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É necessário paciência: o suicídio do comunismo e a constatação não devidamente apreciada de Mises

Após mais de 7 décadas de vida, eis a pergunta que sempre me faço: "Qual foi o evento mais significativo da minha vida?"

Sempre me divido entre dois eventos, mas a realidade é que eles representam o mesmo evento. 

O primeiro foi a decisão de Deng Xiaoping, em 1979, de começar a remover os controles estatais sobre a agricultura na China.  Essa liberalização levou ao maior e mais longo período de crescimento econômico, na maior área terrestre do planeta, em toda a história da humanidade.

O segundo foi o colapso do Partido Comunista da União Soviética ao final de agosto de 1991.  A isso se seguiu a decisão do governo soviético de abolir a União Soviética na última semana de 1991.  A URSS foi, em termos geográficos, o maior império da história.  Somente o componente russo possuía 11 fusos horários.  Por meio de seus países satélites, a URSS se estendia até a Europa Ocidental.  No ano de seu colapso, este império existia há mais de 70 anos.  Ele possuía o mais amplo e completo sistema de controle sobre atividades, ideias e pensamentos.  Na história da humanidade, nenhuma grande sociedade jamais chegou a ter aparato semelhante. 

No entanto, em apenas uma semana, sem nenhum derramamento de sangue, os líderes de URSS simplesmente abandonaram este esquema.  Nada semelhante a isso jamais havia ocorrido anteriormente.

Aqueles que vivenciaram aqueles dias de 1991 jamais apreciaram corretamente a magnitude do evento.  Talvez porque não tenha havido derramamento de sangue.  Não houve praticamente nenhum aviso.  De 1946 a 1991, o Ocidente foi envolvido em uma grande competição entre os dois sistemas.  E então, sem nenhum alarde, a competição acabou.  O fim do império pegou os russos de surpresa.  Também pegou os ocidentais de surpresa.

A China comunista e a Rússia comunista eram vagamente ligadas pela ideologia.  Ambos os sistemas eram muito mais rigorosos do que qualquer outro existente no Ocidente.  O Ocidente estava comprometido com uma vaga crença na democracia como sistema político, mas tolerando e até mesmo promovendo todos os tipos de opiniões econômicas e religiosas.  Já os comunistas eram muito diferentes.  Eles possuíam uma ideologia consistente.  Tal ideologia apresentava uma visão específica sobre Deus, sobre o homem, sobre as leis, sobre causalidades, e sobre o futuro.  Não havia tolerância a uma religião sobrenatural.  Não havia tolerância oficial ao capitalismo, muito embora o mercado negro sempre tenha podido existir, pois, sem o mercado negro, ambos os sistemas entrariam em colapso.  Havia um nome para o mercado negro na URSS: "blat".  Havia também uma frase: "Blat é mais poderoso do que Stalin". 

No entanto, não obstante toda a centralização, toda a tirania, e toda a proibição das liberdades civis, ambos os sistemas acabaram.  E eles não acabaram estrondosamente; eles acabaram ouvindo apenas as lamúrias de ideólogos e saudosistas.

Não houve nenhum colapso.  A economia chinesa começou a crescer quase que imediatamente, em 1980.  Já a economia russa passou por algumas crises de abstinência, e elas duraram aproximadamente 10 anos. 

Mises previu isso

Tudo isso era previsível, em termos gerais.  Mais especificamente, tudo isso foi previsto.  E foi previsto ainda em 1920 por Ludwig von Mises em um ensaio: O cálculo econômico sob o socialismo.  Em 1922, ele expandiu esse ensaio e o transformou em um tratado abrangente, Socialism.  Mises havia explicado bem claramente por que não seria possível uma economia socialista implantar na prática a teoria do socialismo.  Se algum governo tentasse isso, a economia se degeneraria no caos e no colapso econômico.  Se os meios de produção pertencem exclusivamente ao estado, não há um genuíno mercado entre eles.  Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos.  Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços.  E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica — o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.

Ou seja, sem um mercado para os bens de capital, e sem a propriedade privada dos meios de produção, não é possível descobrir quanto vale ou quanto custa cada bem.  Sem um sistema de preços, há apenas cegueira econômica.

Os socialistas fizeram de tudo para ignorar este ensaio durante os 70 anos seguintes à sua publicação.  Mas, no fim, tudo já era por demais óbvio: Mises estava certo. 

O economista multimilionário e socialista Robert Heilbroner admitiu isso em um artigo para a revista The New Yorker em setembro de 1990.  Ele literalmente disse essa frase: "Mises estava certo".

O que houve foi uma combinação de teoria e prática.  Do ponto de vista da teoria econômica, a dissolução da União Soviética e da China Vermelha era inevitável.  No caso da China, não houve um colapso simplesmente porque a economia estava tão devastada pela pobreza em 1979, que a reforma instituída por Deng Xiaoping nem sequer tinha como fazê-la entrar em colapso.  No caso da União Soviética, cuja economia era mais avançada que a da China, e que vinha copiando todos os preços ocidentais durante meio século — exatamente como Mises havia dito que os planejadores socialistas teriam de fazer —, a transição foi mais dolorosa em termos econômicos.  Mas o que houve foi uma grande recessão, e não um colapso.

No livro de Ernest Hemmingway, O Sol Também Se Levanta (1926), há o seguinte trecho:

"Como você faliu?", perguntou Bill.

"De duas maneiras", respondeu Mike. "Gradualmente, e depois repentinamente".

Foi isso o que aconteceu com a União Soviética.  Ela estava falida moral e espiritualmente desde a Revolução de Outubro de 1917.  Mas foram necessários 74 anos para que as implicações daquela falência se desenrolassem completamente.

Passo a passo

Se alguém se dispuser a escrever a história do declínio e da queda da União Soviética, terá de começar por Geórgiy Malenkov, que substituiu Stalin em 1953.  Ele era um rebelde, e é hoje praticamente desconhecido no Ocidente.  Ele se opunha ao uso de armas nucleares e queria que a economia soviética se concentrasse na produção de bens de consumo, e não na indústria pesada.  Ele deteve as rédeas do poder muito brevemente, e foi substituído por Khrushchev já no início de 1955.  E então ele desapareceu.  Ele não foi assassinado.  Os líderes soviéticos já haviam aprendido a lição durante o reinado de Stalin.  Sendo assim, deixaram Malenkov viver, mas o mandaram para uma usina hidrelétrica no Cazaquistão.  Ficou lá até morrer em 1988.  O enfraquecimento do poder central começou em 1955, com Khrushchev.

O próximo evento foi o discurso supostamente secreto proferido por Khrushchev para a liderança soviética, ocorrido em 1956.  Ele atacou o culto à personalidade de Stalin.  Todos os presentes sabiam que Khrushchev havia sido o braço direito de Stalin, e que havia praticado homicídios em massa na Ucrânia.  Esse discurso, ao ser traduzido e distribuído no Ocidente, levou a várias deserções de membros do Partido Comunista em todo o Ocidente.

Doze anos depois, a invasão soviética da Tchecoslováquia geraria outra onda de deserções no Ocidente.  Mas isso pareceu não afetar a estabilidade da União Soviética.  Não havia sinais de enfraquecimento.

Em agosto de 1978, após 33 dias de papado, o papa João Paulo I morreu.  Em outubro, ele foi substituído por João Paulo II.  Esse evento completamente imprevisível rapidamente levou a uma confrontação na Polônia entre a hierarquia comunista vigente e a inabalável autoridade moral de João Paulo II.  Karol Wojtyla havia atingido a maioridade em uma Polônia sob domínio nazista e depois se tornou padre em uma Polônia já sob domínio comunista desde 1945.  Ele havia sido treinado pelo cardeal Stefan Wyszynski, um inflexível anti-comunista e um mestre em saber provocar uma burocracia hostil até seus limites.  O papa conhecia as fraquezas do Partido Comunista da Polônia.  Sua visita ao país em junho de 1979 ajudou a criar as bases morais para a resistência do povo polonês, a qual se intensificou em 1980.

Em 1979, a União Soviética entrou com seus tanques no Afeganistão por uma estrada que o governo americano havia financiado em 1966.  Moscou queria um regime pró-soviético em Cabul, mas os comunistas rapidamente descobriram que haviam se metido em um atoleiro que se prolongaria por toda a década seguinte.  Eles não conseguiriam recuar, sair dali e ainda manter o orgulho próprio.  Mas eles também não tinham como vencer.

Em 1980, ocorreram dois eventos que solaparam a legitimidade do comunismo de uma maneira até então inédita.  Ambos estavam relacionados às Olimpíadas.  Os jogos olímpicos foram sediados em Moscou, e foram boicotados pelos EUA em represália à invasão soviética do Afeganistão.  De todos os cantos do mundo, os ocidentais desembarcaram em Moscou para assistir aos eventos esportivos.  Eles foram para lá com seus ternos chiques, com seus relógios caros, com seus sapatos finos e com seu orgulho.  Todos os líderes soviéticos viram essas figuras ocidentais bem vestidas e orgulhosas.  E todos os líderes soviéticos sabiam, sem nenhuma sombra de dúvida, que jamais seriam capazes de se igualarem àquela riqueza do Ocidente. 

Não obstante todo o seu poder, todos os seus privilégios especiais, e todo o seu acesso a lojas de departamento exclusivas, nas quais alguns poucos produtos ocidentais podiam ser comprados, eles perceberam que, em termos econômicos, eram meramente cidadãos de segunda classe.  A liderança soviética jamais se recuperaria daquele abalo.

Na Polônia, houve um evento peculiar em julho daquele mesmo ano: a cidade de Lublin (de 300.000 habitantes) foi completamente paralisada.  O motivo?  Trabalhadores de uma ferrovia descobriram que um trem repleto de latas com o rótulo "peixe" estava na realidade transportando carne nobre, e a caminho da Rússia.  A carne estava sendo enviada para Moscou para alimentar os ocidentais que foram assistir às Olimpíadas.  Famintos e indignados, os trabalhadores fecharam a ferrovia e deixaram os trens parados sobre os trilhos, com os motores desligados.  Uma greve geral ocorreu e, dentro de algumas semanas, o movimento Solidariedade estava criado.  Daquele momento em diante, a Polônia começou a se afastar da órbita soviética.

Em 1980, Ronald Reagan foi eleito.  Ele era anti-comunista.  Ele exalava uma certa jovialidade.  Logo após sua eleição, em março de 1981, houve uma tentativa de assassinato, mas ele sobreviveu.  Daquele momento em diante, ele estava no controle da situação.

No dia 3 de agosto de 1981, o sindicato dos controladores de tráfego aéreo decretou uma greve geral.  Eles queriam aumentos salariais, uma redução da jornada de trabalho, e o fim da proibição a greves orquestradas por sindicatos de funcionários públicos.  Treze mil controladores cruzaram os braços, o que afetou severamente o tráfego aéreo nos EUA.  Os líderes soviéticos prestaram muita atenção a este evento, pois queriam ver se Reagan teria a coragem de peitar o até então poderoso sindicato.  E ele teve.  No dia 5 de agosto, 11.345 controladores foram demitidos, substituídos e banidos para sempre do serviço público.  O movimento grevista foi derrotado e desmoralizado.  Os russos perceberam.

E então a TV americana passou a transmitir com frequência imagens de Reagan em seu rancho, andando a cavalo sem sela e sem proteção, e construindo cercados.  As cenas não eram ensaiadas; eram realmente genuínas.  Aquilo era o que ele realmente gostava de fazer.  Os já caquéticos burocratas de Moscou eram constantemente relembrados de que não mais pertenciam àquele mundo.

Depois vieram as mortes, em rápida sucessão, de Brezhnev (1982), Andropov (1984) e Chernenko (1985).  Gorbachev assumiu o poder.  Ele começou a reformar a economia permitindo alguma descentralização.  Ele também começou a liberar discussões públicas na imprensa.  Em outras palavras, ele começou a permitir mais atividades de mercado e mais liberdade de expressão.  No entanto, a economia já estava em ruínas, e continuava se agravando.

Então veio um temido aniversário: em 1988, a fundação da Igreja Ortodoxa russa comemorou mil anos.  Ela estava viva e não havia sido esmagada.

Já àquela época, Gorbachev estava viajando constantemente pelo Ocidente, implorando aos governos por apoio financeiro.  Não conseguiu nada.

Em 1989, a União Soviética teve de se retirar do Afeganistão.  Esse evento foi a demonstração prática da incapacidade do exército soviético de manter o controle em uma nação vizinha.

Em 1991, o Iraque, outro satélite da URSS, perdeu a guerra para os EUA.  Seu aparato militar simplesmente não rivalizava com a rica tecnologia ocidental.  Seus aviões eram derrubados antes de eles próprios detectarem a presença de um caça americano.  Seus tanques explodiam no deserto sem qualquer aviso.  Isso foi em fevereiro.  Já na última semana de dezembro, o Partido Comunista e a União Soviética deixavam de existir.

Individualmente, cada um desses eventos não foi previsto — e nem tinha como ser.  No entanto, a evolução geral desses acontecimentos já havia sido prevista por Mises em 1920.  O Ocidente foi capaz de evitar um confronto militar direto com a União Soviética, e por isso a humanidade continuou existindo.  O Ocidente ainda não se deu conta de quão acurada foi a constatação de Mises.  Em linhas gerais, os eventos ocorreram exatamente como ele disse que iriam ocorrer.  As economias socialistas da China Vermelha e da União Soviética nunca foram capazes de competir com a riqueza do Ocidente. 

A descrição clássica que melhor sintetiza a União Soviética foi proferida por Richard Grenier: "Bangladesh com mísseis".

Conclusão

Quais as lições de tudo isso?

Em primeiro lugar, as leis da economia têm de ser respeitadas.  Mises entendeu isso.  Seus críticos não.  A análise de Mises feita em 1920, apenas três anos após a Revolução de Outubro, se comprovou acurada tanto para a China Vermelha quanto para a URSS.

Calculo.jpgEm segundo lugar, o inevitável fracasso econômico das sociedades socialistas deu ao Ocidente um tempo adicional.  Não houve uma conflagração nuclear.  Ao se ater à paz, o Ocidente venceu.  Por não ter acreditado em Mises, o Ocidente não tinha confiança em sua tarefa.  Havia homens no alto escalão dizendo que ambos os sistemas — mercado e comunismo — iriam se fundir.  Isso não ocorreu.  Um deles simplesmente desapareceu.  O outro adotou uma variável keynesiana que mistura intervencionismo, protecionismo e alguma liberdade empreendedorial.  Mescla bancos centrais em conluio com o sistema bancário inflacionando a moeda e estimulando o endividamento, governos criando tarifas de importação e concedendo subsídios para proteger seus empresários favoritos, e tudo isso gerando bolhas e ciclos econômicos.  Trata-se de um capitalismo de estado — ou capitalismo de compadrio — em escala maciça.  Esse arranjo também vai acabar.  Apenas tenha paciência e esteja preparado.

O comunismo perdeu.  Mas o Ocidente deu muito tempo a esse arranjo.  E o tempo mostrou que Mises estava certo.

O keynesianismo ainda não perdeu.  Mas irá.  Apenas dê-lhe algum tempo.

Não é necessário ocorrer um colapso social ou econômico para que haja uma transição para uma economia não-keynesiana.  É possível que o sistema se desmorone lá no topo, sem abolir toda a ordem social.  Já vimos isso duas vezes desde 1979.

Os governos ocidentais irão quebrar em algum momento.  Eles darão o calote em suas dívidas.  Eles não mais cumprirão suas promessas, principalmente as previdenciárias.  Quando isso ocorrer, os eleitores aprenderão uma lição sobre economia e sobre civilidade.

Nossa tarefa é preparar os materiais educacionais necessários para fazer a defesa da liberdade quando os cheques do governo começarem a ser sustados.

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Participaram deste artigo:

Hans F. Sennholz, 1922-2007, foi o primeiro aluno Ph.D de Mises nos Estados Unidos.  Ele lecionou economia no Grove City College, de 1956 a 1992, tendo sido contratado assim que chegou.  Após ter se aposentado, tornou-se presidente da Foundation for Economic Education, 1992-1997.  Foi um scholar adjunto do Mises Institute e, em outubro de 2004, ganhou prêmio Gary G. Schlarbaum por sua defesa vitalícia da liberdade.

Gary North, ex-membro adjunto do Mises Institute, é o autor de vários livros sobre economia, ética e história.


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Diversos Autores

  • Fábio  08/08/2014 14:17
    Quanto a isso :"No entanto, em apenas uma semana, sem nenhum derramamento de sangue, os líderes de URSS simplesmente abandonaram este esquema. Nada semelhante a isso jamais havia ocorrido anteriormente".
    Só digo uma coisa, sabe de nada inocente!!! A União Sovietica caiu mas todo aparato de espionagem e de controle da kgb continuou existindo. A liberdade da economia é só um disfarce pra recapitalizar o pais e recomeçar o império totalitário.
    Ao que parece Putin está pra recomeçar isto agora.
  • Júnior   08/08/2014 15:22
    Comparado ao atual aparato de espionagem dos EUA sobre seus próprios cidadãos (NSA), o qual inclusive manda americanos para a cadeia por simplesmente falarem sobre o governo, qualquer eventual reminiscência da KGB é tão inofensiva quanto um conto de fadas.

    Enquanto o perigo está explicitamente aqui no Ocidente, nêgo fica fantasiando com Putin, menos perigoso que Obama. Quem realmente não sabe de nada, inocente?
  • Andre  08/08/2014 16:33
    "o qual inclusive manda americanos para a cadeia por simplesmente falarem sobre o governo"

    Nunca vi nada sobre isso.
  • Magno  08/08/2014 17:56
    Nunca viu nada sobre um cara chamado Edward Snowden?! De qual planeta você veio?
  • Andre  08/08/2014 18:27
    Edward Snowden disse que o governo espiona as pessoas.
    Edward Snowden não disse que o governo "manda americanos para a cadeia por simplesmente falarem sobre o governo".

    Então, como eu nunca vi nenhuma notícia sobre pessoas terem sido presas "por simplesmente falarem sobre o governo" eu posso afirmar que nunca vi nada sobre isso.

    E eu já sabia que o governo americano poderia, muito provavelmente, estar espionando as pessoas antes mesmo do Snowden dizer isso, era meio óbvio. Já que TODOS os governos fazem isso.

    Somente os que vivem no mundo encantado ficaram surpresos com as denúncias do Snowden.

    Pra mim as "denúncias" do Snowden são tão irrelevantes quanto se um funcionário do seguro social americano saísse à público para dizer o sistema de aposentadoria é um esquema fraudulento de pirâmide.

    Eu pensaria: "Dããããããã, que óbvio.".
    Os que vivem no mundo encantado ficariam surpresos, é claro.
  • Magno  08/08/2014 18:55
    Não, cidadão. Edward Snowden É o prisioneiro! Como está a vida aí em Plutão?

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1643
  • Andre  09/08/2014 16:12
    "Não, cidadão. Edward Snowden É o prisioneiro! Como está a vida aí em Plutão?".

    Qualquer agente secreto de qualquer país que saísse por aí divulgando informações secretas seria preso.

    Não vejo nada de estranho nisso daí.

    O que o Snowden fez não foi: "simplesmente falar sobre o governo".
  • Rafael  09/08/2014 19:41
    Gente, por que ir tão longe, quando algo semelhante está ocorrendo aqui mesmo no Brasil? Uma bancária fez um relatório de um parágrafo dizendo coisas triviais e o partido que está no poder pediu a cabeça dela. Vocês preocupados com KGB, sendo que a máquina de moer do PT é bem mais temível e real.
  • Fabio  08/08/2014 18:26
    Reitero o que eu disse, a União Soviética acabou, a kgb não, só se mimetizou nas novas estruturas da federação Russa. dizer que é só isso é história é a mesma coisa que muitos fizeram em relação ao foro de são paulo. Ignoraram sua existência chamando quem a apontava como paranóico e teórico da conspiração e hoje os partidos do foro dominam a América Latina.
    Lembro ainda que o foro de são paulo começou justamente em 1990 e só 20 anos depois os desdobramentos dessa organização começaram a ficar mais evidentes. E coincidentemente 1990 foi justamente a queda da URSS.
  • Silvio  12/08/2014 12:23
    Não podemos nos esquecer que o próprio Putin fazia parte da KGB, o que só prova que tudo está como dantes no quartel de Abrantes e que a extinção da URSS foi apenas um recuo estratégico, não uma virada no curso dos acontecimentos.
  • Mohamed Attcka Todomundo  08/08/2014 18:48
    fábio tem razão. em todo leste europeu as atuais lideranças politicas sao as mesmas de antes de 1991; uma dinastia, ou quase. e o sistema de espionagem e subversao da KGB, q tinha 700.000 funcionários ate 1991 agora tem 1.400.000; segue ativo e suadavel. um desertor soviétivo, Yuri Bezmenov, explica como funciona nesta palestra transcrita
  • mauricio barbosa  08/08/2014 14:49
    Glasnost e Perestroika duas palavras russas que teremos de pronunciar futuramente nesta terra de santa cruz pelo andar da carruagem,pois o que nossos dirigentes tupiniquins vem fazendo com nossa economia e liberdades individuais(eles ainda tem a cara de pau de dizer que a crise atual é culpa do individualismo)é duro ver que eles não querem aprender com a história e nós termos de pagar o pato.
  • Augusto César  08/08/2014 14:49
    Tenho uma dúvida, perdão se ela for inocente: "Os governos ocidentais irão quebrar em algum momento. Eles darão o calote em suas dívidas" Não basta então o governo mudar de moeda, começar de novo? É possível acontecer isso sem consequências?
  • Rhyan  08/08/2014 16:55
    Seja pela via inflacionária ou pelo calote nas dívidas, as consequências serão terríveis.
  • Carlos gIL  08/08/2014 15:11
    A mente comunista não funciona segundo os cânones da psicologia usual, mas segue uma lógica própria onde se misturam, em doses indistinguíveis, a habilidade dialética, o auto-engano histérico e a mendacidade psicopática.

    Meu artigo anterior suscitou uma pergunta interessante na área de comentários: Se há tanta gente nas altas esferas colaborando com o comunismo, como é que ele ainda não dominou o mundo?

    A primeira e mais óbvia resposta é que "o comunismo" como regime, como sistema de propriedade, é uma coisa, e o "movimento comunista" enquanto rede de organizações é outra. O primeiro é totalmente inviável, mas por isso mesmo o segundo pode crescer indefinidamente sem jamais ser obrigado a realizá-lo, limitando-se, em vez disso, a colher os lucros do que vai roubando, usurpando, prostituindo e destruindo pelo caminho.

    São duas faixas de realidade completamente distintas, que se mesclam numa confusão desnorteante sob a denominação de "comunismo".

    www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/15371-o-ovo-e-o-pinto.html
  • Estevam  08/08/2014 21:19
    perfeito

    ainda gosto de completar que tal qual um Edir Macedo ilude crentes mal informados em busca de dinheiro os políticos de esquerda iludem os "proletários" mal informados em busca de poder

    o comunismo é muito mais do que um sistema econômico, para mim é bem claro que nunca foi ciência, mas uma religião secular. chamo o marxismo de retórica de moralização do roubo
  • Mohamed Attacka Todomundo  10/08/2014 14:23
    A mente comunista não funciona segundo os cânones da psicologia usual, mas segue uma lógica própria onde se misturam, em doses indistinguíveis, a habilidade dialética, o auto-engano histérico e a mendacidade psicopática.

    eu ñ teria dito melhor; alias, poucos disseram
  • Diones Reis  08/08/2014 15:24
    Desde quase 2 anos que eu venho aqui ler o que eu puder, este tem sido para mim, o melhor artigo que eu li até o momento.
    Traz um pouco de esperança nestes tempos em que o retrocesso das liberdades é o que está na moda.
  • DAMASSA  08/08/2014 16:35
    TEXTO MARAVILHOSO!!

    PARABENS AO INSTITUT MISES
  • Homem Verde  08/08/2014 17:46
    Provem que os governos ocidentais irão quebrar. Impossível.
  • Homem Racional  08/08/2014 21:25
    Taxa de fecundidade em queda, demografia estagnada e previdência cujas contas não fecham. Isso não é nem economia e nem muito menos ideologia. É matemática pura.
  • Mauricio.  09/08/2014 02:25
    Irão? Já quebraram. Ouviu falar em Itália, Portugal, Irlanda, Espanha e Grécia? E a França, que já está tremendo? Uma hora a Alemanha vai cansar de financiar este povo todo.
  • Mohamed Attacka Todomundo  10/08/2014 18:25
    a alemanha tb tem + de 80% do PIB em dívidas, e o PIB da alemanha é maior q dos PIIGS juntos, salvo engano. portanto, sua divida rivaliza com a deles. afirmo q a alemanha esteja financiando ninguem. lembre-se q quando portugal (o estado) assumiu 200bi em dívidas de especuladores imobiliarios portugueses q quebraram, se ñ o fizesse, a desalavancagem teria quebrado o sistema bancario europeu, em cascata: alemanha no mesmo balaio. a pressao alemã p/ portugal, grecia e irlanda assumirem dividas salvou à alemanha. em seguida, fez um pacote de auxilio ao estado portugues, grego e irlandes como contrapartida; esses estados sequestraram 20 ou 30 anos de impostos deseus cidadaos para salvar o sistema bancario ultraalavancado da europa. o problema eh q ñ dá p/ fazer isso infinitamente. a vez da frança, UK e italia chagará.
  • ricardo otávio costa santos  08/08/2014 19:26
    " Nossa tarefa é preparar os materiais educacionais necessários para fazer a defesa da liberdade quando os cheques do governo começarem a ser sustados. "

    Concordo plenamente. Uma mensagem de esperança. Hoje estamos meio que falando com as paredes, mas, num futuro não muito distante, até os mais broncos perceberão quão óbvias são as falhas do sistema político/econômico atual.

    Quando isso ocorrer, nossos filhos ( ou netos ) terão a oportunidade de viver num mundo livre de verdade.

    Amém.
  • Mohamed Attacka Todomundo  10/08/2014 18:27
    num futuro não muito distante, até os mais broncos perceberão quão óbvias são as falhas do sistema político/econômico atual.

    duvido. os broncos vão "entender" a falacia q a midia lhes vender
  • Gredson  08/08/2014 21:02
    muito bom esse texto, a parte que chamou mais atenção para minha pessoa foi essa:

    Os líderes soviéticos prestaram muita atenção a este evento, pois queriam ver se Reagan teria a coragem de peitar o até então poderoso sindicato. E ele teve. No dia 5 de agosto, 11.345 controladores foram demitidos, substituídos e banidos para sempre do serviço público. O movimento grevista foi derrotado e desmoralizado.

    ---------------
    Imagina se tivesse algum Reagan Brasileiro, com coragem o bastante para peitar os sindicatos.
  • Rhyan  08/08/2014 22:00
    O engraçado é que os conservadores adoram dizer que o socialismo caiu graças ao Ronald Reagan.
  • Cético   09/08/2014 00:09
    Este artigo ignora algo fundamental: as enormes posses de terrenos e empresas que praticamente todos os Estados tem. Quando a dívida publica começar a aparentar que tornou-se insustentável, ocorrerão privatizações mais intensas que as que ocorreram no auge da crise da dívida publica da Zona do Euro. Governantes desesperados reduzirão à divida de seus países não através da austeridade e arrecadação de impostos, mas sim vendendo posses estatais. Isso é lógico. Obviamente preferirão se desfazer de "seus" bens à deixar o sistema político e econômico entrar em colapso. Acredito que não exista um país que mais de 50% do território seja privado. A Amazônia, as praias da Califórnia, a Torre Eiffel, o Coliseu, o Monte Fuji, quanto valem? Parece inacreditável suas privatizações, mas caso ocorram, não serão um grande passo rumo à manutenção da dívida publica e consequentemente da ordem vigente?





  • Mohamed Attacka Todomundo  10/08/2014 18:34
    porra! como eu ñ pensei nisso!!!!!!! burro...
    tudo verdade. e como leis e regulações ñ deixam q haja propriedade privada strictu facto, o socialismo simplesmente se traveste p/ se perpetuar
  • Victoria  22/09/2014 14:34
    Oras, mas essas privatizações levarão justamente a um mundo mais libertário. Pense bem: Nós, brasileiros, por exemplo, estamos acostumados a serviços públicos e privados porcos. Vamos supor que, para pagar a dívida, o governo tivesse que privatizar suas várias estatais e vender grandes extensões de terras. Com a melhoria desses serviços, as pessoas teriam mais acesso a eles e com melhor qualidade, e, a exemplo do que aconteceu com a telefonia, os minérios (Vale) e a aviação (privatização da Embraer), não quererão que essas coisas voltem a ser propriedade estatal. Assim, o Estado será irremediavelmente diminuído. E, talvez, ao verem as coisas melhorarem para elas com o livre mercado, mais pessoas decidam adotar o liberalismo clássico/libertarianismo, como filosofia.
  • Emerson Luis, um Psicologo  09/08/2014 00:34

    Concordo que o keynesianismo seguirá o mesmo caminho do marxismo.

    Mas as pessoas não aprendem com a História. A cada geração surgem novos megalomaníacos querendo implementar sua versão de socialismo e arrebanhando multidões de seguidores vendendo sua liberdade em troca de promessas que (na melhor das hipóteses) não se cumprirão.

    Porém, sejam forçadas pelas leis econômicas e/ou convencidas pela razão, espero que o liberalismo torne-se dominante na mentalidade das pessoas.

    * * *
  • Dam Herzog  09/08/2014 00:59
    Os chamado socialistas são indivíduos que tem em mente dominar pela força um individuo, uma população. Eles são extremamente violentos e a violência é sua arma principal. Se eles criam, uma regra, uma lei e você discorda e não obedece, então esta maioria eleita democraticamente pode simplesmente por um revolver em sua cabeça e então ou obedece ou morre. Sejam socialistas, esquerdistas o seu verdadeiro poder está na violência contra as minorias. Isto é o que eles chamam de democracia. O termo socialismo significa violência. E estamos com azar temos três candidatos todos socialistas defendendo o aumento do tamanho do governo , todos keynesianos dinossauros, cada um quer ser mais a esquerda do que o outro. Sem diferencial proprios. Por isto o LULA venceu o Serra que não tinha diferencial e queria ser igual ao Lula. Estou lendo o livro do Hoppe: Democracia o deus que falhou. Só favorece os políticos. Por isso vou votar em branco. A democracia é um engodo.
  • Mohamed Attacka Todomundo  10/08/2014 18:41
    democracia é engodo mesmo. nada a reiterar. mas (e eh so uma opiniao. se estiver errado me corrijam) como o pt eh um partido revolucionario, tira-lo do poder nos dá algum tempo e margem de manobra p/ deter a marcha q eles engrenaram de cooptaçao do estado pelo partido. por isso, acho devemos votar em kem possa derrubar a dilma.

    gostaria mui da opiniao de todos vcs a respeito. e por favor ñ postem endereços p/ artigos, pois ja os li. keria mesmo era ouvir vcs de proprios punhos
  • Carlos Lima  11/08/2014 02:52
    Caro Mohamed:
    Se, como você mesmo diz, democracia é um engodo, e o voto é a principal arma da democracia, por que você vai embarcar nesse engodo? Você sente-se confortável participando dessa comédia chamada "exercício da democracia pelo voto"? Seu cérebro aceita numa boa esse monte mentiras que esses vigaristas de paletó, vulgarmente chamados de políticos, vomitam o tempo todo nos seus ouvidos? Por que o PT é um partido revolucionário? O que é um partido revolucionário? Por que um partido revolucionário é pior que um partido não-revolucionário, se ambos seguem as mesmas regras que permitem que seus políticos enriqueçam, legal mas ilicitamente, roubando o povo? O partido da situação está roubando, roubando e roubando o cidadão. Qualquer outro partido que porventura o substituir vai continuar roubando, roubando e roubando o cidadão. Então, onde diabos está a diferença? Seu cérebro suporta essa contradição? Minhas sinapses entrariam em curto-circuito se eu tivesse de escolher, dentre dois ladrões, o melhor deles, dando carta branca para que ele tirasse meu escalpo, roubando, cerceando minha liberdade, invadindo minha privacidade, interferindo nas minhas escolhas, metendo o focinho em tudo que eu decidir fazer, etc. Votar num ladrão não-petista para que ele substitua um ladrão petista seria mais ou menos como votar em Fernandinho Beira-Mar (do Comando Vermelho) para substituir Marcola (do Primeiro Comando da Capital) na chefia da Quadrilha do Planalto. Ou seja, seria o mesmo que trocar seis por meia dúzia. Sem falar que as urnas não são confiáveis. Já coloquei, numa mensagem anterior, alguns links para o YouTube, onde professores da UNB e uma Universidade dos EUA mostram que as urnas brasileiras foram pensadas para favorecerem um esquema fraudulento, sem que um cidadão comum possa sequer pensar em exigir uma auditoria independente. É mole ou quer mais? O povo brasileiro deve, precisa, tem a obrigação de entender, que votar é absolutamente inútil, pois o voto apenas obriga o cidadão a escolher seu ladrão preferido, nada mais além disso. O resto é balela. Por isso peço a você encarecidamente que reconsidere essa história de selecionar um ladrão que lhe seja mais simpático para colocá-lo num cargo público. Não vote. Não saia de casa no dia das eleições. Melhor pagar uma taxinha de R$ 3,00 do que bancar um ladrão por mais quatro longos anos. Sem falar que você ficará em paz com sua consciência pelo mesmo período.
  • Fábio  11/08/2014 17:04
    Vou fazer uma analogia que será simples de entender: Isto é um estupro, vc já está imobilizado e não tem como fugir. Sua unica opção é escolher entre ser enrabado por um cara com um pau de 20cm ou por outro com um pau de 50cm. É mais ou menos nossa situação, se do ponto de vista de princípios qualquer um dos partidos dá no mesmo do ponto de vista da estratégia uns tem projetos mais totalitários e estatistas que outros.
    Embora social democracia seja de esquerda, estatista e keynesiana tem menos intenções totalitárias e respeita mais a propriedade privada que o projeto bolivariano petista.
    Assim te digo uma coisa não sei quem se elege mas se for a dilma faltará papel higiênico!
  • Mohamed Attacka Todomundo  11/08/2014 20:18
    Caro Mohamed: Você sente-se confortável participando dessa comédia chamada "exercício da democracia pelo voto"? Seu cérebro aceita numa boa esse monte mentiras que esses vigaristas de paletó, vulgarmente chamados de políticos, vomitam o tempo todo nos seus ouvidos?

    - ñ


    O que é um partido revolucionário?

    um partido q ker implementar uma ditadura por vias eleitorais. Deseja suprimir a alternancia no poder, assumindo 1º o governo, e por meio deste ao estado.

    Por que o PT é um partido revolucionário?

    ñ consigo responder essa c/ poucas palavras, entao vou fazer o q pedi ñ fizessem; postar 2 artigos curtos q exemplificam pq: Rumo à censura total, comunismo real. Descvulpa se ñ são bons exs., mas são os q lembro agora. Depois lembro + e posto.

    Por que um partido revolucionário é pior que um partido não-revolucionário, se ambos seguem as mesmas regras que permitem que seus políticos enriqueçam, legal mas ilicitamente, roubando o povo?

    ambos ñ seguem a mesma regra. Partidos alternantes roubam, revolucionários monopolizam o roubo e produzem algo como cuba.

    O partido da situação está roubando, roubando e roubando o cidadão. Qualquer outro partido que porventura o substituir vai continuar roubando, roubando e roubando o cidadão. Então, onde diabos está a diferença?

    é a diferença entra Brasil e coréia do norte. Ñ kero q aki vire outra cuba. os estou acusando de tenta isto.

    Seu cérebro suporta essa contradição? Minhas sinapses entrariam em curto-circuito se eu tivesse de escolher, dentre dois ladrões, o melhor deles, dando carta branca para que ele tirasse meu escalpo, roubando, cerceando minha liberdade, invadindo minha privacidade, interferindo nas minhas escolhas, metendo o focinho em tudo que eu decidir fazer, etc.

    mesmo entre ladroes tem proporcionalidades e gradaçoes. Partidos tradicionais são agremiações q violam nossa liberdade econômica; revolucionários kerem implementar uma ditadura total, de modo q ñ teríamos essa discussão nesse site. Kerem coibir todos os canais, o econômico eh só um deles, e o vão fechar + q já tá.

    Votar num ladrão não-petista para que ele substitua um ladrão petista seria mais ou menos como votar em Fernandinho Beira-Mar (do Comando Vermelho) para substituir Marcola (do Primeiro Comando da Capital) na chefia da Quadrilha do Planalto.

    Na vardade, creio a comparação correta eh entre Fernandinho Beira-Mar e Mao Tsetung.

    Ou seja, seria o mesmo que trocar seis por meia dúzia.

    Ñ mesmo. é evitar um genocidio.

    Sem falar que as urnas não são confiáveis. Já coloquei, numa mensagem anterior, alguns links para o YouTube, onde professores da UNB e uma Universidade dos EUA mostram que as urnas brasileiras foram pensadas para favorecerem um esquema fraudulento, sem que um cidadão comum possa sequer pensar em exigir uma auditoria independente.

    Verdade. Vi as postagens.

    É mole ou quer mais?

    Kero + (sou masokista. hehehe)

    O povo brasileiro deve, precisa, tem a obrigação de entender, que votar é absolutamente inútil, pois o voto apenas obriga o cidadão a escolher seu ladrão preferido, nada mais além disso. O resto é balela. Por isso peço a você encarecidamente que reconsidere essa história de selecionar um ladrão que lhe seja mais simpático para colocá-lo num cargo público. Não vote. Não saia de casa no dia das eleições. Melhor pagar uma taxinha de R$ 3,00 do que bancar um ladrão por mais quatro longos anos. Sem falar que você ficará em paz com sua consciência pelo mesmo período.

    Pelas razoes q expus, acho, q nesse caso, votar pode ser o menor dos males. Tudo kestao de proporcionalidades. Poder escolher entre um parasita e um escravizador eh ruim, mas ainda eh pior ñ poder escolher um mal menor. Penso eh + fácil lidar, ate vencer, um parasita a um regime autocratico.

    Por isso, ñ tem contradição nisso, e minhas sinapses ñ keimaram
  • Ali Baba  09/08/2014 11:25
    @Dam Herzog 09/08/2014 00:59:12

    Por isto o LULA venceu o Serra que não tinha diferencial e queria ser igual ao Lula. Estou lendo o livro do Hoppe: Democracia o deus que falhou. Só favorece os políticos. Por isso vou votar em branco. A democracia é um engodo.

    Compartilho da sua desilusão quanto a democracia. Apenas se atenha a uma coisa importante: votar "em branco" no Brasil significa "votar em quem ganhar". Os votos nulos e os votos "em branco" não contam para a escolha, o que significa que qualquer um desses é, na prática, um voto para quem estiver ganhando. Se é essa a sua intenção, maravilha... mas as pessoas em geral não se dão conta desse pequeno detalhe.

    Na minha humilde opinião, enquanto a democracia não entrar em colapso, aos pobres mortais como nós só restam duas alternativas de comportamento em uma eleição: ou você se abstém, ou vota no primeiro que tiver condições de tirar o partido que está no poder. Explico:

    Ao se abster, você está fazendo o único protesto que realmente significa algo. Votar nulo, ao contrário do que circula na rede social, não anula uma eleição (segundo o entendimento do presidente do TSE - que é quem anularia uma eleição por quaisquer motivos). Votar em branco é o equivalente ao votar nulo e ambos não são contados - o que, na prática, significa votar para quem estiver ganhando. Ao passo que, ao se abster, você passa a mensagem que não quer participar desse engodo. Abster-se de votar tem consequências sérias em um país em que o voto é obrigatório, como o Brasil. Se um percentual grande dos eleitores se abstiverem, a mensagem correta começará a ser propagada.

    Já a segunda alternativa significa promover uma alternância constante do partido dominante. Caso seja bem sucedido, toda a corja de apadrinhados, que mama no estado por força de participar de um partido político e que nunca produziram qualquer coisa que seja de relevante para a sociedade, cai a cada 4 anos. Não tem muito efeito prático, mas pelo menos coloca a insegurança no coração desses indivíduos (e, a mim pelo menos, causa uma sensação muito especial de ver esses políticos de carteirinha, cuja única função na vida é estorvar e usurpar dos outros, pedindo emprego por aí).

    No entanto, é como escreveu o Nozick no conto do escravo: seu voto só vale alguma coisa se ocorrer um empate... mas um empate nunca ocorreu.
  • Pobre Paulista  09/08/2014 13:09
    De novo essa babaquice do "voto nulo favorece quem está ganhando"? Fácil de desmascarar:

    Cenário 1:
    Candidato A: 10 votos
    Candidato B: 5 votos
    Nulos: 0 votos

    Resultado: Candidato A venceu.

    Cenário 2:
    Candidato A: 10 votos
    Candidato B: 5 votos
    Nulos: 1.871.748.123 votos

    Resultado: Candidato A venceu.

    Viu? Não mudou nada.

    Votem nulo pessoal. Não caiam nesse papinho estatista de "votar no menos pior". Votar em alguém é apoiar a democracia.
  • Andre Cavalcante  11/08/2014 19:52

    Cenário 1:
    Candidato A: 11 votos
    Candidato B: 5 votos
    Brancos e Nulos: 0 votos

    Resultado: Candidato A venceu (no 1º turno).

    Cenário 2:
    Candidato A: 11 votos
    Candidato B: 5 votos
    Nulos: 1.871.748.123 votos (no 1º turno)

    Resultado: Candidato A venceu.

    Sim, mas no Cenário 1, a lógica democrática diz que o Candidato A representa a maioria do eleitorado. No Cenário 2, ele não representa nem 0,01%. Ou seja, ganha, mas não tem representatividade.

    Votar branco, nulo ou não ir votar, no Brasil, legalmente é a mesma coisa, isto é, não muda o resultado da eleição, mas dá um recado para todos, inclusive a imprensa, que há revolta por parte da população contra os atuais candidatos.

    Votar no menos pior ou em "votos de protesto" como um certo analfabeto que anda por aí, aí sim é que é participar do engodo da democracia.

    Se realmente a maioria não votasse, ou votasse nulo ou branco, fatalmente a oposição iria levar até ao tribunal pedido pela anulação da eleição).

    Mas sabe quando isso vai acontecer no Brasil? Vai esperando...

  • Dam Herzog  09/08/2014 14:20
    Caro Ali, desconhecia como os votos são validados no Brasil e acolhi muito bem suas sugestões. Mas a minha revolta é a seguinte; não existe almoço grátis e o principio da não violencia transforma intrínsicamente todo o socialista em uma pessoa violenta. Socialismo ou esquerda= violência.Toda vez que uma pessoa se diz socialista respondo "tenho medo de você pois você é violento. Temos três candidatos socialista, todos querendo um estado maior esbanjador, que apoia os movimentos terroristas chamando-os de "sociais", abominam a propriedade privada que a maioria trabalha muito para obter e os roubos (impostos) sempre a subir. Se continuarmos assim chegara a um tempo que eles nos administrarão e nos obrigarão a comer rações do estado. A palavra mais importante para nos saiu da boca dos políticos; Liberdade para eles não existe. Até ainda não ouvi qualquer politico falar em precisamos ampliar as liberdades. Precisamos de um movimento que cambio 180º (graus) ou Muda Brasil que tivesse um nº de votos suficiente para transformar a constituição do Brasil em papel higiênico, pois ela é a causa de tudo e é socialista. Ai poderíamos começar tudo de novo. Agradeço tempo gasto comigo no seu texto que me foi de grande valia. Gostaria de ter capacidade de ser um ativista da liberdade. Um grande abraço.
  • Francisco  09/08/2014 21:03
    De minha parte já voto nulo a 4 eleições. Nesta uma ultima resolvi me abster e nem dei as caras pra votar. Isso porque não compactuo com o sistema vigente, e sendo assim não vejo motivo pra "participar" de uma coisa que eu reprovo.
    Dai tive que ir atrás depois "justificar" porque sem ter o "titulo em dia" não posso nem me matricular na universidade.
    Não tá fácil ser brasileiro.
  • Hans Ribentrop  10/08/2014 13:14
    Sobre votar em branco, tenho a seguinte convicção: Alguém vai ser eleito, votando eu em branco ou não. Assim, é melhor que eu vote no que entendo ser melhor opção possível, mesmo que estas não sejam o ideal.Votar em branco ou nulo é fazer o jogo dos políticos ruins que,enquanto eu não voto, são votados pela massa por critérios os mais estapafúrdios.
  • Carlos Lima  10/08/2014 17:03
    Hans, com todo respeito, mas você não entendeu minha colocação. Falei que existe fraude nas urnas eletrônicas usadas no Brasil. Isso significa que o voto que você pensa que colocou nela não terá o destino que você imaginou. Ou seja, seu voto é manipulado. Por favor veja os links que coloquei, para assistir aos três vídeos disponibilizados no YouTube, mostrando que o sistema é feito para permitir a fraude, sem dar a menor chance de uma auditoria. Isso pra mim deveria bastar para que ninguém fosse votar. Esse seria o maior protesto do povo: NÃO COMPARECER À VOTAÇÃO. Colocar um voto nessa excrescência chamada urna eletrônica para que ele seja desviado é o supra-sumo da ingenuidade. Depois, você não deve votar apenas porque, ao final da palhaçada, graças a alguns comedores de capim, um ladrão vai ser eleito. Nem muito menos porque os outro votam. Você não deve votar porque o sistema é corrupto na sua essência, todos roubam, não existe político honesto e seu voto (que não serve pra nada) nunca vai consertar absolutamente nada neste país de salafrários. Por favor repense essa história de que existem políticos bons e ruins e que você tem condições de saber escolher corretamente o político bom, porque todos são ruins. Além de desonestos. Aqui no site tem farta documentação mostrando e provando isso. Por gentileza dedique um pouco do seu tempo para ler algum material aqui exposto, pois vale a pena até demais. E não esqueça de comprar URGENTEMENTE, na biblioteca do IMB, o espetacular e imperdível livro ALÉM DA DEMOCRACIA, de Frank Karsten e Karel Beckman. Depois do choque de realidade que você receberá eu duvido que ainda se preocupe em anular seu voto ou votar em branco. Você vai fazer como eu: dedicará todo seu tempo disponível para esclarecer nossos alienados eleitores da inutilidade do voto numa democracia de mentira como a brasileira.
  • Antonio Henrique  12/08/2014 02:50
    O voto branco, nulo ou abstenção ajuda, e muito, aos que compram votos. Senão vejamos:

    Cenário 1 - 100 eleitores:
    Partido A: 48 votos , dos quais 20 foram comprados
    Partido B: 52 votos
    Brancos e Nulos: 0 votos

    Resultado: Partido B venceu .

    Cenário 2 - 100 eleitores:
    (de cada partido vou tirar metade dos votos não comprados)
    Partido A: 34 votos , dos quais os mesmos 20 foram comprados
    Partido B: 26 votos
    Brancos e nulos: 40 votos (no 1º turno)

    Resultado: Candidato A vence, porém ele havia comprado 20% dos votos, que passaram a valer 33,3% graças à ausência de manifestação dos vontade de metade dos desiludidos.

    Assim, Partido "A" recebeu um ágio de mais de 50%, tendo comprado 20% dos eleitores, que passaram a valer 33,3% dos votos realmente válidos.

    Concluindo, o comprador de votos recebe sobrepreço sempre que alguém não vota.

    Os populistas compram votos com uma das mão e acenam para que os outros não votem.

    Mas o assunto não era este, e sim a derrota do comunismo.
    O comunismo não perdeu, quem perdeu foram os russos.
    Os dirigentes comunistas estão todos ricos.
  • gabriel  12/08/2014 18:56
    Gostaria de conhecer uma unica pessoa q n vendeu o seu voto, porque ate onde sei todos os votos sao "comprados" de alguma forma, a diferença é que alguns nem sabem que venderam
  • Carlos Lima  10/08/2014 04:30
    Não existe voto nulo nem voto em branco. Quem programa computadores sabe como é fácil obter qualquer resultado desejado de um computador. Sem falar que o simples fato de não ser possível auditar as máquinas já constitui prova de má fé, em minha opinião. E tem mais: as urnas eletrônicas brasileiras são perfeitamentes fraudáveis. Isso já foi comprovado diversas vezes. Algumas dessas comprovações estão disponíveis, nos seguintes links:

    www.youtube.com/watch?v=5NAQbIJHh3c
    (o nome do video no youtube é "vergonha !! seu voto é manipulável na urna eletrônica !!")

    www.youtube.com/watch?v=in6JTwNGZCo
    (o nome do video no youtube é "vulnerabilidades no software da urna eletrônica brasileira")

    https://www.youtube.com/watch?v=VnH_ElxR6jY
    (o título no youtube é "URNA ELETRÔNICA Estudo da Princeton University legendado")

    Então não adianta fazer papel de palhaço e entrar numa fila enorme, no vergonhoso dia da votação, se você pode muito bem, em caso de necessidade, dirigir-se ao TRE ou a qualquer cartório eleitoral próximo, onde ninguém trabalha o ano todo, e sem precisar entrar em nenhuma fila, pegar sua quitação eleitoral, pagando lá mesmo a insignificante quantia de R$ 3,00. Não seja cúmplices desses canalhas. No dia do grande circo chamado eleições fique bem longe das ridículas urnas eletrônicas fraudáveis. Recuse-se a assinar um cheque em branco e entregá-lo a um bandido de paletó, cuja principal atividade é enriquecer roubando o povo.
  • Rennan Alves  11/08/2014 21:35
  • Carlos Lima  12/08/2014 03:11
    Renan:
    Por algum motivo que desconheço não consegui acessar nenhum dos três links que você nos enviou. Será que você poderia, por gentileza, confirmá-los? Tenho maior interesse no assunto e gostaria muito de ver as matérias. Agradeço antecipadamente.
  • Jece  12/08/2014 12:23
    Retire o https dos links. Eles ficam assim:

    www.youtube.com/watch?v=4_706EoJMjU

    www.youtube.com/watch?v=kwGOyxiAA4c

    www.youtube.com/watch?v=rL4TkK0mWiQ
  • anonimo  12/08/2014 13:19
    O problema é que na barra de endereço aparece "https", o que vc tem que fazer é clicar no link e quando aparecer que não é possível acessar, basta tirar o "s".

    Então todos os endereços começarão com: "http//w....
  • Tiago RC  12/08/2014 15:42
    Falta um ':' entre o https e a primeira barra. Por ex:

    https://www.youtube.com/watch?v=4_706EoJMjU

  • carlos alberto  12/08/2014 22:43
    só pra equilibrar;
    convém ler o q schumpeter escreveu sobre o cálculo ec sob socialismo;
    convém ler barone - q sustentou a possibilidade do cálculo ec sob o socialismo.
    e outros ec;
    esta ñ é uma questão fechada; há controvérsia - ignorada pelos autores.
    em tempo; sou anarcoliberal.
    abs e sds anarcoliberais.
  • Leandro  12/08/2014 23:23
    Sim, é questão fechada.

    Mas pode escrever aí a teoria que diz que o comunismo pleno é viável.

    Explique como seria possível, no comunismo, o órgão planejador encarregado de exercer a coerção para coordenar a sociedade obter todas as informações de que necessita para fornecer um conteúdo coordenador às suas ordens.

    Eis a questão: no comunismo, o planejador da economia necessita receber um fluxo ininterrupto e crescente de informação, de conhecimento e de dados para que seu impacto coercivo — a organização da sociedade — tenha algum êxito. Mas é obviamente impossível uma mente ou mesmo várias mentes obterem e processarem todas as informações que estão dispersas na economia. As interações diárias entre milhões de indivíduos produzem uma multiplicidade de informações que são impossíveis de serem apreendidas e processadas por apenas um seleto grupo de seres humanos.

    Explique como isso seria possível, de modo que uma sociedade comunista não apenas seja viável, como também se torne tão rica quanto uma capitalista.
  • Johnny B. Goode  12/08/2014 22:50
    "Havia homens no alto escalão dizendo que ambos os sistemas — mercado e comunismo — iriam se fundir. Isso não ocorreu. Um deles simplesmente desapareceu. O outro adotou uma variável keynesiana que mistura intervencionismo, protecionismo e alguma liberdade empreendedorial".
    Alguém me explica, por favor, por que podemos dizer que a tal fusão não ocorreu, e por que o keynesianismo não pode ser considerado uma fusão entre capitalismo e socialismo, já que da mesma forma que nunca existiu (nem vai existir)um país 100% socialista, não existe também hoje um país 100% liberal.
  • Leandro  12/08/2014 23:17
    O comunismo defende a estatização dos meios de produção e a abolição da propriedade privada.

    O keynesianismo nunca defendeu isso.

    O keynesianismo mais se aproxima do comunismo quando adentra na questão monetária, quando defende que os juros devem ser definidos por uma agência do governo e devem ser os mais baixos possíveis.

    Para o keynesiano, a moeda é o segredo de tudo. É ela quem gera a riqueza de uma economia. Se o país não está crescendo, se a economia está aquela pasmaceira, basta imprimir dinheiro e reduzir os juros. O crescimento virá como que por gravidade.

    Por outro lado, o keynesianismo original nunca deu muita pelota para esse debate "empresa estatal vs. empresa privada". Keynesianos não acham que o estado deva necessariamente mexer com minério, aço, aviões, petróleo, eletricidade, fertilizante e nanotecnologia. Essa fixação com empresa estatal é um fetiche puramente marxista, e não keynesiano.
  • anônimo  13/08/2014 00:28
    Leandro,

    veja a opinião dos autores desse artigo:

    Considerando que Keynes foi um interlocutor ativo de Hayek e que se envolveu politicamente com as questões ligadas às no vas formas de condução econômica que emergiram com o fim do laissez-faire, o artigo explora possíveis motivos que explicam a não participação formal do economista inglês no debate sobre o cálculo econômico socialista. A tese é a de que Keynes não entrou no debate de maneira explícita, pois isto o obrigaria a decidir-se poruma de duas formas antagônicas de economia, cuja combinação era justamente sua meta teórica e prática.

    www.akb.org.br/upload/140820121137098192_Tiago%20Lopes%20.pdf

    (Não sei se a minha formatação saiu, mas a última oração é a que eu queria destacar).
  • Johnny B. Goode  13/08/2014 00:46
    Entendo Leandro, mas nesse sentido o keynesianismo não estaria sendo utilizado como um pano de fundo para justificar a intervenção estatal como ferramenta necessária para proporcionar um estado de bem estar e justiça social, saúde, educação, blá, blá, blá...e assim aumentando o estado progressivamente, e isso não pode ser uma forma de se implantar o socialismo aos poucos? Por exemplo, o ranking de liberalismo, já citado aqui, que coloca Hong Kong entre os primeiros e Cuba e Coréia do Norte entre os últimos, faz pensar que podem existir alguns países mais socialistas (consequentemente menos liberais) e vice-versa, num continuum em que nenhum país seja puramente liberal ou socialista, apenas tenha diferentes proporções, diferentes doses de intervenção que nunca cheguem a zero, mas também não a 100%. Nesse sentido que pensei que talvez todos os países fossem "meio socialistas e meio liberais" , em menor ou maior grau, com o bem estar social sendo o pretexto, e o keynesianismo o suposto meio para se atingir tal objetivo, aumentando gradativamente a proporção de socialismo. Por isso pensei na fusão. Cometi um erro ao utilizar comunismo como sinônimo de socialismo e liberalismo como sinônimo de capitalismo, sim, mas porque acho impossível um socialismo anárquico (para ser possível seria necessário que todas as pessoas abdicassem de suas propriedades de forma voluntária), assim como acho que ninguém concordaria com um estado totalitário que não carregasse a bandeira "social". Não sei se fui claro, mas obrigado por ter respondido.
  • Carlos Mello  10/07/2015 18:40
    Muito bom texto. Achei meio longo, mas nada que fosse inútil.

    O bom seria colocar algo explicando o que é o Keynesianismo de forma didática porque vejo quem fala e não sabe do que exatamente se trata.
  • Magno  10/07/2015 19:35
  • Vladimir  03/06/2017 17:13
    Boa tarde!
    E quando vier o GRANDE COLAPSO, quando falo em colapso falo de MODO GLOBAL, do tipo queda do Império Romano o que vão fazer? porque OS ESTADOS de um modo geral cometem os mesmos erros do regime comunista e do império romano daí o disse aí em cima.


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