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A mentalidade da esquerda e seus estragos sobre os mais pobres

Quando adolescentes criminosos e assassinos são rotulados de "jovens problemáticos" por pessoas que se identificam como sendo de esquerda, isso nos diz mais sobre a mentalidade da própria esquerda do que sobre esses criminosos violentos propriamente ditos.

Raramente há alguma evidência de que os criminosos sejam meramente 'problemáticos', e frequentemente abundam evidências de que eles na realidade estão apenas se divertindo enormemente ao cometer seus atos criminosos sobre terceiros.

Por que então essa desculpa já arraigada?  Por que rotular adolescentes criminosos de "jovens problemáticos" e supor que maníacos homicidas são meros "doentes"?

Pelo menos desde o século XVIII a esquerda vem se esforçando para não lidar com o simples fato de que a maldade existe — que algumas pessoas simplesmente optam por fazer coisas que elas sabem de antemão serem erradas.  Todo o tipo de desculpa, desde pobreza até adolescência infeliz, é utilizada pela esquerda para explicar, justificar e isentar a maldade. 

Todas as pessoas que saíram da pobreza ou que tiveram uma infância infeliz, ou ambas, e que se tornaram seres humanos decentes e produtivos, sem jamais praticarem atos violentos, são ignoradas pela esquerda, que também ignora o fato de que a maldade independe da renda e das origens, uma vez que ela também é cometida por gente criada na riqueza e no privilégio, como reis, conquistadores e escravocratas.

Logo, por que a existência do mal sempre foi um conceito tão difícil para ser aceito por muitos da esquerda?  O objetivo básico da esquerda sempre foi o de mudar as condições externas da humanidade.  Mas e se o problema for interno?  E se o verdadeiro problema for a perversidade dos seres humanos?

Rousseau negou esta hipótese no século XVIII e a esquerda a vem negando desde então.  Por quê?  Autopreservação.  Afinal, se as coisas que a esquerda quer controlar — instituições e políticas governamentais — não são os fatores definidores dos problemas do mundo, então qual função restaria à esquerda?

E se fatores como a família, a cultura e as tradições exercerem mais influência positiva do que as novas e iluminadas "soluções" governamentais que a esquerda está constantemente inventando?  E se a busca pelas "raízes da criminalidade" não for nem minimamente tão eficaz quanto retirar criminosos de circulação?  As estatísticas ao redor do mundo mostram que as taxas de homicídio estavam em declínio durante as décadas em que vigoravam as velhas e tradicionais práticas tão desdenhadas pela intelligentsia esquerdista.  Já quando as novas e brilhantes ideias da esquerda ganharam influência, no final da década de 1960, a criminalidade e violência urbana dispararam.

O que houve quando ideias antiquadas sobre sexo foram substituídas, ainda na década de 1960, pelas novas e brilhantes ideias da esquerda, as quais foram introduzidas nas escolas sob a alcunha de "educação sexual" e que supostamente deveriam reduzir a gravidez na adolescência e as doenças sexualmente transmissíveis?  Tanto a gravidez na adolescência quanto as doenças sexualmente transmissíveis vinham caindo havia anos.  No entanto, esta tendência foi subitamente revertida na década de 1960 e atingiu recordes históricos.

Desarmamento

Uma das mais antigas e mais dogmáticas cruzadas da esquerda é aquela em prol do desarmamento.  Aqui, novamente, o enfoque está nas questões externas — no caso, nas armas.

Se as armas de fato fossem o problema, então leis de controle de armas poderiam ser a resposta.  Mas se o verdadeiro problema são aquelas pessoas malvadas que não se importam com a vida de outras pessoas — e nem muito menos para as leis —, então o desarmamento, na prática, fará apenas com que pessoas decentes e cumpridoras da lei se tornem ainda mais vulneráveis perante pessoas perversas.

Dado que a crença no desarmamento sempre foi uma grande característica da esquerda desde o século XVIII, em todos os países ao redor do mundo, seria de se imaginar que, a esta altura, já haveria incontáveis evidências dando sustentação a esta crença.  No entanto, evidências de que o desarmamento de fato reduz as taxas de criminalidade em geral, ou as taxas de homicídio em particular, raramente são mencionadas por defensores do controle de armas.  Simplesmente se pressupõe, de passagem, que é óbvio que leis mais rigorosas de controle de armas irão reduzir os homicídios e a criminalidade.

No entanto, a crua realidade não dá sustento a esta pressuposição.  É por isso que são os críticos do desarmamento que se baseiam em evidências empíricas, todas elas magnificamente coletadas nos livros "More Guns, Less Crime", de John Lott, e "Guns and Violence", de Joyce Lee Malcolm. [Veja nossos artigos sobre desarmamento].  Mas que importância têm os fatos perante a visão inebriante e emotiva da esquerda?

Pobres

A esquerda sempre se arrogou a função de protetora dos "pobres".  Esta é uma de suas principais reivindicações morais para adquirir poder político.  Porém, qual a real veracidade desta alegação?

É verdade que líderes de esquerda em vários países adotaram políticas assistencialistas que permitem aos pobres viverem mais confortavelmente em sua pobreza.  Mas isso nos leva a uma questão fundamental: quem realmente são "os pobres"?

Se você se baseia em uma definição de pobreza inventada por burocratas, como aquela que inclui um número de indivíduos ou de famílias abaixo de algum nível de renda arbitrariamente estipulado pelo governo, então realmente é fácil conseguir estatísticas sobre "os pobres".  Elas são rotineiramente divulgadas pela mídia e gostosamente adotadas por políticos.  Mas será que tais estatísticas têm muita relação com a realidade?

Houve um tempo em que "pobreza" tinha um significado concreto — uma quantidade insuficiente de comida para se manter vivo, ou roupas e abrigos incapazes de proteger um indivíduo dos elementos da natureza.  Hoje, "pobreza" significa qualquer coisa que os burocratas do governo, que inventam os critérios estatísticos, queiram que signifique.  E eles têm todos os incentivos para definir pobreza de uma maneira que abranja um número suficientemente alto de pessoas, pois isso justifica mais gastos assistencialistas e, consequentemente, mais votos e mais poder político.

Em vários países do mundo, não são poucas as pessoas que são consideradas pobres, mas que, além de terem acesso a vários bens de consumo que outrora seriam considerados luxuosos — como televisão, computador e carro —, são também muito bem alimentadas (em alguns casos, até mesmo apresentam sobrepeso).  No entanto, uma definição arbitrária de palavras e números concede a essas pessoas livre acesso ao dinheiro dos pagadores de impostos.

Esse tipo de "pobreza" pode facilmente vir a se tornar um modo de vida, não apenas para os "pobres" de hoje, mas também para seus filhos e netos.

Mesmo quando esses indivíduos classificados como "pobres" têm o potencial de se tornar membros produtivos da sociedade, a simples ameaça de perder os benefícios assistencialistas caso consigam um emprego funciona como uma espécie de "imposto implícito" sobre sua renda futura, imposto este que, em termos relativos, seria maior do que o imposto explícito que incide sobre o aumento da renda de um milionário.

Em suma, as políticas assistencialistas defendidas pela esquerda tornam a pobreza mais confortável ao mesmo tempo em que penalizam tentativas de se sair da pobreza.  Exceto para aqueles que acreditam que algumas pessoas nascem predestinadas a serem pobres para sempre, o fato é que a agenda da esquerda é um desserviço para os mais pobres, bem como para toda a sociedade.  Ao contrário do que outros dizem, a enorme quantia de dinheiro desperdiçada no aparato burocrático necessário para gerenciar todas as políticas sociais não é nem de longe o pior problema dessa questão.

Se o objetivo é retirar pessoas da pobreza, há vários exemplos encorajadores de indivíduos e de grupos que lograram este feito, e nos mais diferentes países do mundo.

Milhões de "chineses expatriados" emigraram da China completamente destituídos e quase sempre iletrados.  E isso ocorreu ao longo dos séculos.  Independentemente de para onde tenham ido — se para outros países do Sudeste Asiático ou para os EUA —, eles sempre começaram lá embaixo, aceitando empregos duros, sujos e frequentemente perigosos.

Mesmo sendo frequentemente mal pagos, estes chineses expatriados sempre trabalhavam duro e poupavam o pouco que recebiam.  Era uma questão cultural.  Vários deles conseguiram, com sua poupança, abrir pequenos empreendimentos comerciais.  Por trabalharem longas horas e viverem frugalmente, eles foram capazes de transformar pequenos negócios em empreendimentos maiores e mais prósperos.  Eles se esforçaram para dar a seus filhos a educação que eles próprios não conseguiram obter.

Já em 1994, os 57 milhões de chineses expatriados haviam criado praticamente a mesma riqueza que o bilhão de pessoas que viviam na China.

Variações deste padrão social podem ser encontradas nas histórias de judeus, armênios, libaneses e outros emigrantes que se estabeleceram em vários países ao redor do mundo — inicialmente pobres, foram crescendo ao longo de gerações até atingirem a prosperidade.  Raramente recorreram ao governo, e quase sempre evitaram a política ao longo de sua ascensão social.

Tais grupos se concentraram em desenvolver aquilo que economistas chamam de "capital humano" — seus talentos, habilidades, aptidões e disciplina.  Seus êxitos frequentemente ocorreram em decorrência daquela palavra que a esquerda raramente utiliza em seus círculos refinados: "trabalho".

Em praticamente todos os grupos sociais e étnicos, existem indivíduos que seguem padrões similares para ascenderem da pobreza à prosperidade.  Mas o número desses indivíduos em cada grupo faz uma grande diferença para a prosperidade ou a pobreza destes grupos como um todo.

A agenda da esquerda — promover a inveja e o ressentimento ao mesmo tempo em que vocifera exigindo ter "direitos" sobre o que outras pessoas produziram — é um padrão que tem se difundido em vários países ao redor do mundo.

Esta agenda raramente teve êxito em retirar os pobres da pobreza.  O que ela de fato logrou foi elevar a esquerda a cargos de poder e a posições de autoexaltação — ao mesmo tempo em que promovem políticas com resultados socialmente contraproducentes.

A arrogância

É difícil encontrar um esquerdista que ainda não tenha inventado uma nova "solução" para os "problemas" da sociedade.  Com frequência, tem-se a impressão de que existem mais soluções do que problemas.  A realidade, no entanto, é que vários dos problemas de hoje são resultado das soluções de ontem.

No cerne da visão de mundo da esquerda jaz a tácita presunção de que pessoas imbuídas de elevados ideais e princípios morais — como os esquerdistas — sabem como tomar decisões para outras pessoas de forma melhor e mais eficaz do que estas próprias pessoas.

Esta presunção arbitrária e infundada pode ser encontrada em praticamente todas as políticas e regulamentações criadas ao longo dos anos, desde renovação urbana até serviços de saúde.  Pessoas que nunca gerenciaram nem sequer uma pequena farmácia — muito menos um hospital — saem por aí jubilosamente prescrevendo regras sobre como deve funcionar o sistema de saúde, impondo arbitrariamente seus caprichos e especificidades a médicos, hospitais, empresas farmacêuticas e planos de saúde.

Uma das várias cruzadas internacionais empreendidas por intrometidos de esquerda é a tentativa de limitar as horas de trabalho de pessoas de outros países — especialmente países pobres — em empresas operadas por corporações multinacionais.  Um grupo de monitoramento internacional se autoatribuiu a tarefa de garantir que as pessoas na China não trabalhem mais do que as legalmente determinadas 49 horas por semana.

Por que grupos de monitoramento internacional, liderados por americanos e europeus abastados, imaginam ser capazes de saber o que é melhor para pessoas que são muito mais pobres do que eles, e que possuem muito menos opções, é um daqueles insondáveis mistérios que permeiam a intelligentsia.

Na condição de alguém que saiu de casa aos 17 anos de idade, sem ter se formado no colégio, sem experiência no mercado de trabalho, e sem habilidades específicas, passei vários anos de minha vida aprendendo da maneira mais difícil o que realmente é a pobreza.  Um dos momentos mais felizes durante aqueles anos ocorreu durante um breve período em que trabalhei 60 horas por semana — 40 horas entregando telegramas durante o dia e 20 horas trabalhando meio período em uma oficina de usinagem à noite.

Por que eu estava feliz?  Porque antes de encontrar estes dois empregos eu havia gasto semanas procurando desesperadamente qualquer emprego.  Minha escassa poupança já havia evaporado e chegado literalmente ao meu último dólar quando finalmente encontrei o emprego de meio período à noite em uma oficina de usinagem.

Passei vários dias tendo de caminhar vários quilômetros da pensão em que morava no Harlem até a oficina de usinagem, que ficava imediatamente abaixo da Ponte do Brooklyn, e tudo para poupar este último dólar para poder comprar pão até finalmente chegar o dia de receber meu primeiro salário.

Quando então encontrei um emprego de período integral — entregar telegramas durante o dia —, o salário somado dos dois empregos era mais do que tudo que eu já havia ganhado antes.  Foi só então que pude pagar a pensão, comer e utilizar o metrô para ir ao trabalho e voltar.

Além de tudo isso, ainda conseguia poupar um pouco para eventuais momentos difíceis.  Ter me tornado capaz de fazer isso era, para mim, o mais próximo do nirvana a que já havia chegado.  Para a minha sorte, naquela época não havia nenhum intrometido de esquerda querendo me impedir de trabalhar mais horas do que eu gostaria.

Havia um salário mínimo, mas, como o valor deste havia sido estipulado em 1938, e estávamos em 1949, seu valor já havia se tornado insignificante em decorrência da inflação.  Por causa desta ausência de um salário mínimo efetivo, o desemprego entre adolescentes negros no ano de 1949, que foi um ano de recessão, era apenas uma fração do que viria a ser até mesmo durante os anos mais prósperos desde a década de 1960 até hoje.

À medida que os moralmente ungidos passaram a elevar o salário mínimo, a partir da década de 1950, o desemprego entre os adolescentes negros disparou.  Hoje, já estamos tão acostumados a taxas tragicamente altas de desemprego neste grupo, que várias pessoas não fazem a mais mínima ideia de que as coisas nem sempre foram assim — e muito menos que foram as políticas da esquerda intrometida que geraram tais consequências catastróficas.

Não sei o que teria sido de mim caso tais políticas já estivessem em efeito em 1949 e houvessem me impedido de encontrar um emprego antes de meu último dólar ser gasto.

Minha experiência pessoal é apenas um pequeno exemplo do que ocorre quando suas opções são bastante limitadas.  Os prósperos intrometidos da esquerda estão constantemente promovendo políticas — como encargos sociais e trabalhistas — que reduzem ainda mais as poucas opções existentes para os pobres.  Quando não reduzem empregos, tais políticas afetam sobremaneira seus salários.

Parece que simplesmente não ocorre aos intrometidos que as corporações multinacionais estão expandindo as opções para os pobres dos países do terceiro mundo, ao passo que as políticas defendidas pela esquerda estão reduzindo suas opções.

Os salários pagos pelas multinacionais nos países pobres normalmente são muito mais altos do que os salários pagos pelos empregadores locais.  Ademais, a experiência que os empregados ganham ao trabalhar em empresas modernas transforma-os em mão-de-obra mais valiosa, e fez com que na China, por exemplo, os salários passassem a subir a porcentagens de dois dígitos anualmente.

Nada é mais fácil para pessoas diplomadas do que imaginar que elas sabem mais do que os pobres sobre o que é melhor para eles próprios.  Porém, como alguém certa vez disse, "um tolo pode vestir seu casaco com mais facilidade do que se pedisse a ajuda de um homem sábio para fazer isso por ele".


2 votos

autor

Thomas Sowell
, um dos mais influentes economistas americanos, é membro sênior da Hoover Institution da Universidade de Stanford.  Seu website: www.tsowell.com.



  • Bernardo F  09/08/2013 13:16
    Esta frase é lapidar:

    "No cerne da visão de mundo da esquerda jaz a tácita presunção de que pessoas imbuídas de elevados ideais e princípios morais — como os esquerdistas — sabem como tomar decisões para outras pessoas de forma melhor e mais eficaz do que estas próprias pessoas."

    Vou guardá-la na minha memória.
    Parabéns pela seleção do artigo, Leandro.
  • Marcelo Lima  25/02/2017 19:52
    queria saber como faz para entrar em contado. Pois compartilho o que o Von Misses fala com a ESQUERDA cujo os governos são fajutos.
  • Ismar  09/08/2013 13:45
    Excelente artigo, deveria sair publicado em algum jornal de grande circulação aqui no Brasil. Ia dar um ataque cardíaco nos esquerdopatas de plantão. Parabéns, Leandro, assunto muito pertinente, como sempre. Abraços.
  • Pobre Paulista  09/08/2013 14:19
    Aos mais desavisados, o autor desse texto é negro e nasceu pobre. Poderia perfeitamente ser uma das "vítimas sociais" pregada pela esquerda.
  • André  09/08/2013 14:22
    Excelente artigo!

    A lei do salário mínimo é a lei que proíbes os pobres de conseguirem seu primeiro emprego. Pois para os esquerdistas é preferível que o pobre fique desempregado e passando fome para que então o governo possa ajudar ele, tomando dos outros, do que ver o pobre trabalhando e ganhando seu próprio dinheiro honestamente.
  • Arthur Gomes  09/08/2013 14:25
    Os textos traduzidos do Thomas Sowell são de uma clareza notável. Aqui no Brasil com toda esta política de aumento do salário mínimo está levando cada vez mais os pobres a ficarem a mercê do governo federal. Antes um pobre com salário poderia comprar terrenos em áreas distantes e lá conseguia construir sua casa, com esforço próprio e dos amigos e parentes aos fins de semana; ele conseguia criar seus filhos; não apenas 1 filhos mais 2,3,4,5 filhos. Ninguém na casa passava fome, todos comiam e se vestiam. Mas o governo disse que tudo aquilo era muito sofrimento e resolveu criar regras e mais regras sobre habitação e casas populares. Começou a comprar grandes áreas afastadas da cidade para criar conjuntos populares, consequência estes lugares passaram a ficar muito valorizados e caros para os pobres; proibiu a divisão dos lotes de 250 m2 para 125m2 e hoje o pobre compra apartamento da MRV de 45 m2, praticamente 1/3 da de 125m2, mas isso pode.
    Mas ainda existe tanto regulamento para contratar e demitir um empregado, o trabalho para jovens também é difícil pois o empregador sempre corre o risco de ter processo trabalhista. Um jovem de 14/15/16 poderia facilmente trabalhar algumas horas em um mercado, carregando mercadorias e ajudando pessoas idosas até mesmo ganhando algum trocado o empregador apenas pagaria aquelas horas trabalhadas, mais isso para o governo é crime contra a humanidade; consequencia esses jovens se tornam presas para o tráfico de drogas.
    A esquerda só consegue estragar tudo; é a para de elefante da humanidade.








  • Wagner  09/08/2013 14:29
    Leia isso:
    "É difícil encontrar um esquerdista que ainda não tenha inventado uma nova "solução" para os "problemas" da sociedade. Com frequência, tem-se a impressão de que existem mais soluções do que problemas. A realidade, no entanto, é que vários dos problemas de hoje são resultado das soluções de ontem."

    Depois entre no site:
    votenaweb.com.br e de uma olhada nos projetos de lei. Você percebe claramente a máxima de "Criar dificuldades para vender facilidades".
    Estão agora, por exemplo, criando uma lei para flexibilizar a contratação de domésticas, sendo que a poucos meses atrás eles fizeram leis para dificultar a contratação desse tipo de serviço.
  • anonimo  09/08/2013 17:00
    Boa tarde.

    Não conhecia esse site, mas o pior é ver a quantidade de gente que apoia leis com o governo impondo deveres.

    e muito dos projetos com apoio apenas vão encarecer o produto final, do ponto de vista do consumidor é tudo muito ruim, mas parece que as pessoas não percebem, estou quase me inscrevendo para tentar alertar essas pessoas.

    Obrigado.
  • J. Rodrigues  08/01/2015 19:41
    Wagner, alguém disse, não me lembro agora quem, que o governo quebra as pernas das pessoas para depois oferecer uma bengala dizendo: "viu? sem minha ajuda você não andaria".
  • Daniel J.  09/08/2013 14:59
    Aplaudo de pé. Thomas Sowell é o cara!!
    Sintetizou vários pontos polêmicos em um único artigo, desvelando as várias frentes de estragos causados pela mentalidade esquerdista.
  • Alexandre  09/08/2013 15:37
    Ótimo texto!
  • Eduardo  09/08/2013 15:43
    "Esta presunção arbitrária e infundada pode ser encontrada em praticamente todas as políticas e regulamentações criadas ao longo dos anos, desde renovação urbana até serviços de saúde. Pessoas que nunca gerenciaram nem sequer uma pequena farmácia — muito menos um hospital — saem por aí jubilosamente prescrevendo regras sobre como deve funcionar o sistema de saúde, impondo arbitrariamente seus caprichos e especificidades a médicos, hospitais, empresas farmacêuticas e planos de saúde."

    Parágrafo sensacional!
    Conseguiu resumir de forma muito boa a presunção de incompetentes que querem gerenciar a vida de todo mundo: querem determinar os preços, querem determinar a demanda e a oferta, querem determinar quem pode oferecer e o que não podem demandar, querem controlar a propriedade alheia e a liberdade de associação das pessoas.

    Como quase todo texto do Sowell, dá vontade de aplaudir após a leitura. Essa tradução é uma boa pra difundir essas idéias por aqui.
  • Eduardo  09/08/2013 16:04
    Outra coisa que irrita na esquerda é a mania que eles têm de se proclamarem DEFENSORES DA LIBERDADE.

    Eles querem controlar todo aspecto da sociedade, mas porque querem estender regulamentações estatais de casamento pra homossexuais e querem permitir o comércio de maconha altamente regulada e taxada pelo estado, se acham os grandes liberais e reclamam de quem quer controlar suas vidas (nesse ponto geralmente se referem a religiosos questionando a sexualidade deles)

    Ah, e tem a mania de esquerdista de chamar seus inimigos de FASCISTAS. O que é incrivelmente ridículo.
    O mesmo sujeito que quer Tutto nello Stato, niente al di fuori dello Stato, nulla contro lo Stato está chamando os outros de fascistas. Imagine quanto esquerdista bateria palmas pra literatura fascista se não tivessem lido as capas dos livros.

    Outra da esquerda é a idolatria de genocidas totalitários da humanidade, com assassinatos na casa das dezenas, centenas de milhões. Que ainda piora quando esse tipo de gente finge (só pode ser fingimento) estar ultrajada com mortes (geralmente em número drasticamente menor que a dos ídolos da esquerda) em regimes de ditadura "de direita"; ou seja de ditaduras com as quais eles não concordavam.

    E a esquerda que justifica crimes, afaga assassino, é contra punição, culpa a desigualdade e a falta de oportunidades, etc, etc... e que sobretudo chama de "reacionário" e "extrema-direita" aqueles que defendem punições severas pra criminosos.
    No entanto, basta o crime ser de homofobia ou estupro, e de repente a esquerda que quase quer adotar assassinos começa a soltar fogo do nariz de indignação com o horror desses crimes.

    A esquerda é uma grande compilação de teorias idiotas, interpretações errôneas do mundo, rebeldia adolescente, argumentos emocionais sem muita consideração pela lógica, e, claro, como colocado no texto, de políticas práticas desastrosas que corroem a sociedade e prejudica logo os mais vulneráveis.
    A esquerda é, sobretudo, uma fórmula incrível pra controlar idiotas e conseguir mais poder sobre toda a sociedade, como a realidade mostra.
  • anônimo  11/08/2013 07:04
    No entanto, basta o crime ser de homofobia ou estupro, e de repente a esquerda que quase quer adotar assassinos começa a soltar fogo do nariz de indignação com o horror desses crimes.


    perfeito!!
  • Rafael  11/08/2013 19:52
    Bom, em primeiro lugar vocês não se diferem muito desse pessoal. Quero dizer vocês são de esquerda ou no mínimo apoiam o girondinismo que trouxe várias mazelas a sociedade ocidental e hoje tenta enfiar nas sociedades tradicionais orientais seus valores bizarros. Valores que ignoram ou criminalizam os fortes (quem não dá a mínima pra suas opiniões). Enquanto quem é forte faz (seja matando, roubando ou até trabalhando), vocês "pessoas que se preocupam com política" estão apenas tentando tirá-las de sua forma de viver apresentando razões. Deviam se juntar com o resto dos comunistas (todos vocês cordeiros em pele de lobo) e ir procurar a liberdade em outro lugar... De preferência em outro planeta.
  • anônimo  18/08/2013 04:40
    Falou, falou e não disse nada. Ou seja, mais um esquerdista retardado.
  • Rafael  23/05/2014 13:13
    Nem é. É só um retardado mesmo. Porque não disse nada com nada.
    Serio...essa pessoa que comentou isso ai acima não tomou o remédio dela hoje.
  • vladimir  31/10/2016 17:08
    Leia a republica de Platão meu jovem.
  • Anto  12/02/2015 20:33
    No entanto, basta o crime ser de homofobia ou estupro, e de repente a esquerda que quase quer adotar assassinos começa a soltar fogo do nariz de indignação com o horror desses crimes.

    Homofobia só não existe quando cometida por muçulmanos. E se o estuprador for ''di menor'' vai ser defendido pelo ''direito dos manos''.
  • anônimo  14/07/2016 20:04
    Errado, não é só isso.
    Tudo pra esse pessoal é homofobia.Tudo pra esse pessoal é machismo.
    Quando a mina lá namorada de traficante foi estuprada por trinta, eles não se revoltam com os estupradores, se revoltam com a 'cultura do estupro'.
    Daqui a pouco até olhar vai ser considerado estupro.
  • Adonias  09/08/2013 16:36
    Dos melhores artigos que li por aqui em 2013.

  • joao  09/08/2013 16:36
    Eu sou fã do Thomas Sowell! Suas entrevistas, bem como seus artigos, são de uma clareza incontestável. Seria muito bom que voltassem a divulgá-lo mais na mídia brasileira.

    Eu particularmente queria saber a opinião dele sobre as "cotas sociais" nas universidades.
  • Tory  09/08/2013 16:58
    veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tag/thomas-sowell/
  • Bernardo F  09/08/2013 20:42
    Thomas Sowell escreveu um livro detonando as ações afirmativas.
    O título é "Ação Afirmativa ao Redor do Mundo": www.livrariasaraiva.com.br/produto/170234/acao-afirmativa-ao-redor-do-mundo-estudo-empirico.
  • Marcos  09/08/2013 17:28
    Esse texto é magnífico. Calaria a boca de qualquer esquerdista defensor dos pobres e oprimidos se eles tivessem um pingo de vergonha na cara.

    Uma verdadeira lição de moral e humildade a todos que se acham os iluminados.
  • Pupilo  09/08/2013 17:31
    Excelente artigo... Um tapa na cara de idiotas úteis.
  • Papagaius Brasilis  09/08/2013 18:12
    Aê Thomas Sowel! Como sempre muito foda! É isso aí meu! Sou fã desse negão (negão = grande negro - antes que os vitimistas venham aqui me acusar)!

    Tem uma par de vídeos bons dele no youtube.
  • Anarcofóbico  09/08/2013 21:04
    O que vcs se negam a ver é o grande avanço que o nosso país tem alcançado nos últimos anos. A esquerda levantou o Brasil e alçou IDH a níveis recordes! Lamento ver tantas críticas a uma ideologia que tem liberto pessoas das garras do capitalismo e seus efeitos degradantes. A história e a sociologia já comprovaram que o capitalismo puro só serviu para explorar e sujeitar pessoas às mais intensas atrocidades por causa do lucro!

    A apologia libertária ao uso de armas tb é algo que não podemos tolerar. Penso que até mesmo os policiais devam ser proibidos de usar armas para evitar episódios como o dessa semana. Tudo o que a sociedade precisa agora é de um estado forte e de políticas que visem ampliar a governabilidade por meio de mais políticos e leis. E o que eu vejo é que a esquerda está honestamente lutando pela uma sociedade mais igual e justa, enquanto que a direita se afunda em escândalos de propina e corporativismo, tanto criticado justamento pelos da direita!
  • Renato Souza  11/08/2013 15:59
    Anarcofóbico.

    Gratíssimo pela bola levantada:

    O IDH brasileiro é baixíssimo. não é motivo de orgulho de modo algum. Nossa posição relativa tem estado quase inalterada. Alguma melhora nas condições do povo sempre acontecem em épocas normais, por causa do gradativo enriquecimento da sociedade, e isso vem acontecendo desde muitos séculos. Esse enriquecimento gradual da sociedade é causado pela melhoria e aumento dos fatores de produção (a chamada acumulação de capitais), que causa maior produção de riquezas.

    Quem tem motivo de orgulho são os povos de vários países do extremo oriente, que em poucas décadas passaram da miséria para a prosperidade, com uma melhoria imensa da qualidade de vida do povo. Seguindo, é claro, diretrizes econômicas opostas àquelas das esquerdas.
  • Mohamed Attcka Todomundo  11/08/2013 18:19
    "A esquerda levantou o Brasil e alçou IDH a níveis recordes!" vc ñ prestou atençao a nada do q o texto diz quanto "a criterios arbitrarios p/ se produzir estatisticas adotados por burocratas", né?
  • Ezekyel  16/08/2013 12:56
    O que uma lavagem cerebral não faz com uma pessoa. O Brasil hoje tem um IDH baixo com um péssimo índice de liberdade econômica, além de convivermos com uma sociedade que sobrevive de compra de votos que recebe o nome de bolsa-família.
  • Rubens Mesquita  22/10/2013 19:25
    A política econômica dos últimos mandatos pegou uma "onda" de crescimento devido a alguns fatores:

    -O preço das commodities esteve alto em meados da década passada, o que trouxe algum crescimento;

    -Quando a crise da Bolha imobiliária americana se propagou, houve uma enxurrada de dólares vindo para o Brasil via capital especulativo. Esse capital ajudou ao governo promover um crescimento insustentável, baseado no aumento do consumo e endividamento, e não na expansão da infraestrutura e produção. Esse dinheiro "barato" já secou, conforme vemos as notícias do FED americano.

    Nosso governo criou programas como Minha Casa Minha Vida que só ajudou a criar nossa própria Bolha Imobiliária, que está em vias de estourar e irá causar muito desemprego e vai contaminar toda a cadeia produtiva. (Dias ruins estão se avizinhando).

    Programas como o Bolsa família, já citados no texto, apenas causaram um crescimento ilusório, principalmente no comércio varejista, porém é insustentável a longo prazo, pois apenas aumenta o gasto governamental e não estimula a produção, somente o consumo, o que causa inflação e dívida pro governo.

    Já vemos as consequências do final da farra do crédito. Antes poderia-se comprar veículos sem entrada financiados, hoje isso não é mais possível.
    A nossa bolha imobiliária será apenas a cereja do bolo de uma recessão que iremos enfrentar devido a essa política econômica desastrosa. Junte isso a empresas fajutas como o mundo X falindo e dando calote nos empréstimos feitos com dinheiro do contribuinte, pirâmides diversas causando falência em famílias, crédito escasso, dívida interna astronômica, inflação disparando forçando a aumentar os juros, etc
    O comércio enfrenta seu pior ano desde 2005, só pra ter ideia.
  • J. Rodrigues  08/01/2015 20:24
    Rubens Mesquita, você falou quase tudo. Talvez não tenha querido se estender, mas o fato é que o estrago é muito maior. O "crescimento ilusório", que você muito bem citou, é muito mais desastroso porque além de ser ilusório é perverso porque criou um falso bem estar, uma falsa vaidade que não se sustenta. Sou pequeno empresário de comércio e indústria. Trabalho na indústria há mais de seis décadas e no comércio há quase três. Os últimos trinta anos andamos para trás. O seguro desemprego da forma como é aplicado (agora estão mexendo), o bolsa família como é aplicado (um dia vão ter que mexer), esse programa habitacional, com esse nomezinho demagogo "minha casa minha vida" (muito mais caro do que vale), esses cursinhos faz-de-conta-que-são-técnicos que não ensinam nada que se aproveite, são de uma covardia e de uma maldade que faz dó. O pior é que as gerações atuais não têm parâmetros para avaliar e a hora que tiver que desfazer todo esse "imbróglio" - e terá de ser desfeito um dia - as pessoas vão se sentir perseguidas ou injustiçadas, sei lá. Que Deus tenha piedade das gerações futuras.
  • Sarah Moreira Utzig  09/08/2013 23:05
    Arrogante e presunçoso o autor do texto. Fácil dividir a humanidade entre os 'bonzinhos' e os 'malvados' e se colocar do lado dos 'bons'. Uma auto-proclamada superioridade moral que chega a ser nojenta. Cada indvíduo tem sua própria história e razões tanto para ser um.'bandido' quanto para ser um 'cidadão de bem'. O autor cria os mesmo estereótipos que as pessoas que ele critica criam, ele apenas tem uma opinião diferente sobre eles. Mas as pessoas não são esterótipos, felizmente.
  • Darwin  09/08/2013 23:41
    "Arrogante e presunçoso o autor do texto."

    Por quê?

    "Fácil dividir a humanidade entre os 'bonzinhos' e os 'malvados' e se colocar do lado dos 'bons'."

    Isso é relativismo moral de sua parte. Há sim bondade e maldade no mundo, e ambas são perfeitamente identificáveis. Cada a você, a acusadora, especificar o erro na exposição do autor, explicar por que não se pode dizer que há maldade e bondade no mundo, e mostrar onde (e por quê) o autor foi hipócrita ao se colocar do lado dos bons (se é que ele de fato fez isso).

    "Uma auto-proclamada superioridade moral que chega a ser nojenta."

    Dê um exemplo de sua "auto-proclamada superioridade moral" nojenta. Explique por que se trata de uma auto-proclamada superioridade moral e explique por que ela "chega a ser nojenta".

    "Cada indvíduo tem sua própria história e razões tanto para ser um.'bandido' quanto para ser um 'cidadão de bem'."

    Este seu relativismo moral é que é nojento. Ele serve de desculpa para se cometer absolutamente todo e qualquer tipo de atrocidade. Um sujeito pode estuprar uma criança e dizer "tem sua própria história e razões" para isso -- talvez por ter tido uma infância problemática.

    Um indivíduo pode invadir a casa de uma família, fazer uma chacina e dizer que "tem sua própria história e razões tanto para ser um bandido". Certamente porque estava tendo um dia ruim.

    O seu relativismo é nojento.

    "O autor cria os mesmo estereótipos que as pessoas que ele critica criam, ele apenas tem uma opinião diferente sobre eles"

    Cite exemplos para substanciar sua argumentação.

    "Mas as pessoas não são esterótipos, felizmente."

    A sua opinião aqui expressa é um perfeito estereotipo da esquerda progressista e moralmente relativista.
  • Sarah   10/08/2013 01:13
    Darwin, eu não lhe devo explicação alguma, mas como estou com paciência vou me prestar a responder ponto a ponto suas críticas estúpidas:

    "Fácil dividir a humanidade entre os 'bonzinhos' e os 'malvados' e se colocar do lado dos 'bons'."

    Isso é relativismo moral de sua parte. Há sim bondade e maldade no mundo, e ambas são perfeitamente identificáveis. Cada a você, a acusadora, especificar o erro na exposição do autor, explicar por que não se pode dizer que há maldade e bondade no mundo, e mostrar onde (e por quê) o autor foi hipócrita ao se colocar do lado dos bons (se é que ele de fato fez isso).


    Nobre estúpido, sob o ponto de vista individual toda moral é relativa. E esse é exatamente o ponto do meu comentário. Você ao menos entendeu isso, e pelo menos sinto-me satisfeita de ter sido suficientemente clara nesse ponto que até mesmo você conseguiu compreender.

    Se você acredita em alguma religião ou outra corrente filosófica que estabelece um padrão de conduta moral você é perfeitamente livre para fazê-lo e de forma alguma criticarei você ou o autor do texto pelo direito em defender suas crenças. Entretanto, existem diversos padrões morais contraditórios no mundo e o risco de se confundir crença com fato é grande.

    O que ocorre é que a vida nos impõe diversas situações nas quais um imperativo moral pode ser relativizado. Matar um parente seria algo abominável em 100% das doutrinas morais que conheço, mas em uma situação de vida ou morte às vezes é algo necessário a própria sobrevivência. Tanto você e o autor do texto dizem que a maldade e a bondade são fáceis de ser identificadas, mas vocês partem do princípio de que o padrão moral de vocês é o correto; ou seja, neglicenciam todos os outros padrões morais existentes. Neglicenciam, inclusive, o fato mais óbvio: os "bandidos", "estupradores", "homicidas", etc., também tem o seu próprio padrão moral.

    "Uma auto-proclamada superioridade moral que chega a ser nojenta."

    Dê um exemplo de sua "auto-proclamada superioridade moral" nojenta. Explique por que se trata de uma auto-proclamada superioridade moral e explique por que ela "chega a ser nojenta".


    Eu não tenho uma "auto-proclamada superioridade moral", nobre estúpido; nunca disse isso. Pelo contrário, sou cheia de coisas que acredito serem defeitos, e posso ser uma pessoa extremamente cruel e irritante as vezes. Mas admito que minha crueldade e até meus defeitos me ajudaram a superar muitas adversidades. Sobre a "nojeira" em relação ao texto, é simplesmente o sentimento que me provocou. Quando sinto o cheiro de cocô eu sinto nojo; quando li o texto senti algo do tipo.

    [/i]"Cada indvíduo tem sua própria história e razões tanto para ser um.'bandido' quanto para ser um 'cidadão de bem'."

    Este seu relativismo moral é que é nojento. Ele serve de desculpa para se cometer absolutamente todo e qualquer tipo de atrocidade. Um sujeito pode estuprar uma criança e dizer "tem sua própria história e razões" para isso -- talvez por ter tido uma infância problemática.

    Um indivíduo pode invadir a casa de uma família, fazer uma chacina e dizer que "tem sua própria história e razões tanto para ser um bandido". Certamente porque estava tendo um dia ruim.

    O seu relativismo é nojento.[/i]

    Nobre estúpido, mais uma vez você está se colocando como moralmente superior e debatendo a questão apenas sob o seu estrito ponto de vista e achando que toda a humanidade deveria ser igual a você. É claro que o ideal seria que nenhum sujeito estuprasse uma criança, mas existem sujeitos que fazem isso mesmo sabendo das consequências. Bem, se existem pessoas que se arriscam a buscar um prazer em estuprar uma criança, algo abominável para quase todo o resto da população, é óbvio que existe algo de errado com elas; se tratam de pessoas doentes.

    O seu preconceito e ignorância são tão imensos que você fala de uma "infância problemática" de modo irônico. Bem, a "infância problemática" pode sim ser um fator para criar um sociopata (até porque a infância é a fase mais importante no desenvolvimento de um indivíduo), mas não apenas isso influencia, estúpido. Além de questões genéticas, são diversos os fatores que fazem a história de uma pessoa e a transformam em um criminoso, em um sociopata ou em um professor. Além disso, a "infância problemática" do estuprador João, por exemplo, nunca será igual a infância problemática do assaltante Darwin, da golpista Sarah ou do pedreiro José. Cada indivíduo é único e acredito que você tenha o mínimo de inteligência para perceber isso.

    Em suma, a vida nos apresenta diversas situações difíceis e as opções que temos para responder a essas situações são limitadas por questões materiais, psicológicas, sociais, físicas, morais, etc., as variáveis que influenciam nossas decisões diárias são virtualmente incontáveis.

    E respondendo sua hipótese: se um indivíduo causar algum mal a alguma família ele deve ser severamente punido. Ele causou um mal enorme àquelas pessoas (LEIA-SE BEM ÀQUELAS PESSOAS) e a sociedade dá as pessoas daquela família o direito de exigir uma vingança (sob o apelido de justiça). Mas isso exclui o fato de que o criminoso tinha seus motivos para cometer o ato; se ele for punido ou deixar de ser punido suas razões para cometer o ato permanecem inalteradas. Em nenhum momento eu disse que crimes deveriam permanecer sem punição, eu disse que existem razões que levam as pessoas a cometer crimes. E se queremos um mundo sem crimes o primeiro passo é compreender essas razões; e para compreender os crimes é preciso escutar os criminosos.

    "O autor cria os mesmo estereótipos que as pessoas que ele critica criam, ele apenas tem uma opinião diferente sobre eles"

    Cite exemplos para substanciar sua argumentação.


    Estão no texto. Se você tem preguiça de lê-los ou se é burro demais para identificá-los não é problema meu.

    "Mas as pessoas não são esterótipos, felizmente."

    A sua opinião aqui expressa é um perfeito estereotipo da esquerda progressista e moralmente relativista.


    Foi ótimo você deixar essa pérola para o final, hahahaha. Primeiro porque eu não sou de esquerda, haha. E segundo porque minhas principais inspirações filosóficas para esse meu "relativismo moral" não são nada de esquerda! hahaha

    Aqui você quis jogar meu argumento contra mim mesma e falhou feio, estúpido. Principalmente porque presumiu que eu sou uma militante de esquerda ou algo do tipo, pelo simples fato de ter criticado o texto, haha. Vocês que vivem num mundo de esquerda ou direita são todos iguais: se me criticou só pode ser do outro "lado". Bem, eu já fui acusada várias vezes de de ser de ambos os "lados" (como se fosse um crime pertencer a qualquer um deles), e em todas as vezes o lado pro qual fui jogada dependia da conveniência de quem estava me criticando.

    Mas acho que o mundo precisa ainda de esquerdistas e direitistas fanáticos, o choque de opiniões contraditórias é importante para o avanço da sociedade. Acho que se tem um lado dizendo e fazendo um monte de besteiras é preciso ter alguém de um outro lado para apontar o dedo e criticar, mesmo que as críticas também sejam besteiras.

    E eu sou do grupo dos chatos que fica apenas assistindo a briga, e de vez em quando critica um lado ou outro quando emerge algum tema que interessa.
  • Darwin  10/08/2013 03:00
    A insuficiência intelectual dessa gente (relativistas morais) é tão inacreditável que chega a ser cômica. Vejam só:

    Dona Sarah diz que o autor do texto possui uma "auto-proclamada superioridade moral que chega a ser nojenta."

    Aí eu venho e faço o seguinte pedido a ela: "Dê um exemplo de sua "auto-proclamada superioridade moral" nojenta".

    Ou seja, pedi que ela apontasse os defeitos do autor. E o que a dona responde? Isso:

    "Eu não tenho uma "auto-proclamada superioridade moral", nobre estúpido; nunca disse isso. Pelo contrário, sou cheia de coisas que acredito serem defeitos, e posso ser uma pessoa extremamente cruel e irritante as vezes."

    Ou seja, a dona é simplesmente incapaz de distinguir o real significado de um pronome possessivo. E ainda tem a cortesia de me chamar, repetidas vezes, de "nobre estúpido".

    Se eu sou um nobre estúpido, creio não estar exagerando ao dizer que ela é uma plebéia ignara.

    E dá-lhe festival de relativismo moral. Comento algumas perolas:

    "toda moral é relativa",

    Só se for a dela. A minha é pautada pelo certo e pelo errado. E de forma indelével.

    "existem diversos padrões morais contraditórios no mundo e o risco de se confundir crença com fato é grande"

    Ela ignora que o certo e o errado não são relativos, mas sim perfeitamente definíveis a priori.

    "Tanto você e o autor do texto dizem que a maldade e a bondade são fáceis de ser identificadas, mas vocês partem do princípio de que o padrão moral de vocês é o correto; ou seja, neglicenciam todos os outros padrões morais existentes. Neglicenciam, inclusive, o fato mais óbvio: os "bandidos", "estupradores", "homicidas", etc., também tem o seu próprio padrão moral."

    Ou seja, não existe certo e errado. Tudo é relativo e vai de acordo com o padrão moral de cada um. Se um estuprador estupra, tudo bem, afinal, ele possui seu próprio padrão moral.

    "É claro que o ideal seria que nenhum sujeito estuprasse uma criança, mas existem sujeitos que fazem isso mesmo sabendo das consequências. Bem, se existem pessoas que se arriscam a buscar um prazer em estuprar uma criança, algo abominável para quase todo o resto da população, é óbvio que existe algo de errado com elas; se tratam de pessoas doentes."

    Notem que ela não sugere nenhuma punição. Apenas diz que o estuprador de crianças é um doente. Exatamente o tipo de comportamento citado no início do artigo. É por isso que ela disse ter ficado com nojo do artigo. Viu-se retratada ali.

    "Além de questões genéticas, são diversos os fatores que fazem a história de uma pessoa e a transformam em um criminoso, em um sociopata ou em um professor."

    Viu só? Essa é pra quem acha que o artigo exagerou e inventou caricaturas. Há aqui uma alma caridosa que se prontificou a ratificar tudo o que o artigo disse.

    "Em nenhum momento eu disse que crimes deveriam permanecer sem punição, eu disse que existem razões que levam as pessoas a cometer crimes. E se queremos um mundo sem crimes o primeiro passo é compreender essas razões; e para compreender os crimes é preciso escutar os criminosos."

    Traduzindo: assassinos, assaltantes e estupradores têm seus motivos. Se quisermos que eles não ajam, não devemos simplesmente tirá-los de circulação. Não, nada disso. Temos de "escutar os criminosos", ser carinhosos, compreensivos, atenciosos e fornecer amor. Muito amor.

    Paro aqui. Não dá mais.
  • anônimo  10/08/2013 10:01
    'Dona Sarah diz que o autor do texto possui uma "auto-proclamada superioridade moral que chega a ser nojenta."

    Aí eu venho e faço o seguinte pedido a ela: "Dê um exemplo de sua "auto-proclamada superioridade moral" nojenta".

    Ou seja, pedi que ela apontasse os defeitos do autor. E o que a dona responde? Isso:

    "Eu não tenho uma "auto-proclamada superioridade moral", nobre estúpido; nunca disse isso. Pelo contrário, sou cheia de coisas que acredito serem defeitos, e posso ser uma pessoa extremamente cruel e irritante as vezes."

    Ou seja, a dona é simplesmente incapaz de distinguir o real significado de um pronome possessivo. E ainda tem a cortesia de me chamar, repetidas vezes, de "nobre estúpido".'


    haha Isso mostra bem o nível intelectual desse povo.Patético!

  • TC  10/08/2013 03:08
    Lembrei de uma doutrina moral que não condena matar parentes! A do marxismo! Basta que eles ainda não tenham nascido, ou que sejam muito velhinhos ou doentes, ou que se promulgue uma lei limitando o número de filhos, etc.
  • Sérgio  10/08/2013 04:06
    "Primeiro porque eu não sou de esquerda"

    Não é o que parece. Seus comentários é todo cheio de clichês e frases de efeito politicamente correto.

    A moral não é "relativa" coisíssima nenhuma. Existe o certo e o errado. Matar é errado (exceto se for por egítim defesa). Roubar, violentar, é errado em qualquer hipótese.
  • anônimo  10/08/2013 10:19
    'E eu sou do grupo dos chatos que fica apenas assistindo a briga, e de vez em quando critica um lado ou outro quando emerge algum tema que interessa.'

    Não, você é uma idiota útil, defende vários clichês esquerdistas sem nem entender o que está falando.Você é tão ignorante que não sabe que a fonte real de todas essas besteiras que você vomita pela boca, e que infestam o ambiente universitário, a escola de Frankfurt, Adorno, Hockeimer, etc, era toda feita de esquerdinhas que odiavam o capitalismo com todas as forças e colocavam isso nas besteiras que inventavam e ensinavam.

  • Rafael Fernandes  14/07/2016 04:44
    Disse tudo anônimo. Essa VIGARISTA não merece essa audiência toda. Ele so traz as mesmas contra argumentações de sempre. Quando não pode responder, não responde. Vc pede um exemplo negativo na pessoa de Tomas Sowel e ela responde falando em defesa própria. O que me irrita nos esquerdistas é a sua incrível crueldade em lidar com o SOFRIMENTO HUMANO, como se fosse uma questão de moralismo cientifico e não uma questão de boas ações e justiça e que nunca foram e nem pode ser relativos. Se preto e branco, bom e mau, justo e injusto fossem relativos, não haveria raciocínio, não haveria ciência, nem sociologia, nem psicanálise, nem a esquerda, nem este site.
  • Aldenir  10/08/2013 13:13
    Não sei se lemos o mesmo texto, mas tenho algumas dúvidas na sua argumentação.

    1- O autor não entra na questão de moral individual. Independente da moral individual, uma sociedade possui uma "moral vigente" e esta não é relativa. Pode mudar com o tempo, mas dentro dela é fácil identificar o que seria certo e errado na maioria das vezes. Ele critica justamente a estereotipo criado que todo adolescente criminoso é um jovem problemático. Ele colocou que pode ocorrer desse adolescente ser simplesmente mal, porque sim, e mesmo que você dissesse que neste caso ele seria doente, ele pode simplesmente tomar as medidas que tomou por as achava corretas (com o seu próprio e citado código de moral individual) só que para a sociedade em que ele vive, isso não é o correto.

    2- Acho que o Darwin perguntou a você, exemplos da auto-proclamada superioridade moral do autor e não sua.

    3- Concordo com você com a ideia de tentar entender o porque dos crimes e já que não há nada na sua argumentação contra a punição dos criminosos, acho que não se tem muito o que se preocupar com isso. Saber as histórias e entender os motivos de um crime não é um problema (pelo menos não para mim), aliás, não vi no texto o autor se colocando contra esse fato também. Ele simplesmente aborda o tema do ponto de vista da tentativa de "gerar uma impunidade" para os criminosos com esses argumentos. É com esse tipo de argumento que o Polansk é defendido até hoje por quase toda a "mídia" de esquerda e consegue se manter fora dos EUA.

    P.S: Justiça sempre foi uma forma de padronizar a vingança para que esta não seja desproporcional de acordo com o código moral de uma determinada sociedade. Isso torna ela assim, uma forma JUSTA, dentro daquela sociedade, de imputar penas a diversos crimes. Sem ela (ou qualquer coisa parecida), seria difícil avaliar e controlar a resposta de cada indivíduo perante qualquer tipo de situação em que este sofra danos. Da mesma forma que se deve entender e conhecer a história e motivo de qualquer criminoso, também devemos entender e conhecer a história e valores de todas as vítimas destes.
  • Sarah  10/08/2013 16:45
    Aldenir, em primeiro lugar obrigada por não levar minhas críticas ao texto para o lado pessoal e manter sua resposta dentro do assunto. Isso é raro.

    Vamos por pontos:

    1 - Sim, Aldenir, é exatamente o mesmo que disse até agora, MAS a maioria das pessoas aqui (inclusive o autor) esquece que não existe apenas uma sociedade. Não existe apenas um "código" ou "padrão" moral vigente no mundo todo. Para bilhões de pessoas o adultério é um dos piores crimes, passível de pena de morte; para a nossa sociedade nem crime é. Racismo era algo comum na sociedade ocidental até pouco tempo, hoje é um crime inafiançável. Até hoje os "direitos humanos" é uma discussão interminável nas Nações Unidas; todos concordam que os direitos humanos são "sagrados", mas praticamente não existe acordo em relação quais são esses direitos (eu sou formada em Relações Internacionais, então desse tema eu entendo).

    Em nenhum momento eu neguei a existência da moral coletiva (muito pelo contrário, isso seria uma estupidez). A moral coletiva de uma sociedade estabelece um padrão, mas não existe nenhuma obrigação ao indivíduo em segui-lo (exceto alguns comportamentos que são traduzidos em leis); esse padrão moral vai exercer influência na formação de uma pessoa, mas o grau de influência, os valores que serão introjetados e os que serão refutados, enfim, vão variar muito entre os indivíduos.

    Como quem molda a moral coletiva são os próprios indivíduos e como os indivíduos têm o poder de decisão em seguir ou não esse padrão, essa moral coletiva vai sendo modificada ao longo do tempo (como você já ressaltou); assim o que hoje é "mau" amanhã pode ser "bom" e vice-versa; da mesma forma, o que hoje é "bom" aqui no Brasil é "mau" no Afeganistão ou em algum outro lugar. E, além de tudo isso, existe a moral individual; que pode negar todos os padrões vigentes e criar uma outra versão. Por isso que se fala em uma relatividade moral, pelo simples fato de que existem 7 bilhões de pessoas, cada uma com seus próprios valores, crenças e interesses. Acho ser muita pretensão falar em um "certo e errado" absoluto ou em um "bem e mal" absoluto quanto existem 7 bilhões de outros indivíduos que em um ou outro ponto (ou em todos) irão discordar totalmente de você.

    2 - Sim, e eu respondi pra ele. Estão no texto, na linguagem do autor e na forma de abordagem dele. Se alguns leitores são incapazes de interpretar o texto não é problema meu.

    3 - Então, como eu já disse umas 50 vezes: eu não sou militante de nada, tenho minhas próprias convicções políticas e não sigo esquerda, direita, partido político nem nada do tipo. Meu argumento em relação a esse ponto do texto é que somente a punição aos criminosos não resolve nada, pelo contrário, pode gerar ainda mais criminalidade. Muitos jovens criminosos também cometem crimes sob a ideia de estarem "punindo" ou "se vingando" de uma sociedade que os neglicencia e os abandona. Se isso é certo ou errado na minha opinião ou na opinião de quem quer que seja não interessa. O fato deles cometerem crimes sob essa motivação existe e é preciso lidar com isso. Se muitos jovens se sentem abandonados e com um ódio incontrolável contra toda a sociedade acho que a sociedade deveria pensar em uma forma de integrá-los e fazer com que eles se sintam parte dela. E acredito que rotulá-los de "maus" e jogá-los em uma masmorra não resolve o problema.

    Isso de forma alguma é defender a impunidade, antes que alguém me atire uma pedra, haha. Sinceramente nunca li texto algum "defendendo impunidade" seja de autor de esquerda ou direita. Alguém pode interpretar um texto como quiser; muitos aqui tem interpretado minhas palavras como defensoras de uma impunidade, haha. Quando se escreve algo não há como controlar como as pessoas vão interpretar. Quem escreve costuma fazer o possível para deixar suas ideias claras, mas as vezes falha nessa tarefa ou as vezes os leitores são incapazes de entender essas ideias.

    Sobre o tema em questão, o que tenho a dizer é que todo mundo que sofre um dano exige uma punição e uma reparação, e as leis do Estado e o monopólio da força que a sociedade dá a ele garantem que as pessoas tenham sua vingança ou reparação toda vez que sofre um dano ou uma perda. Nós chamamos de justiça, mas isso apenas um nome mais nobre para castigo, vingança e reparação. Nesse ponto estamos de acordo, Ademir. Em nenhum momento eu questionei a importância das leis e de um sistema jurídico, pelo contrário; sem isso voltaríamos a idade da pedra, haha.

    Legal você falar sobre o ponto de vista das vítimas, Ademir. Me caiu realmente a ficha sobre o significado da justiça quando ouvi e refleti sobre um desabafo da mãe daquela dentista assassinada por três caras porque tinha "muito pouco dinheiro". Quando o repórter perguntou pra senhora sobre justiça ela somente respondeu: "não existe justiça que vai trazer minha filha de volta".
  • Andre  10/08/2013 18:37
    "Se muitos jovens se sentem abandonados e com um ódio incontrolável contra toda a sociedade acho que a sociedade deveria pensar em uma forma de integrá-los e fazer com que eles se sintam parte dela. E acredito que rotulá-los de "maus" e jogá-los em uma masmorra não resolve o problema."

    Então faça a sua parte e adote um jovem "com um ódio incontrolável contra toda a sociedade" para "integrá-lo e fazer com que ele se sinta parte da sociedade"!

    Só tome cuidado pois talvez ele resolva te fazer mal, muito mal, mas como você mesma diz "ele tem suas razões".
  • Sarah  10/08/2013 19:49
    Adotar criminosos?!?! Nããããão, gente! Isso é coisa do mal, do demo! Tem que mandar toda essa gentalha para o inferno!!! Só adotarei gatinhos que são fofinhos e não fazem mal a ninguém :)
  • Sérgio  10/08/2013 22:32
    Então faça a sua parte e adote um jovem "com um ódio incontrolável contra toda a sociedade" para "integrá-lo e fazer com que ele se sinta parte da sociedade"!

    Perfeitamente. Esquerdista é tudo hipócrita. Todos eles vêm com esse papo de "reintegrar bandido à sociedade", mas nunca ví nenhum deles adotar ou dar abrigo a um bandido.
  • Bom Santo  16/08/2013 14:49
    Ora, a sara parece sofrer de acefalia assimétrica.

    Se um sujeito tem tem motivos para odiar a sociedade, mesmo que esta não atue contra ele mas apenas os indivíduos que compoem a sociedade não o mimam e nem lhe atendem as demandas em troca de nada, e por isso essa sociedeade tem que entende-lo e aceita-lo fazendo-lhe concessões.

    Isso é oq Sara assimétrica defende. Todos que agem de alguma forma possuem uma motivação. Ações involuntárias não são o caso em questão.
    Se o sujeito possui alguma deficiencia e necessidades que não consegue atender através de si mesmo usando de suas habilidades convencer, criar, produzir e etc., ninguém tem culpa disso.

    Se a sociedade (todos os demais indivíduos) tem que entender os bandidos e fraternamente atende-los em suas demandas para desta forma tentar evitar que os facínoras pratiquem atos contra esses individuos que compõem a sociedade...

    ORA, A RECIPROCA É VERDADEIRA:
    PORQUE OS BANDIDOS NÃO ENTENDEM A SOCIEDADE E A E3LA SE ADAPTAM COMO CIDADÃOS HONESTOS E INOFENSIVOS A FIM DE QUE A SOCIEDADE (OS INDIVÍDUOS) NÃO AJAM CONTRA ELES (os bandidos)?????

    Portanto, é completamente estúpido o amontoado de asserções estapafurdias que Dna Sara produz exatamente conforme aprendeu. Assemelhando-se a um papagaio.

    A sociedade TAMBÉM TEM RAZÕES OU MOTIVAÇÕES, CABE ENTÃO AOS BANDIDOS ENTENDEREM QUE NÃO DEVEM ATACAR OS INDIVÍDUOS DA SOCIEDADE OU ENTÃO ESTA LEGITIMAMENTE DEVERÁ DAR-LHES A DEVIDA RETRIBUIÇÃO (JUSTIÇA): Se fazem o mal devem ser combatidos com o mal ainda maior, dado que é justo um adicional por conta de "multa" ou juros devido o bandido iniciar a agressão e causar aainda "custos" para que receba a JUSTA RETRIBUIÇÃO!!!!

    ...Bandido que viola direitos humanos, que não respeita nenhum direito alheio, não deve ter nenhum direito respeitado.

    Isso é justiça!!!! ...Bandidos tem que entender a sociedade e adaptarem-se a ela, ou DEVEM SOFRER AS CONSEQUENCIAS DE SEUS ATOS. ...Não o contrário, como adfvoga a plebéia estupida.
  • Aldenir  10/08/2013 13:18
    Causando um Flood (não sei o que é considerado flood, aqui.

    Acho que a ideia central do texto é criticar a forma como a esquerda tenta de todo modo se intrometer na vida das pessoas sem que isso seja solicitado. O que ele reclama é principalmente da arrogância de alguém que quer rotular como deve ser a vida de um cidadão e o quando ele deve ou pode fazer algo. Para mim isso fica claro quando ele dá os exemplos do tempo de horas trabalhadas na China e as ONGs que tentam diminuir isso ou as regras e regulamentações criadas para "ajudar" as pessoas menos favorecidas.
  • anônimo  10/08/2013 15:51
    'eu disse que existem razões que levam as pessoas a cometer crimes. E se queremos um mundo sem crimes o primeiro passo é compreender essas razões; e para compreender os crimes é preciso escutar os criminosos.'

    Falácia do argumento non sequitur. A conclusão não tem nada a ver com as premissas.
    Não há nada que indique que um mundo sem crimes precisa passar necessariamente pela 'compreensão' dos crimes.E pior ainda é achar que o caminho pra compreender alguma coisa é ouvir o criminoso, a única coisa a aprender assim são novas desculpas pra bancar a vítima, vindas de gente que não tem vergonha na cara o suficiente pra se responsabilizar pelo que faz.
  • Sarah  10/08/2013 19:30
    Ai ai, usar expressões em latim pra tentar fazer o argumento soar inteligente, tsc tsc. Eu não sei latim e não faço a menor ideia do que as palavras que você escreveu significam. Mas como você também mostrou que não sabe seguir uma linha de raciocínio e colocou a carruagem na frente dos bois (já que é possível compreender um ato sem precisar conhecer as motivações da pessoa que cometeu o ato), estamos virtualmente quites na ignorância :)

    Ah, e vale lembrar que as palavras representam apenas uma pequena uma pequena fração da comunicação. Quando eu digo escutar as pessoas não me refiro apenas às palavras delas. Pelo que já li aqui, desde a primeira crítica a minha resposta ao texto, os leitores deste site se agarram demais ás palavras. "Palavras são vento" ;)

    Ah, e por fim devo dizer que eu me expressei mal de fato; acredito que sempre existirá criminalidade no mundo; por mais perfeitas que as leis de uma sociedade possam parecer. Mas não acho que isso ocorra porque umas pessoas são "boazinhas" e outras "malvadinhas" como os contos de fada e os filmezinhos de heróis e vilões sempre tentaram me ensinar, mas simplesmente porque as pessoas são diferentes e onde há diferença há divergência e onde há divergência há grande possibilidade de conflito.
  • anônimo  11/08/2013 00:34
    'Ai ai, usar expressões em latim pra tentar fazer o argumento soar inteligente, tsc tsc. Eu não sei latim e não faço a menor ideia do que as palavras que você escreveu significam. '

    lmgtfy.com/?q=falacia+non+sequitur
  • anônimo  11/08/2013 00:50
    'Ah, e vale lembrar que as palavras representam apenas uma pequena uma pequena fração da comunicação. '

    Ah é, esqueci que vocês pensam uma coisa, falam outra e querem que o cara entenda ainda outra que não tem nada a ver.
  • anônimo  11/08/2013 10:02
    Não precisa saber latim. Você saberia tranquilamente o que eu estava falando se conhecesse o mínimo sobre falácias lógicas.
    Se você não gosta do fato do nome delas ser em latim, problema seu, não meu.Até porque é típico de gente como você querer rebaixar o resto do mundo ao nível da própria mediocridade, transformando em crime o que é virtude e em defeito o que é qualidade, apenas pra não se sentir inferiorizada.
    E depois vem falar que não é esquerdista...
  • TC  10/08/2013 01:37
    "Cada indvíduo tem sua própria história e razões tanto para ser um.'bandido' quanto para ser um 'cidadão de bem'."
    Não costumo dar atenção a esses socialistas de Facebook e iPhone 5 mas essa foi demais! É o relativismo moral no seu apogeu! Angustiante ver o golpe que o marxismo é na civilização ocidental, qual degradante ele pode ser.
    Ademais, artigo maravilhoso. Ótima tradução também.
  • Gustavo BNG  10/08/2013 02:49
    Sarah, já estamos blindados contra inúmeras táticas esquerdistas... lucianoayan.com/rotinas-esquerdistas
  • Pedro  10/08/2013 02:54
    Sarah, se você estiver sendo irônica, por favor, aprenda com o típico filosófico: você tem que deixar algumas pistas ao longo do texto, de modo a possibilitar a identificação da piada. O modo mais comum é "passar do limite" em alguns momentos. Você chegou exatamente no limite da podridão em seu depoimento. Se a intenção foi ironizar, você não se saiu mal, mas precisa melhorar. Se a intenção foi mimetizar a podridão, você é um gênio. Se você é isso aí mesmo... Então é caso pra estudo. Aí já nem me dirijo mais a você. Tem que ser estudado isso, como funciona esse tipo de cérebro, se isso é hereditário etc.
  • joao  10/08/2013 03:09
    Favor, ler: Estratégias Esquerdistas: Apologia e Tolerância ao Crime.

    Não podemos ser tão duros contra o crime, pois o crime é um conceito que muda com o tempo.

    O raciocínio esquerdista também é errado pelo fato de considerar que se em alguns casos o conceito de crime mudou durante o tempo, isso não implica que todos os crimes devam passar pelo mesmo processo. Até por que alguns elementos são inerentes à espécie humana, em um contexto de vida social.

    Por isso não se deve esperar a descriminalização de estupro, latrocínio, assalto à mão armada, homicídio e terrorismo em nossas sociedades. Isso por que estamos falando de crimes que implicam diretamente em dano social, e prejudicam a vida em sociedade. É diferente, por exemplo, da criminalização de uma ação relacionada aos "bons costumes".

    Enfim, o fato de alguns conceitos relacionados ao crime mudarem de acordo com o tempo, não implica que todos os conceitos relacionados ao crime devem mudar de acordo com o tempo.

    Quando se fala em punição ao criminoso, falamos de crimes bárbaros e violentos, e não há uma boa justificação lógica para mudarmos estes conceitos de acordo com o tempo. Um estupro continuará sendo um estupro, e um latrocínio continuará sendo um latrocínio. Salvo, é claro, no caso do domínio absoluto da sociedade por esquerdistas, mas estes estão fora do discurso racional.

    Desta forma, a mudança de alguns conceitos sobre o crime no passado não faz nada em favor de dizer que não devemos punir crimes bárbaros no presente, crimes para os quais não há uma expectativa de que sejam "reclassificados" como ações virtuosas no futuro.


    Na dúvida se algo é crime ou não, eu adoto o PNA: Princípio da Não-Agressão. Se não agrediu ninguém, não é crime.
  • Sarah  10/08/2013 03:17
    Hahaha, vocês são engraçados :P
  • anônimo  10/08/2013 16:26
    "Arrogante e presunçoso o autor do texto."

    Se levarmos em conta o seu relativismo moral, pode-se dizer que ele é arrogante presunçoso segundo os seus padrões e que nos padrões dele agir de modo que você considera arrogante e presunçoso é perfeitamente normal é aceitável. Se assim fosse, quem seria você para juga-lo como arrogante ou presunçoso?

    "Fácil (...)"

    Aplicando o seu relativismo, temos um problema aqui também: o que é fácil? O que é fácil para você pode não ser para outro. Novamente, segundo você mesma, você está medindo com seus próprios padrões.

    "(...) dividir a humanidade entre os 'bonzinhos' e os 'malvados' e se colocar do lado dos 'bons'. Uma auto-proclamada superioridade moral que chega a ser nojenta."

    Com base no que você classifica uma ação como nojenta? Segundo seus relativismo moral, algo que é nojento para você pode não ser para outro, pois você está usando os seus padrões de "nojentisse" que são relativos e variam de uma pessoa para outra. Tudo isso segundo o seus relativismo moral. E, ainda segundo ele, você estaria autoproclamando sua superioridade moral ao classificar uma ação de nojenta, da mesma forma que o autor classifica algumas ações como erradas.


    "Cada indvíduo tem sua própria história e razões tanto para ser um.'bandido' quanto para ser um 'cidadão de bem'."
    Segundo essa lógica, o autor tem sua própria história e suas razões para agir de forma que você considera nojenta. E como veremos em sua próxima frase, ao criticar o autor por sua ação, você está criando o esteriótipo.

    "O autor cria os mesmo estereótipos que as pessoas que ele critica criam, ele apenas tem uma opinião diferente sobre eles. Mas as pessoas não são esterótipos, (...)"

    Não são esteriótipos? Isso segundo você, é claro. Pelos padrões de outros as pessoas podem ser esteriótipos, porque não? Quem é superior aos outros pra dizer que não.

    "(...) felizmente."
    Como assim? Onde fica o relativismo aqui? O que uns consideram bom, para outros pode ser ruim, não é assim segundo o seu relativismo? Você considera que "felizmente é assim" e outra pessoa pode considerar que "infelizmente é assim"... Para! Mas quem é você pra dizer o que "é" e o que "não é". O que "é" para você, pode "não ser" para outro pessoa.

  • Sarah  10/08/2013 16:52
    Anônimo, obrigada por relativizar minhas respostas e concordar comigo em tudo. :)

    Eu posso estar totalmente errada, sei muito bem disso, haha. Mas você também pode, também o autor do texto, enfim, todos nós. Como não podemos confirmar ou refutar a existência de uma verdade absoluta estamos, de alguma forma, todos certos e todos errados, ao mesmo tempo, rs.
  • Tory  10/08/2013 19:17
    "Como não podemos confirmar ou refutar a existência de uma verdade absoluta estamos, de alguma forma, todos certos e todos errados, ao mesmo tempo, rs."

    Não podemos, absolutamente? "Todos" não é um valor absoluto? Vê como o relativismo é frágil, e só as mentes frágeis aceitam-no na sua epistemologia?
  • Leonardo Couto  10/08/2013 20:23

    É a incoerência lógica do niilismo em ação. Um pensamento altamente esquizofrênico.
  • Sarah  10/08/2013 20:25
    "Como não podemos confirmar ou refutar a existência de uma verdade absoluta estamos, de alguma forma, todos certos e todos errados, ao mesmo tempo, rs."

    Não podemos, absolutamente? "Todos" não é um valor absoluto? Vê como o relativismo é frágil, e só as mentes frágeis aceitam-no na sua epistemologia?


    Se você tivesse interpretado o significado de todo o discurso e não mantido o foco da leitura apenas no significado das palavras entenderia que todos ou nenhum poderia ter sido utilizado com o mesmo efeito na minha argumentação. São ambos valores absolutos e opostos, assim como "certos" e "errados", termo que você deliberadamente negligenciou na sua tentativa de mostrar incoerência no meu discurso. Mas essa oposição é justamente o que faz com que uma afirmação negue a outra, ou seja, é uma negação absoluta (tomando as duas afirmações como uma só existe ali uma afirmação niilista).

    Meu discurso nega todas possibilidades como absolutas, ao mesmo tempo em que abre a possibilidade para que uma delas seja uma verdade absoluta, ainda que somente pela argumentação lógica isso não possa ser demonstrado. Isso acontece pelo fato de que a própria lógica tem limitações (a matemática, considerada a ciência "exata" por excelência, possui limitações - pequeno exemplo: dividir um inteiro em três partes exatamente iguais é algo impossível), e mesmo a lógica aplicada no desenvolvimento científico está limitado à condição humana. Somos seres finitos, portanto limitados por nossos corpos e a própria noção de nossa finitude.

    O que tentei dizer com poucas palavras mas, aparentemente, não consegui fazer você compreender: nossa condição humana nos impede de ter uma percepção completa do mundo. Nós percebemos o mundo de forma fragmentada (alguns filósofos chamam de "mundo fenomenico") e, portanto, distorcida daquilo que seria o "mundo real" (ou "mundo numênico"). Assim, nós somos incapazes de apresentar uma argumentação capaz de explicar todas as causas do universo, assim as únicas possibilidades para o conhecimento de uma verdade absoluta são a crença e o conhecimento intuitivo. Como essas não podem ser apresentadas por argumentação, elas só podem ser conhecidas individualmente, não podem ser demonstradas através da linguagem humana (como a linguagem matemática, por exemplo). Contudo, ainda que não possam ser apresentadas pela linguagem, não quer dizer que sejam necessariamente falsas, já que a linguagem também não pode refutá-las (não há, por exemplo, uma argumentação lógica capaz de refutar a existência de um deus ou de um mundo sobrenatural; são coisas que você acredita ou não acredita; intui sobre a existência ou intui sobre a não-existência).

    Enfim, não queria me alongar muito no tema porque não está diretamente relacionado ao texto, mas assim como todas as outras coisas ele também está relacionado ao texto (sim, porque todas as coisas existentes possuem uma relação direta ou indireta), e por isso achei necessária a explicação do meu raciocínio; ainda que tenha sido uma explicação incompleta.
  • joao  10/08/2013 19:36
    estamos, de alguma forma, todos certos e todos errados, ao mesmo tempo, rs.

    Essa sua afirmação é absoluta.

  • Andre  10/08/2013 19:44
    "Como não podemos confirmar ou refutar a existência de uma verdade absoluta estamos, de alguma forma, todos certos e todos errados, ao mesmo tempo, rs."

    Ora, se não podemos confirmar ou refutar a existência de uma verdade absoluta então também não podemos confirmar ou refutar o FATO de que não podemos confirmar ou refutar a existência de uma verdade absoluta.

    Essa é só uma frase inútil que não diz nada.

    É como quando alguém diz:
    "Tudo é possível."

    Logo, se TUDO é possível, então é possível que exista algo impossível, e novamente temos uma frase inútil que não diz nada, pois ela anula à si própria.

    Resumindo:
    "Não existe verdade absoluta."
    Essa frase também não pode ser considerada uma verdade absoluta,
    já que a própria frase diz que isso não existe, logo é uma frase inútil que se auto anula.
  • Sarah  10/08/2013 20:37
    Resumindo:
    "Não existe verdade absoluta."
    Essa frase também não pode ser considerada uma verdade absoluta,
    já que a própria frase diz que isso não existe, logo é uma frase inútil que se auto anula.


    hahahahah, exatamente! Não há nada que garanta com absoluta certeza que o mundo é necessariamente útil ; talvez tudo seja inútil e todos nós somos inúteis discutindo coisas inúteis. Ou talvez não, hahahahah.

    Assim eu vivo minha vida seguindo a filosofia do "don't worry and be happy" :)

    Mas quem quer viver com a ideia de que há um dever moral na vida, siga em frente e tente ser feliz assim também :)
  • Leonardo Couto  10/08/2013 23:53

    Não sei porque esta Sarah perdeu seu tempo para comentar aqui... E nos fez perder tempo também...

    Bem, com uma "filosofia" destas e pelo teor de seus comentários provavelmente existem "substâncias" por trás disso...

    Felizmente ela disse que não quer interferir na vida de outros, o que restringe as consequências dessa lunaticidade à sua própria vida.

    Resumindo: O nosso bom grado em tentar auxiliar os outros a embasar-se na razão e na verdade acabou nos fazendo perder tempo com alguém com a sanidade mental prejudicada.

    À Sarah,
    Um abraço e melhoras!
  • anônimo  11/08/2013 00:36
    Leonardo Couto, ela está praticando pra ser a versão feminina do caretano zeloso.
    Ou não.

  • Leonardo Couto  11/08/2013 03:14


    rsrsrs... gostei, anônimo. Só rindo mesmo...
  • O MESMO de SEMPRE  14/07/2016 14:07
    Perfeito comentário!!!
    Brilhante e magistral.
    De fato todo argumento contra os relativismo absoluto é uma perda de tempo.

    Aliás tudo que é falso se contradiz. O tal relativismo é algo absolutamente nulo, pois que opõe-se a si mesmo como verdade com pretensões de absoluta.
    Assim a afirmação de que não existe verdade é uma contradição explicita na sua propria formulação. EIS AÍ A ESTUPIDEZ que se desmoraliza.

    Levado a cabo tal idiotice se teria que FICAR em SILÊNCIO absoluto, pois toda e qualquer formulação com a pretensão de conhecimento seria nula, até mesmo a estupidez de afirmar como verdade a inexistência da verdade.

    Enfim, a Sarah realmente tem problemas mentais como todo aquele que afirma como verdade a inexistência da verdade.

    Trata-se da incontestável FALÁCIA (falsa lógica) denominada PREMISSAS CONTRADITÓRIAS.

    Algo como alguém afirmar que um deus PODE TUDO e por isso PODE FAZER ALGO que nem ELE PODE DESFAZER.

    Ou seja, tal afirmação NÃO POSSUI VALIDADE ALGUMA, pois que se dá apenas por palavras que se contradizem e portanto absolutamente irracional: "ele pode até o que não pode" ...mera verborragia desconexa absolutamente irracional.

    Como alguém pode afirmar que inexiste verdade? ...tal afirmação se contradiz, logo é inegavelmente falsa. Essa é a beleza da lógica.
  • Gilmar  11/08/2013 00:08
    "Não há nada que garanta com absoluta certeza que o mundo é necessariamente útil; talvez tudo seja inútil e todos nós somos inúteis discutindo coisas inúteis."

    "Eu posso estar totalmente errada, sei muito bem disso, haha. Mas você também pode, também o autor do texto, enfim, todos nós. Como não podemos confirmar ou refutar a existência de uma verdade absoluta estamos, de alguma forma, todos certos e todos errados, ao mesmo tempo, rs."

    Com os cumprimentos do Dr. Simon Pritchett...

  • anônimo  11/08/2013 09:52
    [/i]'hahahahah, exatamente! Não há nada que garanta com absoluta certeza que o mundo é necessariamente útil ; '[i]

    Exatamente coisa nenhuma, você não entendeu nada e acha que o que ele disse confirma o que você quer acreditar quando é justamente o contrário.Ele não disse inútil no sentido prático, disse inútil no sentido de auto contraditório.Uma doutrina auto contraditória só serve pra ser jogada no lixo, e isso de forma alguma implica que as que NÃO são contraditórias sejam igualmente inválidas.

    Eu sei que compreender isso é além da sua capacidade.Como você já disse, você não é uma dessas que 'se apega demais às palavras'...e nós não somos como os enchedores de linguiça que infestam as 'ciências' humanas, gente que adora se perder num mar de conceitos vagos e imprecisos pra no final concluir que 'nada significa nada'...que é realmente a única conclusão possível vinda de quem não tem um pingo de raciocínio lógico.

  • Andre  10/08/2013 17:29
    "Arrogante e presunçoso o autor do texto. Fácil dividir a humanidade entre os 'bonzinhos' e os 'malvados' e se colocar do lado dos 'bons'. Uma auto-proclamada superioridade moral que chega a ser nojenta. Cada indvíduo tem sua própria história e razões tanto para ser um.'bandido' quanto para ser um 'cidadão de bem'. O autor cria os mesmo estereótipos que as pessoas que ele critica criam, ele apenas tem uma opinião diferente sobre eles. Mas as pessoas não são esterótipos, felizmente."


    Puxa, então quando um policial joga um estuprador ou um assassino na cadeia então também não podemos acusar ele de ser bom e nem mau! Pois o que você disse pode também ser entendido como:
    "Cada policial tem sua própria história e razões para jogar bandidos na cadeia."
    Logo devemos respeitar a decisão do policial de jogar os bandidos na cadeia, não podemos impedir ele de fazer isso!!!
    E mais, se quando um criminoso mata alguém não devemos punir ele então também não podemos punir um policial que mata um criminoso, são apenas duas pessoas matando, e cada uma tem lá suas razões para matar!


    Faz o seguinte, adote um criminoso e cuide dele com amor, já que você defende tanto os criminosos, coitadinhos.

  • Amarílio Adolfo da Silva de Souza  10/08/2013 18:34
    Criminosos devem pagar com a vida.
  • Sarah  10/08/2013 20:40
    Até que enfim alguém que realmente diz o que pensa sem ficar fazendo rodeios.
  • Sarah  10/08/2013 19:15
    Hahahaha, sim, vamos todos adotar policiais, eles precisam de todo nosso amor e carinho :)
  • Gustavo BNG  11/08/2013 17:06
    Sarah Latuff?
  • Victoria  23/09/2014 04:23
    Cara, o que ela está defendendo, na base, é: Não existe moral absoluta, então não podemos julgar as pessoas por cometerem ou não determinados atos, como boas ou más. Bem e mal não existem como termos absolutos.
    O problema é que isso demonstra uma ignorância imensa de Axiologia, que é a Filosofia que estuda os valores; nessa Filosofia vemos que o homem, como um ser inteligente, necessariamente faz juízo de valores sobre todas as coisas. Um exemplo? Eu tenho uma cadeira vermelha, e uma cadeira verde. Eu gosto mais da verde. Já fiz um juízo de valor, no caso, considero a verde como a melhor. E há milhões e milhões de outras pessoas no mundo que também fazem julgamentos, não só sobre cadeiras, mas sobre tudo, desde coisas triviais a sobre julgamentos morais como roubar ou não roubar, etc. Até aí, acho que ainda estou na linha dela. O problema é que ela ignora que somos animais sociais. Assim, ao nos unirmos com os outros seres humanos, formamos uma moral coletiva - a de não fazer coisas que outros seres humanos com quem nos relacionamos desgostem, sob pena de exclusão do grupo, punições físicas ou até mesmo morte. Essa moral pode mudar com o tempo? Depende. A parte marginal dela pode mudar com o tempo sem grandes consequências, e vemos isso o tempo todo. Modas, alguns valores pessoais, status e símbolos mudam o tempo todo na sociedade. A parte central, entretanto, é a parte mais comum a todas as sociedades humanas. É a parte que diz que causar dor física e, em última instância, tirar a vida de outro ser humano, é errado. E é errado porque fere, sem exceções, qualquer ser humano contra os quais se pratiquem essas coisas. Fere o nosso instinto de empatia, fere nosso senso natural de vingança, fere a confiança na qual se baseia a nossa socialização. Assim, considerar certas coisas como certas ou erradas não é uma questão de escolha; é um quesito para a vida em sociedade.
    Portanto, levando-se em conta que o autor do texto julgou, segundo os princípios centrais de nossa sociedade, os criminosos e os considerou maus, ele está certo. Ele está certo porque julgou segundo a moral natural, de acordo com a moral social, de acordo com o incontável tempo e tradições que estabeleceram essas leis, que remontam desde a Lei do Talião, há milhares de anos atrás, e só falando de quando esses códigos foram escritos, porque já existiam há muito tempo antes disso.
    Assim, alguém pode até não gostar da lei natural, mas vai ter que se adaptar a ela. Ou então, sofrer as consequências, quando toda a sociedade - que é quem se uniu para instituí-las - se virar contra essa pessoa e aplicar suas sanções. E não espere misericórdia para bandidos vinda de pessoas que cumpriram com todas as leis sociais estabelecidas, mas que ainda assim tiveram suas vidas devastadas.
  • anônimo  23/09/2014 17:06
    Não precisa nem chegar na ordem natural, só de falar que não existe moral absoluta e que tudo é relativo já é uma contradição: se tudo é relativo a própria afirmação de que tudo é relativo também é relativa.Logo, vai ter alguma coisa que vai ser absoluta.
  • Breaking Bad  31/10/2016 23:37
    Não, policiais não precisam de amor e carinho. Eles apenas precisam executar seus deveres, receber remuneração por isso e elogios em ações meritórias. Vagabundas militantes é que sentem necessidade de dispensar manifestações de amor, carinho e solidariedade para estupradores e homicidas, enquanto responsabilizam as reais vítimas e o "sistema". O Leandro nem perde tempo respondendo uma surtada desse naipe. Essa gente é sociopata/esquerdopata, ainda que tente se desvencilhar do rótulos, mas a desconexidade do discurso, a incompetência retórica e a total falta de senso são elementos fáticos incontestáveis. É típico sujeito rasgando dinheiro, comendo fezes e afirmando que não é doido.
  • Hay  11/08/2013 20:29
    Fácil dividir a humanidade entre os 'bonzinhos' e os 'malvados' e se colocar do lado dos 'bons'.

    Ué, o que o autor faz é justamente acusar a esquerda de dividir a humanidade entre eles, os bonzinhos e preocupados com os oprimidos, e os não-esquerdistas, que não querem o bem do próximo. Tá, tá, isso não é dito de forma explícita, mas eu já fui esquerdista e sei o que estou falando.

    Uma auto-proclamada superioridade moral que chega a ser nojenta.

    Não sei o que explica o fato de você falar sobre auto-proclamada superioridade moral, sendo que no texto o que o autor está fazendo é justamente falar que os esquerdistas se imaginam sendo pessoas imbuídas de um coração maravilhoso e que podem salvar o mundo do egoísmo individualista. No mínimo, seu raciocínio está meio devagar.

    Cada indivíduo tem sua própria história e razões tanto para ser um.'bandido' quanto para ser um 'cidadão de bem'.

    Ok, então você não viu nada de errado no que Hitler fez, no que Stalin fez (este foi muito pior, pesquise sobre o Holodomor). Afinal, eles tiveram suas próprias histórias! E se um assaltante um dia tacar fogo em você porque você não tem muito dinheiro, ora, é porque ele foi oprimido pela sociedade capitalista! E se você for estuprada, eu direi a você "ah, por favor, toda moral é relativa, a moral dele está tão certa quanto a sua, então, não reclame de ter sido estuprada, aliás, peça para ser estuprada de novo para que você possa aliviar um pouco a dor da opressão do pobre sujeito!". Não estou defendendo estupro não, viu? Nem estou torcendo por isso (sei lá né, vai que sua capacidade limitada de interpretação de textos faz com que você chegue a essa conclusão). Só estou aplicando a sua própria lógica de forma plenamente coerente com seus princípios.

    Sabe, as maiores atrocidades da história da humanidade foram causadas por pessoas que juravam estar lutando contra a maldade, contra o egoísmo, em favor do próximo. Talvez você precise conviver mais com gente "boazinha" como os sindicalistas que eu já conheci.
  • Krishnamurti  12/08/2013 00:52
    "Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz." Lênin
  • Rodrigo Polo Pires  08/01/2015 01:40
    Sarah, esse nome é bíblico. Sarah se não me engano, foi mulher de Abraão, o patriarca judeu.
    Sarah foi prudente, humilde, entre várias outras virtudes que possuiu. Virtudes são um bem, vícios um mal. Por definição, exatamente o que as palavras significam.
    A vaidade é um mal segundo a santa doutrina Cristã. Você não entendeu o texto, você não sabe o que é moral, e tenta compensar isso, misturando estoicismo com gnosticismo, recheado com bobagens. O relativo não pode existir sem o absoluto.
    Considerando moral apenas como um conjunto de regras, você age como uma feminista louca para tirar a roupa na praça. A idéia de que toda e qualquer pessoa é capaz de decidir o que é melhor para si mesma é a própria essência do texto. Você confunde com fazer o que bem entender, que é o que leva ao confronto. Sei como é isso. Abraão ia matar o próprio filho em obediência aos preceitos de Deus. A delicada, doce e ingênua Sarah, quer ser a bárbara Sarah?
    A primeira regra de uma norma moral, é que ela precisa ser universal, o que significa que tem que valer para todos. Foi Kant quem disse isso.
    O que vai no texto de Thomas Sowell, é que os esquerdistas consideram-se mais adequados para serem superiores. A crença substitui o fato, não é criança?
    A fé não é uma crença, mas uma experiência. Não, não fui eu quem disse isso, foi Santa Terezinha do Menino Jesus.

  • Anto  12/02/2015 20:29
    Não acho que o autor do texto tenha sido arrogante. A questão não é se fatores sociais influenciam ou não, mas sim o fato da esquerda usar isso como forma de aliviar o crime e promover a inversão de valores, colocando o bandido acima da vitima.
  • Leonardo Couto  09/08/2013 23:59

    Artigo excelente. Ótima escolha, IMB.
  • Márcio  10/08/2013 00:58
    O artigo é bom. Só discordo da parte onde ele diz que os negros americanos tinham mais oportunidades de emprego até os anos 50 do que hj. Talvez no Norte dos EUA, sim. Aliás, no Norte, muitos negros prosperaram. Mas no Sul, com as Leis Jim Crows? Para se ter uma idéia da situação dos negros no Sul dos EUA, Jesse Owens, o heroi olímpico de 1936, na sua biografia lançada em 70, disse que na Alemanha de Hitler, pelo menos ele não tinha de sentar-se atrás no ônibus... Ou seja, os Ku Klux Klan eram mais racistas que os nazistas.
  • Guilherme  10/08/2013 02:05
    "O artigo é bom. Só discordo da parte onde ele diz que os negros americanos tinham mais oportunidades de emprego até os anos 50 do que hj."

    Mas isso não é questão de mera opinião. É estatística. Não está aberta a concordâncias ou discordâncias. Outro economista negro, Walter Williams, não apenas confirma isso como dedicou uma seção de seu livro exclusivamente a este assunto.

    veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/walter-williams-as-quotas-raciais-nao-funcionam-e-reforcam-os-piores-estereotipos-contra-os-negros

    Tenham mais humildade, por gentileza. Ver brasileiro achando que conhece a realidade dos negros americanos de forma mais clara que os próprios negros que viveram aquele período é algo que beira a comicidade.
  • TC  10/08/2013 02:58
    Há uma instituição de caridade chamada Annie E. Casey Foundation que publica alguns dados sobre a situação das crianças e das famílias nos Estados Unidos. Vale uma visita rápida ao site.
    São números alarmantes. Tal qual o prof. Williams disse, o assistencialismo matou a família negra americana. Há estados, Mississipi p. ex., nos quais quase 80% das crianças negras são filhas de pais solteiros.
  • Marcio L  10/08/2013 02:37
    Ele fala que os imigrantes quase sempre evitam a política. Não é o caso dos Libaneses quem tem uma história de interesse pela política.
  • Eliel  10/08/2013 13:26
    Também fui pobre e graças a Deus meus pais nunca receberam bolsa-miséria.
    "um tolo pode vestir seu casaco com mais facilidade do que se pedisse a ajuda de um homem sábio para fazer isso por ele".
    O Brasil tá vestido (coberto) com vários casacos desde que foi descoberto.

    Grato pela referencia a esse grande pensador:
    Falhas da ideologia esquerdista - Thomas Sowell.



    Em tempo,
    Tem gente que confundiu paciência com tolerância. O que pouco demonstrou foi tolerância.
    Abraços.
  • Emerson Luis, um Psicologo  12/08/2013 16:12
    Essa defesa apaixonada de criminosos sinaliza uma identificação com eles.

    Os esquerdistas gostam tanto dos pobres e da igualdade que querem fazer a maioria das pessoas ficar igualmente pobre.

    Ressalva: sobrepeso e obesidade não indicam necessariamente boa situação econômica. Uma pessoa pode ter excesso de peso por só poder consumir alimentos de má qualidade.

    * * *
  • Melanie S.  30/08/2013 17:10
    Venho notando há um tempo como os pedintes andam mais gordos. Acho que isso está fortemente correlacionado com a queda de preço dos alimentos de baixa qualidade nutritiva. mm-hm.
  • Occam's Razor  16/08/2013 13:54
    "Cada indvíduo tem sua própria história e razões tanto para ser um.'bandido' quanto para ser um 'cidadão de bem'."

    Se é assim, então vamos relativizar o "crime" se sonegação fiscal. Que tal? No lugar de punições, deixemos que os professores em sala de aula convençam os alunos da importância de pagar impostos. Se a esquerda acredita mesmo nessa lorota não há porque punir a sonegação, afinal cada um tem suas razões para sonegar.
  • nazareno josé monteiro  21/10/2013 17:32
    Quando a Sarah aterrizar, vocês debatem com ela.
  • anônimo  22/10/2013 11:36
    Mas é uma boa estratégia, a esquerda é hipócrita e só relativiza o que é conveniente.
  • Jeferson  07/01/2015 19:59
    Tudo indica que não vai mais. Graças a Deus. Mas eu diria que concordo com ela, que é arrogância e presunção se colocar como defensor do bem. Justamente por isso, TODO E QUALQUER ESQUERDISTA OU PROPAGADOR DE IDÉIAS ESQUERDISTAS DEVERIA SE AUTO-EXCLUIR DO DEBATE E DA VIDA PÚBLICA, pois NINGUÉM se arroga o monopólio da moral e da benevolência mais do que eles, e fazem isso ao mesmo tempo em que colocam em prática idéias que só destroem as populações que as implementam, destruindo de forma ainda mais devastadora aos mais pobres e vulneráveis.

    Como essa praga chamada "esquerdismo" não vai agir com coerência, pois as verdadeiras intenções deles passam muito longe daquelas que eles proclamam, constituindo-se apenas em meios para que eles possam parasitar cada vez mais e de maneira mais "eficiente" a sociedade (ou seja, nem eles acreditam realmente no que falam, apenas usam o discurso que é mais conveniente para atingir a este objetivo real), cabe a nós os colocarmos em seu devido lugar: a lata de lixo intelectual do mundo, e com uma estampa bem grande e com grande visibilidade, para que as pessoas normais e bem intencionadas sejam vacinadas e não caiam nas armadilhas intelectuais desses pulhas. Pelo menos o máximo possível dessas pessoas.
  • Rubens Mesquita  22/10/2013 18:56
    O texto é ótimo e vou citá-lo nas minhas próximas conversas sobre o assunto.

    Porém tem um erro grave neste trecho:

    "...O que houve quando ideias antiquadas sobre sexo foram substituídas, ainda na década de 1960, pelas novas e brilhantes ideias da esquerda, ... sob a alcunha de "educação sexual"..."
    "...Tanto a gravidez na adolescência quanto as doenças sexualmente transmissíveis ...atingiu recordes históricos..."

    Isso é uma falácia. A causa disso é a NÃO CONSCIENTIZAÇÃO quanto a educação sexual, e não o contrário.
  • anônimo  23/10/2013 00:14
    Ora Rubens, não seja inocente. Pegue uma platéia de adolescentes e diga que sexo é normal, que não tem problema fazer se for seguro, que sexo depois do casamento é besteira, coisa de gente "quadrada", e o que você acha que vai acontecer? Os adolescentes vão se comportar como adultos responsáveis e tomar as devidas precauções ou vão agir como os adolescentes que só querem saber de curtir a vida que são?
  • Rubens Mesquita  23/10/2013 20:59
    Se devidamente conscientizados tendem a se comportar responsavelmente.

    Impor "tradições" sobre comportamento sexual nunca impediu que adolescentes usufruissem de sua sexualidade. (Não seja inocente)
  • anônimo  23/10/2013 23:32
    Hm Rubens, na época dos meus avós, super tradicionalistas, o número de DTS's, filhos sem pais, filhos de famílias disfuncionais, abortos, filhos sem pai, era mínimo, se comparado com o número de hoje. Você realmente acha que ensinar educação sexual para crianças de 10 anos não tem nada a ver com a epidemia do mencionado acima que temos hoje?

    ps. Quem está sendo inocente mesmo?
  • Rubens Mesquita  24/10/2013 14:08
    Na época dos seus avós, o número de casos de DST's era proporcional à porcentagem da população exposta a doenças sem proteção, como hoje é.
    Na época dos seus avós, as garotas eram muito mais espancadas dentro de casa pelo próprio pai, essa era uma das "tradições" que impedia a vida sexual dela. Aliás, isso não impediu da minha tia mais velha ser estuprada, engravidar em decorrência da violência, e meu avô a expulsar de casa jogando-a na rua. Se ela tivesse tido assistência, sua vida teria sido diferente.

    "...filhos de famílias disfuncionais...".
    Eu chamaria de "disfuncional" uma família onde o pai espanca todo mundo, inclusive a mulher, como era mais comum na época dos seus avós.

    "...abortos,..." A decisão sobre abortar acaba quando se usa contraceptivos corretamente, como mostra os princípios básicos de educação sexual. Aliás, onde foi legalizado o aborto EMBRIONÁRIO, diminuiu significativamente o número de abortos, pois ninguém é maluco de usar isso de modo contumaz, além de ter salvo a vida de milhares de mulheres.

    "...Você realmente acha que ensinar educação sexual para crianças de 10..."
    COMO VC EXPLICA PRA CRIANÇA DE 10 ANOS DE ONDE ELA VEIO? Ela vai perguntar. Conta a historinha da cegonha?
    Eu já sabia como funcionava aos 10, pq tive aula de ciências. De novo: Não seja inocente!
  • anonimo de cima  24/10/2013 16:29
    Você diz que naquela época a razão dst/população é a mesma de hoje. Eu digo que não. Não tenho os números, mas faço uma dedução lógica: hoje sexo é algo banal, as pessoas fazem muito mais sexo casual ( e com muitos parceiros diferentes ). Antigamente o sexo era basicamente feito entre marido e mulher após o casamento. O sexo casual, com parceiros diferentes, facilita a transmissão de dst's. A implicação lógica é que num cenário onde há mais sexo casual e com parceiros diferentes a ocorrência de dst's vai ser maior do que num cenário de relacionamento estável/parceiro único.

    O mesmo raciocício vale para abortos. E se você apóia a chacina de seres humanos inocentes, vá discutir no lugar apropriado, não neste artigo.

    Lugar apropriado:

    A questão do aborto
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=241

    Rubens, você, por acaso, já viu o que de fato é ensinado como "educação sexual" para as crianças? Uma coisa é saber da onde veio. Outra é ouvir a cartilha feminista/gayzista, o que de fato vem sendo pregado para os jovens desde os anos 60 como o colega falou acima.

    Ps. Seu "argumento" de que as garotas/esposas eram mais espancadas antigamente é patético. Você basicamente está dizendo que porque você teve um caso na família, toda família agia assim. Cresça.
  • Rubens Mesquita  24/10/2013 17:15
    "...Antigamente o sexo era basicamente feito entre marido e mulher após o casamento. ..."

    Jura? Prostíbulos devem ser uma invenção moderna então.
  • Rubens Mesquita  24/10/2013 17:17
    "...Seu "argumento" de que as garotas/esposas eram mais espancadas antigamente é patético. ..."

    Tão patético que foi necessário criar uma lei para tentar coibir. :)
  • Rubens Mesquita  24/10/2013 17:23
    "... Uma coisa é saber da onde veio. Outra é ouvir a cartilha feminista/gayzista,..."

    A é? Engraçado, pois eu sou da década de 80, passei por escolas públicas, escolas pagas, e não conheço ninguém que tenha sido doutrinado a seguir alguma sexualidade precoce, ou a mudar de orientação sexual.

    Tive sim, devo ser grato, muita conscientização sobre educação sexual, e estou aqui, com os exames em dia, com planejamento familiar de acordo com minhas possibilidades financeiras, e com uma vida saudável.
  • anônimo  24/10/2013 18:58
    '"...filhos de famílias disfuncionais...".
    Eu chamaria de "disfuncional" uma família onde o pai espanca todo mundo, inclusive a mulher, como era mais comum na época dos seus avós.'


    Primeira mentira: associar os valores tradicionais com agressão gratuita.Compare os casos de drogados ou de gravidez na adolescência entre famílias cristãs e famílias criadas nos valores atuais e qualquer um nota a falta de honestidade.

    A decisão sobre abortar acaba quando se usa contraceptivos corretamente, como mostra os princípios básicos de educação sexual. Aliás, onde foi legalizado o aborto EMBRIONÁRIO, diminuiu significativamente o número de abortos, pois ninguém é maluco de usar isso de modo contumaz, além de ter salvo a vida de milhares de mulheres.

    Segunda mentira: a esquerda não quer o aborto EMBRIONÁRIO, como ele diz.A luta da esquerda é legalizar qualquer tipo de aborto, falar isso não é a falácia do desvio escorregadio porque é o que a HISTÓRIA mostra.
    Terceira: Sim, muita gente é maluca de usar isso de forma contumaz, e justamente as pessoas mais irresponsáveis e inconsequentes são as que vão votar em políticos que garantem os 'direitos' da mulher de ter pílula, camisinha, tudo, às custas dos homens que pagam impostos.

    "...Você realmente acha que ensinar educação sexual para crianças de 10..."
    COMO VC EXPLICA PRA CRIANÇA DE 10 ANOS DE ONDE ELA VEIO? Ela vai perguntar. Conta a historinha da cegonha?
    Eu já sabia como funcionava aos 10, pq tive aula de ciências. De novo: Não seja inocente!


    Ela vai perguntar porque a mídia e a sociedade moldada por seres como você botam essa dúvida na cabeça dela. Existem estudos científicos que mostram como as adolescentes estão menstruando cada vez mais cedo, vamos todos fingir que isso não tem nada a ver com a erotização crescente de crianças na mídia e nas escolas.
  • Rubens Mesquita  25/10/2013 11:57
    "...Primeira mentira: associar os valores tradicionais com agressão gratuita.....

    Vá a um presídio e veja quantos se declaram não religioso.
    Se declarar ser de alguma religião não implica que não haja violência doméstica na casa do indivíduo, nem que houve alguma conscientização sobre a prática do sexo.
    Pegue os casos de adolescentes que tiveram gravidez indesejada e veja quantas se declaram cristãs.

    "...Segunda mentira: a esquerda não quer o aborto EMBRIONÁRIO...

    SIM, APENAS ABORTO EMBRIONÁRIO. E isso não é uma discussão entre esquerda e direita. Isso é papo de conservador que mistura liberalismo econômico com assuntos de natureza diferente, e que por isso fazem um desserviço à causa.
    Essa discussão é de ética médica, e o Conselho Federal de Medicina já se posicionou a favor. Sabe-se que o CFM é contra até mesmo essa importação de médicos cubanos; E aí? Vai dizer que o CFM é esquerda? *g1.globo.com/politica/noticia/2013/03/medicos-defendem-liberacao-do-aborto-ate-12-semana-de-gestacao.html

    "...os 'direitos' da mulher de ter pílula, camisinha, tudo, às custas dos homens que pagam impostos..."

    O que isso tem a ver com a discussão? Por acaso a mulher casada também não tem direito ao planejamento familiar? Isso aí não é gasto governamental, é investimento.

    "...Existem estudos científicos que mostram como as adolescentes estão menstruando cada vez mais cedo, ...
    Isso tem a ver com diversos fatores biológicos, inclusive nutricionais, e está atrelado a variáveis que fogem ao escopo de uma discussão assim devido a complexidade.

    "...vamos todos fingir que isso não tem nada a ver com a erotização crescente de crianças na mídia e nas escolas. ..."

    OK! PROVE!
  • outro anonimo  25/10/2013 12:31
    Rubens, o que você tá fazendo aqui? O lugar de um estatista esquerdista irracional como você é no g1 ou no uol. Seu apego a autoridade chega a ser constrangedor. Meu caro, lição para a sua vida: não é o que as pessoas dizem que são que as define, mas sim a maneira como agem.

    E a maneira que você age neste debate só mostra que você tá desesperado por atenção, não por conhecimento.
  • anônimo  23/09/2014 17:36
    'Essa discussão é de ética médica, e o Conselho Federal de Medicina já se posicionou a favor.'

    Não, não é.É uma discussão de qualquer ramo do conhecimento que tenha consideração por vidas humanas.
    Agora, esse seu pseudo argumento, resumindo é apenas a falácia do apelo à autoridade.Não sei se vc é mas é engraçado como médicos adoram esse tipo de 'argumento'.
  • Rubens Mesquita  25/10/2013 12:03
    EI... PSIU
    \/
    Conselho de Medicina defende liberação do aborto até 12ª semana

    *g1.globo.com/politica/noticia/2013/03/medicos-defendem-liberacao-do-aborto-ate-12-semana-de-gestacao.html
  • anônimo  24/10/2013 18:47
    'Se devidamente conscientizados tendem a se comportar responsavelmente.'

    Claro que não, simplesmente porque como o nome diz, são adolescentes. Temos aqui alguém que acabou de chegar de marte e não sabe o que é nem nunca foi adolescente, essa época de rebeldia gratuita, de contestação, da cabeça imatura e inexperiente de quem não sabe nada sobre a vida ou sobre o mundo (mas acha que sabe tudo)

    Nesse caso, como não dá pra tapar o sol com a peneira o que o marxismo cultural faz é o seguinte:ela pega qualquer porcaria que essa geração faça, e vai falar que isso é se comportar responsavelmente. Se eles forem ler um lixo como cinquenta tons de cinza e começarem a se chicotear, se dar choques ou coisas do tipo, esse pessoal vai falar que isso é normal.Se começarem a comer merda eles vão falar que isso é normal.
    E por aí vai.
  • Rubens Mesquita  24/10/2013 19:42
    Nenhuma escola que falar sobre métodos contraceptivos e outros aspectos da educação sexual vai estimular uma sexualidade precoce. Isso não foi dito em nenhum momento. Aliás, os profissionais de educação conversam inclusive sobre a decisão de iniciar ou não a vida sexual e os aspectos negativos da precocidade no início da vida sexual.
  • anônimo  23/09/2014 17:11
    'Nenhuma escola que falar sobre métodos contraceptivos e outros aspectos da educação sexual vai estimular uma sexualidade precoce. Isso não foi dito em nenhum momento.'

    Ahan Cláudia, senta lá.
    www.thedailysheeple.com/explicit-not-debunked-yes-this-lady-is-teaching-school-kids-sex-ed-with-a-strap-on-dildo_092014
  • Etrusco  22/10/2013 19:18
    Rubens, seu raciocínio não faz sentido. Ora, se foi justamente na década de 1960 que começaram a ensinar educação sexual aos jovens e aos adolescentes, como você pode dizer que foi a partir daí que a conscientização sobre o sexo diminuiu? Isso é contraditório.
  • Rubens Mesquita  22/10/2013 23:42
    DO fato de ter crescido o números de casos de doenças e gravidez não segue que a culpa seja da educação sexual, nem tão pouco que a mesma tenha sido devidamente difundida na população mundial.
  • anônimo  24/10/2013 19:16
    'DO fato de ter crescido o números de casos de doenças e gravidez não segue que a culpa seja da educação sexual, '

    A culpa é da cultura da libertinagem, da qual a educação sexual, da forma como é ensinada, faz parte.

    'Haver alguma mínima taxa de falhas em preservativos não justifica privar as pessoas de sua liberdade sexual em nome de tradições dos outros.'

    Mais uma mentira pra coleção, ninguém aqui quer privar ninguém de nada.Como libertário e cristão eu desprezo esses valores mas não vou apontar uma arma e forçar ninguém a largar nada disso.Se vocês tivessem vergonha na cara também não iam querer que a gente seja forçado a pagar pelos abortos, pílulas ou camisinhas da sua geração de doentes mentais.

  • Rubens Mesquita  25/10/2013 12:59
    Planejamento familiar não é despesa do governo, é investimento que causa muito bem estar social e economia.
  • anônimo  23/09/2014 17:41
    'Planejamento familiar não é despesa do governo, é investimento que causa muito bem estar social e economia.'

    E um sujeito desses vem falar que concordou com o resto do artigo.Ou é um imbecil total, que leu e não entendeu nada, ou nem leu e é um mísero troll.
  • Rubens Mesquita  22/10/2013 23:46
    Aliás, a principal frente da educação sexual é o uso da camisinha.
    Se isso fosse devidamente difundido e conscientizado, não haveria aumento no numero de casos de gravidez indesejada e dst's
  • Etrusco  22/10/2013 23:57
    Ah, não?!

    E preservativo por acaso é 100% confiável em todos os países do mundo?

    Ora, meu caro, se você faz uma propaganda maciça dizendo que pode transar à vontade e com quem quiser, mas desde que use camisinha, qual será a óbvia consequência desta educação? Todo mundo sairá fazendo muito mais sexo do que normalmente faria, e se o preservativo falhar (e isso vai acontecer para várias pessoas) as consequências serão óbvias.
  • Rubens Mesquita  23/10/2013 20:54
    O índice de segurança do preservativo é excepcional.
    Observe que não se pode desconsiderar o aumento da população.
    "Tradições" na sociedade nunca evitaram gravidez indesejada e transmissão de DST.
    A AIDS tb não era conhecida na década de 60. Ainda não havia a epidemia.
    Haver alguma mínima taxa de falhas em preservativos não justifica privar as pessoas de sua liberdade sexual em nome de tradições dos outros.
  • anônimo  24/10/2013 19:03
    '"Tradições" na sociedade nunca evitaram gravidez indesejada e transmissão de DST.'

    Mais uma mentira gratuita sem nenhuma referência ou base na realidade. Claro que ninguém vai se incomodar em comparar esses números entre as famílias cristãs e as famílias criadas nos valores de hoje, a realidade não é conveniente.
  • Rubens Mesquita  23/10/2013 21:12
    Aliás, se realmente todos usassem os métodos de proteção, a previsão é que os números de gravidezes indesejadas e transmissões de dst's diminuiriam, mesmo se comparado a épocas ditas "mais tradicionais", onde sempre houve a presença da sífilis, por exemplo. Aliás, nessas épocas mais sombrias, raro era a procura por ajuda médica quando um pessoa considerada de "tradição" procurava um médico no início de uma DST, por causa do receio de uma repreensão da sociedade.
  • Rubens Mesquita  24/10/2013 17:42
    "...Antigamente o sexo era basicamente feito entre marido e mulher após o casamento. ..."

    Sim... claro, vovô era muito fiel. SQN

    Já ouviu falar das histórias de que o rapaz adolescente tinha que provar pro pai que era "macho" "homem"? SABE ONDE ISSO ERA FEITO?
    Ou vai dizer que os vovôs casavam virgens? :D
  • anônimo  25/10/2013 00:53
    Rubens, seus argumentos:

    "Aconteceu o fato x na minha família, logo x era comum na sociedade."

    "Não tive aula de y na minha infância, logo aula de y não existe."

    "Se existia casa de prostituição antigamente, então estas casas eram amplamente frequentada. Mesmo com regras morais mais rígidas/pessoas mais religiosas do que hoje, e a prostituição ser muito mais marginalizada do que hoje, uma sociedade muito mais liberal."

    "Nunca vi educador sexual estimular a experimentação, então tal coisa não existe. As provas e casos de abuso sexual de professores a menores são invenções, bem como as cartilhas que estimulam o homossexualismo."

    "Todos os métodos de proteção evitam a gravidez e as DST's."

    "Falar sobre sexo abertamente com jovens, tratando a relação sexual como algo banal, corriqueiro, não vai aumentar as chances deles iniciarem a vida sexual por curiosidade, e vai fazê-los serem totalmente responsáveis, mesmo estando na idade onde ser irresponsável é a norma, não a exceção. Se eles, mesmo tendo aulas de educação sexual, engravidarem ou pegar uma DST, a culpa é do educador, que não educou direito, e não da natureza curiosa e irresponsável de quem está nesta idade."

    Rubens, parei por aqui. Tenho coisa melhor a fazer do que debater com quem a) só quer tumultuar ou b) não conhece lógica.
  • Máximo Maria da Costa  24/10/2013 19:17
    O que já nos admoestara o próprio Deus Jesus Cristo:

    "Que tua mão esquerda não saiba o que faz a direita"

    A Esquerda é INVEJOSA, É MAU!

  • Marcos  10/11/2013 00:50



    Todo esquerdista é um merda. É aquele sujeito fraco, desajustado, viciado, que não consegue nem controlar a si mesmo e as suas emoções, mas sempre tem soluções magníficas para os outros. Eu conhecir esquerdistas cuja vida pessoal era um verdadeiro caos, sempre fechavam a conta do mês no vermelho, não sabiam nem administrar uma quitanda, mas sempre saiam com soluções fantasticas para o estado, para política nacional e internacional, sempre tinha palpites de como eu deveria educar os meus filhos, ao mesmo tempo que a vida familiar deles era um inferno, os filhos não os respeitavam, usavam drogas e viviam aprontando na rua.
  • Rubens Mesquita  25/10/2013 12:19
    "... logo x era comum na sociedade...."
    Então, foi o que disse, devem ser invenções modernas. Deve ser coisa do século 21. Aliás, pra que criar uma lei pra um problema já que vc diz que ele não existia ou era pouco comum.

    "... regras morais mais rígidas/pessoas ..."
    TÁ... AHÃM... acho que o vovô conseguiu convencer alguém.

    "... As provas e casos de abuso sexual de professores a menores são invenções,..."
    Sacerdotes também, deve ser tudo invenção.



    "...Todos os métodos de proteção evitam a gravidez e as DST's...."

    Sim, evitam, o que é diferente de impedir. Assim como casamento não impede adultério nem DST.


    "...Falar sobre sexo abertamente com jovens ..."

    Eu estou imaginando a tua adolescência, talvez um Anoniminho inocente, que não sabia pra que que servia o piu-piu, e ficou horrorizado quando viu que ele crescia e cuspia.
  • anônimo  23/09/2014 18:05
    ' Aliás, pra que criar uma lei pra um problema já que vc diz que ele não existia ou era pouco comum.'

    Esse cara anda vivendo na lua por acaso? A maioria das leis não serve pra absolutamente NADA.Aliás só servem pra duas coisas:
    1 pra raça de políticos inúteis convencerem o povo de que eles fazem algo e que não são os parasitas que realmente são
    2 pra beneficiar os amigos do rei.
  • luiz henrique lusvarghi  15/03/2014 20:39

    É isso. Simplesmente o que de mais completo li sobre política social.
  • Denise  08/06/2014 02:48
    Gente, este artigo é fantástico. Tem que ser publicado num jornal de grande circulação urgente. Esquerdopatia pira!
  • Fraga  07/01/2015 14:41
    Esquerdopatia não pira. Esquerdopatia é a própria piração.
  • Felipe  07/01/2015 14:03
    Esse caso dos chineses me faz lembrar os chineses aqui de São Paulo. Trabalham de domingo a domingo no centro e sem nunca reclamar, ou exigir privilégios. Futuramente seus filhos ingressarão na escola e passaram a obter melhores empregos, tudo isso graças aoas esforços do seus pais.

    E enquanto isso, algumas minorias, ficam sentadas em casa vivendo do trabalho alheio e se fazendo de vitima do sistema.
  • Paulo  07/01/2015 15:43
    "E se a busca pelas "raízes da criminalidade" não for nem minimamente tão eficaz quanto retirar criminosos de circulação?".

    Sim, mas não seria muito mais racional impedir o surgimento de bandidos do que depois gastar milhões de reais em contratação de policiais e construção de prisões? Ou será que alguém já nasce "mau"?
  • Antonimo  07/01/2015 16:11
    E como você faz isso? Seleciona no parto?
  • Forever  07/01/2015 17:04
    ''Sim, mas não seria muito mais racional impedir o surgimento de bandidos do que depois gastar milhões de reais em contratação de policiais e construção de prisões? Ou será que alguém já nasce "mau"?''

    E como seria essa ideia mais ''racional de impedir o surgimento de bandidos''? Ademais, pouco me importa os motivos que fizeram a pessoa recorrer ao roubo, nada justifica a pilhagem da propriedade alheia.

    Se você está tão engajado para impedir ''o surgimento de bandidos'' então você já deve ter uma ONG que recebe doações de pessoas igualmente preocupadas nesse projeto, claro que todas as doações são feitas de forma não coativa, correto?

    Espero realmente que você não acredite justo na entidade que fomenta 'desigualdades' e violência, o Estado.
  • Maluf  07/01/2015 17:27
    Os psicopatas já nascem maus. Mas não devemos tirá-los de circulação enquanto eles não violarem o PNA, afinal, isso seria agredir um inocente, ou seja, uma violação ao próprio PNA.
  • gabriel  07/01/2015 21:12
    Não acredito em determinismos de nascença, seria interessante colocar dados se possível, sou interessado nesse assunto.
    Acredito que a genética tenha influência porem não determinística (tanto ela quanto o meio possuem influência mas cada individuo é único não sendo possível uma pré verificação ao nascimento). Porem é só uma opinião baseado em experiencias próprias, não tenho dados suficientes ou estudos pra sustentá-la, ou seja pode ser refutada com dados concretos. Caso os tenha ficaria animado em receber.
    Grato
  • o pensador  08/01/2015 13:58
    Não sou especialista no assunto (na verdade, nem amador sou). Mas, numa rápida busca no Google, achei esses links que podem ser de alguma ajuda:

    Não há cura para psicopata, diz cientista

    e

    Psicopatia não tem cura; é um modo de ser, diz psicanalista

    e

    Não há defesa contra serial killer
  • gabriel  08/01/2015 23:33
    Grato pelos artigos, mas eles apenas corroboram com minhas crenças atuais - que não são determinísticos de nascença mas uma combinação de fatores entre eles o genético.

    Trechos

    do segundo link:

    Sabemos que todo transtorno mental tem causas biológicas, psíquicas e sociais.

    do terceiro link:

    Uma infância problemática é decisiva na formação de um serial killer?
    São três os fatores: biológico, psicológico e social. Mas as infâncias de 82% dos assassinos são péssimas. [...]


    Que fatores biológicos explicam o comportamento de um serial killer?
    Há estudos que mostraram que a maioria deles no corredor da morte tem uma lesão na parte límbica do cérebro, que faz com que percam controle sobre emoções, como raiva e medo. Há uma pesquisa nova sobre uma enzima que alguns possuem desde o nascimento. São enzimas de busca de adrenalina e quem as possui precisa de mais adrenalina do que os outros. Esses indivíduos podem se tornar pára-quedistas, investigadores de polícia, equilibristas de circo ou, dependendo da infância e o meio social, vão para o crime.


    o primeiro link nada fala em relação as causas apenas sobre ser incurável...

    No mais não afirmei em nenhum momento que podem ser "curados" ou algo do tipo, minha curiosidade é sobre a causa ser determinística de nascimento o que seus links não me trouxeram algo novo, mas até ajudaram com mais base para minha própria opinião. Após o ato criminoso nada mais justo que uma reparação a vítima
  • Juliano  08/01/2015 13:41
    Paulo,

    Em primeiro lugar, existe o problema de decidir o que fazer quando alguém já cometeu um crime. A posição histórica da esquerda, pelo menos nas democracias liberais, é a de que o crime deve ser combatido nas suas causas sociais. Assim, sempre haverá a gritaria por mais gastos sociais para combater a questão da violência. Além disso, eles colocam sempre o foco na reabilitação dos condenados, tratando-os como vítimas da sociedade. O tempo de prisão foi reduzido com o tempo, mais formas de ressocialização foram introduzidas. O encarceramento foi perdendo força, cedendo espaço para as "soluções sociais".

    O ponto criticado no artigo é a de que essa hipótese de combater o crime na sua origem, por mais gastos governamentais e com menos punição, apesar de décadas, só tem piorado a situação. Pessoas reconhecidamente perigosas voltam às ruas e voltam a cometer crimes. Como resposta, a esquerda pede mais do mesmo: "gastos governamentais".

    Sim, seria muito bom que pudéssemos eliminar a violência antes que ela ocorresse. O problema é que ainda não inventaram uma bola de cristal e é no mínimo perigoso ficar fazendo testes de engenharia social colocando vidas humanas em risco. Isso funciona muito bem para a indústria criada para ganhar dinheiro e prestígio político nesse processo, mas é terrível para quem tem que conviver com psicopatas que são irresponsavelmente colocados em liberdade.

    Aqui em Curitiba, no dia 31 de dezembro, aconteceu uma chacina depois que um presidiário foi solto no indulto de Natal. Ele saiu da cadeia, se juntou a alguns amigos, assaltaram alguns lugares e acabaram fuzilados em um supermercado por uma gangue rival. Não precisa de mais de dois neurônios pra perceber que soltar um cara desses é pedir por problemas, é só esperar pelas vítimas.

    O curioso é que, em ditaduras comunistas, o código penal é extremamente rigoroso. Não há nenhuma tolerância e muitos crimes são frequentemente punidos com a morte. É só nas democracias liberais que a esquerda adora botar psicopatas na rua pra depois colher frutos políticos com as vítimas que começam a aparecer.

    []s
    Juliano

  • Renato Souza  22/01/2015 23:25
    Não é simplesmente "curioso" que as esquerdas façam isso. É revelador. Mostra que agem conscientemente com más intenções. A não ser os "idiotas úteis", mas... de qualquer forma, tomar a decisão de não enxergar as coisas demonstra uma maldade oculta. A isso, chama-se ignorância criminosa. Então, mesmo os idiotas úteis, também agem por maldade.
  • Rodrigo Amado  07/01/2015 16:22
    """
    Sim, mas não seria muito mais racional impedir o surgimento de bandidos do que depois gastar milhões de reais em contratação de policiais e construção de prisões? Ou será que alguém já nasce "mau"?
    """

    Sim! como ninguém pensou nisso antes!!!???
    É só "impedir o surgimento de bandidos" que todos os crimes irão acabar para sempre!!!
    É simplesmente GENIAL!!!
    Você deve ser o maior gênio de todos os tempos!!!

    Agora conte-nos, como "impedir o surgimento de bandidos"?
    Estou muito curioso para aprender isso!!!

    E após implementarmos o seu método para "impedir o surgimento de bandidos" vamos lhe dar
    o prêmio nobel da paz suprema!!!
  • Afonso  08/01/2015 00:17
    Mas o Paulo tem absoluta razão! Os que criticam não apresentaram uma solução sequer. É muito mais racional e barato evitar o surgimento de novos bandidos do que gastar milhões (ou bilhões) em segurança ou prisões. Vão encher as prisões até quando? É preciso valorizar a família, poder dar palmadas, restaurar a autoridade paterna, liberar o consumo de drogas, liberar o porte de armas, incentivar o empreendedorismo e investir em educação. A repressão pura e simples nunca dará resultado.
  • Rodrigo Amado  08/01/2015 17:02
    "A repressão pura e simples nunca dará resultado."

    Assim como nenhuma das coisas que você citou, mesmo que combinadas em intensidade perfeita, jamais irão "impedir" o surgimento de bandidos.
    E me parece que você sabe perfeitamente disso.

    Parece que vocês usam a palavra "impedir" como se ela significa-se "reduzir".
    Recomendo o uso de um dicionário para evitar isso.

    É como seu eu estivesse conversando com analfabetos funcionais...
  • Silvio Pereira  08/01/2015 10:09
    E você acha que criminalidade é um determinismo genético? Comentário típico de quem não tem nada a acresentar - é de uma imbecilidade atroz!
  • Rodrigo Amado  08/01/2015 12:28
    "E você acha que criminalidade é um determinismo genético?"

    Te respondo essa pergunta só se você me responder essa:
    "E você acha que homossexualidade é um determinismo genético?"

    De qualquer forma eu não falei absolutamente NADA sobre a existência, ou não, de relação
    entre criminalidade e genética. Você está imaginando coisas.
    Eu apenas afirmei ser impossível "impedir o surgimento de bandidos". Não disse se
    esses bandidos "surgem" no momento da concepção, durante as interações sociais ou numa
    combinação de ambas as coisas.

    "Comentário típico de quem não tem nada a acresentar - é de uma imbecilidade atroz!".

    Então que tal acrescentar algo e nos ensinar como "impedir o surgimento de bandidos"?

    Enquanto você não nos apresentar o seu método para "impedir o surgimento de bandidos"
    irei considerar que você é um imbecil atroz por dizer ser possível "impedir o surgimento de bandidos"
    sem apresentar provas disso.
  • Silvio Pereira  08/01/2015 16:14
    Sim, a homossexualidade é um determinismo genético, mas não a criminalidade. Só não sei o que isso tem a ver com o assunto. Quais são as causas da criminalidade? Justiça inexistente ou lenta, impunidade, família desestruturada, uso de drogas e álcool, educação precária, e a existência de uma cultura que glorifica o bandido. Como não dá para impedir o surgimento de bandidos? Por que nos anos 50 e 60 a criminalidade era tão baixa? Ser bandido é inevitável nos dias de hoje? Você é que deve explicar por que é impossível evitar o surgimento de bandidos, como se isso fosse um determinismo imutável.
  • Felipe  08/01/2015 16:41
    "homossexualidade é um determinismo genético"

    E qual a prova que você tem para afirmar isto?

    Sexualidade é escolha, baseada nos valores passados pelo meio que você vive e a maneira como você absorve esses valores.
  • Rodrigo Amado  08/01/2015 16:56
    "Sim, a homossexualidade é um determinismo genético, mas não a criminalidade."

    E baseado em que bases cientificas você afirma que o comportamento sexual tem 100% de relação com os genes e o comportamento criminoso não?
    Já sei, a mídia te disse que é assim e você acreditou.

    Pois eu digo que TODOS os comportamentos humanos são uma combinação de fatores genéticos e do meio em que a pessoa vive.

    "Só não sei o que isso tem a ver com o assunto."

    Foi só para mostra que você é incoerente ao afirmar que um determinado comportamento tem 100% de determinismo genético e outro comportamento não. Tudo isso baseado no que a mídia te disse.
    Quem acredita na mídia fica com essas crendices contraditórias e sem base cientifica alguma.

    "Quais são as causas da criminalidade?"

    Os criminosos. Principalmente.

    "Justiça inexistente ou lenta, impunidade, família desestruturada, uso de drogas e álcool, educação precária, e a existência de uma cultura que glorifica o bandido."

    Sim, tudo isso estimula a criminalidade, mas isso não muda o fato de que os bandidos devem ser punidos.

    "Como não dá para impedir o surgimento de bandidos?"

    Não dá porque os seres humanos não são máquinas programáveis onde você pode apertar um botão e impedir eles de cometerem crimes.

    "Por que nos anos 50 e 60 a criminalidade era tão baixa?"

    Era baixa mas não era nula. E por causa de um zilhão de fatores mas resumindo bem eu diria que é porque havia menos esquerdismo cultural.

    "Ser bandido é inevitável nos dias de hoje?"

    Não é e nem nunca foi. Mas mesmo assim sempre existirão bandidos.

    "Você é que deve explicar por que é impossível evitar o surgimento de bandidos, como se isso fosse um determinismo imutável.".

    Não é possível explicar isso que você quer assim como não é possível explicar
    "por que é impossível evitar o surgimento de pessoas que gostam da cor azul",
    "por que é impossível evitar o surgimento de pessoas que gostam de sadomasoquismo",
    "por que é impossível evitar o surgimento de pessoas que gostam de morder as unhas",
    só para citar alguns exemplos.

    Mas é você que está dizendo que "seria muito mais racional impedir o surgimento de bandidos".
    Portanto se é tão racional assim aguardo a sua explicação racional de como tal coisa seria feita.

    Ou talvez você apenas tenha uma incapacidade de se expressar com clareza e na verdade você quer dizer que
    seria possível adotar medidas para "reduzir" o surgimento de bandidos e não para "impedir".
    Nesse caso acho que você devia estudar mais para conseguir se expressar melhor.
  • Silvio Pereira  09/01/2015 10:54
    "Quais são as causas da criminalidade?"

    Os criminosos. Principalmente.

    Ah! Não diga! Depois dessa "brilhante" constatação percebe-se que você deve ser na verdade um troll atrapalhando a discussão.

    Outra pérola:

    "resumindo bem eu diria que é porque havia menos esquerdismo cultural". E o que seria "esquerdismo cultural"? Você se esquece de que as leis, a justiça e a estrutura policial era as mesmas de hoje. Ninguém é ingênuo para achar que os criminosos iriam desaparecer da face da terra, mas você não explica porque eles aumentaram tanto. Prefere a resposta fácil (e errada) do determinismo genético, como se a vida fosse assim mesmo e não há nada que possamos fazer.

    Resumindo: você não tem a menor ideia do que fazer ou do que está dizendo.
  • Rodrigo Amado  12/01/2015 11:52
    "Ah! Não diga! Depois dessa "brilhante" constatação percebe-se que você deve ser na verdade um troll atrapalhando a discussão.".

    Você pode achar óbvio que a criminalidade seja causada pelos criminosos, mas para um esquerdista, não é. Para um esquerdista a criminalidade é causada pela sociedade opressora capitalista. Para um esquerdista, quando um criminoso estupra e mata alguém a culpa é da sociedade, ou da "vítima" e o criminoso é que é a vítima da sociedade.

    """""
    "resumindo bem eu diria que é porque havia menos esquerdismo cultural". E o que seria "esquerdismo cultural"? Você se esquece de que as leis, a justiça e a estrutura policial era as mesmas de hoje. Ninguém é ingênuo para achar que os criminosos iriam desaparecer da face da terra, mas você não explica porque eles aumentaram tanto. Prefere a resposta fácil (e errada) do determinismo genético, como se a vida fosse assim mesmo e não há nada que possamos fazer.

    Resumindo: você não tem a menor ideia do que fazer ou do que está dizendo.
    """""

    Vejamos... então eu digo que a principal causa é o "esquerdismo cultural", e você mesmo me pergunta retoricamente o que seria o "esquerdismo cultural", que pela presença do termo "cultural" é, obviamente, algo 100% CULTURAL e 0% GENÉTICO, daí, logo em seguida, você me acusa de querer a resposta fácil do "determinismo genético"!

    As duas principais possibilidades que vislumbro para explicar o seu comportamento irracional são:
    - "você não tem a menor ideia do que fazer ou do que está dizendo".
    - "você deve ser na verdade um troll atrapalhando a discussão".
  • Malthus  08/01/2015 16:23
    A criminalidade ter sido baixa não significa que ela era nula. Nunca houve criminalidade nula. Bandidos e psicopatas sempre existiram e sempre vão existir, em qualquer ambiente, por mais que esteja disposto a negar isso.
  • Renato Souza  22/01/2015 23:40
    Bom, absolutamente ninguém é capaz de tornar a criminalidade nula. Não existe nenhuma proposta racional para isso. Certas medidas podem torna-la mais baixa, mas nunca nula. Regimes extremamente violentos podem, pelo terror, tornar certas condutas anti-sociais praticamente nulas, por parte dos cidadãos (melhor dizer, escravos) mas em contrapartida, em tais regimes, a criminalidade institucional é extremamente maior.
    .
    Entre as medidas racionais para diminuir (eu não disse elimminar) a criminalidade, estão o fim da inflação, o fim do controle de salários, e o livre comércio. Com tais medidas, o desemprego se tornará nulo, o que normalmente, sem mudar outros fatores, tende a diminuir a criminalidade (entre outras coisas, porque a cabeça vazia é oficina do diabo). Outras medidas benéficas seriam melhoria da polícia, racionalização dos procedimentos policiais, e proporcionalidade entre crime e pena. Substituição da "educação" ultra-ideológica atual por métodos de ensino que realmente funcionassem, seria algo muito positivo.
  • Renato Souza  22/01/2015 23:46
    Agora, independentemente do que se possa fazer para que menos pessoas entrem para o crime futuramente, isso é uma questão totalmente diferente da questão do que fazer em relação a quem já praticou o crime. E certamente, passar a mão na cabeça dos criminosos e culpar as vítimas não é uma solução.
  • Lomoro  07/01/2015 17:19
    Bem, nem todos os criminosos nasceram maus. Há muitos estudiosos que demonstram que a maioria dos criminosos sofreram/presenciaram violência na infância, logo nos primeiros anos de vida.

    Muitos dos criminosos sofreram violência de uma mulher na infância. Por todo o mundo, mulheres são as que mais praticam violência infantil.No caso de estupradores, por exemplo, a maioria deles sofreu abuso sexual de uma mulher adulta. Feministas e esquerdistas no geral tentam censurar esse conhecimento.

    A maioria dessas mulheres que praticam violência contra as crianças são mães solteiras. Filhos de mães solteiras e sem um pai presente têm 16 vezes mais chances de entrar na vida do crime. São a maioria dos estupradores, pessoas na cadeia, criminosos em geral.

    A esquerda tem colaborado cada vez mais que famílias se desestruturem e que a violência aumente. Um exemplo é o bolsa família, que incentiva que mulheres pobres e miseráveis fiquem grávidas e sejam abandonadas por seus maridos para poder receber o benefício estatal. O assistencialismo substitui a presença do pai. O filho da mãe solteira e pobre, sem um referencial masculino, procura seus referenciais masculinos na vida do crime.

    Os negros geralmente são as principais vítimas desse esquema podre da esquerda. Muitos deles crescem sem a presença de um pai ou uma família bem estruturada graças às políticas esquerdistas, e acabam entrando na vida do crime.
  • Helados  08/01/2015 19:26
    Vou partir do pressuposto de que suas considerações estão corretas.

    Posto isso, veja que mesmo sofrendo abusos e tudo o mais, no fim das contas, o indivíduo opta por fazer o mal e, por isso mesmo, deve pagar pelo sofrimento que impingiu injustamente aos seus semelhantes.

    Seu questionamento me trouxe à tona algo que chamo de "questão Batman-Coringa". Ambos os personagens sofreram enormes injustiças antes de adotarem seus alter-egos*. No entanto, o primeiro, após sofrer o que sofreu, jurou que dedicaria sua vida a impedir que outras pessoas também sofressem, enquanto que o segundo decidiu que o mundo deveria sofrer tanto quanto ele sofreu. Ambos sofreram, mas, devido a atitude de cada indivíduo, ambos seguiram caminhos diametralmente opostos. E isso ocorre conosco na vida real, não apenas com os personagens de histórias em quadrinhos. Em muitos momentos da vida somos confrontados com injustiças e temos que decidir se atuaremos como resistores ou condutores, ou seja, se seremos Batman ou Coringa.

    O que vou falar agora pode parecer conversa mole de palestra motivacional, mas não é: você é que dá a direção à sua vida. É você e mais ninguém que escolhe o lado em que vai lutar. Ganhando ou perdendo a luta, você é que decide quais serão as cores de seu escudo. No fim das contas, it's up to you.

    Histórias tristes de criminosos podem até nos trazer empatia (e trazem, afinal, somos todos seres humanos). No entanto, jamais podemos deixar de ter muito mais empatia para com as vítimas e suas famílias. Por falar nisso e por falar em Batman, na graphic novel "O filho do demônio", após o Batman neutralizar terroristas que mantinham reféns em seu poder, chega, além da polícia, um médico para socorrer os feridos. O médico atende primeiro os terroristas e, diante disso, o Batman intervém:

    Batman: -Ele pode esperar, doutor.
    Médico: -Como disse?
    Batman: -Ele pode esperar...
    Médico: -Ele tem direitos... você sabe.
    Batman: -Aquela mulher tem mais.
    Médico: -Não precisa ser tão grosso.

    Na verdade, precisa sim. É sempre preciso ser grosso com aqueles que privilegiam bandidos em detrimento de pessoas inocentes.


    *estou levando em consideração a origem apresentada na história "A piada mortal"
  • caçador de neoliberais  07/01/2015 19:04
    Dãã ninguém escolhe ser bom ou mal.

    As ideias das pessoas são moldadas pelo seu meio.

    Não é coincidência que a maioria dos presidiários são pobres.

    São jovens excluídos da sociedade, onde ninguém lhe oferece uma oportunidade de emprego e estudo, enquanto playboys babacas esfregam a mesada do papai na cara deles.

    Não é a toa que eles violam a lei, suas ações são apenas fruto da sua revolta.

    Mas claro que tudo isso é difícil para os "liberais" reconhecerem, é mais fácil culpa os criminosos pelo seu caráter.
  • Caçador de Imbecis  07/01/2015 19:53
    "Dãã ninguém escolhe ser bom ou mal."

    Não? Ditadores e genocidas foram "compelidos" a isso pelo ambiente opressor à sua volta? Hitler não tinha opção? Stalin? Mao? Pol-Pot? Todos eles eram coitadinhos que recorreram ao homicídio em massa apenas porque viviam em um ambiente opressor?

    E os terroristas islâmicos que abriram bala contra o jornal francês hoje? Também não tinham opção?

    "As ideias das pessoas são moldadas pelo seu meio. Não é coincidência que a maioria dos presidiários são pobres."

    Aqui eu devo lhe parabenizar pela coragem de vocalizar uma opinião tão politicamente incorreta e reacionária quanto esta. Com apenas duas frases você disse que:

    1) Ricos são puros e não cometem crimes;

    2) Apenas pobres cometem crimes;

    3) Pobres cometem crimes porque são imbecis incapazes de não se deixarem contaminar pelo meio em que vivem;

    4) Todo pobre é um criminoso em potencial; logo, mantenha distância.

    Psicótico.

    "São jovens excluídos da sociedade, onde ninguém lhe oferece uma oportunidade de emprego e estudo, enquanto playboys babacas esfregam a mesada do papai na cara deles."

    De acordo com o governo, nunca houve tanto emprego e estudo disponível para os pobres quanto nos últimos 12 anos. E, no entanto, a criminalidade só disparou -- mas caiu no maldito estado de São Paulo, que é o estado que mais tem ricos (logo, "playboys com mesada do papai") e cujos cidadãos têm a desfaçatez de não votar no PT. Há algo de estranho aí.

    "Não é a toa que eles violam a lei, suas ações são apenas fruto da sua revolta."

    De novo: pobres são contumazes violadores da lei. É bom tomar cuidado com eles.

    Cara, você é desprezível.

    "Mas claro que tudo isso é difícil para os "liberais" reconhecerem, é mais fácil culpa os criminosos pelo seu caráter."

    Acho que, acima de tudo, você deveria urgentemente fazer uma avaliação do seu caráter. Seu desprezo por pobres -- algo, aliás, bem recorrente na esquerda -- beira o doentio.
  • Rodrigo Amado  07/01/2015 20:41
    Seu discurso vazio também serve para defender os liberais de toda e qualquer culpa:

    "
    Dãã ninguém escolhe ser liberal ou não liberal.

    As ideias das pessoas são moldadas pelo seu meio.

    Não é coincidência que a maioria dos liberais não são pobres.

    São pessoas excluídas da sociedade pobre, onde ninguém lhes oferece uma oportunidade de socialização e integração social, enquanto os não-liberais babacas esfregam a sua superioridade moral na cara deles.

    Não é a toa que eles defendem o liberalismo, suas ações são apenas fruto da sua revolta.

    Mas claro que tudo isso é difícil para os "caçadores de neoliberais" reconhecerem, é mais fácil culpar os neoliberais pelo seu caráter.
    "

    Se as pessoas más não têm culpa de serem más então os liberais não tem culpa de serem maus com as pessoas más.

    Generalizando mais ainda:

    Se as pessoas más não têm culpa de serem más então as pessoas decentes não tem culpa de serem más com as pessoas más.

    Portanto continuaremos jogando todos os criminosos na cadeia para que eles apodreçam por lá, e com o seu aval, obrigado!
  • Caçador de zica  08/01/2015 00:10
    Não é coincidência que a maioria dos presidiários são pobres.

    Isso temos que admitir como verdade, afinal, esse pessoal, ao invés de trabalhar honradamente, poupar e buscar seu aprimoramento pessoal, simplesmente resolve ligar o foda-se e decide viver fodendo com a vida das demais pessoas. Não é coincidência mesmo que a maioria dos presidiários são pobres.
  • caçador de comunistas  08/01/2015 12:29
    "Dãã ninguém escolhe ser bom ou mal."

    As ações de cada um são sempre algo proposital, como esse lixo que você escreveu. Se sua ação é boa ou mal já depende do ponto de vista de quem sofreu, para mim sua ação foi algo ruim, pois apenas produziu lixo.

    Dãã.

    "As ideias das pessoas são moldadas pelo seu meio."

    As ideias de cada um são influenciadas pelo meio, mas a forma como se absorve e aceita uma ideia é sempre feita pelo próprio individuo. Caso contrário todas as pessoas teriam ideias idênticas e não haveria surgimento de nenhuma ideia nova.

    "Não é coincidência que a maioria dos presidiários são pobres."

    A resposta ao fato de haver uma maioria de presidiários pobres se responde pela má formação de valores de algumas família pobres e na fraca instituição jurídica do país, que pune desproporcionalmente mais os pobres.

    "São jovens excluídos da sociedade, onde ninguém lhe oferece uma oportunidade de emprego e estudo, enquanto playboys babacas esfregam a mesada do papai na cara deles."

    Só blá blá marxista.

    Emprego se corre atrás, ninguém vem oferecer na sua casa um emprego e uma bolsa de estudo. Mas de qualquer maneira sua lógica não confere com a realidade, há bastante vagas de emprego para pessoas de baixa renda, teria ainda mais se não fosse a lei de salário mínimo, agora se o sujeito se recusa a trabalhar por que considera o salário baixo ai é outro problema.


    "Não é a toa que eles violam a lei, suas ações são apenas fruto da sua revolta."

    Quer dizer que um jovem que estupra uma mulher está apenas revoltado com a sociedade?

    Sua lógica é doentia

    "Mas claro que tudo isso é difícil para os "liberais" reconhecerem, é mais fácil culpa os criminosos pelo seu caráter."

    Caráter é algo que sem dúvida você não tem, por isso é difícil para você reconhecer que a culpa pela criminalidade é a falta de valores morais e ético nas educação familiar.
  • Andre Luiz  08/01/2015 07:08
    "Logo, por que a existência do mal sempre foi um conceito tão difícil para ser aceito por muitos da esquerda? O objetivo básico da esquerda sempre foi o de mudar as condições externas da humanidade. Mas e se o problema for interno? E se o verdadeiro problema for a perversidade dos seres humanos?"

    Bom, o pior é isso, o problema é interno mesmo. O ser humano carrega traços de violência, agressividade, individualismo dentro e si, são os nossos traços fardos. Em oposição, racionalidade, discernimento, cooperação, nossos traços fortes. Daria para enumerar muitos traços fortes e fardos, mas parto do pressuposto que a consciência está evoluindo, livrando se de traços fardos e desenvolvendo traços fortes. Portanto parto de um pressuposto que a consciência carrega dentro de si um princípio evolutivo. A maldade e bondade está inserido nesse conceito. Tenho minhas bases para isso, não estou só divagando não.
  • Vander  08/01/2015 21:01
    O parágrafo "pelo menos desde o século XVIII a esquerda vem se esforçando para não lidar com o simples fato de que a maldade existe — que algumas pessoas simplesmente optam por fazer coisas que elas sabem de antemão serem erradas. Todo o tipo de desculpa, desde pobreza até adolescência infeliz, é utilizada pela esquerda para explicar, justificar e isentar a maldade" mostra uma verdade incompleta do assunto.

    Ao meu ver a esquerda não está justificando ou isentando a maldade, ela está o reescrevendo.
  • Rafael  09/01/2015 02:18
    Sobre o trecho: "Já em 1994, os 57 milhões de chineses expatriados haviam criado praticamente a mesma riqueza que o bilhão de pessoas que viviam na China." Alguém sabe a fonte desses dados? Me interessei bastante neles.
  • Wilson Zem  12/01/2015 16:03
    Vejo um problema no inicio da sua argumentação. Deu à entender que o "mal" é algo com que algumas pessoas nascem, e que não existem fatores sociais. Além de reduzir a questão, que nem entre os estudiosos têm consenso,alimenta argumentos pró pena de morte.
  • anônimo  13/01/2015 00:25
    As Três Leis para o fim da Bandidagem: (lei da robótica adaptada)

    1- Nenhum bandido pode ferir alguém da sociedade, nem permitir que sofra, por inação, qualquer dano.

    2- Um bandido tem que obedecer às ordens que lhe forem dadas pela sociedade, a menos que contradigam a primeira lei.

    3- A obrigação de cada bandido é preservar a própria existência, desde que não entre em conflito com a primeira ou a segunda lei.

    pronto.. expliquei como acabar com a bandidagem, mau ou bom. ;)
  • Juliano  04/02/2015 16:19
    Um sujeito desses diria para os escravos no século XIX:
    "Vocês reclamam dos seus senhores mas, se não fossem eles, nem teriam o que comer. Como vocês podem ser tão mesquinhos? Percebem que é por causa dos seus senhores que vocês têm o que comer, têm o que vestir, que têm alguém para cuidar de vocês quando ficam doentes. Sim, o tratamento não é ideal, mas pelo menos os nossos senhores fornecem vários serviços importantes."

    Da mesma forma, esse sujeito diria para os presos que eles só comem por causa dos funcionários da prisão, que nem teriam onde dormir se não fosse pela benevolência da prisão. As grades e armas que os cercam são completamente ignoradas.

    O texto irritantemente ignora que a fonte de recursos do Estado é a própria sociedade. Ignora que a sociedade é espoliada para sustentar o Estado, que a iniciativa privada é proibida de competir com o Estado em vários casos e, quando existe a competição, novamente a iniciativa privada é espoliada justamente para sustentar o "concorrente", sempre tendo que agir nos termos impostos pelo Leviatã.

    Exatamente o mesmo argumento poderia ser usado por milicianos: vc reclama da gente, mas compra gás dos nossos fornecedores (a concorrência é proibida), usa gato de TV e energia que fornecemos, além de usufruir da "segurança". A linha de raciocínio é exatamente a mesma.

    Além de tudo isso, ainda tem um custo muito complicado de medir, apesar de ser gigantesco, causado pela intervenção estatal. Como medir a multidão de pessoas formadas que deixam de se dedicar à servir à população e ficam totalmente dedicados a passar em concursos? Meu primo, engenheiro mecânico formado, está há anos fazendo isso. Como medir o quanto a sociedade empobrece por criar uma situação absurda como essa? Além de termos sustentado seu estudo integral (sempre feito em escolas públicas), agora ainda não contamos em nada com seus serviços, que estão totalmente dedicados à atender às necessidades do Estado. Como medir os custos das intervenções, das regulações que impedem que empresas cresçam, que impedem a prosperidade?

  • João  04/02/2015 14:43
    Seus textos são surpreendentes, parabéns!

    Entretanto, vi uma reportagem do Pragmatismo Político e não tenho ideia de como fundamentar a oposição ao texto.

    Reportagem: www.pragmatismopolitico.com.br/2015/02/onde-esta-o-estado.html
  • Leandro  04/02/2015 15:35
    O sujeito diz que o estado -- que ele diz ser inexistente no Brasil, mesmo tendo gastos da ordem de 41% do PIB -- é o único que pode combater as desigualdades.

    Aí eu pergunto: quem é que causou as desigualdades?

    Quem é que, ao estimular o setor bancário a expandir o crédito -- e, com isso, fazer com que a inflação de preços se mantenha continuamente alta --, aniquila o poder de compra dos mais pobres?

    Quem é que, ao estimular a expansão do crédito imobiliário via bancos estatais, encarece artificialmente os preços das moradias e joga os pobres para os barracões?

    Quem é que, ao desvalorizar a moeda e a taxa de câmbio, impede os pobres de utilizarem seu já escasso poder de compra para adquirir produtos importados?

    Quem é que, além de desvalorizar a moeda, a taxa de câmbio e gerar inflação de preços, ainda impõe tarifas protecionistas para proteger o grande baronato industrial -- e, com isso, impede duplamente que os mais pobres possam adquirir produtos baratos do exterior?

    Quem é que tributa absolutamente tudo o que é vendido na economia, e com isso abocanha grande parte da renda dos pobres?

    Quem é que, por meio de agências reguladoras, carteliza o mercado interno, protege grandes empresários contra a concorrência externa e, com isso, impede que haja preços baixos e produtos de qualidade no mercado, prejudicando principalmente os mais pobres?

    Quem é que cria encargos sociais e trabalhistas que encarecem artificialmente e mão-de-obra e, com isso, impede que os salários sejam maiores?

    Quem é que, por meio destes encargos sociais e trabalhistas, empurra os pobres para a informalidade, e dali para a cadeia?


    Após responder às perguntas acima (dica: a resposta é a mesma para todas elas), pergunte a si mesmo por que a solução seria dar ainda mais poderes legiferantes à entidade que criou essa calamidade.

    Sugiro estes artigos, só pra começar:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1769

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1945
  • Soulreaper  14/07/2017 08:40
    Esse relativismo moral está presente na psicanalise, voces tem que lembrar que a psicanalise é um resultado da escola de frunkfurt, que é marxista.

    O argumento da psicologia(ciencia marxista), para criticar o porte de arma, é ter tornado uma patologia, comportamentos defensivos.

    Ou seja, no relativismo moral do esquerdista, quem se defende é doente mental, e quem ataca é ousado, certo, sano, correto ou vítima da sociedade.

    A defesa, é uma caracteristica considerada sabia na antiguidade, em SUN TZU, na era feudal no japão com os samurais(HAGAKURE), ate mesmo no cristianismo num ponto de vista mais filosofico(me diga com quem andas e direi quem tu és).

    O marxismo cultural, incluindo a psicanalise, visou transformar todo comportamento defensivo em doença mental.

    Não acreditam na psicologia e na psiquiatria, ambas foram desenvolvidas por Freud e escola de frunkfurt, mesmo que a psiquiatria ja existisse antes disso, evoluiu junto com o marxismo.
  • antonio  16/08/2017 14:05
    escola de frankfurt? horkheimer, adorno? década de 1920? influenciou a psicanálise? tem certeza do que está falando? bem, trata-se de não permitir que a 'esquerda' chegue ao poder, tanto por causa dos meios empregados para isso quanto pelo desastre administrativo que fatalmente se seguirá. e trata-se de se dar por feliz por ter o direito de trabalhar para comer o quanto permitir um salário abaixo do mínimo, num sistema em que, se fosse possível, os interessados pagariam para trabalhar, assim como aceitar a escravidão um dia serviu como precária garantia de vida para o escravo. o que não se quer é abrir mão dos privilégios, é enxergar o outro ser humano em sua inteireza, é ter compaixão e controlar as aberrações: na natureza há pulgas e elefantes, que podem eventualmente competir (em total desigualdade) por determinado recurso vital; em sociedade humana, ou somos todos – do mesmo tamanho; humanos – ou ninguém é de tamanho algum. ser 'de direita' é aceitar o mundo como ele é; ser 'de esquerda' é crer que ele pode ser mudado. pois o mundo não só pode como deve ser mudado. e será.


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