
Perfeito, rasteiro, bem colocado e no canto, fora do alcance do goleiro keymesiano Bernanke. Gol dos austríacos! Responder
" Se você crê que uma nova era de prosperidade, paz e estabilidade nos aguarda, então você certamente passou o último século vivendo dentro de alguma caverna"
Economia em caos não significa que a qualidade de vida está piorando. Ela vai continuar melhorando. Nós brasileiros já passamos por todo tipo de complicação econômica e estamos sempre evoluindo em qualidade vida, idh, educação, renda per capta etc... Não me entendam mal, sou ancap mas vou continuar investindo em ações, renda fixa e imóveis, as empresas vão continuar lucrando (sabendo escolhê-las) e o país vai crescer no longo prazo, mesmo com turbulências em curto prazo. Responder
Permitir a liquidação das dívidas, permitir que instituições insolventes sejam arrematadas por seus credores -- no caso dos bancoes, seus correntistas --, e dar plena liberdade ao sistema de preços para que este coordene todas as correções necessárias.
Em suma, fazer o que foi detalhado neste artigo:
mises.org.br/Article.aspx?id=946
Abraços! Responder
Mas isso não ia levar ao caos econômico? Responder
O caos econômico ainda está por vir. E ele não vai ser bonito.
Essas medidas, por outro lado, gerariam um reestruturação necessária de todo o sistema, o qual está completamente carcomido. Elas seriam dolorosas, é fato, mas são completamente necessárias. Você não corrige décadas de estragos feitos por papel-moeda apenas com medidas paliativas e indolores. Infelizmente. Responder
Leandro, gosto muito das suas análises. Na sua opinião, o que pode acontecer com o Brasil, caso o dolár "vá pro brejo"? É o que parece que vai acontecer, mais cedo ou mais tarde. Apesar de todo alarmismo com a Europa, considero a situação americana e britânica muito pior que a da união européia. No brasil só está sentindo os efeitos da crise quem investe em ações, como eu, o povo ainda está alheio a esse assunto. Essa semana tentei explicar a uns colegas que o problema era o estado e não o capitalismo e vi o quanto a jornada anarco capitalista é longa. As pessoas vêem o estado como tutor, como o salvador, não como um senhor de escravos, que escraviza a nós todos. Responder
Prezado Deilton, se o dólar "for para o brejo", nossas reservas internacionais tornar-se-ão completamente inúteis, revelando-se um completo desperdício de dinheiro dos pagadores de impostos.
Além disso, todo o setor exportador que tem os EUA como cliente principal terá de ser redimensionado e buscar outros mercados. No extremo, terá de desovar toda a sua produção no mercado interno mesmo.
Por outro lado, as importações -- caso o dólar mantenha seu status de moeda internacional de reserva -- se tornariam extremamente baratas. No entanto, a hipótese mais provável é que outra moeda assuma o lugar do dólar, e ela passará a ser a moeda internacional. Aí o efeito se tornaria mais difícil de prever.
Há um artigo mais detalhando explicando como um país pode sobreviver bem sem se preocupar com volatilidades na demanda oriunda do mercado externo.
Abraços!
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Amigos,\r \r Boa tarde!\r \r Quero compartilhar com vocês um artigo que me causou profundas náuseas e que tem relação com o artigo acima. \r \r Só para quem tem estomago forte.\r \r Abraços!\r \r \r ------------------------------------------------\r \r O Fundamental - Delfim Netto\r \r Grupos não pequenos de estudiosos insistem em atribuir a crise a uma organização social misteriosa à qual dão o nome genérico de "capitalismo", codinome da organização da atividade econômica em torno dos "mercados", instituição que os homens "descobriram" para coordenar a atividade de consumir bens e serviços e, ao mesmo tempo, estimulá-los a produzir de forma relativamente eficiente e com maior liberdade individual.\r \r É preciso reconhecer que: 1) os mercados são meros instrumentos alocativos que tentam compatibilizar os interesses dos indivíduos no seu duplo papel; 2) obviamente, não há simetria de poder entre esses papéis; e 3) eles (os mercados) não podem funcionar (ou mesmo existir!) sem um Estado para regulá-los.\r \r Essa economia de mercado não foi inventada. Há claras evidências de que os mercados existem desde a velha Mesopotâmia (500 anos antes de Cristo). Foi sendo "descoberta" pelos próprios homens na sua atividade prática de buscar instituições que lhes permitissem facilitar a sobrevivência material e a possibilidade de combiná-la com sua eterna busca de liberdade de iniciativa. Ela não é nem perfeita nem imortal. A grande esperança é que a ação do Estado que garante a sua funcionalidade, possa minorar seus defeitos com as políticas econômica (a flutuação) e social (a desigualdade).\r \r A irresponsabilidade fiscal dos Estados precisa ser superada \r A ideia que os mercados têm a capacidade de autocorrigir-se e que os resultados da distribuição de seus benefícios são "justos" ou "merecidos" - e que, portanto, dispensam a ação do Estado - é absurda. Tão absurda quanto a ideia que os problemas que estamos vivendo se devem apenas a eles, sem nenhuma cumplicidade do Estado.\r \r Já passou da hora de os economistas livrarem-se de umas ingenuidades. A primeira é que Deus foi bom com eles deixando-lhes como objeto de estudo um mundo, cuja ordem poderia ser descoberta, como, por exemplo, o movimento dos astros. A segunda é o reconhecimento que, por mais importante que seja o papel do Estado, o poder incumbente está longe de ser onisciente e, logo, não precisa ser onipresente e, muito menos, pretender a onipotência!\r \r A história nos ensinou, e a experiência atual confirma, que o Estado precisa ser fiscalmente responsável! Não é preciso ser economista para entender tal "conta de padaria". A receita pública não pode ser, permanentemente, maior do que a despesa pública, não importa a "qualidade" ou a "necessidade" do gasto.\r \r Se ele é imperioso e permanente, só há três formas de atendê-lo: 1) aumentando a eficiência do governo; 2) cortando despesa menos prioritária; ou 3) aumentando os impostos. É uma maldição aritmética desagradável que a relação dívida pública/PIB só possa ser estabilizada num nível cujo financiamento possa ser feito, permanentemente, com uma taxa de juros real menor do que a taxa de crescimento real do PIB.\r \r Parece razoável concluir, portanto, que o que precisa ser superado é a irresponsabilidade fiscal dos Estados e a sua incompetência regulatória. Vivemos, basicamente, uma manifestação de Estados pouco cuidadosos fiscalmente e impotentes diante do poder econômico dos interesses financeiros. A crise de 2007/09, que se recusa a terminar, é a testemunha da tendência do setor financeiro de servir-se do setor real e de sua capacidade de apropriar-se do poder incumbente.\r \r Os "indignados" sugerem trazer de volta ideias de cérebros peregrinos, que "inventaram" outros mecanismos de organização social. Os mesmos que rechearam de tragédias o século XX. É preciso insistir que, até agora, o mercado como instrumento alocativo relativamente eficiente não encontrou nenhum substituto, como mostram o fracasso soviético e o sucesso chinês.\r \r A crise americana é menos grave do que a da Eurolândia, mas tem pouca probabilidade de terminar antes da eleição de novembro de 2012. E depois? Depois, valha-nos Deus se os intelectuais republicanos vencerem a batalha eleitoral! É uma pena. Os EUA têm tudo para sair mais depressa da crise. Faltam-lhes apenas uma liderança que reconstrua a confiança da sociedade.\r \r Na Eurolândia, a questão é mais complicada. Ela tem, na verdade, quatro problemas: 1) um desalinhamento das moedas dentro do euro, que causa resultados assimétricos nos balanços de pagamentos; 2) um descontrole dos déficits públicos; 3) uma perspectiva de crise bancária; e 4) falta-lhe um Banco Central autônomo, que seja, de fato, o emprestador de última instância e possa organizar as dívidas dos países.\r \r O jogo dialético civilizatório (apoiado no sufrágio universal) entre o mercado e a urna não é uma linha reta: pode sofrer graves e custosos desvios. O fato fundamental é que ele não resiste à irresponsabilidade fiscal. Quando essa leva as lideranças políticas à completa predominância do curto prazo sobre o longo, aproveitando-se de situações econômicas passageiras favoráveis para permanecer no poder, o mercado (isso é, a realidade fática) acaba cobrando o seu preço.\r \r O Brasil pagou tal preço no passado. A presidente deve ser fortemente apoiada quando corta na carne o Executivo e pede moderação ao Legislativo, ao Judiciário e aos sindicatos. Nunca a solidez fiscal foi tão necessária para proteger-nos da crise mundial, que está longe de terminar. É por isso que a DRU deve ser aprovada.\r
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"A irresponsabilidade fiscal dos Estados precisa ser superada A ideia que os mercados têm a capacidade de autocorrigir-se e que os resultados da distribuição de seus benefícios são "justos" ou "merecidos" - e que, portanto, dispensam a ação do Estado - é absurda. Tão absurda quanto a ideia que os problemas que estamos vivendo se devem apenas a eles, sem nenhuma cumplicidade do Estado."
Quado uma pessoa escreve uma máxima como esta citada acima impondo a sua afirmativa, há de no mínimo do mínimo ser acompanhada pro uma premissa lógica que justifique tal afirmativa. Essas história de é assim porque é assim e pronto, é coisa de gente mau intencionada, vanila e ignorânte. Responder
Funciona assim: você pega o mercado, estrangula-o, cria uma miríade de impostos, inventa uma cornucópia de regulamentações, cria subsídios para os protegidos, sai imprimindo dinheiro sem qualquer restrição, pune aquele que lucra, recompensa aquele que perde, restringe o setor de capitais, estrangula os consumidores, sai estatizando tudo e criando todas as barreiras possíveis ao comércio, impede falências, proíbe demissões e, ainda assim, chama isso de mercado. Aí quando todo o esquema entra em colapso, surge a gritaria: "Ah, viram só? O livre mercado falhou! É óbvio que agora precisamos de um estado mais autoritário!"
Delfim aparentemente não percebeu -- não sei se por ignorância ou se é apenas desonestidade intelectual de sua parte -- que a recessão é justamente a maneira de o mercado tentar corrigir todas as sabotagens que lhe foram impingidas pelos governos. É uma grande vigarice utilizar um fenômeno inerente à autocorreção dos mercados -- as recessões -- como prova de que os mercados não se corrigem.
Como já dissemos aqui, a ignorância econômica é devastadora. Responder
Excelente! Você deveria imprimir isso e enviar para o cara!
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Quem lê os artigos liberais deste site, dá vontade de dar risadas, diante da TV, das "soluções" apresentadas pelos economistas keynesianos. Responder
Pois é. Ontem, na TV Gazeta (de São Paulo), nao me lembro em que programa, mas era um telejornal por volta das 19-20 horas, havia um cara que praticamente juntava as mãos e fazia aquela cara de autopiedade, falando um monte de baboseiras sobre a "crise que é causada por todos nós, que compomos o mercado: comércio, industria, consumidores..." por que estamos menos propensos a consumir, estamos evitando gastos, e por isso o mundo se encontra no atual estágio. Faltou implorar que passassemos a gastar. Não tive como não falar com a TV. Então a culpa é minha? Num momento parei de gastar por prudência e em seguida a economia foi ao abismo? Inversão total da ordem da causalidade. Responder
a impressão que dá é que Delfim nunca leu Mises ou até mesmo Adam Smith.\r A pergunta que nao quer calar, será que é só impressão ou é realidade.\r :|\r \r \r
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O pior de tudo, Leandro, é que esses economistas são realmente levados a sério. São tidos como grandes intelectuais do nosso tempo. Acho que o segredo está na falta de lógica, nas frases desconexas, nas falácias, e nos constantes apelos à autoridade ("veja bem, aqueles austríacos malucos não ajoelham diante do Deus Keynes").
Por sinal, Leandro, já chegou a ler o texto Why We Can't Associate Too Closely with the Austrians? No final, o autor escreve: "I hope I've convinced you of how unreasonable they are and why any theory of economics must be scientifically tested." Eu adoraria saber como essas pessoas testariam uma teoria econômica do jeito que eles imaginam. Criariam gigantescos grupos de populações em países, todos eles programados mentalmente ao mesmo tempo?
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Exato. É preciso ter um laboratório bastante moderno, com variáveis rigorosamente controladas, para se testar a hipótese de que uma maior quantidade de dinheiro perseguindo uma mesma quantidade de bens gera aumento de preços. Afinal, se isso não for feito, então a teoria não foi "cientificamente testada" -- logo, ela não é válida. Responder
Não à toa esse artigo foi escrito por um estudante de física, uma ciência natural cujas teorias precisam de comprovações empíricas. As ciencias sociais são diferentes, principalmente a ciência econômica, pois não é possível conhecer e medir todas as variáveis que agem sobre o sistema econômico, colocá-las num tubo de ensaio em algum laboratório com intuito de testar certa hipótese. Como Hayek disse em seu discurso do premio Nobel:
"as ciências sociais — como grande parte das ciências biológicas, porém ao contrário da maioria da ciências físicas — lidam com estruturas de complexidade essencial, ou seja, com estruturas cujas propriedades características podem ser exibidas somente por modelos compostos por um número relativamente grande de variáveis."
O autor do artigo ainda diz que é possível testar as proposições de uma teoria econômica pela mera observação da realidade. Como se fosse possível para um ser humano abranger a totalidade da realidade economica em um modelo teórico, de modo que o que acontece na realidade só possa ser explicado exclusivamente pelas proposições do modelo e não por alguma outra variável que o modelo deixou escapar por algum motivo qualquer.
É aquela velha história: Se o governo aumentar os impostos hoje e amanhã a economia começar a prosperar, será que foi por causa do aumento dos impostos ou apesar dele? Se eu montei um modelo prevendo que o aumento de impostos iria fazer a economia crescer, o autor do artigo daria minha proposição como comprovada empiricamente pela realidade, o que é algo de uma absurdidade descomunal. Responder
Não entendi muito bem o que o Tucker quis dizer com "sonho Keynesiano". Pra mim, sempre esteve clara a idéia de Keynes sobre os perigos de se atrelar a liquidez mundial às emissões de um único país, ou limitá-la a um reduzido grupelho de moedas. O próprio Tucker coloca a ponta disso no texto, apesar de não se aprofundar na idéia.
Além do que, acho um tanto injusto jogar três linhas tão diferentes (keynesianismo, pós-keynesianismo e novo-keynesianismo) dentro do mesmo balaio e rotulá-lo "keynesiano", como se fosse tudo a mesma coisa. Quando, na verdade, elas todas, apesar de guardarem parcas similaridades, tem propostas bem diferentes entre si.
Salvo estas duas, que considero como incoerências, achei o artigo excelente.
E parabéns pela tradução. Responder
Ora, João, não há incoerência nenhuma na exposição do autor. Keynes sempre deixou clara sua idéia de que deveria haver uma moeda mundial -- o Bancor -- que deveria ser emitida por um banco central mundial. Tal BC deveria, obviamente, ser presidido por iluminados keynesianos, pois apenas eles teriam o conhecimento e a sensibilidade para fazer a "sintonia fina" na quantidade de dinheiro na economia mundial e no ritmo da sua expansão.
A necessidade de um BC mundial presidido por keynesianos clarividentes e experientes adviria justamente do fato de se querer "evitar que a liquidez mundial ficasse atrelada às emissões de um único país". Responder
@Joao: "...Além do que, acho um tanto injusto jogar três linhas tão diferentes (keynesianismo, pós-keynesianismo e novo-keynesianismo) dentro do mesmo balaio e rotulá-lo "keynesiano", como se fosse tudo a mesma coisa. Quando, na verdade, elas todas, apesar de guardarem parcas similaridades, tem propostas bem diferentes entre si..."
De acordo com Wikipedia, as 3 linhas diferem apenas em suas interpretações a respeito do que o Deus Keynes disse. Disso pode-se concluir que não há diferença fundamental entre elas. Se não há diferença fundamental entre elas, alguém que questione os fundamentos e premissas das idéias do Deus Keynes diretamente (o que é o caso do autor do artigo acima) não estará cometendo nenhuma injustiça ao botar tudo no mesmo balaio. Responder
Por que não, João? Você viu algum erro específico no artigo que eu apontei ou o seu problema é com a Wikipedia como um todo? Se você viu algum erro específico no artigo, não seria essa uma ótima oportunidade de defender a sua posição?
Além disso, depois que eu postei meu comentário anterior, eu fiquei imaginando você repreendendo o Milton Friedman com severidade após ele dizer que "We are all Keynesians now": pô Friedman, vc está jogando acho três linhas tão diferentes dentro do mesmo balaio; parece até aqueles amadores que usam a Wikipedia como fonte de informação. :) Responder
Pra mim, sempre esteve clara a idéia de Keynes sobre os perigos de se atrelar a liquidez mundial às emissões de um único país, ou limitá-la a um reduzido grupelho de moedas.
A solução, para Keynes, era criar um super-banco mundial, porque, dessa maneira, não haveria perigo, afinal, não haveria um país um ou pequeno grupo de países controlando as emissões. Seria uma entidade centralizadora, composta por todos os países do mundo ao mesmo tempo e, obviamente, não dominava nem um por um único país e nem por um grupo de países. Como todos sabemos, quando um grupo de políticos e burocratas se reúnem, tomam chá com bolinhos e procuram as melhores maneiras de ajudar a humanidade. Isso porque são seres com capacidades sobre-humanas, mais ou menos como o Dr. Manhatan do filme "Watchmen".
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Concordo com o que o Gilx escreveu ali em cima. Depois que passei a ler diariamente os artigos do IMB, não consigo mais assistir ao noticiário econômico na TV e quase sempre dou risada quando vejo "economistas" vomitando keynesianismo. Domingo passado, tentei acompanhar o programa Canal Livre, na Band, sobre a crise econômica. Foi patético. Espinafraram o livre mercado (ou que eles consideram como livre), e sacramentaram o estado como regulador imprescindível, entre outras bobagens. Eu ri assistindo, sozinho. Alguém aqui viu também? Se ainda não tiver no youtube, no site da Band eles disponibilizam o programa completo uma semana depois. Quem quiser rir um pouquinho (ou chorar, sei lá...), é só dar uma olhadinha nas abobrinhas que foram faladas no programa. Responder
Também não consigo mais ver os telejornais keynesianos do Brasil sem sentir arrepios. Responder
Assisti ao Canal Livre domingo passado. Não gostei também. Responder
comigo já aconteceu coisa parecida, depois q vc conhece a Escola Austriaca, veh q tudo q lhe foi doutrinado/ensinado não faz o menor sentido..... e praticamente tudo q lhe foi passado na escola/faculdade sobre economia é um lixo... Responder
Já desisti das notícias de economia na televisão faz um tempo, não quero sofrer um infarto. Responder
Essa thread me fez lembrar de uma entrevista do O d C:
"...A educação então não deve ser para todos?
Não. Educação é um processo irradiante, que vai por círculos concêntricos. Você educa dez, que educam cem, que educam mil, que educam um milhão e vai assim." Responder
E vejam nosso governo seguindo a Cartilha keynesiana.
economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/12/01/caixa-libera-r-5-bi-para-consumo-apos-pacote-do-governo.jhtm
Nossos lideres iluminados dizendo que o consumo é sinonimo de prosperidade.
Cômico se não fosse trágico. Responder
"Por sinal, Leandro, já chegou a ler o texto Why We Can't Associate Too Closely with the Austrians?"\r \r O rapaz é um físico tapado pelos anos de "estudo", coitado. Eu tenho uma versão modificada de "Why We Can't Associate Too Closely with the Austrians". Se eu apresentar prontamente uma idéia como teoria austriaca, o imbecíl vai rejeita-la de cara sem ao menos refletir sobre o assunto. Existem vários movimentos anti-preconceito (gays, negros, bigodudos, etc.)hoje no mundo, mas talves o grupo mais injustiçado seja o dos austriacos. È um assunto que ja foi mt debatido aqui mas ainda acredito que deveriamos plantar algumas sementinhas e fazer os interlocutores acharem que é uma criação deles, uma versão modificada do "mainstrain" (e a menina dos olhos de ouro, especialmente neste mundo inflacionário, é sim a TAC) Responder
É uma grande vigarice utilizar um fenômeno inerente à autocorreção dos mercados -- as recessões -- como prova de que os mercados não se corrigem. Responder
Eu acredito que as políticas citadas no artigo tem mais inspirações monetaristas que Keynesiana. Como o artigo clássico do Milton Friedman e da Ana Schwartz dizia, a crise de 29 foi intensificada por causa da queda de 1/3 da oferta monetária americana, e a economia entrou num ciclo vicioso de falências bancárias que tornou os efeitos da crise mais persistentes. Embora não concorde com a política do FED, o artigo foi feito apenas para atacar o Keynesianismo e não é muito bom nisso, existem textos melhores para isso e com uma lógica mais forte. Responder
Leandro,
Acompanho os excelentes textos do site e também as suas respostas. Tenho aprendido muito. Sou totalmente favorável a Escola Austríaca de Economia, e defendo o mercado livre. Gostaria porém, e peço que não repare se eu falar alguma bobagem, mas o que deveria ser feito para evitar a crise que se aproxima? Se não devemos incentivar o consumo nem ajudarmos os bancos gerando mais moedas, eu digo nós os amercianos, o que deveria ser feito então? Obrigado. Responder
Prezado Marcio, é exatamente aquilo que respondi para o leitor Carlos, ali em cima. A solução é permitir a liquidação das dívidas, permitir que instituições insolventes sejam arrematadas por seus credores (no caso dos bancos, seus correntistas) -- o que geraria um extremamente necessário redimensionamento do sistema financeiro --, e dar plena liberdade ao sistema de preços e salários para que este coordene todas as correções e alocações necessárias.
Não se corrige 40 anos de bagunça (idade do papel-moeda fiduciário e de curso forçado, criado desimpedidamente por bancos centrais), de crédito alocado de maneira irracional, de privilégios e de investimentos insustentáveis de maneira indolor. Infelizmente.
Em suma, deve-se fazer o que foi detalhado neste artigo:
mises.org.br/Article.aspx?id=946
Abraços! Responder
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