Dez razões pelas quais os libertários podem não ser muito simpáticos com você

Várias pessoas frequentemente reclamam que os libertários são rudes e insolentes.  Para ser sincero, este não é nem de longe um problema tão grave e comum quanto essas pessoas querem fazer crer.  Aliás, se isso realmente pode ser chamado de problema, o fato é que nós libertários sinceramente não estamos nem aí para o que você realmente pensa sobre nós ou sente por nós. 

No entanto, apenas para deixar as coisas mais claras, decidi criar essa lista explicitando algumas das principais razões de os libertários nem sempre serem simpáticos com você. 

(E tenha em mente que até mesmo aqueles libertários que eventualmente forem simpáticos com você estão internamente tão irritados com o seu estatismo quanto nós.  Eles apenas sabem controlar melhor seus sentimentos e sabem ser mais falsos.)

Libertários não são muito simpáticos com você porque:

10. Ridicularizar funciona

Creia-me: nós realmente preferiríamos que a humanidade fosse racional e reagisse à razão e às evidências.  Se ela fosse assim já teríamos vencido o debate e nem sequer estaríamos tendo essa discussão.  O estado não existiria e discussões políticas nem sequer fariam parte do cotidiano.

Ao contrário de você, nós já percebemos — ao sermos obrigados a vivenciar todo esse processo eleitoral e todas as propagandas políticas desse lixo chamado democracia que você tanto idolatra — que toda a política se resume a um candidato dizer que você deve votar nele porque "aquele outro candidato é muito pior". 

De um lado, os esquerdistas dizem que todos aqueles que se opõem a suas políticas são fascistas, racistas, fanáticos religiosos, reacionários, homofóbicos, gananciosos e socialmente insensíveis.  De outro, os direitistas dizem que todos aqueles que se opõem a suas políticas são socialistas, progressistas, devassos, vagabundos, inimigos de Deus e da família.

E isso é o que hoje é considerado um "debate democrático de alto nível".

Vocês obtiveram tanto êxito político em serem completamente idiotas, que nós libertários simplesmente descobrimos que ridicularizar vocês é a melhor maneira de vencer batalhas políticas.  Por isso, somos obrigados a agir assim.  Nós fazemos troça de vocês simplesmente porque esse é o único linguajar que, talvez!, vocês são capazes de entender; essa é a única natureza das discussões políticas que vocês conseguem apresentar.  Nós destroçamos seus ídolos políticos e suas ideias democráticas simplesmente porque são nocivos para a humanidade, e não queremos que nenhum incauto leve vocês a sério.

9. Dado que vocês já têm uma ideologia, nós realmente não estamos muito preocupados em tentar convencê-los de alguma coisa

A maioria das pessoas não tem absolutamente nenhum conceito de política, de economia ou de filosofia.  No entanto, se, por algum acaso, alguma pessoa vier a ter algum interesse em algum desses assuntos por causa de algo que dissemos — ou porque ficou genuinamente interessado em descobrir algum tipo de verdade objetiva —, aí então realmente teremos alguma esperança em trazê-la para o nosso lado.  Estas são as únicas pessoas com quem realmente estamos interessados em despender algum tipo de energia.

Mas a triste realidade é que a esmagadora maioria das pessoas envolvidas nessas coisas não está realmente interessada em descobrir nenhum tipo de verdade objetiva.  O fato de que tais pessoas ainda não são libertárias é uma prova mais do que suficiente disso.  Por algum motivo insondável, elas já escolheram um lado e estão dispostas a defendê-lo a todo custo.  Progressistas não estão propensos a se tornar conservadores, conservadores não estão propensos a se tornar progressistas, e ambos não querem se tornar libertários.  Na melhor das hipóteses, ambos tentam ludibriar os libertários para conseguir nosso apoio às suas próprias agendas políticas anti-libertárias.  E, convenhamos, até agora eles vêm fazendo um ótimo trabalho nessa área. 

Portanto, todas as vezes em que fomos compreensivos com vocês e aceitamos trabalhar juntos, acabamos nos estrepando.  Já aprendemos essa lição e não mais estamos dispostos a ignorá-la.

Ter uma ideologia implica possuir algum conhecimento do assunto em questão.  Se você já estudou o tópico 'governo', e já concluiu que tal instituição tem algum potencial de fazer alguma coisa positiva, então isso significa que você realmente não é muito bom em processar informações.  O histórico de fracassos do estado é tão grande e tão ridiculamente óbvio, que nós realmente cremos ser impossível que qualquer pessoa minimamente racional defenda sua existência.  Sua "instruída" defesa dessa absurdidade prova que você está além de qualquer capacidade de salvação.

Portanto, pode acreditar: quando libertários se predispõem a debater com você, eles não estão tentando convencê-lo de nada; eles estão pensando única e exclusivamente na eventual plateia de observadores do debate, a qual pode ser formada por pessoas menos ideologizadas.  Tal "debate" nos dá a oportunidade de difundir um pouco mais as nossas ideias.  E quanto mais você se esforça para recusar nossos fatos e argumentos, mais fazemos você parecer um idiota perante essa plateia.  E, mesmo que as pessoas dessa plateia não se tornem libertárias, elas ao menos terão agora uma opinião amplamente negativa sobre você e suas ideias, de modo que elas não mais irão se juntar à sua causa e defender a sua agenda totalitária.

8. Não estamos tentando vencer eleições

Qualquer libertário que diga estar tentando vencer uma eleição está ou mentindo sobre seu objetivo, ou mentindo sobre ser libertário, ou completamente desinformado e perdido.  Até onde sabemos, eleições são uma péssima maneira de resolver as coisas.  Queremos abolir eleições, e não vencê-las.

A natureza do estado é fazer falsas promessas para angariar o apoio de incautos e derrotados.  O estado promete que irá proteger você de bichos-papões, que irá resolver todos os seus problemas econômicos, que irá fazer de você uma pessoa melhor, e que irá ser norteado exclusivamente por princípios nobres.  Nós libertários sabemos que isso é totalmente ridículo, sabemos que não tem como dar certo, e sabemos que a maioria das pessoas é imbecil o bastante para acreditar nisso, e irão morder gostosamente a isca.  Logo, sabemos que não temos como competir por meio do voto popular.

Libertários são naturalmente anti-estado, saibam eles disso ou não.  Aqueles que ainda estão iludidos ao ponto de acreditar que podem vencer alguma eleição e levar um pouco de sanidade à máquina estatal não passam de meros idiotas úteis a serviço do regime.  O objetivo não é vencer as suas malditas eleições; o objetivo é converter uma minoria ampla o suficiente contra a legitimidade do estado de modo a impossibilitar a continuidade de seu funcionamento. 

Sendo assim, não temos absolutamente nenhum interesse em ajudar vocês a glorificar esta insanidade chamada "processo eleitoral"; não temos nenhum interesse em promover candidatos, algo que apenas derrotados incapazes de cuidar da própria vida fazem.  Vocês estão corretos quando dizem que "nenhum candidato é bom" para nós: não importa quem esteja concorrendo, iremos ridicularizá-lo e destroçá-lo simplesmente porque ninguém tem o direito de nos governar.

7. Já tivemos essa mesma discussão centenas de vezes

Se você ao menos já tivesse se dado ao trabalho de ler as obras de pelo menos um dos grandes teóricos libertários, não estaria fazendo as mesmas perguntas idiotas de sempre.  Primeiro você pergunta "quem irá construir as estradas?" ou "quem irá cuidar da polícia e do judiciário?" ou "quem irá cuidar dos pobres?"; depois você diz, com ares de superioridade, que "tudo isso é muito utópico", e daí desanda a repetir os clichês mais banais e surrados, como se fossem o pensamento mais original da galáxia.  Isso apenas comprova que você não se deu ao trabalho de investir nem sequer 10 minutos de sua vida infeliz para fazer um mínimo esforço para entender o básico do que estamos falando.  Por que deveríamos perder tempo com um coitado como você?

Enquanto isso, estamos continuamente atentos ao lixo propagandista que você consome, sempre construir argumentos que o refutam.  Escrevemos artigos reflexivos, criamos vídeos informativos, e produzimos áudios irrefutáveis explicando em grandes detalhes o que exatamente seus políticos e propagandistas estão dizendo, e por que estão errados.

Já você simplesmente não presta nenhuma atenção a qualquer conteúdo que não seja oriundo de pessoas do "seu time", e todos do "seu time" repetem exatamente as mesmas baboseiras.  Portanto, todas as vezes que incorremos em um debate político, já sabemos de antemão exatamente o que você irá dizer, já sabemos qual é a resposta correta para a sua propaganda, e já sabemos que você irá gemer e espernear perante nossa resposta. 

Acredite: todo esse processo é indescritivelmente maçante.  Sempre que imaginamos que finalmente seremos confrontados com algo genuinamente original e desafiador, somos frustrados com a mesma logorreia de sempre, repetida como se fosse uma verdade trepidante.  Esses debates repetitivos são extremamente aborrecidos, pois não produzem nada de positivo para nós.

6. Sabe todos aqueles "mas, e se..." que você tanto repete?  Pois é, são chamados de escolhas

Você vai cair de costas ao ler isso, mas a melhor coisa sobre a liberdade é que as pessoas podem fazer suas próprias escolhas.  E realmente não entendemos bem por que isso lhe incomoda tanto.  Todas as vezes que você nos pergunta "mas, e se...", temos milhares de respostas diferentes.  Se você não gostar da primeira, podemos fornecer várias outras.  O principal objetivo é: você pode escolher para si próprio o que mais lhe aprouver em um arranjo de mercado.

Você se tornou tão acostumado em ter o estado como arbitrador supremo de todas as coisas, que você entra em pânico a cada momento de incerteza.  O mais engraçado de tudo é que o estado nunca lhe forneceu absolutamente nenhuma certeza.  Há um caos absoluto no mundo, os governos assassinaram mais de 260 milhões de seus próprios cidadãos apenas no século XX (e não estou incluindo aí as guerras!), e você ainda está se descabelando com limites de velocidade, cigarro em restaurante, e plantio de maconha.

5. É impossível ensinar economia em 140 caracteres ou menos

Um ponto positivo da internet é que ela nos possibilita comunicarmos com várias pessoas muito rapidamente.  Um ponto negativo é que essa gratificação instantânea vem fazendo com que as pessoas acreditem ser possível obter respostas para tudo sem absolutamente nenhum esforço.  Se você realmente acredita estar qualificado para ir a uma urna e decidir quem irá gerenciar o país em que você vive, então você deveria, no mínimo, ter o bom senso e a decência de estudar economia.

Na prática, toda essa discussão que estamos tendo realmente se resume a economia.  Políticos e propagandistas se alimentam de seus medos, incertezas, preconceitos e emoções simplesmente porque essa é a maneira mais fácil de manipular você e, com isso, fazer com que você aja de acordo com os interesses deles e contra os seus.  Essa tática — extremamente funcional — permite que eles operem em uma dimensão em que frases de efeito e palavras fáceis simplifiquem assuntos extremamente complexos.

Explicar para você tudo o que há de errado nessas frases de efeito não apenas é uma tarefa difícil e trabalhosa, como também requer que você tenha algum conhecimento sobre economia, sobre ação humana, e sobre como os seres humanos reagem a incentivos.  Não é possível explicar tudo isso em uma "tuitada" ou em uma postagem de Facebook.  Nós produzimos milhares de páginas de texto, e incontáveis horas de áudio e vídeo explicando todas essas coisas.  O melhor que podemos fazer em uma "tuitada" ou em uma postagem de Facebook é enviar um link que contenha este material, e esperar que você irá ler/ver/ouvir.  Mas você nunca faz isso, certo?

4. Sim, nós somos mais inteligentes que você

A Triple Nine Society, uma organização cuja filiação é reservada exclusivamente para pessoas de altíssimo QI (pessoas que estão acima do 99,9º percentil), fez uma pesquisa sobre as opiniões políticas de seus membros.  Os resultados não são nada surpreendentes: seus membros macicamente apóiam a descriminalização de todas as drogas, da prostituição e do jogo.  Também apóiam o porte de armas e o livre mercado.  São contrários à intervenção do estado na saúde e aos impostos sobre a renda.

Governo é fraude, e, como todas as outras fraudes, só se mantém graças à ignorância de suas vítimas.  Nós libertários não somos ignorantes, mas você é.  E seu apoio a essa fraude nos prejudica.  Sua estupidez literalmente dói.

3. Nossa superioridade moral é justificável

Sabemos que você tem algumas ideias distorcidas sobre moralidade.  O problema é que, em termos puramente lógicos, a moralidade tem de ser consistente.  Se a sua plataforma moral não pode ser aplicada universalmente, então ela não tem validade nenhuma.  Se a sua plataforma moral aceita exceções, então ela simplesmente não faz sentido.

Se você acredita que roubar é errado, então não há como defender tributação.  Se você acredita que parasistismo é errado, então não há como defender redistribuição de renda ou empregos públicos.  Se você acredita que escravizar é errado, então não há como defender alistamento militar.  Se você acredita que matar inocentes é errado, então não há como defender guerras.  Se você acredita que falsificar é errado, então não há como defender política monetária expansiva.  Se você acredita em livre arbítrio, então não há como defender a proibição de drogas.  Em suma, se você acredita que agredir inocentes é errado, então não há como defender estado, que se financia e sobrevive exclusivamente por meio da agressão a inocentes.

Políticos, religiosos, moralistas e propagandistas sempre são flagrados fazendo coisas que vão exatamente contra as palavras que proferem, e você é rápido em acusá-los.  Religiosos são flagrados cometendo adultério, socialistas acumulam vastas riquezas, moralistas praticam todos os tipos de vale-tudo para se dar bem e desarmamentistas andam com seguranças armados.  Suas plataformas morais são obviamente inconsistentes e isso faz com que elas não tenham nenhum significado.  Você, no entanto, ao se dizer contra agressão a inocentes mas defender a existência do estado, está incorrendo na mesma contradição.

Nossa plataforma moral é basicamente a não-iniciação de agressão contra inocentes.  Desde que não roubemos, agridamos, sequestremos ou assassinemos inocentes, estamos perfeitamente dentro do nosso código moral.  Isso é muito fácil para a maioria das pessoas, uma vez que a prática da violência não é algo atraente para nós.  Logo, nós libertários não somos hipócritas.

2. Não estamos pedindo muito

Se você quer viver sendo submisso a políticos e burocratas, acatando suas ordens e vivendo como eles mandam, isso é problema seu.  Não recomendamos, mas, se você gosta, seremos as últimas pessoas a impedir que você se submeta à autoridade de alguém.  Podemos, no máximo, explicar a você as virtudes da liberdade, mas honestamente não estamos tentando obrigar você a ser livre.  Tudo o que queremos é que você não nos obrigue a viver sob esse mesmo autoritarismo.

Isso é tudo o que pedimos.

Já você, por outro lado, quer confiscar nossa propriedade, tomar grade parte do nosso dinheiro, "educar" nossos filhos, regular nossos empreendimentos, e controlar nossas relações pessoais.  Por algum motivo inescrutável, você acredita que se tais atos violentos forem feitos por uma entidade chamada 'governo', eles deixam de ser imorais.  Se eles fossem realizados por algum ente privado, você corretamente diria ser algo socialmente inaceitável.

Como nós libertários não acreditamos em governo, encaramos tudo isso com o mesmo espanto que você teria caso um lunático tentasse fazer essas coisas com você.

Sério mesmo, qual o problema?  Apenas nos deixe em paz.

1. Você sempre recorre à violência

Discussão polida sobre política e estado é uma ilusão.  Ao final da discussão, não importa quem está certo e quem está errado: a pessoa que está em superioridade numérica irá obrigar as outras pessoas, sob a mira de uma arma, a aceitar suas ideias ruins.  Apenas imagine essa situação de maneira reversa: em vez de terminar sendo ameaçado, você já começa sendo ameaçado.  Ninguém tentaria ser educado ou ter divergências respeitosas nessa situação.

No entanto, uma vez que nós libertários sabemos que estamos em número menor (pois inteligência e sensatez não são virtudes abundantes no mundo), e dado que a minoria sempre se estrepa em uma democracia, é exatamente assim que essa discussão é vista por nós.  Ela começa e termina com a ameaça de violência sobre nós, e o simples fato de que não lhe damos um tiro na cara realmente é uma perfeita ilustração do nosso nível de civilidade.

Você simplesmente não nos dá nenhuma opção para escaparmos dessa violência.  Somos obrigados a escolher entre a violência da sua gangue, ou a violência da gangue rival à sua.  E as duas gangues nos dizem "Ame-o ou deixe-o" ou "Vá para a Somália!"  como se eu simplesmente não tivesse o mais básico direito de ser deixado em paz em minha própria casa. 

Portanto, entenda: se a única opção que você nos oferece é a violência, e se a violência é o arranjo a que você quer que sejamos submetidos, então você ser nosso objeto de escárnio é um arranjo que sai muito barato para você.


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SOBRE O AUTOR

Christopher Cantwell
é jornalista autônomo e trabalha no Independent Media.


Meu caro, pelo seu discurso você nunca foi liberal e nunca entendeu o que é ser liberal. E ainda tem coragem de vir com esse apelo sobre pobreza.

Gostaria de fazer uma pergunta a todos vocês:
Pois não.

Vocês já foram Pobres pra saber?
Nasci pobre, muito prazer.

Vocês já tiveram um parente morto por bala perdida?
O que isso tem a ver com capitalismo/liberalismo? Você está misturando segurança pública (que é MONOPOLIO do estado), que alias é altamente ineficiente (no Brasil, morrem 56.000 pessoas por ano, o maior indice do mundo, a gente perde até pra India, que é 43.000 por ano, outro país com alto controle estatal e burocrático) com conceitos economicos. O estado nega aos seus cidadãos o próprio direito de se defender com uma arma e mesmo assim é incapaz de solucionar o problema.

Falam tanto em mercado, economia. Mas nunca vi um liberal que enriqueceu graças a todo seu conhecimento na área, algum de vocês é rico por acaso? Maioria que vejo é classe média, acho gozado porque se manjam tanto de produzir valor e riqueza vocês deveriam ser ricos..Mas não é isso que eu vejo.

Ai meus deuses... essa foi triste.
1) O Brasil está muito longe de ser um país livre, economicamente. É o país que fica em 118 lugar no índice de liberdade econômica.

2) Ser liberal não é uma formula para ser rico e sim defender que as pessoas tenham a liberdade para efetuarem trocas entre si sem intervenção constante do Estado por via de impostos e regulações. É dessas trocas de valor que a riqueza é produzida. Cada um teria a liberdade de crescer de acordo com suas habilidades e viver num patamar de vida que julga confortável, mas repito, o Brasil NÃO É E NUNCA FOI UM PAÍS LIVRE, ECONOMICAMENTE. Você se dizia liberal e não sabe desse básico. Aham. To vendo.

Eu já fui liberal, ai cai na real com a vida, vi que esse papo de mercado não é bem assim.
Não, amigo, você nunca foi liberal. Sinto muito. Ou você está mentindo ou você diz ser uma coisa que nunca entendeu direito o que é (o que mostra o seu nível de inteligência).

Inclusive, um amigo meu foi pra Arabia Saudita, ele disse que lá existem muitas estatais e assistencialismo e o país enriqueceu assim mesmo...

Aham, beleza, usando a Arabia Saudita como exemplo:

Saudi Arabia's riches conceal a growing problem of poverty

"The state hides the poor very well," said Rosie Bsheer, a Saudi scholar who has written extensively on development and poverty. "The elite don't see the suffering of the poor. People are hungry."

The Saudi government discloses little official data about its poorest citizens. But press reports and private estimates suggest that between 2 million and 4 million of the country's native Saudis live on less than about $530 a month – about $17 a day – considered the poverty line in Saudi Arabia.


Opa, perai, como é que 1/4 da população da Arabia Saudita vive abaixo da linha da pobreza? Você não disse que era um país ótimo, rico, cheio de estatal e assistencialismo? Explique isso então.


Falam de acabar com o imposto mas negam toda a imoralidade que a ausência deste geraria, como injustiças e até coisas que ninguém prever.

Que imoralidades, cara-palida? Favor discorrer.

Favor, tentar novamente. Essa sua participação foi muito triste.


Poderiam responder o comentário desse Leonardo Stoppa:
Estranho, hipócrita é dizer que o socialismo atual compete com o capitalismo. Comunismo sim complete com capitalismo mas socialismo é uma forma de redistribuição que, quando interpretada por pessoas que estudam economia a partir de livros de economia (e não Olavo de Carvalho) é uma espécie de segurança ao capitalismo.

Se um dia você entender que existe conhecimento além do que você conhece você vai ver que dentro do conceito atual de socialismo estão as formas de redistribuição de renda (SUS, Fies, Bolsas). Em países de primeiro mundo a galera acaba usando essa grana inclusive para comprar iPhone, logo, é um socialismo que serve ao capitalismo pois deixar essa grana parada na conta de um milionário vai resultar na venda de 1 iPhone para apple, agora, quando redistribuído vira vários iPhones.

O problema da sua visão é que você estuda em materiais criados sob encomenda. Você deixa de estudar em livros de economia para aprender pelas palavras de um cara que é pago por aqueles que pagam os impostos, ou seja, aqueles que são contra a redistribuição, logo, você abre mão do conhecimento para a alienação.

Socialismo não é comunismo. Pode vir de certa forma assemelhado nos livros antigos, mas depois da segunda guerra mundial e principalmente depois da queda da URSS, ficou claro que não há em se falar em controle centralizado e ausência de propriedade privada, mas quem estuda um pouco de economia e sociologia sabe que a intervenção e a redistribuição são importantes atividades governamentais para salvaguardar a atividade industrial.

A final, de que adianta ter industrias de ultima geração se apenas 1% do povo compra seus produtos??

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Wanderson  09/06/2014 15:47
    Os libertários sempre trazem grandes contribuições ao processo democrático. Se eles tem certeza que estão corretos, por mim, podem acabar com a democracia, tudo bem.
  • Ernest Benfilh  09/06/2014 15:48
    Certa ocasião li uma historinha em um livro de Marilena Chauí... Um índio decidiu ser o chefe... E os outros índios concordam e fazem certas condições... Todo dia o chefe tem que dar um presente para os outros índios... Prestar algum serviço e todo dia de manhã ele tem que fazer um discurso... Só que ninguém deve ficar ouvindo... Não me lembro do resto da história... Então os índios não criaram um estado e rejeitaram a criação... Bom parei de ler o livro um pouco depois desta história... Tava começando achar que ela era uma chata!...
  • daniel  09/06/2014 20:12
    Essa senhora é a mesma deste video https://www.youtube.com/watch?v=fdDCBC4DwDg
  • Karlyzian  09/06/2014 16:04
    Excelente texto, apenas acho que errou no sal.
  • Pedro Ivo  10/06/2014 19:22
    Mas não faltou pimenta.
  • Michel Ulbrich  09/06/2014 16:11
    Um mínimo de polidez faz bem as pessoas.
  • Arion Dias  09/06/2014 16:18
    O artigo é perfeito.

    Por várias vezes eu tive intermináveis discussões com amigos socialistas que sempre acabavam, de duas, uma: ou eles simplesmente não compreendiam ou não aceitavam a utilização lógica dos argumentos.

    Hoje, simplesmente faço um "ahãm" e rindo mentalmente. Menos estresse...

    E, claro, não deixo de dar minha "tuitada" cada vez que o sr. ministro vai à TV. Sempre dou muitas risadas, como da última, que transcrevo abaixo.

    "Vai ter aumento, agora, não agora, pode ser um pouco mais tarde e não está descartada a possibilidade de não ter aumento. Certo mesmo é que na data certa terá aumento!"
  • Luiz  10/06/2014 03:09
    Cultura esquizofrenica, pessoas esquizofrenicas...
  • Ricardo  09/06/2014 16:23
    Bom texto.
    Gostaria de sugerir ao Mises um artigo sobre a lei européia sobre o Google do direito de ser esquecido. Fiquei discutindo sobre isso em casa, tentando pensar com a lógica liberal, mas não cheguei a uma conclusão...
    O direito de ser esquecido pelo Google seria um direito a liberdade e a paz? Ou obrigar o Google a tirar links sobre você seria um desrespeito a propriedade privada do Google? Nesse 2º caso, num mundo livre como isso seria resolvido, como os cidadões poderiam obter, como consumidores, o direito de ser "esquecidos" sem que se precise de uma lei.
    Já consegui aplicar o pensamento do direito natural a algumas situações, mas essa não consegui concluir...
  • Cristian  09/06/2014 16:58
    Não sou nenhum expert, mas quando você aceita os termos do Google, não aceita exatamente que as informações não serão "esquecidas"? É um contrato. Também gostaria de uma resposta de alguém com mais embasamento. Seria interessante.
  • Bruno  09/06/2014 17:02
    Ricardo,

    Acredito que no caso específico do Google, os usuários aceitam um termo de uso que nas letras miudas permitem a ele utilizar a informação da maneira que bem entender.

    Vale aquela regra: se você não quer ter uma foto sua pelado publicada na internet, em primeiro lugar nem tire a foto, hehe!
  • Vito Fontenelle  09/06/2014 17:47
    Mas nenhum humano ler seus email. Tem um comando qr que identifica palavras chaves nos emails dos usuários do gmail que um robô executa. Dessa forma o google envia publicidade para os emails.
  • Pedro  10/06/2014 18:26
    A memória que outras pessoas tem de você não é sua, é das outras pessoas. Esse tal de 'direito de ser esquecido' é de uma canalhice ímpar.

    Ninguém é proprietário da memória de outras pessoas ou da informação disponível na internet, uma sequência de bits flutuando na rede não é um bem econômico, não é um bem escasso, portanto o próprio conceito de propriedade não se aplica a ela.
  • Rafael Fernandes  09/06/2014 18:28
    Pra mim o direito de ser esquecido é o oposto direto a liberdade de informação e a justiça. Sem identificar os fatos ou os criminosos ou as experiencias sociais ruíns como o maldito COMUNISMO, fica impossível agir de forma justa, tomar atitudes e medidas corretas para com a sociedade e os indivíduos. Os comunistas estão loucos para serem esquecidos... Saibam que a história e a históriografia e os humoristas ou os libertários, que sejam,estão de olho em vcx , não adianta espernear
  • Eduardo  09/06/2014 16:32
    No que pese concordar com o mérito do que foi escrito, a prepotência e a arrogância que o permeiam são mais do que o suficiente para afastar qualquer pessoa que se depare com a ideologia pela primeira vez.

    Não temos que escrever textos libertários para nós mesmos, para nos identificarmos com as questões e afagar nosso ego; temos que escrever para quem não é libertário, para convencer as pessoas, com bons argumentos, de que nossa concepção é mais adequada. Esse texto acaba por se mostrar um desserviço à causa liberal.
  • Aspirante a emigrante  09/06/2014 18:23
    Eduardo,releia o título do artigo.
    "No que pese concordar com o mérito do que foi escrito, a prepotência e a arrogância que o permeiam são mais do que o suficiente para afastar qualquer pessoa que se depare com a ideologia pela primeira vez."
    Acho justamente o contrário.Dou os parabéns para o indivíduo que estando nesse nível conseguir chegar até a última linha do artigo!
  • Bruno  09/06/2014 20:35
    Eduardo,

    Mas isto é o que foi abordado no item 9 do texto. Não queremos convencer ninguém de nada, o interesse em conhecer mais sobre o libertarianismo tem que partir da pessoa, senão não existe motivo nem esperança de "convertê-la".
  • Major  09/06/2014 16:41
    O texto ajuda muito pouco na difusão do ideal libertário. Pelo contrário, ajuda ainda mais a reforçar o estereótipo de libertários prepotentes e insensíveis a opinião alheia.
  • Um observador  09/06/2014 17:54
    Achei o texto desnecessário, arrogante e desrespeitoso com o leitor. Não vejo utilidade nenhuma exceto a de agradar aos libertários que precisam desse tipo de afirmação para sentirem-se parte de um grupo - ou então para aqueles que gostam do espírito de "nós contra eles".
    Mas isso é só a minha opinião pessoal.

    O que eu queria apontar é que no item 4 o autor usou uma falácia terrível. Ele disse "nós somos mais inteligentes que você", e usa como argumento o fato de que dentro de um grupo de 57 pessoas de alto IQ a maioria deu respostas que se assemelhariam às de um libertário.
    Ou seja, um argumento na forma: o grupo A é inteligente. O grupo A defende X. O grupo B defende X. Logo, o grupo B é inteligente.
    Um argumento nessa forma poderia ser facilmente adaptado para dizer que os libertários são esquerdistas, conservadores, pró-estado, assassinos ou qualquer outro adjetivo que se deseje.

    E mesmo ignorando a falácia, não sei de onde ele tirou que o pessoal dessa pesquisa é contra intervenções do estado na saúde... Por exemplo: em uma das perguntas a maioria respondeu que era a favor de algum tipo de regulação na saúde para os mais pobres.

    O IMB poderia ter escolhido um texto melhor para hoje...
  • Fernando Chiocca  09/06/2014 18:22
    Também achei o item 4 fraco, mas os outros estão excelentes. Só li verdades.
    E embora a justificativa não tenha sido boa, o item 4 confere; Sim, libertários são mais inteligentes que os estatistas que advogam violência contra inocentes, uma vez que toda defesa de agressão é injustificada. Ou seja, que não é libertário está errado em algum ponto que os libertários estão certos. Quanto a moralidade superior de um libertário diante de um defensor da agressão, ela é muito óbvia.

    E em qual trecho o texto foi desrespeitoso?
    O texto não é desrespeitoso, ele apenas tenta explicar porque as vezes libertários o são.

  • Aspirante a emigrante  09/06/2014 18:42
    "libertários são mais inteligentes que os estatistas que advogam violência contra inocentes, uma vez que toda defesa de agressão é injustificada."
    Acho que não é uma questão de inteligência mas de ética.
  • Um observador  09/06/2014 19:13
    Fernando,

    Eu também concordo com (quase) tudo o que foi dito no texto... Só achei o tom muito ruim - eu não mostraria este texto para ninguém pois só iria criar antipatia pelo libertarianismo.

    Concordo que os libertários - NA MÉDIA - são mais inteligentes que outros grupos ideológicos. Não digo isso pelos mesmos motivos que você (que defende o ponto pensando em termos de certo ou errado)... Acho que são mais inteligentes porque o libertarianismo exige um certo nível de leitura e raciocínio para ser compreendido, pois vai contra tudo o que normalmente aprendemos em termos de organização social e econômica. Então acaba ocorrendo uma certa seleção natural...

    E em qual trecho o texto foi desrespeitoso?

    Os casos mais gritantes foram nas frases abaixo:

    "Vocês obtiveram tanto êxito político em serem completamente idiotas"

    "Já você simplesmente não presta nenhuma atenção a qualquer conteúdo que não seja oriundo de pessoas do "seu time", e todos do "seu time" repetem exatamente as mesmas baboseiras"

    Não são frases que vão fazer alguém chorar, mas o que se ganha com isso?
  • Fabio  09/06/2014 22:07
    Se libertários são mais inteligentes então quem esta no poder ou é mais esperto (e inteligência deixa de ser supremo) ou libertários não querem de fato o poder, mas apenas ficar pensando. Alias este texto demonstra bem isso.
  • Fernando Chiocca  09/06/2014 23:03
    Libertários não querem o poder. Você também sequer leu o item 8?? Alias, isso é o que significa ser libertário, todos serem iguais perante a lei e ninguém ter poder sobre ninguém.

    E se você acha que a característica que leva alguém ao poder é a inteligência superior, melhor reconsiderar:
    (espertos com certeza eles são)
    Os piores sempre chegam ao poder
  • Pedro  10/06/2014 18:39
    Acho que a única coisa que podemos afirmar no que diz respeito a inteligência é que libertários tem um conhecimento acerca de ética e economia muito acima da média.

    Dizer que libertários são mais inteligentes em geral é forçar a barra, mesmo porque o que é inteligência, como mensurar a mesma? Não creio que testes de QI sejam eficientes e precisos, além disso sabemos que o conhecimento é disperso, logo todas as pessoas são inteligentes em algumas áreas e totalmente ignorantes em outras.
  • anônimo  11/06/2014 11:23
    'libertários são mais inteligentes que os estatistas que advogam violência contra inocentes, uma vez que toda defesa de agressão...'

    Isso não é questão de inteligência, é questão de educação.
  • Daniel  09/06/2014 17:58
    Eu venho acompanhando o blog do Cantwell há algum tempo, e ele seria o estereótipo do thin libertarian/brutalista da discussão que surgiu há pouco tempo. Alguns textos são interessantes, porém eu não recomendo a ninguém que não seja iniciado no pensamento libertário.
  • Flávio  09/06/2014 18:34
    Cantwell até vai debater o Jeffrey Tucker sobre este tema:

    Live Event: Cantwell vs. Tucker in NYC
  • Education  09/06/2014 18:28
    Gostaria de indicações de livros que podem estimular crianças e adolecentes a se interessar pelo livre mercado fazendo uso de uma olimpíada de redação. Por enquanto o Seis lições parece bom para isso, alguém tem sugestões?
  • Pedro  10/06/2014 18:42
    Economia numa única lição, de Henry Hazlitt. Sem dúvida o melhor livro para iniciantes.
  • Vive la liberte!  10/06/2014 19:27
    Mas para crianças? Eu apostaria em alguma coisa semelhante àquela história em quadrinho do Irwin A. Schiff. Pena que ainda não tenha sido traduzida.

    www.takelifeback.com/hegawid/

    Abraços. :)
  • Fernando Chiocca  10/06/2014 19:50
    Esse pessoal está fazendo livros para crianças. O primeiro foi uma versão de A Lei.

    tuttletwins.com/
  • Carlos Garcia  10/06/2014 21:35
    Ninguem conhece www.amazon.com/How-Economy-Grows-Why-Crashes/dp/047052670X? É simplesmente sensacional!
  • Bancario  09/06/2014 18:54
    Sempre leio os textos do IMB. Mas não posso mentir, o de hoje foi péssimo.

    Realmente não vejo como uma série de agressões contra terceiros pode ajudar a difundir as idéias libertárias. Por mais que estejamos realmente cansados de tantas ladainhas, nada nos dá o direito a agredir moralmente outras pessoas.

    Concordo quando o autor diz implicitamente que é mais fácil tentar convencer aqueles sem grandes convicções políticas. Mas vejam a abordagem: agredir gratuitamente quem não conhece a escola austríaca, ser rude num texto que deveria ensinar, só vai fazer com que leitores levantem barreias mentais e resistam as idéias. Como vocês se sentem quando alguém fala que é mais inteligente que você, chama vocês de imbecis e outras coisas mais? Vocês se sentam e ouvem esse homem falar e te ensinar, ou vocês dão as costas nos primeiros 10 segundos?

  • Fernando Chiocca  09/06/2014 19:19
    Quer dizer que se você estiver discutindo com um abolicionista e um escravocrata e o abolicionista te xingar porque você defende a escravidão você dá as costas pro abolicionista e continua ouvindo o escravocrata e sendo um escravocrata?

    O libertarianismo trata de questões da mesma natureza que os abolicionistas. Questões altamente éticas, do uso da força contra inocentes. Se você não é libertário deve saber que está tomando uma posição ética que agride terceiros(não "moralmente", com palavrinhas feias.. mas fisicamente, com tido, porrada, cacetada na cabeça, revólver apontado ameaçando a vida).

    E você pode não conseguir ver como ridicularizar posições erradas e imorais de terceiros pode ajudar, mas eu te digo que pode ajudar sim, e tenho incontáveis exemplos de pessoas que eu pessoalmente convenci a se tornar libertárias dessa exata maneira.

    Outra coisa que não entendem é o caráter axiomático lógico dedutivo das proposições praxeológicas da Escola Austríaca. Ou seja, em muitas discussões sobre essas proposições os austríacos podem afirmar com certeza absoluta que estão certos e os que desafiam as leis econômicas estão errados. Prepotência? Se isso for prepotência, não vejo problema nenhuma nisso.

  • Bancario  09/06/2014 21:15
    Fernando Chiocca

    Entendi o seu argumento. Mas do ponto de vista do escravocrata, das duas uma: Se ele acredita na posição ideológica dele, argumentar pouco fará ele mudar de posição, salvo alguns casos. Se ele for um escravocrata por inércia, porque a sociedade é escravocrata, você tem chance de convencê-lo da falta de ética e moral da posição dele.

    Mas meu ponto surge aqui: você xinga e agride moralmente, ofende e rebaixa O INDIVÍDUO ao invés da IDEIA pra defender uma posição de não-agressão. Onde fica a SUA moral ao fazer isso? Só porque nós consideramos que outros estão errados ao defender o Estado não nos dá o direito de nos declararmos senhores da razão e menos ainda de impor a força a nossa ideologia. Fazer isso é fazer o mesmo que socialistas fazem. É espernear que estão certos porque simplesmente acreditam que estão. É dizer que você é burro e ignorante por achar que o capitalismo presta.

    Não vou falar do mundo idealizado em que a retórica é que mostra o caminho. Sei que a guerra ideológica socialista é cruel e usa diversos meios para se expandir. Mas argumentar, debater, defender e esclarecer sim. Ridicularizar uma idéia para mostrar suas contradições, sim. Ofender gratuitamente A PESSOA porque acreditamos que estamos certos é que não dá. Ao agredir alguém, acabamos indo contra a nossa própria moral.

    Qual vai ser o próximo passo? Black Block do liberalismo? Imposição de nossas idéias pela força? Vamos nos eleger a cargos públicos para implodir o Estado por dentro? Você acredita que aqueles que "se elegerão" terão a moral superior para se manterem incorruptíveis? Não é justamente esse o problema?

    Estamos no mesmo barco, eu e você. Somos todos defensores das liberdades individuais e do libertarianismo. Mas não podemos nos perder.

    Grande abraço.
  • Lg  10/06/2014 12:14
    " Onde fica a SUA moral ao fazer isso? Só porque nós consideramos que outros estão errados ao defender o Estado não nos dá o direito de nos declararmos senhores da razão e menos ainda de impor a força a nossa ideologia. Fazer isso é fazer o mesmo que socialistas fazem."

    É importante entender que a luta contra o estatismo não é o mesmo que uma discussão de opinião comum (do tipo, qual banda de rock é melhor)... ao argumentar contra um estatista eu estou argumentando contra uma pessoa que APOIA BANDIDOS QUE ME ROUBAM. Quando um servidor público vem em minha direção (pra f**** com a minha vida) eu não estou argumentando com uma pessoa inocente, estou me defendendo de um agressor. A diferença da minha postura é gigante nesses casos, não são duas pessoas inocentes argumentando sobre questões comuns.

    Um político ou servidor público são agressores, eles me roubam, põe uma arma (mesmo que indiretamente) na minha cabeça e fazem da minha vida um inferno, não espere um pingo de bondade no meu argumento.
    Uma pessoa normal que apoia o estado, por mais que seja apenas falta de informação, está apoiando uma entidade que A CADA SEGUNDO DA MINHA EXISTÊNCIA FAZ AMEAÇAS A MINHA VIDA E A MINHA LIBERDADE.
  • Ricardo  09/06/2014 18:57
    Tem leitor aqui que ainda não entendeu o básico do básico: o IMB é plural. Há artigos right-libs, há artigos left-libs, há artigos brutalistas e há artigos humanistas. Há colunistas que querem ser simpáticos e fazer concessões, e há aqueles que já vão na sinceridade plena. Este artigo é de um autor sincero. Quem está tendo uma síncope com este artigo sensacional pode muito bem ir se tranqüilizar com este artigo left-lib do Tucker.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1820

    É curioso como a simples hipótese da pluralidade nem sequer passa pela cabeça de alguns.
  • Diego  09/06/2014 19:20
    Ótimo texto. Fico impressionado que cresci sendo um libertário e nem sabia, apenas respeitava as pessoas e suas opiniões.
  • Torrano  09/06/2014 20:00
    Se o autor tivesse se gabado de estar entre o 0,1% em tamanho do membro teria sido menos ridículo.

    Além do quê, ao se vangloriar de "nossa inteligência coletivista", ele se mostrou analfabeto funcional.

    A diferença dos que defendem a liberdade de apostar, a atividade menos nociva descrita, é pequena.
    Os que defendem a legalização de drogas o fazem desde que COM CERTOS CONTROLES SOBRE O USO, o que pode ser traduzido como regulamentação estatal.
    67%-74% defendem um sistema de saúde público para os pobres.
    76% defendem assistência médica para suicidas.
    Não vou entrar na questão do aborto.
    49% são contra restrições do governo (indicando que 51% são favoráveis).
    Ele tá forjando tanto quanto aquelas listas de QI de presidentes, onde os democratas queridinhos da mídia aparecem como gênios e os republicanos chefes da CIA como retardados mentais.

    en.wikipedia.org/wiki/William_James_Sidis

    Sinceramente, embora seja óbvio que pessoas com QIs de retardados tenham mesmo dificuldade para executar tarefas que não sejam muito simples, não acredito nesta baboseira de quanto maior melhor. Chega um ponto que o sujeito se torna muito bom numa tarefa muito específica, mas um completo idiota para todo o resto, como exemplificado no estereótipo de Sheldon Cooper. O saudosista soviético do Kasparov é um fracassado político que só sabe chorar pro Ocidente. Bobby Fischer era um Garrincha do xadrez, só sabia fazer uma coisa na vida e era um completo fracasso para todo o resto. "Liberals" (no sentido americano) tem em média um QI maior, mas a sabedoria para gerir uma família é menor. Boa parte não consegue nem procriar.
  • anônimo  11/06/2014 11:45
    Sheldon Cooper?? Você assiste esse lixo e não conseguiu notar que é uma tralha feita justamente pras massas medíocres não se sentirem inferiorizadas?
    Esse negócio de gente com QI alto ser disfuncional, tirando um ou outro caso de doenças reais como autismo, também é um mito.'Não conseguem nem se reproduzir'? Isso é uma piada? Einstein foi casado, Richard Feynman foi casado três vezes, era um mulherengo, chegou até a descobrir umas coisas que hoje os PUAs ensinam como se fosse grande novidade
    Professor Pier Luiggi Piazzi, membro da mensa, tirem suas conclusões se esse cara é algum tipo de Sheldon Cooper:

  • anônimo  11/06/2014 18:20
    Esse cara é sensacional, vejam lá pelo fim o que ele fala do construtivismo, de cotas e das escolas públicas:
  • Fernando Chiocca  09/06/2014 21:39
    Bancario


    Mas meu ponto surge aqui: você xinga e agride moralmente, ofende e rebaixa O INDIVÍDUO ao invés da IDEIA pra defender uma posição de não-agressão. Onde fica a SUA moral ao fazer isso?

    Sem dúvida nenhuma, mesmo fazendo tudo isso, a posição moral d eum abolicionista fica extremamente acima da posição moral de um escravocrata; se é que pode-se dizer que alguém que defende a escravidão tenha alguma moral.

    Só porque nós consideramos que outros estão errados ao defender o Estado não nos dá o direito de nos declararmos senhores da razão e menos ainda de impor a força a nossa ideologia.

    Tá louco? Quem impõe a força a ideologia deles são eles, que defendem o estado. Libertários não querem impor nada a ninguém, só querem ser deixados em paz. Você não sabe nem o que é libertariasnimo e quer criticar algo?? Veja o item 2 e 1 do artigo.

    Fazer isso é fazer o mesmo que socialistas fazem. É espernear que estão certos porque simplesmente acreditam que estão. É dizer que você é burro e ignorante por achar que o capitalismo presta.

    Vixe... onde isso? Libertários tem razão pois isso é demonstrado argumentativamente, refutando todos os argumentos socialistas e estsatistas e expondo os argumentos libertários de forma racional e irrefutável. Se tem alguma dúvida disso, basta tentar refutar algum argumento libertário.

    Não vou falar do mundo idealizado em que a retórica é que mostra o caminho. Sei que a guerra ideológica socialista é cruel e usa diversos meios para se expandir. Mas argumentar, debater, defender e esclarecer sim. Ridicularizar uma idéia para mostrar suas contradições, sim. Ofender gratuitamente A PESSOA porque acreditamos que estamos certos é que não dá. Ao agredir alguém, acabamos indo contra a nossa própria moral.

    Realmente você não entendeu nada e está criticando um espantalho. Ninguém falou em ofender gratuitamente ou ridicularizar sem motivo.
    Ideias estatistas devem ser ridicularizadas sim, pois são ridículas, e devem ser expostas como ridículas sempre que um libertário tiver oportunidade. E ideias não flutuam sozinhas por ai. Elas são expostas sempre por interlocutores. Estes são consequentemente ridicularizados juntos. Basta que eles abandonem a ideia e verão que o que está sendo ridicularizado são as ideias e não eles. Isso é muito óbvio. É lógico que um libertário que está ridicularizando um estatista não pode fazer isso se ele passar a propagar as mesmas ideias libertárias que o libertário.


    Qual vai ser o próximo passo? Black Block do liberalismo? Imposição de nossas idéias pela força? Vamos nos eleger a cargos públicos para implodir o Estado por dentro? Você acredita que aqueles que "se elegerão" terão a moral superior para se manterem incorruptíveis? Não é justamente esse o problema?


    Putz, agora provou que não sabe nada sobre libertarianismo. Sabe menos ainda do que está no artigo acima! Leia o item 8 sobre eleições. E dizer que libertário vai sair por ai querendo FORÇAR ideias nos outros ou destruir propriedade alheia é não ter a mínima noção do que está falando.


    Estamos no mesmo barco, eu e você. Somos todos defensores das liberdades individuais e do libertarianismo. Mas não podemos nos perder.

    Sério, você está completamente perdido.
  • henrique vilela de souza  10/06/2014 12:47
    Bom dia Fernando

    Respondo uma msg por ver que vc é o mais ativo neste comentário.

    Concordo com grande parte do texto, porém, reconheço minha ignorância sobre algumas teses libertárias.

    Pode me informar como seriam dirimidos os divergências no sistema libertário?
  • Mogisenio  09/06/2014 22:31
    Olá pessoal,

    O texto me pareceu claro. Mas, a abordagem causou-me certo espanto. Não porque estou discordando de tudo , mas pela caráter radical. Até meio ameaçador.

    E isso, a meu ver, não se parece muito com liberdade. Liberdade não se parece com ameaça. Ou ao dane-se você e pronto.

    Mas, estou concordando com alguma coisa a respeito de eleições, por exemplo e da defesa de um ou outro candidato que só pensa no próprio umbigo. Ou mesmo acreditar que estes seriam os salvadores da pátria etc.

    O problema é que essas condições do autor não existem e talvez, nunca existiram, na prática, mesmo antes do surgimento do Estado moderno.
    E quer queiramos ou não este forma de se organizar surgiu muito antes de qualquer um que escreve aqui ou que pensa ser libertário.

    Por isso para compreender bem o que se quis defender aqui, com a humildade de um aprendiz, gostaria que me explicassem que liberdade efetiva e implementável seria essa num ambiente mundial repleto de Estados?
    Apenas para ilustrar, informem-nos onde estaria esta liberdade a partir do ano de 1500, aqui no Brasil, por exemplo. Ou , sei lá, a partir da revolução francesa ou dá independência dos EUA, enfim.

    Saudações
  • Psi  09/06/2014 23:05
    O problema sempre será os 5% de psicopatas que existem em qualquer grupo.
  • Thomaz  10/06/2014 00:12
    Se você acredita que matar inocentes é errado, então não há como defender guerras.

    Nossa plataforma moral é basicamente a não-iniciação de agressão contra inocentes. Desde que não roubemos, agridamos, sequestremos ou assassinemos inocentes, estamos perfeitamente dentro do nosso código moral.

    ========================
    Então porque libertários defendem o aborto?

    Vamos ser coerentes libertários!

    Se vê que o texto é de um ancap. Sinceramente sou a favor do livre mercado, da liberdade etc, mas sobrepujar a base moral judaico-cristã seria a ruína da sociedade atual...afinal, libertários, é justamente isso que o comunismo tem feito em sua luta contra o capitalismo....Estão destruindo o capitalismo, destruindo a moral judaico-cristã....um povo depravado é facilmente encabrestado, indolente e sem iniciativa, empreendedorismo, refém do estado.
  • Homem Verde  10/06/2014 00:13
    Detesto impostos.
  • Marcelo  10/06/2014 00:39
    Prezado autor, permita-me continuar nesse verdadeiro tapa de luva na cara desse pessoal ignorante em relação ao nosso ideal liberal. Nós (libertários) que somos superiores intelectualmente, para inveja da maioria, já nascemos assim inteligentes. Desde as primeiras palavras pronunciadas ainda bebê, alguma coisa diferente aconteceu. Tínhamos todo entendimento liberal mesmo em tenra idade. Era só uma questão de instigar essa chama da sabedoria. Somos contra qualquer tipo de intervenção do Estado inclusive na educação escolar. Muitos de nós no passado estudamos em escolas publicas, aprendemos o Bê-á-bá, mas nem por isso somos gratos se tal ensino foi financiado pelos ignorantes cretinos pagadores de impostos que não possuem clareza anarco-capitalista. A professorinha simplória que não entende até hoje nada de Liberalismo, Capital, Adam Smith, não me foi nenhum um pouco importante. Mesmo tendo toda paciência comigo ainda analfabeto. Quanto o Zé Mané que ganha uma miséria e tem pouca cultura, sim, ele contribuiu também com nossos ensinos escolares públicos; mas nem por isso somos simpáticos a ele. Na verdade temos ódio profundo porque não é desculpa passar a vida toda nessa situação de Zé Ninguém. Falta de oportunidade não nos convence. Afirmo que fomos para a aula apenas por uma questão protocolar familiar. Gostaria de fazer mais alguns esclarecimentos. Nós libertários, filhos da sabedoria genuína pura, se por ventura passarmos mal na rua e viermos a desmaiar, ou se sofremos algum tipo de acidente, um aviso aos incultos: a gente se nega que ambulância e médicos do sistema público de saúde venham nos socorrer. Mesmo numa emergência com risco de morte. E também não queremos a ajuda de nenhum ser humano que não seja liberal ligando para hospital publico. Apenas um ser igual a nós (liberal) tem o direito e liberdade de nos socorrer. Temos asco de mãos que nunca folharam um livro sequer de Frédéric Bastiat, Ludwig von Mises, Murray Rothbard, Henry Hazlitt, Hans Sennholz, George Reisman, Tom Woods,Thomas DiLorenzo. Mesmo nós estando num estado inconsciente, rogamos para que não venha nenhum ignorante querer amparar. Se for o caso: Deixe-nos morrer em paz! Já que em vida tivemos que aturar vocês! Quero também compartilhar com o autor, que não tenho mais paciência para certas questões neste mundo socialista. Em relação a banco, me recuso a ter qualquer tipo de transação com bancos estatais. Assim também não deposito e nem aceito transferências de tais bancos para minha conta no banco privado. Meu FGTS simplesmente esta lá. Não sacarei nunca na vida devido ao caminho que deram para ele. Tenho duvidas como agir em relação ao dinheiro em espécie. A existência do Banco Central e da Casa da Moeda são instituições que o Estado administra, desta maneira o dinheiro que utilizo veem destas fontes. Tenho nojo só de pensar que meu rico dinheiro possa ter passado por esses bancos administrados por um bando de larápios. Eu penso que ele (dinheiro) ficará contaminado. Mas o dinheiro é fabricado lá? Ainda não arrumei uma solução para fugir dessa contaminação. Mudando de assunto. Nas minhas relações pessoais, extirpei todo laço afetivo se o sujeito não tiver índole liberal. Atualmente meu filho namora uma ignorante que o pai é bombeiro. Avisei meu herdeiro que é necessário ele cortar a relação com essa moça. Para ter minha aprovação, disse categoricamente que ela deve tornar-se liberal imediatamente, e o pai pedir a saída do trabalho bancado pelo Estado. Caso contrário, expulso meu filho de casa. Não me venham com essa balela de amor. Afinal, gosto de obediência, tenho um pouco de conservadorismo. Posso estar sendo rude demais. Não importa, é para o bem do ideal liberal. Para encerrar, confesso que meu animo para com gentalha sem conhecimento liberal está tão esgotado que nem ônibus pego mais, explico. Na minha cidade a empresa que detém o monopólio do transporte tem relação muito próxima com a prefeitura. Isso é obvio! Ou seja, é farinha do mesmo saco. Decidi que não ando de ônibus. Confesso que estou sofrendo. Para me deslocar de casa para o trabalho, somando ida e volta, são mais de 20 quilômetros. Porem é para uma boa causa. Por isso para manter acessa nossa luz liberal; vou a pé! Preciso dar exemplo e cortar a própria carne. Aconselho os demais libertários a fazerem o mesmo. Isso não é exagero! E sim, um jeito de começar a mudança que se avista num horizonte muito próximo.
  • Paulo  10/06/2014 12:49
    Perfeito!
  • mosigenio  10/06/2014 19:07
    Comentário sapientíssimo. Ironia fina e incisiva, atacando sem trégua o coração das trevas do liberalismo-libertarianismo.

    Saudações
  • facto  02/08/2014 13:09
    "Mesmo numa emergência com risco de morte. E também não queremos a ajuda de nenhum ser humano que não seja liberal ligando para hospital publico. Apenas um ser igual a nós (liberal) tem o direito e liberdade de nos socorrer"

    HAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHHAAHAHAHA

    Se durante o momento de agonia e letárgico, Você é obrigado a assinar várias de notas promissórias e um contrato abusivo de serviço médico por parte da equipe do hospital, quem poderá te ajudar?

    Você tentará convencer o diretor administrativo do hospital de que o ato praticado foi abusivo, clamando por Von Mises, Haykey e Rothbard? Ou você se refugiará no Judiciário, pedindo que as notas promissórias sejam apreendidas(para evitar que entrem em circulação) e anuladas, além de declarar como nulas as cláusulas abusivas do contrato de serviço médico?

    Qual é a alternativa mais óbvia?

  • TC  10/06/2014 00:41
    Os comentários deste artigo servem para ilustrar que o esquerdismo torna as pessoas fragilizadas e sensíveis. O autor escreve um texto propositalmente antipático sobre a dita "falta de simpatia" dos libertários e aparece um monte de barbudo ofendido: "prepotência" "que arrogância" "faltou respeito com o leitor".
  • Mr. Magoo  10/06/2014 00:56
    Não estou vendo agressão na matéria. O autor está colocando umas Verdades na consciência de alguém; consciência essa, aberta pela pergunta: porque os Libertarios não são muito simpáticos comigo?
    "...qualquer um, envolvido tempo suficiente num debate, negar que a verdade é o objetivo do debate contradiz a si mesmo, porque ele próprio está desafiando a veracidade de uma proposição." -Agressão, pena e proporcionalidade-Stephan Kinsella-IMB
    Quem sabe que algumas verdades colocadas fortes e claras nessa consciência, se bem regadas...
    Poderia, de repente, tê-las espostas menos "no grito"; mas como ele explicou: "Eles apenas sabem controlar melhor seus sentimentos ..."
  • J. Rodrigues  10/06/2014 01:06
    O texto é ótimo. Só enxerga abuso ou arrogância quem acha (ou está em dúvida) que pode haver, sim, uma chance , nem que seja mínima, de meter o bedelho na vida dos outros. Caso contrário não tem porque ficar melindrado.
  • Vinícius  10/06/2014 01:25
    Com todo o respeito, mas esse artigo me surpreendeu. Mais parece o diário de um adolescente que acordou de mau humor do que os excelentes textos sobre economia e finanças que costumam pipocar aqui no Mises. Gente, esse artigo é coisa de criança.

    Enfim, acho que o título desse artigo deveria ser trocado para "As 10 razões pelas quais os libertários jamais conseguiram emplacar suas idéias"

    Na boa gente, tem tantos assuntos que dariam ótimos artigos aqui, tais como a famigerada 'PEC do Trabalho Escravo' e o decreto lei 8.243, que renderiam sim muitas razões para cada vez mais pessoas serem mais simpáticas aos libertários.

    Enfim, esse é o meu 'sentimento' em relação à esse artigo. Não vejo o porquê o Mises querer queimar seu filme justo agora, quando temos uma nação que está lentamente acordando para a cena política e é um momento ideal para mostrar aos 'novatos' que a doutrina libertária não tem nada de antipática.
  • Vito Fontenelle  10/06/2014 02:19
    Excelente resposta! +1
  • Vinícius  10/06/2014 15:01
    Ao meu ver, esse artigo, além de desabonar a escola libertária, fornece combustível para os inimigos, ou seja, os socialistas/estatistas podem, de boca cheia, apontar o dedo sujo para os libertários e acusa-los de 'arrogantes', 'preconceituosos', etc.

    Enfim, um artigo que é um 'tiro no pé'.

    Por isso reclamei que esse artigo é coisa de crianças, pois não se vence o Estado com infantilidades.
  • Vito Fontenelle  10/06/2014 01:51
    Vou ridicularizar pessoas para ensinar física quântica para elas! Se vc não entende o que é uma variável complexa vc é um jumento, é algo tão simples, tão lógico!
    Esse texto me deu todos os motivos do mundo para ridicularizar quem não entende física quântica.
  • Um libertario  11/06/2014 11:44
    Perfeito! Infelizmente meu primeiro comentário a esse respeito foi censurado e retirado da página.
  • Diogo  11/06/2014 14:13
    Sem sentido, o autor quer ridicularizar o cara que se passa de bom moço para tomar meu dinheiro, não por falta de conhecimento.
  • Helio  10/06/2014 02:02
    Meu brevíssimo comentário ao texto. clique aqui
  • Vito Fontenelle  10/06/2014 02:14
    Os comentários deste artigo servem para ilustrar que a ignorância em física torna as pessoas fragilizadas e sensíveis. O autor escreve um texto propositalmente antipático sobre a dita "falta de simpatia" dos físicos e aparece um monte de barbudo ofendido: "prepotência" "que arrogância" "faltou respeito com o leitor".

    Se eu jogar uma equação da teoria quântica de campos na tua cara e vc não conseguir resolver e depois te chamar de tapado vc não vai gostar.

    Só porque vc não entendi algo que não conhece não quer dizer que seja tapado. O ensino é a melhor forma de fazer alguém entender alguma coisa e ridicularizar não é ensino.
  • TC  10/06/2014 19:07
    Não seja teatral, Fontenelle. A analogia é inválida. Quantas pessoas você conhece que têm a pretensão de emitir comentários sobre o bóson de Higgs sem nunca ter lido nada sobre o assunto?
    Já sobre política e economia todo mundo é dono da verdade, em geral com comportamento de manada. "Temos que investir na educação e na saúde" é o mantra da moda.
    E mais, se eu defendesse uma opinião sobre a teoria das cordas, esta em nada afetaria sua vida. Já um esquerdista militante trabalha em várias frentes - política, cultural, acadêmica, etc. - para aumentar o poder estatal e limitar a nossa liberdade.
    E sim, o esquerdismo promove o coitadismo, a fraqueza, a emasculação, a infantilidade. Cria um número progressivamente maior de incapazes que se julgam discriminados e prejudicados, detentores de todos os direitos, que, em massa, clamam para que gente da laia do Barack Obama os proteja da ganância e das injustiças do mundo.
    PS: nem sei se posso ser considerado um libertário. Talvez tivesse mais motivos que você para me ofender com esse autor. Só concordo que este artigo carece do brilhantismo habitual das publicações aqui do IMB.


  • Marcelo  10/06/2014 02:49
    Prezado autor, permita-me continuar com esse verdadeiro tapa de luva na cara desse pessoal ignorante em relação ao nosso ideal liberal. Nós (libertários) que somos superiores intelectualmente, para inveja da maioria, já nascemos assim inteligentes. Desde as primeiras palavras pronunciadas ainda bebê, alguma coisa diferente aconteceu. Tínhamos todo entendimento liberal mesmo em tenra idade. Era só uma questão de incitar nossa chama da sabedoria. Somos contra qualquer tipo de intervenção do Estado inclusive na educação escolar. Muitos de nós no passado estudamos em escolas públicas. Aprendemos lá o Bê-á-bá, mas nem por isso somos gratos se tal ensino foi financiado pelos ignorantes cretinos pagadores de impostos que não possuem clareza anarco-capitalista. A professorinha simplória que não entende até hoje nada de Liberalismo, Capital, Adam Smith, não nos foi nenhum um pouco importante. Mesmo tendo toda paciência conosco ainda analfabetos. O Zé Mané que ganha uma miséria, paga impostos e tem pouca cultura, sim, indiretamente ele contribuiu também com nossos ensinos escolares públicos. Mas nem por isso somos simpáticos a ele. Na verdade temos ódio profundo porque não é desculpa passar a vida toda nessa situação de Zé Ninguém. Falta de oportunidade não nos convence. Afirmo que fomos para a aula apenas por uma questão protocolar familiar. Gostaria de fazer mais alguns esclarecimentos. Nós libertários, filhos da sabedoria genuína pura, se por ventura passarmos mal na rua e viermos a desmaiar, ou se sofrermos algum tipo de acidente, um aviso aos incultos: a gente se nega que ambulância e médicos do sistema público de saúde venham socorrer. Mesmo numa emergência com risco de morte. E também não queremos a ajuda de nenhum ser humano que não seja liberal ligando para hospital público. Apenas um indivíduo igual a nós (liberal) tem o direito e liberdade de nos socorrer. Temos asco de mãos que nunca folharam um livro sequer de Frédéric Bastiat, Ludwig Von Mises, Murray Rothbard, Henry Hazlitt, Hans Sennholz, George Reisman, Tom Woods, Thomas DiLorenzo. Mesmo nós num estado inconsciente de saúde, rogamos para que não venha nenhum ignorante querer amparar. Se for o caso: Deixe-nos morrer em paz! Já que em vida tivemos que aturar vocês! Quero também compartilhar com o autor, que não tenho mais paciência para certas questões neste mundo socialista. Em relação aos bancos, me recuso a efetuar qualquer tipo de transação com bancos estatais. Assim também não deposito e nem aceito transferências de tais bancos para minha conta no banco privado. Meu FGTS simplesmente está lá. Não sacarei nunca na vida. Decidi isso devido ao caminho que deram para ele sem minha permissão. Tenho duvidas como agir em relação ao dinheiro em espécie. A existência do Banco Central e da Casa da Moeda são instituições que o Estado administra. Uma pena que o dinheiro que utilizo sai destas fontes. Tenho nojo só de pensar que meu rico dinheiro possa ter passado por instituições administradas por um bando de larápios. Eu penso que ele (dinheiro) ficará contaminado. Mas o dinheiro é fabricado lá? Ainda não arrumei uma solução para fugir dessa contaminação. Mudando de assunto. Nas minhas relações pessoais, extirpei todo laço afetivo se o sujeito não tiver índole liberal. Atualmente meu filho namora uma ignorante que o pai é bombeiro. Avisei meu herdeiro que é necessário ele cortar a relação com essa moça. Para ter mina aprovação, disse categoricamente que ela deve tornar-se liberal, e o pai pedir a saída do trabalho bancado pelo Estado. Caso contrário, expulso meu filho de casa. A desculpa que se amam eu não aceito. Afinal, gosto de obediência. Tenho um pouco de conservadorismo. Posso estar sendo rude demais. Não interessa, é para o bem da ideologia liberal. Para encerrar, confesso que meu ânimo para com gentalha sem instrução da Escola Austríaca, está tão esgotado que nem ônibus pego mais, explicarei. Na minha cidade a empresa que detém o monopólio do transporte tem relação muito próxima com a prefeitura. Isso é obvio! Ou seja: é farinha do mesmo saco. Decidi que não ando de ônibus. Admito que seja cansativo. Para me deslocar de casa para o trabalho, somando ida e volta, são mais de 20 quilômetros. Porém é para a causa libertária. Por isso para manter acessa nossa luz liberal neste mundo escuro (ou vermelho); vou a pé! Preciso dar exemplo e cortar a própria carne. Aconselho os demais libertários a fazerem o mesmo. Isso não é exagero! É um jeito de começar a mudança que se avista num horizonte muito próximo. Alguém é doido de duvidar que não seja possível?
  • mauricio barbosa  10/06/2014 11:31
    Prezado Marcelo sua proposta é um blefe,nós libertários estaríamos sendo cretinos e imbecis em fazer isso ao viver espartanamente neste mundo,pois o que contestamos é a existência desta instituição perversa e nefasta chamada Estado nacional moderno e controlador de nossas vidas e o fato de usarmos seus serviços(Educação,estradas,etc) e outros não(Eleições,Leis,concursos)não significa contradição,mas sim por falta de alternativas viáveis que este monstro burocrático cria,aliás o jeitinho brasileiro é usado até pelos próprios políticos(Mensalão)que não seguem as próprias leis que aprovam no congresso nacional,e somos contra esta hipocrisia e apontamos caminhos alternativos mais viáveis sem agredir ninguém e a opinião do autor tem o meu respeito assim como repeito a opinião alheia mas tenho o direito de ridicularizar suas idéias assim como você também têm cara pálida,agora saiba que ridicularizar com argumentos sólidos é melhor do que com argumentos infantis igual a este que tu fizeste pois pagamos impostos e precisamos de alguns serviços do mostro burocráticos por pior que seja e ridicularizamos quem apoia este monstro burocrático quantas vezes for necessários da mesma forma que um marido corno o é...
  • mauricio barbosa  11/06/2014 17:35
    OBS: Só corrigindo falta de alternativas viáveis que o mostrengo burocrático impede de serem aplicadas no cotidiano...
  • Álvaro de Oliveira  10/06/2014 07:49
    O problema é que a realidade é feita de contrários. Não é possível qualquer excursão fora disso. Pelo que se depreende da fala dos libertários, existe uma dimensão alcancável no nosso nível evolutivo fora do relativismo em que nos movemos e vivemos.
    No meu entender, só podemos nos deslocar progressivamente no relativismo das coisas, mantendo-nos em permanente equilíbrio; não há como sair dele. Todo o problema está em não acertamos ou em não nos matermos nesse equilibrio.
  • anônimo  10/06/2014 10:45
    O argumento da 'inteligência' omitiu que o pessoal da triple nine mostrou preferência por restrições MÍNIMAS quanto a prostituição, drogas etc. Disso pra anarco capitalismo são outros quinhentos.
    Então vcs se decidam: minarquistas são libertários ou não?
    Omitiu também que 'A public health care system that provides for the poor and the elderly was favored by a majority ranging from 67% to 74%'

    E concluir a partir disso que TODO libertário é inteligente, é uma conclusão falsa. Tanto porque nem todo mundo com alto QI faz parte dessas high IQ societies, e também porque nem todo libertário é triple nine, nem mensa, nem nada.
  • Diego  10/06/2014 11:57
    Acompanho o site desde 2009, quando estava recém começando a entender os princípios básicos da Escola Austríaca e sequer pensava sobre questões mais amplas como tamanho e escopo do estado.
    Com o tempo, sempre acompanhando este site, lendo os excelentes artigos recheados de conteúdo dos mais diversos autores, lendo livros (como "Democracy the god that failed"...) e até participando do seminário da EA em 2010 em Porto Alegre, acabei me tornando o que pode ser classificado como "Anarco-capitalista". E não me arrependo. É muito interessante conversas com pessoas de todo o espectro político e ainda assim ter algum ponto-de-vista que causa estranheza.
    Lembro que no começo eu até evitava ler alguns artigos mais anarco-capitalistas e pensava "ah não, agora a coisa já foi longe demais". Mas foi só uma questão de tempo até que eu mudasse a minha posição completamente.

    Tendo dito isto, não posso deixar de comentar que este tipo de artigo afasta completamente as pessoas que poderiam aprender mais sobre EA, liberalismo e anarco-capitalismo. Dificilmente as pessoas simplesmente abandonam tudo que sabem, ou acham que sabem, e adotam o anarco-capitalismo sem antes passar por um longo processo de negação, compreensão e por fim aceitação. Este artigo não é nem um pouco atrativo a pessoas que buscam no site conhecimento puro e simples.

    Chamar um potencial leitor de "idiota" (grande parte dos leitores não conhece o autor, não conhece seu estilo, conhece pouco sobre o assunto, não sabe se o autor quer ser sarcástico, engraçado ou algo assim) é simplesmente ofensivo.
    O próprio autor diz: "De um lado, os esquerdistas dizem que todos aqueles que se opõem a suas políticas são fascistas, racistas, fanáticos religiosos, reacionários, homofóbicos, gananciosos e socialmente insensíveis. De outro, os direitistas dizem que todos aqueles que se opõem a suas políticas são socialistas, progressistas, devassos, vagabundos, inimigos de Deus e da família."

    Não podemos deixar que a continuação deste trecho seja "De outro lado, os anarco-capitalistas dizem que todos aqueles que se opõem a suas políticas são idiotas."

  • Frederico  10/06/2014 13:09
    Texto narcísico e como todo narcisismo enclausurado em si.

    Quanto a argumentação ela é verdadeira e honesta, mas certas verdades ditas de maneira grosseira não passam de crueldade. Se a ética libertária é realmente maior, teve-se ter mais compaixão com quem ainda não consegue perceber que governar a si mesmo é a UNICA opção rumo ao progresso.

    Acredito que essa é a pedra no caminho do libertarianismo. A prepotencia e a arrogancia

    Há um tempo atrás vi um video com 2 libertários falando sobre a crise de 2008 e como seria diferente caso vivêssemos realmente em um livre mercado( tentei encontra-lo para ser didático, mas não achei!): um extremamente generoso e cuidados o outro estúpido e arrogante: ambos defendiam idéias excelentes, mas de maneira dispare!

    quem vcs acham que faz mais pela causa?
  • Emerson Luis, um Psicologo  10/06/2014 14:15

    Liberais não são coletivistas, mas são cooperativistas: precisamos interagir com outros para atingir nossos objetivos pessoais e para conviver em harmonia.

    O sarcasmo funciona, mas deve ser contra ideias e não indiscriminadamente contra pessoas, com o risco de atingir os alvos errados.

    O artigo diz que os libertários não querem convencer ninguém de nada, mas depois diz que o objetivo é converter uma minoria suficiente para anular o Estado.

    Você pode ter tido esse debate inúmeras vezes, mas para uma pessoa sincera pode ser a primeira vez que entra em contato com os conceitos liberais. Até mesmo economistas nunca ouviram falar de Hayek.

    Mas realmente há pessoas que querem compreender assuntos profundos sem dedicar o tempo e o esforço necessários. E há pessoas que querem apenas duelar verbalmente. Porém, não podemos generalizar e pressupor que todo mundo é assim.

    "Inteligência" é um conceito muito polêmico e complexo a respeito do qual nem sequer há uma definição amplamente aceita.

    Sim, a plataforma moral do liberalismo é superior. Mas o liberal não é nenhum ser sobre-humano, temos as mesmas limitações que todas as pessoas. Ninguém nasce incapaz de se tornar um liberal, ou destinado a sê-lo.

    * * *
  • Gustavo  10/06/2014 14:36
    Praticamente o Pondé do Libertarianismo hahaha
  • Leandro de Oliveira  10/06/2014 14:36
    Particularmente acho realmente arrogante achar que são mais inteligentes por natureza. Acredito que poderiam dizer que estão mais preparados por estudarem, mas não alem disso.

    Como proposto por Olavo de Carvalho, sempre leia o texto prestando atenção no ponto de vista de quem escreve o texto. Então depois deste texto começo a compreender melhor a atitude dos Anarco Capitalistas. Entendo que se converteram nos ativistas da causa e isso é importante para a mudança de mentalidade.

    Tendo esta postura em mente sabemos que parar que as coisas mudem neste patamar precisamos parar de alimentar o atual sistema democrático e deixar com que ele colapse.

    A pergunta que fica é como vamos seguir vivendo neste mundo complicado onde o roubo e imposição de regras morais por meio da força ainda estão vigentes? Não podemos abrir um negócio próprio ou teremos que seguir pagando imposto ou recebendo extorsões das autoridades instituídas?

    No Brasil Abrimos uma MEI e pagamos perto de 80 reais por mês de imposto, podemos ter uma receita de até 5000 reais declarados e pra não pagar imposto compramos das pessoas que sabemos que sonegam impostos?

    Andamos de bicicleta pra não gastar com combustíveis e que mais podemos fazer pra evitar de alimentar o sistema até que ele colapse?

    É esta ideia que os Anarco Capitalistas tem mente? (Não estou criticando somente tentando entender).
  • Aspirante a emigrante 2  10/06/2014 20:00

    Excelente texto.

    Só dois pontos que são frescuras, mas é bom corrigir.

    No último parágrafo do Item 10 tem um ponto de exclamação sobrando.

    "Por isso, somos obrigados a agir assim. Nós fazemos troça de vocês simplesmente porque esse é o único linguajar que, talvez!, vocês são capazes de entender; essa é a única natureza das discussões políticas que vocês conseguem apresentar."

    No segundo parágrafo do Item 3 tem um parasistismo, creio ser parasitismo.

    No mais é parabéns pelo trabalho.
  • Bernardo M  10/06/2014 20:15
    Algumas questões:

    1 - Se vcs estão tao insatisfeitos com a existência do Estado, por quê voces nao se mudam para um ilha deserta e iniciam lá a sua sociedade utópica?

    2 - qual a sua definição de violência
  • Um observador  10/06/2014 22:14
    Bernardo,

    Respondendo a pergunta 1:
    Isso não é feito porque não existem ilhas livres - ou seja, que não façam parte do território de algum país. Já tá tudo tomado. Então não é só chegar numa ilha e pronto.

    Mas nem mesmo isso é um obstáculo: existe na verdade é um projeto de seasteading - que estuda formas de construir ilhas flutuantes artificiais para serem colocadas em águas internacionais e assim estarem livres de qualquer governo. Se tiver interesse dê uma olhada nesse site:
    www.seasteading.org/



  • gabriel  10/06/2014 22:39
    1 - Não duvido que alguns tentem tomar esse caminho, mas acredito que tenham diferentes razões, para diferentes pessoas não existe um coletivo absoluto,

    Um motivo é que mesmo com todo o roubo, ameaça e cerceamento de certas liberdades, a divisão do trabalho já existente em terra proporciona uma vida com confortos que muitos ainda prefere esses confortos mesmo pagando esse 'preço'.

    Outro motivo pode ser que as pessoas defendam seu direito ao que é seu e foi conseguido em sua família/propriedade e não lhes parece justos que em algum momento apareça um agressor e resolva lhe dar ordens e ameaças.

    Outros estão pensando em propostas mais ou menos nesse estilo - www.seasteading.org/

    2 - Violência é forçar alguém a algo contra a sua vontade com imposição de força física nas últimas consequências. (o que sempre é o caso do estado)
  • Pedro  11/06/2014 00:26
    1- Não fazemos isso pelo motivo que já disseram: não há ilhas livres de controle estatal, mas estamos tão empenhados em fugir do estado que até ilhas artificiais flutuantes estão sendo cogitadas como alternativa.

    Além disso, veja como os países que mais recebem imigrantes são os mais livres e aqueles onde há maior fuga populacional são mais totalitários.

    2- Fico interessado em saber qual é a SUA definição de violência? A nossa é bem simples: forçar alguém a fazer algo que essa pessoa não quer fazer. Agora a definição dos estatistas deve ser um pouco mais confusa: é violência roubar, desde que você não seja um membro integrante do estado, é violência matar, desde que você não seja um membro integrante do estado... e por ai vai.

    Realmente gostaria de saber o que o esses caras que trabalham para o estado tem de tão especial para terem mais direitos do que o resto dos mortais a ponto do roubo ou da matança provocada pelos mesmos não serem sequer considerados violência.
  • Carlos Garcia  11/06/2014 10:22
    Enquanto os libertários ficariam felizes em se mudar para um pais de maior liberdade econômica, os esquerdistas ficam todos machucados quando falamos para eles irem para cuba ou Coréia do norte. Você me faria o favor de apontar um pedaço de terra qualquer que algum estado não tenha tomado?
  • Henrique   13/06/2014 05:37
    Carlos Garcia, sim, existe.
    en.wikipedia.org/wiki/Terra_nullius#Current_terrae_nullius
    www.globalpost.com/dispatch/news/offbeat/130621/last-unclaimed-land-earth-bir-tawil-antartica
    Além de que também, há várias ilhas completamente desabitadas no Pacífico.
  • Um observador  13/06/2014 11:53
    Henrique,

    Tecnicamente falando, até existem territórios sem um dono definido. Então você está certo nesse sentido.

    Mas nenhum deles é realmente livre - de forma que libertários pudessem clamá-lo e iniciar uma sociedade (o que originou este tópico de discussão).

    Bir Tawil é um pedaço de terra entre Egito e Sudão. Não está claro a quem pertence, mas pertence a um dos dois. E nem seria possível chegar nesse lugar sem a autorização de um dos dois países (já que fica trancado em terra).

    A Antarctica possui territórios sem dono, mas existem convenções internacionais que impedem nações e indivíduos de apoderar-se destes territórios.

    Não tenho conhecimento de ilhas livres no Pacífico ou qualquer outro lugar (ser desabitada não significa que ela não tem dono).

    E é por isso que dizer "por que os libertários não se mudam para uma ilha deserta?" não faz sentido... Para onde poderiam ir?
  • anônimo  23/06/2014 10:50
    Seasteading ora.
    www.bloomberg.com/video/are-floating-cities-the-wave-of-the-future-fMQwox1FR9CW1W~LXuUU8w.html
  • anônimo  11/06/2014 11:17
    2- Imaginem a seguinte situação: um sujeito desocupado, vai andando tranquilamente numa estrada, e uma hora ele encontra um poço do lado do seu caminho.Dentro desse poço tem um monte de gente que está sofrendo, passando fome, que tenta sair dali e não consegue.E na borda desse poço tem uma corda, tanto que pro transeunte basta dar um pequeno chute na corda que ela vai servir pra que o pessoal do poço possa sair.Não custa nada pra ele.
    Agora, mesmo apesar disso tudo, o cara não chuta, finge que não viu ninguém e continua o caminho dele, deixando o resto lá, sofrendo.
    Pela definição de vocês isso não é uma agressão.

    Agora outra situação: um casal está se separando e os dois disputam a guarda do filho.Do ponto de vista de cada um dos dois, o outro é o agressor, porque é o outro que está impedindo de fazer uma coisa que eu quero (ficar com a guarda do filho).

    Outro exemplo: dois grupos tem interesse em um pedaço de terra, cada um dos dois diz que ele chegou primeiro nessa terra e que é o dono legítimo dela.Qualquer coisa que qualquer um dos dois faça, vai ser chamada pelo outro de agressão.Se um botar os pés naquela terra, o outro vai falar que ele invadiu a sua propriedade privada, portanto é uma agressão.

    A definição de 'agressão' de vocês é vaga e simplista.
  • Um observador  11/06/2014 13:34
    Anônimo,

    Segue a minha análise do caso:

    - Caso do "poço": CORRETO, isso ali não seria uma agressão. O cara que não chutou a corda é um babaca desumano, provavelmente é um infeliz e ninguém gosta dele, mas não cometeu uma agressão... Por que ao invés de ficar revoltado com esse cara você não fica bravo com os responsáveis por colocar as pessoas no poço?

    - Caso da guarda dos filhos: ERRADO. O filho não é "propriedade" exclusiva de nenhum dos pais. Portanto nenhum dos dois tem direito de ficar com o filho o tempo todo. Portanto, eles devem entrar em um acordo sobre a guarda. O caso só irá se tornar uma agressão caso algum dos pais roube o filho e impeça o outro de vê-lo.

    - Caso do terreno: ERRADO. Como não está claro quem é o dono da terra, então não dá pra dizer o outro está cometendo uma agressão. Primeiro tem que ser definido quem é o dono da terra (como isso seria feito é outra discussão).

    A definição de 'agressão' de vocês é vaga e simplista.
    Por que você acha isso?
  • Pedro  11/06/2014 18:35
    E sem falar que essa analogia do cara que para salvar várias pessoas precisa apenas jogar a corda no poço é bastante conveniente né?

    Como se ajudar as outras pessoas fosse tão simples assim. Na imensa maioria das vezes ajudar as pessoas por caridade é bem mais difícil do que isso e implica em sacrifícios por parte do doador que terá que privar a ele mesmo de tempo e recursos escassos para disponibiliza-los a essas pessoas que precisam de ajuda.

    E não é obrigação de ninguém se sacrificar por outra pessoa, ninguém tem a obrigação de ajudar alguém.

    O que é violência, o que é o uso ilegitimo da força é apontar uma arma para um individuo e força-lo a ajudar outra pessoa (coisa que o estado faz o tempo todo).

    Ai eu pergunto: esses caras que estão tão interessados em ajudar os outros, por que eles mesmos não ajudam com seus próprios recursos, por que eles mesmos não saem por ai jogando cordas em buracos cheios de pessoas? Forçar os outros a fazer isso é mais fácil né?
  • aspone  13/06/2014 16:03
    Sem contar que nascemos no Brasil. Mesmo que vc vá pra Lua, o governo brasileiro vai te cobrar impostos.
  • Leo  10/06/2014 20:34
    Uma dúvida pertinente: o pessoal do Mises Brasil dizia que o Euro iria se sobrepror ao dolar como moeda mundial, e que o dolar iria entrar num processo de hiperinflaçao. Isso foi dito há unas 4 ou 5 anos atras.
    À luz do item 4, como essa previsão malfadada pode ser explicada?
  • Um observador  10/06/2014 22:05
    Leo,

    1 - Você sabe informar onde esse comentário sobre o Euro foi feito? Eu gostaria muito de ler.

    2 - O item 4 do texto, na forma como foi colocado, é completamente falacioso.
  • Dr.  18/06/2014 20:59
    Esse artigo deveria circular no meio mais interno de institutos que promovem os ideais libertários e não ser exposto aqui (reparem como o autor redige o texto, peca muito no tratamento às pessoas). O artigo é excelente, exceto por algumas partes como a "somos mais inteligentes", retrata bem o que alguns libertários sentem nos campos mais íntimos da mente, creio eu.
  • Dam Herzog  22/06/2014 14:19
    Gostei muito do artigo do Sr.Cantwell. As verdades podem ser ditas de uma maneira grosseira, sem perderem o seu conteúdo. Como o povo diz nuas e cruas. O liberalismo e o politicamente correto não tem necessariamente que andarem atrelados. Hayek era bastante comedido e defendia que não deve ter discussões entre pessoas e a briga deve ser entre ideias.Ele as vezes quando alguém divergia dele e ele achava que tinha razão, apenas atacava o adversário alegando apenas de um "Erro intelectual" Este artigo nos deu muita munição nas discussões com os estatistas.PS: Adorava os escritos e os comentários do Fernando Chioca, colaborador do Mises desde sua fundação. Aprendi muito com ele sobre a conquista e defesa da liberdade. Não podemos ficar órfãos do seu conhecimento. Espero que ele volte, e logo.
  • Antonio Vinícius  30/06/2014 19:27
    Interessante....

    Mas, e quanto a um Hayek ou Roberto Campos? Estes dois são elegantes, bem educados, (principalmente Hayek). Esses dois, só pra ficar neles, destroem qualquer argumento socialista sem precisar recorrer a insultos...

  • Lunder Constantino  30/07/2014 07:48
    Saudações estimados,

    Por mera casualidade, se é que existe, deparei-me com este excelente fórum.

    É o primeiro contacto, confesso, que tenho com as teorias/filosofia/políticas libertárias, pelo que gostaria de alguns esclarecimentos:

    - Como se aplicariam as teorias libertárias as Nações Africanas recém formadas cm índices de analfabetismo na ordem de 70% da população?

    Grato.
  • Leandro  30/07/2014 13:05
    A receita é simples, porém trabalhosa: o que gera riqueza é divisão do trabalho, poupança, acumulação de capital, capacidade intelectual da população (se a população for burra, a mão-de-obra terá de ser importada), respeito à propriedade privada, baixa tributação, segurança institucional, desregulamentação econômica, moeda forte, ausência de inflação, empreendedorismo da população, leis confiáveis e estáveis, arcabouço jurídico sensato e independente etc.

    Se algum país não cumprir estes requisitos, só mesmo intervenção divina o ajudará a enriquecer e prosperar.
  • facto  30/07/2014 13:47
    Ou seja, é mais cômodo culpar o governo e a população por não agirem de acordo com as regras "aprioristicas" da teologia mercado do que compreender que todos os requisitos supracitados só podem ser atingidos(se é que possam) por pouquíssimos países europeus já desenvolvidos.



  • Leandro  30/07/2014 15:16
    E os países europeus são desenvolvidos porque seguiram essas regras ou eles seguem essas regras porque são desenvolvidos?

    Primeiro eles enriqueceram e só depois passaram a seguir regras ou primeiro eles adotaram essas regras e então enriqueceram?

    De resto, nenhum país é obrigado a seguir essas regras. Se o povo gosta de viver em um país esculhambado, bom proveito. Se a África gosta de ser como ela é, que seja.

    Agora, o que não dá pra fazer é viver sob um arranjo de Zâmbia e gozar a mesma qualidade de vida da Suíça, como você parece acreditar ser possível.

    Isso não tem nada de "teologia", como você ironizou. Isso é puro bom senso. Agora, se você acha que bom senso é "teologia", aí ferrou.
  • Lunder Constantino  30/07/2014 16:03
    Outro erro comum a maioria dos irmãos do outro lado do Atlântico: "Se a Africa gosta de ser como é, que seja". Aconselho a fazer uma viajem a Cape Town e depois compare com o Ceará... ou o Maravilhoso Rio de Janeiro.
  • Marcos  30/07/2014 16:13
    Cuidado, Lunder. Nos tempos atuais, dizer que a África do Sul (país de maciça presença de europeus) é a única parte daquele continente que deu certo pode fazer com que você seja chamado de defensor do Apartheid...
  • Lunder Constantino  30/07/2014 16:41
    Hahahahahahahah, don't you worry Mr. Marcos, its painful but it's true. E mais, Africa só encontrará a solução dos seus problemas qdo parar de importar, como um pacote fechado e acabado, as fórmulas que deram certo no Ocidente. Temos que procurar uma receita própria para o nosso guisado, sem descurar é claro, o enorme e riquíssimo acervo das nações desenvolvidas. Abs
  • Marcos  30/07/2014 16:49
    Todas as vezes que um país resolveu "inventar uma receita própria" para sua economia deu merda. Boa sorte pra vocês aí.
  • Leandro  30/07/2014 17:11
    Exato, Marcos. Em economia, não tem que inventar moda. Deve-se copiar descaradamente as medidas que deram certo em outros países e que sempre funcionaram ao longo da história. Por exemplo, se o Brasil copiasse as medidas desburocratizantes da Nova Zelândia, isso já seria um grande avanço.

    Só que por aqui os pachecos só querem saber de copiar as alíquotas de imposto de renda da Suécia
  • anônimo  30/07/2014 17:34
    Os "Estados Unidos do Brazil" são o exemplo acabado de que copiar (em política, economia ou nos exames) é bom, mas inovar, criar ou aperfeiçoar é melhor.
  • Malthus  30/07/2014 18:01
    E o que o Brasil copiou de bom dos EUA?!

    Quais as coisas positivas dos EUA que foram copiadas pelo Brasil e que não deram certo?
  • anônimo  30/07/2014 18:13
    Hamburguer, junk food, justin bieber, consumismo (ao invés de poupança), e o pior: a 'zelite' da direita brasileira, Reinaldo Azevedo, neoconsta, Olavo de Carvalho, etc, que copiaram o neocancervadorismo da direita gringa.
  • anonimo  30/07/2014 17:04
    Botswana possui um nível razoável de liberdade econômica e também de riqueza, há problemas (como em vários outros lugares do mundo), mas é um dos países mais ricos e estáveis da África.

    Então liberdade econômica traz boas coisas e há exemplo disso na África. Botswana está acumulando capital.

    Obrigado.

  • Lunder Constantino  30/07/2014 15:52
    Leandro, saudações.

    Creio que te equívocas na formulação, estes não são os requisitos, mas a realidade das nações desenvolvidas. Apresentas, e bem, o El Dorado, não o caminho pra lá chegar.

    Como acumular capital, actualmente, sem transgredir a lei (ex. Anti trust), moral, ética, ambiente, dtos humanos e outros?

    Abs.
  • Leandro  30/07/2014 16:11
    Não, não me equivoco. Estes realmente são os requisitos. E a realidade das nações desenvolvidas decorre destes requisitos. Não se trata do El Dorado, mas sim do caminho para chegar ao El Dorado. Sem esses requisitos, nada feito; o El Dorado continuará um sonho impossível.

    É difícil implantar estes requisitos? Ô se é. Ninguém disse que seria um pique-nique. Posso garantir apenas que, sem suor, haverá apenas lágrimas.

    O que você quer é colocar a charrete na frente do cavalo e esperar que ela, a charrete, puxe o quadrúpede. Impossível. Primeiro você reforma a casa; depois limpa e arruma; aí então, e só então, começa a decorá-la.

    Com economia é a mesma coisa: primeiro você faz as reformas (muitas vezes dolorosas); depois, só depois, você começa a colher os frutos.

    O país não quer se reformar e não quer ter instituições sérias? Beleza. Vai ficar onde está. E nada podemos fazer quanto a isso. Opção deles.

    Mágica? Não existe em economia. Infelizmente.

    Sociedades pobres e sociedades ricas - o que faz a diferença
  • anonimo  30/07/2014 13:07
    Sua pergunta é no sentido: "como explicar sobre o libertarianismo para pessoas em nações com alto índice de analfabetismo" ?

    Ou: "se o libertarianismo ajuda essas nações?"

    Obrigado.
  • Lunder Constantino  30/07/2014 15:31
    Como aplicar na prática em Nações recém formadas e que carecem da devida solidez institucional.

    Já agora, o conceito de não intervenção, seria extensivo aos serviços e institutos públicos? V.g. Trânsito, correios, bombeiros, alfândegas, etc.
  • anonimo  01/08/2014 13:56
    Bem, não sou especialista, mas correios por exemplo em muitos lugares do mundo são privados.

    Bombeiros podem funcionar através de doações (em Santa Catarina um estado brasileiro os bombeiros são voluntários e recebem doações).

    No caso do trânsito, acho que toda vez que tem greve de quem "cuida" do trânsito aqui no Brasil, este melhora...

    Tem um livro aqui na biblioteca (no alto) de Bruno Leoni, Liberdade e a Lei, em um momento do livro ele diz que na Europa as redes de TV são estatais e que as pessoas não acham que é possível que não sejam. E ele diz para essas pessoas que em outros países a Tv não é estatal e as pessoas não acreditam.

    Então acho possível pouca intervenção ou mesmo nada. Os tais "institutos públicos" são assim conhecidos pois é algo que sempre esteve acostumado que assim fosse.

    Já imaginou se os sapatos fossem produzidos pelo governo? As pessoas não achariam possível ser privado: Mas e quem não tiver dinheiro para comprar sapato? E quem vai querer comprar com cores diferentes? E quem vai querer comprar sem cadarço? E quem vai querer comprar com outros materiais? E se a fábrica falir? Daí não teremos mais sapatos?

    Perdoe eventual ignorância de minha parte, mas aparentemente a África tem um problema de instabilidade de regiões, que ocasiona conflitos entre diferentes povos. Talvez um sistema de secessão (Liechenstein possui um) poderia ser bom.

    Sou a favor do minarquismo (estado mínimo), não há intervenção e o que existe é uma justiça que deve garantir a propriedade e o governo a segurança. Acho que tendo as pessoas o direito de andarem armadas parte do problema já será resolvido (um bairro pode ter sua própria polícia e bombeiros voluntários).

    Acho que em uma situação de não intervenção e mercado desregulamentado, haveria um grande número de pessoas querendo investir na África, isso aceleraria o aumento do capital no continente, não se esqueça que os tigres asiáticos foram lugares extremamente pobres e instáveis.

    Espero que não tenha ficado muito confusa minha resposta. Obrigado.

  • Gustavo Sauer  30/07/2014 18:05
    Viram que a líder Black Block disse que é libertária??? noticias.r7.com/rio-de-janeiro/nao-conseguirao-destruir-o-movimento-diz-sininho-28072014



  • Israel  09/04/2015 00:19
    Sim, ser libertário não é uma ideologia. Claro, ser contra libertário que´é.
  • Sandro Noda   12/08/2016 11:51
    Honestamente,achei o artigo como algo que expliga algo correto, do jeito mais torto possível.
    Eu sou um libertário, quero o fim do Estado e concordo com as premissas so anarcocapitalismo.
    Mas usar de antipatia e pretensão de superioridade não são as maneiras mais adequadas de defender uma ideologia.
    Esse artigo parece escrito por um adolescente mal-humorado que acabou de saber que foi traído pela namorada. Afirmar que os libertários sãomais inteligentes somente por terem chegado à essa ideologia é patético e pode nos tornar motivo de piada, com justa razão.
    Podemos encontrar gênios professando qualquer ideologia. Einstein era socialista a maioria dos gênios da humanidade não se enquadram no perfil de anarcocapitalistas.
    Portanto,vamos voltar à velha humildade e fazer o que devemos fazer: divulgar as nossas ideias, sem complexo de superioridade.


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