em impacto negativo sobre os orçamentos estaduais e municipais" e que também a "redução de tributos não resultaria em redução de preços".

    Basta lembrar que, o partido da senadora que disse tais vigarices, conseguiu um recorde de vendas de automóveis e eletrodomésticos, porque simplesmente reduziu os impostos.

    A vigarice desta gente é algo sem precedentes.


    "agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2014-11/senado-rejeita-pec-que-zerava-os-impostos-sobre-medicamentos
  • Estevam  04/05/2015 17:15
    ainda ouvi dizer que os preços dos remédios no Brasil são tabelados
  • Henrique Zucatelli  04/05/2015 16:05
    ANVISA: Oficialização de cartéis. Não pagou comissão para eles, esquece. Você pode ter o melhor produto do mundo que eles engavetam.



  • Felipe Lange S. B. S.  04/05/2015 16:10
    Obrigado Anvisa, Receita Federal, Governo Federal e todos os seus criminosos, por acabarem com a nossa liberdade.
  • Emerson Luís  04/05/2015 16:22

    O governo estatista deveria vir com uma tarja preta de aviso, como dos cigarros.

    * * *
  • Ricardo  04/05/2015 16:35
    Incrível pensar que a simples extinção da ANVISA (sem ser substituída por nada) reduziria gastos governamentais inúteis e ainda seria melhor para saúde do brasileiro.
    Impressiona o nível de arrogância dessas pessoas.
  • Tio Patinhas  04/05/2015 17:19
    OFF (mas nem tanto):

    www.mirror.co.uk/news/uk-news/kate-middleton-royal-baby-preparations-5510786

    O link acima sobre o nascimento na realeza britânica, diz que ela usou um hospital privado. Onde estão os defensores da saúde pública britânica que aparecem aqui de vez em quando?

    Acho que se fosse tão bom assim ela usaria o sistema público, é claro que se a criança tivesse qq problema o sistema pública simplesmente deixaria morrer, mas os defensores preferem ignorar...

    Obrigado.
  • Rafael Andrade  04/05/2015 18:32
    Hehehehehe esse daí foi mito, fez a ligação do nascimento do novo príncipe da familia real britânica com o sistema de saúde, pelo fato de eles terem usado hospital privado. Legal
  • Critico  05/05/2015 12:43
    Tio Patinhas, cuidado com essa argumentação.

    Se os políticos perceberem que podem usar a infra-estrutura do sistema público com seus médicos privados (como fez o Padilha )para fazer propaganda falsa do sistema falido, teremos uma hipocrisia ainda maior por parte dos estatistas nas discussões e políticos usando nosso dinheiro para sustentar sua saúde de alto nível em vez de pagar por ela.

    Abrs
  • martins  05/05/2015 13:34
    Os políticos são capazes mesmo de praticarem esse tipo hipocrisia, já que eles imaginam que a maioria da população é trouxa e acomodada, mas cabe aos indignados apontar tais hipocrisias, como as que já são atualmente, como por exemplo essa do reino unido, e como muitas outras aqui no Brasil. O que não pode é esse pessoal fazer as besteiras que fazem e ficarem folgados como se tudo estivesse as mil maravilhas, mas sempre apontar o que fizeram de errado.
  • Existencialista  05/05/2015 23:36
    "...usando nosso dinheiro para sustentar sua saúde de alto nível em vez de pagar por ela"

    Uai, e desde quando eles NÃO fazem isso?
  • Diego M  04/05/2015 17:59
    Lenadro Narlock,

    Gostei muito das informações principalmente pelas fontes, coisa que não foi possível no post da revista VEJA. Muito bem !!!

    Abraços.
  • Jaime  04/05/2015 18:45
    Gosto dos seus artigos, mas com relação ao item 6, você está redondamente enganado. Hoje, o Brasil é o campeão mundial em número de faculdades de medicina.


    pt.wikipedia.org/wiki/Faculdades_de_Medicina_do_Brasil
  • Alvarenga  04/05/2015 19:46
    Jaime, aprenda a ler e a raciocinar.

    O artigo em momento algum fala de número de faculdades médicas (algo que tem necessariamente de ser alto no Brasil, dado o tamanho absoluto de nossa população), mas sim do número de turmas.

    De nada adianta ter mais faculdades que os EUA se o número de alunos admitidos é (muito) menor.

    Ah, e veja o link contido no próprio item 6, com decreto presidencial e tudo.
  • Luis  04/05/2015 21:37
    Aliás, a quantidade e o tamanho de turmas em faculdades brasileiras é algo que não é tratado pelos especialstas em educação superior no Brasil.
  • Diogo  04/05/2015 19:09
    Pela primeira vez me sinto resistente a algo postado aqui no blog.

    Estudo para prestar vestibular em medicina e sei que muitas faculdades de medicina começaram a ser criadas no interior para preencher essa falta, porém apresentando um curso de péssima qualidade, reprovado em diversos exames (exames elaborados pelo governo, eu sei).

    Essa medida do governo visa combater essas faculdades ruins que estão abrindo em todo lugar e que sempre contam com vários desinformados para preencher as vagas, porque, afinal, é um curso de medicina de qualquer jeito, e as faculdades boas são muito concorridas.

    Sou leitor ávido do blog e sei que o governo no Brasil erra em praticamente tudo que faz.

    Portanto, alguém ve outra solução para o problema???

    Acho que a mera competição entre as faculdades pelo aluno não adianta muito, visto que muitos não ligam para a qualidade do curso só porque querem ser médicos de qualquer jeito, mesmo não tendo competência e vocação para isso.

    Aguardo resposta! Obrigado!
  • Covarrubias  04/05/2015 19:56
    Faculdades operam em um ambiente totalmente cartelizado e protegido pelo estado. Não há livre entrada, não há livre concorrência. Só entra quem o estado permite.

    Nesse cenário, só haverá serviços de boa qualidade por mera benevolência de empreendedores. Por que ser bom se você opera em uma reserva de mercado?

    Se você realmente fosse leitor "desse blog", como você alega ser, já saberia disso, pois há artigos semanais a esse respeito.

    Por exemplo, e isso foi postado ainda semana passada, um dos erros deste seu pensamento está em pensar que só pode exercer a medicina aqui no Brasil quem se formou aqui. Ora, por quê? Por que não podemos deixar que médicos espanhóis, portugueses, alemães, suíços, franceses, americanos, britânicos, japoneses operem aqui sem burocracia?

    Isso resolveria imediatamente qualquer déficit existente.

    E há outras medidas também:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=105

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=319

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=341
  • Mr Citan  04/05/2015 20:37
    O governo tem uma grande parcela de culpa na proliferação de faculdades ruins, por conta dos keynesianismos conhecidos como "ProUni" e "FIES".

    Estas interferências geraram uma demanda artificial pelo canudo, foram abertas muitas faculdades uniesquina, para absorver a alta demanda, e eliminando concorrência por qualidade.

    Sem levar em conta que ajudou a inflar o preço das mensalidades para quem pagava o curso do próprio bolso.

    Com o fim do helicóptero de dinheiro destes estatismos, a tendência é a quebradeira destes cursos caça-níqueis.

    "oglobo.globo.com/sociedade/educacao/ministro-da-educacao-diz-que-recursos-para-fies-estao-esgotados-16054503
  • Andre  04/05/2015 19:56
    Há ainda os impostos sobre alimentos.
  • Agassi  05/05/2015 00:32
    Bem lembrado, até porque uma alimentação deficiente também causa doenças.
  • Alexandre (SEP)  04/05/2015 21:32
    Um projeto que poderia ser proposto frente a Anvisa serio de que todo medicamente ou equipamento aprovado nos EUA e Europa fosse automaticamente aprovado aqui.

    Que tanto que a Anvisa é melhor que a FDA?
  • Douglas  04/05/2015 23:00
    Por que não queremos mais imperialismo Yanke aqui no nosso Brasilsão.
    kkk Tipo isso que muito iriam falar.
  • Silvio  04/05/2015 23:44
    A FDA, pegando emprestado o título de outro artigo, não passa de outra organização criminosa, podendo a ela ser atribuída os mesmíssimos males da ANVISA. Sua sugestão equivale a trocar Fernandinho Beira-Mar por Al Capone.
  • Alexandre (SEP)  05/05/2015 03:24

    Silvio,

    pode-se afirmar que a FDA também seja ruim, mas mesmo sendo ruim, é melhor do que a Anvisa, que demora muito mais na aprovação dos medicamentos, quando aprova.

    Eu sou anarco-capitalista, mas tenho ponderado sobre o que pessoas como Rodrigo Saraiva Marinho dizem, sobre o pouco de liberdade que se conquista é melhor do que nada.

    Se forçando, conseguisse tal coisa, com tempo conseguiríamos mais, não?

    Os comunas foram aos poucos.
  • Silvio  06/05/2015 00:18
    Vamos lá:

    -Pode-se afirmar não, a FDA é ruim sim. Aliás, de onde você acha que o pessoal tirou a inspiração para criar a porcaria da ANVISA?

    -A FDA só é melhor do que a ANVISA porque aquele órgão enche o saco do povo de lá, não o nosso (não diretamente, pelo menos)

    -Sobre o FDA ser menos ruim, dou a palavra ao Milton Friedman:

    The crucial questions are whether FDA regulation has been effective in reconciling these objectives and whether there may not be better ways of doing so. These questions have been studied in great detail. By now, considerable evidence has accumulated that indicates that FDA regulation is counterproductive, that it has
    done more harm by retarding progress in the production and distribution of valuable drugs than it has done good by preventing the distribution of harmful or ineffective drugs.
    The effect on the rate of innovation of new drugs is dramatic: the number of "new chemical entities" introduced each year has fallen by more than 50 percent since 1962. Equally important, it now takes much longer for a new drug to be approved and, partly as a result, the cost of developing a new drug has been multiplied manyfold. According to one estimate for the 1950s and early 1960s, it then cost about half a million dollars and took
    about twenty-five months to develop a new drug and bring it to market
    . Allowing for inflation since then would raise the cost to a little over $1 million. By 1978, "it [was] costing $54 million and about eight years of effort to bring a drug to market" — a hundredfold increase in cost and quadrupling of time, compared with a doubling of prices in general." As a result, drug companies can no longer afford to develop new drugs in the United States for patients with rare diseases. Increasingly, they must rely on drugs
    with high volume sales. The United States, long a leader in the development of new drugs, is rapidly taking a back seat. And we cannot even benefit fully from developments abroad because the FDA typically does not accept evidence from abroad as proof of effectiveness.


    Esse seu "menos mal" é, aos meu olhos, algo intoleravelmente mau.

    -Não conseguiremos melhorar nossa situação fazendo com que as maldades do estado passem a ser milimetricamente menores. Conseguiremos nos livrar dessa quadrilha quando passarmos a simplesmente parar de legitimar suas atrocidades.

    -Os comunistas conseguem seu poder à base de ódio, medo, morte, miséria e violência. Se for para conseguir as coisas dessa maneira, melhor não fazer nada.
  • Alexandre (SEP)  06/05/2015 01:39
    o cara aí parece que está falando com comuna.

  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  04/05/2015 21:49
    Como poderíamos esperar algo diferente de um simples ladrão(o Estado)?
  • Felix  04/05/2015 22:42
    A FDA é tão ruim quanto a ANVISA. O objetivo lá e o mesmo daqui
  • edgar  04/05/2015 23:14
    Mudando de assunto

    Vejam isso: Quase vomitei lendo
  • Allan Poe  04/05/2015 23:58
    Isso o quê? Acho que você se esqueceu do link.
  • Silvio  05/05/2015 00:16
    Edgar, sobre sua reação, leia esse breve artigo: www.olavodecarvalho.org/semana/111002dc.html.

    Um homem não sente ânsia de vômito ao ler um simples texto, mesmo que escrito por um esquerdista. Essa sensação só dá mostra da veadagem da pessoa que diz (ou de fato sente) isso, tal como usar superlativos em abundância ou dizer coisas como "tudo de bom", "gente, pára tudo", "isso é divino/maravilhoso", "ela arrasou naquele look" e outras sãopaulinices do tipo.
  • edgar  05/05/2015 11:20
    Ai esta: exame.abril.com.br/economia/noticias/bc-solta-o-cambio-prepare-se-para-dolar-e-juro-mais-altos

    Atentem para o seguinte:

    "Para Ramos, o dólar deveria subir ainda mais, para entre R$ 3,40 e R$ 3,60, para ajudar a ajustar a economia"

    OU seja, para esse senhor a moeda deve perder o poder de compra. Aí a economia se ajusta. É uma palhaçada.
  • Leandro  05/05/2015 12:24
    Péssima notícia para Dilma e ótima notícia para a oposição (se é que ela existe). Além de a moeda não ter mais nenhum poder de compra, os pobres não mais conseguirão empréstimos acessíveis. Sofrerão um golpe duplo: não terão poder de compra, não terão acesso a financiamento para comprar. O padrão de vida deles vai desabar.

    Aliás, isso já está acontecendo: pessoas no Bolsa-Família voltam a passar fome em decorrência da destruição da moeda.

    www.em.com.br/app/noticia/politica/2015/05/03/interna_politica,643417/dragao-corroi-beneficio-e-acorda-fantasma-da-fome.shtml
  • Felipe  05/05/2015 12:53
    O interessante desta noticia é o % de saída do programa, só 3% na última revisão e em algumas cidades o número é quase nulo. Ainda adiciona o fato que no agregado o volume de beneficiários só aumentou.

    Isso só demonstra, de maneira empírica, que o assistencialismo não serve como meio para tirar alguém da pobreza.
  • Douglas  05/05/2015 15:14
    Mas e pq fazemos pouco ainda:

    www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/05/150430_action_aid_entrevista_jc_lg

    Bonus fora do assunto:

    www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/05/150423_semler_entrevista_ru

    Incrivel como a suecia esta sempre em todos estes textos defendendo impostos e etc.
  • Lopes  06/05/2015 00:43
    É por notícias como essas tuas, companheiros, que o passaporte é tão atraente. Que deixem o Brasil antes que o dólar alto faça com que a iminente imigração retorne aos moldes do século XIX: só com as roupas do corpo, o conhecimento na mente, o medo e o sorriso amarelado.

    Se o governo de fato desejasse um aumento de investimentos e uma distância maior do fantasma da fome, deveria suspender o enfraquecimento da moeda (e assim colocar fim à ânsia exportadora criada pela distorção no câmbio), reduzir as tarifas arbitrárias sobre insumos importados (para criar produtos mais competitivos e reduzir os custos de produção, tornando os investimentos atrativos novamente - especialmente se com um corte no imposto de renda de pessoa jurídica), suspender a lei do código florestal que estabelece que metade das propriedades rurais precisam ser florestadas e abandonar as arbitragens em geral completamente (incluindo a insegurança consequente da nova centralização de fretes, que já gerou ruas paralisadas no estado do Paraná e consiste em um projeto convoluto e danoso especialmente para fazendas novas), como tarifas que subitamente surgiam na época do Mantega.

    Por alguns dias, pensei que a tempestade no câmbio houvesse passado e Dilma estaria salva; infeliz engano. Não há destino a este país senão a ruína de Schumpeter.
  • Heber  05/05/2015 01:07
    a prova que o livre mercado é melhor pra saúde é fácil de se perceber quando olhamos para os dentistas brasileiros. O serviço melhorou exponencialmente e os preços são acessíveis no Brasil. Motivo: não são protegidos nem pelo governo nem por sindicatos

    blogoacari.blogspot.com.br/2014/07/dentistas-brasileiros-sao-melhores.html
  • IRCR  05/05/2015 07:04
    Descordo do pessoal que fica dizendo que FIES e PROUNI fomentou de forma extrema a criação das ditas "uniesquinas".
    O que aconteceu foi uma universalização ao acesso ao nível superior, isto é, uma camada bem maior da sociedade passou a ter acesso a universidade.
    Isso quer dizer então, que aquele pessoal que estudou nas péssimas escolas publicas no ensino básico são os que tendem a ir para essas "uniesquinas". Pois, salvo algumas miseras exceções, quem estudou nessas terríveis escolas publicas, dificilmente vão conseguir concorrer por uma vaga em uma universidade publica ou ter dinheiro suficiente para bancar uma particular de maior qualidade.
    Já a maioria que entra nas universidades publicas e particulares de conceito, foram justamente os que estudaram em escolas particulares de altíssima qualidade no ensino base.


    Sei que os ancaps não gostam da ideia do voucher ou coisa similar, mas se ao menos as escolas publicas de ensino básico fossem privatizadas e quem não tivesse $ poderia usar algum voucher e/ou linha de crédito, já seria um salto enorme, não apenas de modelo quanto de qualidade. Lógico que tal modelo não é perfeito mas é muito melhor do jeito que está atualmente.
    E tal modelo não impede que sejam feitas reformas pró-mercado na educação, até pelo contrario são essenciais.
  • Joker  05/05/2015 11:49
    Acho que a universalização do ensino superior um objetivo superestimado. E daí se a grande maioria da população terá acesso à universidade? Para ter taxista formado em medicina como em Cuba?

    Particularmente, eu preferiria ver a desregulamentação de profissões e o fim de reservas de mercado. Hoje em dia, boa parte dos universitários são analfabetos funcionais. Colocar mais desse pessoal na universidade para depois de quatro anos receber um papel autorizando a exercer uma função qualquer que nem precisaria de qualificação para início de conversa é uma péssima alocação de recursos.
  • Andreoti  05/05/2015 12:33
    Bobagem. Os EUA se tornaram uma superpotência justamente por universalizar a formação universitária.
  • Leandro  05/05/2015 12:49
    Não. Os maiores empreendedores americanos nem sequer tiveram formação universitária.

    Os EUA se tornaram uma superpotência majoritariamente por três motivos:

    1) Tiveram uma moeda estável durante a maior parte de sua história (isso só não ocorreu nas décadas de 1970 e 2000); e

    2) São formados por uma população de imigrantes; por definição, imigrantes são pessoas que se arriscam mais, que têm mais iniciativa, e que não têm medo do trabalho duro;

    3) Souberam atrair os maiores e mais preparados cérebros do mundo.

    Em suma, o país é uma superpotência porque, durante a maior parte de sua história, seguiu esses quatro fundamentos básicos.
  • Douglas Silva  08/05/2015 18:11
    Olá, achei muito inteligente os comentários. Terminei o ensino médio em 2012, atualmente trabalho como auxiliar financeiro em um escritório de advocacia, vejo que o que se exige pra exercer inúmeras vagas não tem o menor sentido, exige-se um diploma de Ciências Contábeis ou Econômicas pra fazer o que eu faço

    Olá, achei muito inteligente os comentários. Terminei o ensino médio em 2012, e de fato, não aprendi muita coisa, além de claro a intensa doutrinação, minha sala no ensino médio era apelidada de ''Sala Che Guevara'' pela professora de história.
    Tem muitas coisas que não faz sentido para mim, hoje em dia qualquer vaga de trabalho exige um curso superior, infelizmente é essa a realidade, para se ter um bom emprego e progredir na carreira profissional, é necessário um diploma, porém como já citado, metade dos universitários são analfabetos funcionais. Já fiz várias entrevistas, e não fui contratado porque não tinha um diploma ou que no mínimo que estivesse cursando. Não vejo necessidade de um diploma para exercer certas funções, cuja as habilidades, técnicas e conhecimento, a faculdade não vai me ensinar para o exercício de determinada atividade. Queria saber de vocês, se existe alguma maneira de fugir desse sistema, penso em sair do páis, porém não tenho dinheiro. Penso que será muito difícil pra mim progredir sem um diploma.
  • anônimo  09/05/2015 00:52
    É isso mesmo, eu tenho um diploma e é muito engraçado essa exigência, até porque hoje no meu trabalho o que faço e o que 'aprendi' na faculdade são dois mundos distantes. O mais engraçado é você perceber quando entra numa empresa de tamanho médio/grande o quão ineficiente conseguem ser em todo seu processo. Como a burocracia própria e a cultura de se esquivar das responsabilidades gera cenas bizarras.

    Existe ainda uma supervalorização quanto aquele pedaço de papel, eu imagino que a dificuldade de demitir depois de contratar um funcionário é um dos fatores que pesa. Outro fator que deve influenciar em empresas maiores é a distancia de quem está realmente envolvido com a criação do negócio, que surpreendentemente ou não normalmente não tem diplomas, e áreas como RH responsável pelas contratações.
  • Pobre Paulista  05/05/2015 12:39
    O ensino formal é superestimado.

    As pessoas que mais mudaram o mundo são aquelas com menos instrução formal.

    O estudo como conhecemos hoje é apenas um instrumento de doutrinação e controle.
  • IRCR  05/05/2015 16:11
    Concordo que possa ser superestimado

    Mas o problema de ensino no Brasil está na base fornecido pelo governo. Que é simplesmente terrível o nível, além logico de toda doutrinação.
    Imagina se o governo tivesse criado universidades publicas ao invés do FIES/PROUNI, a coisa seria medonha.
  • anônimo  05/05/2015 12:40
    Só para embasar o raciocínio do Joker:
    www.administradores.com.br/noticias/academico/mais-da-metade-dos-estudantes-universitarios-sao-analfabetos-funcionais/85670/

    Diga-me o que adianta ter diploma do ensino superior sem possuir competências esperadas para alguém que tem o ensino fundamental? No fundo isso é só um rótulo. A titulação por si só é irrelevante.

    Numa canetada o governo pode transformar todos os diplomas do ensino médio em doutorado. É evidente que não resolverá nada.

    Sem contar que com nossa economia primitiva o esperado é isso:
    www.istoe.com.br/reportagens/416144_JOVENS+BEM+PREPARADOS+E+SEM+EMPREGO
  • anônimo  05/05/2015 16:38
    O que eu achei estranho nesta reportagem é que um sujeito professor da USP diz que seria preciso regular o mercado de trabalho e não flexibilizá-lo. Eis a explicação dele: "Porque cada vez que se flexibiliza também se desestimula a empresa a investir em ciência e tecnologia e em ganhos de produtividade." Sinceramente não entendi isso... Esse Brasil vai longe....
  • Ricardinho  05/05/2015 18:52
    Professores da USP são todos Marxicistas. Pergunte algum se conhece Mises?
  • Douglas  06/05/2015 12:49
    Essa parte dos estudantes e total realidade.
    No primeiro curso que iniciei era incrivel como algumas pessoas boiavam em nas materias. Isso sem contar que materias como filosofia são tidas como inuteis (Não estou discutindo a utilidade da materia, as pessoas nao gostavam dela simplismente por nao gostar de ler mesmo).
    No segundo que estou e a mesma coisa, alguns pelo menos vão bem nas materias centrais do curso outros tomam bombas em todas e novamente materias que exijam em sua maior parte leitura são negligenciadas (tenho sociologia mas para minha grata surpresa a professora não e marxista e concorda com muitas ideias da EA).
    Ouvi a uns dias de um colega que processos de negocios (empreendedorismo) era inutil.
    Para a maioria la deve ser mesmo, afinal todos so pensam em concurso publico...
  • Fellipe Lopes  05/05/2015 11:15
    Eu sou masoquista com esse negócio de imposto. Eu sempre olho na nota fiscal do super mercado e fico maluco. Este fim de semana um Gatorade e um pó de suco ficou 5 reais, o imposto na nota mostrava 32%. O Governo diminui muito o poder de compra das pessoas.
  • daniel  05/05/2015 17:38
    Um bom artigo, só que protetores solares causam, e não previnem o câncer. O caçador de mitos caiu ele próprio em um mito.
  • Boone  05/05/2015 17:44
    E você pretende fazer tal afirmação sem fornecer um mísero link para substanciá-la?! Sério?
  • Dalton C. Rocha  05/05/2015 18:56
    O artigo escreve: "6. O governo restringe o número de médicos no país

    O Brasil tem 2 médicos por mil habitantes, e boa parte deles concentrados em grandes cidades. É menos do que a meta do Ministério da Saúde (2,5 por mil).

    Como piorar esse quadro? Dificultando a criação de cursos de medicina.

    Desde 2013, para se abrir uma nova turma é necessário esperar que os funcionários do Ministério da Educação lancem um edital autorizando o negócio. Um menor número de médicos significa, por oferta e procura, serviços piores e preços maiores por consulta. "

    O autor,Leandro Narloch por acaso está então aplaudindo, a iniciativa de Lula, que mandou criar centenas de novas "faculdades de medicina" nos oito anos de governo dele. Graças ao Lula, hoje o Brasil tá formando mais médicos que os Estados Unidos, que tem 50% mais população, que o Brasil. Acabamos de achar mais um grande lulista,
    Leandro Narloch. Por sinal, fica provado, que Leandro Narloch é lulista do pior tipo, que é o enrustido. Será que ele quer que o Brasil tenha o nível de médicos de habitantes, comparado a Cuba, o país com maior número de médicos por habitantes do mundo? Por que será que em Cuba sobram "médicos cubanos" prontos a emigrarem para os cafundós do judas, no Brasil e ganharem a "fortuna" de R$2.500 mensais? É que em Cuba, se ganha muito mais sendo motorista de taxi, que "médico cubano". Nos hospitais de Cuba, há décadas, falta até esparadrapo para os doentes. Nem Fidel Castro, se trata com nenhum "médico cubano". Lula e Dilma, só se tratam no Hospital Sírio-Libanês. Achar que o governo vai melhorar a saúde pública mandando (já mandou) criar centenas de fábricas de diplomas de médicos é pseudo-capitalismo. Tão pseudo-capitalismo quanto alegar que ao se deixar, que se um sujeito imprima notas falsas de dólares, como defesa da liberdade de empreendimento e da liberdade de imprensa. O artigo presente no site www.horadopovo.com.br/2015/03Mar/3329-20-03-2015/P8/pag8a.htm do jornal-lixo "Hora do Povo" tem coisa menos ridícula que o item seis deste artigo, que tem como o artigo www.horadopovo.com.br/2015/03Mar/3329-20-03-2015/P8/pag8a.htm coisas até corretas e interessantes.
    Que Leandro Narloch peça a Deus, para que ele não morra sendo atendidos pelos médicos de araque, que Lula mandou fabricar em massa, nesta fábricas de diplomas de médicos de modelo cubano, que ele mandou abrir por todo o país.
  • Aílton  05/05/2015 19:31
    "por acaso está então aplaudindo, a iniciativa de Lula, que mandou criar centenas de novas "faculdades de medicina" nos oito anos de governo dele."

    Lula "mandou" criar faculdades de medicina?!

    Que poderoso o cidadão, hein? Até isso ele consegue?

    Se Lula "mandar" criar tecnologia de ponta no Brasil, será que ele também consegue?

    Ainda mais triste que um histérico de esquerda é um histérico de direita. Um histérico de esquerda não tem obrigação nenhuma de entender de economia. Sua triste situação mental lhe fornece essa escusa. Já um histérico de direita deveria ter, ao menos, a obrigação de saber conceitos básicos de economia.

    Dizer que Lula "mandou" criar faculdades de medicina, sendo prontamente obedecido, é de uma ignorância econômica atroz.

    "Graças ao Lula, hoje o Brasil tá formando mais médicos que os Estados Unidos, que tem 50% mais população, que o Brasil."

    Que fonte é essa? Quero ver. Mostre uma fonte que comprove que o número total de médicos (nacionais e estrangeiros) no Brasil cresce, ao ano, mais do que o número total de médicos (nacionais e estrangeiros) nos EUA cresce nos EUA. É esse o indicar que interessa.

    Essa fonte aqui diz que há 371 mil médicos no Brasil. E essa aqui diz que há 898 mil médicos nos EUA.

    Igualzinho, né?

    "Será que ele quer que o Brasil tenha o nível de médicos de habitantes, comparado a Cuba, o país com maior número de médicos por habitantes do mundo?"

    Ainda pior do que um direitista histérico ignorante é um direitista histérico ignorante que acredita nas estatísticas de Cuba!

    Esse tal Dalton é realmente um prodígio.

    "Achar que o governo vai melhorar a saúde pública mandando (já mandou) criar centenas de fábricas de diplomas de médicos é pseudo-capitalismo."

    Acho que é só você aqui que pensa isso, o que mostra seu brutal desconhecimento de economia.

    Como mostrou o artigo da semana passada, um dos erros deste seu pensamento está em pensar que só pode exercer a medicina aqui no Brasil quem se formou aqui. Ora, por quê? Por que não podemos deixar que médicos espanhóis, portugueses, alemães, suíços, franceses, americanos, britânicos, japoneses operem aqui sem burocracia?

    Isso resolveria imediatamente qualquer déficit existente.

    "Tão pseudo-capitalismo quanto alegar que ao se deixar, que se um sujeito imprima notas falsas de dólares, como defesa da liberdade de empreendimento e da liberdade de imprensa."

    Pseudo-capitalismo, isso sim, é dizer que só pode exercer a medicina no Brasil quem se formou aqui e em universidade estatal de prestígio (que é o que todo o seu chilique dá a entender).

    "Que Leandro Narloch peça a Deus, para que ele não morra sendo atendidos pelos médicos de araque, que Lula mandou fabricar em massa, nesta fábricas de diplomas de médicos de modelo cubano, que ele mandou abrir por todo o país."

    Além de histérico, ignorante e burro, gosta de medir os outros pela própria regra (igual a um esquerdista ortodoxo). Se você é contra o uso de médicos espanhóis, portugueses, alemães, suíços, franceses, americanos, britânicos, japoneses, o autor não é. Da próxima vez, antes de vir borrar o batom em público, ao menos tenha a decência e a dignidade de perguntar ao outro o que ele realmente defende.
  • Dalton C. Rocha  08/05/2015 19:45
    O site www.escolasmedicas.com.br/news_det.php?cod=1216 tem escrito estas coisas:
    1- "Abertura indiscriminada de faculdades de medicina vai terminar em tragédia, alertam médicos
    Frequentes temas de denúncia da Associação Médica Brasileira (AMB), do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), a abertura indiscriminada de escolas médicas, a falta de vagas de residência e as tentativas do governo de criar facilidades ilegítimas para a revalidação de diplomas obtidos no exterior estarão entre as pautas centrais do XII Encontro Nacional das Entidades Médicas (ENEM), entre 28 e 30 de julho, em Brasília, Distrito Federal."
    2- "Faz quase 15 anos que entidades médicas nacionais, estaduais e sociedades de especialidade chamam a atenção de políticos, da mídia e da comunidade para a proliferação irresponsável de cursos de medicina. Lamentavelmente, sucessivos governos têm feito vistas grossas para o problema. Vêm prevalecendo assim interesses econômicos e políticos contestáveis, com anuência de uma legislação permissiva.
    O resultado é que temos no Brasil hoje 180 escolas médicas, em grande parte sem estrutura mínima, sem corpo docente próprio e qualificado na área médica ou hospital universitário."
    3- "Também não são escassas as oportunidades de inclusão nas faculdades de medicina. Temos 180 cursos (102 particulares, 7 municipais, 24 estaduais e 48 federais) e cerca de 17 mil vagas criadas anualmente para universo que se aproxima de 200 milhões de habitantes. Somente de 1996 a 2009, 98 escolas médicas foram autorizadas (entre as quais apenas 30 públicas), situação sem paralelo em qualquer outro país do mundo.
    Vale aqui um parêntese: a China, com mais de 1 bilhão e 300 milhões de habitantes, possui 150 cursos médicos; os Estados Unidos, com população de mais de 300 milhões, contam com 131 faculdades de medicina."
    4- "Durante o ENEM outro problema importante a ocupar a pauta é a revalidação dos diplomas obtidos fora do Brasil. Faz alguns anos, o governo busca criar privilégios para um grupo de estudantes brasileiros formados em Cuba, na Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM)."
    *************************
    Ao contrário da calúnia ao meu comentário, em nenhum momento eu fui contra que médicos estrangeiros competentes atuassem no Brasil.
    O que eu falo é que se deve desconfiar de quem vê "médicos" cubanos recebendo coisa como R$3 mil reais mensais, para atuar nos "cafundós dos judas". São todos agentes do Serviço Secreto Cubano, como Dilma, José Dirceu, etc.
    É claro que eu orei, para Deus que protegesse, o autor do artigo, Leandro Narloch. Agora aproveito para pedir a Deus para que ele proteja também o Aílton, o caluniador de meu comentário. Basta lembrar que um "médico" marxista matou, durante uma cirurgia, um parente de Leon Trotsky (1879 – 1940). Se nem um parente de Leon Trotsky está protegido de ser assassinado durante uma cirurgia, por um médico marxista, quem estará?

  • Joker  05/05/2015 19:47
    Em qual parte do texto ele defendeu que mais médicos devem ser formados pelo estado?
  • Jarzembowski  05/05/2015 19:17
    [OFF]
    Notícia interessante pra esfregar na cara e uns e outros aqui que vivem dizendo que os gigantes capitalistas estão protegidos da concorrência com sua estrutura e capital monumentais e que o livre mercado cria uma oligarquia inabalável.
    Só quem não precisa se preocupar com concorrência e vicissitudes do mercado são os apaniguados do governo.

    Após seis trimestres consecutivos de queda nas vendas, McDonald's luta para rever estratégia e recuperar clientes.
  • Douglas  05/05/2015 20:15
    Cara incrivel, quando li isso pensei a mesma coisa!!!
  • Augusto  05/05/2015 20:19
    Esse é o tipo de notícia que dá bug na cabeça da esquerda. Uma empresa gigante foi colocada de joelhos, e sem nenhuma intervenção estatal: tudo pela simples decisão voluntária dos consumidores.
  • Recruta  06/05/2015 15:00
    Me dá calafrios toda vez que vejo um jornal reverberar o discurso do governo de "procure um médico" quando tratam da automedicação.

    O correto mesmo é orientar a população a procurar primeiramente informar-se sobre o remédio que pretente-se tomar ("conheçam os medicamentos mais comuns"), bem como os males mais comuns em sua região e sua familia.

    A orientação deveria ser de procurar um profissional apenas em caso de duvida ou situações mais sérias. Afinal, a maioria da medicação utilizada no país é medicina antiga, que atendem a males comuns, coisa que qualquer avó (ou farmaceutico da esquina) poderia indicar ao neto.

    Esse "informar-se" deve ser feito também quando o remédio é receitado por um médico. Afinal, é exatamente o que se faz quando, por exemplo, um mecanico indica a troca de uma peça no seu automovel. A primeira coisa que se faz é certificar-se se realmente é necessário tal intervenção, pois mecanico pilantra é o que mais se tem no mercado.

    Médico não é diferente de mecanico, e o seu carro e seu corpo não são muito diferentes quando se trata de cuidados.

    Da mesma forma que se procura saber os problemas mais comuns que afetam um modelo de carro que se adquiriu bem como os cuidados que ele exige, deve-se ter igual atenção aos males comuns em sua familia e região.

    Isso lhe poupará muita dor de cabeça pagando caras consultas pra se informar de uma condição (e solução do problema) que sua vó poderia lhe orientar de olhos fechados. E de graça.





  • anônimo  07/05/2015 12:48
    Não é sensato repetir esse EMBUSTE de que a carga tributária é de quase 40% do PIB.
    Isso é consequência de uma mentira repetida insistentemente tornar-se verdade, mais propriamente ser considerada verdade em vez de assim tornar-se.

    O cálculo do PIB é um embuste em si. "calcula-se" com base em movimentações e sob critérios se não pérfidos pelo menos fajutos. Não é preciso nem ir muito longe quando o próprio autor afirma que em média há uma carga tributária de 69% sobre as empresas.

    Fosse o PIB uma real medida de produção de bens e serviços e a fórmula não poderia ser mudada ao sabor dos interesses do momento. Aliás mudanças constantes sempre em benefício do Poder estatal. A carga chegava aos 40% qdo sob Lula alterou-se o "cálculo". Ademais vejamos como avaliar produção SUPERFATURADA nos PARCOS e PORCOS serviços que o Estado presta, seja lá por que critério vagabundo for???

    Um cálculo de PIB poderia ser um parâmetro válido para se aferir VARIAÇÕES e não quantitativos pretensamente reais.

    Sem contar que pilantroficas estatísticas podem ser manipuladas ao sabor de interesses safados do Poder estatal. Aliás a meretríssima pesquisa do IPEA afirmando que 2/3 dos brasileiros são favoráveis ao estupro de mulheres provocantes (subjetivo esse provocante, mas nem que ficassem peladas tal ocorreria) foi apenas mais uma canalhosa forma de lançar a pecha de "SOCIEDADE MALVADONA PRECISA da ILUMINAÇÃO ESTATAL". Mais uma propaganda política para inferir que a TAR DI SOCIEDADE PRICISA da TUTELA ESTATAL SÁBIA e MORALMENTE SUPERIOR.

    Tal fraude vagabunda levada a termo por um orgão estatal (deve ser o intestino/anus) de grande credibilidade, como todos os demais, foi apenas mais um arroubo idiota de imbecis querendo ser mais realistas do que o rei. Acharam que tal lhes garantiria beijos e abraços da alta hgierarquia estatal. No fim, como a IMBECILIDADE SUPEROU QUALQUER VESTÍGIO de BOM SENSO, o "tiro" saiu pela culatra e SÓ E SOMENTE SÓ FOI ADMITIDO O "ERRO" POR CONTA de SER UMA ASNEIRA, UM EMBUSTE, TÃO SEM VERGONHA QUE MELHOR DESMENTI-LO A BEM DE ALGUMA CREDIBILIDADE.


    Quando falamos em IMPOSTOS não falamos de dinheiro ou quantidade de moeda. Afinal o governo pode emiti-la quanto desejar e o BC a fabrica em segundos por caminhos atualmente menos calhordamente diretos.

    Ora impostos significam que a renda daqueles que produziram, todos juntos, certa quantidade de bens e serviços não se equivalerá, todas somadas, ao montante de bens e serviços úteis disponível. Ou seja, o GOVERNO COBRA IMPOSTOS PARA REDUZIR A CAPACIDADE DE CONSUMO DAQUELES QUE PRODUZIRAM BENS E SERVIÇOS ÚTEIS:
    - Se a quantidade de moeda retida após descontados os impostos é inferior ao total dos preços de bens e serviços disponíveis, isso significa que SÃO AQUELES QUE RECEBERAM OS IMPOSTOS QUE IRÃO CONSUMIR ESSA DIFERENÇA NESTES BENS E SERVIÇOS DISPONÍVEIS.
    - OU SEJA:
    IMPOSTOS TRANSFEREM CONSUMO DOS PAGADORES PARA OS RECEBEDORES DE IMPOSTOS, E NÃO APENAS DINHEIRO/MOEDA.


    O grande erro dos ditos economistas é raciocinar com base em moeda e não com base nos bens e serviços consumiveis ou aproveitáveis.

    Porém, há outra questão oculta que é a INFLAÇÃO de MOEDA (representação de CRÉDITO contra a sociedade) que leva a uma elevação um tanto generalizada de preços. Isso acontece exatamente porque FABRICANDO MOEDA/DINHEIRO DO NADA, SEM LASTRO NA PRODUÇÃO, a quantidade de créditos contra a produção da sociedade fica maior do que a quantidade de bens e serviços disponíveis e por tal os preços tendem a subir a fim de equilibra quantidade de créditos contra produção com a quantidade de produtos disponíveis. Claro que tudo depende do que os recebedores de impostos mais consomem com esse EXCEDENTE de CRÉDITO. Porém, isso acaba influenciando NOS CUSTOS de outros bens e serviços que assim são instados a subir seu preço por conta da pressão nos custos. Esse processo não é aferível ou facilemnte aferível. A inflação de preços assim se reflete a posteriori das emissões de créditos falsos e nunca imediatamente refletida nos indices apurados e também passiveis de manipulações por EXPURGOS e aferições duvidosas em benefício do Estado todo poderoso e senhor dos exércitos.

    Ou seja, há os créditos provenientes dos impostos contra a sociedade e ainda os creditos "fabricados" igualmente para prover o consumo dos recebedores do Estado. Assim eles sacam maior quantidade de bens e serviços da sociedade do que aquela que seria possível apenas através dos impostos EXTORQUIDOS ou tomados da população produtiva. (Ah! essa egoísta e malvada sociedade que precisa da superioridade moral e da sabedoria do Estado seu senhor e arbitro).

    Fora isso temos ainda que mesmo as pesquisas sobre influencia de impostos sobre os produtos não é uma aferição precisa e deve-se apenas à parcela aferível mais diretamente. Por exemplo uma empresa e seus produtos são tributados. Porém, aferir-se carga sobre os produtos não confere precisão possível no que tange a alvarás, IPTU e o imposto de renda inclusive que incide sobre o aluguél pago pela empresa ao locador que paga IR, bem como IPTU de seus funcionários, IR sobre o aluguél que estes pagam e etc.. OU SEJA, JAMAIS se poderá aferir com precisão o montante de impostos que os bens e serviços carregam em si embutidos.

    Quanto a alegação sobre o tamanho do PIB como medida de quantidade efetivamente produzida é uma GRANDE e descarada FRAUDE!!! ...tanto que tudo depende de critérios arbitrários que podem fazer o PIB crescer ou diminuir ao sabor dos interesses do momento.

    Qual o valor da produção da burocracia estatal superfaturada???

    Enfim, o assunto é longo e complexo para tentar destrinchar em um comentário.

    Não por acaso o governo gosta de divulgar a proporção da arrecadação em comparação com o FAJUTO PIB ALEGADO, segundo a dinâmica metodologia.
    Certamente que a carga tributária passa fácil dos 50% e muito provavelmente supera com folga os 60%. Ou seja, há efetiva exploração ou COLONIZAÇÃO DA SOCIEDADE POR PARTE DO GOVERNO. Isso para não usar o termo preciso que seria ESCRAVIDÃO, já que o Estado obtém sua renda através da COERÇÃO e não em trocas voluntárias.

    A SOCIEDADE PRIVADA É COLÔNIZADA, na verdade escravizada, PELO ESTADO!!! ...Nada diferente da colonização de um pais sobre outro (certamente pior).
    O Estado extrai, SOB AMEAÇA DE MAL MAIOR, AS RIQUEZAS PRODUZIDAS PELA SOCIEDADE PARA SEREM CONSUMIDAS GOSTOSAMENTE PELA HIERARQUIA ESTATAL.
    Se os escravos pudessem participar da escolha de seus senhores, isso não faria com que deixassem de ser escravos, sobretudo se os senhores candidatos fossem previamente escolhidos segundo critérios arbitrários estabelecidos segundo as conveniências escravocratas.

    ================================================================================


    Quando o governo TOMA o dinheiro que os produtores de bens e serviços (pessoas juridicas e físicas) trocado pelos bens e serviços produzidos, o governo/Estado esta DE FATO

    REDUZINDO A CAPACIDADE DE CONSUMIR DAQUELES QUE PRODUZIRAM os BENS E SERVIÇOS DISPONÍVEIS no MERCADO.

    Este é o objetivo do Estado expropriar o dinheiro em mãos dos produtores que trocaram seus bens e serviços por moeda (representação de crédito contra o mercado ou sociedade).

    Através desta expropriação de moeda o Estado reduz a capacidade de consumo dos produtores para que aqueles que RECEBEM do ESTADO estes CRÉDITOS EXPROPRIADOS possam adquirir s bens e serviços que não poderiam ser adquiridos por falta de moeda dos PAGADORES de IMPOSTOS para adquiri-los.

    Até tudo bem: o montante de moeda expropriada é do exato tamanho dos bens e serviços que "sobrariam" por estarem A MAIOR do que a quantidade de moeda dos PAGADORES de IMPOSTOS.

    OCORRE que quando o Estado FABRICA MOEDA/dinheiro do nada ELE se FAZ CAPAZ de CONSUMIR DA SOCIEDADE/MERCADO AINDA MAIS DO QUE AQUILO QUE ELE ARRECADOU VIA EXPROPRIAÇÃO.

    Ou seja, além do montante arrecadado através da expropriação via impostos os RECEBEDORES de IMPOSTOS TERÃO POTENCIAL PARA CONSUMIR MAIS AINDA DO QUE O MONTANTE EXPROPRIADO.

    Assim, este excedente de moeda/dinheiro FABRICADO do NADA, ira disputar com o dinheiro/moeda nas maso dos pagadores de impostos um uma parcela dos bens e serviços disponíveis na sociedade/mercado.

    ESSA DISPUTA por essa parcela de BENS e SERVIÇOS FARÁ COM QUE OS PREÇOS destes bens e serviços SE ELEVEM PARA ADEQUAREM A OFERTA À DEMANDA!!!!!

    ESSE ROUBO DISFARÇADO CAUSA EMNORMES DISTORÇÕES NO MERCFADO E EXATAMENTE POR ISSO A INFLAÇÃO DE MOEDA PROVOCA DIFICULDADES NA GERAÇÃO DE RIQUEZAS E EMPÓBRECIMENTO GENERALIZADO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS.
  • Dalton C. Rocha  14/05/2015 14:36
    "Recém-formado erra o básico no "provão"


    Exame de avaliação reprova mais da metade dos jovens em SP, mas não impede ninguém de exercer ofício
    DE SÃO PAULO
    "Eu tenho medo de médico hoje. E olha que dou aula há 30 anos." A frase de Segisfredo Brenelli, presidente da Abem (Associação Brasileira de Educação Médica), arrancou risadas da plateia no 2º Fórum a Saúde do Brasil, promovido pela Folha, mas reflete bem o atual cenário da formação médica no país.

    Em vigor há dez anos, o exame de avaliação do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) tem reprovado mais da metade dos recém-formados em medicina no Estado de São Paulo --que concentra algumas das melhores escolas médicas do país.

    Segundo Bráulio Luna Filho, presidente do Cremesp, os estudantes erram questões básicas sobre atendimento inicial de vítima de acidente de trânsito ou de ferimento por arma branca, pneumonia, pancreatite aguda e pedra na vesícula.

    Apesar de ser exame obrigatório para obtenção do registro do CRM (Conselho Regional de Medicina), mesmo quem vai mal nele não é impedido de exercer a profissão. O conselho não pode, por força de lei, condicionar o registro ao resultado da prova.

    A taxa de reprovação é ainda maior nas escolas privadas: 65,1% contra 33% nas escolas públicas, conforme dados do "provão" de 2014. As instituições mais novas são o maior problema, segundo Luna Filho. "Não tem uma escola aberta nos últimos dez anos que tenha tido resultado bom no exame."

    Segundo os especialistas, o número elevado de cursos de medicina dá margem a discrepâncias em todo o país, como cursos de medicina coordenados por profissionais de outras especialidades e escolas que cobram caro pelas mensalidades sem oferecer formação de qualidade.

    "Antes, era preciso ser um bom médico para ser um bom professor de medicina. Hoje, já não precisa ser nada", afirma Brenelli, da Abem.

    Para Mario Dal Poz, professor do Instituto de Medicina Social da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), a avaliação de alunos, além de ser ferramenta para as próprias escolas aprimorarem o ensino, tornou-se uma necessidade pública, uma medida protetiva para a sociedade.

    "Já são 250 escolas, sendo que 70 delas, mais recentes, ainda não formaram nenhum médico. Aquelas com mais de seis anos já formam mais de 20 mil médicos por ano."

    O tipo de avaliação necessário não é um consenso. Tanto governo federal quanto CFM (Conselho Federal de Medicina) e Abem defendem que os alunos sejam avaliados periodicamente durante o curso, e não no final.

    "Defendemos um teste de avaliação contínuo, não no final. Mas o CFM não desqualifica o exame do Cremesp", diz Mauro Ribeiro, vice-presidente da CFM.


    (LCAUDIA COLLUCCI) " > www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/219124-recem-formado-erra-o-basico-no-quotprovaoquot.shtml


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