Os triângulos hayekianos e a estrutura do capital

A apresentação a seguir mostra o poder do PowerPoint para transmitir de forma clara o que ocorre com a estrutura da economia durante um ciclo econômico.

Consistentes com a teoria elaborada por Mises e Hayek sobre os ciclos econômicos, as análises gráficas da apresentação demonstram a inevitabilidade da recessão que se segue a uma expansão artificial da economia - além de mostrar por que uma expansão baseada na poupança não provocaria essa subseqüente recessão.

Na visão hayekiana, ao contrário da keynesiana, há um reconhecimento explícito do elemento 'tempo' na atividade econômica, o que leva a um ajuste entre meios e fins da produção e do consumo. Quando a taxa de juros é determinada livremente pelo mercado, a produção se mantém em linha com a disposição que as pessoas têm de poupar, o que permite um crescimento econômico sustentável. Por outro lado, uma interferência na taxa de juros de mercado - derrubando-a artificialmente para uma taxa menor e que estimule algum crescimento econômico - irá levar a economia para um caminho insustentável de crescimento. Essa insustentabilidade se manifesta nas fases de expansão (boom) e recessão (bust) do ciclo econômico.


        Apresentação de PowerPoint: 

        http://www.mises.org.br/files/audio/RogerGarrison.ppt


Observação: a apresentação, que inclui alguns efeitos sonoros (ligue suas caixas de som), foi planejada para rodar nas versões 2003 e 2007 do PowerPoint. Versões mais antigas irão executar insatisfatoriamente as animações, corrompendo a apresentação.

 

1 voto

SOBRE O AUTOR

Roger W. Garrison
é professor de economia da Universidade de Auburn, Alabama e um scholar adjunto do Mises Institute. É autor do livro Time and Money: The Macroeconomics of Capital Structure (Routledge, 2001).

Tradução de Leandro Augusto Gomes Roque



Mas o problema é outro, se o Estado brasileiro falisse totalmente hoje e não conseguisse manter sua coesão e quebrasse em países menores e um desses conseguisse seguir sem Estado. Como é que vou saber se não vai acabar em uma situação ainda pior no final?

Já assumindo que sua hipótese é algo ruim? É tão desesperador assim ver o governo se mostrando desnecessário em sua própria hipótese?

Será que os estados ao redor, usando desculpas esfarrapadas, não imporiam taxas alfandegárias altas contra importações de empresas instaladas nesse lugar?

Os estados não estão afim de comprar da terra sem governo? Então estão abrindo mão de um potencial grande fornecedor, e enquanto os burocratas locais tentam justificar para suas ovelhas o motivo de não poder negociar com quem pode fornecer seus pedidos, a terra sem governo segue negociando com outros lugares, e aproveitando as possibilidades de se lidar com mais pessoas, mais recursos, mais mercado. E possivelmente importando o que lhe for útil dos mesmos estados que se recusam a comprar dele, pelo menos até os estados entrarem em convulsão econômica.

Será que os governos dos locais ao redor não iriam usar suas forças armadas para dividir este trecho de terra?

Pode até tentar, mas esses governos apenas estarão aumentando os seus próprios gastos em troca de um pedaço de terra que, agora desprovido de liberdade, será apenas uma fonte de prejuízos, e não mais lucros. Para maiores informações, pergunte o que aconteceu com os conquistadores de antigamente, ou o que aconteceu na invasão do Afeganistão, por exemplo.

Não haveriam garantias internacionais, como tratados ou acordos, porque não teria estado nenhum.

É uma afirmação que não procede, uma vez que não são os governos que fazem trocas no mercado, mas sim indivíduos. O que burocratas decidiram com suas canetas mágicas são completamente desprezíveis para o cidadão comum da terra sem governo.

Ou só poderia existir um lugar sem estado em um mundo onde não houvesse estado nenhum? OU seja, em nenhum planeta que eu conheça.

Mais uma vez assumindo que sua hipótese é ruim? Da mesma forma que há ovelhas desesperadas por governo, pode haver pessoas que finalmente se livrem dos "seres iluminados" que insistem em dizer o que é bom para todos, e enquanto essas mesmas pessoas se mantiverem firmes sobre a não necessidade de "iluminados", não haverá o que ser feito a não ser deixá-los viver como escolheram.

Quais são as idéias que podem ser postas em prática que os libertários têm para se alcançar o objetivo de não ter governo?

Que tal a ideia de informar os que não entendem o que acontece com eles próprios? Talvez uma boa ideia seja a de abrir um site na internet que posta artigos, livros, vídeos, etc, feito por pessoas entendidas do assunto, com acesso grátis, para iluminar o caminho dos perdidos, e um dia finalmente poder mostrar aos perdidos de hoje a total falta de necessidade dos "iluminados" em seus tronos. Tenho uma leve sensação que já me encontro em um site como eu descrevi acima, mas é apenas uma leve impressão.

Eu li vários dos livros daqui do Mises, Rothbard e Hayek, por sorte fiz download enquanto ainda estavam de graça. E gosto muito da idéia de não ter que pagar impostos. Mas é possível no mundo real? Possível na teoria eu já sei que é.

Até onde eu sei, os livros continuam de graça. Parece que tinha sido um erro com o novo site, mas já corrigido.
E caso não tenha governo, não há impostos a pagar, isso é automático. Mais um motivo pra se livrar desses que só servem para gastar o que não possuem, certo?

Agradeço se me responderem sem me acusar de defender o "arranjo atual".

Ajudaria se parasse de assumir em seu raciocínio que o governo é algo vital, de existência obrigatória, e que sua não presença signifique caos instantâneo. Lembre-se que primeiro veio o ser humano, e só depois, muito depois, apareceu a figura do governo.
Vou ser acusado de defender o estado, querem ver?

Todos as contradições apontadas no texto são verdade. Apesar de que as contradições são contra quem defende um estado social democrata, não um estado mínimo.
Sabemos que o estado é horrível, que ele rouba os nossos ganhos com impostos. Mas é possível um pedaço de terra existir sem estado no mundo real?
Em um texto anterior eu fiz perguntas sobre preocupações que eu acho genuínas, mas fui acusado de defender o arranjo atual. Eu acho o arranjo atual uma droga, temos quase tão pouca liberdade para empreender quanto na China. Se tivéssemos pelo menos a mesma liberdade que os cidadãos do Chile têm, eu já estaria feliz.

Mas o problema é outro, se o Estado brasileiro falisse totalmente hoje e não conseguisse manter sua coesão e quebrasse em países menores e um desses conseguisse seguir sem Estado. Como é que vou saber se não vai acabar em uma situação ainda pior no final?
Será que os estados ao redor, usando desculpas esfarrapadas, não imporiam taxas alfandegárias altas contra importações de empresas instaladas nesse lugar?
Será que os governos dos locais ao redor não iriam usar suas forças armadas para dividir este trecho de terra?
Não haveriam garantias internacionais, como tratados ou acordos, porque não teria estado nenhum.
Ou só poderia existir um lugar sem estado em um mundo onde não houvesse estado nenhum? OU seja, em nenhum planeta que eu conheça.
Quais são as idéias que podem ser postas em prática que os libertários têm para se alcançar o objetivo de não ter governo?
Eu acho minhas perguntas genuínas.
Eu li vários dos livros daqui do Mises, Rothbard e Hayek, por sorte fiz download enquanto ainda estavam de graça. E gosto muito da idéia de não ter que pagar impostos. Mas é possível no mundo real? Possível na teoria eu já sei que é.

Agradeço se me responderem sem me acusar de defender o "arranjo atual".
De nada adianta querer soluções sem antes entender as causas.

Quem é que gerou a pobreza?

Quem é que adota políticas -- como déficits orçamentários e expansão do crédito via bancos estatais -- que destroem o poder de compra do dinheiro, perpetuando a pobreza dos mais pobres?

Quem é que, além de destruir o poder de compra do dinheiro -- gerando inflação de preços -- ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial, com isso impedindo duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para barracões, favelas e outras áreas com poucas expectativas de vida?

Quem é que impede que os moradores de favelas obtenham títulos de propriedade, os quais poderiam ser utilizados como garantia para a obtenção de crédito, com o qual poderiam abrir pequenas empresas, fornecer empregos e, de forma geral, se integrar ao sistema produtivo?

Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, gera desemprego, estimula a informalidade e impede que os salários sejam maiores?

Quem é que confisca uma fatia do salário do trabalhador apenas para que, no futuro, quando este trabalhador estiver em situação ruim, ele receba essa fatia que lhe foi roubada de volta (e totalmente desvalorizada pela inflação)?

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2383


ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Euler Santos  09/09/2009 10:15
    Achei muito útil e de fácil interpretação a apresentação de powerpoint e as explicações a respeito dos ciclos econômicos baseados nas teorias hayekiana e keynesiana. Pra mim, que,como leigo busco informações para entender os motivos que levaram o mundo à crise economica mundial americana "exportada" para o mundo inteiro, já dei o primeiro passo para entender. Até o final dos outros artigos a respeito, que certamente irei acompanhar, tudo vai ficar ainda mais claro.
  • Andre Poffo  28/10/2011 00:47
    Sensacional, muito útil mesmo.
  • Samuel  12/02/2012 19:54
    Caro Roger,

    Gostaria de entender o primeiro gráfico FPP (Fronteira de Possibilidade de Produção). Ao meu entender, pelo fato de um agente optar entre "Poupar" e/ou "Consumir", o mesmo está se deparando em uma situação de duas variáveis de primeiro grau, matematicamente falando. Nenhuma das variáveis é elevada ao quadrado, ou seja, nenhuma dela é multiplicada por ela mesma. Portanto, é errado utilizar um Semi-círculo para expressar a FPP, o ideal seria uma Reta. Exemplo:

    Um sujeito possui $ 10,00. Se ele depositar $ 8,00 no banco e gastar $ 2,00 de chicletes, balas, picolés etc... poderá gerar um ponto X no gráfico. Mas se ele depositar $ 5,00 no banco e gastar $ 5,00 num lanche, poderá gerar outro ponto Y no gráfico. Mas se ele gastar tudo, vai gerar um ponto Z. Todos os pontos unidos traçarão uma Reta, e é essa reta que representa com mais precisão a FPP.

    Esse foi o meu entendimento. Gostaria de saber se eu entendi realmente o conceito de FPP. Se eu estiver errado, talvez a apresentação foi simples demais e omitiu certas variáveis. Seu eu estiver certo, fica a dica para a alteração na apresentação, para não correr o risco de um keynesiano venha a encher o saco.
  • Leandro  13/02/2012 01:14
    Prezado Samuel, a fronteira de possibilidade de produção não é uma invenção da Escola Austríaca, mas sim um conceito amplamente utilizado pela economia mainstream. Tudo que o autor Roger Garrison fez foi se aproveitar deste conceito e explicar a teoria da escola austríaca baseando-se nele.

    Especificamente sobre a equação, sim, trata-se de uma equação de primeiro grau com três variáveis. Sim, a representação gráfica deve ser uma reta. Porém, a teoria mainstream faz uma "forçação de barra" e transforma a reta em uma seção de círculo, cuja curva representa todas as possibilidades de produção que podem ser atingidas com o incremento de recursos e tecnologias existentes.

    Quando a economia opera dentro da curva, ela está operando com capacidade ociosa (fatores de produção sub-utilizados). Quando a economia está fora da curva, há uma situação impossível, na qual se está utilizando mais recursos do que os disponíveis. Para se atingir ponto, seria necessário haver um incremento nos fatores de produção, o que representaria um desenvolvimento da sociedade.

    Concordo, é bem forçado transformar uma reta em uma seção de círculo. Mas não reclame com o Roger Garrison, que apenas tentou adaptar a teoria austríaca ao linguajar do mainstream; reclame com os proponentes da teoria mainstream.

    Abraços!
  • Antonio Galdiano  12/09/2012 12:55
    Boa tarde,\r
    \r
    Sou aluno de economia de uma tradicional escola mainstream no interior paulista e não cheguei a ver os slides ainda, mas com relação ao arredondamento da FPP não acredito que haja nada de errado com essa ilustração matemática. Não se trata de especificar exatamente qual o formato da curva como algo do tipo x²+y²=R² / x,y>0\r
    É, na verdade, um reconhecimento de que em uma economia em que dentre 2 bens (usados para simplificação), caso todo o esforço produtivo estivesse direcionado para a produção de um único bem e houvesse o interesse de se produzir o outro bem, as unidades produtivas iniciais direcionadas ao novo bem são relativamente mais produtivas a este novo bem que ao bem que era fabricado anteriormente. Isso indica que os profissionais contratados tenderão a ser os que possuem melhor relação (produtividade na produção do novo produto)/(produtividade na produção do velho produto). É uma evidente simplificação da realidade para indicar que o custo de oportunidade da produção de um bem que a sociedade já sabe produzir mas que por algum motivo não produz é menor que o custo de oportunidade de um nível de produção mais alto.\r
    Soa muito blá blá blá, mas faz sentido econômico. Imagine que a sociedade produza bandeiras (bem 1) e todos os demais bens (esquematizado como bem 2). A medida que se aproxima da copa de 2014, é natural entendermos que a produção de bandeiras do Brasil aumente em decorrência do aumento da demanda. Segundo o formato geométrico da FPP, a economia tenderá a contratar aqueles que produzam melhor bandeiras que os demais bens, de forma que a produção de bandeiras crescerá mais que o decréscimo da produção dos demais bens. Obs1: O limiar da FPP indica que todos os fatores produtivos estão sendo usados. Obs2: Reforço que ainda não vi os slides mostrados. Ou seja, existe sim sentido econômico nisso, mas isso não quer dizer que a ilustração capture exatamente a realidade, entendeu? Se você tiver a boa vontade de entender a matemática como linguagem, e não como determinismo/positivismo, também pode ser desenvolvida nessa forma. Os "triângulos" hayekianos são uma demonstração disso.
  • Leandro  12/09/2012 13:03
    Então você certamente irá gostar do PowerPoint, que utiliza abundantemente as fronteiras de possibilidade de produção.
  • Antônio Galdiano  12/09/2012 19:20
    Excelente trabalho este. Realmente ilustrativo. E ninguém pode reclamar: dá pra desenhar? Mais explícito que isso só o livro mesmo. Mas quem ficar com as ilustrações já está bem servido.
  • Antônio Galdiano  14/09/2012 09:44
    Sobre o que escrevi acima sobre o formato arrendondado da curva FPP (acredito não ter sido suficientemente claro), nada mais é que uma interpretação da teoria da vantagem comparativa de David Ricardo. Espero ter sido mais claro agora para quem já conhece o conceito.\r
    E fica a sugestão para quem não conhece a teoria realmente buscar aprendê-la. Essa foi a teoria que melhor capta o espírito de solidariedade de toda economia. Particularmente, fico até emocionado só de relembrar. Até mesmo o homem com menor capacidade produtiva absoluta em todo o universo poderá ter uma contribuição para humanidade simplesmente ao viver sua vida com decência. Resumindo, esse é um conhecimento que nenhum homem de bem deveria viver sem conhecer.
  • Henrique  30/11/2015 14:12
    Creio que esteja alguns anos atrasados, mas encontrei hoje a resposta para essa indagação.

    O semicírculo nada mais é do que uma simplificação. A FPP pode assumir o formato de qualquer curva côncava Y diferenciável até segunda ordem, desde que Y' 0 e y > 0 satisfaz essas condições. Uma reta também satisfaz.

    Essa concavidade decorre do que é conhecido como inadaptabilidade de recursos. Suponha que em um dado momento, a economia esteja dimensionada para a produção latinhas de alumínio (bem de consumo). Redirecionar a produção de latinhas para a construção de tubos de alumínio de aplicação industrial (bem de capital) não é um processo de custo zero. Logo, a capacidade atual de produzir R$ 1000 em latinhas pode não resultar na capacidade de transformar a produção em um equivalente a R$ 1000 em tubos.

    Dessa forma, a função de trade off entre ambas não será uma reta, nem necessariamente um semicírculo, mas uma curva côncava qualquer.

    Tudo isso é explicado pelo que é conhecido como Lei dos Retornos Decrescentes (também conhecida como Lei dos Custos de Oportunidade Crescentes.

    Essa lei nos diz que se um insumo de produção de uma commodity é aumentado enquanto todos os outros se mantêm fixos, eventualmente será alcançado um ponto no qual adições daquele insumo irão gerar menores - ou queda nos - aumentos da produção, ou seja, a produtividade marginal daquele recurso diminui a medida que mais recursos são adicionados. Com isso, o custo de oportunidade daquele(s) processo(s) é cada vez maior.
  • Julio dos Santos  31/07/2012 09:49
    Sensacional! Aprendi mais ensinamentos úteis neste PowerPoint do que uma pós-graduação keynesiana! Grato IMB!
  • Neto  12/09/2012 03:30
    Não sei se o problema é aqui, mas o quarto slide parece ter um defeito
  • Leandro  12/09/2012 12:16
    Prezado Neto, como se trata de uma apresentação de PowerPoint, você tem de ativar o método da "apresentação de slides" (é só pressionar F5). Tudo funcionará perfeitamente.

    O quarto slide aparenta estar "embaçado" quando visualizado fora da apresentação porque ele é um slide de transição. Assista em modo de apresentação (aperte o F5) e você verá tudo fluir perfeitamente.

    Abraços!
  • Vicente  10/12/2012 12:49
    Finalmente vou conseguir entender Prices and Production

    Valeu Roger Garrison e Mises.org
  • Juno  14/01/2013 13:51
    Não estou conseguindo baixar a apresentação. Quando tento, aparece o erro "The resource you are looking for has been removed, had its name changed, or is temporarily unavailable".
  • Rafael Muscari  29/01/2013 21:05
    Ta quebrado o link do power point.. por favor se possivel arrumar, aguardo contato.
    Estou no "avise-me por email sobre novos comentarios enviados neste artigo"
  • Leandro  30/01/2013 03:57
    Corrigido. Obrigado pelo alerta.
  • Rafael Muscari  30/01/2013 20:21
    eu que agradeço!
  • Emerson Luis, um Psicologo  25/12/2013 09:59

    Explicação e slide espetaculares!

    * * *
  • Amarilio Adolfo da Silva de Souza  17/03/2015 22:53
    Correto.
  • Peterson Jose Medeiros Ribeiro  19/12/2016 21:44
    Alguns outros ensinamentos da escola Austríaca através do Power Point?


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.